tag:blogger.com,1999:blog-55530085128063768092009-02-28T22:02:55.736-08:00AMSFHAREDMUR GUTIERREZhttp://www.blogger.com/profile/12024162230647375294egnngutierrez@hotmail.comBlogger4125tag:blogger.com,1999:blog-5553008512806376809.post-90248183085943288902009-01-22T04:41:00.000-08:002009-01-22T04:45:09.608-08:00Entenda melhor a DEPRESSÃO PÓS-PARTO - NOSSA FAMILIA PASSOU 2 EPISÓDIOS EM MENOS DE 1 ANOS - PODEMOS AJUDAR, A OUTROS... LEIAMTestemunhas de Jeová: Página oficial da Torre de Vigia<br />Página inicial Crenças Futuro Medicina Assuntos Contate-nos Publicações Idiomas<br /> <br /> <br />Entenda melhor a<br />depressão pós-parto<br /> <br /> <br /><br />O que há de errado comigo? Acabei de ter um bebê lindo e saudável. Devia estar feliz e orgulhosa, mas me sinto infeliz e ansiosa, até mesmo com raiva. Será que não sou uma boa mãe? Por que me sinto tão deprimida?<br /> <br /><br />Assunto relacionado:<br />Venci a luta contra a depressão pós-parto<br /> <br /><br />SE VOCÊ teve um parto recentemente e se sente assim, saiba que não é a única. Calcula-se que de 70% a 80% das novas mamães vez por outra têm esses sentimentos. Mas o que é depressão pós-parto e quais são as suas causas? Como a pessoa pode lidar com esse problema, e o que a família e outros podem fazer para ajudar?<br />Distúrbio físico e psíquico<br /><br />A expressão “depressão pós-parto” se refere a crises depressivas que se seguem ao parto. As crises podem ocorrer após o nascimento de qualquer um dos filhos (não necessariamente do primeiro) ou mesmo após um aborto espontâneo ou provocado. De acordo com o Centro de Saúde da Mulher do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, dos Estados Unidos, os sintomas variam muito em intensidade e severidade.<br /><br />Um grande número de mulheres manifesta o que se chama de baby blues, um quadro caracterizado por leve tristeza, ansiedade, irritabilidade, flutuações de humor e fadiga. Esses sintomas, considerados normais, são de curta duração e passam espontaneamente sem ajuda médica em questão de uns dez dias após o parto.<br /><br />Contudo, de acordo com a Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas, uma em cada dez mulheres apresenta tais sintomas (que podem aparecer até mesmo vários meses após o parto) de forma mais intensa e prolongada. Neste caso, pode tratar-se da depressão pós-parto propriamente dita, em que os sentimentos de tristeza, ansiedade ou desespero são tão intensos que a mulher se sente incapaz de realizar suas tarefas diárias.<br /><br />Além disso, entre 1 e 3 mulheres de cada 1.000 que dão à luz sofrem de uma forma ainda mais grave de depressão chamada de psicose pós-parto, em que a mulher tem delírios ou alucinações que podem levá-la a machucar a si mesma ou ao bebê. Esse quadro exige atenção médica imediata.*<br />Mãe olhando criança no berço<br />Causas<br /><br />Não é possível isolar uma causa específica para o problema, pois tanto fatores físicos como emocionais parecem estar envolvidos. Um dos fatores pode ser a queda drástica de estrógeno e progesterona nas primeiras 24 a 48 horas após o parto, a níveis mais baixos do que antes da concepção. Isso provoca uma mudança abrupta no estado fisiológico do organismo, podendo causar a depressão, da mesma forma que é comum ocorrer flutuações de humor e tensão no período pré-menstrual. O nível dos hormônios produzidos pela tireóide também pode cair depois do parto, provocando sintomas parecidos com os da depressão. Em vista disso, pesquisadores chamam a depressão pós-parto de “distúrbio bioquímico e hormonal”.<br /><br />É interessante notar que certo boletim médico sugere que a depressão pós-parto talvez seja causada por desequilíbrio nutricional, como deficiência de vitaminas do complexo B.<br /><br />A fadiga e a privação do sono também podem contribuir para a depressão. O psiquiatra Steven I. Altchuler, da Clínica Mayo, no Estado de Minnesota, EUA, disse: “Logo após dar à luz, a falta de energia e a privação do sono podem fazer com que pequenos problemas pareçam bem maiores. Algumas mulheres se sentem frustradas porque têm dificuldade de lidar com coisas que não representavam problema quando elas ainda não tinham baby blues e dormiam a noite inteira.” Fatores emocionais como gravidez não-planejada, parto prematuro, perda da liberdade, preocupação com a aparência e falta de apoio também podem contribuir para a depressão.<br /><br />Ademais, há vários mitos comuns sobre a maternidade que podem contribuir para sentimentos de depressão e inutilidade. Podemos citar, como exemplo, o conceito de que cuidar do bebê é algo que toda mãe já sabe por instinto, que o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê é automático, que o bebê será perfeito e nunca vai ficar irritado, e que a mãe tem de ser perfeita. A realidade é bem diferente: a pessoa tem de aprender a cuidar do bebê, o vínculo afetivo leva tempo para ser desenvolvido, alguns bebês são mais fáceis de cuidar do que outros, e mãe perfeita e supermãe simplesmente não existem.<br />Reconhecida como doença<br /><br />Até recentemente, a depressão pós-parto não era levada a sério. O Dr. Laurence Kruckman disse: “Os problemas relacionados com a saúde mental da mulher têm sido despercebidos, e no passado eram rotulados como histeria que não devia ser levada a sério. O manual de diagnósticos da Associação Americana de Psiquiatria nunca reconheceu a depressão pós-parto como doença, de forma que os médicos não foram instruídos a respeito nem se obtiveram dados confiáveis. . . . E hoje, ao contrário de 30 anos atrás, as mães geralmente têm alta dentro de 24 horas. A maioria das psicoses pós-parto, blues e depressão ocorrem de 3 a 14 dias após o parto. De modo que, quando manifestam os sintomas, as mães já estão em casa e não são examinadas por profissionais que conhecem os sintomas.”<br /><br />Segundo a Dra. Carol E. Watkins, da Associação Psiquiátrica do Condado Norte em Baltimore, Maryland, EUA, a depressão pós-parto, quando não é diagnosticada nem tratada, pode levar a uma depressão prolongada e dificultar a criação de um vínculo afetivo com o bebê. Mães depressivas tendem a ignorar passivamente as necessidades do bebê, ou então perder o controle e utilizar a punição física para disciplinar a criança. Essa atitude pode ter um efeito negativo sobre o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança.<br /><br />Um artigo publicado na revista American Family Physician sugere que crianças pequenas de mães deprimidas não se saem tão bem em testes cognitivos como as crianças cujas mães não têm depressão. Além disso, a depressão pós-parto pode afetar os outros filhos e o marido.<br />Tratamento<br /><br />O que pode ser feito? Será que o jeito é agüentar firme até que passe? É consolador saber que a depressão pós-parto é comprovadamente um distúrbio temporário que pode ser tratado.# Em casos mais brandos, o repouso e o apoio da família talvez sejam suficientes. Mas quando a depressão se torna incapacitante, é necessário buscar cuidados médicos, diz o Centro de Saúde da Mulher.<br /><br />Tratamentos comuns são medicamentos antidepressivos,% consultar um especialista em saúde mental, tratamento hormonal ou uma combinação desses métodos, dependendo da gravidade do caso. O método canguru (colocar o bebê em contato com a pele da mãe) também pode amenizar a depressão.^ Além disso, há tratamentos alternativos como ervas, acupuntura e remédios homeopáticos.<br /><br />Mas há algumas coisas que você mesma pode fazer para se ajudar. Por exemplo, ter uma alimentação nutritiva (incluindo frutas, verduras e cereais integrais); evitar cafeína, álcool e açúcar; fazer exercícios moderados e tirar uma soneca quando o bebê está dormindo. Zoraya, uma mãe cristã que só chorava por vários dias após dar à luz uma menininha saudável, disse que o que a ajudou a superar a depressão foi envolver-se o mais rápido possível nas suas atividades cristãs regulares como Testemunha de Jeová. — O quadro acompanhante fornece outras dicas.<br />Como outros podem ajudar?<br /><br />Visto que uma das coisas que mais contribuem para a depressão pós-parto é a falta do devido descanso, outras pessoas podem ajudar por assumir algumas das tarefas domésticas e por ajudar a cuidar da criança. Estudos revelam que a depressão pós-parto é muito menos freqüente em culturas onde diversos membros da família ampliada participam em dar apoio e instrução. Muitas vezes a pessoa pode ser de grande ajuda por simplesmente ouvir com empatia, reanimando a nova mamãe e evitando fazer críticas ou suposições. Lembre-se de que a depressão pós-parto é um distúrbio físico e não algo provocado pela própria pessoa. Conforme salientado pela organização Educação Pós-Parto para Pais, “a mulher não consegue reagir quando está com depressão pós-parto da mesma forma que não conseguiria se tivesse gripe, diabetes ou uma doença cardíaca”.<br /><br />Em vista do precedente, pode-se ver que, embora o pós-parto possa ser uma fase maravilhosa para as novas mamães, pode também ser muito estressante. Entender que se trata de uma doença pode ajudar-nos a dar o apoio necessário às mulheres que acabam de ter um filho.<br /><br />* A depressão pós-parto não deve ser confundida com o distúrbio de estresse pós-traumático que algumas mulheres sofrem depois de um parto difícil, embora ambos os quadros possam manifestar-se simultaneamente.<br /># Veja o artigo “Venci a luta contra a depressão pós-parto”, na Despertai! de 22 de julho de 2002.<br />% Alguns medicamentos podem contaminar o leite materno. Assim, se desejar amamentar o bebê ao peito, consulte o médico para saber qual a opção mais apropriada.<br />^ Veja o artigo “‘Mamãe estilo canguru’ — será a solução?”, na Despertai! de 8 de junho de 2002.<br /> <br /> <br /><br /> <br />1. Pai cuidando do recém-nascido enquanto mãe dorme; 2. Mãe jovem conversando com outra mãe <br />Dicas para lidar com<br />a depressão pós-parto<br /><br /> 1. Fale com alguém sobre seus sentimentos, especialmente com outras mulheres que são mães.<br /> 2. Peça a outros que ajudem a cuidar da criança, do serviço de casa e de outras atividades necessárias. Peça ao marido que a ajude quando o bebê acorda à noite para mamar, e também nas tarefas de casa.<br /> 3. Reserve um tempo para você, mesmo que seja apenas 15 minutos por dia. Experimente ler, dar uma caminhada ou tomar um banho relaxante.<br /> 4. Mesmo que só consiga realizar uma tarefa por dia, já é um passo na direção certa. Pode haver dias em que não consiga terminar nada. Procure não ficar irritada com você mesma quando isso ocorrer.<br /> 5. O isolamento costuma prolongar a depressão. Troque de roupa e saia de casa pelo menos um pouquinho cada dia. Ar fresco e uma mudança de cenário farão muito bem a você e ao bebê.<br /><br /> <br /><br />Adapted from the American Academy of Family Physicians, the American College of Obstetricians and Gynecologists, and the Office on Women's Health.<br /> <br />Publicado em Despertai! de 8 de junho de 2003 Início<br /><br />Página inicial | Crenças | Futuro | Medicina | Assuntos | Contate-nos | Publicações | Idiomas | Índice<br /><br />Copyright © 2005 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. All rights reserved.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5553008512806376809-9024818308594328890?l=amsfhar.blogspot.com'/></div>EDMUR GUTIERREZhttp://www.blogger.com/profile/12024162230647375294egnngutierrez@hotmail.com0tag:blogger.com,1999:blog-5553008512806376809.post-49478788362486228632008-11-10T00:17:00.000-08:002008-11-10T00:19:17.307-08:00Pense no que se poderia fazer mesmo hoje se todo o dinheiro gasto em armas fosse empregado na construção dum novo mundo pacífico!A humanidade unida — o que poderia significar<br /><br />“SEJAMOS hindus ou católicos, judeus ou luteranos, quacres ou muçulmanos, budistas, menonitas do grupo amish, ou mórmons, se dedicássemos tanta devoção e tanto zelo em fazer da Terra o céu como fazemos no esforço de habilitar-nos para a vida após a morte, imagine em que mundo resplandecentemente limpo, incontaminado e belo viveríamos.”<br /><br />Com essas palavras, a jornalista estadunidense Mel Ellis expressou o desejo de muitos hoje. Anseiam um mundo belo em que viver. Contudo, continuam a manter suas divisões religiosas, políticas, econômicas e social — as próprias coisas que têm causado tanto ódio, tantas lutas e tanto derramamento de sangue no decorrer da história.<br /><br />No entanto, a terra poderia mudar muito se tão-somente as pessoas tivessem unidade de propósito. Uma das conseqüências imediatas seria a cessação das guerras. Daí, expressões como “corrida armamentista” e “arsenais de armas nucleares” seriam coisas do passado. Nunca mais haveria aleijados ou neuróticos por causa da guerra. As famílias não sofreriam mais o profundo pesar da perda de entes queridos em conflitos armados.<br /><br />O dinheiro gasto em armas e na preparação militar chega agora à casa dos 800 bilhões de dólares por ano. Se todo esse dinheiro fosse devotado a empenhos pacíficos, que enorme transformação poderia ocorrer mesmo nas atuais condições imperfeitas! Pense nos lares, hospitais, escolas, saneamento básico, água potável e outras coisas necessárias que poderiam ser providas. E tudo isso poderia facilmente resultar em emprego pleno para os que constroem coisas em benefício da humanidade. Também, se toda a família humana se empenhasse unida em prol do bem comum, haveria abundância de alimentos para todos. O editor francês André Fontaine declarou: “Haveria bastante riqueza para todos se tão-somente a usássemos para o benefício da humanidade.”<br /><br />Portanto, pense no que poderia significar a família humana unida. Poderia, significar cooperação amorosa em lugar da competição desapiedada; solidariedade em lugar do ódio cego; paz construtiva em lugar da violência insensata; respeito mútuo unificador em lugar do nacionalismo divisório.<br /><br />Mas, como poderiam ocorrer tais mudanças? Certamente, estas precisarão começar na mente das pessoas. E, para mudar o modo de pensar das pessoas, terá de haver uma mudança completa na educação moral e espiritual, para livrar os humanos de todas as influências divisórias. Mas, onde se poderia obter tal espécie de educação unificadora? Nos sistemas político, econômico, religioso ou educacional deste mundo?<br /><br />A Bíblia nos fornece a clara resposta nas seguintes palavras do profeta Jeremias: “Bem sei, ó Jeová que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” — Jeremias 10:23.