tag:blogger.com,1999:blog-74303336433307693032008-07-06T20:45:52.787-03:00O MELHOR DO BRASILMarcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comBlogger259125tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-59014348011696040782008-07-04T12:55:00.005-03:002008-07-04T14:52:03.934-03:00O Jardim Paulista, em São PauloQuando <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/05/moinho-de-vento-em-porto-alegre.shtml" target="blank">falei dos Leblons do Brasil</a>, exclui São Paulo. Hoje vamos falar então do Leblon dos paulistanos: o Jardim Paulista.<br /><br />Em uma rápida busca no site de <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/" target="blank">Veja São Paulo</a>, encontram-se 77 restaurantes no bairro. A maioria deles é especialista em cozinha italiana, são 21 no total entre cantinas, restaurantes e um de alta gastronomia. Entre os 17 restaurantes vencedores na votação do especial de Veja Comer &amp; Beber em São Paulo, cinco estão no Jardim Paulista.<br /><div style="text-align: center;"><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Mário Rodrigues</span></span><br /></div><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/arabia-737673.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/arabia-737670.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Salada fatuche servida no restaurante Arábia</span><br /></div><br />Na Rua Haddock Lobo número 1 397 está localizado o restaurante <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100712.html?enderecoID=abc801d949c20110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Arábia</a>. As receitas libanesas são da proprietária Leila Youssef Kuczynski. Da cozinha saem pratos como a salada fatuche que leva alface, rúcula, tomate, pepino e pão sírio torrado, com molho de romã. Para encerrar, vale provar o arroz-doce com amêndoa e pistache.<br /><br />O <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100696.html?enderecoID=e677a7ca40842110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Brasil a Gosto</a>, do qual já falei várias vezes aqui no boletim, também fica no Jardim Paulista, mais precisamente na Rua Professor Azevedo do Amaral. A casa serve releituras de pratos regionais e utiliza ingredientes tipicamente brasileiros em receitas com toque contemporâneo. Vale provar o badejo em posta alta com crosta de baru, uma castanha típica da região do cerrado.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Mário Rodrigues</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/d.o.m.-718102.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/d.o.m.-718099.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Foie gras com crocante de arroz selvagem e avelã do restaurante D.O.M.</span></span><br /></div><br />Na Rua Barão de Capanema fica o restaurante <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100829.html?enderecoID=faa4c95ab3130110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">D.O.M.</a>, do consagrado chef Alex Atala. A casa que levou o título de melhor contemporâneo da cidade serve pratos como o foie gras banhado por consomê de peixe bonito com cobertura crocante de pipoca de arroz selvagem com avelã. E não acabou ainda, por cima disso tudo vai uma bola de sorbet de cambuci, uma frutinha brasileira de sabor ácido. Apenas um exemplo da criatividade do chef que já foi premiado internacionalmente.<br /><br />Na Rua Vitório Fasano, também no Jardim Paulista, fica o Hotel Fasano. Dentro dele, o <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100967.html?enderecoID=44875daf64422110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">restaurante de mesmo nome </a>que além de levar o título de melhor italiano de alta gastronomia na última edição do especial da Veja São Paulo, foi escolhido também como o melhor do Brasil pelo júri do especial de Veja, O melhor do Brasil. Por lá é possível provar receitas como o stracotto de cordeiro cozido lentamente por sete horas em vinho tinto e ervas. Para acompanhar, chega à mesa raviole de batata com molho da própria carne.<br /><br />Por fim, o quinto endereço premiado no Jardim Paulista é o do <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0101118.html?enderecoID=76cf2067c5922110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Antiquarius</a>, que fica na Alameda Lorena. A casa tem matriz carioca e levou o título de melhor restaurante português da cidade. A dica por lá é provar o prato clássico que já virou marca registrada do Antiquarius: o bacalhau ao forno. A posta alta é servida com uma camada de cebola por cima e vem acompanhada de brócolis, tomate, batata e ovo cozido. Para encerrar a refeição, nada melhor que os doces de gema preparados no restaurante, o toucinho do céu se destaca entre as opções.<br /><br />Para quem quer usufruir dessa fartura de casas premiadas, duas opções de hospedagem: primeiro o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=207053" target="blank">hotel Unique</a>, que fica na Avenida Brigadeiro Luís Antônio e que é de longe o mais bem decorado e arquitetonicamente arrojado da cidade. As diárias para o mês de julho durante a semana saem a partir de 880 reais para o casal. Uma opção mais acessível é o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=155577" target="blank">hotel Quality Jardins</a>, que fica na Alameda Campinas, próximo à Avenida Paulista. Por lá, as diárias para o casal também durante a semana saem a partir de 310 reais.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-40225707690782327312008-07-03T13:12:00.006-03:002008-07-03T14:18:11.347-03:00Restaurantes no Chile e na ArgentinaNa terça-feira, nosso comentário tratou de algumas atrações de Buenos Aires. Hoje quero ampliar um pouco aquela conversa e estender o assunto também para o Chile. Como esses são dois destinos muito procurados agora nas férias de julho, quero indicar alguns sites que possuem bons guias de restaurantes. Assim como os sites de Veja indicam os melhores restaurantes de diversas cidades brasileiras, nada mais útil para os turistas do que encontrar endereços na web que apontem boas casas entre bares e restaurantes. Assim, todo mundo já sai de casa programado.<br /><br />Em Buenos Aires, quero falar primeiramente do <a href="http://www.guiaoleo.com.ar/" target = "blank">Guia Oleo</a>, que também tem uma versão impressa que pode ser encontrada em revistarias e livrarias da cidade. No site, os turistas encontram quase três estabelecimentos cadastrados. Cada um tem uma pequena resenha com fotos do ambiente. Os internautas podem se cadastrar no site, dar notas para cada restaurante e deixar seus comentários. É possível filtrar sua busca por regiões, por tipo de cozinha, por faixa de preço ou mesmo procurar o restaurante em um mapa da cidade. O guia é bastante detalhado e além dos restaurantes oferece também um guia de vinhos, com informações sobre alguns rótulos argentinos e endereços para compra.<br /><br />O jornal argentino La Nacion também oferece um<a href="http://www.lanacion.com.ar/catalogos/restaurantes/index.asp" target = "blank"> guia de bares e restaurantes on-line</a>. O site oferece resenhas bastante completas ilustradas com imagens das casas. Do mesmo modo, o jornal O Clarín tem um bom serviço em seu <a href="http://www.restaurantes.clarin.com/" target = "blank">guia de restaurantes em seu site</a>. São endereços em Buenos Aires que podem ser agrupados entre as regiões da cidade ou o tipo de comida servida. As resenhas das casas são bem completas, com foto do ambiente dos restaurantes e há espaço para o comentários dos internautas.<br /><br />Se mesmo assim o turista não encontrar o que procura há outros bons sites com informações sobre restaurantes de Buenos Aires como o <a href="http://www.restaurant.com.ar/" target = "blank">restaurant.com.ar</a> e o <a href="http://www.vidalbuzzi.com.ar/mejores.asp" target = "blank">vidalbuzzi.com.ar</a>.<br /><br />Para quem está planejando uma viagem para esquiar em Bariloche agora no mês de julho, também há alguns endereços da web que fornecem informações sobre os restaurantes da região. O <a href="http://www.guiaepicureo.com.ar/bariloche/index.html" target = "blank">Guia Epicureo</a> tem mais de 100 restaurantes cadastrados, todos em Bariloche. As casas são classificadas em faixas de preço e também em uma escala de qualidade que varia entre um e quatro garfinhos e a maioria está publicada com resenha e fotografias. O site também tem algumas receitas de pratos típicos da região.<br /><br />Também para informações sobre os estabelecimentos de Bariloche, outra dica é o <a href="http://www.guiasabores.com.ar/" target = "blank">Guia Sabores</a>. O Guia que também tem versão impressa indica os melhores restaurantes, casas de chá, cafeterias e chocolaterias de Bariloche. Grande parte dos estabelecimentos tem uma pequena resenha e imagens do ambiente para ajudar na hora em que os turistas forem decidir onde comer. Além dos restaurantes, o site disponibiliza receitas e indica algumas lojas de vinhos na região.<br /><br />Para finalizar o boletim, em Santiago do Chile também tem uma boa sugestão de site para buscar informações sobre os restaurantes da cidade. O <a href="http://www.santiagourmet.com/default.asp" target = "blank">Santiagourmet</a> indica os melhores restaurantes, bares e comidinhas (lanchonetes, pastelarias, cafeterias, sorveterias...) da capital chilena. Os estabelecimentos estão classificados em faixas de preço e divididos também por regiões ou por tipo de cozinha. Há pequenas resenhas com fotos de cada casa e os internautas também podem deixar seus elogios, reclamações e dar uma nota para cada restaurante.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-29447780569550382082008-07-02T13:24:00.005-03:002008-07-02T14:10:02.437-03:00Gastronomia e literaturaHoje começa a sexta edição da Festa Literária Internacional de Parati, cidade que fica na divisa entre <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/" target="blank">Rio de Janeiro</a> e <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/" target="blank">São Paulo</a>. É óbvio que vamos falar de gastronomia e literatura. Mas, antes dos livros, é preciso dizer que a Flip se tornou o maior evento literário do país, recebendo autores mundialmente consagrados naquele cenário que foi eleito o melhor destino de praia para descansar na região Sudeste. Para citar apenas brasileiros, a <a href="http://www.flip.org.br/" target="blank">Flip</a> já recebeu Ariano Suassuna, Millôr Fernandes e Ferreira Gullar.