tag:blogger.com,1999:blog-60713942416600803162008-03-03T08:46:22.330-08:00Cavalos & EquitaçãoCavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comBlogger10125tag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-63352411166399357882008-03-03T08:33:00.000-08:002008-03-03T08:46:22.365-08:00A primeira medalha olímpica portuguesa<a href="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8wpy3DUUFI/AAAAAAAAAEk/4tkL77dv9H4/s1600-h/Olimpicos-1ªMedalha.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173556025689919570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8wpy3DUUFI/AAAAAAAAAEk/4tkL77dv9H4/s320/Olimpicos-1%C2%AAMedalha.jpg" border="0" /></a> Na Foto os elementos da Equipe Portuguesa medalha de Bronze nas Olimpiadas de Paris.<br /><div align="center"> Da esquerda para a direita: Luís Margaride; Mouzinho de Albuquerque; Manuel Latinos ( chefe de equipe); Borges de Almeida; Helder Martins.</div><br /><br /><div align="justify">Foi no hipismo que Portugal ganhou a sua primeira medalha olímpica.<br />Em obstáculos e por equipes Portugal classificou-se em terceiro lugar nas Olimpíadas de Paris em 1924.<br /><br />Nos jogos Olímpicos de Paris, Portugal apresentou a sua primeira reprentação. Foi um rotundo sucesso, pois obtivemos logo uma medalha de Bronze na nossa primeira experiência olímpica. Foi a primeira medalha ganha por portugueses na história das nossas participações.<br />Ela era o reflexo da qualidade do nosso hipismo naquela época.<br /><br />A nossa primeira representação equestre participou na prova «Taça das Nações», prova por Equipes de Obstáculos. Era constituída pelos seguintes cavaleiros ( os que estão na fotografia): Aníbal Borges de Almeida, montando “Reginald” (5º); Hélder de Sousa Martins, montando “Avro” (12º); José Mouzinho de Albuquerque, montando “Hebraico” (16º) e D. Luís Cardoso de Menezes (Margaride), montando “Profond” (21º).<br /><br />Em 1928, nos Jogos de Amesterdão, a Equipe portuguesa ficou na prova de obstáculos num muito honroso 6º lugar. Era composta pelos cavaleiros: José Mouzinho de Albuquerque, montando “Hebraico” (19 º); Luís Ivens Ferraz, montando “Marco Visconti” (15º) e Hélder de Sousa Martins, montando “Avro”(16º).<br /><br />Novamente uma representação portuguesa nos Jogos de Berlim, em 1936. Novamente uma medalha de Bronze na mesma prova. A nossa Equipe era assim constituída (todos oficiais de cavalaria): José Beltrão, montando "Biscuit" (5º); Domingos de Sousa Coutinho, montando "Merle Blanc" (16º) e Luís Mena e Silva, montando “Faussette” (21º).<br /><br /><br />As olimpíadas de 1948, que decorreram em Londres, vieram novamente a dar uma medalha de Bronze à Equipe que representou Portugal. Agora foi em Dressage.<br />A nossa Equipe era constituída por Fernando Pais, montando “Matamás” (10º); Fancisco Valadas, montando “Feitiço” (11º) e Luís Mena e Silva (12º), montando “Fascinante” (12º).<br /><br />Foi uma época de ouro e glória, do nosso Hipismo.<br /><br />Até hoje não mais conseguimos classificações tão brilhantes, apesar dos bons resultados conseguidos nos anos subsequentes por brilhantes cavaleiros nacionais, de que falaremos posteriormente.</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-60529058884478149472008-03-01T02:50:00.000-08:002008-03-01T03:03:40.437-08:00As Academias Equestres (1)<a href="http://bp3.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8k3fHDUUDI/AAAAAAAAAEU/VWK5pjOxtyo/s1600-h/Viena31.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172726654620160050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8k3fHDUUDI/AAAAAAAAAEU/VWK5pjOxtyo/s320/Viena31.jpg" border="0" /></a><br /><div align="center">Instituições que são o garante e a defesa de uma cultura, com padrões bem definidos de métodos de trabalho, que são uma sequencia do conhecimento das técnicas do passado.<br />São verdadeiros museus vivos do conhecimento, da história do homem e do cavalo.<br />A sabedoria dos Mestres é nelas aplicada, com rigor e qualidade.<br />Dão a conhecer ao mundo o que sabem fazer…a sua arte.