tag:blogger.com,1999:blog-61260352008-07-19T14:40:37.652+01:00LicenciosidadesQualquer bocadinho acrescenta, disse o rato, e mijou no mar.Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comBlogger591125tag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-62596099055006690972007-06-09T13:26:00.000+01:002007-06-09T13:28:34.333+01:00Agora também aqui<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.oinsurgente.org/wp-content/themes/in%20business/images/www.gif"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.oinsurgente.org/wp-content/themes/in%20business/images/www.gif" alt="" border="0" /></a><br /><div style="text-align: center;"><a href="http://www.oinsurgente.org"><span style="font-size:180%;">www.oinsurgente.org</span></a></div>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1159827231016100752006-10-02T23:09:00.000+01:002006-10-03T09:25:27.360+01:00Em hibernação<a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7464/475/400/blindfolded.jpg"><img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7464/475/400/blindfolded.jpg" border="0" /></a><br />Estes dias estou pelo <a href="http://small-brother.blogspot.com/">Small-Brother</a> em full-time.Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1158142606709063912006-09-13T11:16:00.000+01:002006-09-13T11:16:46.853+01:00A vêr se arranjo um tacho como provedor do leitorA <a href="http://revista-atlantico.blogspot.com/">revista Atlântico</a>, concorde-se ou não com o conteúdo, voltou aos seus bons tempos. Gostei muito das conversas Atlânticas, o artigo do JMA e do FCG. O artigo do AMN dispensava o paternalismo da introdução e o brilhantismo de Duarte Padez, maradona e Henrique Raposo justificariam, per si, os 4 euros da revista.<br />Mas o meu maior destaque vai para o artigo de Joaquim Luíz Gomes, uma pessoa prestes a ficar milionária no mercado de futuros tal é a certeza com queprevê que o preço do petróleo irá atingir os 200 dólares por barril. Ele está tão certo desta subida que passa o artigo inteiro a incitar ao investimento num novo sistema energético que substitua o actual. Só se esquece de mencionar que ele próprio se prepara para o fazer. Com um retorno esperado tão grande, ele, intitulado no cabeçalho do artigo como cidadão empresário, certamente não perderá esta oportunidade. Fico à espera de novidades.<br />Finalmente destaco o anúncio publicitário do Millennium BCP na página 29. É um anúncio publicitário em que predominam as cores do banco, ressalta uma imagem bonita e uma mensagem clara do ponto de vista publicitário. É um anúncio bem mais eficaz, e certamente mais barato, do que o da TAP nas páginas 60 e 61. Até nestes aspectos se mede a eficiência na gestão de empresas públicas e privadas. Com a quantidade de texto desse anúncio, um leitor mais desatento julgaria ser um artigo a sério. Mas justiça seja feita, a TAP pode ser uma péssima prestadora de serviços e uma sugadora de recursos mas deve albergar alguns dos melhores poetas do país senão atente-se a esta passagem do <strike>artigo</strike> anúncio:<br /><blockquote>Uma companhia aérea nacional transporta pelo Mundo as cores do seu país, a alma do seu povo e as asas da sua ambição. Fruto do passado histórico de Portugal e do seu império, que pelo Mundo deixou raízes, a TAP transporta os portugueses, transporta aqueles que vivendo no estrangeiro ainda o são ou descendem de portugueses e transporta também aqueles que, pelas mais diversas razões, procuram Portugal. O alicerce profundo da TAP, a sua razão de existência e, por isso, o seu desafio empresarial assentam na cultura portuguesa. Nessa medida, não será por demais concluír que a TAP precisa do país mas que, por seu lado, o país também precisa da TAP.</blockquote><br />Quase consigo ouvir os Vangelis em fundo...