tag:blogger.com,1999:blog-61568132008-05-07T18:13:07.947-03:00Vascaino@VenezuelaRicardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comBlogger309125tag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-89543914336977531392008-04-12T10:43:00.001-03:002008-04-12T10:46:13.087-03:00PDVSA da lecheTambién en <a href="http://veja.abril.com.br/160408/radar.shtml">Veja de esta semana</a>:<br /><br /><span class="revistasSubTitulo"></span><blockquote style="font-style: italic;"><span class="revistasSubTitulo">PDVSA dá petróleo...<br />e leite<br /></span><br />A Parmalat acaba de fechar um contrato de venda de <span style="font-weight: bold;">15 milhões de quilos de leite em pó para a Venezuela</span>. Até aí, beleza. O singular é quem está comprando o leite: a PDVSA, a estatal venezuelana de petróleo. <span style="font-weight: bold;">Há algo de muito torto num país em que a compra de alimentos é feita pela estatal de petróleo</span>.</blockquote>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-5853646113465582008-04-12T10:27:00.000-03:002008-04-12T10:29:34.224-03:00El bufón de América<p align="left"><span class="revistasChapeu"></span></p><blockquote><p align="left"><a href="http://veja.abril.com.br/160408/entrevista.shtml"><span class="revistasChapeu">Entrevista:<span class="revistasChapeuSemBold"> </span></span><span class="revistasChapeuSemBold">Marco Antonio Villa</span></a><br /> <span style="font-size:180%;"><span class="revistasTitulo">O bufão da américa</span></span></p> <p class="revistasSubTitulo" align="left">Historiador diz que Hugo Chávez, presidente da<br /> Venezuela, é perigoso por ser ambicioso e imprevisível</p> <p align="left"><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/fio_assinatura.gif" height="5" width="223" /><br /> <span class="revistasAssinatura">Duda Teixeira</span></p> <table bgcolor="#eeeeee" border="0" cellpadding="0" cellspacing="9" width="100%"> <tbody><tr> <td width="23%"> <p><span class="revistasCredito">Roberto Setton</span><br /> <img src="http://veja.abril.com.br/160408/imagens/entrevista1.jpg" height="280" width="187" /></p> </td> <td class="revistasCorpoBold" width="77%">"Se Lula tivesse sido presidente<br /> na República Velha, o Acre seria<br /> dos bolivianos e Santa Catarina,<br /> dos argentinos"</td> </tr> </tbody></table> <p align="left"><span class="revistasCorpo">O historiador Marco Antonio Villa já escreveu 21 livros, com temas que variam da Idade Média à Revolução Mexicana. Ao investir contra mitos da história nacional em suas obras e artigos, esse professor da Universidade Federal de São Carlos colecionou polêmicas e fez dezenas de inimigos. Sete anos atrás, tornou-se <i>persona non grata</i> no estado de Minas Gerais ao sustentar que Tiradentes foi um herói construído pelos republicanos. Mais tarde, causou comoção ao escrever que o presidente João Goulart, deposto pelos militares em 1964, preparava o próprio golpe de estado para obter a reeleição. "Os historiadores costumam ter receio de polêmicas, mas é com elas que se transforma a visão de mundo de uma sociedade", diz Villa, que tem 52 anos. Estudioso da diplomacia brasileira, ele vê com preocupação o sumiço da linha de diplomacia cunhada pelo barão do Rio Branco. "O barão profissionalizou o Itamaraty, que passou a atuar em busca dos interesses do país, e não de um governo ou partido." Em sua casa na Zona Norte de São Paulo, o historiador deu a seguinte entrevista a VEJA. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Como o senhor avalia a atual diplomacia brasileira?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Nossa diplomacia se esquiva de defender os interesses nacionais na América Latina. Teima sempre em chegar a um acordo e, como não consegue, acaba cedendo aos vizinhos. Se Lula tivesse sido presidente na República Velha, o Acre seria hoje dos bolivianos e Santa Catarina, dos argentinos. Por aqui se pensa que o Brasil não pode ter interesses nacionais ou econômicos na América do Sul, uma vez que estamos em busca de uma integração regional. É um equívoco. Os interesses do Brasil não são os mesmos da Argentina. Os objetivos do Paraguai não são os do Brasil. A linguagem amena, educada, usada pelos nossos diplomatas apenas tem fortalecido os caudilhos da região, como o venezuelano Hugo Chávez e o boliviano Evo Morales, que se acham com autoridade para falar ainda mais grosso e aumentar as exigências. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>A diplomacia brasileira não era assim no passado?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Não. No fim do século XIX, a Argentina reivindicou o oeste do Paraná e de Santa Catarina. Não fazia o menor sentido. O presidente Prudente de Moraes, com a ajuda do barão do Rio Branco, resolveu a questão e evitou a doação da área. Não perdemos um hectare de terra. O barão sabia quais eram os interesses nacionais e os defendia. Além disso, profissionalizou o Itamaraty, que passou a coordenar uma política em nome do país, e não de um governo ou partido. Hoje, precisamos urgentemente que o barão do Rio Branco se incorpore no ministro das Relações Exteriores. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>O Brasil cede sempre?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Só não o fazemos quando é impossível. Em negociações recentes com a argentina Cristina Kirchner e com Evo Morales, a Petrobras recusou-se a fornecer gás para a Argentina, que vive sob ameaça de um apagão. Se cedesse, o Brasil teria um grave desabastecimento. Nos outros casos, somos sempre fregueses. O Brasil já sofreu no passado uma invasão de produtos argentinos e ninguém reclamou. Quando a situação se inverteu e a balança comercial tornou-se superavitária para o Brasil, os argentinos chiaram e conseguiram o que queriam. Com a Bolívia, aceitamos uma indenização simbólica pelas refinarias nacionalizadas, a um valor muito aquém do que foi investido pela Petrobras. Com Hugo Chávez, falamos sempre "não" na primeira hora, depois dizemos "sim". Éramos contra o Banco do Sul. Hoje somos a favor. Fazemos o oposto do que recomendava Vladimir Lenin, para quem era preciso dar um passo atrás e depois dois para a frente. A diplomacia nacional dá um para a frente e dois para trás. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Deportar turistas espanhóis é uma resposta inteligente à repatriação de brasileiros que tentavam ir para a Espanha?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Foi um exagero. A política externa não é para ficar a cargo de um funcionário da Polícia Federal. As cenas dos espanhóis sendo deportados no aeroporto de Fortaleza são absurdas. Uma coisa é um turista que vai para Jericoacoara, outra é um brasileiro que, supostamente ou não, deseja trabalhar na Espanha. Quando faz diplomacia com a Europa, os Estados Unidos ou a Ásia, o Brasil tem sido muito agressivo. É como se o esforço para se afirmar como país, uma vez que não se realiza na América Latina, fosse todo desviado para os fóruns em outros continentes. Ser duro com um turista espanhol é fácil. Quero ver ser duro com Hugo Chávez.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Chávez é o grande líder da América Latina?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Quando se olha o que ocorre com os mais de vinte países da região, não há dúvida disso. Com a alta do preço do petróleo, Chávez construiu uma sólida rede de alianças. Foi uma sucessão de vitórias. Tem o apoio de Cuba, Nicarágua, Equador, Bolívia, Argentina. Quem está do lado do Brasil? Ninguém. Chávez é um ator que faz um monólogo. Eventualmente alguém da platéia sobe no palco e participa. O show é dele. Ele determina o que vai ser discutido e como. Os outros só correm atrás. Os países que estão se aproximando do Brasil, como Paraguai e Peru, fazem isso apenas porque não tiveram ainda um estabelecimento de relações com a Venezuela. A história talvez comece a mudar agora. Não por obra de Lula, evidentemente, e sim de Álvaro Uribe, o presidente colombiano. Graças a ele, Chávez teve sua primeira derrota em política externa. A reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA), que colocou panos quentes na discussão que se seguiu à morte do terrorista Raúl Reyes, pode sinalizar um futuro diferente. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Por que o senhor considera que Chávez perdeu?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Chávez é um caudilho e, como tal, precisa de um palanque para discursar. Quando reagiu com firmeza à morte de Raúl Reyes no Equador, ganhou um palco considerável. Só que durou pouquíssimo tempo. A solução rápida e eficaz do problema pela OEA, que estava sumida do mapa, tirou essa oportunidade dele. Chávez resignou-se porque a maioria dos países apoiou a resolução final, que condenava a invasão territorial no Equador e ao mesmo tempo acusava a presença das Farc naquele país. Uribe, ao pautar as negociações que esfriaram o conflito, mostrou que é possível dar um basta a Chávez. Sua atitude terá um impacto pedagógico até mesmo dentro da Venezuela, onde o povo tem aceitado as precárias condições internas do país ao ver que, externamente, seu presidente só obtém vitórias. Chávez teve sua primeira grande derrota no referendo constitucional. Agora, teve a segunda derrota, dessa vez em política externa. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Por que o discurso é tão importante para um caudilho?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Um caudilho não vive sem a oratória. O programa dominical <i>Aló Presidente</i> é o que vitamina Chávez. Fidel Castro adora discursar por horas. O mexicano Antonio López de Santa Anna foi ditador várias vezes, afundou seu país e, ferido e pensando que ia morrer, ditou suas últimas palavras. Foram quinze páginas. No fim, sobreviveu com uma perna amputada, que sepultou com honras militares. A oratória é uma tradição latino-americana, que ocorre paralelamente à dissociação entre discurso e prática. Para esses homens e para as suas platéias, é como se as palavras, sozinhas, tivessem um poder de mudar a realidade. Pura bobagem. Não existe tal mágica. Lula também aposta nesse artifício. Acha que ao divulgar o programa do PAC pode transformar o Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em um bairro residencial em seis meses. Para os sucessores, a herança desse tipo de comportamento é terrível. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Por que os latino-americanos possuem o vício da oratória? <br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Em parte, há na América Latina uma forte tradição do bacharelismo. Muitos dos presidentes passaram por faculdades de direito. No Brasil, Getúlio Vargas e Jânio Quadros são exemplos. Epitácio Pessoa era chamado de "A Patativa do Norte", em referência a uma ave cantora. Fidel Castro foi advogado. O argentino Juan Domingo Perón não era, mas a maioria dos seus auxiliares, sim. Para um advogado, o que importa não é a legitimidade da causa, mas o nível de retórica do advogado para defender seu acusado. Somos muito marcados por isso. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Qual é o maior perigo de Chávez para o resto da América Latina?