<br />Promovem a equitação e o cavalo<br />Dignificam e Ensinam<br /><br />Duas delas pela antiguidade do seu serviço se destacam e também pelos elevados padrões de qualidade, que souberam manter.<br /><br />A Escola Espanhola de Viena de Áustria<br />Saumur<br /><br />Em Portugal houve a Picaria real, que o «liberalismo» desprezou.<br />A «democracia» ainda não encontrou a verdadeira vocação para a Escola Portuguesa de Arte Equestre.<br />Falta de meios…seria sempre um rentável investimento…certamente um sucesso, pois a nossa rica tradição equestre é muito apreciada…a razão mais provável é a ignorância com a vestimenta provinciana, dos nossos responsáveis políticos.<br />Nem sequer há meios …visão ou vontade para preservar a nossa Escola Militar, que tanto conhecimento adquirido tem…que originou glórias para o país…mas que podem apenas ficar registadas …na memória de alguns.<br /><br />Começaram muito depois de nós…pediram-nos apoio e ajuda…aí estão os nossos vizinhos espanhóis em força …com a sua magnifica Real Escola Andaluza de Arte Equestre.<br /><br />O mais recente grande investimento ao nível da tradição da arte equestre, foi feito pelos franceses<br />Criaram a Academia de Espectáculos Equestres de Versailles<br />Deram de novo função às instalações da «Écurie Royal» … reavivaram o símbolo, que está na base da Equitação Académica…o sucesso está garantido.<br /><br />Os grandes espectáculos equestres são importante instrumento de promoção e uma garantia da continuidade da qualidade equestre. Todos somos merecedores de ver e apreciar a arte, o conhecimento, rigor…a qualidade. </div><br /><div align="center">Exemplo que se impõe referir é o espectáculo " A Passionata ", que foi colocado em cena por Bertin Osborne, onde sobressai a participação portuguesa através de Luís Valença, e que permanece como espectáculo de grande êxito mundial há já varios anos.</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-15685465004890671122008-02-27T04:06:00.000-08:002008-02-27T04:12:48.703-08:00Mestres de Equitação (2)- Frederico Caprilli<a href="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8VTF9a2B-I/AAAAAAAAAD0/3xZ0Z8hRMmg/s1600-h/Caprilli3.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171631108956489698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8VTF9a2B-I/AAAAAAAAAD0/3xZ0Z8hRMmg/s200/Caprilli3.jpg" border="0" /></a><br /><div>A revolução industrial ocasionou também uma verdadeira revolução na utilização do cavalo pelo homem. A máquina passou a substituir com vantagens os cavalos em muitos dos seus serviços. Todos estes acontecimentos históricos ocasionaram alterações profundas no relacionamento do homem com o cavalo, mas surgiram novas vocações para o animal amigo e inseparável, que vieram não apenas a consolidar a sua importância dominante enquanto animal domestico, mas a reforçar a sua criação.<br />Se o cavalo ia sendo dispensado em muitos serviços como o dos transportes de pessoas e mercadorias e na comunicação, no início do século XX, ainda mantinha uma importância militar significativa. Basta dizer que no âmbito da primeira guerra mundial (1914-18) a participação da cavalaria ainda foi significativa e onde se registaram cerca de 50.000 animais mortos. Mas foi na competição que o homem encontrou uma nova motivação para a utilização do cavalo. Tudo começa no espírito competitivo britânico através das Corridas de Cavalos e das Provas de Obstáculos decorrentes dos hábitos das caçadas. As Escolas Militares de todo o mundo ocidental adoptaram o desporto hípico como a melhor forma de preparar cavalos e cavaleiros. A criação de cavalos começa a adaptar-se para estas novas actividades e em Inglaterra já se fixara uma raça com as máximas aptidões galopadoras, mas que iria ser também a base mais consistente para a produção dos cavalos de desporto. Era o Puro Sangue Inglês.<br />Esta nova forma de utilização do cavalo provocou também uma profunda revolução na Equitação, procurando as melhores performances.