Mato Grosso, 01 de novembro de 2012
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A pesquisa investigou as doenças mais comuns e os hábitos de 15 mil profissionais.
A operadora de saúde Omint realizou uma pesquisa para avaliar as
condições de saúde dos executivos brasileiros. Para isso, 15 mil
profissionais entre média gerência e alto escalão foram avaliados. Além
das doenças mais comuns, o estudo ainda avaliou os hábitos que levam ao
aumento do risco de problemas cardíacos e outras enfermidades graves. A
poluição e a manutenção inadequada do ar condicionado no ambiente
corporativo colocou a rinite alérgica no topo do ranking. A doença
atinge quase 29% dos executivos analisados. O segundo lugar é ocupado
pela alergia de pele, atingindo cerca de 22% do total, seguido de dor no
pescoço e/ou ombros, com mais de 19%.
Porém, problemas de
ansiedade e excesso de peso também causam preocupação. Os números da
pesquisa mostram que 95,5% dos executivos brasileiros não mantém uma
alimentação equilibrada no dia a dia, 44% são sedentários e 31,7% têm
índice elevado de estresse. “Esses indicadores tem permanecido estáticos
nos últimos três anos, embora boa parte deles revelem intenção de
mudança de hábitos alimentares e inclusão de atividades físicas na
rotina”, revela Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador do
estudo.
Entre as patologias mapeadas pelo estudo, a ansiedade é a
que apresentou maior crescimento entre os executivos avaliados pela
operadora nos últimos três anos, com um crescimento de 24%. “A
ansiedade está associada ao estresse, que é um dos grandes vilões da
saúde. Além de, por si só, agravar ou acelerar o desenvolvimento de
doenças, também afasta da serenidade necessária para iniciar o processo
de mudanças de hábitos. Não é fácil!”, explica Soares.
Já o
excesso de peso se manteve estável. De acordo com a pesquisa, 38,6% dos
executivos estão com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 25. Dentro
desse universo, 18,99% são homens e 11,53% mulheres. De acordo com a
Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser considerada obesa uma pessoa
que tem IMC acima de 30.
Entre os fatores de risco para o
desenvolvimento de doenças cardiovasculares a pesquisa avaliou uma queda
de 8,15%. Já os indicadores de diabetes e colesterol alto seguem
estáveis. Atingem 2,3% e 2,04% da população avaliada, respectivamente.
"PESQUISA APONTA AS 10 DOENÇAS MAIS COMUNS NO MUNDO CORPORATIVO"
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