tag:blogger.com,1999:blog-63854672008-07-22T12:19:00.074-03:00araCAJU NewsLeonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comBlogger23125tag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-2093309700036671782008-07-22T12:16:00.002-03:002008-07-22T12:19:00.087-03:00<strong>DAS COISAS ERRADAS...</strong><br /><br />Hoje o tal do Orkut escreveu para mim (como se o Orkut me escrevesse, claro) que eu iria receber boas notícias por e-mail. Errou feio... Além dos e-mails habituais, só chegou o boleto de pagamento da parcela do carro. Boa notícia do cabrunco saber que fiquei mais pobre 'nestaporra'.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-71458046094930114652008-07-21T12:20:00.001-03:002008-07-21T12:21:51.122-03:00<strong>VIVA O ZUMBIDO</strong><br /><br />O blógue não é muito disso, mas é que o release abaixo merece ser destacado. Tanto pelo teor - o que seria o congresso de zumbido, que não está explicado? - como pelo tema: viva o zumbido.<br /><br />O texto é da assessoria do resort e não mexi em nada...<br /><br /><strong>Starfish receberá 10ª Congresso Internacional de Zumbido</strong><br /><br />Sergipe, que está entre os estados do Nordeste com os melhores índices de qualidade de vida, foi estrategicamente escolhido para sediar congresso realizado pela primeira vez na América Latina<br /><br />Nem São Paulo nem Rio de Janeiro. Mas Sergipe, precisamente o resort Starfish Santa Luzia, que sediará em 2011 o próximo 'Congresso Internacional de Zumbido', evento que ocorre de três em três anos entre cidades européias e americanas e que será realizado pela primeira vez no Brasil. <br /><br />Além da excelente infra-estrutura para eventos, os 400 pesquisadores internacionais da área de zumbido poderão desfrutar de toda a comodidade do sistema All-Inclusive, com as melhores opções de restaurantes e bares e atividades de lazer e entretenimento.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-60723222327194456302008-07-20T16:33:00.002-03:002008-07-21T14:42:35.275-03:00<strong>O INÍCIO DO INÍCIO</strong><br /><br />Neste domingão de sol em Aju City, cá estou eu escrevendo no blógue depois de “secar” uma garrafa de café (valeu Palominha pela cafeteira!!!), trabalhar um pouquinho para atualizar a ASN para a manhã desta segunda-feira, fazer compras de itens de primeira necessidade para a casa e melhorar a tirada de orelha da Ciranda da Bailarina. Longe de mim querer chegar perto do Edu Lobo, nada disso. Mas como a música foi tirada de orelha, bom trabalhar um pouco melhor a harmonia e tentar encaixar mais alguns acordes...<br /><br />Alguns dos meus três ou quatro leitores regulares deste blógue já sabem, alguns amigos também, mas no primeiro dia de setembro eu volto a trabalhar no Rio de Janeiro. Fui chamado por uma pessoa com quem eu já trabalhei, fiquei muito honrado pelo convite e com a lembrança e era a chance que eu tinha de voltar para a grande imprensa, para um contato diário com a cultura carioca, para um contato profissional com pessoas que sabem mais do que eu e que vão me fazer correr atrás do trabalho para mostrar o meu valor. Ou seja, era a chance no melhor estilo agora ou nunca. E optei pelo agora.<br /><br />Mas e a vida em Aracaju? Não estava boa? Rapaz, estava e está. No trabalho, além das correrias e estresses normais, as perspectivas eram as melhores possíveis. Nas amizades, nada do que reclamar. Os amigos ficando cada vez mais amigos, novas amizades se consolidando, novas parcerias surgindo. <br /><br />Tem também o amor, que merece um parágrafo especial. Em Aju eu acho que vivi a intensidade de todas as experiências possíveis. No início da vida por aqui, o início de uma relação maravilhosa, de muito carinho e cumplicidade, que se desgastou com o tempo e com a distância – e também com algumas reações minhas. Agora, surgiu algo que eu nem sei explicar de tão forte que é, de tão intenso, para as coisas boas e para as coisas ruins também (relação não é só coisa boa não...). E a covinha surgiu exatamente na época em que decidi sair da cidade e voltar pro Rio, depois de quase cinco anos aqui...<br /><br />... esse novo amor (olha, dois parágrafos para o amor...), como eu já disse, é algo tão assim, tão assim, que eu fico pensando “porra, quase cinco anos em Aracaju e só agora eu conheço uma mulher que sou eu de saias”. Mas a vida é assim mesmo, prega peças onde a gente menos imagina e, aí, a gente tem de saber lidar com essas paradas. Até pouco tempo eu não estava sabendo lidar com isso não. Estava nervoso, pensava em tudo que seria o último, pensava em ser inesquecível, pensava em só agradar e... e aí que isso me atrapalhou e eu não consegui agradar muito não onde eu mais queria. Mas isso se corrige, ô...<br /><br />E aí que, agora, eu vejo o Atlético-PR e o Vasco na TV de LCD que eu comprei para a casa nova que, daqui a 45 dias, será a casa velha. E penso algumas coisas. Uma é que internet sem fio é o que há. Outra é que está calor em Aju e que tem jogo do Flamengo hoje e o meu time tem de vencer. A terceira é que tenho que ligar pra namorada daqui a pouco, saber como ela está e como estão os novos acessórios.