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Ele está armando seu Exército e sua população. Compra fuzis, caças e faz acordos com o Irã. Ninguém parece levar isso a sério. A diplomacia brasileira sabe disso e vai contornando a situação. Uma hora Chávez vai invadir a Guiana. Ele reivindica quase dois terços do território desse país. Para Chávez, a Guiana é uma aventura fácil. E quem vai defendê-la? O que a Guiana conta na América do Sul? Nada. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Chávez reagiu ao ataque colombiano às Farc no Equador com um discurso em defesa da soberania nacional. Ele invadiria a Guiana?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Chávez é um bufão. Ele construiu um personagem. É um militar de boina vermelha que se emociona, chora e canta em público. Em um momento é simpático. No minuto seguinte, aparece totalmente irado. O bufão é isso. Nunca se podem prever suas atitudes. Pode abraçar um crítico ou mandá-lo para a prisão. Suas atitudes não se regem pelo mundo racional. O bufão trabalha em outro universo. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Por que Chávez defende as Farc?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Seu objetivo é enfraquecer Álvaro Uribe. Chávez vê de forma simplista a conjuntura latino-americana. O mundo para ele se divide de uma maneira muito primária: os que estão com ele e os que estão com os Estados Unidos. Considera que o presidente da Colômbia é um agente imperialista na América do Sul. O combate às Farc tem sido uma das mais fortes bandeiras de Uribe.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>É legítimo usar grupos armados ou políticos de outros países para causar instabilidade?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Há uma incompatibilidade em defender a soberania e apoiar materialmente um movimento terrorista em um país vizinho. No Brasil, tivemos uma história parecida. No governo de João Goulart, as Ligas Camponesas tinham meia dúzia de campos guerrilheiros e contavam com o apoio financeiro cubano. Quando se descobriram os campos, foi um escândalo. Vivíamos um regime democrático e o governo brasileiro manifestava-se contrário à expulsão de Cuba da OEA, enquanto Cuba violava a soberania brasileira apoiando um movimento guerrilheiro que rompia com a legalidade constitucional. A defesa da soberania só valia para os cubanos. Eu imaginava que essa prática de violação da soberania fosse página virada da história latino-americana. Ledo engano.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b><b> </b><i>Chávez foi o grande pacificador do conflito entre Colômbia e Equador, como disse Lula?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Não há nenhum fato que comprove isso. Os documentos que estavam no computador do guerrilheiro Raúl Reyes ainda mostram que Chávez apoiava financeiramente as Farc e também recebia ajuda dos narcoterroristas. Isso não tem nada a ver com paz. Lula não tinha por que falar isso. Diz essas asneiras porque está em um momento especial. A economia vai muito bem, o que levou Lula a entender que ganhou um salvo-conduto para reescrever a história do Brasil. Discursou homenageando Severino Cavalcanti, que renunciou quando se comprovou que ele recebia um mensalinho de 10 000 reais para deixar um restaurante funcionando na Câmara dos Deputados. Dois dias depois, defendeu sua amizade com Renan Calheiros, que teve suas contas pessoais pagas por um lobista. Quando falou de Chávez, Lula disse que ele era um ex-guerrilheiro. Lula sabe que essas coisas não são verdade. Não é ingênuo e é bem assessorado. Mas fala como se fosse um iluminado. É um líder messiânico em plena campanha eleitoral. Os professores de história devem estar arrepiados.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Qual é a importância do Foro de São Paulo na condução da política externa brasileira?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> O Foro de São Paulo é um clube da terceira idade. Basta ver as fotos. São senhores em idade provecta, como se dizia antigamente. São provectos também no sentido ideológico. Suas idéias pertencem ao passado. Não creio que tenham uma estratégia revolucionária para a América Latina tal como foi a Internacional Comunista. Durante o período da União Soviética, os partidos comunistas espalhados pelo mundo eram braços da política externa soviética. O Foro de São Paulo não tem esse poder. Sua maior influência se dá pela pessoa de Marco Aurélio Garcia, assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, que tem grande participação no Foro. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Qual é a relevância de Marco Aurélio Garcia nas relações externas?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Desde o início da República, não há registro de um assessor com tanto poder como ele. Garcia aparece nas fotos quase sempre atrás de Lula. Dá pronunciamentos em pé de igualdade com o ministro das Relações Exteriores ou o secretário-geral do Itamaraty. Marco Aurélio Garcia é considerado um grande acadêmico, um gênio, uma referência para qualquer estudo sobre relações internacionais na América Latina. Curioso é que não se conhece nenhuma nota de rodapé que ele tenha escrito sobre o tema. Fui procurar seu currículo na plataforma Lattes, do CNPq. Não há nada sobre ele. Marco Aurélio Garcia é o Pacheco das relações internacionais. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Quem é o Pacheco?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> É um personagem de Eça de Queiroz que aparece no livro <i>A Correspondência de Fradique Mendes.</i> Pacheco era um sujeito tido como brilhante. No primeiro ano de Coimbra, as pessoas achavam estranho um estudante andar pela universidade carregando grossos volumes. No segundo ano, ele começou a ficar mais calvo e se sentava na primeira carteira. Começaram a achar que ele era muito inteligente, porque fazia uma cara muito pensativa durante as aulas e, vez por outra, folheava os tais volumes. No quarto ano, Portugal todo já sabia que havia um grande talento em Coimbra. Era o Pacheco. Virou deputado, ministro e primeiro-ministro. Quando morreu, a pátria toda chorou. Os jornalistas foram estudar sua biografia e viram que ele não tinha feito nada. Era uma fraude. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"><b>Veja – </b> <i>Que conseqüências a política externa do Brasil pode ter no futuro?<br /> </i></span><span class="revistasCorpo"><b>Villa –</b> Pela primeira vez na história do país existe a possibilidade de a política externa tornar-se tema de eleição. Seria algo realmente inédito que, para acontecer, só depende de como Chávez vai agir nos próximos anos. As concessões dadas à Bolívia, os diversos acordos com Chávez e a recusa em classificar as Farc como um grupo terrorista estão provocando muita crítica dentro do Brasil e podem juntar-se em um único e potente tema central na próxima campanha presidencial.</span></p></blockquote><p align="left"><span class="revistasCorpo"></span></p>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-56602424358725200322008-03-28T15:11:00.001-03:002008-03-28T15:13:11.416-03:00Laureano Márquez: El que galicado<span style="font-family: arial;"></span><blockquote><span style="font-family: arial;"></span><span style="font-size: 16px; line-height: normal; font-family: arial;">Visto lo delicado de los acontecimientos de esta semana y teniendo en cuenta la conseja del refrán de que "en pleito de burro no se meten los pollinos" (à un procès (querelle) d’âne les ânons ne se mettent pas) o, dicho en palabras de Miguel Delgado: "evitar no es cobardía", es oportuno –con permiso del querido amigo Don Alexis Márquez– dedicar esta semana al análisis del "que" galicado, algo que siempre ha llamado la atención del autor de esta columna y no por abundancia de conocimientos sobre el tema, como es el caso de mi colombroño, sino por suprema ignorancia.<br /><br />"Que galicado" o "galicioso" tiene que ver, no con una expresión usada para referirse a un hombre fino, diciendo al verle pasar "¡Ay, sí... qué galicado!", sino con un mal uso del "que" producido por el empleo de éste a la manera francesa. La galicación del "que" se produce cuando se coloca después del verbo ser, cuando reemplaza a un adverbio de lugar, tiempo, modo y causa; también cuando el "que" viene después del verbo "ser", pero precedido de un complemento circunstancial. Queda claro ¿no? Bueno, con ejemplos se ve mejor: En francés se dice: "Ce fut dans le XXI siecle que l’ordinateur des Rois fut découverte". Sin embargo, en español no debe decirse, siguiendo el modelo francés: "Fue en el siglo XXI que se descubrió la computadora de Reyes", sino más bien: "Fue en el siglo XXI en el que se descubrió la computadora de Reyes". O, mejor: "En el siglo XXI se descubrió la computadora de Reyes", sin necesidad de "que" alguno.<br /><br />No debe decirse: "En la selva fue que la encontraron", sino: "En la selva fue donde la encontraron" o "En la selva la encontraron". El "que" puede usarse como pronombre relativo: "El soldado que encontró la computadora es colombiano". Allí hay un pronombre relativo, pero no lo hay en la frase: "es por eso que Esteban anda asustado". Tampoco debe decirse: "Más temprano que tarde es que se sabrá todo", sino: "Más temprano que tarde se sabrá todo" o "más temprano que tarde es cuando se sabrá todo".<br /><br />Por otra parte, frases como: "En esta hacienda fue que invirtieron 800 millones"; "Mañana es que se abre la investigación en la Fiscalía"; "Por eso fue que investigaron al denunciante"; "De eso es que se quejaba el pueblo en la IV"; "Por ser sustracción de fondos públicos es que se llama corrupción", deben ser reformadas, sustituyendo el "que" por el adverbio o giro correspondiente.<br /><br />Por ejemplo: "En esta hacienda fue DONDE invirtieron 800 millones"; "Mañana es CUANDO se abre la investigación en la Fiscalía"; "Por eso fue POR LO QUE investigaron al denunciante"; "De eso es DE LO QUE se quejaba el pueblo en la IV"; "Por ser sustracción de fondos públicos es POR LO QUE se llama corrupción". Bueno, con esto creo cumplir mi compromiso con la lengua. Es por eso por lo que lo dejo hasta aquí.</span></blockquote><span style="font-size: 16px; line-height: normal; font-family: arial;"></span>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-15909564399367479752008-03-25T13:33:00.002-03:002008-03-25T13:38:02.638-03:00Carlos Blanco: Los "intelectuales" chavistas<a href="http://opinion.eluniversal.com/2008/03/23/opi_34919_art_tiempo-de-palabra_764017.shtml">Lectura obligatoria</a>:<br /><br /><span id="tamano" class="conteNoti1"><p></p><blockquote><p>Hay intelectuales que han acompañado la aventura chavista sobre la base de que ésta prometía un cambio por el cual habían luchado y pensado desde sus respectivas historias. Tomaron diversos caminos; unos, los del entusiasmo y el apoyo, otros los de la burocracia, algunos los de la crítica tenue, pocos los de la ruptura. Han sido trayectorias heterogéneas, cuyos discursos suelen revelar más de lo quieren decir y muchísimo más de lo que desearían admitir. Hoy la intelectualidad chavista posiblemente sea lo más desolador que hay, a medio camino entre la derrota y la expulsión, ayuna de propuestas y, sobre todo, de sentido.