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Armando Catunda</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/parati2-735772.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/parati2-735768.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Igreja de Santa Rita dos Pardos Libertos no centro histórico de Parati</span></span><br /></div><br />Este ano a Flip faz uma homenagem à memória de Machado de Assis, que morreu há um século. O crítico literário Roberto Schwarz fala sobre <span style="font-style: italic;">Dom Casmurro</span> na palestra de abertura e Luiz Melodia canta em seguida.<br /><br />A cidade está lotadíssima mas numa pesquisa rápida ainda encontramos vagas no <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=146795" target="blank">Santa Clara Hotel</a>, o mais bem avaliado pelo <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/" target="blank">Guia 4 Rodas</a> na região. É um hotel fazenda que tem pacotes até o dia 6 por valores entre 1500 e 1900 reais. Só que fica a 10 quilômetros do centro histórico da cidade, onde acontecem os eventos da Flip.<br /><br />Quem não vai para a Flip fica com minhas sugestões de alguns livros ambientados em cenários gastronômicos ou tendo chefs e gourmets como personagens.<br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/julieejulia-768296.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/julieejulia-768247.jpg" alt="" border="0" /></a>Começo por <span style="font-style: italic;">Julie &amp; Julia: 365 Dias, 524 Receitas e Uma Cozinha Apertada</span>, escrito por Julie Powell. O livro é um best seller sobre uma secretária insatisfeita com o emprego, prestes a completar trinta anos e que deseja ter um bebê. Morando numa quitinete de subúrbio, ela decide produzir em casa todas as receitas de um livro famoso de receitas, cria um blog para contar suas experiências e depois... Bem, não vou contar o livro todo, que em breve terá uma versão para o cinema com Meryl Streep no papel da escritora do livro de receitas.<br /><br />Para quem gosta de policiais, não se pode esquecer Pepe Carvalho, o famoso detetive e gourmet criado pelo escritor catalão Manuel Vázquez Montalbán. A série tem mais de vinte títulos e virou seriado na TV espanhola. No Brasil, estão disponíveis para compra nas livrarias <span style="font-style: italic;">Labirinto Grego</span>, <span style="font-style: italic;">O Balneário</span>, <span style="font-style: italic;">O homem da minha vida</span>, <span style="font-style: italic;">Assassinato no Comitê Central</span>, <span style="font-style: italic;">A Rosa de Alexandria</span>, <span style="font-style: italic;">Milênio </span>e <span style="font-style: italic;">O Quinteto de Buenos Aires</span> – todos com muitos crimes, receitas e pratos refinados.<br /><br />Por fim, uma obra que pode ser chamada de livro de história a partir da perspectiva gastronômica, trata-se <span style="font-style: italic;">de A Rainha que Virou Pizza</span>, do jornalista J.A. Dias Lopes, editor da revista Gula e grande pesquisador sobre a, digamos, cultura culinária de outros tempos. O livro reúne crônicas sobre personagens famosos e suas preferências à mesa. Cleópatra, Leonardo da Vinci, Maria Antonieta, Goya, Napoleão Bonaparte, princesa Isabel, Charles Chaplin, Juscelino Kubitschek e Elvis Presley estão entre os retratados. Do mesmo autor, o livro <span style="font-style: italic;">A Canja do Imperador </span>também conta as curiosas histórias sobre Dom Pedro I, Dom Pedro II, João Paulo II, John F. Kennedy, Marilyn Monroe, Hemingway, Freud, Churchill, Balzac, Nostradamus, Portinari, Carlos Magno, Salvador Dalí, Grace Kelly, Carmen Miranda e muitos outros. Cada crônica é acompanhada de uma receita, muitas vezes desenvolvida pelo próprio personagem e testada por um chef conhecido.<br /><br /><a href="http://www.flip.org.br/programa.php3" target="blank">>>Confira aqui a programação completa da Flip.</a>Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-75348216985210602742008-07-01T13:18:00.011-03:002008-07-01T15:58:48.246-03:00Buenos Aires para brasileirosHoje eu quero falar de um destino internacional que tem caído cada vez mais no gosto dos brasileiros. Com o real valorizada em relação ao peso argentino, Buenos Aires se tornou um uma ótima opção para as férias. A capital argentina recebeu, só no ano passado, 500 000 turistas brasileiros.<br /><br />É possível encontrar bons hotéis com diárias em torno de 200 reais. Um <a href="http://www.cvc.com.br/" target="blank">pacote ainda no mês de julho</a> para o casal passar quatro dias na cidade se hospedando no hotel <a href="http://www.elconquistador.com.ar/" target="blank">El Conquistador</a>, que é quatro estrelas e tem localização central sai 1 500 reais. O valor inclui ainda traslado hotel/aeroporto e um city tour.<br /><br />A <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro" target="blank"><span style="font-style: italic;">Veja Rio</span></a> publicou há duas semanas atrás uma matéria com dicas para os brasileiros que desembarcam na cidade, isso porque um terço do meio milhão de turistas brasileiros que visita a cidade é composto de cariocas. Quero dar algumas dicas de passeios e restaurantes na capital argentina que reuni entre as sugestões da <span style="font-style: italic;">Veja Rio</span> e da revista <span style="font-style: italic;">Viagem e Turismo</span>.<br /><br />Buenos Aires é uma cidade plana, por isso a dica principal é caminhar. Mas, se a distância for muito grande, vale a pena pegar um táxi pois a tarifa é bem menor do que as que costumamos pagar aqui no Brasil e há uma oferta enorme de automóveis. Não deixe de caminhar pela Avenida Nove de Julho que, como gostam de dizer os argentinos, é a “mais larga do mundo” para ver o obelisco.<br /><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Pablo de Sousa</span><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/CAMINITO-750793.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/CAMINITO-750767.jpg" alt="" border="0" /></a>A primeira parada do roteiro é o Caminito<span style="font-style: italic;"> (foto)</span>, a rua com casas multicoloridas no bairro de La Boca. As construções são pequenos cortiços que hoje, muito semelhante ao que aconteceu no Pelourinho na Bahia, abrigam lojas que vendem souvenirs e obras de arte. Os artistas também se espalham pela rua, onde é possível comprar telas, bijuterias e ver casais de bailarinos dançando tango. Uma boa pedida é esticar o passeio e visitar o estádio do Boca Juniors, o La Bombonera, que fica no mesmo bairro.<br /><br />Outro passeio que não pode deixar de constar no roteiro dos brasileiros que visitam Buenos Aires é a Feria de La Plaza Dorrego. Todos os domingos, as ruas de paralelepípedo do bairro San Telmo recebem cerca de 270 barraquinhas da principal feira de antiguidades da cidade. O bairro é repleto de casarões dos séculos XVIII e XIX e fica lotado de turistas todos os domingos. A feirinha começa às 10 da manhã e fica montada até as 17 horas. Uma outra boa dica é explorar o circuito de antiquários nos arredores, onde há menos turistas.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Pablo de Sousa</span></span><br /></div><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/MALBA-731992.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/MALBA-731990.jpg" alt="" border="0" /></a>O <a href="http://www.malba.org.ar/web/" target="blank">Malba</a> <span style="font-style: italic;">(foto)</span>, Museu de Arte Latino-Americana,<span style="font-style: italic;"></span> em Palermo, também é uma boa dica para quem passeia por Buenos Aires. A coleção de 222 peças é de Eduardo Costantini e inclui obras como a tela Abaporu, de Tarsila do Amaral que foi comprada em 1995 por 1,43 milhão de dólares. Há ainda a obra intitulada Autoretrato com Chango y Loro, da mexicana Frida Kahlo. O segundo andar do museu abriga exposições temporárias renovadas constantemente. A entrada custa 15 pesos<br /><br />Para os fãs dos livros, CDs e DVDs, vale dar uma passada na livraria <a href="http://www.elateneo.com/" target="blank">El Ateneo Grand Splendid</a>. A rede de livrarias El Ateneo tem um espaço especial no seu endereço na Avenida Santa Fé. O imóvel que abriga a loja foi construído em 1919 para funcionar como um teatro. Hoje, os camarotes são espaços reservado para leitura e o palco, onde Carlos Gardel se apresentou inúmeras vezes, abriga um charmoso café. A livraria é a maior da América Latina, com cem mil títulos, muitos dele em inglês.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Pablo de Sousa</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/puertp-madero-740082.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/puertp-madero-740080.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Linhas inspiradas no tango: a Ponte de la Mujer fica em Puerto Madero</span><br /></div><br />Um bom lugar para um passeio é <a href="http://www.puertomadero.com/" target="blank">Puerto Madero</a>. Os antigos armazéns da zona portuária estavam abandonados quando começou um grande projeto de revitalização das construções. Hoje, eles abrigam bares e restaurantes, muitos com terraços que dão para o rio. O calçadão é uma boa opção de passeio durante o dia ou a noite. Alí fica a Ponte de la Mujer, que tem um projeto arquitetônico moderno, inspirado na silhueta de um casal dançando tango.<br /><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Pablo de Sousa</span></span><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/show-de-tango-786324.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/show-de-tango-786321.jpg" alt="" border="0" /></a>Essa última dica pode até soar como um clichê. Mas não dá para sair de Buenos Aires sem assisitir a um bom show de Tango. Há muitas opções: entre aqueles que focam a destreza e a sensualidade dos bailarinos estão a Esquina Carlos Gardel, com ingressos a partir de 220 pesos, e o Piazolla Tango Desde, com entradas a partir de 180 pesos, que funciona dentro de um antigo teatro-cassino com pé-direto altíssimo e dois andares de camarotes. Em ambiente intimista, os shows do tradicional <a href="http://www.cafetortoni.com.ar/" target="blank">Café Tortoni</a>, são bem mais em conta, os ingressos custam a partir de 45 pesos.