A excelente didática e a perfeita organização dos tópicos desta apostila me deixaram perplexo... Parabéns pelo material! Está sendo deveras útil para a aprendizagem desta tão complexa linguagem computacional.
10 de maio de 2014 às 03:34
Anônimo disse...
Simplesmente fantástico, simples e direto.
20 de maio de 2014 às 11:05
Anônimo disse...
Como você diz que string.h é uma biblioteca? Ele é um header, o que é diferente de uma library.
Muito bom essa apostila quando com comecei a ler não sabia nada de c agora já sou capais de criar meus próprios programas em c básicos mais já estou evoluíndo muito.
1 de fevereiro de 2015 às 12:25
Anônimo disse...
Num ambiente Linux, dá para ver todos os headers e bibliotecas, pois estão na pasta /usr/include. Se esquecer o nome da pasta, basta criar um arquivo .c aleatório, dar um #include e vai ter o /usr/include
Guardar código-fonte em .h? Tem certeza que você sabe o que está fazendo? E a nomenclatura? E a compilação? E a guarda de cabeçalho? E a inclusão no link-editor? Este artigo está deixando muito a desejar. Aprenda a fazer corretamente:
Na verdade, o arquivo header é onde é colocado todos os cabeçalhos das funções. Em seguida deve-se criar outro arquivo .c com o mesmo nome do header, este porem, terá apenas o corpo das funções declaradas no header. Em seguida, deve-se criar um programa-objeto do arquivo onde está o corpo das funções, ai sim, no seu programa principal, quando usar o #include "nomedoheader.h" ele reconhecerá as funções.
11 de agosto de 2016 às 11:24
Anônimo disse...
Desse jeito funciona sim, eu fiz e deu muito certo, funcionou perfeitamente.
26 de maio de 2019 às 13:28
Nina disse...
Adorei o Artigo! Me ajudou muito!
Era exatamente o que eu estava procurando e exatamente o que eu desejava fazer! Ter algumas funções separadas em arquivos da forma que eu desejar. Eu não fazia idéia de que o C reconheceria comandos em outro arquivo com tanta simplicidade, isso me permite remover do meu source principal as funções e textos que não me interessam no momento e que me atrapalham visualmente!
E não queria fazer da forma tradicional com 2 arquivos .c e .h para minhas funções porque considero desnecessário, extremamente chato e desorganizado tudo espalhado!
Logo outros comentários aqui dizendo que o artigo é errado ou coisa do tipo é completamente absurdo! Cada pessoa faz do jeito que acha melhor! Posso compreender o uso de um Header tradicional, mas para mim acho desnecessário e burocrático demais, espalhando código em inúmeros arquivos sem necessidade!
Parabéns Pelo Artigo, pois a mim, me ajudou e Bastante!
29 de janeiro de 2022 às 12:48
Vamos dar uma pausa em nossa apostila de C, especificamente sobre na seção de strings, para ensinar uma importante lição de organização.
Vamos aprender a criar e usar uma biblioteca, um header, que são aqueles arquivos de extensão .h que usualmente colocamos após o #include.
Baixe este conteúdo: Apostila C Progressivo
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Por que criar uma biblioteca / header (.h) em C?
postado por Programação Progressiva às 21:20 em 13 de mar. de 2013
9 Comentários
Fechar esta janela Ir para formulário de comentárioA excelente didática e a perfeita organização dos tópicos desta apostila me deixaram perplexo... Parabéns pelo material! Está sendo deveras útil para a aprendizagem desta tão complexa linguagem computacional.
10 de maio de 2014 às 03:34
Simplesmente fantástico, simples e direto.
20 de maio de 2014 às 11:05
Como você diz que string.h é uma biblioteca?
Ele é um header, o que é diferente de uma library.
15 de janeiro de 2015 às 06:49
Muito bom essa apostila quando com comecei a ler não sabia nada de c agora já sou capais de criar meus próprios programas em c básicos mais já estou evoluíndo muito.
1 de fevereiro de 2015 às 12:25
Num ambiente Linux, dá para ver todos os headers e bibliotecas, pois estão na pasta /usr/include. Se esquecer o nome da pasta, basta criar um arquivo .c aleatório, dar um #include e vai ter o /usr/include
6 de julho de 2015 às 10:04
Guardar código-fonte em .h? Tem certeza que você sabe o que está fazendo? E a nomenclatura? E a compilação? E a guarda de cabeçalho? E a inclusão no link-editor? Este artigo está deixando muito a desejar. Aprenda a fazer corretamente:
https://jacknpoeexplicacpp.wordpress.com/2015/07/25/criando-bibliotecas-em-c-parte-1-arquivo-de-cabecalho-2/
28 de julho de 2015 às 23:31
Na verdade, o arquivo header é onde é colocado todos os cabeçalhos das funções. Em seguida deve-se criar outro arquivo .c com o mesmo nome do header, este porem, terá apenas o corpo das funções declaradas no header. Em seguida, deve-se criar um programa-objeto do arquivo onde está o corpo das funções, ai sim, no seu programa principal, quando usar o #include "nomedoheader.h" ele reconhecerá as funções.
11 de agosto de 2016 às 11:24
Desse jeito funciona sim, eu fiz e deu muito certo, funcionou perfeitamente.
26 de maio de 2019 às 13:28
Adorei o Artigo! Me ajudou muito!
Era exatamente o que eu estava procurando e exatamente o que eu desejava fazer! Ter algumas funções separadas em arquivos da forma que eu desejar. Eu não fazia idéia de que o C reconheceria comandos em outro arquivo com tanta simplicidade, isso me permite remover do meu source principal as funções e textos que não me interessam no momento e que me atrapalham visualmente!
E não queria fazer da forma tradicional com 2 arquivos .c e .h para minhas funções porque considero desnecessário, extremamente chato e desorganizado tudo espalhado!
Logo outros comentários aqui dizendo que o artigo é errado ou coisa do tipo é completamente absurdo! Cada pessoa faz do jeito que acha melhor! Posso compreender o uso de um Header tradicional, mas para mim acho desnecessário e burocrático demais, espalhando código em inúmeros arquivos sem necessidade!
Parabéns Pelo Artigo, pois a mim, me ajudou e Bastante!
29 de janeiro de 2022 às 12:48