<br /><br /><br /><br /></strike><strike></strike>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1156958688913965122006-08-30T17:55:00.000+01:002006-08-30T18:24:49.376+01:00Uma questão semântica<div style="text-align: justify;">Cada vez que o estado atribui um subsídio, está a partir do pressuposto que os seus cidadãos de livre vontade não estariam dispostos a suportar a coisa subsidiada. Quando um governante defende a atribuição de um subsídio, está a assumir que, sozinho, tem um entendimento superior sobre o valor de certa coisa ao de cada um dos cidadãos individualmente. A bem da compreensão de futuros argumentos estatistas, seria razoável que cada vez que se falasse em subsídios se usasse a expressão "pagamento forçado de". Assim, em vez de falarmos em subsídios à empresa A, deveríamos falar em "obrigar os cidadãos que não querem produtos dessa empresa a pagá-los através de impostos"; quando falássemos em subsídios à cultura deveríamos usar "obrigar os cidadãos que não querem contribuír para a manutenção do produto cultural a fazê-lo"; e por aí fora... Para sermos ainda mais exactos, proponho que se acrescente a cada uma das expressões anteriores um "... assim como pagar à máquina estatal de cobrança e distribuição a sua percentagem".<br />Possivelmente não soará tão bem, é verdade, mas as discussões serão muito mais honestas se ficar bem esclarecido o que representam subsídios estatais.<br /></div>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1156333500279282982006-08-23T12:38:00.000+01:002006-08-23T17:52:50.013+01:00A menina dança?<a href="http://abrupto.blogspot.com/dancas1.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; CURSOR: hand; HEIGHT: 470px; TEXT-ALIGN: center" height="460" alt="" src="http://abrupto.blogspot.com/dancas1.jpg" border="0" /></a><br /><a href="http://abrupto.blogspot.com/dancas2.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://abrupto.blogspot.com/dancas2.jpg" border="0" /><br /><br /><a href="http://abrupto.blogspot.com/dancas3.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px;" src="http://abrupto.blogspot.com/dancas3.jpg" border="0" alt="" /></a><br /><br /></a><br />retirado da publicação Rapariga Moderna de 1943, no <a href="http://abrupto.blogspot.com">Abrupto</a>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1156155012862087022006-08-21T11:06:00.000+01:002006-08-21T11:18:14.600+01:00O dia da infâmia<blockquote>Desde a mediatização feroz feita pelo "Donos da Bola", pouco ou nada se viu ou ouviu de Barata, mas eis que, há dias, <strong>ficámos a saber que o homem tem uma das suas empresas no escalão mais elevado das dívidas à Segurança Social</strong>.</blockquote><p align="right"><br /><br /><a href="http://www.ojogo.pt/22-181/artigo573519.htm">Editorial de Manuel Tavares n'O Jogo </a><br /></p><br />Começou...Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155760821035243812006-08-16T21:38:00.000+01:002006-08-16T21:41:19.653+01:00As origens do mundo: o consenso possível<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tZShBmEG22o"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tZShBmEG22o" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed></object>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155568723972695572006-08-14T15:23:00.000+01:002006-08-14T17:37:17.096+01:00Liberalismo e Igualdade 21. No Público de Sábado (sem link), Helena Matos critica a Comissão Europeia pelo facto de supostamente não proibir um empregador irlandês de se recusar, à partida, a contratar trabalhadores fumadores. No seu jeito de amalgamar tragédias e imputá-las à esquerda, a liberal Helena Matos não se deu conta de que a opinião de um dos comissários era curiosamente mais liberal e, portanto, menos de esquerda do que a opinião por ela defendida.<br />2. Se não vejamos: o princípio da igualdade deve impedir discriminações arbitrárias e, nesse sentido, fala-se num princípio da igualdade em sentido formal. É, neste sentido que os liberais falam na igualdade como princípio liberal. Mas pode o princípio também significar o dever, para alguns, de o Estado tratar de forma diferente o que é diferente, discriminando de forma positiva certas classes de cidadãos. Fala-se então em discriminação em sentido material. Esta última noção de igualdade é predominantemente de esquerda, mas pode perfeitamente dizer-se que tratar as crianças de forma diferente seria uma posição que um liberal subscreveria. A diferença, nesta matéria, entre um liberal e um social-democrata ou outra qualquer ideologia estatista é, pois, mais de grau do que de natureza.<br />3. Acresce que, em tema de igualdade, uma outra importante distinção serve para separar liberais de social-democratas: os primeiros consideram que o princípio da igualdade só deve vincular entidades públicas e já não entidades privadas; os segundos acham que o princípio deve vincular umas e outras.