<br /><br />Mas não só as atrações culturais que atraem os turistas. Buenos Aires também chama muito a atenção de quem adora fazer umas comprinhas. Artigos de couro, que são muito em conta na região, são encontrados em profusão na tradicional Calle Florida. As grifes internacionais se estabeleceram em elegantes lojas da Avenida Alvear. O bairro da Recoleta abriga pequenas lojas que são muito charmosas e podem reservar boas surpresas aos turistas.<br /><br />Os restaurantes também são outra grande atração de Buenos Aires. Na cidade é possível comer muito bem sem gastar tanto como se gasta numa cidade como São Paulo, por exemplo. E não vá pensando que o cardápio das casas se resume ao famoso bife de chorizo ou às carnes assadas na parrilla, a típica churrasqueira argentina. Há cozinhas de diversas nacionalidades e restaurantes para todos os gostos e bolsos.<br /><br />Algumas das casas que vale visitar são:<br /><br />>><a href="http://www.arambururesto.com/" target="blank">Aramburu</a> – o chef Gonzalo Aramburu estudou na escola de gastronomia parisiense Lenôtre e trabalhou com mestres como Daniel Boulud, em Nova York, e Charlie Trotter, em Chicago. No endereço em San Telmo, ele prepara verdadeiras obras-primas contemporâneas para o menu degustação, que sai por apenas 90 pesos, cerca de 48 reais.<br /><br />>><a href="http://www.laslilas.com/" target="blank">Cabaña Las Lilas</a> – a casa em Puerti Madero pertence ao premiado grupo paulista Rubaiyat e oferece cortes com preços um pouco acima da média. O bife de chorizo custa 76 pesos e a tapa de cuadril, 70 pesos ambos preparados na parrilla.<br /><br />>><a href="http://www.casa-cruz.com/" target="blank">Casa Cruz</a> – no Palermo, o chef Germán Martitegui prepara pratos de apresentação refinada, técnicas inovadoras e ingredientes locais. É o que ele chama de culinária argentina urbana moderna.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Bruno Agostini</span></span><br /></div><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/sanjuanino-721935.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/sanjuanino-721656.jpg" alt="" border="0" /></a>>> <a href="http://www.elsanjuanino.com/" target="blank">El Sanjuanino</a> – o restaurante na Recoleta serve as mais famosas empanadas portenhas <span style="font-style: italic;">(foto).</span> O salgado, no formato de pastel, tem massa fina e recheios variados, mas a de carne é o carro-chefe. São servidos também outros pratos da cozinha campesina, como locro (cozido à base de canjica de milho) e tamales (espécie de pamonha salgada).Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-32484958770327769022008-06-30T12:53:00.007-03:002008-06-30T14:01:37.757-03:00O frango em receitas elaboradasA inflação, como todo mundo sabe, anda soluçando novamente, mas este é um assunto que compete muito mais ao Carlos Alberto Sardenberg do que a mim. Só que a inflação me faz lembrar que o Brasil tem um grande regulador do preço da proteína, que é a carne de frango. Quem tem a memória bem azeitada, deve lembrar que o plano real e até o cruzado, bem mais antigo, tiveram na carne de frango um dos pilares da tentativa de conter a alta dos preços. Hoje, a disponibilidade de carne de frango no mercado brasileiro já é praticamente a mesma que se verifica quanto a carne de boi.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Fernando Moraes</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bologna-795271.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bologna-795268.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">O frango assado da rotisseria Bologna, eleito o melhor de São Paulo</span></span><br /></div><br />Mas com essa situação acabou dando ao frango um apelo, digamos, popular. Tanto que duas das especialidades premiadas no projeto O Melhor da Cidade em São Paulo encaram o frango exatamente por esse consumo e produção em grande quantidade. Uma é que dá o título de melhor frango com polenta no reduto de colonização italiana do ABC paulista, título que atualmente pertence ao restaurante <a href="http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/abc/restaurantes_santo_andre.shtml#frango" target="blank">São Judas</a>, do Bairro Demarchi. O Demarchi é um bairro que recebe pelo menos 10 000 pessoas para o almoço a cada domingo, em vários restaurantes que servem praticamente a mesma receita de frango com polenta. Outra é o prêmio de melhor frango assado da capital paulista, que atualmente pertence à rotisseria <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/comidinhas/est0100281.html?enderecoID=0d352b6c30331110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Bologna</a>, que fica no bairro da Consolação.<br /><br />Só que não é justo, a partir daí, imaginar que o frango não se presta a receitas mais elaboradas. Por isso, quero falar de alguns restaurantes bastante sofisticados que fazem um aproveitamento requintado da carne de frango.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Eduardo Pozella</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-brasil-a-gosto-731711.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-brasil-a-gosto-731707.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Detalhe do ambiente do restaurante Brasil a Gosto, em São Paulo</span><br /></div><br />Em São Paulo, por exemplo, o restaurante <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100696.html?enderecoID=e677a7ca40842110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Brasil a Gosto</a>, melhor brasileiro da cidade tem uma receita especial de frango que será servida até o fim de julho. É o frango na cerveja recheado com lingüiça defumada e acompanhado de mini-milho e couve refogada.<br /><br />No Rio de Janeiro, o melhor francês, o <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/6872/olympe" target="blank">Olympe</a> do chef Claude Troisgros serve filé com pequenos cubos de pão em vez da tradicional farinha de rosca, o que produz uma casquinha muito mais crocante. Para acompanhar: cogumelos com molho de ervas.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Liane Neves</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-koh-pee-pee-794820.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-koh-pee-pee-794781.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">O restaurante tailandês Koh Pee Pee levou o título de melhor de Porto Alegre</span></span><br /></div><br />Em Porto Alegre, o restaurante tailandês <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/porto-alegre/editorial/m392/os-melhores-restaurantes#cidade" target="blank">Koh Pee Pee</a>, o melhor da cidade, localizado no bairro Rio Branco tem opções são o frango com castanha de caju ao molho de ostras e açúcar de palmeira, acompanhado de arroz thai jasmin, que é aquele arroz mais grudadinho do que o tradicional.<br /><br />Para finalizar, restaurante italiano <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/editorial/m498/restaurantes#melhor" target="blank">Dom Giuseppe</a>, que levou o título de melhor de Belém, oferece filé de frango com molho de mel e mostarda de dijon acompanhado de risoto ao pesto.<br /><br />Ou seja, o frango pode, sim, ser um saboroso colaborador no controle dos soluços inflacionários.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-89688231683908581492008-06-27T13:27:00.008-03:002008-06-27T15:49:23.608-03:00Artesanato pelo BrasilO mês de julho tem férias escolares e, portanto, muitas famílias viajando completas para os principais destinos turísticos do país. É nessa época também que ficam mais movimentadas as indefectíveis feirinhas de artesanato, populares em todas as cidades muito visitadas por turistas. É claro que essas feirinhas são uma distração interessante durante a viagem, mas o que eu quero registrar hoje são alguns lugares onde se compra artesanato mais legítimo de algumas regiões, muitas vezes também com preços mais interessantes. Boa parte dessas associações ou cooperativas de que vou falar têm sites na internet, por meio dos quais também é possível fazer compras a distância e receber a encomenda pelo correio.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Gilvan Barreto</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/paneleiras-de-goiabeiras-758183.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/paneleiras-de-goiabeiras-758178.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Fase final: a queima das panelas de barro produzidas pelas paneleiras de Goiabeiras</span></span><br /></div><br />Vamos começar por Vitória, no Espírito Santo. Um dos tipos de artesanato mais conhecidos da região é o trabalho das paneleiras, que fazem os recipientes de barro onde são preparadas as famosas moquecas capixabas e diversos outros pratos típicos. A <a href="http://www.paneleirasdegoiabeiras.hpgvip.ig.com.br/" target="blank">Associação das Paneleiras de Goiabeiras</a> é uma das mais conhecidas do estado e fica instalada no bairro de Goiabeiras Velha, em Vitória. Essa organização já existe há quase vinte anos e hoje tem cerca de 120 associados. Todos os modelos de panela são feitos em diversos tamanhos e podem ser comprados no galpão da Associação, onde também se pode acompanhar parte do processo de produção, como o pisoteamento do barro, a moldagem e a pintura.<br /><br />Em Natal, no Rio Grande do Norte, a sugestão é procurar o trabalho da <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=164625" target="blank">Associação das Labirinteiras de Campo de Santana</a>. O nome é estranho mas muito apropriado porque elas lidam com bordados e, para quem não tem experiência no ramo, nada é tão parecido com um labirinto. O Campo de Santana fica no município de Nísia Floresta, vizinho à capital potiguar. São cerca de 20 mulheres que tecem e vendem capas de almofadas, guardanapos, toalhas de mesa, colchas, centros de mesa, tudo com labirinto, que é um tipo de bordado muito comum no Nordeste. O espaço funciona todos os dias das 8:30 às 17 horas. O trabalho das rendeiras também é vendido em algumas lojas de Natal, mas na Associação os preços são melhores e o cliente também pode encomendar peças com desenhos exclusivos.