<br /><br />Mas o que eu penso mesmo é que até poucos dias atrás eu não conseguiria escrever este pôste aqui não, ao menos com esse pensamento de que, na verdade, nada em Aracaju está sendo o último, será o último e tem de ser maravilhoso. Quero que os dias que me faltam sejam maravilhosos sim, inesquecíveis, mas não com a obrigação de serem os melhores da minha vida. Se um desses dias for o melhor da minha vida, ótimo. Mas vai que meu primeiro fim de semana no Rio seja melhor que estes 45 dias daqui? Como eu vou saber?<br /><br />Terapia e massagem para estimular os chacras (coisa muito doida, mas massa!) são o que há e têm parte fundamental nessa história toda. Mas o correto mesmo é que estou arrumando as malas da vida para iniciar uma nova fase que eu tenho certeza de que vai ser muito boa. E se vai ser muito boa, tudo o que fizer parte dessa nova fase da vida vai ser bom também, só porque vai fazer parte e pronto. Simples, né? É, mas para esse geminiano que estava passando por trocentas mudanças de uma vez só não foi muito simples não. E como isso me atrapalhou, principalmente na vida pessoal, onde eu descontava tudo de ruim. Mas agora, tirando uma ou outra conversa que eu ainda preciso ter, está mais simples.<br /><br />Enfim, 2008 está entrando na sua metade final e foi o ano de maiores surpresas para mim, de maiores mudanças e das mais loucas perspectivas que se apresentaram e que eu busquei. Agora, uma nova fase já começou e é ela que vai dar o rumo da vida de agora em diante. De ruim, nessa história toda, só a saudade que sentirei da covinha. Mas eu acho que até sentir saudade vai ser bom.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-86731695736985107642008-07-01T12:05:00.001-03:002008-07-01T12:05:22.466-03:00<strong>VAI FICAR</strong><br /><br />Hoje eu ia escrever para este blógue sobre mais uma molecagem no trabalho. Preferi me conter. Iria acabar pegando pesado com um sujeito que disse “como diz Araripe Coutinho, é muita fechação” só porque eu falei que seria demais fazer uma coletiva de imprensa para anunciar o lançamento de um sítio de uma secretaria. Aí, fiquei pensando no que escrever.<br /><br />Assim, o blógue foi criado para falar de Aracaju aos cariocas e a quem mais quisesse ler. No período de bombação dele, em 2004 e 2005, cheguei a receber até comentários de fora do país, o que achei bem legal. Só que, daqui a algum tempo, o CajuNews vai perder essa função. Tirar o blógue do ar?!?!?! De jeito nenhum.<br /><br />Bom, o nome vai continuar, o endereço será o mesmo, mas o mote será outro. Além de mandar notícias na mão invertida, acho que vai virar um blógue de generalidades, uma página para eu me comunicar mesmo e contar coisas variadas. <br /><br />É isso, de um pôste em que eu iria acabar falando de molecagem e pegando pesado, acabei decidindo que o devezemquandário vai continuar na internet. E ponto final nesta parada.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-35585989794770656702008-06-23T12:01:00.002-03:002008-06-23T15:47:43.303-03:00<strong>MOLECAGEM</strong><br /><br />Acabo de presenciar um ato de molecagem no trabalho, daquelas molecagens sadias, que me fizeram lembrar das molecagens do Lancenet. A de hoje foi assim. O intrépido fotógrafo André Moreira simulou uma ligação de um assessor, enredou na conversa e disse que o cara iria mandar duas matérias para a gente corrigir na redação da Secom. Cara de espanto da Joana, que está em marcha lenta, assim como eu. E tudo porque eu disse que hoje, véspera de feriado por aqui nas terras de Sergipe Del Rey, o que chegasse do dito assessor só seria corrigido na quarta-feira, porque eu não faria maldade com ninguém.<br /><br />Depois das risadas, lembrei, e contei, das histórias do Lancenet. Da galera ligando para saber dos resultados após as rodadas e a gente transferindo a ligação para outros ramais, com um sacana “um segundinho só que eu vou transferir sua ligação para o setor de resultados da Segunda Divisão”. Claro que o cara que ligava ficava puto. <br /><br />Ou, então, a galera simulando defeito no telefone, fazendo um descarado “sssshhhhhhh (ou algo como interferência)... não estou te ouvindo direito, amigo, ligue de novo”, pro cara ficar bolado. Aí, o cara retornava, a gente continuava imitando o defeito e quase sempre ouvia um “porra, vocês estão de sacanagem, não acredito”. Ah, de vez em quando a gente dizia que não era do Lancenet...<br /><br />Aí, a molecagem passou para as lembranças daquela época, das amizades, dos chopes no Capela, das charruscas, das entrevistas com os coroas e os craques do futebol. Decidi, mas não sei quando vou cumprir, que vou voltar a entrevistar esses caras do futebol, craques, ídolos, e aumentar os autógrafos na camisa da Seleção Brasileira comprada exclusivamente para este fim – estão lá Júnior, Reinaldo, Jairzinho, Dadá Maravilha, Wilson Piazza e Telê Santana. Falta o Zico. <br /><br />Agora, enquanto escrevo, percebo que já guardo um monte de lembranças, boas, ruins e importantes, de Aracaju. Uma ruim foi acordar de madrugada uma semana depois de perder o primeiro emprego aqui, tirar uma foto da Nova Saneamento da janela do apartamento e ficar me perguntado o que tinha vindo fazer nesta cidade. Um “ei, tá maluco, venha dormir. Não pense agora não. Você é bom e vai se dar bem, eu sei”, me fez dormir.