<br />Há boas razões para os liberais defenderem que a igualdade só deve vincular entidades públicas. O exercício da liberdade contratual é, por essência, discriminatório. Entre ofertas iguais, o contraente pode escolher uma ou outra em função dos mais variados critérios; mesmo que se proibisse a utilização de critérios discriminatórios nessa escolha, haveria sempre critérios que seriam arbitrários e, portanto, disfarçadamente discriminatórios. Da mesma forma que um contraente pode irracionalmente sentir que um outro lhe inspira menos confiança que um terceiro e, por isso mesmo, preferir este último, um racista pode sempre afirmar que um preto lhe suscitou menos confiança que um branco (ou vice-versa). Juridicamente, as duas situações dificilmente serão discerníveis.<br />Ao defender-se que o princípio da igualdade vincula entidades privadas está-se a limitar a liberdade contratual dos indivíduos, podendo tal limitação ser justificada ou não (eu penso que, até certo ponto, é). Em todo o caso, a limitação não será aceitável do ponto de vista de um liberal puro.<br />4. O comissário europeu ao defender que a discriminação dos fumadores é permitida porque os fumadores não entram na lista das entidades que, segundo o direito comunitário, não podem ser discriminadas, está a assumir uma posição mais liberal do que a posição da legislação portuguesa, por exemplo. Esta faz uso, no art.13º da constituição, de uma cláusula geral que proíbe genericamente qualquer discriminação arbitrária para depois exemplificar no nº2 do mesmo artigo tipos de discriminação que são proibidos. Mais, como segundo o art.18º da CRP, o princípio da igualdade também se aplica a entidades privadas, resulta daí que a posição acentuadamente social-democrata da constituição coincide com a posição subscrita pela Helena Matos no artigo.<br />5. O que justifica então que a Helena Matos impute ao comissário europeu uma posição de esquerda, ergo, no dicionário da autora, inadmissível? A resposta é óbvia: a autora quis atacar o politicamente correcto supostamente escondido na posição (mais) liberal do comissário.<br />O problema nestas coisas é que o politicamente correcto faz uso dos mais variados instrumentos. Entre os quais, a liberdade contratual. O que torna difícil a aceitação de maniqueísmos esquerda-direita e a imputação a um dos lados de todos os males do mundo.<br />6. Resta que, no caso português, o empresário anti-tabagista tem bom remédio. Apesar da Constituição proibir a entidades privadas discriminações arbitrárias, o que inclui discriminações arbitrárias no acesso ao emprego, o empresário pode fazer bom uso do período experimental. Como nesse período pode despedir trabalhadores contratados sem necessidade de justa causa, nem necessidade de motivar o despedimento ou de pagar indemnização, o empresário anti-tabagista pode despedir o trabalhador mal lhe chegue aos ouvidos que o dito é fumador. Basta, para tal, que o empresário esteja calado e não diga ao trabalhador, como não tem de dizer, as razões do seu despedimento. O politicamente correcto tem, pois, no período experimental mais um instrumento.<br />Sendo a Helena Matos, como se viu na discussão sobre o CPE, fervorosa adepta do período experimental, não se deve preocupar muito com a possibilidade de os empregadores portugueses anti-tabagistas discriminarem trabalhadores fumadores no início da relação laboral, despedindo-os pelo facto de serem fumadores. Preocupante seria apenas se um comissário europeu viesse defender tal possibilidade.JBhttp://www.blogger.com/profile/06604910961976715871noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155565412533509042006-08-14T14:57:00.000+01:002006-08-14T16:56:34.706+01:00Liberalismo e Igualdade IA propósito da discussão sobre o casamento entre homossexuais vale a pena ler o <a href="http://aguiarconraria.blogsome.com/2006/07/24/na-cama-com-elas/">excelente texto </a>do LA-C publicado na revista Dia D e agora no Destreza das Dúvidas.<br />Nele o LA-C aflora o argumento avançado, penso que, pelo JM, segundo o qual um liberal não deveria defender o casamento homossexual pelo facto de o casamento civil ser uma instituição que discrimina os solteiros ao obrigá-los a pagar com os seus impostos as vantagens fiscais e outras que o casamento oferece aos casados.