<br /><br />Em Belém, o pólo ceramista do distrito de Icoaraci reúne dezenas de artesãos. Os preços são incrivelmente menores do que o praticado nas lojas da cidade. Para quem está distante, uma opção é acessar o <a href="http://www.icoaraci.com.br/" target="blank">site oficial</a> e comprar diretamente dos produtores, que disponibilizam o serviço de venda on-line.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Carlos Goldgrub</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/arte-indigena-722684.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/arte-indigena-722657.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Artesanato indígena produzido em todo o Brasil é vendido nas lojas da Artíndia</span></span><br /></div><br />Por fim, para os interessados em arte indígena, existe uma loja que junta diversas associações de artesãos indígenas está presente em várias cidades brasileiras. É a Artíndia, que é parte de um projeto da FUNAI. Há lojas em Belém, Rio de Janeiro, Manaus, Cuiabá, Brasília, Recife, São Paulo e Goiânia. A grande vantagem é a garantia de procedência.<br /><br /><a href="http://www.funai.gov.br/" target="blank">>>Veja aqui todos os endereços das lojas da Artíndia pelo Brasil.</a>Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-10742896992370175782008-06-26T12:43:00.006-03:002008-06-26T13:25:39.453-03:00Sopas para encarar o frioA temperatura dos últimos dias já demonstrou que estamos oficialmente no inverno nas regiões sul e sudeste e que é hora de planejar as refeições para os dias frios.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Fernando Moraes</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/sopa-na-galeria-dos-paes-734550.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/sopa-na-galeria-dos-paes-734546.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Buffet de sopas da Galeria dos Pães, em São Paulo</span></span><br /></div><br />Então, para a turma de São Paulo, quero lembrar que as sopas são uma tradição nas padarias da cidade e que, entre elas, destacam-se as da padaria <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/comidinhas/est0100247.html?enderecoID=4f7b2b86633de010VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Galeria dos Pães</a>, que fica no Jardim América e oferece um buffet de sopas que faz muito sucesso. Os caldos começam a ser servidos às 18 horas e há sempre opções quentinhas até as cinco da manhã. Os clientes pagam um preço fixo e se servem à vontade no buffet que também inclui pães, frios e sucos. Há sempre seis opções de sopas e uma das preferidas do público é a tradicional canja de galinha.<br /><br />Para o pessoal que vai subir a serra, na direção de Campos do Jordão, onde amanhã começa a funcionar o Espaço Cultural Veja São Paulo, a sugestão é aquecer-se com uma sopa do restaurante <a href="http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/vale_do_paraiba/restaurantes_montanha.shtml#sopa" target="blank">La Coupole</a>, no bairro do Capivari. O campeão de pedidos no local é o creme de mandioquinha com funghi, mas também vale provar a sopa de aspargos frescos com vinho branco gratinada com parmesão, uma criação bem recente da casa e bastante substanciosa.<br /><br />Lá em Porto Alegre, a sugestão são as sopas do restaurante natural <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/porto-alegre/restaurantes/29503/vida-saude" target="blank">Vida &amp; Saúde</a>, que no cardápio de hoje oferece creme de milho e sopa de feijão.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Paulo Rezende</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/caldos-24-horas-731296.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/caldos-24-horas-731291.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Os caldos e sopas do Caldos 24 horas, em Goiânia</span></span><br /></div><br />Agora, como a gente já comentou aqui no boletim uma vez, também os pessoal das regiões mais quentes do país tem boa oferta de sopas, que acabam sendo uma opção interessante principalmente à noite, porque compõem uma refeição mais leve. Por isso, quero lembrar que há uma casa de sopa premiada pela Veja Goiânia, a <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/goiania/editorial/m205/bares#fim" target="blank">Caldos 24 Horas</a>, no Jardim América. Lá eu sugiro provar a sopa de galinha caipira apimentada. Também houve premiação para o melhor caldo de Recife, onde casa vencedora foi a <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/editorial/m554/bares#caldinho" target="blank">Caldíssimo Grill</a>, do bairro de Boa Viagem. Para ficar no espírito praiano da cidade, uma boa alternativa é provar o caldo de camarão ou o caldo de peixe.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-2453937185527493482008-06-25T13:03:00.009-03:002008-06-26T12:46:44.701-03:00Os livros dos grandes chefs do Brasil<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-1-712174.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-1-712172.jpg" alt="" border="0" /></a>Uma vez nós conversamos neste boletim sobre livros de gastronomia, mas hoje quero voltar ao tema com uma abordagem mais específica, para atender àqueles ouvintes que querem não só receitas, mas fazem questão de que elas sejam assinadas por fontes muito autorizadas. Vou falar então de alguns livros assinados por chefs renomados do Brasil.<br /><br />Por exemplo, o chef Paulo Martins, do restaurantes <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/editorial/m498/restaurantes#regional" target="blank">Lá em Casa</a>, de Belém de Pará, assina com a insuspeita autoridade o livro <span style="font-style: italic;">Culinária Paraense, o Sabor da Floresta</span>. Na obra, ele discorre sobre as características pecualires da culinária local, dá 20 receitas e ainda brinda o leitor com um documentário em DVD que mostra o passo a passo da execução das receitas e exibe um passeio pelas atrações turísticas de Belém e região.<br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-2-742165.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-2-742163.jpg" alt="" border="0" /></a>O chef Edinho Engel, dos restaurantes <a href="http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/vale_do_paraiba/restaurantes_mar.shtml#regiao" target="blank">Manacá</a>, de Camburizinho, no litoral paulista, e também do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m181/restaurantes#cidade" target="blank">Amado</a>, de Salvador, é autor da obra <span style="font-style: italic;">O Cozinheiro e o Mar: a Cozinha de Edinho Engel e o Restaurante Manacá</span>, no qual dá 41 receitas de pratos que fizeram ou fazem parte do cardápio de seu estabelecimento.<br /><br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-3-712386.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-3-712371.jpg" alt="" border="0" /></a>A chef Carla Pernambuco, do restaurante <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100810.html?enderecoID=56c0c95ab3130110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Carlota</a>, em São Paulo, tem três livros disponíveis para a estante dos gourmets. Nós já comentamos uma vez o <span style="font-style: italic;">As Doceiras</span>, sobre sobremesas, mas ela assina também o <span style="font-style: italic;">Carlota, Balaio de Sabores</span>, que detalha suas criações salgadas. Nesse livro, Carla Pernambuco dá o passo a passo de pratos como o camarão crocante, pastelão de palmito e as batatas ao muro, todas com muitas dicas da chef e fotos dos pratos. Há ainda o <span style="font-style: italic;">Juju na Cozinha do Carlota: 29 Receitas Muito Fáceis para Crianças</span>. A obra infantil reúne 29 receitas de salgados, doces e bebidas para a criança fazer em casa ou na escola. Para completar, traz ainda um prato especial para as crianças prepararem para o bichinho de estimação. O passo a passo de cada um dos pratos é ilustrado e traz curiosidades sobre os ingredientes.<br /><br /><br />Por fim, vamos falar de dois chefs fanceses radicados no Brasil, ambos com grande sucesso.<br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-4-770832.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-4-770814.jpg" alt="" border="0" /></a>Começo por Claude Troisgros, do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/6872/olympe" target="blank">Olympe</a>, que também tem dois títulos publicados. nas prateleiras das livrarias. Uma vez já comentamos o <span style="font-style: italic;">Receitas Originais do Chef Calude Troigros</span>, no qual ele trata de receitas que privilegiam o uso dos ingredientes brasileiros e ensina a substituir importados. Mas há também o livro <span style="font-style: italic;">As Receitas Preferidas do Chef Claude Troigros</span>.<br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-5-702330.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/livros-5-702328.jpg" alt="" border="0" /></a>O outro francês chef-escritor é Laurente Suadeau, que hoje pilota sua própria academia de culinária em São Paulo. Seus livros são <span style="font-style: italic;">Laurent – O Sabor das Estações</span>, com 55 de suas mais conhecidas fórmulas recomendadas conforme as estações do ano, e <span style="font-style: italic;">Cartas a um Jovem Chef: Caminhos no Mundo da Cozinha</span>, muito indicado para profissionais que estão começando no mundo da culinária e para amadores que têm pretensões maiores nesse universo.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-30677874338677486182008-06-24T12:57:00.002-03:002008-06-24T16:31:16.417-03:00As atrações de IlhabelaNo próximo dia 6 de julho, começa um dos mais divertidos eventos turísticos da temporada de inverno na região Sudeste: a <a href="http://www.risw.com.br/2008/" target="blank">Semana Internacional de Vela</a>, em Ilhabela, a 200 quilômetros de São Paulo. Esse é o mais importante evento do gênero na América Latina e este ano chega a sua 35a edição da competição, com mais de 150 barcos inscritos. Até a abertura das regatas, os organizadores esperam chegar a 200 veleiros participantes, num total de 1 600 velejadores competindo em dez categorias. O evento sempre começa com uma regata que vai até a ilha de Alcatrazes, a 40 quilômetros da costa. Uma notícia importante para velejadores sem barco: o site oficial da competição aceita inscrições para uma bolsa de tripulantes que podem vir a completar equipes de alguns veleiros.