tag:blogger.com,1999:blog-71117686629507119412008-07-06T11:27:40.567-03:00TUDO COM CAFÉKinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comBlogger40125tag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-39213294285903083532008-07-06T10:22:00.003-03:002008-07-06T10:45:37.988-03:00Eu posso ser você!<a href="http://bp3.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/SHDMEp7jonI/AAAAAAAAARE/1s2eXO3d_UA/s1600-h/texto2.jpeg.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219896348469600882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/SHDMEp7jonI/AAAAAAAAARE/1s2eXO3d_UA/s400/texto2.jpeg.bmp" border="0" /></a> <div><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong></strong></span></span></div><div><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong></strong></span></span></div><br /><div><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>“</strong></span>Eu venho aprendendo a desempenhar um papel que, talvez, dispense a originalidade, ou a vaidade da autoria. Assim, quem sabe eu escape da soberba, pelos poucos leitores desse blog com quem falo a cada post. Entendo que um comunicador é um multiplicador. Mas tudo o que eu posso oferecer é minha escrita, minha voz e minha “meia verdade”, enquanto me aproprio de textos e mais textos que não precisam ser meus. Isaac Newton, disse que enxergou mais longe porque ficou em pé sobre os ombros de gigantes. Um escritor falará mais alto se lançar, através de sua escrita, a escrita de outros tantos pais de idéias, ou pais da matéria como diria o grande radialista, Osmar Santos. Por isso sem a mínima pretensão, eu posso dizer, sem medo de infringir leis de direitos autorais, para o bem de quem lê e ouve, que eu me sinto no dever de me apropriar de idéias dos outros, no dever de difundi-las. Desta maneira reside em mim e em quem me ouve, pensadores, sábios, revolucionários. Sou Platão. Sou Sêneca.Sou o apostolo Paulo. Sou madre Tereza. Sou Einstein. Sou Emerson. Sou Clarice Lispector. Lutero. Sou o seu João, meu pai e D. Eulália, minha mãe. Sou Ghandi, Dalai Lama. Irmã Dulce. Sou meu irmão e o meu amigo que me sopram coisas ao ouvido. Mas confesso ter minhas manias e exigências. Eu só repito o que leio e o que dizem se perceber que o endereço é a mente ou o coração. Quando abro o blog ou quando falo sou mais que eu, ,ou seja, sou eu mais os outros que eu gosto.<br />Eu posso ser você!<span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>”</strong></span></span></div><br /><br /><div><strong><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;color:#990000;"></span></strong></div><div><strong><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;color:#990000;"></span></strong></div><div><span style="font-family:Trebuchet MS;color:#990000;"></span> </div><div><span style="font-family:Trebuchet MS;color:#990000;">(Texto de Irineu Toledo. Um pouco modificado para o blog)</span></div><br /><br /><div><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;color:#990000;"></span></div><br /><br /><div></div>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-86717339449634273002008-06-30T22:11:00.005-03:002008-07-01T11:58:42.169-03:00Dúvida! - Não de que sou convencido!<span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" ><strong>“</strong></span>Você acredita em provérbios?<br />Eu ando não acreditando... Você conhece aquele que diz: </span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Tudo que é bom, dura pouco?<br /></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Pois é, se tudo que é bom, dura pouco, por que ainda estou vivo?!? (rsrs)?<span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" ><strong>”</strong></span></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-81847622123086645382008-06-30T22:03:00.003-03:002008-07-01T12:04:33.112-03:00Minha opinião... Eu sou cínico.<span style="font-family:trebuchet ms;">Algumas pessoas me perguntaram o motivo da pesquisa, perguntaram-me o que sou.<br />- Não há nenhum motivo especial, nenhum estudo grandioso... Apenas queria mostrar que sou “desencanado”, que não acredito em “padrões”, menos ainda que eles devam ser levados e entendidos da mesma forma.<br />Com o pensamento descrito acima, já podem deduzir o que sou. Abaixo minha opinião:<br /><br /><span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" ><strong>“</strong></span>Não há apenas esses padrões, mas acredito que estou condicionado a ser algum, até mesmo quando luto contra os que existem.<br />Livrar-me dos tais exige muito mais que compreensão sobre os mesmos, exige um profundo conhecimento sobre os meus desejos, os mais íntimos. Vivo, naturalmente, sem saber que existem interesses ocultos, e que sou guiado por eles. Sobretudo, são esses interesses que determinam minhas escolhas. Em grande parte do tempo não os compreendo e, dessa forma, fico às suas vontades, pendendo mais para um lado que outro. – Sendo mais hipócrita que cínico, mais feliz que triste, descontraído que introvertido...<br />Quando fico entre algumas situações tenho a sensação que estou compreendendo um pouco desses desejos, conseguindo assim tirar “certo proveito” da situação. Portanto, quando estou convicto de que estou mais dentro de um padrão, é porque tenho um maior conhecimento, naquele momento, sobre mim.<br />Minha liberdade em relação aos rótulos, comportamentos e pensamentos padrões está proporcionalmente ligada ao autoconhecimento (isto é, deixo de ser escravo de uma liberdade imposta para decidir o que é necessário, realmente, para mim). - Agora sei que quanto mais me conheço, mas longe caminha minha liberdade (ver post “<a href="http://tudocomcafe.blogspot.com/2007/11/o-avesso-da-liberdade.html">avesso da liberdade</a>”).<br />Contudo, meus interesses não deveriam passam por cima de valores, do outro e, principalmente dos meus. Não falo de agir corretamente ou incorretamente, - isso também é algo imposto por uma convenção da qual eu nem participei. – mas de ter coragem de avaliar as conseqüências dos meus atos, e se mesmo assim os cometer, saber o tamanho exato da minha culpa, do que fiz bem ou mal.