<br /><br />Essa conclusão é apoiada pelas palavras de Mark Thee, diretor do Instituto Internacional de Pesquisas da Paz na Noruega. Ele declarou: “Hoje, a situação internacional é caracterizada por profundas crises que permeiam quase todas as esferas da atividade humana: econômica e social, política e militar, espiritual e moral. Situações de conflito se acumulam, a violência está aumentando, e o uso da força como instrumento de política e diplomacia tornou-se amplo. . . . O equilíbrio entre a paz e a guerra está-se tornando cada vez mais precário.”<br /><br />Não é evidente, pois, que os humanos, por si mesmos, não possuem as respostas porque lhes falta a sabedoria para dirigir seu próprio passo em direção à unidade global? É verdade que alguns talvez achem que isso é exagero, e que os humanos poderiam algum dia produzir por conta própria a unidade. Entretanto, o que indica o registro? Fornece-nos algum motivo para esperarmos que um ou mais dos elementos deste mundo possam ser uma força em prol da unidade mundial? Se a resposta for não, que esperança podemos ter?<br /><br />[Foto na página 4]<br /><br />Pense no que se poderia fazer mesmo hoje se todo o dinheiro gasto em armas fosse empregado na construção dum novo mundo pacífico!<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5553008512806376809-4947878836248622863?l=amsfhar.blogspot.com'/></div>EDMUR GUTIERREZhttp://www.blogger.com/profile/12024162230647375294egnngutierrez@hotmail.com0tag:blogger.com,1999:blog-5553008512806376809.post-63754260151447101172008-10-21T21:23:00.000-07:002008-10-21T21:37:06.874-07:00 Novos factores de explosão com a crise financeira <meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><link rel="Edit-Time-Data" href="file:///C:%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_editdata.mso"><!--[if !mso]> <style> v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} w\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} </style> <![endif]--><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"></o:smarttagtype><o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"></o:smarttagtype><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"></object> <style> st1\:*{behavior:url(#ieooui) } </style> <![endif]--><style> <!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; 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-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><span style=";font-family:Verdana;font-size:13;color:blue;" >É no mínimo "INSANO"<o:p></o:p></span></p> <p style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><span style=";font-family:Verdana;font-size:13;color:blue;" >A JULGAR O QUE ACONTECE EM PORTUGAL, ALIAS É UM PATRICIO O GOVERNANTE LÁ HOJE, O GUTERRE, UM REMANESCENTE DOS GUTIERREZ, DA ESPANHA, DE SÉCULOS PASSADOS...<o:p></o:p></span></p> <p style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><span style=";font-family:Verdana;font-size:13;color:blue;" >MAS EM “TESE”, MUDA O QUE, O EDITORIAL ABAIXO?...<o:p></o:p></span></p> <p style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><span style=";font-family:Verdana;font-size:13;color:blue;" >POIS É POLITICO CRITICANDO POLITICO, SÓ ISSO!...<o:p></o:p></span></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Verdana;font-size:13;color:blue;" >MAS A QUE SE DESTACAR O SEGUINTE, DESSE EDITORIAL, VEJAM:</span><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><o:p></o:p></span></b></p> <p style="text-align: center;" align="center"><b><i><span style="font-family:Verdana;"><span style=""> </span>Novos factores de explosão com a crise financeira </span></i></b><b style=""><span style="font-family:Verdana;"><o:p></o:p></span></b></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style="font-family:Verdana;">É também importante que isto seja reafirmado aqui, em ano do aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem e numa época em que a «globalização» se traduz não no desenvolvimento harmonioso e no bem-estar dos povos, mas sim na pobreza maciça e no desemprego estrutural em todo o planeta.
<br />A crise financeira e econômica capitalista que atinge 50 por cento da economia global já liquidou 24 milhões de empregos na Ásia e no Leste, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Aproveitando-se da crise o imperialismo americano já impôs aos países asiáticos e outros (95 por cento do mercado financeiro) a livre circulação dos fatores financeiros. Depois da livre circulação de capitais temos agora a partir deste mês de forma progressiva a livre circulação e implantação de bancos estrangeiros nos mercados financeiros nacionais! É a livre rapina de recursos a nível planetário.
<br />Mas a especulação financeira e bolsista e a redução do nível de consumo das massas populares está a engendrar novas contradições e novos fatores de explosão da nova crise. É um absurdo que o emprego e o futuro de milhões de seres humanos estejam dependentes do que possa acontecer à bolha de Wall Street em que muitos economistas estimam que, se esta rebentar, será muito mais grave que a precedente crise, porque ela levará à crise do dólar e do sistema monetário internacional.
<br />É um absurdo que à beira do século XXI o anúncio (downsizing) de despedimentos de grandes empresas (e no nosso país já aconteceu com a EDP) leve ao aumento das cotações bolsistas.
<br />É um absurdo que um cidadão para vir a ter uma reforma digna tenha de recorrer em muitos países aos fundos de pensões cujos gestores podem a qualquer momento nomear para a sua empresa um presidente que eliminará o seu posto de trabalho em nome da racionalização, de mais lucro, isto é do aumento das cotações dos investidores do fundo.
<br />É um absurdo que um especulador bolsista ganhe numa noite dormindo, mais que duas ou três gerações de trabalhadores em toda a sua vida. É o neo-liberalismo à escala global.
<br />O mercado financeiro sem fronteiras quer colocar cada vez mais os Estados com economias frágeis dependentes da boa vontade dos investidores que exigem sempre mais e mais benefícios, obrigando à competição entre países, na descida dos impostos, na diminuição das contribuições sociais, na flexibilização do mercado de trabalho.
<br />É a lógica dos mercados financeiros como os donos e senhores da democracia, como os escrutinadores das políticas, como os juízes do universo exercendo uma verdadeira tutela sobre os povos e as decisões nacionais.
<br />Por isso à beira do século XXI nós continuaremos a luta com cada vez mais determinação defendendo o património histórico de direitos duramente alcançados pela luta dos trabalhadores e dos povos ao longo deste século e combatendo aqueles que querem que os direitos dos cidadãos e dos trabalhadores sejam reconduzidos ao nível do princípio do século XX.
<br />À beira do século XXI, nós comunistas portugueses, homens, mulheres e jovens pertencentes aos generosos colectivos, do PCP e da JCP, tudo faremos para não matar a esperança e o futuro da humanidade numa suposta eternidade do capitalismo, lutando pela sua superação pela construção de uma nova sociedade liberta da exploração do homem pelo homem, por uma sociedade onde o livre desenvolvimento de cada um seja a condição do livre desenvolvimento de todos.<o:p></o:p></span></b></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Como não sou político, alias tenho aversão a essa classe!...<o:p></o:p></span></b></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Mas em um ponto o editorial acima converge para um ponto comum ao nosso mundo globalizado, onde governantes mundiais se corrompem e são corrompidos, pelos chamados fundos de pensões, que alias é “TESE”, que defendo juntamente com anuência de político famoso, integrante desde o regime militar e hoje nas fileiras ainda da câmara federal, o deputado Delfim Neto, vejam sua conclusão abaixo:<o:p></o:p></span></b></p> <h2><a href="http://amsfhar.blogspot.com/2007_11_01_archive.html">http://amsfhar.blogspot.com/2007_11_01_archive.html</a></h2> <h2>Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007<o:p></o:p></h2> <h3><a name="7871470040886946257"></a><a href="http://amsfhar.blogspot.com/2007/11/todos-os-mensaleiros-pagaro.html">TODOS OS MENSALEIROS PAGARÃO!...</a> <o:p></o:p></h3> <p class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-family:Verdana;">ALI BABÁ E OS 4O LADRÕES...?...
<br />
<br />QUEM SÃO ELES?...
<br />
<br />ONDE ESTÃO DENUNCIADOS?...
<br />
<br />QUEM IRÁ PRENDE-LOS?...
<br />
<br />ONDE ESTÃO OS RECURSOS ROUBADOS?...
<br />
<br />DEPUTADO FEDERAL (DESDE O MILITARISMO) RESPONDE, INDIRETAMENTE?...
<br />
<br />PORQUE AUTORIDADES RELUTAM EM ESQUIVAR-SE?...
<br />
<br />QUAL A CAUSA E EFEITO DE CONDENAR ALI BABÁ E O 40 LADRÃOS?...
<br />
<br />ISSO É EXCLUSIDADE NACIONAL OU VESLUMBRA NO CENÁRIO INTERNACIONAL?...</span></b>
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<br />Comentários
<br /><a href="http://conjur.estadao.com.br/static/text/61471,1">São Paulo reserva R$ 2 milhões por mês para precatórios</a>
<br /><a href="http://conjur.estadao.com.br/static/comment/#null">Imprimir</a> <a href="http://conjur.estadao.com.br/dinamic/text/comment.php?text_id=61471">Comentar</a>
<br />Edy (Consultor 21/11/2007 - 21:27 – <a href="mailto:egnngutierrez@hotmail.com">egnngutierrez@hotmail.com</a>
<br />Conseguem os humanos governar a si mesmos?Quando Deus criou os humanos, deu-lhes autoridade sobre o reino animal. (Gênesis 1:26) Mas a humanidade estava sob a soberania de Deus. O primeiro homem e a primeira mulher deviam confirmar sua submissão a Deus por abster-se obedientemente do fruto de determinada árvore, a “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau”. (Gênesis 2:17) Lamentavelmente, Adão e Eva abusaram do seu livre- arbítrio e desobedeceram a Deus. Apanhar o fruto proibido não era apenas furto. Era rebelião contra a soberania de Deus. Uma nota ao pé da página em Gênesis 2:17, <st1:personname productid="em A Bíblia" st="on">em A Bíblia</st1:personname> de Jerusalém, declara que Adão e Eva reivindicaram a “autonomia moral pela qual o homem nega seu estado de criatura. O primeiro pecado foi um atentado à soberania de Deus”.Por causa das sérias questões morais envolvidas, Deus permitiu que Adão e Eva, bem como seus descendentes, escolhessem seu próprio modo de vida, e eles estabeleceram suas próprias normas quanto ao certo e ao errado. (Salmo 147:19, 20; Romanos 2:14) Essencialmente, foi então que começou a experiência humana com a autodeterminação. Foi bem-sucedida? Depois de milhares de anos de história, podemos dizer que não! Eclesiastes 8:9 declara: “Homem tem dominado homem para seu prejuízo.” Este lamentável registro do governo humano confirma a veracidade de Jeremias 10:23: “Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” A História provou que os humanos não têm a capacidade de governar com bom êxito sem o seu Criador.Jesus concordou com isso plenamente. Ele rejeitou a idéia de ser independente de Deus. “Não faço nada de minha própria iniciativa”, disse ele. “Faço sempre as coisas que lhe agradam [i.e.: a Deus].” (João 4:34; 8:28, 29) Portanto, não tendo autorização divina para receber dos humanos um reinado, Jesus nem cogitou aceitá-lo. No entanto, isto não significava que relutava em ajudar seu próximo. Ao contrário, fazia tudo ao seu alcance para ajudar as pessoas a serem mais felizes naquele tempo e no futuro. Até mesmo deu a sua vida a favor da humanidade. (Mateus 5:3-11; 7:24-27; João 3:16) Mas Jesus sabia que “para tudo há um tempo determinado”, inclusive o tempo de Deus fazer valer sua soberania sobre a humanidade. (Eclesiastes 3:1; Mateus 24:14, 21, 22, 36-39) No entanto, lembre-se de que, no Éden, nossos pais originais se sujeitaram à vontade duma criatura espiritual iníqua, que falou por meio duma serpente visível. Isto nos leva ao segundo motivo de Jesus não se envolver na política.O governante secreto do mundoA Bíblia nos diz que Satanás ofereceu a Jesus “todos os reinos do mundo e a glória deles” em troca de um ato de adoração. (Mateus 4:8-10) Em essência, ofereceu-se a Jesus o governo do mundo, mas nos termos do Diabo. Jesus não se deixou levar por esta tentação. No entanto, era mesmo uma tentação? Podia Satanás realmente fazer uma oferta tão grandiosa assim? Podia, porque o próprio Jesus chamou o Diabo de “governante do mundo”, e o apóstolo Paulo o descreveu como “o deus deste sistema de coisas”. — João 14:30; 2 Coríntios 4:4; Efésios 6:12.</p><p class="MsoNormal">
<br /></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p> <p class="MsoNormal"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Vejam como Deputado Federal Delfim Neto, esclarece os recursos que o edital português acima define como:
<br /></span></b></p><p class="MsoNormal">
<br /><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><o:p> </o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:red;" >“</span></b><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:red;" >A crise financeira e econômica capitalista que atinge 50 por cento da economia global já liquidou 24 milhões de empregos na Ásia e no Leste, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Aproveitando-se da crise o imperialismo americano já impôs aos países asiáticos e outros (95 por cento do mercado financeiro) a livre circulação dos fatores financeiros. Depois da livre circulação de capitais temos agora a partir deste mês de forma progressiva a livre circulação e implantação de bancos estrangeiros nos mercados financeiros nacionais! É a livre rapina de recursos a nível planetário.”<o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:red;" ><o:p> </o:p></span></b></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >E nossos governantes aplaudem e pactuam com isso, e porque, o edital português também esclarece e da outra visão mais ampla, vejam:<o:p></o:p></span></b></p> <p><strong><span style=";font-family:Arial;color:red;" >O bombardeamento da Jugoslávia</span></strong><o:p></o:p></p> <p><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Chamamos vivamente a atenção de todos os portugueses, e especialmente dos jovens, para um facto da maior gravidade e que não pode deixar de causar uma funda indignação. É que é pela mão e debaixo das ordens de um governo do PS que, pela primeira vez depois do 25 de Abril de 1974, que nos trouxe a paz, militares portugueses são directamente envolvidos numa agressão militar contra um Estado soberano.
