tag:blogger.com,1999:blog-51517132009-07-11T18:25:01.003+01:00TEORIAS DA COMUNICAÇÃORogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comBlogger91125tag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1093287404785010162004-08-15T19:55:00.001+01:002009-07-11T18:21:31.806+01:00LEIAM-ME EM INDÚSTRIAS CULTURAIS.OS TEMAS DESTE BLOGUE CONTINUAM LÁ.Este blogue - que foi de apoio às aulas de Teorias da Comunicação, na Universidade Católica Portuguesa - não terá continuidade. Mas continuo a produzir no blogue Indústrias Culturais.Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1084350975036594712004-05-12T09:30:00.000+01:002004-05-12T09:37:56.573+01:00EM DEFESA DO MUSEU DA RÁDIO Após 12 anos aberto ao público, o Museu da Rádio ameaça fechar as portas, com o seu acervo a ser integrado no Museu das Comunicações - conforme notícia publicada no dia 1 de Maio último no jornal Público. Porque o assunto é para ser levado a sério, e apesar de não se saber mais do que aquilo que saíu no jornal, os blogues mais ligados à rádio têm multiplicado as suas Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1074549390115500432004-01-19T21:56:00.000Z2004-01-19T21:59:51.233ZHIBERNAÇÃO DO WEBLOG Agora que o semestre está a terminar e eu dei notas às(aos) alunas(os) - faltando ainda as dos que vão a exame no dia 30 - este weblog entra de férias. Mas continuarei a escrever, sempre que puder, no meu outro weblog, Indústrias culturais.Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1073778027765364392004-01-10T23:40:00.000Z2004-01-11T10:35:19.263ZNo weblog Site das Teorias, foram colocados quatro textos, sobre Roland Barthes (mais Adriano Duarte Rodrigues), sobre Beck, Bennet e Wall, e sobre Martin-Barbero, de apoio às leituras a fazer para o teste. Aos alunos(as) Carla Nunes, Rodrigo Atalaia/Sara Soares, Gonçalo Caldas/Marta Frade/Maria João Silva e Oriana Martinho o meu obrigado. E também à Inês Marques.Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1073647991509795582004-01-09T11:33:00.000Z2004-01-10T12:53:21.153ZARTIGO DE JEAN CHALABY O jornalismo como invenção anglo-americana: comparação entre o desenvolvimento do jornalismo francês e anglo-americano, 1830-1920 é um notável artigo de Jean Chalaby, inicialmente publicado na revista European Journal of Communication (1996) e agora editado na revista Media & Jornalismo, nº 3, Outono/Inverno de 2003, do CIMJ. Sobre o texto de Jean Chalaby, professor da Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1073598320893750142004-01-08T21:45:00.000Z2004-01-14T18:27:26.936ZTEXTOS PARA O TESTE de 12.1.2004 Para além da leitura do livro de Michèle e Armand Mattelart, dos textos inseridos no weblog e na sebenta teórica sobre as matérias estudadas, aconselho a leitura dos textos das sebentas práticas: Semiótica Barthes, Elementos de semiologia, na totalidade Beck, Bennett e Wall, Communications studies, pontos 2 e 3 (excluir pontos 4 e 5) Jornalismo David Manning Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1073220918526414592004-01-04T12:55:00.000Z2004-01-08T21:42:10.826ZTELENOVELAS E ESTUDOS DA RECEPÇÃO EM VERÓNICA POLICARPO E ISABEL FERIN Em tese de mestrado defendida na Universidade de Coimbra, em 2001, Verónica Policarpo debruça-se sobre o universo da recepção da telenovela enquanto expressão de valores e representações de determinados grupos sociais. O título da tese é Telenovela brasileira: apropriação, género e trajectória familiar . Para a autora, a Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1073131001700532932004-01-03T11:56:00.000Z2004-01-03T12:25:54.966ZCULTURAL STUDIES [tema da aula de 5.1.2004] No livro por si organizado, MacKay (1997: 1) apresenta-nos um modelo de consumo cultural, integrado num circuito cultural (du Gay et al., 1997). Esse modelo aplica-se às práticas da vida quotidiana, onde se identifica a variedade de locais que se podem explorar enquanto processos culturais. Os elementos do circuito cultural são cinco: consumo, produção,Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1069701739071950292003-11-24T19:22:00.000Z2003-12-28T22:09:13.513ZMCLUHAN Para complementar a aula de hoje, recomendo a leitura do livro de Kattan, Baudrillard, Morin, Riesman, Nairn