<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889</id><updated>2009-10-13T03:31:47.061+01:00</updated><title type='text'>As Crónicas de Balazanar</title><subtitle type='html'>Blog Português dedicado a Dungeons &amp;amp; Dragons (D&amp;amp;D), com especial enfoque nas campanhas de um grupo de aventureiros que percorre as terras de Faerûn (Forgotten Realms).</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>50</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-7455882036237686850</id><published>2009-05-21T13:18:00.001+01:00</published><updated>2009-05-21T13:20:09.438+01:00</updated><title type='text'>"Blog Encerrado"</title><content type='html'>Este blog foi extinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo "poiso" fica em: &lt;a href="http://silverymoon.ning.com/"&gt;http://silverymoon.ning.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-7455882036237686850?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/7455882036237686850/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=7455882036237686850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7455882036237686850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7455882036237686850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/05/blog-encerrado.html' title='&quot;Blog Encerrado&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-5510033550759730018</id><published>2009-02-25T11:37:00.001Z</published><updated>2009-02-25T11:38:47.014Z</updated><title type='text'>"Sessão 12 - Vão-se Lich'ar!"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SaUtr3wb3CI/AAAAAAAAAIY/zeOgKydb3wg/s1600-h/stone_golem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306697967650724898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SaUtr3wb3CI/AAAAAAAAAIY/zeOgKydb3wg/s320/stone_golem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vão-se Lich’ar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é o que eu tenho a dizer aos meus jogadores, depois de compararem as minhas sessões a Yu-Gi-Oh...&lt;br /&gt;A minha sede de vingança não será branda!&lt;br /&gt;Colocando momentaneamente de lado o meu ódio, esta foi mais uma das sessões a entrar para o lote das “excepcionais”.&lt;br /&gt;Com a entrada em Caer’bara e a introdução dos Fenmarel’quessir, os receios “de uma certa peúga púrpura” mostram-se agora infundados. A história tem muito para dar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;Havia dois grandes desafios para esta sessão em particular: fazer de Caer’bara algo interessante, e pensar no que estaria na parte do Sul da Grande Floresta.&lt;br /&gt;Quanto a Caer’bara, há já algum tempo que eu vinha a trabalhar na dita cuja (praticamente desde que o troll criou o conceito). Entendi que não devia de a apresentar como “umas ruínas élficas que estavam ali esquecidas a um canto”, mas sim com uma visão própria e diferente de tudo o que até aqui tinha sido explorado. Assim, “a velha capital de Eaerlann” apresentava-se com um testemunho triste dos tempos de outrora. Ligar o declínio de Caer’bara com a ascensão de Lothen foi um daqueles “toques à Psy”.&lt;br /&gt;Faltava somente povoar a cidade com alguns “indígenas” interessantes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os Encontros em Caer’bara&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inferno Spiders (CR 8)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Comecei a pensar, em termos de ecologia, “que bichos é que habitariam numas ruínas escuras, húmidas e quentes”? Ora, nem mais, Inferno Spiders! Ainda mais, o facto de Caer’bara estar à beira de um vulcão, era justificação mais do que plausível para as “fire abilities” delas. Entretanto, lembrei-me de ir buscar o velho mapa que eu tinha, de uma praça de cidade, e usá-la para um encontro interessante. O combate correu bem, foi interessante, e serviu o seu propósito: amaciar ligeiramente o grupo.&lt;br /&gt;Baralhei-me um bocado com as stats dos bichos, um pouco por culpa da WOTC que em cada livro muda a forma de apresentar a info (hate them!). Também fiquei na dúvida se usei bem a cena do veneno. É suposto aquilo ser activado em todos os ataques? É suposto ser só em relação ao primeiro save?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Stone Golem (CR 11)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Notem que, mais uma vez, tudo o que ocorreu no interior da Guilda Arcana é culpa do David! Ele é que escreveu aquelas coisas todas... eu só as interpretei... :P&lt;br /&gt;Pensando em termos de “combates seguidos e variados”, o golem surgia como o “juggernaut” do dia. Grande, com muitos hp, e a fazer muito dano.&lt;br /&gt;Porque razão eu “nerfei” os golems: o grupo estava reduzido (apenas 3 elementos), já tinha passado por um desafio forte, e caso eu rolasse um critical, arriscava a espetar 58 de dano com um golpe numa das personagens, o que poderia ser fatal no caso particular do Jack. Não que ele não merecesse, mas estar a matar o Jack duas vezes com estátuas mágicas era um bocadinho evil. :P&lt;br /&gt;O combate foi um desafio à altura, tendo o seu momento alto ocorrido quando o Sid ficou com as duas bracers presas nos “enormes seios de pedra da Amazona-golem-elfa”.&lt;br /&gt;Se a Karelya te visse!