<br /><br />Uma boa lembrança, ligada a essa ruim, foi receber o prêmio Petrobras Direitos Humanos de Jornalismo e poder dizer, num Teatro Atheneu repleto de jornalistas, que o prêmio era dedicado, também, ao empresário que me demitiu, porque se nada daquilo tivesse ocorrido, eu não teria feito a reportagem premiada. E uma lembrança importante que vai ficar é a dessa molecagem de hoje, porque mostra que a molecagem sadia no trabalho ainda existe. E esse tipo de coisa é massa pacas.<br /><br />Claro que há muitas outras lembranças boas, ruins e importantes, antigas e recentes, algumas até bem recentes. Mas isso é assunto para depois. Agora começou o jornal do meio-dia e tenho de ver, por causa do trabalho.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-83467961082102271882008-06-12T13:07:00.000-03:002008-06-12T13:08:11.283-03:00<strong>QUEBREI</strong><br /><br />A pequena letra, de 1954, é do Zé da Zilda, do Marcelino Ramos e do Adolfo Macedo. O nome é Jura. Se fosse só o amor, tudo bem. A gente ama, desama, ama de novo, depois desama, ama loucamente, só pensa numa pessoa e por aí vai, sempre correndo o risco de amar e desamar. Mas para os bons entendedores, esta pequena letra basta. É que já tinha jurado uma parada há alguns anos, mas... quebrei a tal da jura. E quebrei bonito.<br /><br />Foi, uma jura, que eu fiz / De nunca mais amar<br />Foi, uma jura, que eu fiz / De nunca mais amar<br /><br />Ai, ai, ai, meu Deus / Pra que, que eu jurei ?<br />Todo mundo sabe / Quebrei, minha jura, quebrei...Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-57376563430284463582008-06-11T10:09:00.001-03:002008-06-11T10:09:28.794-03:00<strong>UMA VISÃO BEM EGOÍSTA</strong><br /><br />Claro que há mais coisas legais em Aju City, mas vou listar algumas que me fizeram bem nas últimas horas. Estou sendo bem egoísta e não estou pensando no bem comum, não. Ora bolas, o blógue é meu e valem as minhas impressões, né não? Bora lá:<br /><br />- Ver Guerra nas Estrelas na televisão de LCD nova. O episódio, claro, foi o primeiro, ou o quarto, ou o ‘Uma nova esperança’. Mas é o primeirão mesmo da série, feito em 1977. <br /><br />- Achar magnífico o Destroyer Imperial grandão na primeira cena, dar uma cochilada do meio pro fim do filme e acordar na hora em que a Estrela da Morte vai ser destruída.<br /><br />- Fazer reunião de trabalho, e reunião de amigos também, no Sollo, lugar aprazível pacas.<br /><br />- Voltar para casa depois de uma reunião de trabalho, e reunião de amigos também, ouvindo Teresa Cristina no carro. Ah, beeeeeeem alto.<br /><br />- Tomar banho em box sem cortina depois de uma tentativa frustrada de colocar a haste no lugar, molhar o banheiro todo, achar graça e sair andando em cima do pano para não cair.<br /><br />- Abrir a porta de casa para sair para trabalhar e se deparar com uma mala de roupas esquecida no corredor do prédio, e com todo o conteúdo intacto. <br /><br />- Comer broa com café preto no trabalho, desjejuando pela manhã. Ô combinação saborosa...<br /><br />- Ficar confuso com a penca de possibilidades que aparecem na vida em um único dia.<br /><br />- Começar a organizar e a projetar a casa mesmo sem saber por quanto tempo ela será sua.<br /><br />- Saber que, pela intensidade, é possível dizer um ‘eu te amo’ para uma mulher de covinhas, mesmo sem saber o que ela vai achar disso.<br /><br />Amigos, há também coisas ruins em Aju. Uma delas é andar em carro sem ar condicionado, ainda mais quando este carro é o seu e tem duas semanas de uso (a concessionária vai trocar a peça defeituosa só na semana que vem...). Outra é ter de enfrentar as mudanças da vida, e as novas possibilidades, sem ao menos ter tempo de pensar nelas, absorvê-las e senti-las (já estou procurando terapia para que essas coisas não me atrapalhem demais...). <br /><br />Pronto, acho que por hoje é isso. Como bom geminiano, tenho ânsias de externar os sentimentos. Já o fiz aqui.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-56942529518975223312008-06-05T01:38:00.001-03:002008-06-05T01:40:58.002-03:00<strong>HOJE EU…</strong><br /><br />… peguei emprestado pela segunda vez este trecho de Guimarães Rosa do Orkut do Dioguinho (de amigo a gente não surrupia, a gente pega emprestado...): “A vida é assim: esquenta e esfria; aperta e daí afrouxa; sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”. Hoje eu acho que tive coragem...<br /><br />... hoje eu tive coragem para me olhar no espelho do banheiro do trabalho e dizer “Leonardo, você, de vez em quando, é um merda, um Zé Mané, mas um cara gente boa também. Corra atrás, meu amigo”. Hoje eu me declarei como há muito não fazia, depois de uma sequência de fatos massa. Hoje eu gostei de me declarar e de achar tudo lindo. Hoje eu tentei roubar um beijo no início da madrugada, mas foi em vão. Hoje eu, rueiro, aceitei um convite para entrar um pouco mais na noite e tomar um chope com amigos.