<br />Ando buscando esse grandioso conhecimento. Por isso tento ser o mais imparcial possível, tento não julgar, porque sei que sou igual à maioria... E o conhecimento que tenho sobre mim, me dá ama única opção: essa que pode se encaixar dentro de um padrão.<span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" ><strong>”</strong></span></span><br /><strong><span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;" ></span></strong><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Trebuchet MS;" >P.S: Infelizmente houve um problema com a enquete, não foram computados todos os votos. Mas o cinísmo estava na frente, até o momento onde foi possível verificar.</span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-12912958943123795762008-06-22T20:15:00.003-03:002008-06-23T08:40:14.581-03:00Cinismo (vs) Hipocrisia!<span style="font-family:trebuchet ms;">Pensando de forma mais ampla, sem pensarmos no lado pejorativo, mas na necessidade de estar em um dos lados, ou entre as duas condições, leia os textos abaixo de forma imparcial. Assim será possível comprovar se essas condições são realmente inevitáveis, ou se é possível crescer socialmente e pessoalmente estando livres delas.<br />Após, tente fazer uma análise de seu comportamento e responda a enquête:<br /><br />Você é mais hipócrita que cínico, ou está entre as duas?<br />Você acha que é possível não fazer parte dessas condições, de maneira que você esteja acima desses comportamentos padrões e mesquinhos?<br /><br />Gostaria de saber sua opinião.<br />Quem passa por aqui sabe que o link para comentários não fica disponível, mas agora está. Elogios, críticas positivas e negativas serão postados.<br /><br />Abraços.<br />-----------------------------------------------------------------------------------------------<br /><br /><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>“</strong></span></span><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#990000;"><strong><span style="color:#990000;">Cinismo</span></strong></span><br />Cinismo era doutrina e/ou movimento filosófico criado por Antístenes de Atenas (444-365 a.C.), que pregava o desapego material; opção por uma vida livre de tendências e conforto; idéia de que quanto mais desapego material, psicológico e emocional mais feliz seria seu seguidor.<br /><br />Hoje a palavra ganhou um sentido pejorativo. Expressa aquele que age de forma dissimulada, fingida, que comete atos ou se expressa verbalmente de forma desinteressada... Temos então qualidades e defeitos. Porém se prestarmos atenção veremos certa analogia entre as duas atitudes.<br />Pensemos nas pessoas cínicas que conhecemos:<br />Dizem-se livres de preconceitos, não vêem erros nas atitudes alheias, acreditam que não há limites para a vida, seja na ideologia, na crença, no modo de vida ou qualquer coisa que fuja dos padrões. – Aí está a “certa analogia”. – Mas na mesma medida que pregam a diversidade têm, para consigo, preconceitos contra seus próprios pensamentos e atitudes, agem de forma cuidadosa para que sua imagem não seja o alvo da discussão dos outros. Quando se trata de ideologia, se atêm no limite daquilo que pregam e do que fazem. – Mas pregam apenas quando são consultados. - Quase não acreditam no que dizem, mas o fazem como contribuição para uma evolução social, ou para uma libertação ideológica, educacional.<br /><br />Esses são os cínicos: Buscam a aceitação de tudo, mas não aceitam, para si, tamanha diversidade. De certa forma não vão além do que é preestabelecido por convenções sociais.<br />----------------------------------------------------------------------------------------------</span><br /><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><strong><span style="color:#990000;">Hipocrisia </span></strong><br />Identificamos o hipócrita apenas quando temos prova de que o “suposto virtuoso” está mentindo. Digo “suposto” porque somos doutrinados pela dúvida, não acreditamos plenamente em alguém.<br />A hipocrisia pode se confundir com o cinismo, é preciso percepção para diferenciá-la. Mas existe uma linha tênue que os separa. Percebemos o hipócrita quando ele faz uso da acusação para se sobressair, ou quando enfatiza suas atitudes, estas que o valorizam, o engrandecem e que o tornam virtuoso. Temos um bom exemplo na religião. Observem o comportamento das doutrinas católicas e protestantes. – Não me estenderei nesse assunto para não ser mais polêmico.<br />Voltando ao comportamento social... Pense nos hipócritas conhecidos:<br />São capazes de, assim como os cínicos, dissimularem, fingir... Agora tente lembrar de quantas vezes você foi acusado por algo e que, não raramente, o acusador cometia os mesmos atos. Com certa ouvimos deles auto-elogios e apresentações desnecessárias de virtudes.<br />Contudo, é muito mais fácil a interação social com o hipócrita. Ele tem claro, para si, valores, pensamentos e comportamentos que o mundo deve seguir para ser melhor. O fato de, muitas vezes, cometer atos dos quais condena não tira sua opinião de que tudo seria melhor se o mundo agisse conforme ele pensa.<br />Assim são os hipócritas, fracos para seguirem a crença da qual acreditam, mas firmes para impor, ao outro, tal crença.<span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>”</strong></span></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-60375782815356589192008-06-20T17:09:00.006-03:002008-06-21T22:00:50.433-03:00Agradando/Desagradando alguém...<span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="COLOR: rgb(153,0,0);font-size:180%;" ><strong>“</strong></span>Sempre serei mal interpretado e/ou mal compreendido, e isso será sempre na medida em que quero agradar ao próximo ou a mim mesmo.<br />Ando buscando sabedoria e inteligência para saber escolher: Ajudar sempre que for possível e, como resposta, ser mal compreendido, ou não ajudar e ser mal interpretado.