<br />É no final do século XIX e início do século XX que passa a ser divulgada a nova forma de montar através do Capitão Frederico Caprilli. A nova monte de Caprilli alterava profundamente o equilíbrio do cavaleiro e permitia ao cavalo o uso de todo o seu físico para as exigências do salto de obstáculos. Era a monte em suspensão, em que o cavaleiro permitia sobre o obstáculo não apenas não interferir com o seu peso no movimento do salto, mas também o uso imprescindível do pescoço e do movimento acentuado de balanceiro. Caprilli era um rigoroso cavaleiro que beneficiara da instrução de elevada qualidade da Academia de Pinerolo ( Itália ) e estudou e aperfeiçoou todos as indispensáveis atitudes do cavaleiro perante os diversos exercícios da instrução militar da sua época e concluiu que a necessidade de estar a cavalo garantindo sempre o equilíbrio dinâmico de um cavalo só seria possível através da monte em suspensão.<br />Utilizava as mais diversas formas, algumas até bizarras para divulgar a sua monte, tal como mostramos na foto, em que salta um automóvel. Mas Caprilli foi um grande campeão e foi ganhando nos Concursos mais importantes da Europa que ele conseguiu provar a sua nova técnica. Foi inclusivamente, recordista mundial do salto em altura.<br />É ao grande Mestre Frederico Caprilli que a equitação desportiva moderna deve a evolução enorme do princípio do século vinte. Desta evolução resultou uma incrível promoção da criação cavalar. Todas as Escolas do Mundo adoptaram a monte de Caprilli e a escola italiana continuou a beneficiar de toda a sua experiência e conhecimentos profundos que levaram às suas glórias internacionais dos anos 50 e 60.<br />A Academia de Saumur adoptou de imediato a monte de Caprilli e fez deste extraordinário cavaleiro seu Mestre Honorário. O coronel Danloux, que foi «ecuyer chefe» desta Academia de 1929 a 1933, estudou e aperfeiçoou a monte de Caprilli e os franceses não deixaram que este facto passasse despercebido e passaram a chamar às suas adaptações a «monte de Danloux».<br />Em Portugal a escola militar adoptou de imediato a monte de Caprilli, que passou a ser o seu Mestre de referência. Este facto deu origem a uma evolução enorme da equitação desportiva nacional com resultados ao nível internacional de enorme valor. Mas disso falaremos depois. </div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-70940500818783615752008-02-26T02:28:00.000-08:002008-02-26T02:40:32.344-08:00As Academias Napolitanas - Equitação Barroca<a href="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8Pscta2B9I/AAAAAAAAADs/TU9aqcTDnk8/s1600-h/Cesar+Fiashi+1556.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171236775124142034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8Pscta2B9I/AAAAAAAAADs/TU9aqcTDnk8/s200/Cesar+Fiashi+1556.jpg" border="0" /></a><br /><div>Federico Grisone estudou atentamente os tratados de Xenophonte e abriu em 1532, em Nápoles, uma Escola onde ensinava aos filhos de aristocratas, as boas maneiras, a arte de montar a cavalo e do seu ensino . Esta sua academia teve muito êxito e a fina flor da aristocracia europeia, veio até ela para se formar . O corolário da sua carreira de êxito, foi a publicação de seu tratado “Ordini di calvacari”, acolhido com entusiasmo parcialmente imerecido, pois ele transcreve na integra o que tinha escrito Xenophon .<br />As alterações aos métodos de Xenofhonte, são ao nível das brutalidades que infligia aos seus cavalos, contrariando o grego seu inspirador . Mesmo assim, sua escola teve uma influencia decisiva na difusão da Arte Equestre, que tinha sido esquecida durante séculos .<br />César Fiashi ,o primeiro a colocar os cavalos em «ares de Escola» a quem se atribui a invenção da “Capriola e da Passage” e foi o Instrutor de Grisone, sendo portanto o primeiro Mestre da Escola Napolitana Renascentista e o verdadeiro iniciador da Equitação Barroca.<br />Pignatelli foi discípulo de Grisone, mas abriu posteriormente a sua própria Academia.<br />Ao invés de Grisone, Jean Baptista Pignatelli já assumia uma boa parte da nova mentalidade renascentista ou barroca, que procurava a expressão artística no domínio e no ensino do cavalo.