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Liches (CR 7)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bem, e a surpresa em forma de comité de boas vindas estava no interior da sala de magia, com quatro liches fofos à espera dos jogadores. O cenário foi talvez o mais interessante em que jogámos até aqui. Infelizmente os liches não estiveram à altura... Os REF saves do grupo são demasiado altos, e eu evito usar os spells de WILL para fazer dominate ao grupo. Isto torna os spellcasters quase obsoletos, a menos que estejam apoiados com melee. Assim, os magos acabaram por passar “quase despercebidos”... Tirando um ou dois magic missile na peúga púrpura, e a web, ao qual o Gengibre escapou com grande nível, os “ai-e-tal-coitadinhos-de-nós-estamos-tão-mortos-com-liches” nem serviram para aquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, somando tudo, acho que os combates foram muito bons (ainda faltam os shadow dragons e os advanced fiendish driders...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os Fenmarel’quessir&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o resultado algo inesperado da sessão anterior, era preciso, em tempo recorde, desenvolver o que quer que houvesse no Sul, e que poderia vir a servir como aliado dos refugiados de Caer’bara. Surgiu-me a ideia de criar de raiz toda uma civilização élfica que tivesse um estilo de vida meio cigano, e que fosse diferente do habitual. Pegar no “mito” dos feral elves e trabalhar em redor do mesmo, pareceu-me interessante. E aqui temos novas personagens, diferentes, interessantes, originais, e que podem ajudar a redesenhar o que conhecemos como “A Grande Floresta”.&lt;br /&gt;Algo que eu gostaria de salientar pela parte positiva, foi a imediata decisão do Sid de começar a aprender a língua dos Fenmarel’quessir. É bonito, muito in-character (sempre em busca de conhecer novas gentes e os seus hábitos), e vai dar bónus de role-play ao Gengibre (a anunciar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Pelo Pior:&lt;br /&gt;Pessoalmente, não tenho nada em particular a apontar pelo pior. No entanto, o Gengibre enviou-me uma mensagem a dizer que se sentia magoado por estarem constantemente a atirar-lhe à cara que é chulo. Tendo noção que tenho parte da responsabilidade nisso, aproveito para pedir desculpas – aqui perante o tribunal – pelo ocorrido. Em parte, sabem que eu chamo chulo a tudo e todos, na maioria das vezes na brincadeira, mas nesta sessão, agora pensando em retrospectiva, é provável que tenha sido mais “cáustico”, e obviamente a minha intenção nunca é fazer os jogadores sentirem-se mal (a menos que se trate do David).&lt;br /&gt;Já tivemos muitos debates em torno do “power level” das personagens, e eu continuo a defender a minha posição: na minha visão, acho que as personagens estão muito bem para a tipologia de campanha em que jogamos. Também devo dizer que me custa um bocado ver sessão-após-sessão tanta contestação em relação aos bichos que eu coloco no caminho do grupo. Em quase quarenta sessões, somente por duas ou três vezes é que surgiu um desafio “over the top”. Todos os restantes são rigorosamente ao nível do grupo, e quando coloco algo mais forte, faço as adaptações que julgo necessárias para equilibrar com o grupo, como foi o caso de retirar os +8 de dano do golem. Já disse várias vezes: comparem as personagens com os bichos que estão nos “livros oficiais” e vejam se de facto estão tão indefesos como constantemente se queixam. Eu continuo a achar que vocês fazem as comparações pela negativa, reclamando que as personagens deviam estar muito mais fortes, que é precisamente o que ocorre no estilo de jogo Americano, que é delineado por combates atrás de combates atrás de combates. Em mais de 75% dos casos, o grupo derrota com extrema facilidade os adversários, e isso eu sei melhor do que ninguém, pois sou eu que estou deste lado do tabuleiro, e como tal tenho uma leitura privilegiada.&lt;br /&gt;Também me parece excessivo o vendaval que acontece quando aparece um bicho com damage reduction ou que tenha uma habilidade que seja particularmente resistente a algum membro do grupo, seja o facto de serem imunes a criticals, ou estarem protegidos contra grapple, ou outra coisa qualquer. Em 90% dos casos a reacção é exagerada, dando a entender que as personagens são umas “princesinhas” que assim que aparece algo menos fácil fazem beicinho e dizem “não brinco mais!”.&lt;br /&gt;Em relação ao Sid estar mais forte do que o resto dos companheiros, convém não esquecer que praticamente em cada sessão o Gengibre compra equipamento para investir no potencial do Sid, algo que não acontece com os outros membros do grupo... Posto isto, é mais que óbvio que os saves dele são melhores, as habilidades dele são melhores, e o equipamento dele é melhor. Não me parece justo estarem a apontar baterias ao DM e a dizer que as personagens estão fracas, quando só um dos membros do grupo é que usa o loot dos combates para melhorar a personagem...&lt;br /&gt;Se aparece um bicho que voa: amuam porque “não faço nada e mais vale ficar aqui de braços cruzados”.&lt;br /&gt;Se levam uma porrada grande: amuam porque “o DM não lhes dá poções de cura”.&lt;br /&gt;Se aparece um bicho com Fire Resist 10: amuam porque “as minhas armas não prestam, não consigo fazer dano ao bicho, mais vale ficar de braços cruzados”.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E DEPOIS EU É QUE SOU A PRINCESA!!!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;»» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;A batalha com as inferno spiders está ao rubro. De cima do telhado, o troll diz: “Vou fazer charge, saltar cá de cima, e esmerdar a aranha toda! Tou para aqui com esta treta toda, e ainda me sai um fumble...”&lt;br /&gt;O troll rola o dado: 1&lt;br /&gt;A gargalhada é geral. O momento é profético. O DM não pode perder a oportunidade, e atira o “charging werewolf” para dentro de um poço... que está a seis metros da aranha...