tag:blogger.com,1999:blog-87051422007-09-26T01:51:28.886-07:00Da-lhes música!Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comBlogger54125tag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-269822306167094512007-09-26T01:51:00.001-07:002007-09-26T01:51:28.901-07:00[Da-lhes música!] New comment on A verdadeira Ideologia do Mal.viagra has left a new comment on your post &quot;<a href="http://dalhesmusica.blogspot.com/2005/02/verdadeira-ideologia-do-mal.html">A verdadeira Ideologia do Mal</a>&quot;: <br><br> Disaster is likely to wreak havoc in the life of an individual as soon as he becomes victim to erectile dysfunction and the most significant dreadful consequence of <A HREF="http://www.viagraforce.com/erectile_dysfunction.html" REL="nofollow">erectile dysfunction</A> is that the afflicted man becomes incapable of facilitating erections required for sexual intercourse. The sexual vacuum resulted from erectile dysfunction prompts the sufferer to opt for anti-impotency pills, most especially the <A HREF="http://www.viagraforce.com/viagra_medication.html" REL="nofollow">viagra medication</A> that was approved by FDA (Food and Drugs Administration) as a clinically effective drug to cure erectile dysfunction in men. Viagra is meant to be administered by patients only after availing of <A HREF="http://www.viagraforce.com/viagra_prescription.html" REL="nofollow">viagra prescription</A> from the doctor. The prescription for Viagra provided by the doctor spells out that the patient suffering from erectile dysfunction seriously need Viagra to treat his disorder and further authorizes the patient to avail of Viagra from the pharmacist. <br><br> <font color="gray" size="2"><br> <br> Posted by viagra to <a href="http://dalhesmusica.blogspot.com/">Da-lhes música!</a> at 1:51 AM </font>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1138092955285080832006-01-24T00:54:00.000-08:002006-01-24T00:59:15.256-08:00Our Endangered Values – Portugal's Moral Crisis<P align=justify>The latest book by Jimmy Carter, “Our Endangered Values – America Moral Crisis”, is a master piece of truth and inspiration as well as a must read for all the Portuguese.<br /><br />Simply an amazing and enlightening book on so many subjects that are breaking apart not only the USA but also the entire western civilization. I'm a Portuguese citizen and for ages that I've been trying to speak out this same thoughts of what it is happening.<br /><br />Just this past weekend Mr. Cavaco Silva, ex-Prime Minister was elected President of the Portuguese Republic. This man, and many in his party belong to the Opus Dei, the famous Catholic fundamentalist group. He his backed up by the Millenium-BCP group, the most powerful financial group in Portugal and both it's previous and current president belong to the Opus Dei. For many years his party has done precisely that, dividing the whole country in questions that do not take us anywhere and that the vast moderate majority his not really concern of. <br /><br />In Europe, ex-fascists countries such as Portugal, Spain and Italy are the one's most affected. After all, the Opus Dei has born in Spain and the afore mentioned countries are also more vulnerable to such ideals due to their Catholic roots. I'm afraid that the reminiscences of these countries fascisms are now the fundamentalists pointed out by Jimmy Carter. They clearly and belligerently mix both religion and politics. <br /><br />In Spain, the most powerful financial group, Santander, his also in the hands of Opus Dei and it's previous government president, Mr. José Maria Aznar, also belongs to this sect as most of it's work group.<br /><br />In the last decade or so, I believe that this group has also been trying to reach the US government and Institutions disguised in sheep clothing. The reason being is that the US is, in my opinion, the Democratic inspiration of the world and in the day that the US stop being it, this world will once again be in the hand of dictators.<br /><br />If you want to finish with Democracy, all you have to do is to cause desperation in people and ultimately they will stop believing in it as a just and fair system for all. The old “divide and conquer” saying also applies in here. This is already patent in Portugal where people no longer believes in any political party or ideals. Many are simply told in the Church where they should put their cross in the voting bulletin!<br /><br />That's the Democracy my country is living in!</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1137604617273862422006-01-18T09:13:00.000-08:002006-01-18T09:22:35.110-08:00300 Anos de Benjamin Franklin<P align=justify><B><font color=purple size=4>“ The Constitution only gives people the right to pursue happiness. You have to catch it yourself ”</font></B><br /><br />“ A Constituição apenas confere ás pessoas o direito de procurar a felicidade. É a ti que cabe procurar-la.”<br /><br /><B><font color=purple size=4><pre> Benjamin Franklin ( 1706-1790 )</pre></font></B><br /><br />Por outras palavras, a república e a democracia são os cidadãos! <br /><br />Com isto, venho de este modo e através de este pequeno texto não só dar como também ampliar o tributo feito e iniciado pela Associação Cívica República & Laicidade ao grande homem que foi Benjamin Franklin.<br /><br />Benjamin Franklin (17 de Janeiro de 1706, em Boston, EUA - 17 de Abril de 1790, em Filadélfia, EUA), cientista e estadista americano. Conhecido também como jornalista, publicitário, escritor, filantropo, servidor público, cientista, filósofo, diplomata e inventor.<br /><br /><br />"Quando estou ocupado em servir os outros, não olho para mim mesmo como um prestador de favores, mas como um pagador de dívidas."<br /><br />"Nunca deixe para amanhã o que alguém pode fazer hoje."<br /><br />"Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim."<br /><br />"Os investimentos em conhecimento geram os melhores dividendos."<br /><br />"O caminho dos preguiçosos é cheio de obstáculos, ao passo que o do diligente não tem quaisquer embaraços."<br /><br />"As crianças e os loucos imaginam que vinte anos ou vinte moedas não acabam nunca."<br /><br />"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia."<br /><br />"Um bom exemplo é o melhor sermão."<br /><br />"Antes do casamento, os olhos devem estar bem abertos; depois do casamento, semi-cerrados".<br /><br />"Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança".<br /><br />"Quem se apaixona por si mesmo não tem rivais".<br /><br />"Neste mundo nada pode ser dado como certo, à excepção da morte e dos impostos".<br /><br />"Onde mora a liberdade, ali está a minha pátria".<br /><br />"Toma conselhos com o vinho, mas toma decisões com a água".<br /><br />"Um homem centrado em si mesmo é algo muito insignificante."<br /><br />"Você pode adiar, mas o tempo não posterga".<br /><br />"Enganado só é quem confia."<br /><br />"A verdadeira sabedoria consiste em saber como aumentar o bem-estar do mundo."<br /><br />"Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você o encara é que faz a diferença".<br /><br /><A href=http://www.pfdf.org/leaderbooks/L2L/fall2005/uldrich.html>Deixo-vos também um outro documento que me parece muito importante sobre esta mesma personagem.</A></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1135737272428129622005-12-27T18:17:00.000-08:002005-12-27T18:48:28.613-08:00JSD/PSD, são tudo e... não são nada!<P align=justify>No outro dia navegando entre os links do MLS deparei-me para grande espanto meu que a JSD (Juventude Social Democrática) é a única entidade partidária em Portugal que até agora figura como membro da IFLRY (International Federation of Liberal Youth)(*1).<br /><br />Seguindo esta linha de pensamento ideológico da JSD faz então sentido que o PSD faça parte do ELDR, o partido dos Liberais Democratas Europeus. <br /><br />Até aqui tudo bem! <br /><br />Mas... infelizmente, este não é o caso porque a realidade é que o PSD faz parte do EPP (European People´s Party)(*2).<br /><br />O EPP é o grupo dos partidos Europeus que se denominam Democrato-Cristianos e de aí a razão para que o CDS também faça parte de esta mesma organização.<br /><br />Visto isto, não me parece a mim que estes sejam um grupo liberal tal como definido pela IFLRY(*3) e que, tal como esta federação, defendam a igualdade entre todos os Europeus. Como muito, o EPP defende a igualdade entre todos os “Cristianos Europeus” que, na minha humilde opinião, é uma atitude muito mais chegada ao “ultra-liberalismo/conservadorismo” que realmente dos ideais dos liberais/radicais da IFLRY tal como se encontram definidos no seu manifesto(*3).<br /><br />Com esta informação em mente já não nos espanta que o EPP da qual o Durão Barroso é presidente tenha nas suas fileiras pessoas como o famoso Roco Bottiglione.<br /><br />Curioso é também o facto de que o EPP não tenha exposto na página web do partido os princípios que defende, tal como o têm o MLS (Movimento Liberal-Social) ou o ELDR (European Liberal Democrats Party) (*4).<br /><br />Concluindo... existe claramente uma contradição de princípios entre a JSD e o PSD e que, tal como estão organizados actualmente, o PSD tenta ser tudo e acaba mesmo por não ser nada!