<br /><br />Hoje eu comprei persiana e varal durante a tarde. Hoje eu comprei uma TV que se eu não gostar muito, não for muito boa e não usar muito, eu vou me fuder muito, porque ela foi muito cara. Hoje eu vi o quanto demora um churrasquinho no Última Sessão em dia de bar cheio. <br /><br />Hoje eu vi que o Ka, ou Morcegão, vai ser parceiro. Hoje eu abasteci o carro com álcool pela primeira vez. Hoje eu ouvi uma piada tosca de um amigo dizendo que é melhor abastecer com álcool, porque ele e o carro ficarão sempre alcoolizados. Hoje eu tive um dia inenarravelmente normal no trabalho. Hoje eu tinha de fazer a barba, mas deixei para amanhã. <br /><br />Hoje eu ainda vou trabalhar um pouquinho e atualizar esse sítio indicado aí do lado, a Agência Sergipe de Notícias, porque ‘o trabalho dignifica o homem’, ou porque ‘digno é o obreiro do seu salário’ e todas essas frases que enaltecem a labuta e a sua relação com a humanidade. Hoje eu fui zoado solenemente pela minha mãe por causa do futebol – quem manda ligar para casa e dizer que o Palermo vai fazer um gol, quem manda o Palermo fazer um gol e quem manda o Boca levar uma virada de 3 a 1 do Fluminense?<br /><br />Hoje eu pensei num presente legal para dar nesta sexta-feira...<br /><br />P.S.: Para quem disse que ia parar de escrever no São João, até que esse blog está animadinho...Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-39947437406450433322008-06-03T10:42:00.001-03:002008-06-03T10:42:24.315-03:00<strong>APÊ NOVO</strong><br /><br />Ontem foi o primeiro dia de chaves e de passagem no apartamento novo. Edifício Piauí, apartamento 202, do Condomínio Porto das Águas. Prédio novo, apartamento novinho, mas sem nada. Pelado geral. Ou seja, me ferrei para organizar as coisas. Mas já estão comprados a cama, a geladeira, o fogão e a máquina de lavar. O telefone e a TV por assinatura serão instalados nesta semana, assim como a limpeza geral, que será feita na quinta-feira. Já quero passar lá este fim de semana. Terei de instalar persianas no apê. E, se não ficar muito complicado, vou colocar uma rede na varanda. <br /><br />Ontem também muitas mudanças começaram. Depois de um fim de semana péssimo, mas péssimo mesmo – computo entre as coisas boas a vitória do Flamengo no Fla-Flu (claaaaaaro!!!) e o show do Calypso no Arraiá do Povo (pense num fim de semana péssimo para achar este show bom) – a segunda-feira terminou massa demais.<br /><br />Primeiro, foi um bom contato que recebi do Rio de Janeiro. Lembrança profissional mais do que salutar, boa perspectiva, algo que me deixou bem feliz mesmo. Depois, foi um telefonema que me acordou de um cochilo com a Maria para mudar a noite. Saí, ouvi Teresa Cristina nas alturas no carro (aliás, o disco tocou o dia todo no carro, no melhor estilo “eu digo e até posso afirmar, vive melhor quem samba”, né não, Candeia?), vi a praia, falei de futebol no Mirante com o famoso garçom gente boa Careca, voltei feliz para casa. Até trabalhei tranqüilo. E Vicente, meu caro, vou te ligar no fim do Flu x Boca.<br /><br />Mas o apê novo é legal. Calmo, bem organizadinho, já fiquei imaginando onde colocar as coisas nele. Dá para organizar uma sala legal. Só não sei como encher um dos três quartos. Um vai ser o quarto de dormir mesmo, outro vai ser o escritório e o terceiro... bem, tem uma proposta para jogar tranqueiras nele que eu espero que se cumpra. Seriam todas muito bem vindas essas tranqueiras. Até porque, para mim, tranqueiras e telefonemas que mudam o rumo das coisas fortuitamente são coisas que combinam.<br /><br />E nessa onda de mudança dos últimos meses, esta segunda-feira, 2 de junho, pode ser computada como um dos dias mais representativos.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-72320895433150503222008-06-03T10:13:00.003-03:002008-06-03T11:18:33.218-03:00<strong>DO TRABALHO</strong><br /><br />Conversa na redação, numa ode à Sarajane, antiga musa do axé, ou seria lambada, nos anos 80 e início dos 90.<br /><br />- Sheila: André, Sarajane ligou.<br /><br />- André: Ah, Sarinha<br /><br />- Eu: Vamos abrir a roda, enlarguecer...<br /><br />- André: Aí é complicado esse negócio de abrir a roda...<br /><br />- Sheila: Ô (risos)<br /><br />- André: Mas Leo, não é do tempo dela não<br /><br />- Sheila: Não é, mas eu to ligada<br /><br />- Leo: Tá ficando apertadinha, por favor, abre a rodinha...<br /><br />Risos e pano rápido! <br /><br />P.S. 1: Não era a Sarajane ligando, claro.<br /><br />P.S. 2: Eu já passei um ano novo em Salvador e que a galera, depois de beber todas na casa de um amigo, foi para a praia, já todo mundo louco. E no pequeno palco montado na praia - claro, ninguém tinha dinheiro para aquelas festas caras - quem se apresenta?!?!?!?! Sarajane!<br /><br />P.S. 3: Este post foi corrigido depois da valorosa ajuda da Paula Dantas, pessoa mais do que sensacional, competentíssima advogada e profunda conhecedora da música baiana, que me alertou que a grafia correta é Sarajane, e não Sara Jane, como estava anteriormente.