<br />Da primeira, aos olhos alheios, serei idiota, extravagante, prepotente... da seunda serei egoísta, ambicioso, insensível...<br />Estou em constante conflito com o mundo: Se sou menos liberal em relação a algum assunto, imediatamente sou taxado de “conservador” ou “antiquado”; e, se do contrário, é ao outro a quem taxo de “preconceituoso” e/ou “ultrapassado”.<br />Hoje existe – na verdade sempre existiu. - uma tendência global, a qual tenho, de condenar no outro defeitos que condeno em mim mesmo. (Não gosto muito desse tipo de frase mas é mais que adequada para a situação).<br />De qualquer forma, tenho que fortalecer meus ouvidos porque sou julgado com liberdade, e preciso compreender e aceitar tal julgamento. Eu sei que é preciso caminhar por uma via de mão dupla, sabendo que eu, em tempo algum, conseguirei agradar a todos. Sabendo que ninguém consegue agradar a ninguém por muito tempo, nem mesmo a si próprio.<span style="COLOR: rgb(153,0,0);font-size:180%;" ><strong>”</strong></span></span><br /><strong><span style="COLOR: rgb(153,0,0);font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;" ></span></strong>-----------------------------------------------------------------------<br /><br /><span style="COLOR: rgb(153,0,0);font-family:Trebuchet MS;" >“Um homem precisa de ouvidos fortes para ouvir o que se diz sobre ele, quando é julgado com liberdade.” (Montaigne)</span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;"></span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;">* Texto adaptado do site primeiro programa.</span><br /><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;"></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-26235189626066345272008-05-30T13:26:00.000-03:002008-05-30T13:36:37.254-03:00Quando os sentimentos apagam a escrita...<p style="font-family: trebuchet ms;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;"><span style="font-weight: bold;font-size:180%;" ><span style="color: rgb(204, 0, 0);">“</span></span>Queria ter o Dom, assim como os têm Alberto Caeiro e Álvaro de Campos.<br />Se eu o tivesse pensaria com a boca, e meus pensamentos viveriam juntos com as palavras, e aqui estariam escritos, mas não estão.<br />Queria ter o Dom, mas não o tenho. Quem os têm é Fernando Pessoa e Ricardo Reis.<br />Se eu o tivesse a realidade do mundo moraria em meus pensamentos, e aqui a realidade descrita estaria, mas não está.<br />Eu queria ter, assim como os têm todos os poetas.<br />... Mas eu não sou poeta!<o:p></o:p></span></p> <p style="font-family: trebuchet ms;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;">E se fosse eu ainda um poeta e o Dom tivesse, hoje ele estaria doente...<br />Não sei nesse instante, e quase sempre, como exprimir pensamentos e realidade.<span style="font-size:180%;"><span style="color: rgb(204, 0, 0);">”</span></span><o:p></o:p></span></p>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-13403816858808629132008-05-17T15:06:00.003-03:002008-05-30T13:37:01.160-03:00Como se fosse verdade...<span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>“</strong></span>Enquanto duvidamos da palavra ou dos sentimentos de alguém, é possível construirmos uma vida ou relação em solo frágil. Você sabe que a construção desabará um dia... Mas ainda assim seu empreendimento tem algo de verdadeiro, humano e inevitável.<span style="color:#990000;">*</span><br />Outros mentem por seu caráter, porque assim ditam seus interesses ou pelo prazer do momento. Mas você mente como cai a chuva... É capaz de mentir com lagrimas... com boas ações... Você me olha nos olhos, me toca, e suas lágrimas escorrem. Sinto o tremor das suas mãos, e ao mesmo tempo sei que você mente, sempre mentiu, desde o primeiro instante. Sua vida é uma mentira. Não acredito nem em sua morte; também será mentirosa.<br />Mas você está fadado pela fatalidade. Você foi levado a escorar seu edifício em mim, e um dia perceberá que construiu tudo sobre o nada, sobre o ar. – Esse é o pior dos destinos.<br />Você está condenado... Mas sua condenação não será por ser mentiroso. Você está condenado pela minha fraqueza, porque eu menti – para nós dois - quando disse que acreditava em você. <span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>”</strong></span></span><br /><strong><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;color:#990000;"></span></strong><br /><strong><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;color:#990000;">* O legado de Eszter - Sándor Márai</span></strong><br /><strong><span style="font-family:Trebuchet MS;color:#990000;"></span></strong>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-69489373629985995132008-05-14T17:13:00.005-03:002008-05-30T13:38:56.122-03:00Reticências...<span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>“</strong></span><span style="font-family:trebuchet ms;">Vejo as partes do mundo, as pessoas, as coisas, funcionando e formando um todo, uma unidade, e sou um. Comparando os acontecimentos das mais diferentes escalas, entre nações, pessoas, formigas, vejo que tudo não é só muito parecido, tudo é uma manifestação da mesma coisa. E mesmo assim o mundo é tão plural...</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Então nós temos que viver, mesmo com a consciência de tantas coisas que existem e nós não podemos não apreender, tocar, experimentar. Às vezes corremos desesperados para viver todas as coisas boas, andar por todos os cantos, fazer todas as trocas... E talvez não seja bom, esse desespero.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Porque se tudo é uno, se eu sou tudo na medida em que sou uma parte de tudo, tenho que escolher que parte é essa que eu vou ser. Porque parece, realmente, que a gente pode fazer tudo, que o mundo está muito rápido e vai dar tempo de pular de paraquedas e ver os melhores filmes e saber tudo de vinho e ter belos filhos... Mas eu sinto que é preciso escolher.