<br /><br />Cumprimentos,<br /><br /><br />*1 – <A href=http://www.iflry.org/index.php?module=PNAddressBook&func=mai>IFLRY members</A><br />Nota: O MLS (Movimento Liberal-Social) é mais recente membro do IFLRY mas ainda não consta na página web de esta organização.<br /><br />*2 – <A href=http://www.epp-eu.org/memberparties.php>EPP</A><br /><br />*3 – <A href=http://www.iflry.org/modules.php?op=modload&name=Sections&file=index&req=viewarticle&artid=3&page=1>IFLRY Manifesto</A><br /><br />*4 – <A href=http://www.eldr.org/modules.php?name=News&new_topic=12>ELDR Stuttgart eclaration</A><br /><br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1135329518518477422005-12-23T01:17:00.000-08:002005-12-23T01:18:38.533-08:00MLS reconhecido pela Internacional Liberal<P align=justify>O MLS – Movimento Liberal Social, é reconhecido pela Juventude Liberal Europeia e, entra assim em uma nova e prospera fase de crescimento.<br /><br />Para mais informações sobre o LYMEC ver em <a href=www.lymec.org>www.lymec.org</a><br /><br /><a href=http://www.lymec.org/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=386&mode=thread&order=0&thold=0>Leia também a notícia.</a><br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1134377858838360702005-12-12T00:35:00.000-08:002005-12-12T00:59:14.746-08:00<P align=center><IMG src="http://www.simonsays.com/assets/isbn/0743284577/C_0743284577.jpg"></P><br /><P align=justify>Aqui está o que parece um excelente livro sobre a actual situação Norte-Americana. <br /><br />Escrito pela mão de Jimmy Carter, ex-presidente dos EUA, e reflecte a actual promiscuidade entre a Igreja e o Estado. Soa-vos familiar?<br /><br />De momento, deixo as notas editoriais em Inglês com a esperança de em breve poder deixar a minha opinião uma vez que eu o também já tenha lido.<br /><br /><B>Editorial Reviews</B><br /><br /><B>From Publishers Weekly</B><br />After several books on spirituality and homespun values (most recently Sharing Good Times), President Carter turns his attention to the political arena. He is gravely concerned by recent trends in conservatism, many of which, he argues, stem from the religious right's openly political agenda. Criticizing Christian fundamentalists for their "rigidity, domination and exclusion," he suggests that their open hostility toward a range of sinners (including homosexuals and the federal judiciary) runs counter to America's legacy of democratic freedom. Carter speaks eloquently of how his own faith has shaped his moral vision and of how he has struggled to reconcile his own values with the Southern Baptist church's transformation under increasingly conservative leadership. He also makes resonant connections between religion and political activism, as when he points out that the Lord's Prayer is a call for "an end to political and economic injustice within worldly regimes." Too much of the book, however, is a scattershot catalogue of standard liberal gripes against the current administration. Throwing in everything from human rights abuses at Abu Ghraib to global warming, Carter spreads himself too thin over talking points that have already been covered extensively. <br />Copyright © Reed Business Information, a division of Reed Elsevier Inc. All rights reserved.<br /><br /><B>From The Washington Post's Book World/washingtonpost.com</B><br />Evangelical Christians in this country are familiar with the jeremiad, a sermon rousing the devout to renewed effort by highlighting how far they have wandered from the true and only faith. These days, jeremiads invariably attribute the abysmal crisis in which America allegedly finds itself to liberals and secular humanists. Teenage pregnancy, abortion, drug addiction, homosexuality -- these, we are told, are indications of our fallen state, the product of our mistaken belief that we can get by without the teachings of a just God.<br /><br />Jimmy Carter's natural affinity is with the jeremiad. But Our Endangered Values, the prolific ex-president's latest book, finds fault not with secular humanists but with Christians, particularly those of the fundamentalist persuasion. Huge gaps between rich and poor, disrespect for human rights, cruel and unusual treatment of prisoners, a despoiled environment and a dangerous foreign policy -- these, for him, are the true indications of how far we have fallen. We used to believe that America stood as a moral beacon to the world. Because of the influence wielded by fundamentalists over our policies, Carter argues, we no longer can.<br /><br />Carter offers an unusual combination: a man of faith and a man of power. His presidency was marked both by his prophetic witness on behalf of humane values and by his often incomprehensible amateurism in campaigning and governing. No wonder, then, that the best parts of Our Endangered Values deal with his private faith and the worst with his analysis of public policy.<br /><br />To understand Carter's beliefs, it is important to know something about America's largest Protestant denomination, the Baptists. Baptists have long insisted on the separation of church and state, distrusted religious hierarchies and respected the autonomy of local congregations. The 2000 "Baptist Faith and Message" statement, according to Carter, changed all that; with it, the Southern Baptist Convention (SBC) created a church that would directly involve itself in politics, made half its members (the female half) subservient and, in Carter's devastating words, brought about the "substitution of Southern Baptist leaders for Jesus as the interpreters of biblical Scripture." Carter may have left the SBC in protest, but he, far more than the ostensible leaders of the denomination, represents the true spirit of Baptist religious liberty.<br /><br />As president, Carter prayed, and prayed often -- not to ask divine blessing for actions he was about to take but because any action he took would have consequences unknown to him or any other human being. His personal convictions led him to oppose both abortion and the death penalty, but his political duty commanded obedience to the decisions of the Supreme Court. Fundamentalism, Carter writes, has three attributes: "rigidity, domination, and exclusion." As a president and as a Christian, Carter avoided all three.<br /><br />Now that many of the Christian fundamentalists with whom Carter so strongly disagrees find themselves being courted by the White House (even if their advice is frequently ignored), Carter's criticism of their understanding of religion in politics is as welcome as it is refreshing. Still, there are times when the Jesus talk gets laid on a bit too thick. It is true that fundamentalist Christians have retrograde views about women, but to write in response that "Jesus Christ was the greatest liberator of women" downplays the role that Christianity played for centuries in assigning women to second-class status. Nor is it always an effective tactic to criticize biblical literalists by citing the Bible against them, as Carter does on behalf of the poor; after all, the Bible so frequently contradicts itself. <br /><br />Sometimes, in other words, you need a nonreligious argument to confront the theocrats among us. Carter is perfectly aware of this, and when he turns to questions involving the environment or counterterrorism, his wonkish side comes to the fore. Alas, Carter's voice without prophetic urgency is more obligatory than compelling. It is true that nuclear proliferation is a great danger and that the United States is well-served by a strong United Nations, but Carter's breathless rush through the damage wrecked by foreign policy unilateralism offers little that is new and much that is labored.<br /><br />His deep religious convictions ought especially to inform his policy discussions on the subject of torture of detainees held abroad. Yet here his prose, too vague to be analytic, is also too detached to be prophetic. Prophecy demands holding people who do bad things responsible for their actions. Yet while Carter clearly does not like what Republicans are doing, President George W. Bush does not appear in his book. Neoconservatives do: Sen. Bill Frist (R-Tenn.) is mentioned a couple of times, and Pat Robertson gets his share of attention. Probably out of respect for the office he once held, Carter is reluctant to point the finger of blame at the man who holds it now. One can admire him for his restraint even while lamenting the dispassion that results.<br /><br />Fundamentalism has gotten America into a mess, but religion can once again help the country finds its soul. The Republican version of Jimmy Carter, former Missouri senator John Danforth, started an important national discussion when he criticized right-wing extremists in his party for their certainty that God was on their side. By adding his own voice to the discussion, Carter reminds us of a time when religion was tied to such virtues as humility and to such practices as soul-searching. He may not have been one of our best presidents, but he is undoubtedly one of our finest human beings. <br /><br />Reviewed by Alan Wolfe <br />Copyright 2005, The Washington Post. All Rights Reserved.