&lt;br /&gt;Só porque é o David... :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Nota da Sessão: 18/19&lt;br /&gt;Em termos de role, a coisa correu muito bem, em termos de ambiente o mesmo se passou, e, como já referi, os combates foram muito giros. Tudo junto, leva esta a ser uma das sessões com melhor nota até ao momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Lições e Considerações:&lt;br /&gt;O que eu teria feito diferente? Se voltasse atrás, provavelmente substituía os golems por shield guardians, e punha os liches a descer as escadas, fazendo um combate mais dinâmico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-5510033550759730018?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/5510033550759730018/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=5510033550759730018' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5510033550759730018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5510033550759730018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/02/sessao-12-vao-se-lichar.html' title='&quot;Sessão 12 - Vão-se Lich&apos;ar!&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SaUtr3wb3CI/AAAAAAAAAIY/zeOgKydb3wg/s72-c/stone_golem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-8605511717967731569</id><published>2009-02-09T10:49:00.001Z</published><updated>2009-02-09T10:50:37.448Z</updated><title type='text'>"Sessão 11: Tiamat Unleashed"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SZAKa8pxS6I/AAAAAAAAAIQ/KB7AE-_vJaI/s1600-h/artgallery_tiamat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300748219489274786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SZAKa8pxS6I/AAAAAAAAAIQ/KB7AE-_vJaI/s320/artgallery_tiamat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tanto que haveria por escrever sobre esta sessão...&lt;br /&gt;Se eu fosse a falar de tudo, não chegavam três blogues!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais vale começar, logicamente, pelo princípio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Kasdeva e O Pacto de Tiamat&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se procura criar vilões a sério e histórias a sério, mais importante do que ter um vilão poderoso, é fazer com que os seus actos tenham efeitos poderosos. Kasdeva não era propriamente poderosa – como aliás foi possível constatar – mas o efeito da “obra” dela... vai seguramente perdurar por muitos e longos anos na High Forest.&lt;br /&gt;O Pacto de Tiamat tinha que ser algo imponente. Não podia ser um ritualzeco que qualquer dragão conjurasse. E como tal, as “bênçãos” desse Pacto teriam que ser algo tangível. Não podia simplesmente ser um “boost” nas habilidades do dragão, ou algo tão simples como um “wish”. Se era um Pacto de uma deusa lawful evil, então o efeito teria que perdurar na memória das suas vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Batalha&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sabia ao certo como é que tudo isto se iria processar. Aliás, isto nem era suposto processar-se, verdade seja dita. Esta ideia ocorreu-me há relativamente pouco tempo. A Kasdeva estava pensada para uns níveis mais à frente, mas eu comecei a pensar “bom, se guardo os dragões todos para o final, vai ser um bocado aborrecido... chegamos a nível 18 e passamos as sessões todas a matar dragões...” Mas então, como é que se caça um dragão de CR16-18 com um grupo de nível 11? E como é que se resolve a questão da “progenia de Tiamat”?&lt;br /&gt;Kasdeva tinha uma natureza semi-demoníaca, fruto de um pacto com o demon overlord que há vários milénios planeava a sua libertação da prisão que era o Avô-Árvore. O seu objectivo era usar o Pacto para obter uma força que lhe permitisse derrubar as forças de Turlang e assim libertar o demónio, tornando-se uma leal serva deste, e acumulando ainda mais poder – ficando provavelmente como “dona” da High Forest. Estes eram os seus planos.&lt;br /&gt;Enfim, mas a bem da “saúde” de uma campanha, eu nunca iria dizer simplesmente “bom, de um dia para o outro apareceu um dragão muita poderoso que conquistou o pessoal todo da High Forest, e matou aquilo tudo”. Os jogadores têm sempre que ter uma palavra a dizer. E assim comecei à procura de uma forma de resolver uma “mass battle” em defesa do Avô-Árvore, em simultâneo com uma caça à Kasdeva. Sim, Kasdeva tinha que cair aqui. Este era um momento importante da Campanha. Era preciso matar o dragão verde.&lt;br /&gt;Pensei numa forma simples de resolver a batalha dos exércitos. Não queria passar horas a rolar dados e a aplicar modifiers, e percentagens e sei lá o quê mais. Isso seria aborrecido. Então desenvolvi um sistema simples, e equilibrado. Existe o mesmo número de exércitos do lado dos bons e do lado dos maus. Têm exactamente os mesmos modifiers (+10, +8, +6, +4), e a única coisa que vai fazer variar esta balança é a “simulação táctica”. Pareceu-me ser um desafio muito interessante, e daquelas coisas raras – e difíceis de conseguir – onde é possível desfiar ao mesmo tempo os jogadores, e as personagens. O knowledge dragons da Sionna e do Lithlandis tinham um papel crucial para a estratégia, e o conhecimento próprio dos jogadores em relação a cada “tribo” e à sua constituição, pontos fortes, fracos, etc., seria o contrapeso na balança.&lt;br /&gt;Tudo isto dava um desafio equilibrado, e ao mesmo tempo mantinha “o espírito de D&amp;amp;D” de deixar os dados funcionar como “forças do Destino”.