<br />E que é, no momento em que os socialistas governam 13 dos 15 países na União Europeia, que a Europa bate todos os recordes de submissão e servilismo perante os EUA e que, pela primeira vez, desde o fim da II guerra mundial há 54 anos, a guerra entre Estados volta ao continente europeu e volta pelas decisões e armas da NATO, com o que fica definitivamente claro porque é que se quer manter a NATO depois de, segundo tanto proclamam, a «guerra fria já ter acabado».
<br />Nós desejamos vivamente que nada aconteça aos militares portugueses que o Governo do PS empurrou para a agressão contra a Jugoslávia. Mas não se pense que este nosso desejo pode implicar qualquer alinhamento nosso com o indecente comportamento do Governo que se tornou escandalosamente cúmplice de uma patente violação do direito internacional, e sem qualquer cobertura da ONU.
<br />E também levantamos a nossa voz contra a circunstância, reveladora de um insolente desrespeito pelo povo português e pelas instituições democráticas que resulta de o Governo ter envolvido Portugal nesta operação sem qualquer debate na AR ou consulta a este órgão de soberania, sem qualquer exposição formal e detalhada ao país dos fundamentos da sua atitude.
<br />A verdade é que o PS enche a boca de transparência e democracia mas depois vai ao ponto de ligar Portugal a verdadeiras acções de guerra como se tratasse de administração corrente ou de um assunto sem qualquer importância.
<br />Pela nossa parte, reiteramos a nossa forte reclamação do fim imediato dos bombardeamentos da Jugoslávia que, além do mais, não oferecem qualquer perspectiva de solução dos problemas políticos efectivamente existentes e só podem desestabilizar perigosamente toda a região balcânica, causar escusados sofrimentos às populações e pôr em causa uma solução política. <o:p></o:p></span></p> <p><o:p> </o:p></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><span style=""> </span>Abaixo Deputado Delfim Neto, define de onde vêm os recursos e para onde eles irão, e porque o judiciário não podem investigar esse ciclo vicioso, vejam:<o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Através de e-mail, o Deputado Delfim Neto, esclarece a um suposto comerciante, vejam:<o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal">
<br />luiz P. Carlos (((ô"ô))) (Comerciante 20/11/2007 - 08:26
<br />MENSALÃO – ORIGEM DOS RECURSOS.09.08.2005 - OPINIÃO DO ELEITOR.</p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p> <p class="MsoNormal">Precatórios e Títulos da Divida Externa é matéria do Supremo Tribunal Federal.CVM, Bco. Central, Fundos de Pensão e Presidência da Republica também são.Senado, Câmara Federal e Deputados fazem parte deste foro privilegiado.Só a Policia Federal poderá investigar tais Entidades e Pessoas “se” o STF autorizar.Por que o esquema do mensalão não caiu e nem vai cair...O PRESIDENTE esta protegido pelo STF que expedem Hábeas Corpus a depoentes na CPMI.O fiador do mensalão é o Executivo, com aval do Bco. Central, Fundos de Pensão e CVM.A fonte dos recursos são Títulos da Divida Externa (TDE) e Precatórios (IN VALORE). É um esquema Político de corrupção Nacional coagindo e cooptando empresários temerosos. Tem haver com os Poderes da República como um todo, vinculados ao Mercado de Capitais.- Então como funciona, quem comanda, quem da sustentação e quem são os beneficiários (?).O doleiro promove a captação de Títulos (TDE) e PRECATORIOS direcionando aos credores.Credores são Fundos de Pensão e os Bancos, que compram ou permutam os Títulos. Compram com deságio, permutam via privatizações ou supostos recursos de campanha, etc. Posteriormente o Titulo é super avaliado e resgatado com ágio pelos operadores do governo.O resgate via leilões em sintonia com credores combinados e monitorados pelo esquema.Acabando os títulos decreta novo débito - impagável.(Ex.devolver impostos a contribuintes) Gerando novos precatórios que serão resgatados com deságio, abastecendo o esquema. Daí não haver Fiador com lastro; os Títulos,TDE e Precatórios são as garantias, a fiança.O Executivo reconhece. O Legislativo endossa. O judiciário garante.Assim sendo se limpa o dinheiro se justifica a origem e o destino “sem levantar suspeitas”.Havendo impasses de ordem fiscal e tributaria imediatamente é acionado a CVM e o BC.Havendo litígios de ordem Jurídica ao tribunal competente para dirimir, o STF.Ambos se acionados, viabilizam e dão legitimidade na “forma da Lei” as operações.Daí eles não quebrarem o sigilo dos Bancos e Fundos de Pensão (Captadores).Daí eles não autorizarem as buscas no Banco Central (Certificadores e Expedidores).Daí o silêncio comprometedor da CVM (Órgão Fiscalizador).Daí a declaração purgatória do STF quando inquirido pela Policia Federal em Brasília...- Se abrirmos os computadores dos Fundos e do Banco Central o País vai ficar ingovernável...!- Ingovernável...? - Claro...! - Sem Poder Judiciário não há nação que se sustente.Ainda que se mude o Presidente...!</p> <div style="border-style: none none dotted; border-color: -moz-use-text-color -moz-use-text-color windowtext; border-width: medium medium 3pt; padding: 0cm 0cm 1pt;"> <p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm;">Luiz Pereira Carlos.Rio de Janeiro Brasil.</p> </div> <p class="MsoNormal">De: Dep. Delfim Netto Para: Luiz Pereira Carlos Recebido: 11/08/05 10h28min Assunto: RES: MENSALÃO - ORIGEM DOS RECURSOS.Caro Senhor Luiz Pereira Carlos,"Si non è vero, è bene trovato".Cordialmente,Antonio Delfim Netto
<br /><span class="post-authorvcard">Postado por </span><span class="fn">EDMUR GUTIERREZ</span><span class="post-authorvcard"> </span><span class="post-timestamp">às <a href="http://amsfhar.blogspot.com/2007/11/todos-os-mensaleiros-pagaro.html" title="permanent link"><abbr class="published" title="2007-11-26T00:23:00-08:00">00:23</abbr></a> </span><span class="post-comment-link"><a href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5553008512806376809&postID=7871470040886946257">0 comentários</a> <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span class="post-comment-link"><o:p> </o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><span class="post-comment-link"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Isso tudo nos leva de volta ao inicio, ou seja:</span></b></span><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" ><o:p> </o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Por</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>que</b> <b>há</b> <b>tanta</b> <b>corrupção?</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 29pt 0.0001pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >“Não deves aceitar suborno, pois o suborno cega os perspicazes e pode deturpar as palavras dos justos.” — Êxodo 23:8.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >TRÊS mil e quinhentos anos atrás, a Lei de Moisés condenou o suborno. No decorrer dos séculos desde então, têm proliferado leis contra a corrupção. Não obstante, a legislação não tem conseguido refrear a corrupção. Milhões de subornos trocam de mãos todos os dias, e bilhões de pessoas sofrem as conseqüências disso.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >A corrupção tem ficado tão generalizada e tão sofisticada, que ameaça minar a própria estrutura da sociedade. Em alguns países, quase não se consegue nada sem dar suborno. Quando se suborna a pessoa certa, consegue-se passar em exames, obter carteira de motorista, fechar um contrato ou ganhar uma causa jurídica. “A corrupção é como uma forte poluição que incomoda o espírito das pessoas”, lamenta Arnaud Montebourg, um advogado de Paris.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >O suborno anda solto especialmente no mundo do comércio. Algumas firmas destinam um terço de todos os seus lucros apenas para subornar burocratas corruptos do governo. Segundo a revista britânica <i>The</i> <i>Economist,</i> até 10 por cento dos US$25 bilhões gastos por ano no comércio internacional de armas são utilizados para subornar clientes <st1:personname productid="em potencial. Com" st="on">em potencial. Com</st1:personname> o aumento da escala desta corrupção, as conseqüências se tornaram catastróficas. Diz-se que na década que passou, o capitalismo de “camaradagem” — práticas corruptas de negócios, que favorecem uns poucos privilegiados com quem se tem bom relacionamento — arruinou a economia de países inteiros.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >É inevitável que os que mais sofrem com a corrupção e a devastação econômica que causa são os pobres — aqueles que raras vezes estão em condições de subornar alguém. Conforme o expressou sucintamente <i>The</i> <i>Economist,</i> “a corrupção é apenas uma forma de opressão”. Pode-se superar este tipo de opressão ou é a corrupção inescapável? Para obter as respostas a estas perguntas temos de primeiro identificar algumas das causas fundamentais da corrupção.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" ><o:p> </o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Quais</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>são</b> <b>as</b> <b>causas</b> <b>da</b> <b>corrupção?</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Por que preferem algumas pessoas ser corruptas em vez de honestas? No caso de algumas delas, ser corruptas pode ser o modo mais fácil, ou mesmo o único modo, de conseguirem o que querem. Às vezes, um suborno pode ser o meio conveniente de evitar uma punição. Muitos dos que observam que políticos, policiais e juízes parecem não fazer caso da corrupção ou até mesmo a praticam apenas seguem o exemplo deles.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Ao passo que a corrupção aumenta vertiginosamente, ela se torna cada vez mais aceitável até se tornar, por fim, um modo de vida. Aqueles que têm uma renda lamentavelmente baixa acham que não têm outra opção. Precisam exigir subornos se querem uma renda satisfatória. E quando aqueles que exigem subornos ou os pagam para conseguir uma vantagem injusta escapam da punição, poucos estão preparados para ir contra a maré. “Por não se ter executado prontamente a sentença contra um trabalho mau é que o coração dos filhos dos homens ficou neles plenamente determinado a fazer o mal”, observou o Rei Salomão. — Eclesiastes 8:11.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Duas forças poderosas continuam a atiçar o fogo da corrupção: o egoísmo e a ganância. Por causa do egoísmo, os corruptos fecham os olhos ao sofrimento que sua corrupção causa a outros, e eles justificam o suborno simplesmente porque tiram proveito dele. Quanto mais benefícios materiais derivam, tanto mais gananciosos se tornam esses praticantes da corrupção. “O mero amante da prata não se fartará de prata”, disse Salomão, “nem o amante da opulência, da renda”. (Eclesiastes 5:10) Admite-se que a ganância pode ser boa para ganhar dinheiro, mas ela invariavelmente fecha os olhos à corrupção e à ilegalidade.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Outro fator que não deve ser despercebido é o papel desempenhado pelo governante invisível deste mundo, a quem a Bíblia identifica como Satanás, o Diabo. (1 João 5:19; Revelação [Apocalipse] 12:9) Satanás promove ativamente a corrupção. O maior suborno de que há registro foi o que Satanás ofereceu a Cristo. ‘Todos os reinos do mundo te darei, se te prostrares e me fizeres um ato de adoração.’ — Mateus 4:8, 9.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Jesus, porém, era incorruptível e ele ensinava aos seus seguidores a se comportarem de modo similar. Podem os ensinos de Cristo ser hoje um instrumento eficaz para combater a corrupção? O próximo artigo analisará esta questão.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><o:p> </o:p></span></b></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Edmur Gutierrez & Família...<o:p></o:p></span></b></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><a href="mailto:egnngutierrez@hotmail.com">egnngutierrez@hotmail.com</a><o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" >Obs.: “Abaixo editorial de Carlos Carvalhas é mera matéria ilustrativa, não faz parte de minha vida e não retrata em nada os padrões que sigo hoje, que são esses, vejam abaixo:”</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center">
<br /><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" ><o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" ><o:p> </o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Capítulo</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>Sete</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Sirva</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>a</b> <b>Jeová</b> <b>de</b> <b>acordo</b> <b>com</b> <b>seus</b> <b>elevados</b> <b>padrões</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >“JEOVÁ não fará o que é bom e não fará o que é mau.” Assim diziam as pessoas em Jerusalém nos dias de Sofonias. Elas pensavam que Jeová não esperava que vivessem de acordo com certos padrões específicos. Sofonias disse que elas estavam ‘rígidas sobre as suas borras’, que são as partículas que sedimentam no fundo de vinho estocado. Ele quis dizer que as pessoas desejavam acomodar-se no seu modo de vida confortável, sem o incômodo de alguma declaração de intervenção divina nos seus assuntos. No entanto, Deus disse àqueles judeus que ‘vasculharia Jerusalém com lâmpadas’ e ‘voltaria sua atenção’ para os que desprezavam Seus padrões. De fato, Jeová tem padrões e ele se interessa em como seus servos os encaram. — Sofonias 1:12.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >2</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Também hoje, muitos odeiam a idéia de se ajustar a padrões. Talvez os ouça dizer: “Faça o que achar melhor para você!” Alguns pensam: ‘Se eu não tiver dinheiro suficiente, ou não puder satisfazer meus desejos, não há nada de mau em fazer tudo o que for preciso para mudar essa situação.’ Pouco se importam em saber o que Deus acha ou o que ele talvez requeira deles. E você? Será que os padrões de Deus o atraem?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >3</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Muitos que rejeitam a idéia de ter de viver à altura dos padrões de Deus aceitam prontamente os padrões humanos em vários aspectos da vida. Temos como exemplo a qualidade da água. A maioria dos governos estabelece padrões para a qualidade da água para consumo. Mas que dizer se esses padrões forem baixos demais? Isso poderá provocar diarréia e outras doenças causadas pela água, com prejuízo maior para as crianças. É mais provável, porém, que você esteja se beneficiando dos elevados padrões estabelecidos para a água potável. “Se não houvesse padrões, logo notaríamos”, diz a Organização Internacional de Padronização. “Em geral não nos damos conta do papel desempenhado pelos padrões em aumentar os níveis de qualidade, segurança, confiabilidade, eficiência e intercâmbio, bem como em oferecer tais benefícios a um custo econômico.”