<br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1130141344691587492005-10-24T01:00:00.000-07:002005-10-24T14:28:53.056-07:00Um Crime (por Miguel Sousa Tavares)<P align=justify><br /><br />Afinal o autor de este texto nao é o Miguel Sousa Tavares mas sim o Blogista de <A href=http://ablasfemia.blogspot.com>"A Blasfémia"</A><br /><br />De qualquer modo, o texto original é de este autor mas muitas coisas foram acrescentadas. Sigam o link de "A Blasfémia" para saberem mais sobre este caso que, e na minha opiniao ainda vai dar panos para mangas!<br /><br />De qualque modo deixo aqui o texto tal como o recebi e publiquei pela primeira vez para futura referência.<br /><br /><hr><hr><br /><br />Uma vez mais recebi um interessante email que denuncia uma possível causa de “corrupção” de dinheiros públicos:<br /><br /><hr><br /><br /><B>Uma história de 2 aeroportos:</B> <br /><IMG SRC="http://www.alambi.net/aeroporto_esquema.jpg" width=430><br /><IMG SRC="http://www.alambi.net/aeroporto_esquema2.jpg" width=430><br /><I>Áreas:<br />- Aeroporto de Málaga: 320 hectares.<br />- Aeroporto de Lisboa: 520 hectares.<br /><br />Pistas:<br />- Aeroporto de Málaga: 1 pista.<br />- Aeroporto de Lisboa: 2 pistas.<br /><br />Tráfego (2004):<br />Aeroporto de Málaga: 12 milhões de passageiros, taxa de crescimento, 7 a 8% ao ano.<br />Aeroporto de Lisboa: 10,7 milhões de passageiros, taxa de crescimento 4,5% ao ano.<br /><br />Soluções para o aumento de capacidade:<br />- Málaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros, capacidade 20 milhões de passageiros/ano.O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista.<br /><br />- Lisboa: 1 novo aeroporto 3.000 a 5.000 milhões de euros, solução faraónica a 40Km da cidade.<br /><br />É o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres com o próprio espírito ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. <br /><br />Ninguém investiga isto? <br /><br />E sabem quem é o dono dos terrenos da Ota..... Pois é... o <B>Dr. Mário Soares</B>, sabem agora porque é que ele se vai recandidatar ?!! Porque o negócio com o Jerónimo de Sousa na presidência poderia ser inviabilizado. <br /><br />É preciso fazer alguma coisa. <br /><br />Pelo menos divulguem</I><br /><br /><hr><br /><br />Não posso contrastar esta notícia e, julgo mesmo que isto é tema para a Polícia Judiciária. <br /><br />De qualquer forma, e caso seja verdade, um dia destes, estes mesmos políticos vêm para a rua pedir mais dinheiro através de novos impostos porque, e muito provavelmente, uma vez mais não existirá dinheiro para pagar aos funcionários públicos, aos militares, aos hospitais, aos reformados, aos professores, etc, etc.<br /><br />Agora já sabem como é que se cria um défice... com corrupção!<br /><br />Podem encontrar mais informaçao sobre o aeroporto da OTA <A href="http://www.alambi.net/aeroporto.htm">aqui</A>. Podem ver os planos neste <A href="http://www.alambi.net/mapas.htm">link</A>.<br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1128588102992436222005-10-06T01:31:00.000-07:002005-10-06T02:16:54.970-07:00The Rise Of the Rogue Executive<P align=center><A href="http://www.informit.com/title/0131477722"><IMG SRC="http://www.informit.com/ShowCover.asp?isbn=0131477722&type=c" align=center></A></P><br /><P align=justify>Traduzido ao Português, este livro seria intitulado mais ou menos como, “<B>A ascensão de um executivo canalha/usurpador</B>”. <br /><br />O livro mostra um factor bastante recente na historia do capitalismo norte-americano que ameaça seriamente a forma de vida de esta mesma sociedade.<br /><br />Este livro trata de analisar a forma de como muitas companhias se afundam por colocarem a um líder sem escrúpulos que se auto-beneficia do trabalho construtivo e da riqueza gerada pelos trabalhadores de uma companhia. Os autores tratam também de como detectar, enfrentar e parar este processo destrutivo.<br /><br />Para nós, Portugueses, o livro tem um especial interesse porque é um reflexo do que passa á muito mais tempo na nossa sociedade. É precisamente por este factor que é necessário uma total transparência da saúde económica de uma companhia.<br /><br />Mais importante ainda, que se implemente por lei uma política de “partilha-de-benefícios” para com os investidores e, tendo sempre em conta que os principais investidores de uma companhia é o mesmíssimo capital humano interno a esta. É também importante que esta divisão de “benefícios” se partilhe de forma proporcional com aqueles que a criaram.<br /><br />Temos que acabar com a forma de pensar de que uma companhia está a fazer um favor ao trabalhador por proporcionar a este um posto de trabalho na mesma. Não é um favor, é simplesmente um intercâmbio de serviços.<br /><br />Cumprimentos,<br />Bruno<br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1126768956261465942005-09-15T00:20:00.000-07:002005-09-15T00:22:36.653-07:00O Liberalismo no Público<P align=justify>A ler, hoje no <A href=http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?a=2005&m=09&d=12&uid=&sid=4327>Público</A>, "O tão incompreendido e maltratado liberalismo" por Luís Cabral de Moncada. Alguns excertos:<br /><br />«[O] liberalismo não é a ausência de valores, tudo reduzido à utilidade nem é o reino exclusivo do mercado. O liberalismo é também político e moral, como se dizia, e isso significa a abertura à contribuição diferenciada de cada um dentro de uma perspectiva de respeito pelo próximo ou seja, de tolerância, como diziam os clássicos, de Locke a Voltaire e a Tocqueville. E a tolerância é, claro está, um valor moral porque pressupõe que se encare o próximo como pessoa, capaz de um contributo diferente do nosso para o património comum mas nem por isso menos válido, à medida do desenvolvimento da personalidade de cada um, ao [mesmo] tempo que pressupõe a aceitação dos resultados daquele contributo.»<br /><br />«(...)o liberalismo político e moral é, mais do que qualquer outra [corrente de opinião], uma atitude racional na esteira do que de melhor nos legou a modernidade, dúvida metódica perante os lugares-comuns ideológicos, construção racional das coisas a partir de postulados críticos e evidentes, renúncia a totalitarismos explicativos e legitimatórios.»<br /><br />Posted in <A href=http://blog.liberal-social.org/entradas-de-blog/liberalismo>Liberalismo by Vasco Leal Figueira</A>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1126604871451322032005-09-13T02:45:00.000-07:002005-09-14T09:16:47.010-07:00A todos os patriotas e em resposta a um email que recebi recentemente<P align=justify>Este nosso querido pais é, a cada dia que passa, uma maior “Republica das Bananas". Melhor ainda, é cada vez mais uma "Republica de Corruptos" em que ninguém sabe dar valor ao trabalho e esforço dos outros e onde a palavra “corrupção” é já sinónimo de “negócios”. <br /><br />Nesta República, o denominado défice que há uns anos atrás foi usado como “arma” de exterminação da máquina produtiva do país e com ela toda a camada trabalhadora vem como consequência agora ser usado como “desculpa” para rebaixar e, muito possivelmente, para mais tarde aniquilar uma boa parte de uma das profissões mais importantes e representativas de e para a Democracia Portuguesa, isto é, a carreira militar e a sua vital importância para a segurança da Pátria e respectivos cidadãos.<br /><br />Portugal necessita de alternativas. O Movimento Liberal-Social é o embrião de uma possível alternativa mas que não terá representação até que tenha 5000 inscritos e a pagar uma cota. Assim sendo, o voto em branco é muito possivelmente a arma mais forte do cidadão pois, de esta forma os governantes acatarão a mensagem de que é necessário reformas sérias e não apenas cortes governamentais. Isto porque nunca se colhe sem semear. Em Portugal simplesmente vira o disco e toca o mesmo. <br /><br /><A href=http://dn.sapo.pt/2005/09/07/opiniao/a_depressao_esperanca_revolucao.html>Miguel Poiares Maduro escreveu no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 07-09-2005 um artículo muito interessante intitulado “A depressão é a esperança da revolução.” no qual refere o estado actual de Portugal e que eu aconselho a ler.</A><br /><br />Olhemos para os actuais candidatos à presidência. Cavaco Silva e Mário Soares, dois senhores que não trazem nada de novo ao sistema. O último, enquanto primeiro-ministro disse uma vez que “em Portugal não existe pobreza” e hoje somos já 20% e a crescer. O primeiro enquanto primeiro-ministro chamou a todos os jovens de “geração rasca”. Será falta de visão-de-futuro? Não sei se os jovens a que ele se referia são “rascos” ou não, mas sim tenho a certeza que a camada politica Portuguesa é pelo menos quatro coisas... rasca, corrupta, incompetente e injusta.<br /><br />Eu, votarei em branco porque simplesmente não me sinto representado por nenhum dos candidatos. E você?<br /><br />Bruno<br /><br />O texto recebido:<br />-----------------------------------------------------------------------<br />Dr. Sampaio,<br /><br />Eu não uso uniforme mas faço parte das fileiras. Não estou subordinada à cadeia de Comando, mas o meu marido está, e isso eu não posso esquecer.<br /><br />Não disparo armas, nem participo em missões, mas a minha função é também difícil, pois sou eu quem fica para trás.<br /><br />O meu marido é um patriota, bravo e orgulhoso, em casa eu vejo os sacrifícios que ele faz, mas também eu e os nossos filhos os fazemos. <br /><br />Filha de militar, irmã de militar e casada com um militar, eu melhor do que ninguém conheço o valor destes homens.