&lt;br /&gt;Infelizmente, quis o Destino que a sorte (?) estivesse do lado do DM. Pode-se dizer que foi por uma unha negra. Da mesma forma que, se 2 dos 3 PC ficassem knocked-out eu acabava a batalha com a derrota da High Forest, caso a Kasdeva tombasse antes do Avô-Árvore levar o dano máximo, a batalha terminava com a vitória das forças da High Forest. Foi por um turno. A Kasdeva morreu exactamente um turno depois do Avô-Árvore ser destruído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;Eu diria que o resultado, apesar de inesperado, acabou por ser o mais interessante de tudo. A Campanha levou um abanão considerável. Eu sabia que o resultado mais provável era a vitória da High Forest. Já tinha visto com que facilidade o David e a Sandra rolavam knowledge dragons, e só se o pessoal fosse muito burro (“bora colocar os treants contra os red dragons”) é que haveria uma catástrofe em termos dos modifiers da batalha.&lt;br /&gt;Sabia que o segundo resultado mais provável passava por a Kasdeva matar ou neutralizar grande parte do grupo. Bastava um falhanço num save vs breath, ou um full attack com um critical pelo meio, e qualquer uma das personagens ficava com os HP muito próximos de zero (no caso do Jack, inclusive abaixo disso). Se este cenário acontecesse, eu estava preparado para fazer um reset à Campanha. Vocês eram capturados, o Pacto era terminado, e a Campanha continuava cerca de 100 anos depois, com o Lithlandis agrilhoado como uma espécie de troféu dos dragões, os dois humanos transformados em estátuas de pedra a adornar o palácio dos Morueme, e com a drow aprisionada de uma forma que não posso revelar, por questões de “spoiler”. Seria uma reviravolta tremenda na Campanha, e que levaria o grupo a trabalhar “de trás para a frente”. Não deixava de ser interessante, se bem que mandava todo o trabalho que fiz com o planeamento da Campanha para o lixo. Mas estava disposto a tal.&lt;br /&gt;O cenário que acabou por acontecer, era o que me parecia menos provável, mas alas!, a Lei de Murphy é infalível. Era o único com o qual eu não tinha perdido muito tempo a pensar nas consequências, e assim vai-me dar algum trabalho em pensar no “dia depois de amanhã”. Uma coisa é certa: trouxe um fôlego novo à Campanha, e vai-nos obrigar a parar e repensar prioridades.&lt;br /&gt;Se pararmos para pensar nesta nova realidade, é exactamente aquilo que o Jack queria. Ele não anda há uma data de tempo a dizer que era preciso encontrar uma força suficientemente poderosa para fazer frente aos anões? Bom... aí está ela! ;)&lt;br /&gt;E percebem agora porque razão eu disse que, nas suas boas intenções, quando o David decidiu retirar os elfos dos Silver Marches e mandá-los para a High Forest, lhes tinha assinado a sentença de morte? Era-lhe obviamente impossível prever o que iria acontecer, mas eu já sabia que os pobres refugiados, a dada altura iam cruzar caminho com “uns quantos tipos de várias cores”. Foi literalmente um “saltar da frigideira, para o meio da fogueira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;O Avô-Árvore tomba. Ok... e agora? Era preciso que isto tivesse um significado sério. Algo do estilo “ground-breaking”. Tal como foi referido, custa bastante “descartar” assim tantos NPC importantes e que foram construídos ao longo de tantas sessões. É triste ver o Turlang morrer, ver o Asteraceae morrer, ver o próprio Hulrune morrer, e até mesmo o Sernius, uma personagem nova, mas para a qual eu tinha muitos planos para o fazer crescer. Mas outro resultado não seria aceitável. Dizer que as forças da High Forest perdiam, mas “os NPC importantes escapavam todos” seria muito falso. E uma coisa é certa, se custa a todos ver estas “personagens de papel” morrer, é porque de facto o objectivo principal da Campanha foi cumprido: ela tornou-se real... demasiado real.&lt;br /&gt;A primeira Campanha foi muito boa. A segunda superou as expectativas. Mas esta, que ainda vai a meio, acho que já bateu todos os níveis que havia para alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Pelo Pior:&lt;br /&gt;Ter o grupo separado. Passem os anos que passarem, esta espinha vai-me ficar sempre atravessada na goela. Haja os argumentos que houver, esta pedra vai ficar sempre no sapato. Este era um momento-chave na Campanha. Este era um momento de “tudo ou nada”. Este era o momento de ter o grupo mais forte e coeso do que nunca. E foi precisamente neste momento que o grupo se dividiu.&lt;br /&gt;AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGHHHH!!!!&lt;br /&gt;Eu tinha pensado numa saída para dar a volta a isto: enquanto o grupo estava a ser curado na Torre dos Harpers, a Karelya conseguia escapar até à orla da floresta, mandava uma mensagem ao Sid, e dava tempo ao grupo de ir a correr salvá-la, perdendo apenas duas ou três horas para chegar ao Avô-Árvore. Mas o desgraçado do Gengibre recebe a mensagem, não diz nada a ninguém, e sai porta fora. E eu fico: “fuck, já me lixaram o esquema...”&lt;br /&gt;Bom, não há volta a dar... o grupo separa-se mesmo...&lt;br /&gt;Não vale a pena estar a bater na mesma tecla, até porque já falei várias vezes de todos os “contras” que resultam disto. De futuro, vamos ter mais cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Lições e Considerações:&lt;br /&gt;Lições?&lt;br /&gt;Humm...&lt;br /&gt;Um rei lendário entre os anões morreu.&lt;br /&gt;Sundabar jaz num monte de ruínas.&lt;br /&gt;Os exércitos dos anões estão espalhados e divididos entre várias tarefas.&lt;br /&gt;Silverymoon e Everlund têm as suas forças reduzidas a metade.&lt;br /&gt;O Pacto dos Silver Marches foi destruído e a Legião Argêntea dissolvida.