<br />Trata-se de um argumento interessante que pode ser perfeitamente transposto para outras situações.<br />Imaginemos que um liberal rejeita, como, em princípio, rejeitará, um sistema de ensino público e subsídios culturais.<br />No Estado X, existe um sistema de ensino público só para brancos e os subsídios culturais só são atribuídos a homens. No primeiro caso, o governo do Estado X considera que as outras raças são inferiores e, como tal, a comunidade não deve suportar os custos da educação de pessoas que, de qualquer forma, nunca atingirão a excelência que poderá justificar, numa lógica comunitária, o subsídio do seu ensino. No segundo caso, o governo do Estado X considera que as mulheres são incapazes de produzir uma obra de arte de valor e, assim sendo, não se justifica subsidiá-las.<br />Agora imaginemos que a situação ia a tribunal e que este tinha de decidir a questão de saber se as leis em causa eram inconstitucionais por violarem o princípio da igualdade. O que decidiria o tribunal?<br />Parece óbvio que, independentemente de estarem em causa direitos que, segundo um liberal, não deveriam ser atribuídos, respectivamente, aos alunos brancos e aos homens (artistas), o tribunal teria de decidir pela inconstitucionalidade das respectivas leis e pela necessidade, ergo, de o sistema público de ensino servir igualmente alunos de outras raças e de as mulheres poderem concorrer a subsídios culturais. Da mesma forma que um empreiteiro lisboeta teria de poder concorrer num concurso público para construção de um estádio de futebol no âmbito do Euro 2004, independentemente do Câmara Municipal, dona da obra, só admitir a concurso empreiteiros portuenses.<br />A questão é, pois, relativamente simples. Não é pelo facto de, numa determinada democracia, uma medida ser iliberal que se torna imediatamente aceitável, para um liberal, qualquer discriminação arbitrária que tal medida encerre.<br />No caso dos casamentos homossexuais, tal significa que a questão da existência ou não de uma discriminação arbitrária independe da questão de saber se o casamento civil é ou não uma instituição iliberal que prejudica os solteiros.<br />E não é, de maneira nenhuma, incompatível defender-se que o princípio da igualdade seja respeitado e, ao menos tempo, defender-se que as vantagens injustamente atribuídas aos casados lhes sejam retiradas por lei.<br />Se, de facto, não houver razões para, do ponto de vista da igualdade, impedir os homossexuais de se casarem, um liberal só tem de defender que lhes seja concedida essa possibilidade, ao mesmo tempo que defende que sejam retirados aos casados as vantagens que ilegitimamente usufruem à custa dos solteiros.<br /><br />Nota: o post prescinde da ideia certíssima de que não são comparáveis os dois tipos de discriminação. A discriminação dos solteiros operada pela lei a nível fiscal não tem implícita a censura de uma forma de vida como sucede com as normas que prejudicam os homossexuais.JBhttp://www.blogger.com/profile/06604910961976715871noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155277778813709562006-08-11T07:26:00.000+01:002006-08-11T07:29:38.860+01:00Artigo muito recomendado<a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/678772.html">"Estado, pessoa de bem"</a> de <a href="http://aguiarconraria.blogsome.com/">Luís Aguiar Conraria</a>, no Diário Económico.Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155228696517186952006-08-10T17:47:00.000+01:002006-08-10T17:51:36.563+01:00A minha proposta para novo treinador do FCPorto<a href="http://sic.sapo.pt/NR/rdonlyres/E96F88D8-26F1-4849-B225-9BC3307CCA5D/127123/825e10b70c0a424fbee277b1e538c996.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://sic.sapo.pt/NR/rdonlyres/E96F88D8-26F1-4849-B225-9BC3307CCA5D/127123/825e10b70c0a424fbee277b1e538c996.jpg" border="0" /></a>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155215325471753572006-08-10T14:05:00.000+01:002006-08-10T14:08:45.476+01:00A minha Pirata é mais bonita que a tua<a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/1600/pimpinha-pirata.