Após ler o artigo sobre escoliose consegui identificar realmente o problema de minha mãe que possui esta curvatura e o desnível de altura na perna,ela sente mta dor e se intitula incapaz ,mas segundo as recomendações médicas que li,vou tomar as devidas providências.
10 de dezembro de 2013 às 10:53
Coluna vertebral 09/12/2013
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Cirurgia é recomendada apenas para quem tem sintomas incapacitantes não aliviados pelos tratamentos não invasivos. Índice da doença deve crescer com o envelhecimento da população.
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Durante uma viagem de família ao Grand Canyon três verões atrás, meu filho Erik, que caminhava atrás de mim, comentou:
— Mãe, o lado direito do seu quadril é mais alto do que o esquerdo.
— Eu sei — respondi, rapidamente desqualificando a observação.
Porém,
ela voltou a me assombrar muitos meses mais tarde, quando tive duas
percepções relacionadas: as pernas esquerdas das minhas calças eram
todas mais compridas e eu havia encolhido alguns centímetros.
Diagnóstico:
escoliose adulta, uma curvatura assimétrica da coluna vertebral que, se
não cuidada, poderia vir a me deixar ainda mais baixa e torta,
incapacitada por um nervo espinhal pinçado e dependendo de andador para
manter o equilíbrio.
Determinada a minimizar mais o encolhimento
e evitar dor e lesão ao nervo, marquei consulta com um médico que, após
analisar as radiografias da minha coluna disforme, afirmou que os
músculos do meu lado direito, onde se encontrava a protusão da coluna,
estavam mais desenvolvidos que os da esquerda. Ele prescreveu um
exercício de ioga — prancha lateral — para fortalecer os músculos da
esquerda e exercer tração suficiente na coluna para a protusão não
aumentar ainda mais à direita. O médico sugeriu que o exercício poderia
até endireitar um pouco a curvatura.
Venho fazendo esse
exercício, em conjunto com dois outros sugeridos por um fisioterapeuta,
todos os dias, há oito meses. O fisioterapeuta também sugeriu o uso de
calcanheiras no sapato esquerdo para ajudar a nivelar os quadris e
ombros. Embora ainda seja muito cedo para saber se houve uma redução
significativa da curva espinhal, ela certamente não piorou e, a não ser
que meu espelho minta, eu pareço menos torta.
Embora se costume
pensar que a escoliose seja um problema de adolescentes, que geralmente
precisam de colete ou cirurgia para corrigir a curvatura, o problema é
muito mais comum em adultos mais velhos. Segundo um estudo de
ortopedistas do Centro Médico Maimonides, no Brooklyn, com 75
voluntários saudáveis com mais de 60 anos, 68% tinham deformidades na
coluna que batiam com a definição de escoliose: desvio da curvatura em
relação à vertical em mais de 10 graus.
Estudos anteriores
relataram a prevalência da escoliose, em adultos mais velhos, de até
32%. Tais análises podem ter incluídos adultos que eram mais jovens do
que os do estudo do Brooklyn, cuja média de idade era de 70,5 anos e não
sentiam dor nem deficiência ligada ao problema de coluna.
Seja
qual for o índice real, a prevalência de escoliose em adultos é alta e
estima-se que cresça conforme a população envelhece. A causa mais comum
por trás das deformidades da coluna na meia idade ou mais tarde é a
degeneração dos discos entre as vértebras e, às vezes, das vértebras em
si.
Prevenção e tratamento
Exercícios
que fortalecem os músculos do tronco — do abdômen, costas e pélvis —
ajudam a dar suporte à coluna e podem reduzir o risco de desenvolver
escoliose, além de prevenir ou minimizar os sintomas. Demonstrações de
exercícios para o tronco que podem ser feitos em casa, com ou sem
auxílio de bola para ginástica, são facilmente encontrados na internet.
Eu
sou nadadora e minha fisioterapeuta insistiu para que eu acrescentasse o
nado de costas na minha ginástica diária na água, para fortalecer o
tronco e os músculos dorsais e dos ombros, impedindo de me inclinar para
frente conforme for envelhecendo.
Logo descobri que o nado
costas é mais desafiante do que a natação estilo livre e, ao praticá-lo
durante metade da minha sessão de 40 minutos na água, perdi peso e
fiquei mais forte.
A maioria das pessoas que desenvolve sintomas
de escoliose pode ser tratada com medicação comum e exercícios para
aumentar a força e a flexibilidade. O uso de colete não é recomendado na
escoliose adulta porque pode enfraquecer ainda mais os músculos do
tronco.
O tratamento cirúrgico é reservado para quem tem
sintomas incapacitantes não aliviados por tratamentos não invasivos. A
cirurgia costuma envolver fusão vertebral para aliviar a pressão nos
nervos afetados. É mais arriscada em adultos do que nos adolescentes com
escoliose, a taxa de complicação é mais elevada e a recuperação, lenta,
segundo a Sociedade de Pesquisa da Escoliose.
Todavia, estão
havendo avanços no desenvolvimento de medidas menos invasivas, como o
uso de substâncias biológicas que estimulam o crescimento do osso em
vértebras degeneradas. Consequências, prevenção e fatores
— Ao
contrário da escoliose na juventude, que aflige mais garotas do que
garotos, a escoliose adulta afeta homens e mulheres basicamente na mesma
proporção
— Alguns tiveram escoliose quando criança, que voltou
a progredir gradualmente à medida que a idade avançada cobrou seu preço
sobre a coluna. Contudo, a grande maioria dos adultos com escoliose
teve colunas normais durante a juventude
— O corpo desalinhado é a consequência menos séria da escoliose. Provoca dor em nádegas, costas ou pernas
—
Também causa neuropatia, um distúrbio de sensação e função quando um
nervo da coluna é comprimido entre as vértebras. A neuropatia deve ser
tratada de imediato para prevenir a morte do nervo e a perda permanente
da função
Problemas evitáveis — Embora
não existam maneiras infalíveis de prevenir todos os casos de escoliose
adulta, certos problemas aumentam as chances de ela se desenvolver e são
evitáveis. Uma é estar com sobrepeso ou obeso e a outra é fumar
— Uma terceira causa é a falta de condicionamento físico, o que resulta em músculos fracos no tronco
Riscos —
Entre os fatores de risco estão o desgaste da osteoartrite e da
osteoporose, o afinamento e o enfraquecimento dos ossos, que podem fazer
as vértebras se quebrarem e se comprimirem de forma desigual
—
Quem passa por cirurgia de coluna para remoção de tecido pressionando os
nervos às vezes fica com desequilíbrio na coluna. Uma lesão na coluna
que deforme as vértebras também pode levar à escoliose Sintomas
—
Geralmente, os adultos não buscam tratamento para a escoliose até
apresentarem sintomas. Os mais comuns são dores na região lombar,
travamento e torpor, cãibra ou dor lancinante nas pernas
— Quem sofre com o problema costuma se inclinar para a frente tentando aliviar a pressão sobre os nervos afetados
— Pessoas com escoliose podem ainda se inclinar para frente porque perdem a curva natural na lombar
"ESCOLIOSE NÃO É PROBLEMA APENAS DE ADOLESCENTES"
1 comentário -
Após ler o artigo sobre escoliose consegui identificar realmente o problema de minha mãe que possui esta curvatura e o desnível de altura na perna,ela sente mta dor e se intitula incapaz ,mas segundo as recomendações médicas que li,vou tomar as devidas providências.
10 de dezembro de 2013 às 10:53