<br /><br />Durante os primeiros quinze anos da minha vida, sempre vi o meu pai como uma figura distante, quase mítica, pois as comissões de serviço em Africa e, posteriormente as deslocações constantes no País, fizeram com que o visse muito esporadicamente e, quando regressou finalmente a casa, fê-lo como deficiente das Forças Armadas, devido a um acidente de serviço.<br /><br />O meu irmão, ao serviço da Armada, parte em missões que duram meses e, excepto em raros fins de semana, o único contacto possível é por telefone.<br /><br />Hoje sou eu, desejando que a minha família não sofra o castigo da separação imposto pela organização militar, sacrifico a minha carreira para poder acompanhar o meu marido. Em cada nova casa alugada colocamos as fotos da família nas paredes, tentando manter os laços que a distância tende a quebrar. O Sr. não pode sequer imaginar o que é ver partir o pai dos nossos filhos sem saber se haverá um regresso, ouvir o telefone tocar há noite e sentir o coração acelerar com o pânico...<br />Dr. Sampaio, após ter ouvido as palavras do senhor Ministro da Defesa, é com profunda revolta que venho em defesa do meu marido e de todos aqueles que, como ele, optaram pela vida castrense. Não deveria ser eu a fazê-lo, de acordo com os regulamentos militares é à hierarquia que compete a defesa dos interesses dos militares. Sendo o senhor o Chefe Supremo das FA, venho lembrar-lhe que existe uma condição militar e que, como tal, comparar os militares com os demais servidores do Estado, é inaceitável. Durante toda a sua carreira, o militar convive com risco.<br />Seja nos treinos, na sua vida diária ou até mesmo nas ditas missões de paz, a possibilidade iminente de um dano físico ou da morte é um fato permanente de sua profissão.<br />Ao ingressar nas Forças Armadas, o militar tem de obedecer a severas normas disciplinares e a estritos princípios hierárquicos, que condicionam toda a sua vida pessoal e profissional. O militar não pode exercer qualquer outra actividade profissional, o que o torna dependente de seus vencimentos, historicamente reduzidos, e dificulta o seu ingresso no mercado de trabalho, quando na inactividade.<br /><br />O militar mantém-se disponível para o serviço ao longo das 24 horas do dia, sem direito a reivindicar qualquer remuneração extra ou outra qualquer compensação. O militar pode ser movimentado em qualquer época do ano, para qualquer região do país.<br />O militar não usufrui alguns direitos sociais, de carácter universal, que são assegurados aos trabalhadores, dentre os quais incluem-se:<br /><br />-remuneração pelo trabalho nocturno superior à do trabalho diurno;<br /><br />-jornada de trabalho diário limitada a oito horas; <br /><br />-obrigatoriedade de repouso semanal remunerado; <br /><br />- e remuneração de serviço extraordinário, devido a trabalho diário superior a oito horas diárias.<br /><br />Quando o senhor ministro da defesa diz que os militares também têm de fazer sacrifícios, esqueceu-se de referir os que acabei de mencionar e, esqueceu-se ainda, de mencionar que as exigências da profissão não ficam restritas à pessoa do militar, mas afectam, também, a vida familiar, no que se refere a formação do património familiar é extremamente dificultada; <br /><br />- a educação dos filhos é prejudicada; <br /><br />- o exercício de actividades remuneradas por cônjuge do militar fica, praticamente, impedido; <br /><br />- o núcleo familiar, não estabelece relações duradouras e permanentes na cidade em que reside...<br /><br />Esqueceu-se de referir que existem militares colocados no estrangeiro que vêem os seus vencimentos pagos em dólares, sujeitos à sorte das oscilações cambiais e cuja ultima actualização foi feita em 1991! Não referiu que os reembolsos por despesas de saúde demoram meses a ser pagas e que há militares que há 15 anos que esperam por uma promoção.<br /><br />Sabe senhor Chefe Supremo das FA, ao ouvir o Ministro da Defesa ameaçar com processos disciplinares os militares que se juntaram ordeira e pacificamente, solicitando que ouvissem a sua voz, recordei-me de si.<br /><br />Sabe, senhor Presidente, eles só se reuniram naquele local, porque aqueles que, como o senhor, deviam garantir os seus direitos e pronunciar-se em sua defesa, se calam cobardemente. É muito fácil calar quem não tem voz! Recordei-me também de alguns dos actuais políticos que no passado, se refugiaram algures em França, Espanha e esperaram até que estes mesmos homens que hoje atacam e a quem negam direitos elementares, libertassem o País, regressando então, puderam organizar manifestações politicas, conquistar cargos bem remunerados e, agora, reprimir aqueles que lhes garantiram essas liberdades.<br /><br />Foi o senhor que disse que há vida para além do défice?, hoje, talvez comprometido com a cor politica do governo, o seu silêncio é ensurdecedor.<br /><br />Como Chefe Supremo das FA é para si que estas pessoas, a quem é negado o direito à indignação, olham esperançados. É o Chefe, é aquele que os deve defender da trama politica e maldizente que os enreda e olhe Senhor Presidente, que isso que lhe pedem não é nada comparável com o que a nação que o senhor representa lhes poderá vir a pedir um dia! <br /><br />A única diferença é que quando necessário eles darão o seu melhor, mesmo com o sacrifício da sua vida, e o senhor? Continuará em silêncio?!<br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1126183516585795722005-09-08T05:33:00.000-07:002005-09-08T05:46:42.446-07:00A depressão é a esperança da revolução<P align=justify>Hoje, os portugueses, felizmente, já não se sentem oprimidos mas também já não acreditam em promessas de “mundos perfeitos”.<br /><br />Nos tempos da revolução havia um clássico graffiti ou slogan de parede que dizia que a revolução era a esperança dos oprimidos. Há dias, ao passear por Lisboa, dei de caras com uma nova versão: "a revolução é a esperança dos deprimidos".Nesta mudança de uma palavra está grande parte da mudança que se processou em Portugal. Hoje, os portugueses já não se sentem oprimidos mas sim deprimidos! Talvez seja por isso que a política já não promete soluções mas sim optimismo. É a política prozac: como é difícil curar as causas da doença combate-se a sensação de mal-estar que ela causa. <br /><br />Muito do que está escrito (frequentemente mal escrito…) nas nossas paredes reflecte muito do que mudou no nosso país desde os tempos da revolução. Os graffitis são um espelho do que se alterou na concepção do mundo dos portugueses, na sua esfera pública e privada.<br /><br />Em primeiro lugar, a grande maioria das pinturas de parede deixaram de ser políticas para passarem a ser pessoais. Esta é a primeira forma de pessoalização do espaço público. Só que até a natureza das mensagens pessoais gravadas nos espaços públicos mudou: o clássico "Maria amo-te" é cada vez mais substituído por referências explícitas ao fazer amor com Maria…A fazer fé no que se lê nas paredes de Lisboa os portugueses estão hoje muito mais confortáveis com a exposição pública da sua vida sexual: aquilo que antes se lia nas portas de uma casa de banho pública hoje é escrito nas paredes de uma qualquer casa de Lisboa… O amor (talvez porque é muito mais íntimo que o sexo) quase desapareceu dos muros de Lisboa (esperemos, aliás, que não tenha<br />desaparecido de todo!). Do que os portugueses parecem gostar de falar em público é de sexo, o seu e o dos outros. Deprimidos mas entretidos, dir-se-ia.<br /><br />Mesmo quando as mensagens políticas subsistem elas abandonaram a utopia revolucionária (como dizia outro slogan, não há revolução de gravata…) e o conflito de classes (trabalhadores do mundo, investi, podia ser o novo lema) para passarem a exprimir uma insatisfação existencial (o aborrecimento ou a depressão são os sentimentos mais frequentes na expressão política nas nossas<br />paredes). Também aqui há uma certa pessoalização. Já não são grandes visões do mundo (que destino Portugal?) e de certas ideologias que comandam a relação dos portugueses com a política mas sim uma apreciação centrada no impacto que a política tem em cada um de nós. Esta pessoalização da política,com o consequente abandono do idealismo (um juízo assente no eu e já não num destino comum ideal) é, no entanto e ao contrário do que por vezes se afirma, positiva. É que é através deste interesse individual que a participação e a responsabilidade política melhor funcionam. O que não podemos é confundir esta crescente visão pessoal da política com a negação de um destino colectivo que implica que nem sempre os nossos interesses pessoais prevaleçam.<br /><br />Hoje, os portugueses, felizmente, já não se sentem oprimidos mas também já não acreditam em promessas de "mundos perfeitos". E ainda bem que as novas gerações já não crêem em utopias. As utopias políticas apenas conduziram a pesadelos. Para parafrasear um outro slogan famoso é a imaginação que deve aceder ao poder e não a utopia. A imaginação, ao partir da realidade, respeita o mundo. A utopia, ao pretender subverter a realidade, instrumentaliza o mundo e<br />os que o habitam ao serviço de uma qualquer ideologia.