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-27493500633975267192008-06-03T10:09:00.004-03:002008-06-03T10:13:03.627-03:00<strong>COMEÇARAM OS FESTEJOS JUNINOS</strong><br /><br />Galera, começaram os festejos juninos aqui em Sergipe. O São João é a festa mais tradicional do Estado e em todas as cidades há festas, da mais pequenina até a mais grandiosa, como ocorre em Aracaju com o Arraiá do Povo, organizado pelo Governo (e onde estarei trabalhando um bom número de noites neste mês de junho), e o Forró Caju, organizado pela Prefeitura. Dois eventos grandes.<br /><br />Esta foto aí de baixo, do bom e competente repórter fotográfico Márcio Dantas (que divide a labuta comigo aqui na Secom) é da abertura do Arraiá do Povo. Público estimado de 60 mil pessoas. Para um domingo, foi até um público bom. <br /><br /><a href="http://bp2.blogger.com/_QK5YucqQ_CU/SEVDGtzNeTI/AAAAAAAAACE/7f6fYyndORs/s1600-h/arraiamd1peq.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_QK5YucqQ_CU/SEVDGtzNeTI/AAAAAAAAACE/7f6fYyndORs/s320/arraiamd1peq.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207642326776510770" /></a><br /><br />Já esta outra foto é do André Moreira, também bom e competente repórter fotográfico daqui da Secom. Já é da entrada do Arraiá, que tem uma cidadezinha cenográfica montada, com todo o estilo de cidade do interior. Bem dividida, cheia de atrações turísticas, bares, artesanato e, claro, muito forró.<br /><br /><a href="http://bp3.blogger.com/_QK5YucqQ_CU/SEVC8yQ9pbI/AAAAAAAAAB8/8ignuKZMU4A/s1600-h/arraiaampeq.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_QK5YucqQ_CU/SEVC8yQ9pbI/AAAAAAAAAB8/8ignuKZMU4A/s320/arraiaampeq.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207642156176352690" /></a><br /><br />Enfim, se este blog já é um devezemquandário, agora mesmo é que o será no sentido mais literal possível desta expressão.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-53935454107524873142008-05-27T19:09:00.002-03:002008-05-27T19:14:03.394-03:00<strong>AHN?</strong><br /><br />Passava eu hoje cedo pela Avenida Presidente Vargas e ouvia, pelo notebook, 'Quitandeiro', de Paulo da Portela e Monarco. E já no melhor do "Chocolate, tu avisa a crioula, que carregue na cebola e no queijo parmesão", me perguntei: tô no Rio?<br /><br />Não, estava em Lagarto, no Centro-Sul sergipano, voltando de uma manhã em Simão Dias, que além do trabalho, teve direito a padaria regada a abelhas e boa de conta: dois copos de café honestos, um copo de água e duas queijadinhas por apenas um real.<br /><br />Em Lagarto também tem Presidente Vargas e, se você quiser, pode escutar um samba.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-33550859403191992772008-05-25T18:20:00.000-03:002008-05-25T18:44:26.253-03:00<strong>A ÚLTIMA DO RIO</strong><br /><br />Avenida Presidente Vargas, cinco e pouco da tarde, caminho do Maraca. No carro, eu, Álvaro, Gel, Dioguinho e os intrépidos e lindos Beatriz e Mateus. No rádio, Elton Medeiros, show ao vivo e, de repente, ‘Ame’, dele com o Paulinho da Viola. Sempre gostei dessa música e, naquele lapso de tempo, entre a preocupação com o jogo do Mengão e ouvir as tiradas sensacionais das crianças, diversos momentos da minha vida passaram rapidamente, até chegar no atual, ali dentro do carro, com uma penca de sentimentos misturados. Relaxei ao lembrar de Aracaju, das novidades da cidade nos últimos tempos, dos sentimentos. E dei um sorriso.<br /><br />Estive pela última vez no Rio em fevereiro. Formatura da minha irmã, fim das minhas férias. Desta vez foi totalmente diferente. A cidade se abriu de maneira nova. Devo confessar que dei alguns suspiros nesta última passagem. Ainda estou dando. Alguns, a maioria, para falar a verdade, do tipo “pô, que coisa legal sentir isso”. Outros já assim “ô vida nova que começa”. E também, claro, após encontrar os amigos, todos eles importantes em cada etapa desta viagem, já assim “pô, que amigos legais”.<br /><br />A sexta-feira foi legal. Encontrar o Vicente e namorada, Cadé, Anderson, Renata e o novo namorado, Jacomo (sempre com um sorriso) e Camila, no início da noite, foi maneiro. Abriu o espaço para a Lapa com Juliana, André, Pilar, o pessoal do Semente, o Capela com o seu Cícero e a volta para casa, bebum, de madrugada.<br /><br />No sábado, putz, que samba bacana o da rua do Ouvidor: local agradável, caldinho de feijão temperadinho e honesto (seis pratas por uma cumbuca bem servida), música boa. Ótimo esquenta para o Maracanã. Fiquei rouco, depois da virada em dez minutos. E com direito a esporro do Dioguinho: “Porra, vai ficar mandando mensagem de celular no meio do jogo. Torce pro Mengão, ô caralho”. E eu “Calma Dioguinho, só uma mensagem rápida, olha lá o meio... tiraaaa essa bola, porraaaa”. E no lance seguinte, o gol da virada. Êxtase, a empolgante ‘Vamos Flameeeengoooo...’