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/320/pimpinha-pirata.jpg" border="0" alt="" /></a><br /><br /><blockquote>Agentes da Guarda Revolucionária do Irão participam nos combates entre o exército israelita e militantes do Hezbollah, tendo alguns deles morrido durante os confrontos, noticiou quarta-feira o Canal 10 da televisão de Israel.<br />A televisão, que disse citar fontes militares israelitas, não deu mais detalhes sobre quantos iranianos terão sido abatidos nem onde, mas disse ter as suas identidades e dados que revelam que são do Irão.</blockquote><p align="right"><span style="font-size:85%;">(retirado do <a href="http://www.regiaodeleiria.pt/?lop=conteudo&op=c0c7c76d30bd3dcaefc96f40275bdc0a&id=8ac277a50b5ee8d2d79073ec86675493">Região de Leiria</a>)</span></p><p>Apenas duas notas:</p><ol><li>Sinto falta do tempo em que o Irão, para desviar atenções do seu programa nuclear, só orquestrava manifestações contra os cartoons de Maomé.</li><li>As minhas <em>research skills</em> devem estar muito em baixa já que o único orgão de comunicação social português onde consigo encontrar esta notícia é o <a href="http://www.regiaodeleiria.pt">Região de Leiria</a>.<br /></li></ol>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1155050392771173872006-08-08T16:16:00.000+01:002006-08-08T16:19:52.826+01:00O favor que Zidane fez ao mundo<a href="http://www.babalublog.com/archives/headbutt.gif"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.babalublog.com/archives/headbutt.gif" border="0" /></a>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1154560807840163842006-08-02T23:43:00.000+01:002006-08-04T18:29:25.556+01:00Uma revista rosa chique<div align="justify">Há cerca de dois anos fui convidado para dar aulas na Roménia. Quando comecei a dar as primeiras aulas fiquei surpreendido com o grau de conhecimento que aqueles jovens de 17/18 anos, pouco mais novos que eu, de um país algo distante, tinham sobre Portugal. Superava em muito o conhecimento que eu tinha da Roménia antes de para lá ir. Muitos deles até ensaiavam um português fluente quanto baste. Contavam-me as colegas romenas que os cursos livres de português, que noutros tempos raramente chegavam a ter alunos suficientes, eram hoje dos cursos mais populares, apenas superado pelo inglês e o alemão, e à frente do espanhol e do francês. Portugal e o Português estão em alta na Roménia.<br />O motivo de tudo isto? A série sensação do momento: Morangos com Açúcar. Tal como cá, Morangos com Açúcar recolhe as preferências da faixa etária entre os 9 e os 18 anos. A telenovela fez mais pela divulgação da língua portuguesa na Roménia do que qualquer obra literária ou programa da embaixada. </div><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/320/mcaromenia.jpg" border="0" /><br /><p align="center"><span style="font-size:85%;"><em>(Na imagem, um episódio da série legendada em romeno)</em></span></p><p align="justify">Este mês a <a href="http://revista-atlantico.blogspot.com/">revista Atlântico</a> puxa para a capa os eventuais efeitos maléficos desta série nas mentes mais jovens. A autora de "Bilhete de Identidade" começa o artigo por afirmar que as suas netas não vêem o programa ("<em>preferem um programa de decoração do People and Arts</em>"), queixa-se que na série "<em>Ninguém lê, ouve música séria ou discute temas interessantes</em>" e segue por aí. Desisti de continuar a lêr o artigo algures na parte em que a autora culpa a série por um rapaz de 15 anos se masturbar no autocarro da escola, um tipo de comportamento <em>"patrocinado por uma empresa cuja única preocupação é o lucro"</em>.<br />Nos últimos meses quem olhasse a capa da <a href="http://revista-atlantico.blogspot.com/">revista Atlântico</a> num quiosque e resolvesse lêr o artigo em destaque certamente desistiria de a comprar. Estranhamente este artigo medíocre da Maria Filomena Mónica relegou para segundo plano uma entrevista fundamental de Henrique Burnay à líder de um movimento opositor do regime Iraniano, entre outros artigos de grande interesse. Já há dois meses um outro artigo medíocre da mesma autora teve privilégio de capa. Uma obsessão incompreensível esta do Paulo Pinto Mascarenhas pela MFM. </p>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1154357301024762772006-07-31T15:42:00.000+01:002006-07-31T15:51:08.993+01:00Jornal do Incrível: última hora!