</p> <p><span style="text-transform: uppercase;"><strong>Las Falsas Premisas</strong></span></p> <p>Una porción de la izquierda se anotó con Chávez en su peregrinaje de los años 90. Lo concibió del mismo modo en el cual había concebido a Caldera en 1993: un instrumento para derrotar a AD y Copei. Lo logró con Caldera, sólo que éste terminó aliado y sostenido por AD, el símbolo del sistema que había prometido liquidar. El desencanto -y la crisis de finales de la década- abrieron el camino para quien parecía mejor dispuesto a cumplir la promesa redentora. La izquierda, en segmentos importantes, se anotó en la volada. Llegó al Gobierno, junto al Comandante y a su grupo militar. Se cumplía así el viejo sueño de llegar al poder por el atajo que ofrecía un antiguo golpista, redimido en las aguas de una retórica agresiva contra el viejo sistema político. </p> <p>En este ferrocarril, que se deslizaba por los rieles instalados por el antiguo orden, incapaz de reformarse a fondo cuando era factible y urgente, se encaramaron muchos personajes, partidos, movimientos. Como suele ocurrir en procesos tumultuarios, unos iban en primera clase y otros en "la cocina", incluidos los que seguían a pie el pesado tranvía antes de que tomara velocidad de crucero. Naturalmente, allí se instalaron unos cuantos intelectuales, algunos de mérito y obra.</p> <p>El primer problema surge con el discurso que varios adoptaron desde el inicio. En vez de ser los autores y promotores de una visión; generadores de una historia por contar, se convierten en sus divulgadores acríticos. Asumen los dichos de Chávez como un discurso teórico y políticamente válido, al cual hasta aristas filosóficas le intentan descubrir. Para estos intelectuales existe, entonces, sin ninguna base conceptual, una IV República sustituida por la V República; la rebelión del 27 de febrero de 1989 y sus muertes se rodean de un significado diferente al que, efectivamente, tuvieron; la democracia de 1958 a 1998 fue una indeseable excrecencia, de acuerdo a las tesis de Chávez; entre otras postulaciones a las cuales los interfectos se suman.</p> <p>Lo más significativo es que algunos de éstos adoptan sin discusión las ocurrencias de Chávez, muchas de las cuales son mezclas de los dichos de Ceresole, las ingeniosidades de Marta Harnecker, las novedades de Dieterich, las iluminaciones de Giordani, las citas de Mao, siempre con el aderezo de una frase de Bolívar que un general desocupado y fastidioso se ocupa de encontrar en su covacha de Miraflores. Este batiburrillo es elevado a la dignidad de una teoría y la intelectualidad chavista anda deslumbrada con el socialismo del siglo XXI. La que no se deslumbra, no se atreve a desmontar tal bobería.</p> <p><span style="text-transform: uppercase;"><strong>La Renuncia a la Crítica</strong></span></p> <p>La mayor parte de esa intelectualidad renunció a la crítica. Suele adoptar un truco de baja ralea que consiste en que ante las evidentes manifestaciones de autoritarismo y militarismo fascistoide, responde con la idea de que los vicios, errores, descomposiciones se hallan en el pasado. Si hay crimen, antes hubo; si hay represión, antes hubo; si hay malestar social, antes hubo; si hay desastre económico, que duda cabe, también el viejo sistema lo vivió. </p> <p>La última línea de retirada de esa argumentación falaz es que lo existente no es peor a lo que existió, por lo tanto, en vez de defender la superioridad del régimen bolivariano, se dedican a sostener que no es inferior al pasado y, a lo sumo, igual de malo. Alguno ha confesado que lo que importa es que los que mandan son ellos, los chavistas. Cuando desde adentro se hacen críticas, suelen aceptar, como justificación de su silencio, que no pueden dársele armas "al enemigo" o a "la derecha". </p> <p>La renuncia a la crítica, en varios, tiene el nombre de un sueldo gobiernero. Intelectuales de 15 y último que renunciaron a todo, salvo a lanzar loas insistentes a su jefe; disfrazan su carencia de independencia intelectual con sus descalificaciones a la disidencia. Su voz es potente sólo cuando se trata de berrear contra los opositores; pero, fuera de estas estridencias, su silencio le hace coro a los desafueros bolivarianos. Es que estas pobres almas no quieren darle armas al enemigo: prefieren suicidarse. </p> <p><span style="text-transform: uppercase;"><strong>Los Guantes de Seda</strong></span></p> <p>Una estratagema que usa con frecuencia esta intelectualidad desértica es la de colocarse en una curiosa dimensión filosófica. Se asume, por definición, como si constituyese la izquierda; tal condición no requiere ser probada, deriva del hecho místico de apoyar al líder. De tal manera que su legitimidad política no deviene de sus convicciones sino de la adherencia a lo que, sin pudor, definen como la revolución bolivariana y, sobre todo, a la jefatura de Chávez. </p> <p>Desde esa posición de izquierda de la cual se adueñan, no tienen recato en confundir socialismo con la acción del grupo militar que define la acción oficial. Un régimen que por su lenguaje, relaciones, estructura, mandos y visiones, está emparentado con el militarismo latinoamericano, es asumido sin vergüenza como representación del ideario socialista.</p> <p>Algunos de los intelectuales que discuten el asunto saben que este proyecto carece de sentido revolucionario real; entonces, se colocan en una perspectiva "ingenua", como si el régimen estuviera en sus titubeantes orígenes. Cuando se refieren al Gobierno es como si estuvieran en el día cero, piensan lo que debería hacer o dejar de hacer hacia adelante, mediante la indelicada abstracción de que ya lleva casi diez años. Década de una experiencia que apunta exactamente en la dirección contraria a la pregonada. Callan sobre el militarismo, sobre el autoritarismo, sobre el centralismo y sobre el fascismo; sólo se ocupan de cómo, idealmente, debiera estructurarse una revolución para un gobierno que estuviese, apenas, gateando. Se colocan en enero de 1999 y no en marzo de 2008, para no dar cuenta del desastre.</p> <p>El drama de la intelectualidad chavista es que estuvo durante décadas en la búsqueda de un camino para la transformación del país, y cuando vio a un personaje altanero y respondón, no supo distinguir entre Pedro Camejo y Pedro Carujo, entre Perón y Allende; Sandino y Ortega; entre Mariátegui y Ceresole. Una intelectualidad que se refugia en la retórica para escapar de la ética.</p></blockquote><p></p></span>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-5115208056050564772008-03-24T11:40:00.001-03:002008-03-24T11:43:01.150-03:00Oppenheimer: Los desmentidos de Chávez, Correa y las FARC<div id="storyBody" class="cf"><strong><span class="dropcap-large"></span></strong><blockquote><strong><span class="dropcap-large">E</span></strong>l presidente venezolano Hugo Chávez, su colega ecuatoriano Rafael Correa y el grupo guerrillero FARC de Colombia negaron airadamente en días recientes la autenticidad de los documentos encontrados por el ejército colombiano en su ataque del 1ro. de marzo contra un campamento de la guerrilla colombiana en Ecuador. Sin duda, tienen buenas razones para estar nerviosos.<p>Si el equipo de expertos forenses en computación de la Interpol invitado por Colombia comprueba la autenticidad de los documentos hallados en las tres computadoras <em>laptop</em> del jefe operativo de las FARC ''Raúl Reyes'', muerto durante el ataque, habrá pruebas escritas de que las carreras políticas de Chávez y Correa fueron financiadas en parte por uno de los grupos terroristas más violentos del mundo.</p><p>Además, los documentos hablan sobre un fondo de alrededor de $300 millones que supuestamente Chávez estableció para los rebeldes de las FARC, y del activo apoyo prestado por Correa a los campamentos rebeldes de las FARC en territorio ecuatoriano.</p><p>Chávez está liderando una campaña para que el mundo le conceda a los rebeldes de las FARC ''estatus beligerante'', lo que equivale a legitimidad diplomática, pero niega haber tenido tratos financieros con ellos. Estados Unidos, Canadá y los 27 países de la Unión Europea definen a las FARC como grupo ``terrorista''.</p><p>El gobierno de Chávez ha ridiculizado los archivos encontrados en las computadoras de ''Reyes'', calificándolos de ''falsificaciones'', y Correa ha lloriqueado que son ''una infamia''. Las FARC, en una declaración que se puede encontrar en el sitio <em>web</em> del Ministerio de Información de Venezuela, se burlaron de la versión colombiana del hallazgo de las computadoras, diciendo que las <em>laptops</em> no podrían haber sobrevivido al ataque del ejército colombiano ``ni con blindaje especial''.</p><p>Tras estos desmentidos, llamé a altos funcionarios de Colombia --incluyendo al jefe de policía general Oscar Naranjo, el hombre a cargo de la investigación-- y analistas políticos, y les pregunté cómo piensan convencer al mundo de que los documentos son auténticos. He aquí algunas de sus respuestas:</p><p><span class="box_solid">• </span><strong>Primero</strong>, el presidente colombiano Alvaro Uribe estaría cometiendo el mayor error de su carrera política --equivalente a las afirmaciones del presidente Bush de que había armas de destrucción masivas en Irak-- si hubiera hecho público documentos tan importantes que luego resultaran haber sido falsificados.</p><p><span class="box_solid">• </span><strong>Segundo</strong>, Uribe hubiera sido bastante tonto en invitar al equipo de expertos de Interpol para examinar las computadoras de ''Reyes'' y emitir un informe sobre la autenticidad de los documentos. Colombia dice que ha dado al equipo de Interpol pleno acceso a la investigación y a las propias computadoras.</p><p><span class="box_solid">• </span><strong>Tercero</strong>, es prácticamente imposible manipular el disco rígido de una computadora sin dejar huellas que no puedan ser detectadas por expertos forenses en computación. ''El equipo de peritos forenses de Interpol podrá determinar, sin duda, si estos documentos fueron modificados, borrados o agregados a la memoria de las computadoras'' tras la incursión del 1ro. de marzo, me dijo el general Naranjo.</p><p><span class="box_solid">• </span><strong>Cuarto</strong>, hay mas de 2000 fotos de ''Reyes'' y sus camaradas de las FARC en las computadoras, incluyendo fotos de los dirigentes guerrilleros con algunos conocidos visitantes.</p><p>¿Cómo podría el ejército colombiano haber fraguado esas fotos?, preguntan los funcionarios colombianos. (Incluso una foto de la computadora de ''Reyes'' que funcionarios colombianos describieron erróneamente la semana pasada como mostrándolo con un ministro ecuatoriano resultó ser una foto auténtica del dirigente rebelde asesinado con otra persona, agregan).</p><p><span class="box_solid">• </span><strong>Quinto</strong>, la semana pasada las autoridades de Costa Rica --actuando sobre la base de información encontrada en las computadoras de ''Reyes'' --descubrieron $480,000 en efectivo en la casa de un aliado de las FARC en Heredia, cerca de la capital costarricense.</p><p><span class="box_solid">• </span><strong>Sexto</strong>, los funcionarios colombianos ridiculizan las afirmaciones de las FARC de que las computadoras no podrían haber sobrevivido al ataque: más de la mitad de las cerca de 60 personas que estaban en el campamento guerrillero en el momento del ataque sobrevivieron al ataque, y muchos objetos no sufrieron daños, dicen.