&lt;br /&gt;Os Eyes of Moradin foram dizimados, e o importante juiz Näsica morto (spoiler!).&lt;br /&gt;Um dos campeões de Corellon foi corrompido, enquanto o outro teve que sacrificar a vida para permitir que os seus protegidos fugissem.&lt;br /&gt;O ancestral Avô-Árvore, o mais importante bastião da Natureza em todo o Faerûn, foi reduzido a cinzas.&lt;br /&gt;Turlang, Asteraceae, Cytogenastaer e todos os treants seculares que representavam “o coração” da High Forest, estão mortos.&lt;br /&gt;Reitheillaethor, o último reduto dos descendentes do original império élfico de Aryvandaar, foi exterminado.&lt;br /&gt;As forças de Lothen dos Picos de Prata foram reduzidas a uma pálida expressão. Sem os Príncipes da cidade, e sem o couatl, pouco resta dos moon elves.&lt;br /&gt;A tribo Uthgardt “Tree Ghost” foi extinta.&lt;br /&gt;Os escassos druidas sobreviventes, sofreram na pele, com a perda das suas faculdades, as consequências da morte do Avô-Árvore...&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;E tudo isto sem que Olothontor tivesse necessidade de sair uma única vez da sua caverna para manchar as mãos... Se isto não faz dele “O” vilão, então não sei o que mais é preciso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;»» Nota da Sessão: 16/17&lt;br /&gt;Algo que me dá alguma pena: tinha planeado para o final da sessão organizar um “Concílio dos Treants”, onde Turlang chamava Lithlandis e Sionna para participar numa reunião com Hulrune (Alex) e o Couatl (Gengibre) para determinar de que forma é que seria possível organizar as forças da High Forest de forma a protegê-la melhor no futuro. A floresta era composta por várias comunidades, que não comunicavam entre si, e isso era uma fraqueza, como aliás revelava a dificuldade em coordenar as forças para travar a progenia de Tiamat.&lt;br /&gt;Ficará para a História como “o Concílio que nunca chegou a ocorrer”...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-8605511717967731569?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/8605511717967731569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=8605511717967731569' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8605511717967731569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8605511717967731569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/02/sessao-11-tiamat-unleashed.html' title='&quot;Sessão 11: Tiamat Unleashed&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SZAKa8pxS6I/AAAAAAAAAIQ/KB7AE-_vJaI/s72-c/artgallery_tiamat.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-8385096578926339040</id><published>2009-01-26T15:00:00.002Z</published><updated>2009-01-26T15:03:02.516Z</updated><title type='text'>"Sessões: Fevereiro 2009"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SX3QiDTDOQI/AAAAAAAAAII/0nAqhs-OS5U/s1600-h/Farkle_Bag_2_2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295618020276910338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SX3QiDTDOQI/AAAAAAAAAII/0nAqhs-OS5U/s320/Farkle_Bag_2_2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Após a "abstinência" prolongada de Janeiro, vamos começar por apontar a próxima sessão para dia 8 de Fevereiro. Depois veremos em que outros dias dá para jogar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Chamo a atenção para dia 8, pois vai ser uma &lt;em&gt;sessão muito importante&lt;/em&gt;. Tentem não faltar!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;:)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-8385096578926339040?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/8385096578926339040/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=8385096578926339040' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8385096578926339040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8385096578926339040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/01/sesses-fevereiro-2009.html' title='&quot;Sessões: Fevereiro 2009&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SX3QiDTDOQI/AAAAAAAAAII/0nAqhs-OS5U/s72-c/Farkle_Bag_2_2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-5220539090395375751</id><published>2009-01-19T10:10:00.003Z</published><updated>2009-01-19T10:39:08.778Z</updated><title type='text'>"Sessão 10 - A.F.A.D.S."</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SXRR1DDMF2I/AAAAAAAAAIA/v-xxyQZ94Rg/s1600-h/1111_succubus.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292945433860773730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 312px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SXRR1DDMF2I/AAAAAAAAAIA/v-xxyQZ94Rg/s320/1111_succubus.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Olá, o meu nome é Jack, e gostava de vos dar as boas-vindas a mais uma reunião da A.F.A.D.S. – Associação dos Filhos Anónimos Duma Sucubus.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yup... o “Cidadão-Honorário dos Silver Marches” não só é um ghoul, como é filho de uma succubus! Por esta o Alex não estava à espera. Mwahaha.&lt;br /&gt;Tive que “abrir o jogo” e introduzir este elemento na discussão, pois a esta altura do campeonato já era mais do que evidente que o grupo, com o ritmo a que a campanha corre neste momento, nunca mais iria em busca daquilo que revelaria as origens do Jack. Seria um pouco “triste” chegar até nível 20 sem se descobrir um bocadinho do seu passado, e portanto, coincidindo com esta “súbita travestização” do Jack em spellthief, até acabou por cimentar a história.