<br /><br />Para quem vai ver as largadas e passar esses dias na Ilha, há uma série de atrações. A mais lógica, é visitar algumas praias, como a <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=108199" target="blank">dos Castelhanos</a>, que só pode ser acessada de lancha ou por estrada de terra que exige um bom quatro por quatro. O lugar tem ondas ótimas para o surfe e que ocasionalmente recebe a visita de golfinhos. Para quem busca agitação, o <a href="http://viajeaqi.abril.com.br/g4r/" target="blank">Guia Quatro Rodas</a> indica a <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=108222" target="blank">Praia do Curral</a>, a mais freqüentada da ilha, com acesso fácil e boa estrutura de bares e restaurantes.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Bia Parreiras</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/praia-do-bonete-em-ilhabela-790910.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/praia-do-bonete-em-ilhabela-790907.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Barcos na Praia Bonete, em Ilhabela</span></span><br /></div><br />No capítulo de alimentação e diversão, a ilha é um lugar privilegiado. A última edição de Veja <a href="http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/vale_do_paraiba/index.shtml" target="blank">Mar, Vale &amp; Montanha</a> teve diversos estabelecimentos indicados pelo júri entre os melhores do litoral norte. Entre eles, o bar Creoula, indicado como um dos melhores para dançar e o Santa Mia, apontado como o que oferece uma das melhores caipirinhas da região.<br /><br />Do dia 4 ao dia 20 de julho, a <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/ilhabela2008/" target="blank">Veja São Paulo vai montar um grande espaço de diversão no píer de Ilhabela</a>, com cinema, espaço gastronômico e um palco com programação de shows todos os dias.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Bia Parreiras</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-troia-712158.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-troia-712124.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Ambiente do restaurante Tróia no DPNY Beach Hotel Boutique</span></span><br /></div><br />Para a hospedagem, uma sugestão é o hotel <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=169603" target="blank">DPNY Beach Hotel Boutique</a>, na Praia do Curral. Entre outros atrativos, o hotel tem o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/restaurantes/pop_rest.php?cod_rest=260112" target="blank">restaurante Tróia</a>, dono de uma estrela no Guia Quatro Rodas. Ali, em dias de sol, é possível até almoçar com elegância e o pé na areia. Da cozinha saem receitas preparadas pela chef Flavia Pascalicchio. Para a entrada, ela sugere o kibe veggie, um quibe de soja com legumes e coalhada com hortelã. Já uma alternativa para o prato principal é o gamberi tróia (camarões com molho de laranja, favas de baunilha, purê de cará e legumes). Para a sobremesa, creme de manga com calda de manjericão.<br /><br /><span style="font-style: italic;">Creoula</span><br />Av. Força Expedicionária Brasileira, 35, centro<br />Fone: (12) 3896-3403<br /><br /><span style="font-style: italic;">Santa Mia</span><br />Rua Antônio Lisboa Alves, 42, centro<br />Fone: (12) 3896-3403Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-60849414619893367372008-06-23T13:17:00.003-03:002008-06-23T13:31:50.748-03:00O Festival Folclórico de ParintinsJá falamos no boletim sobre as grandes festas de São João no Nordeste e também sobre o bumba meu boi em São Luís do Maranhão. Hoje vamos falar sobre a festa do boi <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=5184" target="blank">Parintins</a>, cidade que fica a 420 quilômetros de Manaus. Por lá a apresentação ganhou dimensões carnavalescas, com o desfile sendo realizado num bumbódromo, desde 1988.<br /><br />Há a famosa rivalidade entre Garantido e Caprichoso. A "briga" divide a cidade durante o festival e no resto do ano. Por lá dá para encontrar bairros inteiros (casas, postes, placas de trânsito, orelhões...) pintados de vermelho ou azul, conforme a torcida. A rivalidade teve início há quase cem anos, quando dois grandes grupos começaram a representar nas ruas de Parintins. O boi-bumbá é uma variação do bumba-meu-boi nordestino cuja principal diferença é a prensença de personagens indígenas no enredo.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Divulgação</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/festival-de-parintins-757477.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/festival-de-parintins-757449.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Alegorias da festa no bumbódromo em Parintins</span></span><br /></div><br />O primeiro boi a representar essa história foi o Garantido, que se veste de vermelho e foi fundado em 1913. Nove anos depois, apareceu o boi Galante, renomeado como Caprichoso em 1925, e que vai para avenida todo vestido de azul. No começo, a festa era pequena, realizada no centro da cidade, mas virou uma superprodução comparável aos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro. Nas três noites de disputa, o espetáculo chega a atrair 100 mil pessoas.<br /><br />Os grupos desfilam nos três dias de evento, cada um leva para a avenida cerca de 3 500 integrantes. As apresentações acontecem em três noites seguidas e cada boi desfila no bumbódromo por cerca de duas horas e meia. Há um júri que avalia a performance dos bois e elege o grande vencedor de cada ano.<br /><br />Este ano, a festa acontece entre os dias 27, 28 e 29 de junho e a má notícia é que os lugares mais em conta para assistir à grande festa já estão esgotados. Restam apenas os camarotes para até 15 pessoas, válidos para todos os dias, ao preço de 10 400 reais. Antes havia convites de 420 reais por pessoa para os três dias.<br /><br />Assim como os ingressos estão escassos, hospedagem na cidade também é uma coisa difícil de se conseguir. A maioria dos hotéis já está lotado para o período. Encontrei vagas ainda no <a href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hs=MEU&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;q=hotel+avenida&amp;near=Parintins+-+AM&amp;fb=1&amp;cid=0,0,1368388403100131857&amp;sa=X&amp;oi=local_result&amp;resnum=1&amp;ct=image" target="blank">Hotel Avenida</a>, indicado pela Secretaria de Turismo de Parintins. O hotel fica no centro da cidade e cobra 1 200 reais para hospedar um casal durante os três dias, com café da manhã. Há ainda uma outra opção. Uma prática muito comum nessa época do ano é que os moradores da cidade alugam suas casas para os turistas se hospedarem durante o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=133904" target="blank">Festival Folclórico</a>.<br /><br />Para finalizar, vale indicar <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/restaurantes/pop_rest.php?cod_rest=164014" target="blank">restaurante da Gabi</a>, listado pelo <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/" target="blank">Guia Quatro Rodas</a> e que foi uma das razões para que <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/04/os-melhores-destinos-de-interior.shtml" target="blank">Parintins fosse escolhida como o melhor destino de interior da Região Norte do Brasil</a> na última edição de Veja O Melhor do Brasil. A casa oferece um cardápio de receitas regionais, com muitos peixes da região. Alguns dos mais pedidos são o tucunaré e sardinha na brasa acompanhados de farinha de tucumã e a caldeirada de tambaqui. Vale a pena passar por lá para recarregar as energias entre uma festa e outra.<br /><a href="http://www.tucunareturismo.com.br/" target="blank"><br />>>Compre aqui ingressos para o Festival Folclórico de Parintins.</a>Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-79347406138778291002008-06-20T13:02:00.001-03:002008-06-20T13:02:00.833-03:00O melhor de Recife<div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Eduardo Queiroga</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-722750.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-722745.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Dona Lúcia Rosa do Nascimento, a tia Lu, preparando tapioca no Alto da Sé</span></span><br /></div><br />Talvez alguns de vocês se lembrem de que em agosto do ano passado nós fizemos uma <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2007/08/melhor-tapioca-do-brasil_22.shtml" target = "blank">enquete sobre a melhor tapioca do Brasil</a> no boletim e aqui no blog. Eu nunca divulguei o resultado porque estava esperando uma oportunidade de fazer isso ao vivo, diretamente do lugar onde se encontra essa tapioca tão especial. E hoje fiz o boletim direto do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/comidinhas/32333/alto-da-se" target = "blank">Alto da Sé</a>, em Olinda, Pernambuco, bem em frente às tapioqueiras premiadas e esperando que elas terminem a minha própria tapioca. No sítio histórico de Olinda há mais de trinta tapioqueiras preparando a iguaria, mas quem geralmente as representa é a tia Lu, que ontem esteve no evento de lançamento de <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife" target = "blank">Veja O Melhor de Recife</a> para mais uma vez receber o prêmio atribuído pelos jurados da edição que começa a circular neste final de semana. As outras duas tapiocas mais votadas no blog foram a Tapioquinha de Mosqueiro, lá de <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/" target = "blank">Belém</a>, e a Tapioca Gigante, da praia da Ponta Verde, em <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/01/o-melhor-de-macei.shtml" target = "blank">Maceió</a>. Como na próxima semana eu tenho de ir a Maceió, vou aproveitar para visitar a Tapioca Gigante e fazer uma comparação com a da Tia Lu e suas colegas aqui do Alto da Sé.