</p><p>Tras entrevistar a los funcionarios colombianos, les pregunté a varios conocidos expertos forenses en computadoras si es técnicamente posible que el ejército colombiano pudiera haber manipulado las computadoras sin dejar huellas en sus discos duros.</p><p>''Sería extremadamente difícil, si no imposible, que alguien plantara evidencias después del hecho sin dejar rastros'', me dijo Jason Paroff, director del departamento forense de computación de Kroll Ontrack Inc., una de las empresas de recuperación de datos más grandes del mundo, con sede en Minneapolis. ``Si alguien hubiera plantado pruebas, el equipo de Interpol lo descubriría''.</p><p><strong>Mi opinión:</strong> hay dos posibilidades. O Uribe está loco al invitar a Interpol a autenticar los archivos de las computadoras, y debería pagar las consecuencias políticas si resulta que mintió, o Chávez y Correa muy pronto quedarán expuestos ante el mundo como mentirosos compulsivos y aliados de un grupo terrorista. Hagan sus apuestas.</p></blockquote><p></p><p></p><a href="http://www.elnuevoherald.com/172/story/178932.html">Link</a><br /></div>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-54911102469679203712008-03-11T11:30:00.006-03:002008-03-11T11:49:11.181-03:00Veja: Bajo el dominio de las FarcLa mayor revista semanal brasileña, <a href="http://veja.abril.com.br/120308/p_048.shtml">Veja</a>, trae un reportaje sobre la situación de la población en los estados Zulia, Táchira y Apure, completamente dominados por los narco-terroristas de las farc y sus compinches de la Guardia Nacional y el ejército venezolanos:<br /><br /><table style="width: 573px; height: 2667px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td valign="top" width="483"><p style="font-weight: bold; font-style: italic;" align="left"><span class="revistasTitulo">Sob o domínio das Farc</span> </p><p class="revistasSubTitulo" align="left"><span style="font-style: italic;">Ao dar guarida aos terroristas, Chávez expôs</span><br /><span style="font-style: italic;"> os venezuelanos a seqüestros e assassinatos</span> </p><p align="left"><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/fio_assinatura.gif" height="5" width="223" /><br /> Duda Teixeira, <i>de San Cristóbal, Venezuela</i> <br /> <br /> <table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="400"> <tbody><tr> <td><span class="revistasCredito">Anderson Schneider/WPN</span><br /> <img src="http://veja.abril.com.br/120308/imagens/especial5.jpg" height="267" width="400" /></td> </tr> <tr> <td class="revistasLegenda"><span class="revistasLegendaCor">CRIME DE EXPORTAÇÃO</span><br />Militar revista porta-malas de carro que entra na Venezuela por San Antonio del Táchira: comércio bloqueado e guerrilha com livre acesso</td> </tr> </tbody></table><br /><span class="revistasCorpo">Perseguidos pelo Exército colombiano, os terroristas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) estão sendo recebidos de braços abertos na Venezuela. No país vizinho, ganham o status de força beligerante, e a morte de um de seus chefes mereceu até um minuto de silêncio, homenagem prestada pelo presidente da nação diante das câmeras de televisão. Nos últimos nove anos, período que coincide com o mandato de Hugo Chávez no Palácio Miraflores, bandos armados cruzaram a fronteira levando na bagagem seu programa político: extorsões, seqüestros e assassinatos. Três estados venezuelanos que fazem fronteira com a Colômbia estão infestados de narcoterroristas. O fluxo de criminosos colocou os dois países vizinhos em cenários opostos. Enquanto os colombianos aguardam ansiosamente o momento de sair de um pesadelo, os venezuelanos vivem os primeiros momentos de uma guerra não declarada, sem prazo para terminar. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo">As principais vítimas das levas de terroristas são pequenos comerciantes, sitiantes, estudantes e taxistas venezuelanos. A população da cidade de Rubio, no estado de Táchira, está totalmente sitiada. Com cerca de 120 000 habitantes, recebeu seis anos atrás a visita de dois hóspedes indesejados: um é o Exército de Libertação Nacional (ELN), organização colombiana similar às Farc, só que com menor número de homens armados. Outro são os pistoleiros de uma milícia de paramilitares criada exatamente para proteger os cidadãos dos guerrilheiros comunistas na Colômbia e que acabou por adotar as táticas criminosas de seus inimigos. Ao chegarem à pequena cidade, os dois bandos optaram por não entrar em choque. Ambos instalaram-se em morros à distância de um tiro um do outro, e com vista para o município. Fraternalmente, decidiram que o ELN iria achacar os agricultores e outros moradores da zona rural e os paramilitares limitariam sua rapina à população urbana. Seqüestros imediatamente entraram na rotina dos venezuelanos. "Os bandos mudaram a cidade da noite para o dia. Amanhecemos com corpos nas ruas e o assassino não tem mais rosto", disse a VEJA o veterinário Porfírio Dávila, de 38 anos. Em 2003, seu pai, um pequeno produtor rural, foi seqüestrado ao estacionar o jipe em frente a seu sítio, vizinho ao morro dominado pelo ELN. Dávila passou a receber ligações de pessoas com sotaque colombiano pedindo um resgate equivalente a 500 000 reais pela libertação de seu pai. Respondeu que sua família não tinha quantia tão alta. As chamadas cessaram depois de um mês e meio. "Eles libertam os ricos que pagam o resgate e não hesitam em matar os pobres que não podem pagar o que pedem", diz Dávila, que mantém as esperanças de reencontrar seu pai.</span><span class="revistasCorpo"> </span></p> <br /> <table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="300"> <tbody><tr> <td><span class="revistasCredito">Anderson Schneider/WPN</span><br /> <img src="http://veja.abril.com.br/120308/imagens/especial7.jpg" height="200" width="300" /></td> </tr> <tr> <td class="revistasLegenda"><span class="revistasLegendaCor">SEM AMPARO</span><br />O oficial de Justiça Juan Pabón teve a mãe e o irmão seqüestrados pela própria polícia venezuelana: "Chávez recebe os familiares dos seqüestrados colombianos no hotel Gran Meliá, em Caracas. Nós não conseguimos sequer conversar com ele pelo telefone" </td> </tr> </tbody></table> <p align="left"><span class="revistasCorpo">Outra forma de os pistoleiros ganharem dinheiro é a extorsão. No estado de Táchira, todos estão familiarizados com a "vacina", que consiste no pagamento de uma taxa mensal para não ser incomodado pelos criminosos. Taxistas dão cerca de 10 reais por mês, o equivalente a uma corrida. Com comerciantes, as negociações sobre o preço a ser pago começam no equivalente a 1 300 reais. "Um homem armado e de óculos escuros entrou na loja, chamou-me pelo nome, disse onde estudavam meus três filhos e me convidou para um encontro", contou a VEJA o dono de uma loja de roupas, que pediu para ser identificado apenas como Gamboa. Na reunião que se seguiu em um sítio, ele recebeu uma carta assinada pelo chefe paramilitar colombiano Carlos Castanho em que ele agradecia formalmente a colaboração para a causa do grupo. O valor foi fechado em 500 reais mensais. Todo mês, há três anos, Gamboa ganha um envelope contendo um endereço e um horário. Vai até o local e entrega o dinheiro para um desconhecido. </span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo"> O lucrativo contrabando de gasolina na fronteira também se tornou fonte de renda para os paramilitares. Em San Antonio del Táchira, cidade na fronteira entre os dois países, 1 litro de gasolina custa 100 bolívares. De tanque cheio, motoristas atravessam a fronteira e estacionam seus carros a apenas 500 metros da alfândega colombiana. Ali, a gasolina é transferida para galões vazios enfileirados na calçada ao preço de 1 500 bolívares por litro. Cada veículo faz entre quatro e cinco viagens por dia. Como tal comércio é proibido, a Guarda Nacional venezuelana cobra uma propina fixa para deixar passar. O alto faturamento dos subornos atraiu os paramilitares colombianos, que montaram com a Guarda Nacional um esquema profissional com senha e pagamento antecipado.</span><span class="revistasCorpo"> </span></p> <br /> <table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width="300"> <tbody><tr> <td><span class="revistasCredito">Anderson Schneider/WPN</span><br /> <img src="http://veja.abril.com.br/120308/imagens/especial8.jpg" height="200" width="300" /></td> </tr> <tr> <td class="revistasLegenda"><span class="revistasLegendaCor">VIZINHO DO ELN</span><br />O veterinário Porfírio Dávila teve o pai seqüestrado em 2003 no sítio que fica ao lado de uma montanha dominada pelos terroristas colombianos do Exército de Libertação Nacional (ELN). Há seis anos, a cidade de Rubio foi dividida entre bandidos comunistas e paramilitares </td> </tr> </tbody></table> <p align="left"><span class="revistasCorpo">Ao migrarem para a Venezuela, os terroristas comunistas ganharam contornos um pouco diferentes. Além das organizações que atuavam na Colômbia, surgiram dissidências e novos grupos. "Os colombianos recrutaram muitos delinqüentes venezuelanos, aos quais ensinaram métodos que não eram conhecidos aqui, como o seqüestro", disse a VEJA a geógrafa Mayra Medina, da Universidade Pedagógica Experimental Libertador, em Rubio. A organização criminosa mais numerosa atualmente na Venezuela não foi importada. Trata-se da Frente Bolivariana de Liberação (FBL). Com 1 500 militantes armados, exalta Simon Bolívar e tem por finalidade dar respaldo a Hugo Chávez. Com esse objetivo, recruta menores e indígenas na Venezuela, no Equador e – como dizem seus membros com orgulho – também no Brasil. Sua marca registrada é um grafite vermelho nas paredes das casas com a frase "FBL. Aliste-se" e a imagem de um fuzil.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo">"As Farc e o ELN não são grupos terroristas. São verdadeiros exércitos", disse Hugo Chávez na Assembléia Nacional, em Caracas. "São forças insurgentes que têm um projeto político, bolivariano, que aqui é respeitado." A chancela presidencial aos terroristas deixa ao desamparo as vítimas venezuelanas do conflito no país vizinho. Após ser achacado pela primeira vez, o comerciante Gamboa procurou a polícia local. Ouviu como resposta que, se ele quisesse, os policiais poderiam atacar de surpresa o acampamento dos paramilitares. Contudo, salientaram que, dada a elevada presença de terroristas em toda a região, isso não lhe garantiria nenhuma segurança. "Com o presidente que temos, não há outra coisa a fazer senão se resignar", diz Gamboa.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo">No estado de Apure, ao sul de Táchira, o assunto Farc é praticamente proibido. "Ninguém pode dizer nem fazer nada", disse a VEJA Acacio Belandria, padre jesuíta da Igreja de San Camilo de Lelis, na cidade de El Nula. "Muitos agricultores preferem abandonar suas terras a tentar mudar a situação." Belandria já teve dois primos seqüestrados pelas Farc e é um dos poucos a criticar abertamente os guerrilheiros. Em El Nula, o controle social exercido pelos terroristas é tão intenso que seus membros chegam a entrar nas escolas para repreender professores cujas lições não estejam de acordo com a doutrina marxista. O padre Belandria escreveu um relatório sobre o banditismo na sua região e o enviou à Presidência da República pedindo providências. Não recebeu resposta alguma.