e Cohn, Analisis de Marshall McLuhan, editado por Tiempo Contemporaneo, de Buenos Aires, em 1972, existente na Biblioteca João Paulo II [em especial o primeiro capítulo]. Devem ler também o meu texto editado na sebenta de aulas teóricas (escola canadiana de comunicação; Marshall Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1069063640147514202003-11-17T10:07:00.000Z2003-12-28T22:13:31.750ZSOCIOLOGIA DO JORNALISMO (aula teórica de 10 de Novembro). BASES. Assente em: (1) recolha de informação, (2) predominância do discurso da objectividade, (3) atenção às informações económicas do mercado, (4) estatuto da imprensa como actividade empresarial, (5) trabalho assalariado. Campo jornalístico: (1) jornais estabelecidos versus outsiders que precisam de construir uma imagem, (2) Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1068898414802663092003-11-15T12:13:00.001Z2003-11-15T12:14:04.873ZDISTRIBUIÇÃO DE GRUPOS PARA TEXTOS DE AULAS PRÁTICAS (ACTUALIZAÇÃO) - TURMA 2. Grupo 1: Filipa Campelo/Carolina Silva/Marta Lopes. Grupo 2: Pedro Vintém/Sujit Tulcidas/Mariana Coxilha. Grupo 3: Joana Almeida/José Almeida. Grupo 3A: Joana Henriques/Joana Monteiro. Grupo 4: Irina Mavjee/Sofia Costa. Grupo 4A: Pedro Rodrigues/João Barros. Grupo 5: Paulo Ferreira/Agostinho Faria/Ana Rós. Grupo 5A: Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1068898387620233372003-11-15T12:13:00.000Z2003-11-15T12:13:37.700ZDISTRIBUIÇÃO DE GRUPOS PARA TEXTOS DE AULAS PRÁTICAS (ACTUALIZAÇÃO) - TURMA 1. Grupo 1: Gonçalo Correia/Alfredo Costa/Carlos Martins. Grupo 2: Inês Marques/Paulo Duarte/Jorge Gouveia. Grupo 3: Luís Silva/Tiago Trovão. Grupo 4: Cristina Figueira/Catarina Monteiro/Bernardo Cruz. Grupo 5: Sílvia Rosa/Joana Napoleão/Inês Romba. Grupo 5A: Teresa Alfacinha. Grupo 6: Joana Pimentel/Pedro Resendes/Marta Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1068897495464871462003-11-15T11:58:00.000Z2003-12-28T22:18:20.686ZSEMIÓTICA Porque considero importante a inclusão desta ciência no domínio das teorias da comunicação (e da análise sobre as práticas da comunicação), incluo aqui os elementos principais dos textos estudados na aula, pertencentes a Adriano Duarte Rodrigues (1991) e Roland Barthes (1981) – e que completam os posts já colocados sobre esta matéria. Uma aplicação prática é o estudo das primeiras Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067690860667225892003-11-01T12:47:00.000Z2003-11-01T12:57:54.920ZKLAPPER (II). [Recupero este texto, inicialmente colocado no weblog em 29.3.2003, disponibilizado na sebenta de textos teóricos, e que complementa o texto aqui colocado ontem]. Joseph Thomas Klapper nasceu em Nova Iorque (1917) e ensinou na Universidade de Columbia. Foi membro de vários institutos de investigação em comunicação de massa. A sua obra principal tem o título The Effects of Mass Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067595505898491952003-10-31T10:18:00.000Z2003-11-01T12:53:26.873ZKLAPPER (I). O que se propõe estudar Klapper? Estudar os efeitos da comunicação de massa, pondo de lado a teoria dos efeitos ilimitados. Mas reconhece o pessimismo em desenvolver a sua teoria (p. 162). O pessimismo deriva do facto de, em muitos estudos, não haver uma resposta definitiva a perguntas como: os media geram violência? Os media elevam ou não o gosto do público? E refere uma conclusão Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067449582450577882003-10-29T17:46:00.000Z2003-10-29T17:46:31.140ZA SEMIÓTICA EM PIERRE LÉVY. Para Lévy, os signos evocam "coisas ausentes" mas também, e especialmente, cenas, intrigas, séries completas de acontecimentos interligados (p. 70). Sem uma linguagem não se poderia contar uma história (ou estória?) ou colocar uma questão. A linguagem é um poder. Ela não é apenas o francês, o inglês ou o português, é também a linguagem visual ou plástica, a musical, a Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067449520699204322003-10-29T17:45:00.000Z2003-10-29T17:45:28.403ZA TEORIA DA INFORMAÇÃO EM MÁRIO MESQUITA. Em entrevista recente, Mário Mesquita referiu-se à abundância da informação: "O que se torna difícil para o cidadão comum é distinguir aquilo que é a