. <br /><br />Depois, de noite, pizza na casa da Baixa e do Antônio, papo sobre trabalho e oportunidades, barrigão de grávida lindo da Débora. Legal, muito legal ver os dois. Aí, rumei para a casa da Nina, casa bacana numa vila perto do Pedro II, com o Sérgio, o marido gente boa, e a Aline Mini. Papo mais do que bom até cinco da manhã, regado a uma cervejinha light.<br /><br />Ah, vale um parêntese, caminhar pelo Humaitá foi bom pacas. Ô, época de colégio, casas de amigos, cerveja após colégio, festas do Pedro II, violão na calçada, em frente ao bar, na escada do CPII, enfim. Vários amigos passaram pela caminhada sem estarem do meu lado. E cada um com seu devido espaço na lembrança.<br /><br />Aí, agora, este domingo, que está se passando meio melancólico. Primeiro, por causa da rebordosa de dois dias de pouco sono e muita atividade. Depois, porque teve trabalho e trabalho, no domingo, é algo que nenhum ser humano merece – é, é foda trabalhar domingo, mas se é necessário, fazer o quê? E por fim, porque o que eu queria fazer mesmo eu não pude. <br /><br />Mas ele, agora, está terminando bem. Passar o dia com o carinho dos pais é sempre bom, ainda mais quando já se acerta um novo encontro para uma ou duas semanas depois. E, depois, porque volto para Aracaju, para poder fazer tudo o que eu queria neste fim de semana e dar continuidade às mudanças que estão em curso nesta minha vida.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-10361417411067966322008-05-23T01:20:00.000-03:002008-05-23T01:21:21.497-03:00<strong>OUTRA DO RIO</strong><br /><br />Engraçadas essas coisas da vida. Agora, pouco depois de meia-noite, sou o único acordado na casa dos coroas. A casa já foi minha, já fiz muita farra aqui, já ri, já chorei, já botei música alta, mas hoje estou “sozinho”. Os pais dormem num quarto, a irmã e o namorado em outro e eu ouvindo Teresa Cristina aqui na sala, depois de fazer algumas coisas de trabalho para amanhã.<br /><br />Engraçado porque estou na mesma mesa onde, quando era criança, comia em almoços de domingo com a família, onde estudei no ginásio, onde ficaram bolos de aniversário, onde escrevi cartas em papel (e hoje em dia eu escrevo posts neste blog) para uma ex-namorada (hoje amiga) que morava em outro estado, onde joguei Yam e comi bolo de fubá com café (cabrunco, essa é do arco da velha), onde fiz trabalhos da faculdade e por aí vai. Hoje, a mesa recebe um notebook, um copo de Bohemia Weiss e muita saudade. E a certeza de que não a verei já na segunda-feira.<br /><br />A casa é a mesma onde vim morar em 1997, mas não é mais minha. Cheguei, fui beber água e a primeira pergunta foi “Pai, que copo eu pego?”. E logo eu, que tinha copo cativo em cima da geladeira, que era só meu. E o talher? Eu tinha um garfo e uma faca preferidos, que ficaram com minha irmã. Comi com garfo e faca de visita...<br /><br />Neste feriado de outono no Rio eu serei visita na casa que já foi minha. É legal, mas engraçado, estranho mesmo. Do tipo “Meu filho, está aqui a sua toalha”. E lá vem uma toalha separada pela minha mãe para mim, e não a minha toalha. Vou até o antigo quarto do computador, onde eu colocava as minhas tranqueiras, e o que tem lá é mais bagunça, mas do meu pai. Até a minha cama se foi. Vou dormir de colchonete mesmo, mas de frente para a TV que dei para a coroa num Dia das Mães há algum tempo atrás (aliás, a TV quase foi baleada, mas isso é outro assunto...). <br /><br />Só que mesmo sendo visita, é uma sensação boa saber de tudo da casa. Saber como se fecham as portas, onde fica a xícara para tomar o café, onde guardar o bolo de fubá, como organizar as coisas dentro da geladeira, onde comprar o pão para o café da manhã, onde fica o bloco de anotações do telefone e por aí vai. <br /><br />É uma sensação bacana esta, de nostalgia, de novidade com algumas coisas, mas de saber que tudo está no seu devido lugar, mesmo você se esquecendo momentaneamente das coisas. Fora que, com pais bebuns, tem sempre uma cerveja pronta para ser gelada ou sempre a disposição para responder assim “Pode comprar que a gente bebe” depois de eu perguntar “Nessa casa não tem cerveja não, é?!”.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-41411754840641979472008-05-22T23:55:00.002-03:002008-05-23T00:04:10.420-03:00<strong>A PRIMEIRA DO RIO</strong><br /><br />Há alguns dias, fiz uma súplica ao Pedro Paulo, amigo de longa data e de primeira, padrinho, parceiro, enfim, um cara nota 10. Fiz uma súplica para ele voltar com o blog dele, o Mascavinhas, que para quem não conhece, coloca este aqui no chinelo fácil, fácil. <br /><br />Pois bem, Pedro Paulo é jornalista, cantor, ator de musical e por aí vai. Trabalha um bocado, roda o país com o Sassaricando (musical fabuloso) e ainda estava se preparando para juntar os trapinhos com Cláudia. Hoje li um e-mail dele, explicando o motivo de não atualizar o Mascavas: vai ser pai. Notícia do caralho!!!!<br /><br />Ô, Pedrão, que atualizar o Mascavinhas que nada. Tá mais do que certo. Tem é de alugar apartamento virado pro verde mesmo. E que notícia do cabrunco a do rebento que vem! Nada como começar o feriado no Rio desta maneira. E amanhã ainda tem Baixa, de barrigão.