</span></p> <p align="left"><span class="revistasCorpo">O oficial de Justiça Juan Pabón também reclama da falta de atenção do governo de Hugo Chávez. "Quando pedimos justiça, somos tachados pelas autoridades do governo chavista de oligarcas ou traidores da pátria." Pabón teve a mãe e o irmão seqüestrados pelo Grupo de Antiextorsão e Seqüestro da Guarda Nacional venezuelana. Em 2003, durante uma operação para localizar o cativeiro de três pecuaristas seqüestrados, agentes dessa força policial invadiram o sítio da mãe de Juan Pabón. Ela foi levada junto com um dos filhos, um amigo e todo o dinheiro que havia na casa. Quinze dias depois, o oficial de Justiça começou a receber ligações pedindo o equivalente a 800 000 reais. Atualmente, os nomes de seus parentes e de seu amigo aparecem todos os dias numa lista com 24 nomes publicada no jornal <i>La Nación, </i>da cidade de San Cristóbal. Pabón e o veterinário Dávila participam da Fundação por uma Venezuela Livre de Seqüestros, uma organização não governamental criada para tentar forçar as autoridades venezuelanas a ajudar as vítimas, e não, como ocorre, apenas os criminosos. "Chávez recebe os familiares dos seqüestrados colombianos no hotel Gran Meliá, em Caracas. Nós não conseguimos sequer conversar com ele por telefone", diz Pabón.</span></p><p style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_fdsE-sUp7rc/R9abpcleo2I/AAAAAAAAAF0/x1yuVgx9FKI/s1600-h/farc_fronteras.gif"><img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_fdsE-sUp7rc/R9abpcleo2I/AAAAAAAAAF0/x1yuVgx9FKI/s320/farc_fronteras.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176495958059295586" border="0" /></a></p> <p align="left"> </p><p class="revistasChapeu"> </p></td></tr></tbody></table><br /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/rdacunha/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" />Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-69451127009031460012008-03-10T09:58:00.003-03:002008-03-10T10:05:11.091-03:00Diario Perfil: La Familia RealArtículo <a href="http://www.diarioperfil.com.ar/edimp/0241/articulo.php?art=6115&ed=0241">escrito por Jorge Fontevecchia</a>, retrata el <span style="font-style: italic;">background</span> de Ego Chávez y el resto de la realeza chavista:<br /><blockquote>(...)el doctor Edmundo Chirinos, ex rector de la Universidad Central de Venezuela, que asistió a Chávez como psiquiatra de oficio cuando en 1992 estuvo en prisión dos años por su frustrado golpe de Estado, y luego lo asesoró durante su segundo divorcio, fue enfático con el diagnóstico del Presidente: <span style="font-weight: bold;">“Necesita ser idolatrado, es narcisista”</span>. El perfil psicológico de Chávez arroja que “es impulsivo y temperamental; hipersensible a las críticas, prefiere rodearse de obsecuentes; muy desordenado en el ámbito administrativo, suele ser impuntual. Canta, recita poemas, domina la ironía, es muy aficionado al béisbol y mujeriego. Busca ser respetado y temido a la vez, posee gran astucia pero puede llegar a la temeridad. <span style="font-weight: bold;">De pensamiento errático, es impredecible en sus actos; trata pésimo a sus subordinados para demostrar poder frente a ellos y los otros, y no obstante reconoce sus errores, luego vuelve a cometerlos.</span> En la confrontación con Estados Unidos subyace alguna forma de egolatría: desafiar a Bush, por ejemplo, es también una manera de ponerse en el mismo plano. Es demagogo y autoritario”. <span style="font-weight: bold;">Como quien ordena un delivery de pizza, dijo Chávez el lunes pasado por TV: “señor ministro de Defensa, mándeme diez batallones a la frontera con Colombia”. Y al día siguiente, declaró: “la confrontación con Estados Unidos es inevitable”</span>(...)<br /><br />¿Qué casting mejor que éste para una remake de Macondo? Pero todavía queda un protagonista más, en este caso post mórtem Comodoro Py: el bisabuelo del presidente, <span style="font-weight: bold;">“Maisanta”, un famoso asesino cuyo fantasma marcó tres generaciones con el sello de una estirpe maldita</span>, como la de los Buendía fundadores de Macondo en Cien años de soledad. En 1895, con sólo 15 años, Maisanta habría matado al coronel Pedro Macías, para preservar la honra de su familia, porque había embarazado a su hermana Petra Pérez Delgado. Su madre habría sido quien lo indujo a la venganza. Tras ese bautismo de fuego no paró y ya adulto <span style="font-weight: bold;">era “conocido como el temible ‘general’ Maisanta que asaltaba cuarteles y palacios gubernamentales con sus Centauros… la muerte era su compañera de viaje”. Según cuenta toda la familia, el niño Hugo Chávez escuchaba esas historias en boca de su abuela y siempre pedía más.</span><br /></blockquote>Lea el resto <a href="http://www.diarioperfil.com.ar/edimp/0241/articulo.php?art=6115&ed=0241">aquí</a>.Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-79829065496502818712008-03-07T14:41:00.006-03:002008-03-08T07:36:56.117-03:00Cae uno más, alias Ivan RíosLe han dado su merecido a otro jefe narco-terrorista. El ejército colombiano confirmó la muerte de Manuel Muñoz, alias Iván Ríos, miembro del secretariado de las Farc.<br /><br /><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_fdsE-sUp7rc/R9F_wMleo1I/AAAAAAAAAFs/nWLGiZL7X0U/s1600-h/farc_ivan_rios.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_fdsE-sUp7rc/R9F_wMleo1I/AAAAAAAAAFs/nWLGiZL7X0U/s320/farc_ivan_rios.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175057912814281554" border="0" /></a><span style="font-style: italic;">Aló. Hugo?<br /><br /></span><div style="text-align: left;">UPDATE: Según El Tiempo, a Ríos <a href="http://www.eltiempo.com/justicia/2008-03-08/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR-3992218.html">lo mataron sus propios <span style="font-style: italic;">camaradas</span></a>. Me pregunto si los demás miembros del secretariado podrán dormir com ambos ojos cerrados de ahora en adelante.<br /></div></div>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-11005668444969133072008-03-06T13:23:00.003-03:002008-03-06T13:42:49.979-03:00Bananas<span style="font-family: arial;">Parece mentira, pero a estas alturas del juego aún son raros los artículos sin desperdicio sobre el chavismo. Aquí en Brasil puedo contar con los dedos de una mano los periodistas que entienden al cien por cien de qué se trata el chavismo y su líder máximo.</span><br /><br /><span style="font-family: arial;">Hoy he tenido una grata sorpresa con </span><a style="font-family: arial;" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/sergiomalbergier/ult10011u379241.shtml">Sérgio Malbergier</a><span style="font-family: arial;">, quien escribe en el diario Folha de São Paulo sobre las Farc y el conflicto Colombia-Ecuador-Venezuela:</span><br /><p></p><blockquote style="font-style: italic;"><p style="font-family: arial;"> Mas seu combustível não é mais a ideologia mofada e decrépita do comunismo guerrilheiro, e sim o dinheiro do narcotráfico e da extorsão via seqüestros, sem mencionar as acusações de ajuda logística e financeira de governos vizinhos simpatizantes. </p> <p><span style="font-family: arial;">As Farc (Narc?) seqüestram, torturam e atacam populações civis além de cobrar sua gorda parte dos traficantes de coca. Que tenham apoio de parte da esquerda que se diz humanista é uma contradição chocante. Já o apoio explícito de Hugo Chávez, o petrocaudilho venezuelano, é coerente.</span> </p> <p style="font-family: arial;">As Farc são muito úteis ao projeto chavista. Ele aposta no confronto, na divisão do continente, um projeto oposto ao do Brasil, com quem compete pela liderança regional. Enquanto Brasília quer liderar a América do Sul via união política e econômica fincada na democracia, Chávez busca a liderança via divisão e beligerância.</p></blockquote><p></p>Lea el resto <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/sergiomalbergier/ult10011u379241.shtml">aquí</a>.<br /><p><br /></p>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-80145756264844139222008-03-05T15:39:00.008-03:002008-03-10T18:52:10.246-03:00La izquierda está desnuda<span style="font-family:arial;">En los últimos días, en un esfuerzo sobre-humano, he tenido el estómago de leer o que escriben algunos exponentes de la izquierda sobre el asunto Farc, sean estos radicales estudiantes en sus 20s (o 30s, o 40s) vestidos con su 'inquitable' franelita del che, gringos aburridos de su buena vida en Estados Unidos y Europa, o representantes de gobiernos simpatizantes con el lado siniestro de la política.</span><br /><br /><span style="font-family:arial;">Empecemos con los idiotas representantes del gobierno brasileño, a quienes escucharlos provoca náuseas. El canciller Celso Amorim, ordenado por su jefe, no se atrevió a responder la pregunta de un periodista: "La muerte del número 2 de las Farc es positiva o negativa?" Como leí en el blog de William Waack, el gobierno brasileño no está encima del muro, sino detrás de una pared que esconde sus simpatías por los terroristas de las Farc.<br /><br />Para Lula y sus subalternos, el gobierno colombiano elegido democráticamente es equivalente a una pandilla de terroristas que asesinan, secuestran y violan. El 'número dos' era un angelito, un pan de Dios que <a href="http://www.cooperativa.cl/p4_noticias/site/artic/20011218/pags/20011218153000.html">le negó a un niño enfermo de cáncer</a> el deseo de ver a su padre secuestrado antes de morir.<br /></span><br /><span style="font-family:arial;">Nada de más, una vez que uno recuerda quienes fueron los </span><a style="font-family: arial;" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Foro_de_S%C3%A3o_Paulo">fundadores del Foro de São Paulo</a><span style="font-family:arial;">. En el mismo, el PT brasileño --y el MVR venezolano-- se sentaron en la misma mesa que las Farc. Amorim simplemente sigue la indicación de Lula de no condenar de ninguna manera a sus colegas del Foro.</span><br /><br /><span style="font-family:arial;">Sigamos con los gringos: Hay un tipo llamado </span><a style="font-family: arial;" href="https://directory.columbia.edu/people/uni?code=db341">Daniel Burnett</a><span style="font-family:arial;">, que trabaja en el Hospital de la Universidad de Columbia, en New York. Parece que su trabajo no es tan forzado, así que le sobra tiempo para escribir en un </span><a style="font-family: arial;" href="http://oilwars.blogspot.com/">blog</a><span style="font-family:arial;"> sobre Irak y Venezuela. El tipo es casado con una venezolana, lo que al parecer automaticamente lo convierte en un experto sobre asuntos venezolanos y latinoamericanos. Sobre las Farc, este infeliz no tiene la menor vergüenza en </span><a style="font-family: arial;" href="http://www.haloscan.com/comments/oilwars/8222371532983902606/#472266">tratarlos como 'luchadores por la libertad</a><span style="font-family:arial;">'. Además, dice que el chavismo debería no sólo darles dinero a estos delincuentes, sino también apoyarlos con armas, logística, entrenamiento y protección.