<br />Com ele abandona-se uma boa parte da violência e brutalidade de Grisone e é com ele que as Academias Napolitanas atingem o verdadeiro prestigio e passam a ser frequentadas por todos os jovens fidalgos da Europa.<br />Estas Academias que privilegiavam a Equitação, passaram a ser verdadeiros Colégios onde os mais prestigiados fidalgos das Casas de toda a Europa passaram a ir fazer a sua formação. Eram estabelecimentos de ensino completo onde a disciplina da Equitação era a mais importante e preponderante.<br />Pignatelli na sua Academia foi instrutor de Antoine Pluvinel e de Salomon de la Broue , que foram os grandes divulgadores da Equitação Napolitana renascentista e os verdadeiros iniciadores da Equitação Clássica .<br />Salomon de la Broue, não deixou nenhum tratado de equitação, mas foi Chefe da Ecurie Royal de Henrique III de França e o proprio François de la Gueriniere atribui a ele a paternidade da Equitação Barroca e o principio da boa equitação « Mão doce, suave e firme »<br />Antoine de Pluvinel, que foi Instrutor do rei Louis XIII, é o fundador da primeira Academia Francesa em 1594, que foi o primeiro embrião da Academia de Versailles.<br />Pluvinel deixou um Tratado de Equitação que é dos mais importantes da Equitação Clássica “ L’Instrution du Roy en l’Exercice de Monter à Cheval “. Foi o primeiro grande Mestre a definir a «Impusão como base do ensino do cavalo».</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-20486384872034641622008-02-24T15:47:00.000-08:002008-02-25T13:59:24.838-08:00Cavalos Célebres nº 1<a href="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8IDF9a2B8I/AAAAAAAAADk/uvPO38z2I8U/s1600-h/ALarraguibel.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170698723096135618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8IDF9a2B8I/AAAAAAAAADk/uvPO38z2I8U/s200/ALarraguibel.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Os Heróis das Alturas<br /><br />Nas Olimpíadas de 1900 em Paris a prova de Salto em altura marcou o primeiro recorde mundial, em 1,85 metros .<br />Dois anos mais tarde num encontro Internacional de Turin, o revolucionário Capitão Caprilli (um dos maiores Mestres de Equitação de sempre), saltou 2,08 metros .<br />As tentativas de bater este recorde, sucederam-se e o recorde foi por diversas vezes batido .<br />Em 1906 o Capitão Crousse salta 2,35 metros.<br />Em 1912 René Richard montando “Vittel” passa os 2,36 metros<br />Os 2,38 metros são ultrapassados pelo Tenente Christian de Castries, montando “Vol-au-Vent”<br />Em 1938 o italiano António Gutierrez montando “Osoppo” salta 2,44 metros.<br />Em 5 de febrero de 1949 o Capitán Alberto Larraguibel Morales, montado "Huaso", superou os 2,47 metros. É ainda hoje o Recorde do Mundo de altura . A foto apresentada é deste salto.<br /><br />Mas… houve quem saltasse mais alto<br /><br />O americano Fred Wettach Junior, convidou 12 pessoas para assistir à sua tentativa de bater o recorde do mundo, que pertencia ao Capitão chileno, Alberto Morales.<br /><br />Montando o cavalo “King’s Own”, depois de dois saltos anteriores, a ultima vara foi colocada a uma altura estratégica. 8 ft e 3 ½ inches, que em valores métricos corresponde a 2,4875 metros de altura .<br /><br />“ King’s Own “ passou claro aquele enorme vertical<br /><br />Os presentes entusiasmados estavam convictos que tinham assistido ao vivo ao salto que era o novo recorde mundial.<br /><br />Este salto porém, nunca foi homologado pela Federação Internacional<br /><br />O salto não estava de acordo com as regras estabelecidas<br /><br />E…a altura do próximo recorde, terá de ser pelo menos 2,49 metros.</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-7708308304723453322008-02-24T02:57:00.000-08:002008-02-24T03:07:47.082-08:001º Tratado de Hipologia - D. Duarte Rei de Portugal<a href="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8FP59a2B7I/AAAAAAAAADc/DevMp09SrQM/s1600-h/Hist.Toiradas6.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170501704356333490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8FP59a2B7I/AAAAAAAAADc/DevMp09SrQM/s200/Hist.Toiradas6.jpg" border="0" /></a><br /><div><a href="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8FOc9a2B6I/AAAAAAAAADU/UiZQIIeGatQ/s1600-h/Livro+dos+Conselhos.