<div align="center"><strong><a href="http://jn.sapo.pt/2006/07/31/ultima/israel_suspende_raides_aereos_para_f.html">Grupo islâmico suspende ataques terroristas </a></strong></div><div align="center"><strong><br /> </div></strong><a href="http://jn.sapo.pt/2006/07/31/ultima/israel_suspende_raides_aereos_para_f.html">O grupo terrorista Al Qaeda/Hamas/Hezbolah decidiu, ontem à noite, parar os ataques terroristas sobre o Ocidente e Israel, durante 48 horas, para levar a cabo um inquérito sobre o bombardeamento de Telavive/Haifa/Nova Iorque/Londres/Madrid, em que morreram x pessoas, maioritariamente crianças.</a>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1154024758117245272006-07-27T19:24:00.000+01:002006-07-27T19:25:58.176+01:00Como conseguir visto de entrada no Líbano nos últimos tempos<embed style="width:400px; height:326px;" id="VideoPlayback" align="middle" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-1486310046893798447" quality="best" bgcolor="#ffffff" scale="noScale" salign="TL" FlashVars="playerMode=embedded"> </embed>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1154023301140962692006-07-27T18:56:00.000+01:002006-07-27T19:02:29.343+01:00E o prémio "Quando eu estiver nos cuidados intensivos quero uns médicos como os teus" vai para:Simão Sabrosa, que "está por horas" há 3 semanas.Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1152746338800740152006-07-12T22:50:00.000+01:002006-07-13T00:18:58.966+01:00O IRS dos jogadores de futebol<div align="justify">A legislação fiscal portuguesa é um exemplo paradigmático da forma como os legisladores socialistas tendem a corrigir os erros que cometem com outro erros. A existência generalizada de taxas progressivas no IRS cria situações de injustiça para quem tem rendimentos temporários. Assim, duas pessoas que recebam exactamente o mesmo em dois anos seguidos podem pagar montantes de imposto diferentes. Por exemplo, se uma pessoa receber 20000 euros no ano 1 e no ano 2, irá pagar nos dois anos 10921 euros de IRS, enquanto que se receber 40000 euros no ano 1 e 0 no ano 2, terá que pagar 12061. Se considerarmos mais anos e maiores diferenças de rendimentos, a injustiça será ainda maior. </div><div align="justify">O legislador "resolveu" o problema reduzindo o montante de imposto cobrado através da incidência de taxas inferiores ou deduções específicas. Neste grupo dos rendimentos temporários (esquecendo os prémios de jogo) existem essencialmente dois tipos diferentes: as profissões de desgaste rápido como desportistas, mineiros ou pescadores e rendimento de capitais que, pela sua natureza, são incertos e inconstantes. O legislador achou que estes eram os únicos casos em que a injustiça fiscal das taxas progressivas deveria ser corrigida, esquecendo todos os outros casos particulares de flutuações normais da vida profissional dado que seria impossível legislar caso a caso. Trata de forma especial quem tem força mediática para exigir esse tratamento especial. No caso dos rendimentos de capital o estado, ao taxar de forma diferenciada, está a diminuír o valor do risco para o investidor, passando-o para os restantes contribuintes sem rendimentos de capital, aplicando uma flat tax selectiva. Já no caso das profissões de desgaste rápido a situação é mais grave. Em primeiro lugar a selecção das profissões é incorrecta e se-lo-ia qualquer que tivesse sido a opção do legislador; isto porque existem profissões de desgaste rápido, muito rápido, intermédio, intermédio assim a fugir para o rápido, etc e seria necessário aplicar deduções específicas a cada um dos casos e, dentro desses, a cada pessoa conforme a sua resistência física à profissão. Em segundo lugar, porque atribuindo benefícios especiais se está a incentivar o ingresso nessas profissões a salários mais baixos do que aqueles que resultariam num sistema de igualdade perante a lei. Mais uma vez estão-se a punir todos os contribuintes por escolhas individuais conscientes dos agentes. O legislador resolveu atribuír benesses precisamente àqueles casos em que a inconstância dos rendimentos é previsivel e, por isso, deve fazer parte dos factores que influem nas decisões dos agentes individuais. O legislador socialista ao tentar resolver uma injustiça, criou outra. Provavelmente quando alguém lhes conseguir explicar isso, irão criar outra maior.