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Eduardo Queiroga</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/wiella-bistro-760442.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/wiella-bistro-760433.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Perdiz com cuscuz marroquino do restaurante Wiella Bistrô</span></span><br /></div><br />Aproveitando, vamos falar de outros vencedores desta edição aqui do Recife. O grande premiado da noite foi o restaurante <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/restaurantes/31855/wiella-bistro" target = "blank">Wiella Bistrô</a>, que ficou com os prêmios de melhor variado, melhor carta de vinhos e melhor da cidade. O Wiella é um restaurante de toque francês comandado pelo Claudemir Barros, com um ambiente e um cardápio bem adequado a grandes celebrações, como um aniversário de casamento, por exemplo. É uma casa bastante aberta a influências externas, tanto que a cada aniversário convida um chef famoso para comandar a cozinha. Já passaram pela cozinha Laurent Saudeau, Claude Troigrois e Erick Jacquin. O convidado para setembro deste ano é Alex Atala. Para entrada, a sugestão é o cassoulet de frutos do mar. Em seguida, codorna recheada com suflê de legumes e molho de jaboticaba. Para finalizar a refeição, a dica é o nougat glacê (espécie de torrone gelado) com coulis (tipo de calda gelada) de gengibre. Para acompanhar as refeições, o Wiella oferece uma vasta carta de vinhos com 230 rótulos.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Bárbara Wagner</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/casa-dos-frios-799278.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/casa-dos-frios-798831.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >O bolo-de-rolo é destaque entre as guloseimas preparadas na Casa dos Frios</span><br /></div><br />Para voltar a uma especialidade bem regional, também foi eleita este ano a casa que serve o melhor bolo de rolo da cidade. E a vencedora foi a cadeia de lojas Casa dos Frios, com endereços na praia da Boa Viagem e em Graças. O bolo-de-rolo acaba de ganhar o título de Patrimônio Cultural e Imaterial de Pernambuco. A receita da <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/comidinhas/32225/casa-dos-frios" target = "blank">Casa dos Frios</a> já é tradicional, até o Papa João Paulo II, quando esteve na cidade em 1980, provou a iguaria. Não se sabe bem se são as camadas finíssimas da massa fofinha ou o recheio delicioso de goiabada derretida, ou até as duas coisas juntas, o que garante o sucesso dessa receita. Além do tradicional recheio, há versões de doce de leite, ameixa, chocolate, amêndoa, nozes e maracujá. Pois então, saindo aqui do Alto da Sé, depois de algumas tapiocas salgadas, eu vou passar na Casa dos Frios e não só comer bolo-de-rolo como também comprar alguns para viagem e para presentear os amigos.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-75690573168033117782008-06-19T13:01:00.003-03:002008-06-19T13:32:28.883-03:00O bumba-meu-boi de São LuísNa <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/06/festas-de-so-joo-pelo-brasil.shtml" target="blank">terça-feira falamos sobre as festas juninas de Cauruaru e de Campina Grande</a>, mas em <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=6819" target="blank">São Luís do Maranhão</a> também há uma programação bem agitada para homenagear São João.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Cláudia Larangeira</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bumba-meu-boi-778883.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bumba-meu-boi-778836.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">O bumba-meu-boi anima São Luís todos os anos no mês de junho</span></span><br /></div><br />Mas são festejos diferentes. O ritmo das celebrações por lá é ditado pelo bumba-meu-boi. No tradicional enredo da apresentação, o casal de escravos Catirina e Nego Chico têm de lidar com a fúria do senhor da fazenda. Isso porque o marido matou o boi do patrão para satisfazer o desejo da esposa grávida que queria comer a língua do animal. As atrações ficam espalhadas por toda a cidade, em pequenos arraiás. Mas o palco principal da festa é montado na Praça Maria Aragão, onde a programação começa na próxima sexta-feira, dia 20 e dura nove dias sem intervalos. Neste espaço, há uma novidade, o Barracão do Forró, que será palco para dois shows todas as noites. Há ainda mais de vinte barraquinhas que vendem guloseimas. Além das receitas típicas da época, são preparados peixe frito, torta de camarão ou caranguejo, arroz de cuxá (leva camarão seco, gergelim, vinagreira – que é uma erva amarga – e temperos como a pimenta de cheiro) e vatapá.<br /><br />Para hospedagem, a dica é o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=1200497" target="blank">Grand São Luís</a>. O hotel fica no Centro Histórico da cidade, que também é palco das celebrações juninas. Ainda há disponibilidade tanto para este fim de semana, do dia 20, quanto para o próximo. A diária sai por 250 reais para o casal com direito a café da manhã.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Bia Parreiras</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/sao-luis-709967.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/sao-luis-709934.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Os casarões do Centro Histórico de São Luís</span></span><br /></div><br />Já que eu falei do <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=133579" target="blank">Centro Histórico</a>, se sobrar um tempinho em meio à folia junina, esse é o local ideal para se fazer um passeio em São Luís. Há um total de quatro mil imóveis tombados na cidade, dos quais mais de mil reconhecidos pela Unesco como Patrimônio cultural mundial. São casarões antigos, construídos nos séculos XVIII e XIX, muitos com as fachadas revestidas de azulejo português. A área foi restaurada há pouco tempo, com aterramento da fiação elétrica e a instalação de luminárias de época.<br /><br />Ainda no Centro Histórico, há dois endereços que os turistas não podem deixar de conhecer. A <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=163976" target="blank">Casa Maranhão</a>, que tem um acervo grande sobre a cultura das festas juninas e a história do Bumba-meu-boi. O museu fica instalado no antigo Prédio da Alfândega e explica a história dessas festas folclóricas. O <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=110974" target="blank">Teatro Arthur Azevedo</a>, construído em 1817, também merece uma visita. A casa de espetáculos tem arquitetura inspirada nos grandes teatros europeus do século XIX, com lustres de cristal, auditório em formato de ferradura e camarotes no alto. O teatro foi restaurado e modernizado e está aberto para visitas guiadas.<br /><br />O restaurante <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/restaurantes/pop_rest.php?cod_rest=105656" target="blank">Cabana do Sol</a> é avaliado com uma estrela no <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/" target="blank">Guia Quatro Rodas</a> e fica no Farol de São Marcos, na capital maranhense. O grande galpão com vigas aparente e iluminação indireta tem decoração colorida com elementos regionais. O cardápio tem como carro-chefe a carne-de-sol, que pode ser de alcatra, picanha ou filé. A carne é preparada na brasa e chega à mesa acompanhada de arroz, baião-de-dois, feijão-verde, paçoca, purê de mandioca e banana à milanesa. Outras opções são arroz de cabrito, no qual a carne é cozida junto com o arroz e servida com banana à milanesa ou ainda a peixada maranhense, que são postas de pescada amarela cozidas, guarnecidas com arroz branco, pirão e banana à milanesa.<br /><br />E antes que o pessoal do Amazonas comece a mandar e-mails, já vou avisando que falo do boi de Parintins num dos próximos boletins, sem falta.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-48426521174244808072008-06-18T13:02:00.004-03:002008-06-18T13:31:44.792-03:00Onde comer e se hospedar durante a SPFW<div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;">Até as parelelepípedos da capital paulista já sabem que começou ontem a São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda da América Latina, que deve receber mais de 50 mil visitantes até a próxima segunda-feira, dia 23. Aqui vão algumas indicações para quem está programando visitar o evento, tanto para se hospedar quanto para comer bem nas proximidades.</div><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Daniel Kfouri</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/predio-da-bienal-2-753601.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/predio-da-bienal-2-753596.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">O prédio da Bienal do Ibirapuera é o cenário dos desfiles da SPFW</span></span><br /></div><br />Para a hospedagem, o <a href="http://www.hotelunique.com.br/splashpage/" target="blank">hotel Unique</a>, no Jardim Paulista, tem tudo a ver com o perfil do pessoal interessado por moda e design. Na edição do ano passado de Veja O Melhor do Brasil, o hotel foi apontado como o mais indicado para quem visita a São Paulo Fashion Week. O Unique tem um arrojado projeto com forma de arco invertido e janelas redondas idealizado pelo arquiteto Ruy Othake. E o melhor de tudo é a proximidade, o hotel fica a apenas dois quilômetros da entrada principal do Parque Ibirapuera, onde acontecem os desfiles. Quanto à disponibilidade, ontem o Unique só tinha vagas para quem chega a partir de amanhã, quinta-feira, com diárias à partir de 770 reais para o casal no quarto standard. O preço não inclui café-da-manhã, que custa 40 reais por pessoa.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Renata Ursaia</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/hotel-unique-786411.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/hotel-unique-786406.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Fachada do hotel Unique: projeto de Ruy Othake</span></span><br /></div><br />Outra opção bastante prática é o <a href="http://www.accorhotels.com.br/guiahoteis/sofitel/hotel_main.asp?cd_hotel=7" target="blank">hotel Sofitel</a>, que fica bem de frente para o prédio da Bienal. Na teoria, daria para ir a pé até o evento, atravessando uma passarela. Mas a área é tão mal cuidada que é melhor tomar um táxi.