</span><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>”</strong></span><br /><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">- E é difícil...</span><br /><br /><br /><span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;">Vedades roubadas de </span><a href="http://poetamorto.blogspot.com/"><span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;">Poeta Morto.</span></a>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-16792380929905309762008-05-06T17:55:00.002-03:002008-05-30T13:38:44.521-03:00Eu amo as idéias!<div align="center"><span style="font-family:trebuchet ms;color:#660000;">“Jesus; Buda; Santo Agostinho...<br />Martin Luther King; Gandhi; Lênin…<br />Platão; Einstein; Shakespeare...<br />Churchill; Nietzsche…<br /><br />Homens morrem, fracassam, perdem,… são assassinados.<br />Uma idéia... È imortal!”</span></div><div align="center"><span style="font-family:trebuchet ms;"></span> </div><div align="left"><span style="font-family:trebuchet ms;"></span> </div><div align="left"><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>“</strong></span>Eu amo as idéias, e amo-te, quando é capaz de sê-la. Amo-me com o mesmo critério, quando deixo de ser homem e torno-me capaz de ser o que penso; mas você não é, e eu... não sou. Não por isso vou odiar-te, o odiaria se eu fosse capaz de odiar a mim mesmo.<br />É possível apenas gostar, não mais do que isso, dos homens, quando eles são, de qualquer forma, superficiais, quando são moldados para uma apresentação normal, ou do que se deve esperar. E a mim, que sou homem, apenas gosto. Por isso, mesmo quando você não consegue ser uma idéia, lhe gosto, simplesmente.<br /><br />Do choro apenas gosto, mas da idéia das lagrimas, amo. Amo quando o choro é a própria idéia... de saudade, de dor, de alegria... Eu gosto da chuva, mas amo a idéia pela qual ela cai; assim como o sol que, me faz gostar do calor, mas me torna amante do motivo pelo qual ele queima.<br /><br />Amo minha Mãe; amo meu Pai. Por eles meus sentimentos não poderiam ser otro, já que naturalmente, após darem à luz a mim, tornaram-se pais, isso é, tornaram-se a própria idéia do que queriam. Amo os herois mortos e todos que, de alguma forma, mudaram o mundo. Mas amo também aqueles que simplesmente viviam, muitas vezes, sem pretensão de mudar nada. - Esses também são herois, afinal, quem é, ou pode ser, a idéia que faz de si mesmo?<span style="font-size:180%;color:#990000;"><strong>”</strong></span></span></div>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-65617831658420024742008-04-04T13:56:00.005-03:002008-04-07T17:20:58.996-03:00“...Você me faz querer ser alguém melhor..."<span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#000000;">Hoje ouvi no rádio um texto que falava de amor, admiração, reconhecimento e gratidão... Mas na verdade expressa diversos sentimentos. E tudo isso porque o escritor achou maravilhosa a cena do filme "Melhor impossível" onde o personagem vivido por Jack Nicholson se declara para a personagem de Helen Hunt... "Ele com toda sua ranzinzice pede a atenção dela e diz: você me faz querer ser alguém melhor"...</span></span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;"></span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;">Tentei escrever algo parecido relembrando algumas partes. - É claro que não ficou como o do escritor, até porque não sou um. - Mas tem o mesmo contexto. </span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;"></span><br /><strong>"... Você me faz qurer ser uma pessoa melhor..."</strong><br /><strong><span style="font-size:85%;"></span></strong><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#cc0000;">“</span>Quem já ouviu isso sabe que não há defesa resistente o suficiente que pare esse tiro.<br />Mas só depois de atingidos nos damos conta que isso expressa muito mais que um sentimento de amor, paixão ou amizade...<br />... É a partir desse momento que percebemos que, na hora da viagem escolher a companhia é melhor e mais importante que escolher o destino. Nesse momento olhamos a paisagem de forma diferente: não é o que está do lado de fora do avião que é bonito, mas é a emoção que o outro trás que torma a vista mais bela...<br />Escolher, ou ser escolhido, torna não só nossa viagem menos turbulenta, como inesquecível e reveladora...<br />Para viver isso basta ter uma companhia, mesmo que ela seja a solidão, - mas nesse caso a solidão precisa ser proposital. Viver ao lado de alguém é a melhor fonte de prazer possível, seja na vida ou no turismo, afinal de contas da no mesmo, pois a vida é apenas um roteiro longo...<br />Você já ouviu essa frase? Há quanto tempo?<br />Você já disse essa frase? Há quanto tempo?<br />- E o mais importante: O que fez depois?<br />Não importa se ela é dita em razão de um amor conjugal, de uma paixão ou de uma amizade... O que importa é que ela seja dita. Assim você saberá que tem o poder de mudar a vida de alguém, e a sua... Depois disso ficará à sua escolha se vai ou não continuar o seu roteiro de viagem.<span style="font-size:180%;color:#cc0000;">”</span></span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:180%;color:#cc0000;"></span><br /><span style="font-family:Trebuchet MS;color:#cc0000;">Abraços!</span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-23153045260638947492008-03-27T09:05:00.005-03:002008-03-27T09:20:19.927-03:00Sobre o que não quero ser...<a href="http://bp1.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/R-uPJAwMfiI/AAAAAAAAAOM/feNzR2F3vQE/s1600-h/Foto.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182393181203627554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/R-uPJAwMfiI/AAAAAAAAAOM/feNzR2F3vQE/s400/Foto.jpg" border="0" /></a><br /><div><a href="http://bp1.