</div><div align="justify">Claro que o problema inicial se teria resolvido com uma taxa plana de IRS e IRC que taxasse igual e transversalmente todos os rendimentos, o que também pouparia uma dúzia de artigos no código do IRS e horas de trabalho da administração fiscal.</div>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1152569486314962002006-07-10T23:10:00.000+01:002006-07-10T23:11:26.350+01:00<a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/1600/diploma.gif"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/320/diploma.gif" border="0" /></a>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1152114500840935972006-07-05T16:25:00.000+01:002006-07-05T17:05:40.256+01:00Maria de Fátima Bonifácio não gosta de brancos<a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/1600/MFB.jpg"><img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/400/MFB.jpg" border="0" /></a> <blockquote><p align="justify">Quando comecei a ir a Londres, na minha juventude, os negros e os turbantes dos indianos eram meramente uma nota colorida e exótica numa cidade esmagadoramente branca, onde uma impressionante quantidade de homens usava chapéu de côco e "umbrella" e imprimia às ruas, pelo menos nas zonas centrais, a sua fisionomia dominante. Esta paisagem desapareceu por completo.(...) Para além da problemática gestão quotidiana do "multiculturalismo", corre o risco, a prazo, de se tornar irreconhecível, quando as suas cidades forem maioritariamente povoadas <strong>por gente de côr</strong> professando credos e valores não apenas diferentes mas contraditórios e até imcompatíveis com os seus.<br /><br /></p></blockquote><div align="right"><a href="http://www.frentenacional.net">Maria de Fátima Bonifácio</a>, </div><div align="right">num artigo com o acertado título de Xenofobias, </div><div align="right">equivocadamente na secção 'líderes de opinião', </div><div align="right">na <a href="http://revista-atlantico.blogspot.com">Revista Atlântico</a> deste mês.</div><div align="right"></div><br /><br /><blockquote><strong>preto</strong>, cor oposta ou mais distante do branco, <strong>ausência total de cor</strong></blockquote><div align="right">Dicionário da Língua Portuguesa, Porto editora</div>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1151704123573132622006-06-30T22:43:00.000+01:002006-06-30T22:48:43.613+01:00Eles andaram aíHoje recebi mais uma mensagem do Millennium BCP:<br /><br /><blockquote>Se Portugal ganhar amanhã, na segunda-feira dia 3 de Julho não paga<br />comissões em bolsa no millenniumbcp.pt<br /></blockquote>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1151348857173658032006-06-26T20:05:00.000+01:002006-06-26T20:07:37.253+01:00SMS recebido hoje às 19.17<blockquote>Portugal ganhou! Hoje, nao paga comissoes de bolsa em millenniumbcp.pt!</blockquote><br /><br />Tal e qual, sem alterar uma vírgula.Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1151269884300426782006-06-25T22:10:00.000+01:002006-06-25T22:20:52.723+01:00<a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/1600/sumo-laranja.jpg"><img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5696/290/400/sumo-laranja.jpg" border="0" /></a>Carlos Guimarães Pintohttp://www.blogger.com/profile/11770285013243330061noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1150766630014803362006-06-20T02:21:00.000+01:002006-06-20T03:51:47.116+01:00Funes, o memorioso"Havia aprendido sem esforço o inglês, o francês, o português, o latim. Suspeito, contudo, que não era muito capaz de pensar. Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair. No mundo abarrotado de Funes não havia senão detalhes, quase imediatos." - Borges sobre <a href="http://orbita.starmedia.com/~dharmabum/borges3.htm">Funes.</a>JBhttp://www.blogger.com/profile/06604910961976715871noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6126035.post-1150764518005722812006-06-20T00:29:00.000+01:002006-06-20T03:47:20.736+01:00A fraude da avaliação externa<span style="font-size:85%;">Lê-se no Público (pp.18-19) de ontem (19 de Junho): "Muitos alunos têm positiva a português sem terem lido uma única obra das exigidas". Subtítulo da reportagem: "a arte de decorar".