<br /><br />A liberdade e a democracia banalizaram-se e, com isso, tomámos simplesmente consciência de que não existem soluções perfeitas ou milagrosas. No entanto,podemos ter conquistado liberdade e autonomia mas ainda não aprendemos a viver com o risco e a insegurança que isso comporta. Portugal é hoje uma sociedade livre cujo povo ainda não se sente totalmente confortável a viver em liberdade. A autoridade oprime mas dá segurança e estabilidade. Daí, o instinto tão forte em Portugal para o proteccionismo e o imobilismo. Quando em Portugal se evoca o passado não é no bem estar que se pensa mas sim na segurança.Não tanto a segurança física mas sim a segurança de conhecer e ter garantida uma certa forma de vida, mesmo que não seja uma grande vida. A depressão de que sofrem os portugueses tem origem na dificuldade em lidar com o risco inerente ao exercício da liberdade e manifesta-se hoje, de forma particularmente forte, devido aos desafios actuais à nossa tradicional forma de vida.<br /><br /><B>Mas esta depressão traz, no meio do pessimismo generalizado, sinais positivos. Os portugueses cada vez acreditam menos em slogans maniqueístas e cada vez se mostram mais abertos a debater o nosso modelo de sociedade. O verdadeiro dilema português está, como já aqui escrevi uma vez, na dificuldade em optar entre uma sociedade de fidelidades pessoais que protege as posições adquiridas de muitos portugueses mas limita a capacidade de renovação e mobilidade social<br />ou uma sociedade assente no mérito que premeia os melhores e promove a inovação e dinamismo social mas comporta maiores riscos e insegurança nas expectativas da vida dos portugueses. Por um lado, só existe verdadeira liberdade quando sabemos que podemos ser premiados pelas iniciativas que tomamos e as competências que demonstramos. Por outro lado, a concorrência e o risco que essa liberdade traz assusta-nos. O que é também importante notar é que uma sociedade mais proteccionista e menos meritocrática não produz necessariamente mais igualdade. Portugal é hoje um bom exemplo: somos o país com maior desigualdade na distribuição do rendimento dos 25 Estados da União Europeia.<br /><br />É este questionar colectivo que é o aspecto mais positivo da nossa proclamada depressão. Hoje, a discussão política não é apenas sobre eles (os políticos) para ser também sobre nós (os portugueses). Mas é importante que a culpa que se atribuía sempre aos políticos (esses seres diabólicos de outros planetas que ocupavam o corpo de inocentes cidadãos portugueses…) não seja simplesmente transferida para os portugueses (cujo carácter nos destinaria ao atraso e<br />subdesenvolvimento). Ao contrário do que dizem algumas vozes ilustres: o problema não são os portugueses (e, com isso, eles querem dizer todos os portugueses menos eles), o problema é o nosso modelo de sociedade. Compete aos portugueses decidir que modelo querem. Também aqui, no entanto, é importante não esperar por um qualquer Dom Sebastião. Somos nós e não eles<br />quem tem que decidir alguma coisa. <br /><br />Para já, a depressão sentou-nos no sofá num processo positivo de psicanálise colectiva. E agora que falamos abertamente dos nossos traumas colectivos, temos duas opções: ou passamos de deprimidos a abatidos ou agimos sobre eles. Eu tenho algum optimismo. Acho que esta depressão é sinal de que os portugueses estão finalmente a descobrir a verdadeira política: desconfiam de<br />messianismos e de grandes utopias, mobilizam-se para lá dos partidos (sem os substituir), esquecem os slogans e concentram-se nos problemas. Falta "apenas" criar confiança no sistema político, de forma a que este possa traduzir essa vontade de reforma em soluções que, mesmo que contestadas por alguns, apareçam como legítimas aos olhos de todos. Como se poderia escrever nas<br />paredes: será a depressão o instrumento da revolução?</B><br /><br />Publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 07-09-2005<br />Texto de: Miguel Poiares Maduro - miguel.maduro@curia.eu.int <P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1126082787486405412005-09-07T01:44:00.000-07:002005-09-08T03:56:45.083-07:00Chaos and desolation left from KATRINA!<P align=justify>Katrina flown everything away, including many peoples lives. It is sad to see how people has to struggle to reach for two basic needs, food and shelter! It is amazing that even in these moments of struggling we still have to see people scavaging for their basic needs. Most amazingly is to hear that some of the citizens are shooting at those who are trying to relief the suffering of many others. <br /><br />Definitely, the US government could have act much faster than what they did. It is not normal that after an incident such as this one that the first help they send is “the military” to ensure safety on streets or whatever it is left from them. It's easy to conclude that if weapons were restricted to “security” personnel only, such as police and a few others, that the rescue could have been much faster, much cheaper and more importantly, that many lives had been saved.<br /><br />I wish the best to all that are suffering and, at the same time, leave my appreciation for those who give their life to save the ones of many others. These are the true heroes of this disaster.<br /><br />Good luck for all!</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1120732255536550582005-07-07T03:21:00.000-07:002005-07-26T02:11:00.323-07:00Another sad day for humanity!I just read the first news about the bombings in London and just wanted to leave my support to all the British and in special to those living in London. Hope the British authorities can get to arrest the ones to be blamed for such an offence to humanity.<br /><br />I also leave my warmest condolences to the victims of such barbaric and coward act.<br /><br />All the best for Britain and the British.Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1111146344652218962005-03-18T03:40:00.000-08:002005-03-18T03:45:44.653-08:00Impostos – nem tudo o que reluz é ouro!<P align=justify>"Fulano e tal são dois amigos, membros de um grupo que todos as sextas-feiras se juntam para jantar fora e beber uns copos. Para que estas festas sejam acessíveis ao bolso de todos, decidem organizar-se e pedir a todos os membros integrantes que contribuam com o 1% do seu salário. O Fulano manuseia muita “pasta” e embolsa 3000 Euros ao mês. O seu companheiro tem um trabalho mais modesto e o seu salário é de apenas 1000 Euros ao mês. De esta forma o primeira abona ao grupo gastronómico um total de 30 Euros por noite e o segundo apenas 10. Sempre sobrava “pasta” e não tinham que adicionar mais dinheiro por muito mais que se esticasse a noite e as cubas-livres! Incluso sobrava dinheiro para os taxis de volta a casa. <br /><br />Um dia, um novo presidente tomou o cargo das contas e prometeu baixar as cotas. Um 50% menos para todos, disse, e todos o aplaudiram sem reflexionar. Fulano estava encantado porque as jantaradas agora só lhe custariam 15 Euros. O companheiro pouparia menos mas só pagaria 5 Euros e isso também lhe agradou. <br /><br />Claro... o saco agora ressentia-se e, já nem chegava para o segundo copo ou para os taxis. Assim que, noite trás noite cada membro do grupo tinha que desembolsar mais 15 euros para o fundo comum. Ao Fulano, no fundo dava igual, pois seguia gastando-se os 30 Euros iniciais. Mas o seu companheiro teve que deixar de assistir aos jantares porque não podia suportar os gasto de 20 Euros por noite que lhe correspondiam."<br /><br />Moral da história... quando lhe falem de impostos, pergunte-se a si mesmo se ganha 3000 ou 1000 Euros ao mês e, faça contas por encima do que paga ao fisco pelos impostos indirectos e nada solidários como o do combustível ou o das portagens.Senão, poderá ver o seu país tornar-se quase como que um “club privado”... só acessível ao bolso de alguns!<br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1110809892663299912005-03-14T06:16:00.000-08:002005-03-14T06:18:12.666-08:00Recordar Madrid<P align=justify><br />Mais um excelente artigo de Carlos Esperança. Solariedade para com as vitimas do terrorismo, o qual partilho e assino:<br /><br />"Há 1 ano, a esquizofrenia da fé transformou três estações ferroviárias de Madrid num imenso espaço de terror e crueldade. 192 mortos e cerca de 1400 feridos foram vítimas da demência religiosa ao serviço de um carrasco de nome Maomé.<br /><br />Há 1 ano, a Espanha foi vítima de uma matança com motivações religiosas. O sangue de trabalhadores, estudantes e outros passageiros de comboios matutinos jorrou em abundância. O terrorismo imolou pacíficos cidadãos em nome de uma fé anacrónica testemunhada por facínoras de uma civilização falhada.<br /><br />Enquanto mesquitas, igrejas e sinagogas forem locais de pregação do ódio, não são apenas sítios onde se alienam crentes piedosos, são campos terroristas onde se recrutam e incentivam soldados de Deus para assassinar infiéis.<br /><br />Nenhum Deus merece o sacrifício de um único ser humano e ninguém pode justificar o banditismo em nome da fé.