</span><br /><br /><span style="font-family:arial;"> Para quien lee su blog con alguna frecuencia, esto no es sorpresa. El tipo </span><a style="font-family: arial;" href="http://oilwars.blogspot.com/2006/07/rooting-for-freedom-fighters.html">apoya también</a><span style="font-family:arial;"> a los islamofascistas que se vuelan en pedazos en medio de niños y mujeres. Para él, estos degenerados son también luchadores por la libertad.</span><br /><br /><span style="font-family:arial;"> Pero espere, que hay más. El gringo este es uno de los 'moderados'.</span><br /><br /><span style="font-family:arial;">Ya en Venezuela, siguiendo con los izquierdistas pero cambiando el tema al atentado con </span><a style="font-family: arial;" href="http://www.eluniversal.com/2008/02/29/sucgc_art_congeladas-las-pesqu_735294.shtml">bomba en Fedecámaras</a><span style="font-family:arial;">, un dizque periodista llamado José Roberto Duque, en su </span><a style="font-family: arial;" href="http://discursodeloeste.blogspot.com/">blog</a><span style="font-family:arial;"> 'Discurso del Oeste', </span><a style="font-family: arial;" href="http://discursodeloeste.blogspot.com/2008/03/homenaje-hctor-serrano-cese-la-represin.html">le rinde tributo</a><span style="font-family:arial;"> al incompetente terrorista (Héctor Serrano) que colocó la bomba y murió al esperar a ver si esta funcionaría.</span><br /><br /><span style="font-family:arial;">Entre otras estupideces, dice:</span><br /><ul style="font-style: italic;font-family:arial;"><li>...Héctor Serrano <span style="" lang="ES-MX">un camarada impulsivo, voluntarista y voluntarioso...</span></li><li><span style="" lang="ES-MX">...</span><span style="" lang="ES-MX">no queda sino hacerle un reconocimiento: Héctor Serrano <span style="font-weight: bold;">murió en su ley</span>.</span></li><li><span style="" lang="ES-MX">Héctor Serrano es un hombre que no sólo <span style="font-weight: bold;">soñó</span>, como muchos de nosotros, <span style="font-weight: bold;">con meterle un niple</span> por el culo <span style="font-weight: bold;">a la cantidad de hijos de puta que sometieron a burlas y a increíbles vejaciones al cadáver de Danilo Ánderson</span>, sino que además se aproximó a su anhelo: no le metió en el niple en el culo a nadie pero le volvió mierda la fachada del edificio al emblema y foco purulento de ese cáncer llamado gremio empresarial venezolano.</span></li><li><span style="" lang="ES-MX"><span style="font-weight: bold;">Yo he soñado con tener cara a cara a uno de esos ricachones</span> <span style="font-weight: bold;">y</span> meterle una patada en las bolas o <span style="font-weight: bold;">zamparle un tiro en su inmensa barriga llena de mierda</span>, pero es probable que no lo haga nunca. Porque uno en el fondo, aunque se diga iconoclasta a irreverente, tiende a obedecer a ciertos convencionalismos y a normas morales.</span></li><li><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="" lang="ES-MX">Esto no consiste en un homenaje a su acción ni una declaración de apoyo o acuerdo con el acto de colocar bombas para amedrentar o intimidar.</span></p><div style="text-align: justify;"> </div><span style="" lang="ES-MX">Es simplemente el reconocimiento de que ese ser humano fallecido tuvo el valor de realizar un acto que es expresión de la rabia de un pueblo.</span></li></ul><span style="font-family:arial;">Esta es simplemente una muestra de la izquierda que defiende a la democracia cuando le conviene, y la bota a la basura cuando se trata de respetar los derechos de los demás. Las leyes son una invención burguesa, y cuando hay que aplicarla, es para los que opinan diferente. La izquierda está desnuda y apoya al terrorismo.<br /></span>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-27742461677955899662008-03-03T21:47:00.004-03:002008-03-03T21:58:41.148-03:00Brasil: Colombia debe pedir disculpas<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">En</span> nada me <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">sorprende</span> que <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">el</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">gobierno</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">brasileño</span>, que es comandado <a href="http://vascaino.blogspot.com/2008/02/entre-barbudos-te-veas.html">por <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">un</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">perfecto</span> idiota <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">latinoamericano</span></a>, se <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">enfoque</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">en</span> la <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10">supuesta</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11">invasión</span> colombiana <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12">al</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13">territorio</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14">ecuatoriano</span>, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15">en</span> vez de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16">hacerlo</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17">en</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18">el</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19">hecho</span> de que <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20">Ecuador</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21">permitió</span> la entrada de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22">un</span> terrorista y que Venezuela se <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23">pavonee</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24">con</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25">sus</span> tanques <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26">camino</span> a la <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27">frontera</span>.<br /><br />A la lista de estupideces que <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28">han</span> enviado a la diplomacia <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29">brasileña</span> a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30">su</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31">nivel</span> más <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32">bajo</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33">en</span> décadas, se suma <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34">el</span> pedido de que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u378177.shtml"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35">Colombia</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36">pida</span> --de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37">nuevo</span>-- <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38">disculpas</span></a> a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39">Ecuador</span>. A ver, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40">canciller</span> Amorim, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41">según</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42">su</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43">disculpómetro</span>, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44">cuántas</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45">disculpas</span> por parte <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46">del</span> golpista-presidente <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47">serían</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48">necesarias</span> para que se <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49">arreglen</span> las cosas entre <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50">Colombia</span> y Venezuela, visto que <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51">chávez</span> insulta a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52">Uribe</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53">un</span> dia <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54">sí</span> y <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55">otro</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56">también</span>?<br /><br />Mientras, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378224.shtml">Ecuador rompe relaciones diplomáticas</a> con las Fa..., perdón, con Colombia.Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-50685035504053141122008-03-03T16:05:00.001-03:002008-03-03T16:34:40.258-03:00Naranjo: Chávez le dió US$300 millones a la guerrilla<a href="http://www.eltiempo.com/conflicto/noticias/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR-3981514.html">Pruebas fotográficas de vínculos de Venezuela y Ecuador con las Farc reveló gobierno de Colombia</a><br /><br /> <div id="cajainternaprueba"><div style="text-align: center;"> </div><div class="cajaarticulofoto"><div style="text-align: center;"> <a href="javascript:incluirObjeto('MOSTRAR_IMAGEN',3981520,mostrarImagen)"><img src="http://www.eltiempo.com/IMAGEN/IMAGEN-3981520-1.jpg" title="Clic para ampliar" alt="Clic para ampliar" height="230" width="356" /></a></div>El director de la Policía, general Óscar Naranjo, denunció que el gobierno de Venezuela ha aportado 300 millones de dólares a la guerrilla.</div></div> <span class="textoNormal"> </span><p><span class="textoNormal">También reveló que el Gobierno solicitará a la OEA que realice un peritazgo técnico a los computadores hallados a 'Reyes' para que certifique la veracidad de la información que ha trascendido.</span></p> <p><span class="textoNormal">Naranjo también comentó que entre los documentos hallados hay información sobre la compra de las Farc de 50 kilos de uranio y de la venta de 700 kilogramos de cocaína, por un valor de 1,5 millones de dólares.</span></p> <p><span class="textoNormal">Entre los documentos se incluyó la correspondencia de Luis Devía, alias ''Raúl Reyes'', muerto el sábado por unidades militares y en cuyos computadores se encontraron los documentos, en la que destaca el agradecimiento de Chávez por la ayuda recibida cuando estaba en prisión, en 1992, después de intentar un golpe de estado, por 100 millones de pesos (unos 50.000 dólares a la tasa de cambio).</span></p> <p><span class="textoNormal">Naranjo dijo que entre la documentación estaba también una del comandante Luciano Marín, alias Iván Márquez, miembro de la dirección de las FARC, dirigida en febrero pasado a sus otros colegas y en la que habla del ''financiamiento de Venezuela a las Farc por 300 millones de dólares''.</span></p> <p><span class="textoNormal">Horas antes el Gobierno de Colombia había anunciado que no se movilizarán tropas a las fronteras con Ecuador o Venezuela para contrarrestar las movilizaciones de material bélico y hombres desde ambos países hacia sus respectivas fronteras con Colombia.</span></p> <p><span class="textoNormal">El Gobierno colombiano acudirá a la OEA y a la ONU para denunciar el apoyo que los gobiernos de ambos países les brindan a las Farc, señaló una declaración expedida a las 11 de la mañana por la Casa de Nariño.</span></p> <p><span class="textoNormal">De acuerdo con el comunicado expedido por la Presidencia, los acuerdos que puedan existir entre esos dos estados y una organización que es calificada como terrorista "violan la normatividad internacional en su prohibición a los países de albergar terroristas".