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170500106628499362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8FOc9a2B6I/AAAAAAAAADU/UiZQIIeGatQ/s200/Livro+dos+Conselhos.jpg" border="0" /></a><br /><br /><div>É no século VII, que a sela de arção chega à Europa. Os cavalos passam a ser utilizado generalizadamente na guerra como arma de choque. Os cavaleiros guerreiros armados de lanças apenas pretendiam cavalos fortes e robustos que avançassem a direito, resistentes às longas viagens. Não havia necessidade de grandes evoluções na equitação.<br />Os povos invasores da Europa e em particular os Árabes utilizavam cavalos mais ligeiros e guerreavam com espadas ou lanças ligeiras, rodopiando e circulando nos confrontos directos. Tiravam assim fortes vantagens.<br />Na Idade Média já se caçava a cavalo e generalizaram-se os torneios como forma de treino guerreiro dos nobres. Na Península Ibérica começa então o costume de simular em recinto fechado essas caçadas a animais ferozes. Utilizava-se o Javali e o Toiro, que por ser o mais feroz e impressionante, era o que representava para aqueles que o enfrentavam um maior reconhecimento de coragem e valor. Foi o princípio da tauromaquia.<br />Na Baixa Idade Média, na Península Ibérica intensificaram-se estas lutas entre cavaleiros e toiros. D. Duarte filho primogénito do Rei de Portugal era um temível lançeador de toiros e percebeu que esta actividade era de tal forma exigente que poderia ser fundamental para a formação dos nobres guerreiros e por consequência para a defesa da pátria e para a expansão territorial. Escreve o primeiro Tratado de Hipologia da época moderna, muito antes de na Europa ser conhecido Xenofon.<br />D. Duarte reconhece as desvantagens guerreiras da «Equitação à Brida», que utilizava cavalos poderosos e pouco ligeiros, estribos compridos e cavaleiros muito sentados, relativamente à «Equitação à Gineta», que utilizava estribos mais curtos, que permitia a suspensão do cavaleiro e utilizando cavalos bem mais ligeiros e manejáveis.<br />Alterar a mentalidade na escolha, maneio e selecção dos cavalos é um dos objectivos essenciais da sua obra. Utilizar a caça, o lanceamento de toiros e outros jogos equestres, era uma exigência na procura de outra forma de montar e de ensinar cavalos. Era também uma boa forma de exigir o treino necessário e indispensável e de seleccionar os mais corajosos e hábeis para os combates.<br />A obra de D. Duarte I revela assim, grande preocupação na mudança de mentalidade no uso do cavalo e na educação do cavaleiro; consciência das vantagens para a segurança do reino da aprendizagem das novas técnicas e da absorção de uma nova mentalidade; a escolha do cavalo ideal como forma de evoluir na criação; antecipação de visão e de métodos relativamente a toda a Europa.<br />«O Livro de Ensinança de Bem Cavalgar» foi publicado em Portugal em 1434. Não foi divulgado na Europa, provavelmente distribuído apenas entre os fidalgos portugueses, que o consideravam como que «segredo de Estado».<br />É apenas conhecido na Europa a partir de 1884, altura em que a Biblioteca Real de Paris adquire o Livro do rei português. Esse é hoje o único exemplar original conhecido e está actualmente na Biblioteca François Mitterand de Paris. A partir de então D. Duarte I passa a ser reconhecido como uma personagem fascinante, vanguardista e com qualidades de equitador extraordinárias para a sua época.<br /><br />"E ssomariamente de homem a que convém teer boas bestas , e as saber bem cavalgar, se sseguem estas sete vantagens: A primeira, seer mais prestes pera servir seu senhor, e acudir a muytas cousas que lhe acontecer poderóm de sua honra e proveito. A segunda, andar folgado. A terceira, honrado. A quarta, guardado. A quinta, ser temydo. A sexta, ledo. A ssétima, acrecenta mayor e melhor coração."