<br /><br />O crime que dilacerou Madrid e emocionou o mundo civilizado, teve a marca da Al-Qaeda, espécie de Opus Alá cujo proselitismo pretende sujeitar a humanidade a cinco orações diárias e à insânia do Corão. <br /><br />Não é uma guerra de civilizações que está em causa, é a luta permanente entre a fé e a razão, o ódio da religião à democracia, o antagonismo entre Deus e a liberdade. <br /><br />No dia 11 de Março de 2004 a religião islâmica escreveu em Madrid mais uma página de horror com o sangue de inocentes. Foi mais um episódio cruel da religião contra a democracia, uma tentativa desesperada de retardar a marcha da humanidade para sociedades mais justas, fraternas e progressistas. <br /><br />A violência faz parte do código genético das religiões. Do Islão e das outras.<br /><br /># um artigo de Carlos Esperança"</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1110536544493712972005-03-11T02:06:00.000-08:002005-03-11T02:22:24.496-08:00Respeito e Responsabilidade com as futuras gerações<P align="justify"><br />Uma das diferenças entre nós, os Portugueses, e os países mais desenvolvidos está precisamente na forma de pensar e de actuar! Portugal têm que ser menos “reactivo” e passar a ser mais “pro-activo” e “preventivo”. <br /><br />Os Portugueses só se sensibilizam no momento em que o problema lhes afecta. Não sei se é falta de visão, covardia, ou simplesmente porque não se incomodam. O que sim sei é que é uma grande falta de saber estar, viver e praticar “Democracia”, onde um não só tem como deve de defender e lutar pelos seus direitos, tanto individuais, como económicos.<br /><br />Penso que, desde há uns séculos para cá que Portugal não vê mais além que o seu próprio umbigo. Desde o inicio do século XVI, com o Papa a declarar o Rei Filipe I de Espanha Rei de Portugal, se iniciou também a perseguição a todos os que pensavam diferente e a consequente esterilização do pensamento. Desde então os Portugueses nunca mais conseguiram levantar a cabeça e projectar ideias e planos de médio e longo prazo. <br /><br />Quantas vezes não houve um dizer:<br /><br />- “Ha! Para que? Se eu já cá não vou estar por essa altura?” - Este tipo de comentários demonstram bem a mentalidade e a irresponsabilidade social de alguns cidadaes e que a meu ver se projecta em quase todas as forças políticas Portuguesas.<br /><br />Se Portugal, antes do século XVI tivesse seguido este tipo de mentalidade então hoje, não tinha-mos tantas e tantas páginas nos livros de historia de Portugal. Pois o projecto de levar os Portugueses ao mar não foi coisa de quatro ou oito anos; foi um projecto de séculos! Um projecto que demonstrou ao mundo que ser pequeno não é sinónimo de pobre. Que o diga Finlândia, Holanda, Suécia, Luxemburgo e muitos outros.<br /><br />É esta mentalidade que eu gostaria de ver reposta no circulo político nacional e, em geral em todos os Portugueses. Uma mentalidade que lute pelos interesses nacionais, uma mentalidade que substitua o “clientelismo” e o “chico-espertismo”, que defenda o melhor para a maioria, uma melhor distribuição da riqueza, mais justiça, mais segurança, que tenha um plano de acompanhamento para as companhias Portuguesas, que crie leis de “compensações por mérito” e de “partilha de lucros” similar há de tantos outros países. Que faça nascer a consciência de que “roubar” o estado é roubar-lhe a ele, afinal, este como contribuinte tem pagar mais e mais impostos para que uns poucos possam desfrutar. A justiça tem que funcionar, principalmente naqueles a quem toca a dar o exemplo, caia quem caia!<br /><br />Os trabalhadores Portugueses não produzem mais porque não estão motivados. Trabalhar mais ou menos horas ou simplesmente fazer mais não lhes traz nenhuma compensação. Em Portugal, com as leis actuais, produzir mais ou menos é, em geral, retribuído da mesma forma.<br /><br />A realidade é simples e enquanto os nossos governos funcionarem há base da reacção e não tiverem uma politica económica coesa e de futuro, então cada quatro anos teremos ou bem a construção, ou bem a aniquilação total do que até então tenha sido feito, por inveja ou por simples ignorância!<br /><br />É este nível de irresponsabilidade política e social que se tem que combater. Portugal não pode ficar de braços cruzados há espera que as actuais forças politicas resolvam o problemas, pois estes já demonstraram que não têm capacidade nem ideias alternativas para resolver os assuntos, simplesmente porque ainda estão agarrados a dogmas do passado. <br /><br />É por estas e muitas outras razões que eu me identifico como um Liberal-Social, simplesmente por saber que não somos todos iguais e que temos que equipar a juventude e os actuais trabalhadores com liberdade, utensílios e mecanismos económicos para que estes dêem alas á sua criatividade, para que se modernizem e para que se adaptem às novas realidades e exigências de mercado. E que, por encima de tudo tenham gosto e orgulho por trabalhar e contribuir para a riqueza do país! Isto só se consegue com o respeito pelo trabalho dos demais e por uma valorização do esforço que se requer para se lograr os possíveis objectivos.<br /><br />Portugal não são um ou dois, são mais, muitos mais! Mas infelizmente somos também uma voz que se apaga lentamente, que ninguém ouve... ou finge não ouvir! <br /><br />Por todos aqueles que estão por vir,<br />Bruno<br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1109268944484982202005-02-24T10:05:00.000-08:002005-02-24T10:15:44.486-08:00Democracia á Portuguesa... a DITADURA da maioria!<P align=justify>Na sequência de uma discussão sobre o <B>aborto</B> no <A href=http://blog.liberal-social.org/2005/02/referendo-do-aborto_22.html#comentários>Speakers Corner Liberal Social</A>, o blog do <A href=http://www.liberal-social.org/principios>MLS</A> pode ler-se duas descrições sobre Democracia que eu penso que descrevem bem a atrofia de Portugal.<br /><br />“At 6:17 PM, <B>Miguel Duarte</B> said…<br /><br />Pois... E se pensarem que os homossexuais não têm direitos, e se pensarem que as mulheres têm que usar burca, e se pensarem que temos que todos seguir a religião católica, e se, e se, se.<br /><br /><FONT color=darkred><B><I>Democracia, mais que a ditadura da maioria, é o respeito pelas minorias e por aqueles que não pensam como nós.</I></B></FONT> A maioria não pode impor a sua moral às minorias.”<br /><br />“At 3:00 PM, <B>vlf</B> said…<br /><br /><FONT color=darkred><B><I>Uma das mais frequentes e perigosas degenerescências das democracias é transformarem-se em ditaduras da maioria.</I></B></FONT> Cabe a todos, mas especialmente aos (partidos) liberais evitá-lo.”<br /><br />Eu costumo dizer que um não pode só viver em Democracia, tem também que exerce-la! Isto é, um tem que pedir, defender e exercer as suas liberdades individuais sempre que estas não ultrapassem a esfera pessoal e complique as liberdades dos demais. <br /><br />Afinal, a liberdade de um não acaba quando a dos outros começa!<br /><br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1109252171682841512005-02-24T05:33:00.000-08:002005-02-24T05:36:11.686-08:00A verdadeira Ideologia do Mal<P align=justify>Foi publicado hoje o novo livro do Papa, «Memória e Identidade: Conversações entre Milénios», que mereceu ondas de protesto da comunidade judaica pela comparação entre o <A href=http://www.ateismo.net/diario/arquivo/2005_02_01_index.php#110902225987796637>aborto e o Holocausto</A>. A dimensão do disparate, que iguala um dos maiores horrores da História da Humanidade e a recusa de um dogma da Igreja de Roma, é tal que o Cardeal-arcebispo de Colónia, Joachim Meisner, que fez a mesma comparação, já <A href=http://www.vaticanradio.org/portuguese/RV08_2005/05_08_42.htm>apresentou as suas desculpas</A> à comunidade judaica pela comparação.<br /><br />Claro que o Papa não se retratou e na <A href=http://www.reuters.com/newsArticle.jhtml?type=topNews&storyID=7707591&pageNumber=1>conferência de Imprensa de ontem</A>, o Cardeal Joseph Ratzinger afirmou que as críticas das comunidades judaicas são infundadas já que o Papa «não tentou colocar o Holocausto e o aborto no mesmo plano» mas apenas avisar que o mal é omnipresente «mesmo em sistemas políticos liberais». O que é um pouco difícil de acreditar já que o papa compara a legislação que permite o aborto ao Holocausto e afirma que ambos surgiram quando os governos decidiram usurpar a «lei de Deus»!<br /><br />O pio Papa aproxima-se cada vez mais do Pio IX que beatificou e parece comungar não só do horror à democracia como à liberdade de opinião e expressão. Assim, depois de no livro ter advertido para os perigos da democracia fora dos auspícios do Vaticano e das «leis divinas», ataca os meios de comunicação numa <A href=http://www.reuters.com/newsArticle.jhtml?type=topNews&storyID=7689875>Carta Apostólica de 20 páginas</A>, apresentada na segunda feira. Meios de comunicação que considera precisarem urgentemente da «redenção de Cristo». E onde propõe que «Todos devem saber como fomentar uma vigilância constante, desenvolvendo uma saudável capacidade crítica no que diz respeito à força persuasiva dos meios de comunicação», isto é, promove a tão católica tradição da censura. Na apresentação da carta, o bispo Renato Boccardo disse que grande parte dos media enfermava de um «processo degenerativo» em que os valores cristãos eram ignorados. Ou seja, entre outras degenerações, como aceitarem a liberdade de expressão e de opinião, não se coibem de ir contra a opinião do Vaticano exibindo filmes e programas considerados «imorais» pela Igreja.