&lt;br /&gt;Claro que ver a cara de TERROR do Jack, à medida que a Alustriel revelava a verdade, é algo sem preço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Melhor da Sessão:&lt;br /&gt;Tudo o que correu extremamente mal na sessão anterior, correu extremamente bem nesta sessão. Vá lá, safa-se o “cerne” da história, algo que já me preocupava um bocado. Desta feita, foi possível “sentir” realmente “as paredes de Khundrukar”, bem como a sua História, e o seu imponente rei. Firenostril, afinal, e apesar de tudo, conseguiu surgir como algo digno da lenda a que foi votado (em minha opinião), e tal como prometido, o Jack lá conseguiu encontrar as respostas de que necessitava para salvar a sua bem amada cidade (leia-se: a sua bem amada taberna, com empregadas hentai, porque ele está-se a marimbar para a cidade...).&lt;br /&gt;Toda esta saga terminou de forma bastante satisfatória, com um “Conselho dos Três Reis” a correr muito bem, e a “encerrar” (será?) este primeiro capítulo. Temos a promessa de um “rei unificador”, e o objectivo de recuperar as duas “fortalezas tombadas” (Sundabar e Khundrukar).&lt;br /&gt;Originalmente, quando o enredo desta terceira campanha se começou a desenhar, eu tinha pensado em ser o espírito do Firenostril a revelar-vos os contornos d’O Pacto de Tiamat. Afinal, ele tinha passado pelo mesmo. Mas quando a Sandra quis ligar a Sionna ao Silver Dragon, eu achei que era uma oportunidade interessante para ser ele próprio, Silverwing, a revelar o Pacto. Até ficava melhor, uma vez que ele é um dragão. Infelizmente, num momento inicial a coisa aconteceu de uma forma algo atabalhoada. Por outro lado, consegui alterar algumas coisas de forma a revelar já o que é o Pacto (toda esta história do “Crepúsculo” era suposto ser descoberta no Draconomicon), tendo conseguido esperar por resolver a questão dos anões, e assim colocar o tema na “agenda do dia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Pior da Sessão:&lt;br /&gt;Rolar que nem uma besta! Até o DM gosta de sacar uns criticals, de quando em vez. E verdade seja dita, quando o DM escolhe uns bichos para darem porrada nos PC, está à espera de lhes fazer uns quantos estragos. Mas porque raio é que eu tenho que rolar seis vezes seguidas acima de 16 quando estou a controlar dois dragões verdes, e à minha frente tenho um bêbedo, um coxo e um pobre coitado, com uma pena gigante, com cara de alvo??? Para piorar as coisas, todos eles com uma série de dano de “vile damage” que não podia ser curado! Eeeek! Este jogo foi feito para atormentar os DM bonzinhos. Sim, eu sou um DM bonzinho ao contrário do que os meus jogadores dizem! Mas vá lá, a coisa até correu menos mal, eles levaram uns socos, mas sobreviveram. Notem que o Jack é o novo Lithlandis, pois passa metade das sessões K.O.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;Sidgahrd estava no Paraíso! Um lote interminável de garrafas de rum de Wyvernrage! Não demorou muito a cair podre de bêbedo. Aos saltinhos pelo riacho subterrâneo, acabou por cair pela cascata. Lá em baixo, estavam dois dragões verdes. Embriagado, Sid começa a insultá-los, e a atirar-lhes pedras.&lt;br /&gt;Este ficará doravante conhecido como “O Momento Captain Jack Sparrow” da campanha. Por vezes eu penso que existe mesmo uma deusa Mystra da fantasia, que proporciona estes momentos deliciosos ao DM. E o mais lindo de tudo, é que MAIS UMA VEZ, ninguém pode apontar culpas ao DM!!!!&lt;br /&gt;Ponto 1. O Sid é que tem um background de se embebedar.&lt;br /&gt;Ponto 2. O Sid é que rolou um fumble no climb check (muito na onda do seu “irmão espiritual”, Nardastinus) e estatelou-se pela cascata abaixo.&lt;br /&gt;Ponto 3. O Gengibre é que disse: “Eu fico lá em baixo a refilar aos berros, a atirar pedras, e a dizer que vou matar toda a gente!”&lt;br /&gt;E o DM, deliciado, a pensar “estão dois dragões verdes lá em baixo...”. Isto é bom demais para ser verdade. I LOVE THIS GAME.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Nota da Sessão: 14/15&lt;br /&gt;Não lhe vou dar mais porque, em meu entender “faltou-lhe qualquer coisa”. Creio que foi uma sessão mais de “arrumar a casa”. Resolver alguns problemas, obter algumas respostas e por aí fora. O combate não foi nada de extraordinário – os bichos também não tinham muitas opções para variações – mas cumpriu os requisitos, e toda a “cena” que o envolveu deu-lhe um sabor giro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Lições e Considerações:&lt;br /&gt;Ao fim de dez sessões, só agora é que a campanha vai começar! E notem o quão grande esta campanha está a ser: a primeira resolveu-se em doze sessões.&lt;br /&gt;Neste momento, os jogadores ficaram com uma panóplia bastante interessante de opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIM, se vocês não acorrerem à Grande Floresta, o Avô Árvore é destruído.&lt;br /&gt;SIM, se vocês não forem atrás do Näsica, coisas más vão-lhe acontecer (e também à namorada do Sid).&lt;br /&gt;SIM, se vocês não forem até aos glaciares, vai sair de lá alguma coisa feia.&lt;br /&gt;SIM, se vocês não seguirem as pistas da succubus, o Jack nunca vai descobrir o que realmente aconteceu à Mãe.&lt;br /&gt;SIM, se vocês não seguirem para Sul, Scornubel vai sofrer uma ligeira remodelação (tadinhas das criancinhas do moinho...).&lt;br /&gt;SIM, se vocês não encontrarem o Draconomicon, o Olothontor ganha.&lt;br /&gt;NÃO, eu não estou a exagerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é certa... não podem dizer que o vosso DM não vos dá uma série de opções giras! ;)&lt;br /&gt;“O mal de muita gente, é ter demasiadas opções!” – terá dito um qualquer tirano algures em Faerûn.