</div></div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-84907677674728038282008-02-23T10:11:00.001-08:002008-02-23T10:29:49.826-08:00Mestres de Equitação ( 1º )<a href="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8BkpNa2B5I/AAAAAAAAADM/VC6i4-GKLZ4/s1600-h/xenophon_horse.gif"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170243031360997266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8BkpNa2B5I/AAAAAAAAADM/VC6i4-GKLZ4/s200/xenophon_horse.gif" border="0" /></a><br /><div align="center">O Primeiro dos Grandes Mestres da Arte Equestre</div><br /><div align="center"></div><br /><div>XENOFON, que viveu de 430 a 354 antes de Cristo, é considerado como o fundador do ensino do cavalo e do cavaleiro, ou seja o fundador da Hipologia. Os seus dois escritos «Peri HippiKês» (Arte Equestre) e «Hipparkhikos», são ainda nos nossos dias referências de invulgar valor.<br />Nos seus tratados, Xenofonte oferece-nos um profundo conhecimento do cavalo, quer em termos morfológicos e funcionais, quer psicológicos. O seu conhecimento foi inspirado por Simon de Atenas, cujos ensinamentos não chegaram até nós, mas que é referênciado nas obras citadas.<br />Sabemos por exemplo que a «Levada», uma dos mais belas figuras da Alta Escola, era conhecida dos Gregos, tal como o «Piaffer» e a «Passage», que figuram nos baixos-relevos de Fídias sobre o Partenon.<br />A Alta Escola era certamente uma arte aperfeiçoada pela civilização grega e, com a decadência desta civilização, também a arte equestre deixou de ser praticada.<br />Os Romanos não se distinguiram no aperfeiçoamento da Equitação e os outros povos invasores da península grega destruíram quase por completo os vestígios da Arte Equestre praticada.<br />Esta é a razão, pela qual estas obras de Xenofonte, só passaram a ser conhecidas e só foram divulgadas a partir do século XVI.<br />Isso não significa que não tenha havido uma progressiva generalização da utilização do cavalo e que não tenha havido muitos cavaleiros ocupados na Hipologia. Significa apenas que na Idade Média a mentalidade era muito rígida e que o cavalo era entendido como apenas uma «besta» que deveria prestar serviços. Significa que as técnicas guerreiras não exigiam grandes perícias equestres, mas sim cavalos pesados, submissos e calmos.<br />Foi em Portugal que tudo começou mais cedo, pela necessidade de apreensão das vantagens da mobilidade e ligeireza do cavalo árabe nas técnicas de batalha. Mas sobre o rei D. Duarte e o seu Tratado, que é o Primeiro da época moderna falaremos mais tarde.</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-82051028136096921372008-02-23T09:40:00.000-08:002008-02-23T09:45:19.574-08:00História da Equitação e Arte Equestre (1º)<a href="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8Bbmda2B4I/AAAAAAAAADE/x37KtCEZi2E/s1600-h/Carros-sumerio+25ooac.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170233088511707010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8Bbmda2B4I/AAAAAAAAADE/x37KtCEZi2E/s200/Carros-sumerio+25ooac.jpg" border="0" /></a><br /><div align="center"><strong>O Primeiro Tratado Equestre - Kikkuli</strong></div><br /><div align="center"></div><br /><div align="justify">No princípio do Quaternário, a imagem do Cavalo aparece junto do Homem Neandertal na sua forma quase definitiva. A partir de então, a História da Humanidade está sempre associada à do Cavalo. O lugar ocupado pelos cavalos nos Livros Sagrados da Índia antiga é preponderante, o Deus Sol monta um cavalo branco, que se transforma em cavalo negro à noite.<br />Na China, trinta séculos antes de Jesus Cristo, o cavalo é conhecido e venerado.<br />Dezoito séculos antes de Cristo, um povo nómada vindo da Ásia, os Hyksos, invadiram a península arábica, penetraram no Egipto com os seus cavalos árabes.<br />No Egipto, quinze séculos antes de Cristo, o cavalo era utilizado, particularmente engatado, e é até provável que não haja nenhuma utilização do cavalo montado antes da época dos Ptolomeus ou seja, por volta do século IV antes de Jesus Cristo.