</span></p> <p><span class="textoNormal">De acuerdo con ese mismo comunicado, no se van a adoptar medidas para responder al anuncio del presidente de Venezuela, Hugo Chávez, de movilizar 10 batallones a la frontera con Colombia.</span></p> <p><span class="textoNormal">Según esas fuentes, las operaciones que adelantan las Fuerzas Militares de Colombia son contra la subversión y no contra ningún Estado.</span></p> <p><span class="textoNormal">A las 11 de la mañana de este lunes está previsto el inicio de un nuevo consejo de seguridad en la Casa de Nariño encabezado por el Presidente Álvaro Uribe y con la presencia del ministro de Defensa y el alto mando militar, para analizar la crisis diplomática que se desató con Ecuador tras la incursión colombiana que terminó con la muerte de Raúl Reyes en la frontera.</span></p> <p><span class="textoNormal">De otro lado, se anunció que la información que fue hallada en los computadores de '</span><span class="textoNormal">Raúl Reyes' será sometida a un riguroso análisis de expertos internacionales independientes que podrán dar fe de la veracidad de su contenido.</span></p><span class="intertitulo"> </span><p><span class="intertitulo">Vínculos de gobierno ecuatoriano con las Farc denuncia Colombia, y pide explicaciones</span></p> <p><span class="textoNormal">El director de la Policía, general Óscar Naranjo, reveló anoche documentos preliminares en los que 'Raúl Reyes' tiene contactos con el ministro de Seguridad Interior del vecino país, Gustavo Larrea.</span></p> <p><span class="textoNormal">Uno de esos documentos dados a conocer por el alto oficial reza textualmente: "Atendimos visita del ministro de Seguridad de Ecuador, Gustavo Larrea, en adelante Juan, quien a nombre del presidente Correa, trajo saludos para el camarada Manuel".</span></p> <p><span class="textoNormal">Más adelante, Reyes afirma que en Ecuador "están dispuestos a cambiar mandos de la fuerza pública de comportamiento hostil con las comunidades y civiles de la zona, para lo cual solicitan nuestro aporte con información".</span></p> <p><span class="textoNormal">Además, Larrea habría solicitado, según el archivo, "un aporte que impulse su gestión a favor del canje, que puede ser entregarle al presidente Correa el hijo del profesor Moncayo o algo que permita dinamizar su labor política".</span></p> <p><span class="textoNormal">En el segundo documento, fechado el 28 de febrero de este año, 'Reyes' "resume" los resultados de una reunión con el "emisario del presidente Correa" quien "solicita conversar personalmente con el Secretariado en Quito. Ofrece garantías y transporte desde la frontera hasta el lugar de encuentro".</span></p> <p><span class="textoNormal">Y a renglón seguido, dice que el "emisario" queda a la espera de "nuestra respuesta en el menor tiempo posible indicando fecha".</span></p> <p><span class="textoNormal">Además, dice 'Reyes', el representante pide que le permitan explicar el "Plan Ecuador con el que pretente contra restar (sic.) los dañinos efectos del Plan Colombia (...) Nos piden cursos de organización de masas para nativos de la frontera. Los que luego serán encargados por el gobierno de coordinar con las Farc el trabajo fronterizo". </span></p> <p><span class="textoNormal">Los archivos, que fueron calificados como "contundentes", los encontró la Fuerza Pública en tres computadores tras la acción militar que terminó con la muerte de 'Raúl Reyes'. </span></p> <p><span class="textoNormal">El general Naranjo reveló, además, que en el archivo, que tiene formato de acta, 'Reyes' consigna: "Larrea, en nombre del presidente Correa tiene interés en oficializar las relaciones con las Farc".</span></p> <p><span class="textoNormal">Para el director de la Policía Naional, los hallazgos son muy graves en cuanto afectan la seguridad colombiana".</span></p> <p><span class="textoNormal">Este mismo domingo por la noche, a través de su oficial de prensa Edmundo Carrera, el ministro de Seguridad Interna y Externa ecuatoriano, Gustavo Larrea, señaló a la agencia AP que ''lo dicho es una mentira, ellos (Colombia) tratan de tapar lo que hicieron'' en alusión a los documentos exhibidos por Naranjo.</span></p> <p><span class="textoNormal">''Lo vamos a aclarar'', añadió Larrea en entrevista telefónica.</span></p><span class="intertitulo"> </span><p><span class="intertitulo">Nueva jugada en el intercambio</span></p> <p><span class="textoNormal">En los documentos encontrados a 'Raúl Reyes' se halló la propuesta de entregarle a Chávez tanto los secuestrados por las Farc como los guerrilleros presos, mientras se hace un acuerdo humanitario con Uribe.</span></p> <p><span class="textoNormal">"Considero que ha llegado el momento de lanzar la propuesta (...) de solicitar al gobierno de Venezuela recibir los prisioneros en poder de las dos partes hasta cuando se firme el canje", dice un aparte del documento de 'Reyes'.</span></p> <p><span class="textoNormal">La idea, según el jefe guerrillero, es promover que "otros gobiernos amigos" les den el estatus de beligerancia.</span></p> <p><span class="textoNormal">En otra comunicación más reciente, del pasado 28 de febrero, el miembro del secretariado asegura que con la liberación unilateral de secuestrados las Farc se quitan "varias cargas de encima" y afianzan su política "frente al Presidente Chávez".</span></p> <p><span class="textoNormal">Después se refiere a que les preocupan las últimas declaraciones del liberado Luis Eladio Pérez sobre la situación de Íngrid. De hecho, la ven a ella como "el punto negro" y agregan que " es grosera y provocadora con los que la cuidan".</span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="intertitulo">Correa no aceptó excusas del Canciller colombiano</span></span></p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal"> </span></span><p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">Pocas horas antes de que el general Naranjo diera a conocer el contenido de los documentos incautados en el campamento en que murió 'Raúl Reyes', el presidente ecuatoriano Rafael Correa no aceptó las excusas que presentó el ministro de Relaciones Exteriores de Colombia, Fernando Araújo.</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">El mandatario ecuatoriano dijo que la operación militar de las Fuerzas Especiales que terminó con la muerte de 'Reyes' en ese país "es la más grave, artera y verificada agresión" contra su país.</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">Y añadió: "No aceptaremos que a pretexto del combate a lo que ellos llamen terrorismo se impriman doctrinas de irrespeto a la soberanía de los estados".</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">"He decidido también la expulsión inmediata del embajador de Colombia en Ecuador (Carlos Holguín), y también he solicitado la inmediata convocatoria del Consejo permanente de la OEA y de la CAN", dijo Correa en un mensaje a la nación.</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">Asimismo, "he ordenado la movilización de tropas a la frontera norte y he convocado de urgencia para mañana una reunión del Consejo de Seguridad Seguridad Nacional", señaló.</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">Correa canceló la visita de este lunes a Cuba ante la crisis diplomática que siguió al bombardeo contra el campamento de 'Reyes', localizado a dos kilómetros de la frontera de casi 600 km que divide a los dos países.</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">Ecuador desplazó una misión ministerial a la zona del ataque y pidió a las Fuerzas Militares "estar alertas", aunque en la frontera no se percibía un movimiento inusual de tropas.</span></span></p> <p><span class="textoNormal"><span class="textoNormal">Correa se enteró del incidente el mismo sábado a través de una llamada del presidente colombiano. En un principio reaccionó con serenidad, pero tras recibir el informe militar desde el sitio de los hechos montó en cólera.</span></span></p> <p>Wellington Sandoval, ministro de defensa ecuatoriano, dijo a su vez que el ejército ecuatoriano está listo para posibles enfrentamientos en la frontera con Colombia.</p> <p>"Vamos a defender nuestra soberanía, no importa quién trate de ofenderla", dijo y subrayó: "ya ha habido en el pasado enfrentamientos con las Farc y no sería una cosa nueva".</p> <p>A su vez, l<span class="textoNormal">a </span><span class="textoNormal">canciller ecuatoriana, María Isabel Salvador, admitió que las relaciones con Colombia se verán afectadas, pero aseguró que tratará de evitar que se lesionen los vínculos sociales y comerciales entre los pueblos de los dos países.</span></p><span class="textoNormal"> </span><p><span class="textoNormal">"Estos hechos que Ecuador rechaza por la violación de su soberanía, probablemente afectarán estas relaciones", dijo Salvador a la pregunta de si se deteriorarían las relaciones económicas bilaterales, en una rueda de prensa celebrada en el Palacio presidencial de Carondelet, en el centro histórico de Quito.</span></p> <p><span class="textoNormal">Dejó claro que el proceso de regularización de colombianos residentes en Ecuador (se calcula que medio millón) no se verá empañado por la situación de tensión entre los dos países.</span></p> <p><span class="textoNormal">Recordó que los problemas fronterizos con Colombia no son nuevos, y que en el pasado se han registrado problemas, pero no como los del pasado sábado, cuando las fuerzas militares colombianas bombardearon una zona ecuatoriana para atacar a las Farc.</span></p> <p><span class="intertitulo">La intervención del Canciller colombiano </span></p> <p><span class="textoNormal">En <a class="linkdenota" href="http://www.eltiempo.com/conflicto/noticias/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR-3983176.html" target="_blank">su intervención</a>, el canciller colombiano dijo que fue "indispensable que las tropas colombianas ingresaran a territorio ecuatoriano para registrar el sitio desde donde recibieron disparos y al cual atacaron".</span></p> <p><span class="textoNormal">Añadió que "al encontrar allí cadáveres, entre ellos el de 'Raúl Reyes', fueron traídos a territorio colombiano para evitar que la guerrilla los suplantara, en cumplimiento de una práctica que acostumbra realizar, para acusar a nuestras fuerzas de ejecuciones extrajudiciales". </span></p> <p><span class="textoNormal">Araújo también dijo que "el citado Raúl Reyes dirigía desde hace muchos años operaciones criminales en el sur de nuestro país y clandestinamente, desde territorio ecuatoriano sin el consentimiento de ese Gobierno".