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/R-uN9AwMfhI/AAAAAAAAAN8/g7yJnU54W68/s1600-h/Foto.jpg"></a></div><div><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;">“</span>Vou despir-me, tirar a camiseta, a calça, o tênis. Arrancarei minha visão, minha fala, meus sentidos... Mais que isso, não mais me lembrarei, esquecerei o modo que ensinaram-me a lembrar. Estou com a sensação constante e inexata que sou montado, talvez seja a minha própria imagem e semelhança. Mas agora com defeito. Remontado, serei eu, e não mais o Ewerton. Não me entendam pretensioso, mas serei um ótimo produto, qualquer um remontado pelos meus sentimentos. Mesmo não sabendo o que e como serei sinto-me privilegiado, e evoluído. Apenas sei que a camiseta poderá não ser a da moda; a calça não ser a mais bonita; a visão poderá não ser tão colorida; a fala não mais será o oposto da ação; e a lembrança não mais será inventada. Já tenho certeza sobre o que não quero ser.<span style="font-size:180%;color:#990000;">”</span></span></div><div></div><br /><div><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Abraços.</span></div>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-44526494063786706182008-02-28T19:15:00.008-03:002008-04-04T10:52:02.092-03:00Eles são brasileiros (Só para descontrair...)<strong>“Mudemos um pouco de ares: Um pouco de humor, mas sem perder a crítica.”<br /></strong><br /><br /><p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172158549255198034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/R8cyzBpbFVI/AAAAAAAAANs/-SLz4mqdFM0/s320/adao.jpg" border="0" /><br />Argumentos para a nacionalidade de Adão e Eva numa vernissage: </p><p>- Olhem que perfeição de corpos: ela esbelta e espigada; ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães... </p><p>- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras. Ela, tão feminina... Ele, tão masculino... Sabem que em breve chegarão à tentação. Devem ser franceses... </p><p>- Que nada! Notem a serenidade de seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses... </p><p>Depois de alguns segundos mais de contemplação silenciosa, um brasileiro encerra a conversa: </p><p>- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa e só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, estão pensando em sacanagem e ainda acreditam que estão no paraíso. Só podem ser brasileiros!</p>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-4984903613838632682008-02-28T17:02:00.004-03:002008-02-28T19:10:44.171-03:00Recomeço<span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;">“</span>Na verdade não é recomeço, é evolução. Não mais acredito que é vida é feita em ciclos, - isso pode ser motivo para camuflar os fracassos. - A vida não se renova, evolui: Amigos novos, momentos novos, paixões novas, situações novas... Tudo sem apagar os antigos. E o que me faz crescer, seguir, suportar as dores, aceitar os fracassos, sentir tudo de novo é a minha essência. E ela nunca mudará, pois é nela que encontro a origem das coisas de mais alto valor que em mim se formaram, e também as respostas, - não poderiam ter saído desse mundo passageiro, falaz, ilusório. - Afinal de contas uma coisa não nasce de seu contrário: como pode a verdade nascer do erro? Ou a vontade do verdadeiro da vontade do erro? Ou ato desinteressado do egoísta?<br />Nessa evolução vou abandonar minhas roupas usadas que já têm a forma do meu corpo, chegou o tempo; e esquecer os mesmos caminhos que levam sempre aos mesmos lugares. Quero ousar uma nova travessia. E se não fizer isso vou ficar para sempre à margem de mim mesmo.<br />E sempre estarei buscando respostas para minha evolução, pois agora eu sei que é no seio do ser, no imutável, na divindade oculta, na “coisa em si” que se deve encontrar sua razão de ser e crescer e não em qualquer outro lugar.<span style="font-size:180%;color:#990000;">”</span></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-20913895401037067152008-01-20T12:05:00.000-02:002008-01-25T11:29:06.379-02:00Qual é o partido?<div><div><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;">“</span>Não se trata, pra mim, do que as pessoas sabem, mas sim do que as pessoas sentem. Eu segui um outro caminho... e esse caminho eu continuo seguindo... Até achegar onde nenhuma alfândega contrarie meus projetos e os pensamentos não contem a ninguém onde se fere os sentimentos. E eu estou do lado dos sentimentos feridos, massacrados por martelos insensíveis, sangrando pelos enferrujados pregos cravados... E eu pergunto, meu amigo: Qual é o partido desse tipo de sentimento?<span style="font-size:180%;color:#990000;">”</span></span></div></div>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-91259907043057556522008-01-20T12:01:00.000-02:002008-01-20T12:03:10.317-02:00Desculpas / Perdão<span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;color:#990000;">“</span>Em razão da não atualização “freqüente” desse blog, peço desculpas aos poucos leitores, e perdão aos pouquíssimos que estimam meus pensamentos e sentimentos. Como já dito anteriormente, esse blog, pra mim, é a extensão dos meus pensamentos, sentimentos e ação, Mas ultimamente não sinto, -até penso, -mas penso nas atividades do trabalho, e a ação é a conclusão dos pensamentos, por tanto, trabalho... Mas farei o possível para que o trabalho, - e daqui uns dias, - os estudos não sejam maiores do que minha vontade e necessidade de me expressar. Por isso apareçam de vez em quando...<span style="font-size:180%;color:#990000;">”</span></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-78032670487021111772008-01-12T15:37:00.000-02:002008-01-12T16:36:29.247-02:00Aprendi uma nova língua.. O mineirez!<span style="font-family:trebuchet ms;">Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho. Não dizem pode parar, dizem: "pó parar". Não dizem onde eu estou? Dizem: "ôncôtô?<br />Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, - como eu era - supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem - lingüisticamente falando - apenas de uais, trens e sôs.<br />Agora, digo-lhes que não!