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-57483095688975469152008-05-22T04:23:00.003-03:002008-05-22T04:31:23.575-03:00<strong>A BOA MÚSICA</strong><br /><br />Hoje eu ouvi o duo de gaita e pandeiro mais singelo e bonito que eu já tinha escutado na vida. E tocando um chorinho bacana.<br /><br />Também ouvi um agradecimento lá do fundo do peito dos mais sinceros e claros. E me lembrei dos meus - agradecimentos e pais.<br /><br />Caro amigo Dudu, a boa música vai sempre continuar. E vamos sempre nos emocionar.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-66191782669822175692008-05-19T15:13:00.002-03:002008-05-19T15:24:24.055-03:00<strong>QUASE UMA SÚPLICA</strong><br /><br />Este blog não acredita em frases feitas, "sortes" de toda sorte, como as das agendas que as pessoas recebem de brinde no fim do ano, em livros de ajuda, auto-ajuda e afins. Não acredita e ponto.<br /><br />Mas a frase do Orkut de hoje foi bacana, apesar de soar brega: 'O grande prazer da vida é chegar nas coisas antes inatingíveis'. E isto tem várias conotações.<br /><br />Por exemplo, pode ser se 'arestar' (viva a licença poética) com pessoas difíceis, mas não impossíveis. Ou, então, fazer um pedido público a um amigo: Pedro Paulo, volta com esse <a href="http://www.mascavinhas.blogspot.com">Mascavinhas</a>, ô cabrunco. Se eu fiz o inatingível e voltei com o CajuNews, o amigo pode voltar com o seu Mascavas, ora bolas.<br /><br />Esse post já está no seu e-mail, caro amigo.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-9320069945674729132008-05-19T00:46:00.000-03:002008-05-19T00:56:28.744-03:00<strong>ADIDAS E NIKE</strong><br /><br />O último comentário que fiz nestas páginas foi sobre mudanças, com as voltas que o mundo dá. Acho que nunca passei por tantas como nos últimos meses. E agora, começo a encarar uma nova vida. Ano passado, no melhor estilo de crise dos 30 anos, crise balzaquiana ou o nome que queiram dar, achava que tinha de dar um rumo na minha vida. Esse rumo foi tanta coisa diferente que não chegava nunca. Mas nos últimos meses ele foi chegando.<br /><br />Amanhã, por exemplo, devo fechar o aluguel do novo apartamento. Uma nova vida vai começar. Não tenho a menor idéia se vai ser boa ou se vai ser ruim. Mas como todo bom geminiano, estou encarando com um belo sorriso no rosto e de peito aberto o que está surgindo. Tudo a seu tempo, tudo a seu modo, as coisas se encaixam. E se o encaixe não é assim tão perfeito, a gente ainda se ajeita, ‘rebola’ um pouco, cede aqui e acolá para que tudo fique perto da perfeição. Até porque, para os geminianos não existe tempo fechado. A gente sempre encontra um jeito de melhorar as coisas e de fazer com que elas fiquem bem. E como sou um bom geminiano...<br /><br />... mas como eu ia dizendo, será o começo de uma nova etapa. Já estou vendo eletrodomésticos e móveis para comprar – peeeeeeeeense na grana... –, pensando no famoso chá de casa para fazer – claro, a ajuda dos amigos é sempre importante ;-) –, nas festas que vão rolar, nos momentos de introspecção e de labuta, na noite que passar sozinho e achar melancólica, em tocar um pouco a Maria para relaxar (galera, a Maria é o violão) e por aí vai.<br /><br />Também vai ser uma época de mais responsabilidade. Do caminhar com meus próprios pés. Está certo, eu já faço isso desde que saí da casa dos coroas, ainda no Rio de Janeiro, com a mudança de Jaca City para a Ilha do Governador. Mas agora, acho que tem outra dimensão: optei por uma nova vida e o caminho a percorrer é só meu. Claro, muitos pés de amigos ajudam nessa empreitada e isso é bom. Se outros pequeninos pés quiserem chegar junto, ótimo, é isso mesmo o que eu quero. Mas o caminho é meu e os meus pés é que vão dar o tom da travessia. Com os indefectíveis tênis Adidas.<br /><br />Se bem que é tempo de mudança. Talvez seja a hora de comprar outro par de tênis. Vou providenciar isso nesta semana, como simbologia mesmo. Acho que vai ser um Nike, mas no estilo mais retrô dos Adidas. É porque eu mudei, as coisas mudaram, a vida mudou. Mas na essência, ainda sou o mesmo cara tranqüilão de sempre.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-42981417096671425022008-05-10T03:23:00.005-03:002008-05-10T03:49:36.752-03:00<strong>AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ</strong><br /><br />Me peguei agora há pouco imaginando, do trajeto do portão do prédio para a porta de casa, como é que as coisas acontecem na vida. Eu fiquei imaginando como é que o simples fato de sair para comer um sanduíche, depois de uma noite numa boate, pode ser tão importante para a vida da gente. Ou que flores são sempre um presente legal.<br /><br />Não vou escrever muito mais hoje não. Esse assunto vai ser recorrente no blog - pelo menos é o que eu acho. Mas como é que um sanduíche e flores podem deixar a gente tão feliz, mas tão feliz, que depois de acordar às cinco e meia da madrugada (é, 5h30min não serão nunca da manhã, porque manhã é depois de 10h), o cara ainda vair procurar a internet, às três da madrugada, só para escrever um post? E o que é pior: ainda diz, para quem quiser ouvir, que vai escrever o post!!!