</span><br /><span style="font-size:85%;"></span><br /><span style="font-size:85%;">1. Estamos a falar de <strong>exames nacionais</strong>. Algum dos arautos da avaliação externa quer comentar esta <strong>fraude, </strong>que, supostamente, seria remédio santo para os males desta <strong><a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2006/06/fraude-das-notas-internas.html">outra</a></strong>?E responder a esta perguntinha: <strong>que credibilidade merecem os rankings das escolas depois de se conhecer esta reportagem</strong>?</span><br /><span style="font-size:85%;"></span><br />2. <span style="font-size:85%;">Sobre a memorização, diz Feytor Pinto: "<strong>não é nada verdade, ao contrário do que por vezes se diz, que o sistema educativo tenha rejeitado a memorização. Há alunos que chegam a decorar textos completos</strong>". Nuno Crato pode, portanto, descansar. Quando se trata de memorizar, os nossos estudantes são "workaholics". O sistema educativo encarrega-se disso, premiando os pequenos <a href="http://orbita.starmedia.com/~dharmabum/borges3.htm"><em>Funes</em></a>, que tanto esforço puseram na assimilação escrupulosa das notas de rodapé do resumo do professor. Professor, obviamente, preocupado com a sua imagem e com a imagem da escola depois da publicação do ranking...</span><br /><span style="font-size:85%;"></span><br /><span style="font-size:85%;">3. Dá jeito. Com exames destes, o professor-avaliador utiliza a grelha (das sugestões <em>muito sugestivas</em> de correcção do ME), as respostas devem sempre e convenientemente ser as mesmas e a avaliação é <em>muito</em>, <em>muito rigorosa</em>. Está tudo quantificado, que dúvidas pode haver? Não há "cá" discrepâncias, não há o "<em>achar que o aluno B é mais criativo e original que o aluno A</em>". Não é disso que a literatura, a filosofia ou as ciências tratam. Que é isso de um aluno querer ser criativo ou, simplesmente, inteligente? Se a resposta não está na grelha, é disparate. </span><br /><span style="font-size:85%;"></span><span style="font-size:85%;"></span><br /><span style="font-size:85%;">4. Feytor Pinto quer exames com perguntas que os alunos não consigam antecipar. Do que se lembrou o homem! <strong>As notas dos alunos irão pela ribanceira</strong> e a ministra fará, junto da temível OCDE, pior figura do que já faz; os professores terão dificuldades em justificar "matematicamente" as notas e os pais entupirão o sistema com recursos. <strong>Os rankings serão significativamente diferentes</strong>, <strong>o que porá a nu a fraude</strong>, e o JMF, grande defensor da justiça dos resultados dos mesmos, deitará as mãos à cabeça antes de se transformar num VPV ex-maoísta.</span><br /><span style="font-size:85%;"></span><br /><span style="font-size:85%;">5. Ok, descansemos um pouco. Por momentos, antevi o Inferno do eduquês e do contra-eduquês, dos 8 ou 80 das modices pedagógicas, <strong>dos <em>pedagogos-pombas e dos pedagogos-falcões</em></strong>. Cuidando agora de afastar cenários apocalípticos, quero crer que ambos querem responder a esta reportagem do Público. <em>Eles costumam ter resposta para tudo</em>.</span><br /><span style="font-size:85%;"></span><br /><span style="font-size:85%;">Nota: Também passei por isto nos exames nacionais de filosofia e de português A. Li as obras, pensei pela minha cabeça e fundamentei com argumentos próprios as minhas teses. Tive 15 valores nas duas disciplinas (depois do recurso: 16 valores, igualmente nas duas). Muitos limitaram-se a ler e decorar os resumos da explicadora. Os <em>Funes</em> tiveram 18 valores. Hoje, são grandes críticos literários e filósofos. Ilustres desconhecidos, mas indubitavelmente <em>ilustres</em>. Em parte, por mérito da <em>rigorosa, quase matemática,</em> avaliação externa de competências, em grande medida, qualitativas. </span><br /><span style="font-size:85%;">À primeira caem todos, à segunda só cai quem quer. Também eu me rendi às sebentas de alunos de anos passados em detrimento de livros complicados. E acredito que sou um homem novo, <em>menos desmemoriado</em>. <a href="http://orbita.starmedia.com/~dharmabum/borges3.htm">Mais Funes, menos Borges</a>. </span>JBhttp://www.blogger.com/profile/06604910961976715871noreply@blogger.com