<br />Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: "cê tá boa?" Há outras: Se você está tendo um caso com uma mulher casada, o mineiro vai dizer: - " Mexe com isso não, sô" (leia-se: sai dessa, é fria, etc).<br />Os mineiros também não gostam do verbo "conseguir". Aqui ninguém consegue nada... "você não dá conta". "Sôcê" (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: "- Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô". – o aqui é para chamar a atenção, e também é a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.<br />Mineiros não dizem apaixonado por, dizem "apaixonado com". Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: "Ah, eu apaixonei com ele...". Ou: “sou doida com ele” (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). - Eles vivem apaixonados com alguma coisa.<br />Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de "bonitim, fechadim", e por aí vai.<br />Me acostumei a ouvir: "E aí, vão" ?. - Traduzo: E aí, vamos?<br />Eu preciso avisar: Gosto muito da língua portuguesa, mas comecei a preferir, com todo respeito, a mineira, nada pessoal.<br />Aqui certas regras não entram, são barradas pelas montanhas. Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar , vai dizer: - "Eu preciso de ir". Você não precisa ir, você "precisa de ir", “de viajar”... No supermercado, o mineiro não faz muitas compras , ele "compra um tanto de coisa". O supermercado não estará lotado, ele terá um "tanto de gente". Se a fila do caixa não anda, é porque está "agarrando" lá na frente. Entendeu? Pra eles "agarrar é agarrar", ora! Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará: "- Ai, gente, que dó".<br />Fiquei sabendo que mineiro não arruma briga , ele "caça confusão". Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele "vive caçando confusão". Para um mineiro dizer que algo é muitíssimo bom vai dizer: "- Ô, é sem noção". Você não tem "idéia do tanto de bom que é". - Só não esqueça, por favor, o "Ô" no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?<br />Se você dizer que vai casar com a Gisele Bundchen, eles dirão: " - ô dó dôcê". Entendeu? Não? Deixa para lá. É parecido com o "nem...". Já ouviu o "nem..."? Completo ele fica: "- Ah, nem... " O que significa? Significa que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum. Mas de jeito nenhum mesmo. Você diz: " - Meu amor, "cê" anima de comer um tropeiro no Mineirão?" Resposta: " - nem..." Ainda não entendeu? Uai, "nem" é " nem", so.<br />A propósito, um mineiro não pergunta "você não vai?" A pergunta, mineiramente falando seria: "cê não anima de ir?" Tão simples....<br />Para eles o resto do Brasil complica tudo. "É, uai, cês dão umas volta pra falar os<br />trem..."<br />As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o "ei" no lugar do "oi". Você liga, e elas atendem lindamente: " - eiiii!!!" , com muitos pontos de exclamação, a depender da saudade...<br />Tem tantos outros... O plural, então, é um problema.<br />Aliás, problema nada! Pra eles só porque lá a língua é outra, não quer dizer que a<br />oficial esteja com a razão.<br />Se você, em conversa, falar: - Ah, fui lá comprar umas coisas... - Que' s coisa? - eles retrucarão. O plural dá um pulo. Ouvi de uma menina culta um "pelas metade" , no lugar de "pela metade. A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas... Em um momento difícil uma senhora docemente me consolou: " - preocupa não, bobo!". E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se espantaram. Talvez se espantassem se ouvissem um: não se preocupe , ou algo assim.<br />A fórmula mineira é sintética. E diz tudo. Até o tchau em Minas é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: " - tchau pro cê", "tchau pro cês". É útil deixar claro o destinatário do tchau.<br /><br />Tchau pro cês!</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;">(texto recebido por uma mineira...)</span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-5474266950947502262007-12-31T00:33:00.000-02:002008-01-01T12:32:33.817-02:00Feliz Ano Todo...!<span style="font-family:trebuchet ms;">"... Como dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena, embora o pão seja caro e a liberdade pequena..." (Ferreira Gullar)<br /></span><br /><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:130%;">(Mas Vs Embora)</span><br /></span><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;">“</span><span style="color:#cc0000;">O mas...<br /></span>Eu acredito no ano novo, mas tudo será igual; eu quero melhorar minha vida, mas tenho outras pendências; eu vou fazer àquele curso, mas está tão caro; eu quero ser mais amigo dos meus amigos, mas eles nunca estão pertos...<br /><span style="color:#cc0000;">Agora o embora...</span><br />Eu acredito no ano novo, embora tudo continue igual; eu quero melhorar minha vida, embora tenha outras pendências; eu vou fazer àquele curso, embora esteja tão caro; eu quero ser mais amigo dos meus amigos, embora eles nunca estejam pertos...<br /><br />- Para uma vontade de ação, há sempre um “mas” servindo de anticlímax da brochada.<br />O “mas”, ao contrário do “embora” serve como desculpa para a inação.<br />Os poetas sempre acreditam na beleza da vida. Acreditam que viver vale a dor, embora tantas dificuldades se apresentem como obstáculos diários.<br />Já os usuários do “mas” preferem a autodefesa do nada fazer, a transferência da culpa pelo fracasso para outro ou para uma situação sem controle.<br /><br />- Srs., serei um poeta!!!!<br />È assim que começa meu ano, sendo um poeta.<br />Embora alguns dos meus amigos me abandonem, poucos estranhos me acolham, as grandes conquistas não aconteçam, o meu novo trabalho não seja o melhor, sempre haverá amigos, mesmo que seja um, e pelo menos um estranho me acolherá, e uma conquista tenho certeza que vou realizar, e o meu novo trabalho, se não o melhor, será um trabalho...<br /></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">O novo ano e a vida constante e longa, mesmo dolorosa e triste, valem a pena. Embora, se olharmos direito, há beleza na tristeza e sabedoria na dor.