<br /><br />Agora as opções para comer. Para quem se hospeda no Unique, vale conhecer o restaurante <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0101157.html?enderecoID=9997aa1987532110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Skye</a>, comandado pelo chef francês Emmanuel Bassoleil. Observando a bela vista, pode-se experimentar pratos como a polenta ao ragu de vitelo. Para a entrada a dica é a panacota de queijo feta guarnecida de folhas verdes, pêra cozida ao açafrão e calda de damasco.<br /><br />Dentro do parque Ibirapuera, uma opção óbvia e bastante interessante para o almoço é o próprio <a href="http://www.mam.org.br/visite/restaurante/" target="blank">Restaurante do MAM</a>, que está alguns passos das passarelas. Mas nas imediações, para os almoços de negócios e para os jantares mais relaxados, depois de um dia inteiro de desfiles, há alguns dos melhores da cidade. Por exemplo, o <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100696.html?enderecoID=e677a7ca40842110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Brasil a Gosto</a>, que adapta a para paladares mais delicados algumas opções típicas da culinária brasileira, como a carne-seca desfiada e refogada com cebola, acompanhada de batata doce na manteiga de garrafa.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Divulgação</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/d.o.m.-764562.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/d.o.m.-764534.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Ambiente do restaurante D.O.M., do chef Alex Atala</span></span><br /></div><br />Bem de acordo com o clima está também o <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100829.html?enderecoID=faa4c95ab3130110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">D.O.M.</a>, melhor cozinha contemporânea da capital paulista e único restaurante brasileiro a figurar na lista dos 50 melhores do mundo. Vale provar o atum grelhado em crosta de gergelim que é servido com um mix de cogumelos.<br /><br />Para finalizar o boletim, sobretudo para a turma que precisa vigiar a silhueta com esmero de modelo, uma opção interessante é o <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100833.html?enderecoID=e0f5c34b3ca19110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Ráscal</a>, melhor restaurante de comida rápida da cidade que tem um endereço na rua Leopoldo Couto de Magalhães, não muito longe do prédio Bienal do Ibirapuera. Na casa, os clientes podem se servir em um bufê de saladas, que inclui pratos como o cuscuz marroquino com abacate. Há ainda bufê de massas, de grelhados e trinta sabores de pizza.<br /><br /><a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/spfashionweek/" target="blank">>>Saiba as novidades da SPFW aqui.</a>Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-53533675582273481312008-06-17T12:55:00.001-03:002008-06-17T12:59:01.954-03:00Festas de São João pelo BrasilTodo mundo sabe que o Congresso tem sérios problemas de funcionamento no mês de junho por causa das festas de São João. Para quem vive em regiões onde essas datas são comemoradas no máximo com uma quermesse na escola dos filhos, é difícil entender o tamanho do fenômeno representado por esses eventos, principalmente na região Nordeste do país. Mais do que isso, provavelmente quase ninguém pensou em viajar para as cidades em que as festas são mais do que tradicionais, numa espécie de turismo junino. Mas aqui vai uma comparação bem adequada: o São João, que se comemora no dia 24 de junho mas cuja festa na prática em muitas cidades dura quase o mês inteiro, é tão grande em termos de quantidade de gente e variedade de atrações quanto uma Octoberfest em Santa Catarina.<br /><br />Quem acha que é um evento para dançar quadrilha, tomar quentão e comer pé-de-moleque ainda não viu nada. Nas maiores festas de São João, rolam shows de bandas tradicionais para milhares de pessoas, grandes empresas fazem ações de marketing gigantescas, vendedores de bugigangas e artistas alternativos vendem praticamente todos os seus estoques, os hotéis ficam lotados e até VIPs da televisão marcam presença, para depois aparecer em fotos das revistas de fofoca.<br /><br />As cidades de <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=1731" target = "blank">Caruaru</a>, em Pernambuco, e <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=1447" target = "blank">Campina Grande</a>, na Paraíba, compatilham o título de maior festa junina do Brasil. Há até uma certa rivalidade entre os dois municípios na disputa de quem organiza a maior celebração a São João. Caruaru, que fica a 137 quilômetros de Recife, a festa dura quase um mês. Campina Grande está a 120 quilômetros de João Pessoa. Como a distância entre as duas cidades é de apenas 140 quilômetros, uma alternativa turística interessante é ver as duas festas e decidir por si mesmo qual é a mais animada.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Renato de Sousa</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/festa-junina-em-caruaru-707946.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/festa-junina-em-caruaru-707942.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">A festa junina em Caruaru, Pernambuco</span></span><br /></div><br />Em Caruaru, a festa dura quase o mês inteiro. Este ano, o evento começou em 31 de maio e vai até 28 de junho. O acesso à festa, num terreno da Fundação Cultura, é gratuito e a programação tem shows de forró, quadrilhas e apresentações de mamulengo - aqueles teatros de fantoches típicos do nordeste. O espaço da festa abriga ainda um parque de diversões, exposições sobre arte com barro e a história do forró, uma feirinha de artesanato e uma gama enorme de opções para quem quiser fazer uma refeição no restaurante ou simplesmente beliscar uma guloseima nas barraquinhas. A dica de hospedagem em Caruaru é o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=101769" target = "blank">hotel Village</a>, que ainda tem umas poucas vagas para o período. A diária sai a partir de 270 reais para o casal com café da manhã.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Bia Parreiras</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/festa-junina-em-campina-grande-758433.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/festa-junina-em-campina-grande-758295.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Quadrilha se apresenta no Parque do Povo, em Campina Grande</span></span><br /></div><br />Campina Grande, por seu lado, afirma que tem o maior São João do mundo. Também é uma festa de mês inteiro, com atrações centralizadas no Parque do Povo, que tem mais de 40 000 metros quadrados. Mas a cidade inteira fica enfeitada com bandeirinhas. Na programação, há shows de forró e apresentações de quadrilhas todos os dias. A entrada da festa também é gratuita. Para completar o arraial, há muita pamonha, canjica e queijo coalho assado na brasa.<br /><br />Por lá, uma boa opção de hospedagem é o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=260590" target = "blank">Garden Hotel</a>. As diárias no período custam a partir de 130 reais para o casal. Mas a má notícia é que não há mais vagas para os fins de semana, somente de segunda à sexta.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-31299333510615813332008-06-16T12:23:00.013-03:002008-06-16T13:09:46.197-03:00O Instituto Italiano de Culinária para EstrangeirosNa <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/06/os-melhores-de-manaus.shtml" target="blank">quinta-feira</a>, eu contei aqui no boletim que o chef eleito em Manaus como o melhor da cidade, Antony Carvalho, fez sua formação em gastronomia no <a href="http://www.ucs.br/extensao/escolagastronomia/apresentacao" target="blank">Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros em Flores da Cunha</a>, no Rio Grande do Sul. Hoje eu quero falar um pouco mais sobre essa iniciativa, tanto para dar alguma informação a quem tem interesse em estudar gastronomia a sério quanto para informar os ouvintes interessados no assunto sobre esse projeto.<br /><br />O Instituto é uma parceria da entidade criada por chefs italianos há mais de 15 anos com a Universidade de Caxias do Sul, onde o projeto começou a funcionar em 2004. Diversos chefs premiados pelo Melhor da Cidade em todo o país passaram por essa escola ou já tiveram contato com profissionais locais.<br /><br />O objetivo da escola é formar tanto profissionais de culinária quanto de enologia.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Divulgação</span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/icif-italiano-771237.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/icif-italiano-771233.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Alunos em frente ao castelo que abriga a sede do ICIF, na Itália</span></span><br /></div><br />Na Itália, a escola tem uma sede no castelo medieval de <span style="font-style: italic;">Costiglione d’Asti</span>, na região de Monferrato, no norte do país. Existem instalações do <a href="http://www.icif.com/ita/default.htm" target="blank">ICIF</a> também na Alemanha, Austrália, Canadá, China, Coréia, Estados Unidos, Japão, Taiwan e na Venezuela.<br /><br />Um destaque da escola brasileira é o um prédio de 1,5 mil metros quadros, com anfiteatro para aulas de demonstração, sala de panificação e confeitaria, sala para preparo de massas frescas, biblioteca, sala de atividades culturais, espaço de convivência, vestiários e show-room. A enoteca, por seu lado, tem iluminação e climatização, sala para degustação de vinhos e 25 postos individuais para avaliadores, incluindo, claro, taças de cristal para cada tipo de vinho.<br /><br />Todos os alunos trabalham em bancadas individuais, com equipamentos e utensílios exclusivos: forno, fogão, pia e acessórios de trabalho, num modelo igual ao do Castelo italiano.<br /><br />Lá em Flores da Cunha também funciona o Restaurante Dolce Itália, que serve jantares e almoços para o público externo mediante reserva.