<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >4</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Se você concorda que é valioso ter padrões em vários aspectos da vida, não é razoável esperar que Deus tenha elevados padrões para o povo que leva seu nome? — Atos 15:14.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >OS</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>PADRÕES</b> <b>DIVINOS</b> <b>SÃO</b> <b>RAZOÁVEIS?</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >5</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Na construção de uma casa, os padrões são importantes. Se uma parede ficar torta, toda a casa ficará torta. Rachaduras nas paredes podem tornar a casa inabitável. Essa era a idéia de uma visão que Amós, que profetizou no nono século AEC, teve a respeito das condições da nação de Israel, de dez tribos. Ele viu Jeová postado sobre uma muralha com “um prumo na sua mão”. Deus disse: “Eis que coloco um prumo no meio do meu povo de Israel. Não mais o desculparei.” (Amós 7:7, 8) Prumo é um peso pendurado num barbante e usado para determinar a verticalidade correta. A muralha figurativa, sobre a qual Amós viu que Jeová estava, havia sido “feita com o prumo”. Essa muralha era perpendicular, ou bem aprumada. No entanto, nos dias de Amós, os israelitas não mais estavam à altura da retidão espiritual — eram como uma muralha torta que devia ser derrubada antes que caísse.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >6</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > No estudo dos 12 profetas, o seguinte ponto ocorre com freqüência: é vital ajustar-se aos padrões de Deus. Nem todas as mensagens nesses livros eram denúncias contra um povo que não atendia aos elevados padrões divinos. Às vezes, ao examiná-lo, Jeová via que seu povo realmente vivia à altura de Seus padrões. Isso confirma que os padrões de Deus são razoáveis; humanos imperfeitos como nós podem ajustar-se a eles. Veja um exemplo.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >7</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Depois que os judeus repatriados lançaram o alicerce do templo, a obra de reconstrução parou. Por isso, Deus enviou seus profetas Ageu e Zacarias para animar o povo a reiniciá-la. Numa visão dada a Zacarias, Jeová mencionou que Zorobabel, governador de Judá, tinha “o prumo na mão” quando colocou a pedra de remate que completou as obras do templo. Ele foi construído em harmonia com os padrões divinos. (Zacarias 4:10) Mas note este interessante detalhe a respeito do templo terminado: “Estes sete são os olhos de Jeová. Percorrem toda a terra.” Deus observou Zorobabel colocar a pedra de remate e, com seus olhos que tudo vêem, constatou que o templo reconstruído resistiu ao Seu escrutínio, atendeu aos Seus padrões. O ponto é que, mesmo que os padrões de Deus sejam elevados, os humanos podem viver à altura deles. Incentivados por Ageu e Zacarias, Zorobabel e seu povo fizeram isso. Como Zorobabel, você também pode viver à altura das expectativas de Deus. Como é animador saber isso!<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >POR</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>QUE</b> <b>ACEITAR</b> <b>OS</b> <b>PADRÕES</b> <b>DE</b> <b>JEOVÁ?</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >8</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Como Criador, Deus tem o direito de estabelecer padrões para a humanidade e esperar que os observemos. (Revelação [Apocalipse] 4:11) Jeová não precisa apresentar tudo nos mínimos detalhes, pois dotou os humanos de uma consciência que serve de guia valioso. (Romanos 2:14, 15) Deus disse aos primeiros humanos que não comessem da “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau”, que representava o direito divino de estabelecer padrões do que é bom e do que é mau. Você sabe o que aconteceu. (Gênesis 2:17; 3:1-19) Referindo-se à escolha errada feita por Adão, Oséias escreveu: “[Os israelitas], tal como um homem terreno, infringiram o pacto.” (Oséias 6:7) Com isso Oséias revela o caráter proposital do pecado dos israelitas.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >9</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Qual foi esse pecado? “Eles quebraram a aliança”, ou pacto, da Lei. (<i>Nova</i> <i>Versão</i> <i>Internacional</i>) Por ter libertado seu povo do Egito, Deus se tornou dono deles e, obviamente, tinha o direito de estabelecer padrões para eles. Os israelitas aceitaram o pacto com Jeová, concordando assim em viver à altura desses padrões. (Êxodo 24:3; Isaías 54:5) Ainda assim, muitos deles não aplicavam a Lei. Tornaram-se culpados de derramamento de sangue, assassinato e fornicação. — Oséias 6:8-10.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >10</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Jeová enviou profetas como Oséias para ajudar Seu povo dedicado. Na conclusão de seu livro profético, Oséias declarou: “Quem é sábio para entender estas coisas? Discreto, para sabê-las? Pois os caminhos de Jeová são retos e os justos serão os que andarão neles; mas os transgressores serão os que tropeçarão neles.” (Oséias 14:9) Um pouco antes no capítulo 14 de Oséias vemos que o profeta destacou a necessidade de voltar para Jeová. Os sensatos entenderiam que Jeová delineou os caminhos corretos que seu povo devia seguir. Como servo dedicado de Deus, você sem dúvida deseja sinceramente permanecer assim, andando nos caminhos de Jeová.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >11</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Oséias 14:9 também chama a nossa atenção aos aspectos positivos de seguir um proceder correto. Viver à altura dos requisitos de Deus resulta em bênçãos e benefícios. Como Criador, ele conhece a nossa constituição. O que ele espera de nós é para o nosso bem. Para ilustrar a relação entre nós e Deus, podemos pensar num carro e seu fabricante. O fabricante sabe como o veículo foi projetado e montado. Ele sabe que é preciso trocar o óleo do motor com certa regularidade. O que aconteceria se você desprezasse esse padrão, talvez achando que o carro está funcionando bem? Mais cedo do que o normal, o motor estragaria e falharia. Dá-se o mesmo com os humanos. Nosso Criador nos deu mandamentos. Obedecê-los é para o nosso bem. (Isaías 48:17, 18) Ter em mente que de fato nos beneficiamos nos dá motivo adicional para viver à altura dos padrões de Deus e obedecer aos seus mandamentos. — Salmo 112:1.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><st1:metricconverter productid="12 A" st="on"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >12</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > A</span></st1:metricconverter><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > maior recompensa de obedecer aos mandamentos de Deus é que isso fortalece a relação que temos com ele. Quando vivemos à altura de seus padrões e vemos como são razoáveis e benéficos, o nosso afeto pelo seu Autor se aprofunda. O profeta Miquéias retratou belamente essa relação aprofundada: “Todos os povos, da sua parte, andarão cada um no nome de seu deus; mas nós, da nossa parte, andaremos no nome de Jeová, nosso Deus, por tempo indefinido, para todo o sempre.” (Miquéias 4:5) Que privilégio temos de andar no nome de Jeová, defender sua reputação e reconhecer sua autoridade em nossa vida! Como conseqüência natural, desejamos refletir Suas qualidades. Pessoalmente, esforcemo-nos em fortalecer nosso vínculo com Deus. — Salmo 9:10.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >13</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Diz-se que aqueles que vivem à altura dos padrões de Deus e andam no nome divino temem o nome de Deus. Isso não é algo negativo ou ruim. Jeová lhes garante: “Para vós os que temeis o meu nome há de brilhar o sol da justiça, com cura nas suas asas; e vós realmente saireis e escarvareis o solo como os bezerros cevados.” (Malaquias 4:2) No cumprimento dessa profecia, “o sol da justiça” é Jesus Cristo. (Revelação 1:16) Ele brilha agora oferecendo curas espirituais e, no tempo oportuno, brilhará oferecendo curas físicas para a humanidade. A alegria dos que são curados é comparável à de bezerros cevados que ‘escarvam o solo’, animados e felizes por estarem livres. Você já não sentiu uma grande medida dessa libertação? — João 8:32.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >14</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Outro benefício de seguir os padrões de Deus é a melhora nas relações com os nossos semelhantes. Habacuque declarou cinco ‘ais’ — contra os cobiçosos, os que procuram lucros desonestos, os que derramam sangue, os que tramam pecados sexuais e os idólatras. (Habacuque 2:6-19) Ter Jeová declarado essas condenações indica claramente que ele fixou padrões sobre como devemos viver. Mas note o seguinte: quatro dos erros mencionados se relacionam a como tratamos os nossos semelhantes. Se cultivarmos o conceito de Deus, não prejudicaremos o nosso próximo. Com isso, as nossas relações com a maioria das pessoas deve melhorar.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >15</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Um terceiro benefício diz respeito à felicidade familiar. Muitos hoje encaram o divórcio como solução definitiva para os conflitos conjugais. Mas, pela boca do profeta Malaquias, Jeová declarou: ‘Tenho odiado o divórcio.’ (Malaquias 2:16) Posteriormente analisaremos Malaquias 2:16 em mais detalhes, mas, à base desse texto, note por enquanto que Deus sabiamente fixou padrões a ser seguidos por membros da família; a paz dependerá de até que ponto farão isso. (Efésios 5:28, 33; 6:1-4) É verdade que todos nós somos imperfeitos, de modo que surgirão problemas. No entanto, no livro de Oséias, Deus, “a quem toda família no céu e na terra deve o seu nome”, forneceu uma lição objetiva sobre como resolver até mesmo graves problemas conjugais. Examinaremos isso também num capítulo posterior deste livro. (Efésios 3:15) Vejamos agora o que mais está envolvido em seguir os padrões de Deus.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >‘ODEIE</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>O</b> <b>QUE</b> <b>É</b> <b>MAU</b> <b>E</b> <b>AME</b> <b>O</b> <b>QUE</b> <b>É</b> <b>BOM’</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >16</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > O primeiro homem, Adão, fez uma escolha tola quanto a quem havia estabelecido os melhores padrões do que é bom e do que é mau. Faremos uma escolha mais sábia? Amós nos alerta a encarar com muita seriedade esse assunto, exortando: “Odiai o que é mau e amai o que é bom.” (Amós 5:15) William Rainey Harper, falecido professor de línguas e literatura semíticas na Universidade de Chicago, disse a respeito desse versículo: “O padrão do bem e do mal, na idéia de [Amós], é a conformidade com a vontade de Yahweh [Jeová].” Esse é um conceito básico que podemos aprender dos 12 profetas. Estamos dispostos a aceitar os padrões de Jeová sobre o que é bom e o que é mau? Esses elevados padrões nos são revelados na Bíblia e explicados por cristãos maduros e experientes que compõem o “escravo fiel e discreto”. — Mateus 24:45-47.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >17</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Odiar o que é mau nos ajuda a evitar as coisas que desagradam a Deus. Por exemplo, um homem talvez saiba do perigo da pornografia na internet e procure afastar-se disso. No entanto, o que ‘o homem que ele é no íntimo’ realmente pensa do conteúdo dos <i>sites</i> pornográficos? (Efésios 3:16) Por acatar a exortação divina em Amós 5:15, ele achará mais fácil cultivar ódio pelo que é mau. Poderá assim vencer sua luta espiritual.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >18</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Veja outro exemplo. Você consegue se imaginar prostrando-se perante ídolos da adoração do sexo? A mera idéia disso é repugnante, não é? Mesmo assim, Oséias fala de antepassados dos israelitas que cometiam imoralidade perante Baal de Peor. (Números 25:1-3; Oséias 9:10) Pelo visto, Oséias mencionou esse incidente porque a adoração de Baal era um dos pecados principais do reino de Israel, de dez tribos. (2 Reis 17:16-18; Oséias 2:8, 13) Podemos imaginar esta cena repugnante: os israelitas ajoelhando-se perante ídolos em orgias sexuais. Saber o que Deus achou disso pode ajudar cada um de nós a lutar contra os laços que Satanás arma via internet. Hoje, muitos idolatram lindas mulheres ou belos homens apresentados no entretenimento popular. Mas como é diferente a atitude dos que, como nós, conhecem os alertas dos profetas contra a idolatria!<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >TENHA</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>SEMPRE</b> <st1:personname productid="EM MENTE A PALAVRA" st="on"><b>EM</b> <b>MENTE</b> <b>A</b> <b>PALAVRA</b></st1:personname> <b>DE</b> <b>DEUS</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >19</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > À medida que você se esforça em apoiar os elevados padrões de Deus em meio a tentações e dificuldades, às vezes talvez se sinta incapaz ou sem saber o que fazer. Se suas faculdades mentais ou emocionais parecerem ‘escassas’, como poderá enfrentar com êxito uma situação difícil? (Provérbios 24:10) Pode-se aprender algo de Jonas, que, como sabemos, era um homem imperfeito sujeito a falhas. Lembre-se do que ele fez quando esteve na barriga de um grande peixe. Ele orou a Jeová. Note o conteúdo de sua oração.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >20</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Quando Jonas orou a Deus “do ventre do Seol”, ele usou muitas palavras e frases que conhecia, expressões dos salmos. (Jonas 2:2) Muito aflito, ele implorou a misericórdia de Jeová; no entanto, foram as palavras de Davi que os seus lábios proferiram. Por exemplo, compare as palavras de Jonas 2:3, 5 com as do Salmo 69:1, 2. Não é óbvio que Jonas conhecia os salmos de Davi que lhe estavam disponíveis? As palavras e expressões de salmos inspirados fervilhavam no seu íntimo. Jonas tinha a palavra inspirada de Deus ‘nas suas partes internas’. (Salmo 40:8) Se você está enfrentando uma situação emocionalmente desgastante, consegue lembrar-se de algumas palavras apropriadas de Deus? Conhecer cada vez melhor a Palavra de Deus com certeza será extremamente útil no futuro, à medida que você tomar decisões e resolver problemas em harmonia com os padrões divinos.