informação relevante daquilo que é, por assim dizer, ruído. E, naturalmente, aquilo que para uns é ruído, para outros é informação, e mesmo a capacidade de descodificar essa informação também é variável, Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067448138279360432003-10-29T17:22:00.000Z2003-10-29T17:22:26.280ZA TEORIA MATEMÁTICA DA COMUNICAÇÃO EM PIERRE LÉVY. Trata-se de uma teoria em que a informação é um acontecimento que provoca uma redução da incerteza (p. 54). Por exemplo, a ocorrência da letra de um texto traz uma informação, mesmo que improvável. Para Lévy, a informação está ligada a uma probabilidade subjectiva de ocorrência, pois um facto totalmente previsível nada nos diz ao passo que um Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067446937466302682003-10-29T17:02:00.000Z2003-10-29T17:11:46.873ZMASSA, PÚBLICO E PROPAGANDA (reformulação de textos anteriores). Massa. Para José Ortega y Gasset, em A rebelião das massas, a massificação resulta da eliminação das características que diferenciam o homem e os grupos. Massa é todo aquele que não se valoriza a si mesmo, que se sente como toda a gente e não fica angustiado. Trata-se de um conceito elaborado entre as duas guerras mundiais, Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067290845337671802003-10-27T21:40:00.000Z2003-10-27T21:47:48.216ZCHARLES SANDERS PEIRCE (Écrits sur le signe, 1978: 147-165). Para Peirce (1839-1914), um signo ou representante é o primeiro elemento de uma relação triádica que estabelece ligação a um segundo elemento chamado objecto e que pode determinar um terceiro elemento chamado interpretante, que também se relaciona com o objecto. Os signos dividem-se em ícones, índices e símbolos. Um ícone é um Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067289070074214752003-10-27T21:11:00.000Z2003-10-27T21:13:44.530ZROLAND BARTHES. Uma figura destacada da semiologia foi Roland Barthes (1915-1980). Num texto chamado Elementos de semiologia (1981), editado inicialmente em 1964, Barthes definiu a semiologia como tendo “por objecto qualquer sistema de signos, sejam quais forem a sua substância ou os seus limites: as imagens, os gestos, os sons melódicos, os objectos e os complexos dessas substâncias que Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067289030224777542003-10-27T21:10:00.000Z2003-10-27T21:11:39.873ZSEMIÓTICA. Enquanto teoria, a semiótica realça a comunicação como geradora de significação. Com ela, constitui-se um novo conjunto de conceitos: signo, significação, ícone, índice, denotação, conotação, paradigma, sintagma. No centro está o signo. Ao estudo do signo chama-se semiótica, que compreende: 1) signo, 2) códigos ou sistemas, 3) cultura – presta atenção ao texto; considera o receptor ou Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1067107232471483592003-10-25T19:40:00.000+01:002003-10-25T20:02:14.450+01:00LAZARSFELD E MERTON (texto de 1948). O programa do texto é o seguinte: 1) investigar o que se sabe a respeito dos efeitos, 2) examinar a propriedade e estrutura dos media, 3) ter um conhecimento relativo aos efeitos dos conteúdos particulares (p. 233). O texto articula-se em três aspectos. A) Presença e poder dos media. Trata-se de um poderoso instrumento usado para fins positivos ou negativos (pRogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1066858961219880432003-10-22T22:42:00.000+01:002003-10-22T22:47:37.500+01:00SITE DAS TEORIAS. Foi criado um weblog destinado a alojar os trabalhos dos alunos do 2º ano, turmas 1 e 2, de Teorias da Comunicação. O endereço é: http://sitedasteorias.blogspot.com/. Visitem-no.Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-5151713.post-1066841583320768672003-10-22T17:53:00.000+01:002003-10-22T17:59:11.416+01:00EXERCÍCIO. Uma possível pergunta para o teste: Defina massa, a partir dos contributos de Klapper, Canetti e Ortega y Gasset. Que diferenças existem entre massa, multidão e público para estes autores? Como é que McQuail e Pizarroso definem propaganda? [observação: já no dia 4 deste mês coloquei uma questão semelhante, o que significa que considero importante o tema].Rogério Santoshttp://www.blogger.com/profile/09549964197685663341noreply@blogger.com