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br />Feliz ano novo, feliz todo o ano,... Então: Feliz ano todo!<span style="font-size:180%;">”</span></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-69662688502423073162007-12-25T15:38:00.000-02:002007-12-25T15:50:11.023-02:00Sejam Felizes!<span style="font-family:trebuchet ms;">Desejo sincero ou maldição para vida?<br />Ultimamente venho falando bastante em direitos, deveres, liberdade... essas coisas que são mais importantes quando falamos sobre elas do que quando as gozamos de fato.<br />Mas ainda foi dito muito pouco sobre o que precisa ser dito...<br /><br />“Desde a mais tenra idade ouvimos: “Seja feliz”. E isso soa como um dever, como se fosse necessário ser feliz para justificar a vida humana. Não se diz mais a uma criança: “seja íntegra, educada, crente, escrupulosa...” Valores importantes foram deixados para trás, subjugados pela ordem de “ser feliz!”. Neste novo século o desejo de encontrar a felicidade compara-se mais ao poder de uma maldição que ao desejo sincero de conquistá-la.<br />É nesse contesto imperativo e nessa idéia de que a não conquista da felicidade é fracasso que jovens e velhos lançam-se ávidos na reivindicação de exercer seus direitos e imediatamente construir uma vida como bem entendem, certos de que uma promessa de plenitude foi remetida a cada um deles, e que o “sejam felizes”, embutidos em seus subconscientes, é a ordem que deve ser executada agora.<br />Mas viver uma vida inconseqüente, provida de satisfações momentâneas e impulsivas não é exatamente a cura para a maldição. É necessário depurar desejos e comportamentos, discernir entre o real do imaginário... Por outro lado, muitos passam parte da vida sacrificando-se para uma realização futura, achando que a felicidade estará no resultado dessas realizações, mas não levam em conta a possibilidade dessas realizações nunca acontecerem, perdendo oportunidades de sentir emoções – talvez a própria felicidade. - Oportunidades que não mais voltarão.<br />Mas como nos livrarmos desse paradoxo do desejo de ser feliz? Como saber se somos felizes? Quem estabelece a norma para tal? Por que é preciso sê-lo?<br />Nesse duelo entre maldição e desejo salva-se aquele que consegue desfazer-se de preconceitos, - principalmente daquele que exige a felicidade a qualquer custo. - que prefere a alegria aos maus humores, que segue suas inclinações, e pondera todos os pensamentos e desejos, criando estratégias e vivendo tudo que é possível no presente, sem esquecer de garantir que as realizações futuras aconteçam, ou pelo menos criar chances para que elas aconteçam.<br />Não é fácil achar respostas corretas para tantas perguntas, mas é possível criar a certeza de que a vida é muito boa, de que é muito linda, e é muito curta; e a partir de todas essas convicções chegar à conclusão de que amamos de mais a vida para querermos ser apenas felizes.”</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br /><span style="font-size:85%;">(alguns trechos foram retirados do livro "A euforia Perpétua - Ensaio sobre o dever de felicidade")</span><br /><span style="font-size:85%;">Texto publicado em 28/11. Mas retomado em razão de seu contexto que parace perfeito para o clima de fim de ano.</span></span><br /></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-25402291775313425802007-12-25T12:49:00.000-02:002007-12-25T14:40:25.992-02:00Momento de agradecer... (parte 2)<span style="font-family:trebuchet ms;">Preciso dizer que há mais pessoas, mais amigos...<br />Os nomes no cartão não foram selecionados, fui colocando os que vinham na mente apenas pelo critério de ordem alfabética.<br />Abaixo mais nomes. Mas antes outro recado, ou desejo:<br />Não ouso pedir nada a Deus - provavelmente eu não mereça.<br />Na verdade vou pedir uma coisa, apenas uma:<br /><br /><span style="font-size:180%;">“</span>Deus abençoe a todos os meus familiares e amigos. Que eles possam gozar da alegria de ser o que são, e nunca a percam de vista. Que o vosso espírito esteja em todos os momentos de suas vidas, os carregando nos colo, se preciso, para que eles consigam atravessar os rios turbulentos...<br />Seja, Senhor, a própria alegria de cada um deles.<span style="font-size:180%;">”</span><br /><br />- Agora peço aos familiares e amigos:<br />Fiquem comigo, assim consigo, por tabela, um pouco das bênçãos de Deus, - já que não pedi nada para mim.srsrsr<br /><br />... Natália, Vânia, Dulcinéia, outros Sergios, Rodrigo, Mássimo, Everson, Emerson, Ione, Roseli, Elizangela, Angela, Reginaldo, Flávio, Leandro, Neide, Moisés, Mauricio, Marcelo...</span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-9173584997192765412007-12-23T17:24:00.000-02:002007-12-25T14:40:25.992-02:00Momento de agradecer...<span style="font-family:trebuchet ms;">Muitas promessas não foram cumpridas. Os pedidos, nem todos realizados...<br />Há felicidade por ter conquistado o que tenho, mais inda por ter mantido essas conquistas durante o ano.<br />Mas há uma coisa especial: Conquistei pessoas!<br />Agradeço de maneira especial por ter conquistado coisas que jamais havia sonhado em pedir. Algumas ficaram, outras foram embora tão rápido quanto chegaram, mas todas algo deixaram.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="font-size:180%;">“</span><span style="font-size:100%;"><span style="color:#990000;">Às que</span><span style="color:#990000;"> ficaram:</span><br />Nasceu em mim a vontade de conhecer e aperfeiçoar um sentimento que pode ser puro, ou simplesmente intenso. Quero tornar esse sentimento parte da minha felicidade e fazer com que o responsável por esse sentimento faça de mim uma fonte de confiança, respeito e amizade.<br /><span style="color:#990000;">Às que passaram de forma efêmera:</span></span><br />Desejo a todos as melhores sensações e sentimentos, os mesmo que senti no momento em que passaram em minha vida. Posso lhes garantir, mesmo sendo rápidos os momentos e sentimentos tornaram-se eternos.