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-align: center;" align="center"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >TENHA</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>UM</b> <b>SADIO</b> <b>TEMOR</b> <b>DE</b> <b>DEUS</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >21</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Naturalmente, para se apegar aos padrões de Jeová não basta ter a Palavra de Deus na memória. O profeta Miquéias esclarece ainda mais o que você precisa para aplicar a Palavra de Deus: “A pessoa de sabedoria prática temerá o teu nome.” (Miquéias 6:9) Para ser uma pessoa de sabedoria prática, que sabe aplicar na vida seus conhecimentos, você precisa cultivar temor ao nome de Deus.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >22</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Como você pode aprender a temer o nome de Deus? Consulte, por exemplo, o profeta pós-exílico Ageu. Em seu livro bem curto, de apenas 38 versículos, ele usou 35 vezes o nome Jeová. Quando Deus o designou para profetizar, em 520 AEC, já se haviam passado 16 anos de poucas atividades na reconstrução do templo <st1:personname productid="em Jerusalém. O" st="on">em Jerusalém. O</st1:personname> povo de Deus estava desanimado por causa da oposição de inimigos. (Esdras 4:4, 5) As pessoas achavam que a época para reconstruir o templo ainda não havia chegado. Jeová as exortou: “Fixai o vosso coração nos vossos caminhos. . . . Construí a casa, para que eu tenha prazer nela e eu seja glorificado.” — Ageu 1:2-8.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >23</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > O Governador Zorobabel, o Sumo Sacerdote Josué e “todos os remanescentes do povo começaram a escutar a voz de Jeová, seu Deus, . . . e o povo começou a temer por causa de Jeová”. Com isso Deus declarou: “Eu estou convosco.” Que encorajamento! Com a ajuda do espírito de Deus, as pessoas “começaram a entrar e a fazer a obra na casa de Jeová”. (Ageu 1:12-14) O sadio temor de desagradar a Deus moveu o povo, que estava desanimado, a agir apesar da oposição.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >24</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > E você? Se perceber como os padrões divinos estão envolvidos na situação que você enfrenta, terá a coragem necessária para temer a Jeová em vez de a homens? Você talvez seja uma mulher jovem e tenha um colega de trabalho que não segue os mesmos princípios divinos que você. Ainda assim, ele é bondoso e atencioso. Virá à sua mente um texto bíblico que a faça lembrar dos padrões de Jeová e dos perigos de desconsiderá-los? Que dizer de Oséias 4:11: ‘A fornicação, o vinho e o vinho doce é que tiram o bom motivo’? Em harmonia com isso, será que seu temor a Deus a moverá a apegar-se ao Seu padrão e dizer Não caso esse homem a convide para algum evento social? Se ele começar a flertar, o temor de desagradar seu amoroso Deus poderá ajudá-la a ‘fugir’. — Gênesis 39:12; Jeremias 17:9.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >25</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Voltemos agora ao exemplo de um homem que procura resistir à tentação da pornografia na internet. Será que se lembrará das palavras do Salmo 119:37, que estão em forma de oração? “Faze meus olhos passar adiante de ver o que é fútil.” E será que repassará mentalmente as palavras de Jesus no Sermão do Monte? “Todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” (Mateus 5:28) Ter temor a Jeová e desejo de viver à altura de seus padrões deve mover o cristão a evitar o que pode ser corrompedor. Sempre que for tentado a pensar ou agir contrário aos padrões de Deus, procure cultivar maior temor a Deus. E lembre-se do que Jeová lhe diz por meio de Ageu: ‘Estou contigo.’<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; text-indent: 14.4pt;"><sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >26</span></sup><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > Realmente, você pode servir a Jeová de acordo com seus elevados padrões e se beneficiar disso. Ao continuarmos a examinar os 12 livros proféticos, entenderemos melhor os padrões de Deus, ou o que ele requer de cada um de nós. A próxima seção deste livro abordará três áreas principais nas quais Jeová estabelece admiráveis padrões: nossa conduta, nosso relacionamento com outros e nossa vida familiar.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >[Nota(s)</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>de</b> <b>rodapé]</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Compare também Jonas 2:2, 4-9 com Salmo 18:6; 31:22; 30:3; 142:3; 31:6; e 3:8, na ordem usada por Jonas.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >COMO</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>RESPONDERIA?</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >• Como Deus se sente com respeito a se você segue, ou não, Seus padrões? — Amós 7:7-9.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >• Por que você acha que os padrões de Jeová são razoáveis? — Zacarias 4:10.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >• Que motivos você tem para aceitar os padrões de Deus? — Miquéias 4:5; Malaquias 4:2; 2 Coríntios 5:15; Revelação 4:11.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >COMO</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>OS</b> <b>PONTOS</b> <b>QUE</b> <b>SE</b> <b>SEGUEM</b> <b>PODEM</b> <b>AJUDÁ-LO</b> <b>A</b> <b>SEGUIR</b> <b>OS</b> <b>PADRÕES</b> <b>DE</b> <b>DEUS?</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >• Odiar o que é mau — Amós 5:15.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >• Ter a Palavra de Deus na memória — Jonas 2:4-9.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 14.4pt; text-indent: -14.4pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >• Cultivar o temor a Jeová — Ageu 1:12-14.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >[Perguntas</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>de</b> <b>Estudo]</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style="font-size:10;"><span style=""> </span></span><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >1. Nos dias de Sofonias, como as pessoas em Jerusalém encaravam os padrões de Jeová?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style="font-size:10;"><span style=""> </span></span><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >2. No lugar onde você mora, qual é a atitude geral com relação a padrões?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >3, 4. Por que você acha valiosa a existência de padrões?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style="font-size:10;"><span style=""> </span></span><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >5. Como Jeová demonstrou, por meio de Amós, a importância de se ajustar aos Seus padrões?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style="font-size:10;"><span style=""> </span></span><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >6. (a) Qual é uma das idéias básicas nos escritos dos 12 profetas? (b) Com que base se pode dizer que os padrões de Deus são razoáveis?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style="font-size:10;"><span style=""> </span></span><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >7. Como Zacarias nos ajuda a ver que humanos imperfeitos podem ajustar-se aos padrões de Jeová?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >8, 9. (a) Por que é apropriado que Jeová estabeleça padrões para os humanos? (b) Por que era apropriado que Deus exigisse que os israelitas obedecessem aos seus mandamentos?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >10. Como Deus procurou ajudar os que não se ajustavam aos seus padrões?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >11. Por que você deseja obedecer aos mandamentos de Deus?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >12. De que modo andar no nome de Deus pode fortalecer o nosso vínculo com ele?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >13. Por que temer o nome de Deus não é algo negativo ou ruim?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >14, 15. Que benefícios você recebe de seguir os padrões de Jeová?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >16. Que relação Amós 5:15 tem com os padrões de Deus?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >17, 18. (a) Por que é essencial odiar o que é mau? (b) Ilustre como podemos cultivar forte ódio ao que é mau.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >19. O que se pode aprender do que Jonas fez quando esteve na barriga de um grande peixe?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >20. Como você pode preparar-se para fazer o que Jonas fez?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >21. O que você precisa cultivar a fim de se apegar aos padrões de Deus?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >22, 23. (a) Por que Jeová enviou Ageu para falar com os judeus repatriados? (b) Que motivos você tem para confiar que poderá viver à altura dos padrões de Deus?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >24, 25. Com exemplos específicos, ilustre como você pode aplicar os princípios apresentados neste capítulo.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0.0001pt 28.9pt; text-indent: -28.9pt;"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >26. O que consideraremos a seguir?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >[Foto</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>na</b> <b>página</b> <b>87]</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style=""><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Por que você segue os padrões que o Criador estabeleceu e recomenda?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >[Foto</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>na</b> <b>página</b> <b>90]</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style=""><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >De que modo acatar os conselhos dos 12 profetas pode ajudar a resistir à pornografia?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt;"><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >[Foto</span></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > <b>na</b> <b>página</b> <b>95]</b><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style=""><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Como o temor a Deus ajuda numa situação como esta?<o:p></o:p></span></p> <p style="text-align: justify;"><b style=""><span style=";font-family:Verdana;color:blue;" ><o:p> </o:p></span></b></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;color:red;" >_____</span><o:p></o:p></p> <p style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;"><span style="color: rgb(68, 68, 68);font-family:Verdana;font-size:8;" ><o:p> </o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"><!--[if gte vml 1]><v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"> <v:stroke joinstyle="miter"> <v:formulas> <v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"> <v:f eqn="sum @0 1 0"> <v:f eqn="sum 0 0 @1"> <v:f eqn="prod @2 1 2"> <v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"> <v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"> <v:f eqn="sum @0 0 1"> <v:f eqn="prod @6 1 2"> <v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"> <v:f eqn="sum @8 21600 0"> <v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"> <v:f eqn="sum @10 21600 0"> </v:formulas> <v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"> <o:lock ext="edit" aspectratio="t"> </v:shapetype><v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" style="'width:33.75pt;"> <v:imagedata src="file:///C:\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://www.pcp.pt/avante/h.jpg"> </v:shape><![endif]--><!--[if !vml]--><img src="file:///C:/Temp/msohtml1/01/clip_image001.jpg" shapes="_x0000_i1025" width="45" border="0" height="15" /><!--[endif]--><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style=";font-family:Arial;font-size:13;color:red;" >Pela valorização e a dignificação dos jovens</span></strong><b><span style=";font-family:Arial;font-size:13;color:red;" >
<br /></span></b><strong><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Carlos Carvalhas no VI Congresso da JCP</span></strong><o:p></o:p></p> <div class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"> <hr style="width: 225pt;" size="2" width="300" align="center"> </div> <p style="text-align: center;" align="center"><em><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Numa intervenção muito aplaudida, Carlos Carvalhas dirigiu-se no domingo ao IV Congresso da JCP referindo-se aos principais problemas e preocupações da juventude portuguesa: educação, direitos laborais, toxicodependência, educação sexual e serviço militar obrigatório. O secretário-geral do PCP lembrou as eleições que se aproximam e o desafio que se coloca à JCP «de se dirigir ao coração e à inteligência dos jovens portugueses para lhes dizerem que não estão condenados a escolher entre a abstenção ou uma das duas faces da mesma moeda que são o PS e os partidos da ex-AD, que há uma força - o PCP e os seus aliados da CDU - que tem estado sempre com a juventude na defesa dos sues direitos e aspirações». </span></b></em><o:p></o:p></p> <div align="center"> <table class="MsoNormalTable" style="border: 4.5pt outset red; background: white none repeat scroll 0% 0%; width: 85%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" bordercolordark="#FFFFFF" bordercolorlight="#FFFFFF" width="85%" border="1" cellpadding="0"> <tbody><tr style=""> <td style="border: 1pt inset red; padding: 11.25pt; width: 100%;" bordercolordark="#FF0000" bordercolorlight="#FF0000" width="100%"> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Permitam-me que, saudando-vos, saúde a juventude portuguesa e que saúde todos os militantes e simpatizantes da JCP, a sua intervenção empenhada e generosa pelo aprofundamento da democracia, por um ensino de qualidade, pelas causas da justiça social, pelo direito ao trabalho e segurança no emprego, por avanços de civilização, como foi a sua postura na luta pela despenalização da interrupção voluntária da gravidez, o seu combate ao racismo e à xenofobia, a sua defesa pelo respeito e pelo direito à diferença, nomeadamente na livre opção sexual, a sua intervenção em defesa do ambiente, da arte e da cultura, a sua solidariedade internacional à luta dos povos, a sua luta pela transformação social.
<br />A JCP ao longo destes anos tem procurado de uma forma dialéctica combinar a sua intervenção nas escolas e nas empresas com a intervenção institucional. Creio que é positivo e que é necessário continuar e aprofundar esta relação que se alimenta mutuamente. Não há oposição entre luta de massas e luta institucional. Pelo contrário.
