08-12-2012
As dificuldades de acesso à medicação dominam o Congresso Nacional da
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, que decorre hoje em Lisboa.
Os doentes temem o recuo no apoio e mais discriminação no trabalho.
Se,
há dois anos, mais de metade dos doentes com esclerose múltipla não
trabalhava, o que correspondia a um total de 75,8% de pessoas com a
doença excluídas do mercado de trabalho há mais de um ano, atualmente a
realidade não mudou para melhor, notícia o jornal i.
A
discriminação no local de trabalho continua e terá até havido um
agravamento, denunciou a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla
(SPEM). Cerca de 38,4% dos pensionistas dizem ter sido forçados a ir
para a reforma antecipada.
A perceção de que o País ainda não
conseguiu garantir a integração no mercado laboral dos doentes crónicos,
o que os torna mais vulneráveis em períodos de recessão, é uma das
preocupações que vai dominar o encontro da SPEM.
"DOENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA TEMEM DISCRIMINAÇÃO"
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