<br />Ptolomeu Sôter (I), filho de Lagos, é o fundador da dinastia Macedónia dos Ptolomeus, ou Lagidas, que governou o Egipto até à conquista pelos Romanos. Os traços da época ptolemaica, encontram-se registados não somente em monumentos e documentos gregos, mas também em textos egípcios, em hieróglifos (escritura sagrada) ou em demóticos (escritura popular e simplificada). É nessa documentação única, os papiros, que já podemos apreciar o cavalo montado, mas ainda dominava o cavalo engatado.<br />Pelo contrário, a cavalaria já predominava nos exércitos Persas, seis séculos antes da nossa era. Os Partas montavam em pêlo e inclusivamente jogavam «pólo», como treino de exercício de guerra a cavalo.O freio aparece na Mesopotâmia desde o IVº milénio.<br />É no século V da nossa era, que os Bizantinos descobrem e usam, os elementos indispensáveis ao desenvolvimento da Equitação: a sela; os Estribos e os loros de cabedal; as Cabeçadas.<br />Nessa época, as importações eram massivas e os cavalos eram comprados aos Bárbaros do Norte, aos Árabes do Sul e aos Orientais. Vinham sobretudo da Arábia. O cavaleiro a partir de então, pode utilizar todos os recursos do cavalo, nas deslocações e viagens, na caça e nos combates. As técnicas equestres da antiguidade são pouco conhecidas.<br />A recente descoberta das «tábuas hititas» (1490 a.C.) oferecem-nos o conhecimento dos primeiros princípios duma Arte Equestre. É atribuída a sua autoria ao guerreiro Kikkuli, e tratam do treino progressivo dos cavalos utilizados na tracção dos carros de combate. Primeiro Tratado Equestre</div><br /><div align="justify"></div><br /><div align="justify"></div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-85539429968377279562008-02-23T09:24:00.000-08:002008-02-23T09:30:13.743-08:00Introdução<a href="http://bp3.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8BX89a2B3I/AAAAAAAAAC8/9UUe7-eaZeY/s1600-h/Cavalo2.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170229077012252530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8BX89a2B3I/AAAAAAAAAC8/9UUe7-eaZeY/s200/Cavalo2.jpg" border="0" /></a><br /><br /><div align="justify">O cavalo é sem dúvida alguma, o animal mais próximo do Homem e aquele que mais serviços lhe prestou. A evolução da civilização humana está ligada intimamente a esta associação entre o ser inteligente e o cavalo, seu permanente servidor.<br /><br />A utilização do cavalo pelo Homem deriva da sua necessidade de mobilidade. Rapidamente evoluiu como decisivo instrumento nas lutas entre os homens e a sua colaboração nas guerras foi condicionante, muito particular, nas vitórias e por consequência na constituição das Nações.<br />O cavalo foi também o mais importante instrumento de desenvolvimento, desde os primórdios da civilização até à invenção da máquina. O transporte de mercadorias e a capacidade de rapidamente chegar a informação, constituíram a mola essencial do desenvolvimento das sociedades até ao século vinte.<br />Como fonte de energia propulsora o cavalo foi particularmente importante nos trabalhos da Lavoura e dos Campos, sendo essencial ao nível dos incrementos da produtividade agrícola.<br /><br />Na 1ª Guerra Mundial, de 1914 a 1918, a cavalaria ainda desempenhou um papel relevante e decisivo.<br /><br />Foi a partir de aí, que a máquina substituiu definitivamente o animal amigo.<br /><br />A utilização do cavalo pelo Homem diminuiu drasticamente, mas o Homem já lhe tinha dado outra vocação. O lazer, o desporto e o espectáculo.<br /><br />Ao nível da sua utilização para o lazer humano, o cavalo manteve durante mais de uma década um carisma elitista, que só na transição para o século vinte um se passou a generalizar e a popularizar, de uma forma lenta mas consistente.<br /><br />No desporto o sucesso do cavalo foi bombástico. As corridas de cavalos, inicialmente desporto aristocrático evoluíram rapidamente para uma sólida indústria internacional, associada à aposta mútua, que passou a ser um dos jogos preferidos do ser humano.<br />Mas também no desporto olímpico, desde 1900, que o cavalo associado ao homem integra as várias modalidades.