<br />É por isso com satisfação que também podemos afirmar que o que de mais importante e positivo se aprovou na Assembleia da República em relação à juventude tem a marca, o empenho e a luta da JCP e do PCP. De facto, as propostas da JCP marcaram na AR uma presença permanente nesta legislatura, com uma participação muito destacada do deputado da juventude no Grupo Parlamentar do PCP.
<br />Foram apresentadas propostas na área do ensino, de abolição do <i>numerus clausus</i> no acesso ao ensino superior, de revogação da tão contestada lei do financiamento, de um novo regime de financiamento e de acção social escolar no ensino superior, de reforço dos direitos dos trabalhadores-estudantes.
<br />Foram apresentadas propostas para a proibição das discriminações salariais dos jovens, especialmente na fixação do salário mínimo nacional, de reforço do apoio ao associativismo juvenil, de apoio à prevenção e tratamento da toxicodependência, de introdução da educação sexual nas escolas e de alargamento do acesso ao planeamento familiar, entre muitas outras. E esta acção não se traduziu apenas na apresentação de propostas alternativas à política do Governo. Traduziu-se também na aprovação de leis com importância real na vida dos jovens.
<br />Foi graças a esta acção que se garantiu o salário mínimo integral a todos os jovens, acabando com as discriminações em função da idade. Foi graças a esta acção que se aumentaram os direitos dos trabalhadores-estudantes com a garantia da aplicação desse estatuto a todos os jovens independente da natureza do seu vínculo laboral. Foi graças a esta acção que se alargou, ainda que de forma insuficiente, a rede pública de atendimento e tratamento de toxicodependentes. Foi ainda graças a esta acção que foram aprovadas na generalidade propostas com vista à introdução da educação sexual nos currículos escolares dos ensinos básico e secundário, correspondendo a anseio dos jovens portugueses que a JCP traduziu na campanha nacional que desenvolveu sobre esta questão.
<br />E o PCP com o apoio da JCP honra-se de ter sido o primeiro partido a apresentar um projecto de lei anti-racista que foi aprovado na Assembleia da República na 4ª feira passada.
<br />Nesta legislatura, a intervenção da JCP foi de oposição firme, de esquerda, à política anti-juvenil do Governo PS. Mas ficou claro, também pela acção desenvolvida na Assembleia da República e fora dela, que vale a pena lutar pelos direitos dos jovens portugueses. </span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><em><b><span style="font-family:Arial;">Socialismo beato e jesuítico</span></b></em><em><span style="font-family:Arial;"> </span></em><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >O Congresso da JCP decorre numa conjuntura em que o Governo procura por todos os meios anestesiar a opinião pública sobre o estado do país. Procura identificar as obras públicas com o bem-estar das populações e o robustecimento do aparelho produtivo nacional.
<br />Infelizmente, e sem deixar de relevar o que se fez nomeadamente em relação às acessibilidades, o que temos é uma agricultura em profunda crise, um sector pesqueiro que vem sendo atrofiado e importantes sectores industriais em grave situação.
<br />A substituição da produção nacional pela estrangeira é uma constante. O défice da balança comercial e de transacções correntes agrava-se assustadoramente. E é com um governo socialista, com o rótulo de socialista que se assiste à entrega de importantíssimas empresas públicas ao grande capital e à concessão de centenas de milhões de contos de benefícios fiscais.
<br />O crescimento económico passa ao lado de milhares e milhares de trabalhadores e de suas famílias. A distribuição do Rendimento Nacional tem continuado a desequilibrar-se em desfavor dos trabalhadores.
<br />É o socialismo estilo Guterres, beato e jesuítico, com os ricos cada vez mais ricos e os pobres com o rendimento mínimo, os bancos alimentares e as filas para as sopas dos pobres diárias. É a caridadezinha erigida em política social... à beira do século XXI. O seu grande objectivo é tudo fazer para facilitar a apropriação da mais valia e da exploração.
<br />É nesta lógica que se insere o pacote laboral que visa directamente as novas gerações. Pela mão do PS quer-se criar uma nova geração de trabalhadores sem direitos. É uma regressão social inaceitável e intolerável.
<br />Mas as grandes manifestações, quer da juventude quer da CGTP, que se realizaram nestes últimos dias não deixarão de fazer pensar o governo PS.
<br />Este que não se iluda, com os discursos no estilo de Frei Tomás e com os votos pios sobre paixões bacocas. Não é com falinhas mansas que fará passar a sua legislação anti-laboral e anti-juvenil e a sua política sobre educação.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><b><i><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Flirt</span></i></b><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > do Governo com a educação </span></b><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >A «grande prioridade» para a educação e a formação e os propósitos de humanizar a escola, democratizar oportunidades, constituir a qualidade, foram as promessas feitas pelo PS há quatro anos para conseguir chegar ao governo. Era o tempo da «paixão da educação».
<br />Mas os anos passaram e nós estamos agora em condições de avaliar se essa «paixão» de facto significou alguma coisa de sério para enfrentar os problemas existentes na área da educação, ou se ela não passou afinal de um <i>flirt</i> breve e inconsequente.
<br />É um facto que aumentaram os recursos públicos disponibilizados para a área da educação, mas isso não significa que tenha sido assegurado o bom aproveitamento desses meios. A respeito dos principais problemas do sector - e que haviam sido justamente criticados ao PSD aquando da sua longa passagem por este sector -, a verdade é que a situação no seu conjunto não evidenciou melhorias significativas.
<br />Estamos a falar, por exemplo, do baixo nível de instrução da população. Da incapacidade de muitas escolas encontrarem respostas adequadas aos problemas de aprendizagem dos seus alunos, seja por razões materiais, organizativas ou pedagógicas. Dos insuficientes passos dados no domínio dos mecanismos de apoio sócio-pedagógico e de orientação escolar e profissional. Do insucesso escolar e educativo.
<br />Estamos a falar da sobrecarga curricular e programática. E da indeterminação que subsiste ao nível do ensino secundário, com a falta de clarificação e de aperfeiçoamento das suas diversas vias, que se soma à questão da baixa frequência que continua a verificar-se no plano nacional.
<br />Estamos a falar da insuficiência do investimento público e da intervenção ao nível do ensino superior, que são indispensáveis para enfrentar a falta de condições e os problemas de qualidade existentes.
<br />Tem sido acidentalmente positiva a expansão que se regista na educação pré-escolar. Mas ainda aqui a grande novidade democratizadora, que foi a da gratuitidade da sua componente educativa, manda a verdade que se diga que ela foi da iniciativa da Assembleia da República - onde se destacou o papel dos deputados do PCP - que a impôs em lei apesar dos votos contrários do PS.
<br />E manda também a verdade que se diga - e se denuncie que o Governo não está a assegurar o cumprimento generalizado da gratuitidade da educação pré-escolar, nem a garantir a suficiente e rápida expansão da rede pública que a deve suportar.
<br />Quanto ao ensino superior, a promessa eleitoral do PS que proclamava a necessidade de "alcançar o melhor ensino para o maior número", não está de facto a ser concretizada. Em relação à lei do financiamento que o Governo fez aprovar, ela não só não garantiu o financiamento das instituições públicas, uma vez que a fórmula em que assenta não tem sido sequer respeitada, como reabriu a questão das propinas.
<br />Nós queremos daqui saudar os estudantes portugueses que há poucos dias comemoraram o seu dia levando a cabo uma importante Marcha, pelo contributo fundamental que a sua luta tem dado à causa da educação pública e de qualidade para todos.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><em><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >A esquerda que faz a diferença e a diferença que faz a esquerda</span></b></em><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >É cada vez mais necessária uma viragem à esquerda, nas mais diversas políticas. O PCP é a esquerda que faz a diferença e a diferença que faz a esquerda. Vamos ter duas importantes batalhas eleitorais que abrem essa possibilidade.
<br />O trabalho feito pelos deputados do PCP no Parlamento Europeu fala por si e é a mais forte garantia de que os interesses nacionais serão firmemente defendidos, e que será travada a luta por um novo rumo para a construção europeia, uma Europa de emprego com direitos, com «efectiva coesão económica e social», uma Europa aberta ao Terceiro Mundo e à cooperação.
<br />Em relação às legislativas é sabido que a AD mesmo antes de ter rompido não oferecia nenhum perigo. Por isso todos aqueles que querem uma viragem à esquerda têm no reforço da CDU e do PCP o meio mais seguro e mais certo.
<br />Estas eleições são uma oportunidade que não deve ser perdida de os jovens, com as suas ideias e a sua participação, contribuírem decisivamente com o seu voto para uma viragem à esquerda na sociedade portuguesa, que assegure mais e melhor democracia, mais justiça social e melhor ensino, mais respeito pela juventude e mais respeito por quem trabalha. Para que o voto da juventude ajude a cortar o passo aos que, como o PS e os partidos da direita, com mais ou menos demagogia social à mistura, de facto querem colocar a política e as instituições ao serviço dos grandes senhores do dinheiro, querem impor o primado do capital sobre o trabalho, querem converter Portugal num mero peão dos grandes interesses económicos que comandam a União Europeia.
<br />Aos que pregam que os políticos são todos iguais, para assim meterem todos os partidos no mesmo saco, promoverem o desinteresse e a abstenção, justificarem o conformismo, a passividade e a resignação perante as terríveis desigualdades e injustiças sociais deste País e deste mundo em que vivemos, nós dizemos claramente - Não! Na política não são todos iguais. Há os responsáveis pela política de direita que tem governado este país - o PS, o PSD e o CDS/PP - cuja orientação, cujo comportamento e cujas medidas estão na origem da brutal concentração de riqueza à custa da exploração do trabalho e do agravamento das desigualdades sociais e da dependência externa de Portugal, que dizem uma coisa na oposição e fazem o contrário no poder, que prometem tudo na hora das eleições e tudo esquecem no Governo, como muito bem sabem os jovens a quem prometem mundos e fundos e nada cumprem.
<br />Não, camaradas, em Portugal e no Mundo, os políticos e os partidos não são todos iguais. Em Portugal existe uma força, o PCP, que é diferente, que não tem um discurso para a juventude e para a sociedade e outro discurso nas instituições, que é coerente e é de esquerda nas palavras e nos actos.
<br />Estas eleições são, por tudo isto, uma oportunidade a não perder para chamar os jovens à participação, ao debate político e ao voto, em resumo a não abdicarem de, como cidadãos, participarem activamente na determinação do rumo, da política futura de Portugal e de participarem pela esquerda e connosco nesta caminhada!
<br />É grande a responsabilidade da JCP, dos jovens comunistas em, lado a lado com a juventude CDU e com o PCP, darem corpo e vencerem, nas duas eleições que temos pela frente, o desafio de se dirigirem ao coração e à inteligência dos jovens portugueses para lhes dizerem que não estão condenados a escolher entre a abstenção ou uma das duas faces da mesma moeda que são o PS e os partidos da ex-AD, que há uma força - o PCP e os seus aliados da CDU - que tem estado sempre com a juventude na defesa dos sues direitos e aspirações, mas que precisa da força do voto da juventude para acrescentar mais força ao seu combate na Assembleia da República e no Parlamento Europeu pelos direitos e aspirações da juventude, pela valorização e dignificação dos trabalhadores e do trabalho.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><b><i><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Perigosas revelações</span></i></b><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >O país tem vindo a assistir, cada vez mais preocupado, ao desenvolvimento dum escândalo de grandes proporções, envolvendo graves acusações de gestão danosa numa universidade privada, ligações internacionais política e criminalmente perigosas duma «loja maçónica» e financiamento ilegítimo e clientelar de determinados círculos políticos e financeiros.
<br />A ser verdade uma pequena parte do que tem sido dito, estamos perante uma situação particularmente grave em que se verificam no nosso país alguns dos traços mais perversos da economia neo-liberal de casino, com a infiltração de importantes actividades financeiras pelo branqueamento de capitais de origem criminosa e o respectivo controlo de áreas relevantes do poder mediático e político.
<br />O PCP, que de há muito vem chamando a atenção para os perigos duma situação deste tipo, particularmente facilitada pelo «regabofe» privatizador, e que ainda recentemente propôs a criação de um programa nacional de prevenção e combate do branqueamento de capitais, criminalização da economia e criminalidade organizada, está muito à vontade para afirmar e repetir convictamente: investigue-se, investigue-se tudo, até às últimas consequências.
<br />A crise que afecta gravemente várias instituições da área da justiça e da investigação criminal causa-nos, no PCP, profundas preocupações. Quando o ministro da Justiça julga publicamente o director-geral da Polícia Judiciária que ele próprio nomeou, ao mesmo tempo que com uma inabilidade completa vai alimentando novas e mais graves tensões e choques entre diferentes estruturas da área da justiça; quando se assiste a uma despudorada campanha de desinformação e aviltamento de instituições e pessoas, em que o próprio ministro apareceu envolvido; quando uma notória incapacidade de gestão traz para a praça pública situações em que o Ministério e o Governo são desautorizados e desacreditados; nós temos o direito e o dever de exigir respostas rápidas e transparentes e democráticas, que reponham a estabilidade, indispensável a um sector tão sensível como este.
<br />O que está em jogo é a defesa do Estado democrático, contra o crime organizado, seja quem for que nele esteja envolvido.
<br />O pano de fundo em que corre esta crise é a investigação do caso chamado da «Universidade Moderna». O Governo não pode continuar a deixar sem resposta questões essenciais. É o Governo que tem de esclarecer: qual o papel do SIS neste processo? As informações relevantes foram dadas ou não às autoridades judiciárias? O Governo tem de esclarecer: existe ou não vontade política para averiguar este caso até ao fim, assim como o da JAE, e o da EXPO? O Governo tem de esclarecer: foi ou não dado todo o apoio técnico e logístico, às autoridades competentes para a investigação? As carências não são afinal o sinal de uma falta de vontade política?
