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Carlos T. Kandanda
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About me

GenderMale
OccupationPolítico
LocationLuanda, Angolano, Angola
IntroductionCarlos Tiago Kandanda é filho de Tiago Linangua Kandanda e de Kamba Maputa. Nasceu no dia 04 Janeiro de 1948. Natural de Lumbala Nguimbo Bundas, da Provincia do Moxico. Ingressou na UNITA em 1966, combateu o Regime Colonial Português na Frente Leste. Exerceu vários cargos políticos, militares e administrativos nos Órgãos de Direcção da UNITA e das FALA. Foi membro da Direcção da UNITA desde 1968 até Abril de 2012. Desde então, ingressou-se na CASA-CE, liderada por Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku. Foi diplomata de 1975 até 2005. Está na Assembleia Nacional desde 1997. Neste momento exerce o Cargo de 4.º Vice-presidente da Assembleia Nacional . Carlos Kandanda é Tenente General na Reforma, antigo Combatente e Veterano da Pátria.
InterestsO que me animou em abrir este espaço electrónico é essencialmente comunicar com gente de boa vontade; encetar o debate contraditório, qualitativo e sem tabus; divulgar a pluralidade de ideias; acolher os conhecimentos valiosos; buscar caminhos apropriados; promover valores multiformes; defender ideais comuns de direitos, liberdades e garantias constitucionais; da justiça social; da dignidade humana; da convivência harmoniosa e da boa governação – num Estado eminentemente democrático e de direito. Tendo como pedra-de-toque a valorização da Cultura Africana e da defesa dos Direitos Humanos sobre os quais assentam as aspirações profundas da nossa grande Causa, dentro do grandioso mosaico multi-cultural da Humanidade. Pois, nos encontramos inseridos num Mundo de desigualdades abismais quanto a distribuição da riqueza; bem como de profundas alterações de correlação de forças entre as Potências Antigas e as Potências Emergentes com Culturas assentes em Civilizações adversas. Sendo como palcos de contenda os Países produtores de recursos minerais (crude oil) estratégicos onde se fazem sentir o processo intensivo de pilhagem desenfreada. Estando em evidencia o papel das Elites desses Países que actuam como autênticos instrumentos de exploração e de opressão dos Povos locais que padecem na miséria e na pobreza extrema. Sou de convicção de que, as forças vivas e dinâmicas do Mundo, em uníssono, se encarregarão da defesa dos seus Direitos inalienáveis que lhes são conferidos justamente pelo Direito Internacional no quadro da Cidadania de cada País.
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