<br /><br />Talvez estes programas façam parte dos tais «padrões culturais negativos» difundidos pelo Ocidente, que o Papa critica no seu livro, que o preocupam especialmente pela possível «contaminação» dos países da Europa de Leste juntamente, claro, com os casamentos homossexuais, parte destacada do que considera uma «ideologia do mal» que ameaça insidiosamente a sociedade.<br /><br />Pessoalmente considero a verdadeira «ideologia do mal» as prosas emanadas do Vaticano, nomeadamente estas que negam as liberdades fundamentais da cidadania, que menosprezam e banalizam o Holocausto comparando-o com o não acatar dos dogmas da Igreja, que querem no fundo voltar a escravizar a Humanidade aos ditames de uma Igreja autocrática e autoritária que se considera dona e senhora da verdade e criminosos malvados os que não aceitam essas verdades!<br /><br /># um artigo de Palmira F. da Silva</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1109160107220208622005-02-23T04:01:00.000-08:002005-02-23T04:06:57.586-08:00A Igreja Maná e as eleições legislativas<img src="http://photos5.flickr.com/5291201_0c6574b4b9_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /><P align=justify>Bom, eu ia escrever um post sobre isto, mas ja vi que o Carlos Esperança nao perdeu tempo... como sempre!<br /><br />"Os parasitas de Deus organizados em torno da Igreja Maná questionam a utilidade das eleições e aconselham a inutilização do voto, através de uma cruz no respectivo boletim.<br />A cruz é, de facto, o instrumento de tortura que sabem usar. Propô-lo contra o regime democrático é um acto de devoção e uma manifestação clerical com que os bandos de inúteis exploram a superstição, cobram o dízimo, ameaçam com o inferno e procuram subverter uma sociedade livre e democrática.<br /><br />Em alternativa, este bando de malfeitores propõe: «Faça de Deus a sua fonte - Mateus 6:33» e «exija aos políticos e governantes os seus direitos», provavelmente o direito de viver em ditadura sob a vontade de Deus interpretada por um marginal que enriquece à sua custa - o apóstolo Jorge Tadeu.<br /><br />Este proxeneta de Deus, fundador da Igreja Maná, informa que, pessoalmente, ele não vota, mas aconselha os seus fiéis a usarem o voto nulo, para não poder ser aproveitado de forma fraudulenta, possível com o voto em branco. De facto, a fraude seria possível se a indignidade cívica, a ausência de ética e a prática de um crime estivessem na cabeça dos cidadãos, que tornam possível o acto eleitoral, como está na cobardia mística do apóstolo que está a transformar uma Igreja de vão de escada num empório comercial.<br /><br />A proposta do bispo Tadeu «é uma forma de envergonhar o governo e todo o sistema que não está a ser correcto para com o povo português». Para o pregador da bíblia é o sistema democrático que o incomoda, não vendo em nenhuma força partidária o direito e a legitimidade para dirigir o País. É a atitude de um clérigo que beneficia de um sistema que gostaria de abolir se fosse maioria, que não reconhece ao povo direitos de cidadania mas apenas obrigações religiosas. A delinquência mística é incompatível com a democracia. Já o padre católico da igreja de S. João de Brito o demonstrara com uma opção diferente.<br /><br />Bendita corja. Santa Mafia.<br /># um artigo de Carlos Esperança"</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1109061577937741322005-02-22T00:33:00.000-08:002005-02-22T00:39:37.940-08:00Um Partido Liberal para Portugal<IMG src=http://www.liberal-social.org/themes/mls/logo.gif><br /><P align=justify><B>A importância da sua inscrição</B><br />Queremos, tal como você, mudar o país, pois alguém tem que fazer alguma coisa para mudar o actual estado das coisas. Tal, pragmaticamente, implica que temos que criar um partido, pois ou se fica de fora a assistir o que políticos com os quais não concordamos e em quem (algumas vezes) votamos relutantemente, ou decidimos participar no sistema político existente e ser uma força activa na mudança deste sistema. Como liberais optamos pela última opção, dado que acreditamos que o futuro de cada um está, acima de tudo, nas suas próprias mãos.<br /><br />Mas, a mudança não se faz sem pessoas e sem recursos. Queremos ser independentes de lobbies, queremos ser independentes do Estado, queremos apenas estar dependentes daqueles que partilham as suas convicções connosco e daqueles que no futuro decidirem votar em nós. Só uma base suficientemente larga de membros pode assegurar-nos essa independência e os recursos necessários. Temos também que proteger-nos da actual, pouco democrática, lei dos partidos políticos, que dita que qualquer partido com menos de 5.000 filiados pode ser extinto pelo Tribunal Constitucional.<br /><br />Por tudo isto, precisamos de si, da sua inscrição como associado do MLS.<br /><br /><br /><B>Porquê um partido liberal?</B><br />Porque tão simplesmente este é o partido que faz falta a Portugal. Os liberais são o terceira maior força política do Parlamento Europeu, os liberais são os responsáveis pelo sucesso económico irlandês, os liberais são os responsáveis pelas liberdades sociais que se gozam na Holanda, os liberais têm sido nas últimas décadas partidos de governo com sucessos assinaláveis em países como a Bélgica, o Canadá, a Dinamarca, a Finlândia, a Noruega e a Suécia. Não faz sentido que uma ideologia política responsável pelo sucesso económico e liberdades gozadas em muitos países ainda não tenha representantes em Portugal.<br /><br />Porque só um partido liberal pode, posicionando-se entre a Esquerda e a Direita, dado não ser nem uma, nem outra, dar a estabilidade de longo prazo necessária para o sucesso do nosso país.<br /><br />Porque mais do que nunca Portugal necessita de dar poder aos seus cidadãos para comandar o seu destino e tem que acabar com a burocracia, subsiodependência, falta de concorrência e lamentação permanente que tem caracterizado o país. Portugal, para ser bem sucedido, tem que libertar a sua energia criativa e empreendedorismo.<br /><br />Porque há que dar lugar a novas ideias, dado que as actuais, claramente, não funcionam.<br /><br />Porque neste momento não existe nenhuma alternativa política em Portugal que apresente uma proposta que seja simultânemaente liberal a nível económico e social.<br /><br />Faça-se já sócio do <A href=http://www.liberal-social.org>MLS - Movimento Liberal Social</A> e ajude-nos hoje a criar um verdadeiro Partido Liberal em Portugal clicando <A href=http://www.liberal-social.org/files/ficha_de_inscricao.pdf>aqui</A>. O nosso futuro não pode continuar a ser adiado.<br /><br /><br />publicado por Miguel Duarte</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1108543936586817122005-02-16T00:48:00.000-08:002005-02-16T02:09:02.020-08:00As cartas de Soror Lúcia de Jesus<P align=justify><IMG src=http://www.ateismo.net/diario/Salazar_s.JPG><br />Clique <A href=http://www.ateismo.net/diario/Salazar_1.JPG>aqui</A> para ver uma versão maior desta carta e <A href=http://www.ateismo.net/diario/Lucia_Salazar.jpg>aqui</A> para ver a carta de Lúcia elogiando Salazar.<br /><br />Seguem-se, sem comentários, excertos da carta acima digitalizada, datada de 7 de Novembro de 1945, da Lúcia cujo falecimento mereceu luto nacional. Enviada pelo cardeal Cerejeira ao seu amigo António Salazar, em vésperas das primeiras eleições supostas livres à Assembleia Nacional, para «levar-te muita consolação e confiança», acrescentando «E se tu a lesses toda, mais consolado e confiado ficarias ainda. Escuso de dizer que isto que ela diz, o não diz dela mesma, mas por indicação divina (segundo ela deixa entender)»:<br /><br />«Salazar é a pessoa por Ele (Deus) escolhida para continuar a governar a nossa Pátria, ... a ele é que será concedida a luz e graça para conduzir o nosso povo pelos caminhos da paz e da prosperidade. É preciso fazer compreender ao povo que as privações e sofrimentos dos últimos anos não foram efeito de falta alguma de Salazar, mas sim provas que Deus nos enviou pelos nossos pecados. Já o bom Deus ao prometer a graça da paz à nossa nação nos anunciou vários sofrimentos, pela razão de que nós éramos também culpados».<br /><br /># um artigo de Palmira F. da Silva, publicado no <A href=http://www.ateismo.net/diario>Diario Ateista</A><br /></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1108462578510210562005-02-15T02:14:00.000-08:002005-02-16T01:04:19.806-08:00Hipocrisia e ridículoMais um excelente artigo de Carlos Esperança publicado no Diario Ateista.<br /><hr><br /><br /><P align="justify">O falecimento de alguém merece-me respeito, mesmo - como é o caso -, quando se trata da última cúmplice de um embuste montado pela Igreja Católica na luta contra o comunismo e no ódio cego à República e à separação da Igreja e do Estado. <br /><br />O cancelamento da campanha eleitoral pelo PSD e pelo CDS e as tergiversações do PS só encontram paralelo no ridículo de um primeiro-ministro que pretende que seja declarado luto nacional pela morte de uma freira enclausurada há dezenas de anos e que foi uma bandeira da campanha do fundamentalismo católico contra o progresso e a liberdade.