<br />Esta crise não se pode prolongar, e face a ela há duas questões centrais para o PCP. Primeiro: exigimos que as investigações sobre o caso da Moderna e outras, que envolvam branqueamento de dinheiro, corrupção, tráfico de droga ou outros graves crimes, sejam aceleradas e levadas às últimas consequências. Esta crise, mesmo grave como é, não pode nunca servir de justificação para qualquer paralisia ou atraso nessas investigações!
<br />Segundo: face à incapacidade do Ministério da Justiça, exigimos que o primeiro-ministro assuma as suas responsabilidades e as do Governo nesta grave situação. E apelamos à intervenção do senhor Presidente da República, cujo papel na estabilização deste sector, se mostra hoje necessário e indispensável.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><b><i><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >A questão da toxicodependência</span></i></b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" > </span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >As questões relativas à toxicodependência e às forças armadas têm sido objecto de vivos debates e polémicas entre a juventude, o que é natural e não deve criar crispações por aqui e ali se manifestarem opiniões diferenciadas ou até contrastantes. São questões complexas que exigem debate, reflexão e capacidade para ouvir os outros.
<br />Creio mesmo que quer em relação ao direito à diferença e às questões da homossexualidade, às uniões de facto, à abordagem da toxicodependência, às drogas leves e às forças armadas não se deve esperar por um próximo congresso para se aprofundar estas questões e as posições da JCP.
<br />O consumo de drogas, o esquecido «inimigo público número um» do Eng. Guterres, tem-se expandido e mantém-se como uma doença endémica que atinge níveis de gravidade muito superior aos dos outros países comunitários.
<br />Houve, é certo, avanços limitados no que respeita à rede de tratamento da toxicodependência, mas ficam-se a dever, em grande medida, à luta, à proposta, à intervenção e ao voto dos comunistas, porque, quanto ao resto, a política do Governo tem-se ficado muito pelo «show off» eleitoralista que, tudo o indica, se vai multiplicar nos próximos meses.
<br />Mas do que o país e em primeiro lugar a juventude precisam, nesta matéria, não é de eleitoralismo e de marketing político. Do que o país precisa é duma abordagem e intervenção séria em relação às causas sociais da toxicodependência, do insucesso escolar, do desemprego, da ocupação dos tempos livres e do apoio à juventude.
<br />Do que o país precisa é duma efectiva prevenção da toxicodependência em meio escolar, nomeadamente pela via curricular, sobre a qual o Governo faz ouvidos de mercador às propostas do PCP.
<br />Do que o país precisa é de uma rede para redução de riscos e tratamento de toxicodependentes, incluindo comunidades terapêuticas, no sistema prisional, que altere radicalmente uma situação que, condena tantos jovens detidos ao contágio das mais graves doenças do nosso século e muitas vezes à morte.
<br />Do que o país precisa, duma vez por todas, é de acabar com as penas de prisão por simples consumo de drogas e de optar definitivamente pelo entendimento de que a toxicodependência é uma doença a prevenir e tratar e não um assunto do foro criminal.
<br />Do que o país precisa é de uma consistente e persistente vontade política para enfrentar a toxicodependência em toda a sua gravidade e não de mistificações, como se fosse possível inverter uma situação desta gravidade com recurso a expedientes e passes de mágica eleitoralistas.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><em><b><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >As Forças Armadas</span></b></em><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Quanto às forças armadas entendemos que também aqui é necessário outra política. A política deste Governo tem vindo a aumentar as dificuldades.
<br />A primeira dificuldade é desde logo o ministro da Defesa. Um ministro que foi de Salazar e agora é de Guterres, que mandou os gorilas para as universidades vigiar os estudantes e que agora é acusado de mandar vigiar chefias militares e cuja actuação tem contribuído para a descredibilização das Forças Armadas e do próprio Estado democrático.
<br />Um Governo que optou pela aquisição de armamentos que custam milhões de contos mas que pretende aplicar, também aqui, os seus critérios neoliberais, com a espantosa ideia de adquirir submarinos <st1:personname productid="em leasing.Um Governo" st="on">em leasing.
<br /> Um Governo</st1:personname> que teima em não reconhecer o associativismo sócio-profissional dos militares.
<br />Um Governo que não deu uma só resposta concreta para os graves problemas com que se defrontam milhares de jovens em regime de contracto e voluntariado. Onde estão as unidades de inserção na vida activa? Onde está a formação e a certificação profissional?
<br />Um Governo que na via adoptada pelo PSD, anunciou aos quatro ventos a extinção do Serviço Militar Obrigatório (SMO) em tempo de paz, criando depois uma situação que não serve nem para os jovens, nem para as Forças Armadas.
<br />Esta é uma questão que exige aprofundamento sem delongas na JCP e também no PCP, nomeadamente em relação à substituição do SMO por um pequeno espaço de tempo, uma semana ou duas semanas, de contacto dos jovens com as Forças Armadas, num quadro ético e de valores de defesa da soberania nacional.
<br />Para o PCP também não há lógicas internacionais que se sobreponham aos objectivos e missões constitucionalmente atribuídas às nossas Forças Armadas, à consideração dos nossos interesses e opções próprias. E isto é tanto mais importante, quando se aproxima a data da comemoração dos 50 anos da NATO, uma NATO que se afirma cada vez mais como bloco político-militar global e que se prepara para alterar o seu estatuto para poder intervir militarmente quando, como e onde quiser.
<br />Não é uma lógica de blocos que serve a paz, o desenvolvimento e o progresso dos povos. O que serve os povos é uma lógica de cooperação para o desenvolvimento. Uma lógica que combata as desigualdades, a xenofobia, o racismo, o desemprego.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >
<br /></span><strong><i><span style=";font-family:Arial;font-size:13;" >O projecto do PCP</span></i></strong><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Neste fim de século por mais que os sacerdotes do neo-liberalismo enalteçam as virtudes do «modelo americano», como ainda há dias o fizeram alguns cretinos da OCDE, o que mais sólido pode sustentar o futuro da humanidade e o avanço da civilização, não é o capitalismo, mas o socialismo assente num projecto renovado e enriquecido, construído pela acção, intervenção e criatividade dos trabalhadores e dos povos, que acolha o melhor do património já conquistado e aberto para as novidades que o devir histórico seguramente trará.
<br />Um projecto que naturalmente não pode esquecer a derrota do socialismo a Leste que não é a derrota do ideal comunista e que, no essencial, não se explica por erros, desvios, deformações, perversões, crimes e traições, que também os houve, bem como a infiltração e minagem por parte dos serviços secretos e das forças imperialistas.
<br />Um projecto que não pode esquecer que a derrota do socialismo a Leste - sem apagar as realizações positivas, tem no seu cerne um «modelo» que herdou conceitos e práticas estalinistas e que se traduziu num poder fortemente centralizado, em que o poder popular efectivo foi substituído por um poder arbitrário, repressivo, paternalista, afastado das aspirações, opiniões e vontade do povo; com graves entorses e limitações à democracia política, quer no que diz respeito ao exercício do poder, quer no que respeita às liberdades e direitos dos cidadãos, à verdade e democraticidade das eleições, ao respeito pelo valor e intervenção do indivíduo e à opinião diversificada; com uma excessiva centralização da propriedade estatal e a violação do princípio de cada um segundo as suas capacidades, a cada um segundo o seu trabalho; com a vida interna democrática dos Partidos Comunistas em muitos países abafada, substituída por um centralismo burocrático e um sistema de imposições administrativas das decisões. Com a teoria frequentemente dogmatizada e instrumentalizada para justificar práticas aberrantes ou especulações desligadas da análise concreta das situações concretas conduzindo à sua vulgarização apologética.
<br />O PCP rejeita tudo isto, rejeita este «modelo» que comprometeu e conduziu à derrota a construção da sociedade socialista e que se afastou dos princípios e do ideal do socialismo e do comunismo. </span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><b><i><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >A democracia e a liberdade em primeiro lugar</span></i></b><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >E é importante que se reafirme hoje e aqui neste Congresso da JCP para que não haja dúvidas ou suspeições sobre o que o PCP efectivamente quer, sobre o que é que o PCP efectivamente defende.
<br />No nosso projecto de construção da sociedade socialista, a democracia política tem um valor intrínseco, as liberdades e os direitos dos cidadãos são valores integrantes do sistema que devem ser inteiramente assegurados, no quadro do Estado de direito socialista.
<br />A democracia que queremos e defendemos é uma democracia que na sua interdependência, seja política, económica, social e cultural. Nós não opomos os direitos civis e políticos aos direitos económicos e sociais. Não há efectivos direitos económicos e sociais, sem direitos políticos, sem instituições políticas democráticas, como não há protecção e valorização da dignidade humana, nem aprofundamento da democracia, na exploração, na alienação, na pobreza, no analfabetismo, no desemprego.
<br />Os direitos políticos e civis são indissociáveis dos direitos económicos e sociais e inscrevem-se na luta pela emancipação humana, na luta pela conquista e consolidação de novos direitos, como o direito a viver em ambiente saudável, em paz e segurança, no respeito pela vida privada, à intervenção em igualdade entre homens e mulheres, aos direitos dos trabalhadores nas empresas. </span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><b><i><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Novos factores de explosão com a crise financeira </span></i></b><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >É também importante que isto seja reafirmado aqui, em ano do aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem e numa época em que a «globalização» se traduz não no desenvolvimento harmonioso e no bem-estar dos povos, mas sim na pobreza maciça e no desemprego estrutural em todo o planeta.
<br />A crise financeira e económica capitalista que atinge 50 por cento da economia global já liquidou 24 milhões de empregos na Ásia e no Leste, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Aproveitando-se da crise o imperialismo americano já impôs aos países asiáticos e outros (95 por cento do mercado financeiro) a livre circulação dos actores financeiros. Depois da livre circulação de capitais temos agora a partir deste mês de forma progressiva a livre circulação e implantação de bancos estrangeiros nos mercados financeiros nacionais! É a livre rapina de recursos a nível planetário.
<br />Mas a especulação financeira e bolsista e a redução do nível de consumo das massas populares está a engendrar novas contradições e novos factores de explosão da nova crise. É um absurdo que o emprego e o futuro de milhões de seres humanos estejam dependentes do que possa acontecer à bolha de Wall Street em que muitos economistas estimam que, se esta rebentar, será muito mais grave que a precedente crise, porque ela levará à crise do dólar e do sistema monetário internacional.
<br />É um absurdo que à beira do século XXI o anúncio (downsizing) de despedimentos de grandes empresas (e no nosso país já aconteceu com a EDP) leve ao aumento das cotações bolsistas.
<br />É um absurdo que um cidadão para vir a ter uma reforma digna tenha de recorrer em muitos países aos fundos de pensões cujos gestores podem a qualquer momento nomear para a sua empresa um presidente que eliminará o seu posto de trabalho em nome da racionalização, de mais lucro, isto é do aumento das cotações dos investidores do fundo.
<br />É um absurdo que um especulador bolsista ganhe numa noite dormindo, mais que duas ou três gerações de trabalhadores em toda a sua vida. É o neo-liberalismo à escala global.
<br />O mercado financeiro sem fronteiras quer colocar cada vez mais os Estados com economias frágeis dependentes da boa vontade dos investidores que exigem sempre mais e mais benefícios, obrigando à competição entre países, na descida dos impostos, na diminuição das contribuições sociais, na flexibilização do mercado de trabalho.
<br />É a lógica dos mercados financeiros como os donos e senhores da democracia, como os escrutinadores das políticas, como os juízes do universo exercendo uma verdadeira tutela sobre os povos e as decisões nacionais.
<br />Por isso à beira do século XXI nós continuaremos a luta com cada vez mais determinação defendendo o património histórico de direitos duramente alcançados pela luta dos trabalhadores e dos povos ao longo deste século e combatendo aqueles que querem que os direitos dos cidadãos e dos trabalhadores sejam reconduzidos ao nível do princípio do século XX.
<br />À beira do século XXI, nós comunistas portugueses, homens, mulheres e jovens pertencentes aos generosos colectivos, do PCP e da JCP, tudo faremos para não matar a esperança e o futuro da humanidade numa suposta eternidade do capitalismo, lutando pela sua superação pela construção de uma nova sociedade liberta da exploração do homem pelo homem, por uma sociedade onde o livre desenvolvimento de cada um seja a condição do livre desenvolvimento de todos.</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;color:red;" >_____</span><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;color:red;" >
<br /></span><strong><span style=";font-family:Arial;color:red;" >O bombardeamento da Jugoslávia</span></strong><o:p></o:p></p> <p style="text-align: center;" align="center"><span style=";font-family:Arial;font-size:10;" >Chamamos vivamente a atenção de todos os portugueses, e especialmente dos jovens, para um facto da maior gravidade e que não pode deixar de causar uma funda indignação. É que é pela mão e debaixo das ordens de um governo do PS que, pela primeira vez depois do 25 de Abril de 1974, que nos trouxe a paz, militares portugueses são directamente envolvidos numa agressão militar contra um Estado soberano.
<br />E que é, no momento em que os socialistas governam 13 dos 15 países na União Europeia, que a Europa bate todos os recordes de submissão e servilismo perante os EUA e que, pela primeira vez, desde o fim da II guerra mundial há 54 anos, a guerra entre Estados volta ao continente europeu e volta pelas decisões e armas da NATO, com o que fica definitivamente claro porque é que se quer manter a NATO depois de, segundo tanto proclamam, a «guerra fria já ter acabado».