<br />... Falo da intensidade das emoções que senti com cada um...<span style="font-size:180%;">”</span></span><br /><br /><p><span style="font-family:trebuchet ms;"></span></p><a href="http://bp2.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/R27GqV3ZCtI/AAAAAAAAALk/vENN2XA1c8k/s1600-h/blog.jpeg"></a><br /><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147270370253408994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yb4ypvL_jro/R27HIV3ZCuI/AAAAAAAAALs/d2lkV6E7PXw/s400/blog.jpeg" border="0" /> <p><span style="color:#ffffff;">__________</span>... Um pouco de tudo que é seu, assim sou eu.</p><br /><p>Não sei se foi o acaso, destino ou permissão Divina... Mas vocês foram, pra mim, as melhores realizações do ano.</p>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-6574194016529136642007-12-21T12:27:00.001-02:002007-12-25T14:41:44.627-02:00Entre velhas promessas e repetidos pedidos esqueci as desculpas...<span style="font-family:trebuchet ms;">Estou escrevendo sobre o natal. –Isso se tornou uma obrigação quando chega essa época do ano. Cumpro a minha agora... – Por ser uma obrigação não há muito que falar, - todo ano é a mesma coisa. - não tenho uma idéia brilhante que faça minha mensagem se tornar melhor que a grande maioria...<br /><br /><span style="font-size:180%;color:#990000;">“</span>Nos natais passados foram feitas as promessas, do natal próximo, sempre passadas. Os pedidos, que serão reforçados, já haviam sido pedidos em natais passados.<br />Era chegado o aniversário... Pensava no presente dado e no recebido; e para o aniversariante restavam apenas os pedidos.<br />O revezamento de promessas e pedidos era celebrado com muitos pães e vinhos, era o ápice do rito. Percebi que entre o “eu prometo” e o “senhor, eu peço” havia o abismo propositalmente esquecido.<br />E num átimo, no instante de um ano o cérebro calou a música e cantou a culpa, minha culpa, por não ter cumprido nem conquistado o que no natal retrasado havia prometido e pedido... Mas era preciso prometer e pedir, e a culpa para o passado ficou, junto com as não realizações.<br /><br />Esse foi meu natal passado, e para o ano inteiro, eu trouxe dele a sensação de que entre velhas promessas e repetidos pedidos esqueci as desculpas...<br /><br />Não quero prometer, mas vou nesse natal apenas desculpas apresentar, a mim, aos outros e a Deus. E no natal seguinte apenas agradecer... o que conquistei sem pedir e, principalmente, pelo que me tornei sem ter que prometer.<span style="font-size:180%;color:#990000;">”</span></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-21148947372225754452007-12-21T01:38:00.000-02:002007-12-21T01:47:03.533-02:00Começou o meu fim de ano...<span style="font-family:trebuchet ms;">Tenho que ser feliz como todos fingem ser?<br />Acho esse clima natalino execrável. Não os sentimentos, mas o clima induzido pela mídia. Seríamos menos hipócritas se expressássemos nossos sentimentos o ano inteiro. Eles existem, e não estão numa data, mas numa vida inteira.<br />Pior ainda é acreditar e aceitar que dar presente no natal é quitar dívidas emocionais e, talvez, financeiras. </span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">É isso que, indiretamente, a mídia coloca em nossas cabeças.</span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-26109814433009968732007-12-18T19:22:00.000-02:002007-12-18T20:54:14.983-02:00Eu sou um corpo!Um pouco de humor, e uma dose de crítica...<br />"Miss Mossoró" (Peça cocegas - 3º bloco do DVD)<br /><object height="255" width="325"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RqH93ozzTjY&amp;rel=1&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0&amp;border=0"><param name="wmode" value="transparent"><embed src="http://www.youtube.com/v/RqH93ozzTjY&rel=1&color1=0xd6d6d6&color2=0xf0f0f0&border=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-54994854276843714372007-12-17T18:28:00.000-02:002007-12-17T18:42:25.570-02:00Ainda sobre o fardo de ser feliz...<span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#cc0000;">Existem seres que a felicidade persegue como se fosse a infelicidade, e na verdade é o que ela é.</span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-7111768662950711941.post-6187834731482766372007-12-14T00:46:00.000-02:002007-12-14T10:29:43.241-02:00Minhas Verdades e Mentiras<span style="font-family:trebuchet ms;">Não é verdade, não é mentira, é o que escrevo apenas.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Tudo fica entre sonhos e realidades, está entre a dor do prazer e o prazer da dor. Tudo pode ser fingir e mentir ou pode ser a verdade e o sentir. Hora sou poeta, o fingidor; hora sou leitor, o "sentidor". Mas tudo é sentimento, seja os dois do poeta ou o único, às vezes nenhum, do leitor; eu sinto-os com dores e com alegrias. Também pode ser tudo imaginação, sentimentos sentidos por ela. Quem sabe seja eu mesmo fingindo e mentindo minhas verdades e sentimentos... </span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;">Todos os sentimentos se criam no universo de sensações. O universo paralelo encontra-se senão no paralelo do meu eu, correndo lado a lado com as minhas visões e representando-as, cada uma delas. E nesse mundo de sensações busco o sentimento fingido ou sentido que representa a verdade do mundo que vivo, e que depois escrevo. Mas ainda vivo com medo, nunca sabendo se o representado é a verdade ou a mentira...</span> ou eu mesmo.<br /><span style="font-family:Trebuchet MS;">Quero insistir na escrita... e dizer que é apenas isso, escritas. E o sentimentos verdadeiros ou falsos, fingidos ou sentidos, com a imaginação ou com o coração, os sintam quem lê.</span><br /><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"></span>Kinhohttp://www.blogger.com/profile/01404452779460724463noreply@blogger.com