<br /><br />A popularidade das diversas disciplinas hípicas tem tido evoluções diferenciadas, sendo certo que sempre num crescendo quanto ao número de participantes, quanto ao número de provas e ainda quanto ao progressivo aumento de disciplinas de natureza desportiva. Inicialmente foram as provas de obstáculos, depois o Concurso Completo de Equitação e a Dressage (Ensino).<br />A estas chamamos as disciplinas Olímpicas, pois desde 1920 que as três disciplinas integram a maior concentração desportiva ao nível Mundial. Depois foram surgindo inúmeras disciplinas desportivas que incluem o cavalo montado ou atrelado.<br /><br /><br />Esta evolução não para de crescer, com o aparecimento da Doma Vaquera, da Equitação de Trabalho, do Reinnig, do Volteio, dos Raids, ou com o TREC. A utilização do cavalo populariza-se cada vez mais na sociedade moderna.<br /><br />Esta é a melhor homenagem que o ser humano presta ao animal amigo e servidor.<br /><br />A memória colectiva do Homem, manteve sempre a imagem do cavalo como um ser vivo associado à sua história. Assim, é natural que o cavalo tenha uma força atractiva muito particular. Os espectáculos com cavalos, induzem uma atractividade muito especial para o ser humano. No Circo, nas Corridas de Toiros, nas Festas Camperas de Acouço e Derriba, nas Feiras, nos Desfiles, o cavalo desempenha o papel principal e sempre muito apreciado.<br />Mas existem também verdadeiros museus da Arte Equestre. Museus onde se pode apreciar a história da utilização do cavalo e evolução das técnicas de equitação.<br />A Escola Espanhola de Viena, a Escola de Gerês de La Frontera, a Escola Portuguesa de Arte Equestre ou o Cadre Noir de Saumur, são exemplos destes museus vivos de grande qualidade.<br /><br />A utilização do cavalo pelo homem, em particular a evolução das técnicas de equitação foram-se modificando, acompanhando a evolução das sociedades e também da mentalidade de cada momento histórico.<br /><br /><br />Conhecer um pouco desta evolução e conhecer os mais importantes protagonistas dessa evolução, é certamente uma ansiedade de todos os amantes do animal amigo.<br />Ter um pouco de cultura equestre certamente que constitui uma preciosa ajuda, para todos os que gostam de montar a cavalo.<br />Esta sistematização de alguma informação histórica é apenas um contributo para aqueles que a vida não facilita em tempo ou em oportunidade, a possibilidade de encontrar este conhecimento.</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-6071394241660080316.post-40554947632085864852008-02-23T03:56:00.000-08:002008-02-23T09:17:00.948-08:00Homenagem ao Cavalo e aos Homens de Cavalos<a href="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8Aleda2BvI/AAAAAAAAAB0/cZz_AWfne08/s1600-h/Diapositivo1.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170173577444853490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Fsb-q5iRqxk/R8Aleda2BvI/AAAAAAAAAB0/cZz_AWfne08/s320/Diapositivo1.JPG" border="0" /></a><br /><div align="center">Este espaço é uma Homenagem ao Cavalo. Esse servidor e acompanhante do Homem em toda a sua evolução.<br />Também uma Homenagem aos Homens de Cavalos do passado e do presente que com um sentimento de paixão procuram o seu serviço com racionalidade e com dedicação . Será também um espaço de procura de dialogo com outros que tenham esta paixão pelos cavalos e procuram no conhecimento e na informação formas úteis de utilizar o cavalo na sua máxima potencialidade. Será por último, um contributo pessoal para a melhoria do conhecimento histórico e técnico que permita uma equitação racional . Uma tentativa de abertura de pistas de informação que ajudem os Homens de cavalos, na sua relação de paixão.<br />O seu conteúdo, que iremos procurar ser de permanente actualização, será postado através de artigos que serão anunciados de acordo com a seguinte classificação :<br /><br />1- O cavalo na História da Humanidade<br />2- Arte Equestre e Mestres de Equitação<br />3- Cavalos Célebres<br />4- Hipismo<br />5- Equitação Racional</div><div align="center">6- Artigos de opinião</div>Cavalos &amp; Equitaçãohttp://www.blogger.com/profile/07537322644721028999noreply@blogger.com