<br />Nós desejamos vivamente que nada aconteça aos militares portugueses que o Governo do PS empurrou para a agressão contra a Jugoslávia. Mas não se pense que este nosso desejo pode implicar qualquer alinhamento nosso com o indecente comportamento do Governo que se tornou escandalosamente cúmplice de uma patente violação do direito internacional, e sem qualquer cobertura da ONU.
<br />E também levantamos a nossa voz contra a circunstância, reveladora de um insolente desrespeito pelo povo português e pelas instituições democráticas que resulta de o Governo ter envolvido Portugal nesta operação sem qualquer debate na AR ou consulta a este órgão de soberania, sem qualquer exposição formal e detalhada ao país dos fundamentos da sua atitude.
<br />A verdade é que o PS enche a boca de transparência e democracia mas depois vai ao ponto de ligar Portugal a verdadeiras acções de guerra como se tratasse de administração corrente ou de um assunto sem qualquer importância.
<br />Pela nossa parte, reiteramos a nossa forte reclamação do fim imediato dos bombardeamentos da Jugoslávia que, além do mais, não oferecem qualquer perspectiva de solução dos problemas políticos efectivamente existentes e só podem desestabilizar perigosamente toda a região balcânica, causar escusados sofrimentos às populações e pôr em causa uma solução política. </span><o:p></o:p></p> </td> </tr> </tbody></table> </div> <div class="MsoNormal"> <hr style="width: 131.25pt;" size="1" width="175" align="left" color="#a7a6aa" noshade="noshade"> </div> <p class="MsoNormal"><span style=";font-family:Arial;font-size:7;" >«Avante!» Nº 1322 - 1.Abril.1999</span></p> <div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5553008512806376809-6375426015144710117?l=amsfhar.blogspot.com'/></div>EDMUR GUTIERREZhttp://www.blogger.com/profile/12024162230647375294egnngutierrez@hotmail.com0tag:blogger.com,1999:blog-5553008512806376809.post-78714700408869462572007-11-26T00:23:00.000-08:002007-11-26T00:34:36.423-08:00TODOS OS MENSALEIROS PAGARÃO!...ALI BABÁ E OS 4O LADRÕES...?...<br /><br />QUEM SÃO ELES?...<br /><br />ONDE ESTÃO DENUNCIADOS?...<br /><br />QUEM IRÁ PRENDE-LOS?...<br /><br />ONDE ESTÃO OS RECURSOS ROUBADOS?...<br /><br />DEPUTADO FEDERAL (DESDE O MILITARISMO) RESPONDE, INDIRETAMENTE?...<br /><br />PORQUE AUTORIDADES RELUTAM EM ESQUIVAR-SE?...<br /><br />QUAL A CAUSA E EFEITO DE CONDENAR ALI BABÁ E O 40 LADRÃOS?...<br /><br />ISSO É EXCLUSIDADE NACIONAL OU VESLUMBRA NO CENÁRIO INTERNACIONAL?...<br /><br /><br /><br />Comentários<br /><a href="http://conjur.estadao.com.br/static/text/61471,1">São Paulo reserva R$ 2 milhões por mês para precatórios</a><br /><a href="http://conjur.estadao.com.br/static/comment/#null">Imprimir</a> <a href="http://conjur.estadao.com.br/dinamic/text/comment.php?text_id=61471">Comentar</a><br />Edy (Consultor 21/11/2007 - 21:27<br />Conseguem os humanos governar a si mesmos?Quando Deus criou os humanos, deu-lhes autoridade sobre o reino animal. (Gênesis 1:26) Mas a humanidade estava sob a soberania de Deus. O primeiro homem e a primeira mulher deviam confirmar sua submissão a Deus por abster-se obedientemente do fruto de determinada árvore, a “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau”. (Gênesis 2:17) Lamentavelmente, Adão e Eva abusaram do seu livre- arbítrio e desobedeceram a Deus. Apanhar o fruto proibido não era apenas furto. Era rebelião contra a soberania de Deus. Uma nota ao pé da página em Gênesis 2:17, em A Bíblia de Jerusalém, declara que Adão e Eva reivindicaram a “autonomia moral pela qual o homem nega seu estado de criatura. O primeiro pecado foi um atentado à soberania de Deus”.Por causa das sérias questões morais envolvidas, Deus permitiu que Adão e Eva, bem como seus descendentes, escolhessem seu próprio modo de vida, e eles estabeleceram suas próprias normas quanto ao certo e ao errado. (Salmo 147:19, 20; Romanos 2:14) Essencialmente, foi então que começou a experiência humana com a autodeterminação. Foi bem-sucedida? Depois de milhares de anos de história, podemos dizer que não! Eclesiastes 8:9 declara: “Homem tem dominado homem para seu prejuízo.” Este lamentável registro do governo humano confirma a veracidade de Jeremias 10:23: “Bem sei, ó Jeová, que não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” A História provou que os humanos não têm a capacidade de governar com bom êxito sem o seu Criador.Jesus concordou com isso plenamente. Ele rejeitou a idéia de ser independente de Deus. “Não faço nada de minha própria iniciativa”, disse ele. “Faço sempre as coisas que lhe agradam [i.e.: a Deus].” (João 4:34; 8:28, 29) Portanto, não tendo autorização divina para receber dos humanos um reinado, Jesus nem cogitou aceitá-lo. No entanto, isto não significava que relutava em ajudar seu próximo. Ao contrário, fazia tudo ao seu alcance para ajudar as pessoas a serem mais felizes naquele tempo e no futuro. Até mesmo deu a sua vida a favor da humanidade. (Mateus 5:3-11; 7:24-27; João 3:16) Mas Jesus sabia que “para tudo há um tempo determinado”, inclusive o tempo de Deus fazer valer sua soberania sobre a humanidade. (Eclesiastes 3:1; Mateus 24:14, 21, 22, 36-39) No entanto, lembre-se de que, no Éden, nossos pais originais se sujeitaram à vontade duma criatura espiritual iníqua, que falou por meio duma serpente visível. Isto nos leva ao segundo motivo de Jesus não se envolver na política.O governante secreto do mundoA Bíblia nos diz que Satanás ofereceu a Jesus “todos os reinos do mundo e a glória deles” em troca de um ato de adoração. (Mateus 4:8-10) Em essência, ofereceu-se a Jesus o governo do mundo, mas nos termos do Diabo. Jesus não se deixou levar por esta tentação. No entanto, era mesmo uma tentação? Podia Satanás realmente fazer uma oferta tão grandiosa assim? Podia, porque o próprio Jesus chamou o Diabo de “governante do mundo”, e o apóstolo Paulo o descreveu como “o deus deste sistema de coisas”. — João 14:30; 2 Coríntios 4:4; Efésios 6:12.<br />luiz P. Carlos (((ô"ô))) (Comerciante 20/11/2007 - 08:26<br />MENSALÃO – ORIGEM DOS RECURSOS.09.08.2005 - OPINIÃO DO ELEITOR.Precatórios e Títulos da Divida Externa é matéria do Supremo Tribunal Federal.CVM, Bco. Central, Fundos de Pensão e Presidência da Republica também são.Senado, Câmara Federal e Deputados fazem parte deste foro privilegiado.Só a Policia Federal poderá investigar tais Entidades e Pessoas “se” o STF autorizar.Por que o esquema do mensalão não caiu e nem vai cair...O PRESIDENTE esta protegido pelo STF que expedem Hábeas Corpus a depoentes na CPMI.O fiador do mensalão é o Executivo, com aval do Bco. Central, Fundos de Pensão e CVM.A fonte dos recursos são Títulos da Divida Externa (TDE) e Precatórios (IN VALORE). É um esquema Político de corrupção Nacional coagindo e cooptando empresários temerosos. Tem haver com os Poderes da República como um todo, vinculados ao Mercado de Capitais.- Então como funciona, quem comanda, quem da sustentação e quem são os beneficiários (?).O doleiro promove a captação de Títulos (TDE) e PRECATORIOS direcionando aos credores.Credores são Fundos de Pensão e os Bancos, que compram ou permutam os Títulos. Compram com deságio, permutam via privatizações ou supostos recursos de campanha, etc. Posteriormente o Titulo é super avaliado e resgatado com ágio pelos operadores do governo.O resgate via leilões em sintonia com credores combinados e monitorados pelo esquema.Acabando os títulos decreta novo débito - impagável.(Ex.devolver impostos a contribuintes) Gerando novos precatórios que serão resgatados com deságio, abastecendo o esquema. Daí não haver Fiador com lastro; os Títulos,TDE e Precatórios são as garantias, a fiança.O Executivo reconhece. O Legislativo endossa. O judiciário garante.Assim sendo se limpa o dinheiro se justifica a origem e o destino “sem levantar suspeitas”.Havendo impasses de ordem fiscal e tributaria imediatamente é acionado a CVM e o BC.Havendo litígios de ordem Jurídica ao tribunal competente para dirimir, o STF.Ambos se acionados, viabilizam e dão legitimidade na “forma da Lei” as operações.Daí eles não quebrarem o sigilo dos Bancos e Fundos de Pensão (Captadores).Daí eles não autorizarem as buscas no Banco Central (Certificadores e Expedidores).Daí o silêncio comprometedor da CVM (Órgão Fiscalizador).Daí a declaração purgatória do STF quando inquirido pela Policia Federal em Brasília...- Se abrirmos os computadores dos Fundos e do Banco Central o País vai ficar ingovernável...!- Ingovernável...? - Claro...! - Sem Poder Judiciário não há nação que se sustente.Ainda que se mude o Presidente...!Luiz Pereira Carlos.Rio de Janeiro – Brasil.*****************************************************************************De: Dep. Delfim Netto Para: Luiz Pereira Carlos Recebido: 11/08/05 10h28min Assunto: RES: MENSALÃO - ORIGEM DOS RECURSOS.Caro Senhor Luiz Pereira Carlos,"Si non è vero, è bene trovato".Cordialmente,Antonio Delfim Netto<br />luiz P. Carlos (((ô"ô))) (Comerciante 20/11/2007 - 08:26<br />MENSALÃO – ORIGEM DOS RECURSOS.09.08.2005 - OPINIÃO DO ELEITOR.Precatórios e Títulos da Divida Externa é matéria do Supremo Tribunal Federal.CVM, Bco. Central, Fundos de Pensão e Presidência da Republica também são.Senado, Câmara Federal e Deputados fazem parte deste foro privilegiado.Só a Policia Federal poderá investigar tais Entidades e Pessoas “se” o STF autorizar.Por que o esquema do mensalão não caiu e nem vai cair...O PRESIDENTE esta protegido pelo STF que expedem Hábeas Corpus a depoentes na CPMI.O fiador do mensalão é o Executivo, com aval do Bco. Central, Fundos de Pensão e CVM.A fonte dos recursos são Títulos da Divida Externa (TDE) e Precatórios (IN VALORE). É um esquema Político de corrupção Nacional coagindo e cooptando empresários temerosos. Tem haver com os Poderes da República como um todo, vinculados ao Mercado de Capitais.- Então como funciona, quem comanda, quem da sustentação e quem são os beneficiários (?).O doleiro promove a captação de Títulos (TDE) e PRECATORIOS direcionando aos credores.Credores são Fundos de Pensão e os Bancos, que compram ou permutam os Títulos. Compram com deságio, permutam via privatizações ou supostos recursos de campanha, etc. Posteriormente o Titulo é super avaliado e resgatado com ágio pelos operadores do governo.O resgate via leilões em sintonia com credores combinados e monitorados pelo esquema.Acabando os títulos decreta novo débito - impagável.(Ex.devolver impostos a contribuintes) Gerando novos precatórios que serão resgatados com deságio, abastecendo o esquema. Daí não haver Fiador com lastro; os Títulos,TDE e Precatórios são as garantias, a fiança.O Executivo reconhece. O Legislativo endossa. O judiciário garante.Assim sendo se limpa o dinheiro se justifica a origem e o destino “sem levantar suspeitas”.Havendo impasses de ordem fiscal e tributaria imediatamente é acionado a CVM e o BC.Havendo litígios de ordem Jurídica ao tribunal competente para dirimir, o STF.Ambos se acionados, viabilizam e dão legitimidade na “forma da Lei” as operações.Daí eles não quebrarem o sigilo dos Bancos e Fundos de Pensão (Captadores).Daí eles não autorizarem as buscas no Banco Central (Certificadores e Expedidores).Daí o silêncio comprometedor da CVM (Órgão Fiscalizador).Daí a declaração purgatória do STF quando inquirido pela Policia Federal em Brasília...- Se abrirmos os computadores dos Fundos e do Banco Central o País vai ficar ingovernável...!- Ingovernável...? - Claro...! - Sem Poder Judiciário não há nação que se sustente.Ainda que se mude o Presidente...!Luiz Pereira Carlos.Rio de Janeiro – Brasil.*****************************************************************************De: Dep. Delfim Netto Para: Luiz Pereira Carlos Recebido: 11/08/05 10h28min Assunto: RES: MENSALÃO - ORIGEM DOS RECURSOS.Caro Senhor Luiz Pereira Carlos,"Si non è vero, è bene trovato".Cordialmente,Antonio Delfim Netto<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5553008512806376809-7871470040886946257?l=amsfhar.blogspot.com'/></div>EDMUR GUTIERREZhttp://www.blogger.com/profile/12024162230647375294egnngutierrez@hotmail.com0