27 de julho de 2013 MEDICINA DE PONTA
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SEGUNDO A OMS, MAIS DE 400 MILHÕES DE PESSOAS PODERÃO CONTRAIR DIABETES NOS PRÓXIMOS 20 ANOS.LABORATÓRIO INVESTIRÁ US$ 3 MILHÕES EM PESQUISAS GAÚCHAS SOBRE O DIABETES.Dois
projetos de saúde desenvolvidos no Rio Grande do Sul foram incluídos em
um programa mundial da grupo farmacêutico americano Eli Lilly que
poderá beneficiar as milhões de pessoas que sofrem de diabetes em todo o
mundo – são 1,3 milhão de mortes anuais, segundo estimativa da
Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Fundação Médica do Rio
Grande do Sul, associada à Universidade Federal do Rio Grande do Sul e
ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre, receberá US$ 3 milhões para
impulsionar uma pesquisa que acompanhará, ao longo de três anos, cerca
de 5 mil mulheres que tiveram elevação dos níveis de glicose durante a
gravidez (situação conhecida como diabetes gestacional). Estas gestantes
podem desenvolver, no futuro, diabetes do tipo 2, a forma mais branda
da doença, que corresponde a 90% dos casos.
O outro projeto, do
Instituto da Criança com Diabetes (ICD), receberá R$ 138 mil para
divulgar um modelo educacional de apoio a profissionais de saúde que
lidam com a doença em centros não especializados.
– Os dois
projetos têm a simplicidade no seu DNA. Podem ser implantados em
qualquer país do mundo e não representarão custos extras nem para os
pacientes nem para os governos – diz Regiane Salateo, diretora de
Assuntos Corporativos da Lilly do Brasil.
Os investimentos fazem
parte da Parceria Lilly de Doenças Não Comunicáveis, uma iniciativa
global da empresa para reduzir a incidência dessas enfermidades, nas
quais se incluem as doenças cardíacas, respiratórias e o câncer.
O
Brasil foi um dos quatro países incluídos no programa Parceria Lilly de
Doenças Não Comunicáveis, ao lado da Índia, do México e da África do
Sul. O lançamento do projeto no Brasil ocorreu na útlima quinta-feira,
em Porto Alegre.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as
doenças não comunicáveis, também conhecidas como doenças crônicas não
transmissíveis, são a principal causa de morte no mundo. Recebem essa
denominação porque sua ocorrência (ao contrário das doenças contagiosas,
por exemplo) não precisa ser comunicada às autoridades de saúde.
Os projetos diabetes gestacional
Liderado
pelos professores Maria Inês Schmidt e Bruce Duncan, da UFRGS, o
projeto vai acompanhar 5 mil mulheres que tiveram diabetes gestacional.
Um grupo receberá o acompanhamento padrão hoje utilizado nestes casos. O
outro grupo será monitorado constantemente, inclusive com telefonemas,
torpedos, e-mails e outras formas de comunicação, que vão estimular as
mulheres a seguirem uma dieta adequada e realizarem atividades físicas. A
expectativa é reduzir em até 40% a incidência da doença entre o grupo
com acompanhamento intensivo. O projeto também deve resultar em um
protocolo que poderá ser aplicado em todo o mundo. filmes educativos
-
O projeto do Instituto da Criança com Diabetes é tão singelo como
eficiente. As 15 aulas de 45 minutos elaboradas pelo ICD, com
orientações para melhorar a qualidade de vida das crianças e das
famílias de portadores de diabetes do tipo 1 e evitar as complicações
decorrentes da doença, como cegueira e amputações (e que foram
responsáveis pela redução do número de internações em impressionantes
85%), foram transformadas em 15 filmes de sete minutos. O objetivo,
explica BalduinoTschiedel, presidente do ICD, é distribuir esses filmes a
comunidades carentes, principalmente do Nordeste, na expectativa de
obter resultados semelhantes.FONTE:http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a4213914.xml&template=3898.dwt&edition=22424§ion=1028
postado por André Ponce da Silva às 08:40 em 27 de jul. de 2013
"NA LINHA DE FRENTE"
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