&lt;br /&gt;“Com grande poder, vem grande responsabilidade!” – terá dito o Uncle Ben.&lt;br /&gt;Seja qual for a decisão que os jogadores tomarem, esta vai ter consequências. Uma coisa é certa: é uma situação “lose-lose” para os jogadores. Qualquer escolha implica uma perda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A pergunta é: o que estão vocês dispostos a sacrificar...?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-5220539090395375751?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/5220539090395375751/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=5220539090395375751' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5220539090395375751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5220539090395375751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/01/sesso-10-afads.html' title='&quot;Sessão 10 - A.F.A.D.S.&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SXRR1DDMF2I/AAAAAAAAAIA/v-xxyQZ94Rg/s72-c/1111_succubus.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-5734198946848248587</id><published>2009-01-14T14:30:00.002Z</published><updated>2009-01-14T14:33:00.460Z</updated><title type='text'>"Lithlandis Stormcrow"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SW33VdmnZcI/AAAAAAAAAH4/Y1i8d3b7xvA/s1600-h/lith.02.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291157085326108098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SW33VdmnZcI/AAAAAAAAAH4/Y1i8d3b7xvA/s320/lith.02.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Eu vou trocar de personagem.”&lt;br /&gt;“Não, não vais!”&lt;br /&gt;“Man... claro que vou, não tou a curtir a personagem...”&lt;br /&gt;“Cala-te! Não sejas parvo! Já te disse que não vais trocar de personagem!”&lt;br /&gt;“Epá... I find him... lacking!&lt;br /&gt;“Eu sou o DM e digo-te que não vais trocar de personagem! Agora cala a boca!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros momentos de Lithlandis Stormcrow foram vividos mais ou menos desta forma. O Troll tem a mania de querer jogar 7 personagens ao mesmo tempo, para depois chegar ao fim com a conclusão de que não gosta de nenhuma. Foi quase preciso ser um DM autoritário para evitar que o Lithlandis fosse descartado, após o qual se teriam seguido provavelmente nove personagens diferentes até ao momento. Felizmente, do alto do seu “carisma-sub-goblin”, o licantropo mais famoso do Norte acabou por resistir às intempéries do seu jogador (vulgo Troll). Em média, a cada duas sessões que passam fica “a dois ou três pontos de morrer”, e chegou mesmo a percorrer “aquele túnel em direcção à luz” durante uma vez, mas pela graça de Corellon foi ressuscitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lithlandis é uma personagem trágica e atormentada. Lithlandis é uma personagem que o DM gosta de atormentar. Esta é a razão pela qual ele é tão importante. Acidentalmente, toda a génese do enredo central da campanha foi despoletada pelo Lithlandis. Na primeira sessão, o Troll ainda não sabia qual o favored enemy que ia escolher. Então, sempre disposto a ajudar os jogadores, eu dei-lhe uma ajudinha! E assim nasceu o ódio duradouro entre um elfo selvagem e um dragão azul.&lt;br /&gt;Eu nem tinha grandes planos para o dragão azul quando pensei na sequência de abertura. Aliás, devo dizer que esta sequência tinha sido pensada uns 4 ou 5 anos antes, mas como na altura não foi possível estabelecer um grupo de role-play, ficou perdida no tempo, rabiscada algures num bloco de notas. Em boa hora me lembrei de a recuperar em Janeiro de 2007.&lt;br /&gt;Voltemos à personagem trágica: caçar um blue wyrm, lawful evil, não pode ser algo como pegar numa espada e partir à aventura. O caminho tem que ser difícil, penoso, tortuoso. É por isso que me dá tanto prazer levar o Lithlandis ao extremo. Massacrá-lo, fazê-lo sentir o sabor da derrota, da tristeza, do desespero absoluto. Obrigá-lo a ser como uma Fénix. Matá-lo vezes sem conta, para o obrigar a renascer das cinzas, regenerado, mais cínico, mais frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Barbarian1/Ranger 9 /Dragonstalker1&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;STR 15 (19 com belt of giant’s strength)&lt;br /&gt;DEX 18 (20 com gloves of dexterity)&lt;br /&gt;CON 12&lt;br /&gt;INT 12&lt;br /&gt;WIS 14&lt;br /&gt;CHA 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP 84&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AC: 24 (10+5 armor bonus +5 dex modifier +1 Two weapon Defense +2 natural armor +1 Ring of Protection)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saves: Fort9/Reflex15/Will9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Attack:&lt;br /&gt;Melee: Longswordx2 1d8+6 Shortswordx2 1d6+2d4+3&lt;br /&gt;Ranged: Longbowx2 1d8+1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dodge; Snow tiger charge; Two Weapon Defense; Blind fighting; Aura of Courage; Hunting Bonus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animal Companion: Fang (Dire Wolf)&lt;br /&gt;[Str26, Dex16, Con17, Int2, Wis12, Cha10; HP:66; AC: 17; Damage: Bite 1d8+11]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAETHORIR - Longsword +2 of Dragonbane &amp;amp; Shortsword +2&lt;br /&gt;Mithral Chainshirt +1&lt;br /&gt;Belt of Giant’s Strength +4&lt;br /&gt;Cloak of Resistance +2&lt;br /&gt;The Ring of Berronar Truesilver&lt;br /&gt;Ring of Protection +1&lt;br /&gt;The Healing Amulet of Amophis&lt;br /&gt;Longbow +1&lt;br /&gt;Draco Divinus Libris Regius.