<br /><br />Mas as voltas que o mundo dá são maneiríssimas. E ainda bem que o mundo gira.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-29673477547938959112008-05-10T03:16:00.004-03:002008-05-10T03:46:47.595-03:00<strong>DE VOLTA</strong><br /><br />Amigos, o CajuNews está de volta. Será um devezemquandário (gosto desta palavra e roubo sem saber de quem, pois já a vi), sempre que o ritmo das atividades permitir. Vou divulgar a volta dele aos poucos também. Tirei quase todos os posts antigos e não mudei cor porque daria muito trabalho agora. Deixei só esses posts aí de baixo. E há motivos, para vocês verem como as coisas mudam em três anos...<br /><br />O mais velhinho é de um dos momentos profissionais mais legais que passei aqui. A descoberta rendeu prêmio e tudo (5 pratas de prêmio, foi legal). Mas hoje acho que estou numa fase mais bacana.<br /><br />O do meio fala da amizade com os irmãos mais legais que conheço em Aracaju. Vale dizer que a amizade cresceu, que Clínio Jr. mora no Rio, que Dedé e Arthur estão na Nova Zelândia e que Kiko rumou para portugal com Luciana, sua esposa. E que eu escrevo este post sentado na famosa cama do barão, no antigo quarto de Clínio Jr. É, vim passar um tempo na casa deles.<br /><br />Por fim, o das expressões já está desatualizado. Tem mara, massa, gongado, o famoso "iiiiiiiiiuuuuuuuu" da galera da Secom, o fechação e por aí vai...<br /><br />Enfim, tô voltando para o CajuNews.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-1105156641393863992005-01-08T01:49:00.000-02:002005-01-08T01:57:21.393-02:00<b>DAS CONTRAÇÕES</b> <br /> <br />Fidape, fidocanço, istopô balai, carai, virgi França, fiducabrunco, Sêgipe, tôcida, Mácio, caradefundio, pense, ôxi, ôxenti... <br /> <br />Bebedeira fidapé do cabrunco mariano da gota serena que não me deixa lembrar de mais nada das contrações...Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-1104978096523641222005-01-06T01:07:00.001-02:002008-05-10T03:16:51.414-03:00<b>TEM A VER...</b><br /><br /><img src="http://www.dissonancia.com/11-04-004.jpg"><br /><br />Eu cheguei aqui no dia 31 de janeiro do ano passado e saí do aeroporto direto para um show na praia, carregados pelos primos Saulo e Tales e pela amiga Andressa. No palco, montado na praia da Atalaia, uma banda daqui, Snooze, que achei legal. Nos instrumentos, amigos dos meus primos. Depois do Snooze tocou o Ira, mas aí fomos embora.<br /><br />De lá para cá, fui conhecendo pessoas e uma delas foi o Clínio Jr., o de camisa branca na foto. Rubro-negro e sofredor como eu, amante de uma boa música e de um bom rock n' roll, o cara foi se tornando mais do que um companheiro de dominó e virando um amigo, junto com seu nobre irmão, o Kiko.<br /><br />Depois de ver dois shows da Snooze dedicados aos Beatles e de estar esperando mais dois com a presença do Fabinho, baixista que se afastou temporariamente da banda para estudar música em São Paulo, devo dizer que desejo longa vida ao grupo, que vai lançar CD em breve. E longa amizade com Clínio Jr., Kiko, Adelaide, Artur (que tem este nome por causa do Antunes Coimbra) e Deedee.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6385467.post-1103239179342458892004-12-16T21:09:00.000-02:002004-12-16T21:31:05.246-02:00<b>É FANTÁSTICO!</b> <br /> <br />No meio das confusões normais de fim de ano, de uma semana atribulada com matéria especial sobre trânsito em Sergipe, confusões para colocar o site de onde trabalho no ar e início de mestrado (e tome livro para ler...), fujo rapidinho da rotina para colocar um recado aqui, recado este que me deixou muito feliz: daqui de Aracaju, com uma matéria sem lá muita expectativa de nada, a não ser trazer o assunto para a roda de discussão da sociedade, consegui pautar o antigo Fantástico, da Rede Grôbo, func! (como diria o Didi Mocó). <br /> <br />Em novembro, fiz uma matéria sobre um ex-detento homossexsual que saiu da prisão e deixou a namorada lá, a travesti Shirley Chayenne. A Secretaria de Justiça do Estado não quis falar e, então, procurei OAB, o ex-detento, juristas e levantei a questão. O caso repercutiu na Veja, na Folha (a repórter da Folha teve o disparate de dizer que ia cobrir para dar uma "forcinha") e no Estadão. <br /> <br />Daí, o secretário de Justiça considerou a idéia de abrir a visita homossexual, determinação que existe desde 2002, mas que nunca foi posta em prática oficialmente por um poder de Estado. Fiz nova matéria sobre o caso, desta vez conversei com a Shirley, que é apaixonada pelo seu futuro marido (os dois querem se casar), li cartas ardentes escritas por ele já do lado de fora, coloquei a determinação do secretário. E na semana passada rolou o encontro, com repórteres da TV Sergipe filmando especialmente para o Fantástico. <br /> <br />Pois bem, fiquei feliz não pelo fato de pautar o Fantástico em si, mas porque o caso ganhou uma proporção bacana e gerou discussão, que era o que eu queria desde o início.Leonardo Zanellihttp://www.blogger.com/profile/14153782288829863229noreply@blogger.com