<br /><br />Desde a luta contra a mini-saia e o divórcio (mesmo para casamentos civis), que eram objecto das cartas para Marcelo Caetano, até à convicção que lhe fora transmitida pela Senhora de Fátima de que Salazar foi enviado pela Providência para salvar Portugal, confidência da virgem Maria que acabou por ser transmitida a Salazar pelo cardeal Gonçalves Cerejeira, a vida de Lúcia é a de uma pobre pastora de quem a ICAR se apropriou para um dos maiores embustes do século passado. <br /><br />Já está esquecido o terceiro segredo de Fátima que excitou durante décadas a superstição popular, acalentou medos e generalizou o pânico entre as populações analfabetas do mundo rural, embrutecidas por um clero saído do concílio de Trento para a cumplicidade com o Estado Novo. Já ninguém se recorda de que o Papa mandou um padre a Portugal para que a Irmã Lúcia confirmasse que foi aquela batina com que JP2 foi baleado por um enigmático turco, a que ela viu, em visão, quando o próprio pano não tinha ainda sido tecido. Claro que a vidente confirmou.<br /><br />Foi com milagres destes e a exploração grosseira da superstição que o negócio de Fátima nasceu e prosperou. Foi com a falta de pudor e o descaramento pela credulidade de gente simples que se urdiu uma teia de mentiras e idolatria que transformou uma zona rural paupérrima num promissor centro urbano do sector terciário.<br /><br />Que aos embustes da ICAR se venha juntar o oportunismo descarado dos partidos que suspendem a campanha eleitoral em sinal de luto por uma vetusta freira que morre naturalmente, é um acto digno dos mullahs islâmicos, um gesto ao gosto do terceiro-mundo, uma vergonha que cobre de opróbrio um país europeu onde os ventos e as marés ainda se deslocam ao sabor da vontade da Senhora de Fátima.<br /><br /># um artigo de Carlos Esperança</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1108462274103241762005-02-15T02:02:00.000-08:002005-02-15T02:19:34.386-08:00Porquê luto nacional?<P align=justify>Comunicado de imprensa de 14/2/2005<br /><IMG src=http://www.tsf.pt/imagens/2005/02/noticias/imgs/13/pequeno/irma_lucia_dr.jpg><br />Porquê luto nacional?<br /><br />1. A Associação República e Laicidade manifesta a sua estranheza e repúdio pela iniciativa do Primeiro Ministro, ratificada pelo Presidente da República, de decretar um dia de luto nacional pelo falecimento de Lúcia de Jesus.<br /><br />2. O falecimento de personalidades que tenham servido a República em cargos elevados, ou que tenham prestado serviços públicos de grande mérito, pode e deve ser assinalado com um dia de luto nacional. Nesse sentido, estranhamos que não tenha sido decretada tal solenidade aquando dos falecimentos - ocorridos durante o mandato do actual Governo - da antiga Primeira Ministra Maria de Lurdes Pintasilgo ou do lutador antifascista Fernando Vale.<br /><br />3. Lúcia de Jesus teve como único acto relevante da sua vida o papel que desempenhou nos acontecimentos de Fátima em 1917, que a tornaram mais tarde uma actora comprometida das encenações político-religiosas conducentes a legitimar o Estado Novo (deve-se-lhe a frase «Salazar é a pessoa por Ele escolhida para continuar a governar a nossa Pátria»), e foi portanto parte de uma operação político-religiosa que fracturou e ainda divide o país e a própria comunidade católica portuguesa.<br /><br />4. Parece-nos portanto evidente que o luto nacional é, nesta ocasião, desapropriado e mesmo prejudicial à separação da política e da religião e à própria unidade nacional em torno dos valores democráticos.<br /><br />Luis Mateus<br /><br />(Presidente da Direcção)<br /><br />Ricardo Gaio Alves<br /><br />(Secretário da Direcção)</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1108375228093097912005-02-14T01:52:00.000-08:002005-02-15T02:20:24.633-08:00Carta enviada à Procuradoria Geral da República (11/2/2005)<P align=justify>Bom, e em continuidade com o post anterior, segue a resposta da <A href=http://www.republica-e-laicidade.org/>ARL</A> enviada à Procuradoria Geral da República.<br /><br />O realmente divertido vai ser ver a culpa a morrer uma vez mais solteira... pois tenho o presentimento que em Portugal uns sao filhos de Deus e outros sao filhos da P...! Bom... ca estou de novo a exagerar! ;)<br /><br />Carta L. M. Mateus:<br />-------------------------------------------------<br /><IMG src=http://www.geocities.com/republaicidade/Bonecos/logo-topo.jpg><br />Ex.mo Senhor Procurador Geral da República, <br /><br />Para os efeitos devidos, vimos expor a V.Exa. o seguinte : <br /><br />1. Tal como aconteceu a um grande número de cidadãos portugueses, a Associação Cívica República e Laicidade ( associação constituída por escritura pública de 27/1/2003 ) tomou conhecimento, através dos meios de comunicação social, de que, no passado domingo, dia 6 de Fevereiro, o Sr. Padre Lereno Sebastião Dias, sacerdote da Igreja Católica Portuguesa a exercer as funções de pároco da igreja de S. João de Brito, em Lisboa, na missa dominical que celebrou naquele templo e que foi simultaneamente transmitida, via rádio, através da Antena 1 da RDP ( Rádio Difusão Portuguesa – Empresa Pública ), claramente exortou quem assistiu, directa ou indirectamente, àquele acto religioso a não dar o seu voto aos partidos políticos cujos programas eleitorais não respeitam a ética cristã. <br /><br />2. “Conhecemos os partidos, conhecemos os programas, as práticas que têm operado em Portugal, as pessoas, qual o seu perfil” (...) “Um cristão deve aprovar por voto uma ética que não seja indigna de si próprio, por exemplo a vida” (...) “a ética cristã promove a vida humana desde a concepção até à morte natural” (...) “Aborto nunca, eutanásia nunca” (...) “A ética cristã reprova que seja equiparada a família a uma união de facto de um homem com um homem ou de uma mulher com uma mulher” (...) “Poligamia nunca, divórcio nunca” (...) constituem algumas das afirmações então proferidas pelo acima identificado Sr. Padre Lereno Sebastião Dias na sua homilia radiodifundida e que, posteriormente, foram também reproduzidas e divulgadas pela imprensa escrita e, designadamente pela agência LUSA. <br /><br />3. A Lei Eleitoral da Assembleia da República [ Lei 14/79, de 16 Maio ( Actualizada com as alterações introduzidas pela Lei Orgânica nº 2/2001 de 25 de Agosto ) ] estabelece, no seu Artigo 153º ( Abuso de funções públicas ou equiparadas ), que “O cidadão investido de poder público, o funcionário ou agente do Estado ou de outra pessoa colectiva pública e o ministro de qualquer culto que, abusando das suas funções ou no exercício das mesmas, se servir delas para constranger ou induzir os eleitores a votar em determinada ou determinadas listas, ou abster-se de votar nelas, será punido com prisão de seis meses a dois anos e multa de 10.000$ a 100.000$.” <br /><br />4. Salvo melhor opinião, afigura-se-nos que o acima citado Sr. Padre Lereno Sebastião Dias, pároco da igreja de S. João de Brito, por sua única e exclusiva iniciativa ou em situação de conivência com outras pessoas, ao proferir as afirmações que proferiu, na qualidade em que as proferiu, no local onde as proferiu, na ocasião em que as proferiu – já em período oficial de Campanha Eleitoral para a Assembleia da República, lembra-se e sublinha-se aqui – e também pelos poderosos meios que utilizou para as difundir, infringiu claramente aquela norma legal, incorrendo, portanto, na prática de um crime público que, além do mais, foi ainda publicamente cometido e largamente publicitado. <br /><br />5. Em conformidade com os factos acima sumariamente descritos e que, em nosso entender, indiciam grave prática ilícita, entendemos que o Ministério Público deve impreterivelmente proceder às convenientes averiguações, bem como ao levantamento do correspondente processo-crime, tendo em vista os procedimentos formais de avaliação e julgamento, por tribunal competente, do/s eventual/eventuais responsável/responsáveis por aqueles actos, por forma a que, verificando-se a sua efectiva prática e os exactos termos ( com agravantes ou atenuantes ) em que tenham sido cometidos, o/s seu/s autor/autores possa/m ser devidamente punido/s nos termos da Lei. <br /><br />Sem outro assunto, <br /><br />a bem da República, <br /><br />Luis Manuel Mateus <br /><br />(Presidente da Direcção)</P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-8705142.post-1108043176089960692005-02-10T05:37:00.000-08:002005-02-16T02:10:33.373-08:00Ó Portas... onde é que está a armada invencível?<P align=justify>Quando vem um barco (sim... o do aborto) metes logo em alerta as forças Portuguesas... e isto que passa cá dentro... não fazes nada!<br /><br />Ora vê la o que diz este <A href=http://jornal.publico.pt/2005/02/07/Destaque/X51.html>titular</A>!<br /><br />E agora vê bem o que diz a lei Portuguesa:<br /><P align=center><B><FONT color=green>Lei eleitoral da Assembleia da República</FONT><br /><br />Artigo 153º <br />( Abuso de funções públicas ou equiparadas )<br /><br />O cidadão investido de poder público, o funcionário ou agente do Estado ou de outra pessoa colectiva pública e <FONT color=red><I>o ministro de qualquer culto</I></FONT> que, abusando das suas funções ou no exercício das mesmas, se servir delas para constranger ou induzir os eleitores a votar em determinada ou determinadas listas, ou abster-se de votar nelas, será punido com prisão de seis meses a dois anos e multa de 10.000$ a 100.000$.</P><br /><br /># um artigo de Ricardo Alves publicado no Diário Ateísta</B></P>Bruno Santoshttp://www.blogger.com/profile/10371060252419030288noreply@blogger.com