</span></p> <p><span class="textoNormal">El documento invita a Ecuador a "avanzar en el desarrollo de mecanismos de cooperación en la lucha contra el terrorismo que ha causado miles de víctimas en nuestro país y ha generado indescriptible sufrimiento a nuestra población. </span></p> <p><span class="textoNormal">Agrega que esa cooperación "podrá implementarse utilizando los instrumentos multilaterales y bilaterales que han sido acogidos por nuestros países, y que evitarían los abusos de los terroristas invasores y el derramamiento de sangre de colombianos". </span></p> <p><span class="textoNormal">En el comunicado se le recuerda al país vecino que Colombia "dejó de asperjar los cultivos ilícitos en la zona de frontera a solicitud del Gobierno ecuatoriano y que ha sustituido ese mecanismo con la erradicación manual, pagando un altísimo costo en vidas humanas, por cuenta de los terroristas de las Farc dirigidos por Raúl Reyes". </span></p>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-40021048783473956792008-03-03T15:31:00.001-03:002008-03-03T15:34:12.507-03:00El Tiempo: Reacciones inadmisibles<p class="tituloapertura" id="tituloresaltar"><a href="http://www.eltiempo.com/opinion/editorial/2008-03-03/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR-3982640.html">Link</a>.<br /></p><blockquote>Mientras en Colombia, en ceremonia fúnebre presidida por el presidente Álvaro Uribe en el Cantón Norte de Bogotá, se le rendían honores nacionales al soldado Carlos Hernández León, muerto en el combate que dio de baja a 'Raúl Reyes', en Venezuela, el presidente Chávez decretaba un minuto de silencio en homenaje a un "revolucionario consecuente", víctima de un "asesinato cobarde" del gobierno colombiano. <p>Hay que estar muy 'deschavetado' para ignorar de tal manera la sensibilidad de un pueblo; para ofender tan burdamente la sensibilidad de millones de colombianos que hace menos de un mes, en la más masiva movilización en la historia del país, salieron a las calles a gritar su repudio a todo lo que representa 'Raúl Reyes'. La reacción del mandatario venezolano revela, además, que su relación con los dirigentes de las Farc es más profunda y emotiva de lo que se temía. Y que su influencia sobre el presidente Rafael Correa, del Ecuador, es más fuerte de lo imaginado.</p> <p>Insólito y paradójico, pues, que un hecho recibido por la inmensa mayoría de los colombianos como un tanto legítimo -y sin precedentes- que el Estado se anota en la larga confrontación con las Farc, haya generado al mismo tiempo un choque diplomático con Ecuador y haya llevado a Chávez a escalar su enfrentamiento con Colombia y con el presidente Uribe a niveles sin precedentes.</p> <p>Quién lo diría: la muerte, en una operación militar en las duras condiciones de una guerra irregular, del segundo jefe de una organización armada responsable del dolor de cientos de miles de personas ha sido calificada por Chávez como un "asesinato cobarde".</p> <p>Una falta de conexión con las realidades y sentimientos imperantes en Colombia muy semejante a la del artículo de Anncol, agencia oficiosa de las Farc, que tituló la muerte de 'Reyes': 'Uribe asesina a otro sindicalista'. Pero, más allá de estas elocuentes demostraciones de cercanía y simpatía, este fin de semana surgió una delicada tensión con dos países vecinos, que debe manejarse con agilidad e inteligencia.</p> <p align="center">* * * *</p> <p>Además de despacharse contra Uribe con epítetos insólitos, Chávez ha ordenado militarizar la frontera con diez batallones y tanques y ha cerrado su embajada en Bogotá. Declaró lo sucedido una violación de la soberanía ecuatoriana, dijo que Colombia, con apoyo de Estados Unidos, se está convirtiendo en el "Israel de América" y amenazó con la guerra si una incursión similar tiene lugar en territorio venezolano.</p> <p>Y el presidente Rafael Correa -quien inicialmente había reaccionado con más tranquilidad, luego de la llamada de Uribe, el sábado por la mañana, en la que le explicaba los hechos- llamó a consultas a su embajador, envió una nota de protesta por considerar la operación contra 'Reyes' un acto de agresión y una violación de la soberanía del Ecuador, y suspendió su prevista visita a Cuba para atender la emergencia. Dijo que irá hasta las últimas consecuencias para aclarar un episodio sobre el cual, según él, su colega colombiano está o "mal informado o miente descaradamente".</p> <p align="center">* * * *</p> <p>Aunque no resulte fácil, lo primero que debe hacerse es separar ambas crisis. Es sintomático el cambio de actitud del presidente Correa luego de su conversación con Chávez que, como lo dijo un analista internacional, lo hizo aparecer como "un cachorro del imperio... venezolano". Pese a ello, el gobierno colombiano debe hacer todos los esfuerzos por aclarar su posición frente al ecuatoriano y normalizar las relaciones. En Quito también deben considerar la disyuntiva de hierro en la que se encontraron las autoridades colombianas al estar ante la oportunidad de asestar un golpe decisivo a una guerrilla que hace tiempo usa la frontera como puerta giratoria.</p> <p>Con Venezuela, la cosa es a otro precio (como lo es, aunque de menor talla, con Nicaragua, cuyo presidente, Daniel Ortega, también habló de "asesinato" y llamó "hermano" a 'Reyes'). La relación Bogotá-Caracas, que venía mal, recibe un golpe mortal. El cierre de la embajada equivale casi a una ruptura de relaciones. No tiene precedentes en el sistema interamericano que suceda, además, por causa de una operación exitosa de un gobierno legítimo contra una organización ilegal, calificada como terrorista en medio mundo. Alegar, como lo hizo el canciller Nicolás Maduro, que la muerte de 'Reyes' es una "bofetada" y un "duro golpe" al intercambio humanitario es desconocer la confrontación armada en curso en Colombia, de la cual, las liberaciones gota a gota de rehenes y el intercambio mismo son elocuentes episodios.</p> <p>El caso es que, en esta, Chávez 'peló el cobre' de manera definitiva. Su toma de partido por las Farc es cada vez más abierta. Producto en parte de afinidades de fondo con esa guerrilla y, también, de necesidades políticas tácticas, luego de su derrota en el referendo de diciembre y ante unas elecciones locales críticas en noviembre próximo, en medio de una situación económica cada día más ingobernable, Chávez parece lleno de razones para escalar su confrontación con Colombia.</p> <p align="center">* * * *</p> <p>Su reacción ante la muerte de 'Reyes' tiene otro efecto: más allá de las posiciones encontradas que en Colombia existen frente al gobierno Uribe, la gran mayoría del país cierra filas ante lo que percibe como una hostil e inadmisible intervención de Chávez en asuntos internos colombianos.</p> <p>Habrá que ver qué pasos se dan, pero, por lo pronto, entramos en un tenso período de confrontación, ojalá solo verbal y diplomática, entre Colombia y Venezuela. Al prudente silencio con el que se ha respondido hasta ahora, y sin dar pie a provocación alguna, quizá sea hora de añadir una mediación internacional, o de buscar que el sistema interamericano comience a jugar un papel activo en una crisis que puede desestabilizar a toda la región. Las cosas con Venezuela están pasando de castaño oscuro y eso no es bueno para nadie.</p> <p><a class="linkdenota" href="mailto:editorial@eltiempo.com.co" target="_blank">editorial@eltiempo.com.co</a></p></blockquote><p><a class="linkdenota" href="mailto:editorial@eltiempo.com.co" target="_blank"></a></p>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-46336657131676447682008-02-29T13:35:00.003-03:002008-02-29T13:45:09.247-03:00TSE: Do elogio à críticaUm <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">post</span> atrás elogiei o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">TSE</span> pelo trabalho nas eleições de 2006, comparando-o com o trabalho do desastroso e incompetente CNE venezuelano no referendo de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">dezembro</span> de 2007.<br /><br />Bem, o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">TSE</span> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u376945.shtml">anunciou</a> que vai começar a instalar <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">kits</span> biométricos <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">nas</span> eleições deste ano. A intenção é de, em dez anos, ter 100% dos eleitores num enorme banco de dados.<br /><br />Se eu fosse jornalista da grande imprensa, teria algumas perguntas para o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">TSE</span>:<br /><ul><li>Quem vai guardar esse banco de dados?</li><li>Qual garantia temos de que será usado apenas nas eleições?</li><li>Qual garantia temos de que não será possível violentar o segredo do voto?<br /></li><li>Por que mexer num sistema que já funciona muito bem e no qual todo mundo confia?<br /></li></ul>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-56159535274667625272008-02-25T10:36:00.003-03:002008-02-25T21:07:56.901-03:00La incompetencia de la presidenta del CNE...<div class="Section1"><span lang="ES-VE">....y la tolerancia de los venezolanos.<o:p></o:p></span> <p class="MsoNormal"><span lang="ES-VE">Francisco, en <a href="http://caracaschronicles.blogspot.com/2008/02/theory-and-practice-of-metabullshit.html">Caracas Chronicles</a>, ha escrito un buen post sobre la incompetencia y falta de vergüenza de la presidenta del CNE.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span lang="ES-VE"><o:p></o:p>Quiero apenas poner mis dos centavos recordando cómo fue la publicación de los resultados de las <a href="http://vascaino.blogspot.com/2006/10/elecciones-venez">elecciones brasileñas</a> de 2006, en las cuales se escogieron presidente, gobernadores, diputados, senadores y concejales. Sólo para presidente se contaron más de 95 millones de votos. Los resultados, faltando un pequeño porcentaje por contar pero ya irreversibles, fueron divulgados unas tres horas después del cierre de las mesas. El 100% del conteo <a href="http://eleicoes.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/apuracao2.html">lo tuvimos 17 horas después de eso</a>.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span lang="ES-VE">El CNE, con el <a href="http://www.aporrea.org/actualidad/n69937.html">sistema electoral “más completo” del mundo</a>, lleva casi tres meses contando 10 millones de votos. Lo peor del caso no es la incompetencia o sinvergüenzura, porque sinvergüenzas hay en todos lados, sino que los venezolanos hemos aceptado esto como si de algo normal se tratara. Como dicen, por eso estamos como estamos.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span lang="ES-VE">Más patético aún es pensar: en caso de que los votantes quisieran hacer valer sus derechos, a quién carrizo acuden para obligar al CNE a publicar los resultados?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span lang="ES-VE">Se gana una boína roja el que responda.<o:p></o:p></span></p></div>Ricardohttp://www.blogger.com/profile/03063848977561500953noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6156813.post-47060159176639285222008-02-23T07:19:00.001-03:002008-02-23T07:22:45.524-03:00Veja: El futuro sin fidel<a href="http://veja.abril.com.br/270208/p_068.shtml"><span class="revistasTitulo"></span></a><span class="revistasTitulo"><a>Um país de muito passado agora tem algum futuro</a> </span> <p class="revistasSubTitulo" align="left">O ditador entrega o comando direto do país ao irmão, abre<br /> caminho para mudanças, mas fica ainda como um fantasma <br /> assombrando o povo e preservando sua tenebrosa herança </p><p align="left"><img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/fio_assinatura.gif" height="5" width="223" /><br /> Diogo Schelp <br /> <br /> <table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" width