<br /><br />Mauro Cingolani o chef instrutor, é formado em Turim, na Itália. Tem experiência em restaurantes em Milão, Nova Iorque e Londres. E já deu aulas, pelo ICIF, nas Ilhas Maurício, em Bombain, na Índia, e no Brasil. É chef executivo do restaurante Arte in Távola, em Farroupilha.<br /><br />Há inscrições abertas para os cursos de:<br /><br />>><a href="http://www.ucs.br/ucs/extensao/escolagastronomia/cursos/44/apresentacao" target="blank">Curso de Sommelier Internacional FISAR </a><br /><br />>><a href="http://www.ucs.br/ucs/extensao/escolagastronomia/cursos/50/apresentacao" target="blank">Formação Básica de Chef de Cozinha - Turma XII </a><br /><br />>><a href="http://www.ucs.br/ucs/extensao/escolagastronomia/cursos/51/apresentacao" target="blank">Gastronomia Italiana Tradicional</a><br /><br />Em julho, o ICIF italiano vai dar uma pequena mostra de suas competências no evento Grandes Chefs, que a Veja São Paulo vai realizar no Jóquei Clube. Ali, além das aulas de gastronomia, haverá também alguns jantares especiais, preparados por alguns dos grandes chefs brasileiros, entre eles Edinho Engel, do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m181/restaurantes#cidade" target="blank">Amado</a>, de Salvador, César Santos, do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/editorial/m384/restaurantes#brasileiro" target="blank">Oficina do Sabor</a>, de Olinda, Mara Alkamin, do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/brasilia/restaurantes/30033/zuu-az-dz" target="blank">Zuu a.Z d.Z</a>, de Brasília e Ivo Faria, do <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belo-horizonte/restaurantes/25596/vecchio-sogno" target="blank">Vecchio Sogno</a>, de Belo Horizonte. Também haverá alguns campeões de comidinhas mostrando suas habilidades.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-20738854015171051842008-06-13T13:29:00.010-03:002008-06-23T15:42:11.980-03:00O Tucunaré<div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Roberto Jayme</span></span><br /></div><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/o-tucunare-754317.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/o-tucunare-754309.jpg" alt="" border="0" /></a>Aproveitando a volta da viagem de Manaus, cuja edição 2008 de O Melhor da Cidade começa a circular neste final de semana, vamos dedicar o boletim de hoje ao peixe que virou um símbolo da região norte, o tucunaré. Trata-se de um peixe muito apreciado tanto à mesa quanto por praticantes de pesca esportiva, porque é bastante violento na captura de seu alimento, com tamanho que varia entre 30 centímetros e um metro e com peso de até 12 quilos.<br /><br />Hoje o tucunaré pode ser pescado em todo o país. Até no Paraná, em plena região sul, há rios em que se encontra esse peixe. Ele já é comum também no rio São Francisco e em algumas regiões do Pantanal, além das bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e do Prata.<br /><br />Para saborear o tucunaré, também há opções em todo o Brasil.<br /><br />Em São Paulo, por exemplo, o <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100696.html?enderecoID=e677a7ca40842110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank">Brasil a Gosto</a>, que foi eleito o melhor restaurante brasileiro da cidade, serve uma receita com o peixe. Da cozinha comandada pela chef Ana Luiza Trajano, sai o tucunaré assado em folha de bananeira acompanhado de palmito pupunha ao forno com manteiga de garrafa.<br /><br />Em Goiânia, o ninho do tucanaré pronto para consumo é o restaurante <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/goiania/restaurantes/26372/tucunare-na-chapa" target="blank">Tucunaré na Chapa</a>, no Setor Bueno. Esse mesmo estabelecimento tem endereços endereços também em Brasília. Além do tucunaré na brasa, as casas servem também o filé de tucunaré grelhado, com arroz, batata frita, pirão e vinagrete.<br /><br />Lá em Brasília, uma curiosidade são as receitas de tucunaré do restaurante chinês <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/brasilia/restaurantes/30023/palace-long-xiang" target="blank">Palace Long Xiang</a>: empanado, acompanhado de molho agridoce ou de limão, e cozido no vapor com molho de soja.<br /><br />Em Campinas, eu tinha indicado a filial do Tucunaré na Chapa, que não está mais funcionando. Mas, para quem ficou com água na boca, o restaurante <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/restaurantes/34142/alecio-s-peixes-e-frutos-do-mar" target="blank">Cantinho da Praia</a><a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/restaurantes/34142/alecio-s-peixes-e-frutos-do-mar">,</a> que fica no bairro de Guanabara, serve três receitas com tucunaré. O peixe à moda do chef é servido com molho de camarão, palmito e azeitona, acompanhado de arroz e fritas. Já o tucunaré à fiorentina é grelhado, coberto de creme de espinafre e gratinado, servido com arroz e purê de batatas. Por fim, há o peixe à belle meuniere, que é coberto com molho de camarões, champignon e alcaparras e servido com legumes na manteiga e arroz branco.<br /><br />E é claro que se deve registrar os melhores endereços para comer tucunaré na própria região Norte.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Cacau Mangabeira</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-choupana-772999.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-choupana-772959.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Ambiente do restaurante Choupana, em Manaus</span></span><br /></div><br />Em Manaus, esse lugar é o restaurante <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/manaus/restaurantes/31420/choupana" target="blank">Choupana</a>, campeão da especialidade pescados. Lá tem caldeirada, moqueca, peixe grelhado e na telha. Tudo de tucunaré.<br /><br />Em Belém, a casa que conquistou o título de melhor pescado da região foi o <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/editorial/m498/restaurantes#pescado" target="blank">Remanso do Peixe</a>, que serve um prato especial com tucunaré. Trata-se de um exemplar quatro quilos que vai à mesa recheado com camarão e caranguejo. Servido com arroz e farofa, dá para até sete sete pessoas.Marcos Emílio Gomeshttp://www.blogger.com/profile/10363016997636056062noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-38727578178231481852008-06-12T12:32:00.003-03:002008-06-13T14:14:11.583-03:00O melhor de ManausDaqui a pouco vou embora de Manaus levando na bolsa a mais nova edição da revista O Melhor da Cidade, que foi lançada ontem à noite e começa a circular no próximo final de semana.<br /><br />Aqui vão alguns dos resultados determinados pelo júri deste ano:<br /><br />Melhor restaurante da cidade: venceu o restaurante <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/manaus/restaurantes/31438/village" target="blank">Village</a> que ficou também com o título de melhor restaurante variado de Manaus. É uma casa de dois amplos e iluminados salões cujo segredo para conseguir ser um bom variado é fácil de explicar: tem dois chefs, um com grande experiência em culinária moderna, o Idelfonso de Jesus, que passou pelo Fasano, de São Paulo, e outro especialiado na característica comida regional, Francisco Dias Batista. Por isso, num cardárpio de 60 opções, tanto se pode pedir um file minhon recheado com queijo brie e acompanhado de risoto de rúcula e tomate seco quanto um pato no tucupi. Nos dois casos, garantem os jurados, o cliente sairá satisfeito. Para arrematar a refeição, vale provar uma sobremesa chamada néctar dos deuses. Ela é servida em uma taça enorme, com um pedaço de torta de sorvete de creme e uma farofa especial de chocolate.<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Cacau Mangabeira</span></span><br /></div><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-village-720852.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-village-720845.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-size:78%;"><span style="font-style: italic;">Costeleta de cordeiro e risoto de açafrão, prato do restaurante Village</span></span><br /></div><br />O chef do ano: o título ficou com Antony Carvalho, da <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/manaus/restaurantes/31363/cantina-dom-domenico" target="blank">Cantina Dom Domênico</a>, eleita como o melhor restaurante italiano. Em 2005, Antony, que é formado em ciências agrárias, abandonou o cargo de executivo em uma empresa de telefonia celular em Manaus e partiu para uma temporada no Rio Grande do Sul para estudar gastronomia na seção local do Instituto de Culinária Italiana. Depois montou em casa um delivery de comida italiana. Mas o sucesso e as broncas da mulher, que detestava aquela bagunça na cozinha, acabaram levando-o a abrir seu próprio restaurante.<br /><br />Por fim vamos falar de um estabelecimento que venceu numa especialidade que só existe em Manaus, o prêmio de Melhor Café Regional. As cafeterias da região servem receitas bem típicas, como tapiocas, mingaus ou ainda sanduíches de tucumã (o chamado X-caboclinho – que leva raspaz da fruta tucumã e queixo coalho derretido). O vencedor nessa especialidade foi o <a href="http://vejabrasil.abril.com.br/manaus/comidinhas/31527/joelza" target="blank">Café Joelza</a>, que nem tem placa na fachada e nem precisa porque todo mundo sabe que fica numa avenida bem movimentada que dá acesso à rodovia AM-010, sentido Roraima. O ambiente é rústico, com mesas e cadeiras de madeira distribuídas num amplo espaço rodeado de árvores nativas e coqueiros, e o lugar oferece 150 itens, a maioria produzida de forma artesanal. Na cozinha, cerca de trinta funcionários trabalham em ritmo acelerado no preparo de bolos, pães, sanduíches e outras combinações típicas como mingau de banana verde com castanha, canjica e cuscuz com manteiga. Estrela do cardápio, a tapioca aparece em pelo menos quinze versões, entre elas a de tucumã com coco e a de carne-seca com queijo. Além das bebidas quentes, sucos naturais de cupuaçu, graviola, acerola e jenipapo acompanham as guloseimas. Mais energética, a polpa de guaraná pode vir misturada a amendoim, laranja ou mel. Pratos como o franguinho de leite guarnecido de macaxeira e a carne-de-sol com farofa transformam café da manhã em uma refeição bem mais reforçada.