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Chegue Lithlandis ao nível que chegar, nada será alguma vez tão famoso como os seus incontornáveis SETE de carisma! Já perdi a conta às vezes que foram feitas referências ao “exemplar carisma do elfo”. Ter um carisma que rivaliza com um goblin não é para qualquer um. Eu por vezes gostava que o Troll fosse mais fiel a este carisma. Se eu tivesse a apontar-lhe uma falha enquanto jogador, seria essa. Quando o Lithlandis transparece o seu baixíssimo carisma, o resultado é bonito. O que é menos bonito é quando é “conveniente” o Lithlandis esquecer essa lacuna na personagem, e subitamente começa a falar com uma voz muito calma, honrada e respeitosa como se fosse um paladino. Entendo que seja tentador para um jogador querer “bajular” alguma personagem importante, e tratar o grande clérigo, ou o grande paladino, com toda a reverência, mas isso é algo que uma personagem com carisma sete nunca faria. Não digo que ele se virasse para o Conselheiro da Cidade e lhe dissesse: “Sai da frente, minha besta!”; mas também me parece desenquadrado, por vezes, o tratamento excepcionalmente “flamboyant” que o Lithlandis assume face a “pessoal mais reverenciado”. Fica-me sempre um bocadinho atravessado na garganta ouvir algo como: “Sou um mero e humilde servidor de Corellon/da causa élfica/etc.”. Eeek! Ele é um elfo *selvagem*, que começou por ser um bárbaro, e que decidiu continuar como alguém que “não gosta da civilização dos homens”. Não quero com isto dizer que estou a apontar o dedo e a dizer: “Estás a fazer a coisa mal!”. Nada disso. Cada pessoa é que sabe como pretende interpretar a sua personagem. Mas para mim, causa-me sempre um sentimento grande de estranheza quando vejo o Lithlandis em modo “falinhas mansas/coração de manteiga”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I feel like slapping him with a trout, or with a blue wyrmling, for what it’s worth”...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo que me parece que tem funcionado de forma extraordinária no grupo é o facto de o Lithlandis e o Sidgahrd serem tão opostos. As visões deles são quase sempre a antítese uma da outra. Eles não gostam um do outro, mas respeitam a “máquina de guerra” que formam quando lutam lado-a-lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados dez níveis, eu achava que começava a fazer falta uma nova motivação para a personagem. Simplesmente “querer vingar a morte da irmã” já não me parecia suficiente. Era preciso fazê-lo odiar ainda mais o Olothontor e os seus aliados. Tê-lo apanhado nas mãos do inimigo foi uma oportunidade de ouro. Deixá-lo à mercê de Qamara foi precioso. Torturá-lo... Fazê-lo sangrar. Obrigá-lo a bater tão desesperadamente no fundo como o David nunca esperou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte genialmente única na personalidade da personagem é a frustração constante em que vive – uma vez mais, acidentalmente –no que toca a relacionamentos e ideologias. Tudo o que ele faz com a melhor das intenções, acaba por resultar em desgraça. Seja o falhar no control shape a meio de uma batalha; aliar-se ao exército que o coloca no lado oposto ao homem que o treinou; tentar proteger a companheira drow da xenofobia, apenas para ser olhado com desdém por esta; tentar aproximar-se da sua raça nas alturas mais erradas possíveis – e através das personagens mais erradas!; oferecer o medalhão de Corellon à pobre criança élfica, que sem ele saber tem descendência de demónios; tentar ajudar à sobrevivência de uma nação élfica, e com isso transformá-la numa geração de licantropos selvagens – e por fim, *spoiler alert*, mesmo “out of character”, quando tenta dar uma hipótese de sobrevivência aos exilados elfos, acaba por os enviar ao encontro da morte certa, sem ter a mais pequena ideia disso!&lt;br /&gt;Nem Shakespeare conseguiu moldar uma personagem tão trágica como o pobre Lithlandis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas chega de falar bem da personagem! Vejamos os impropérios que os restantes colegas lhe dedicam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Lithlandis é brusco, facilmente irritável e efusivo, passando mesmo por louco às vezes... Sinto que tenho de o proteger para que não tenha o mesmo fim que a sua irmã...” – Sionna Laae&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Conflituoso, barulhento e resmungão, mas a melhor companhia possível em situação de batalha. Quando aprender a controlar a sua irascibilidade, será um adversário ainda mais temível." – Jack&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois das várias batalhas ao seu lado, não me espantaria nada que no futuro, Lithlandis, passasse a ser uma palavra ou uma expressão, cujo significado estaria entre as linhas de caça e morte de um dragão.” – Sidgahrd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se eu fosse Chaotic Evil, esta seria de longe a personagem que mais prazer me daria atormentar... Bom, eu não sou Chaotic Evil, mas continua-me a dar um prazer imenso atormentá-lo!!!!!!” – O Fantabulástico Psy&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto mais forte do David como jogador de D&amp;amp;D passa pelas ideias extraordinárias que ele tem para a história. É um facto consagrado. Ele gosta muito de pensar a história, as relações, os sentimentos, e tornar a experiência da personagem em algo altamente “real”. A ideia de cegá-lo foi minha. A ideia de lhe colocar um olho mágico foi dele. Ter caído nas garras da Qamara foi o melhor que poderia ter acontecido à personagem. Ganhou um fôlego considerável. Já o consigo visualizar, daqui a muitos séculos, um general élfico, amargurado, pouco dado a conversas, a enfrentar a morte olhos-nos-olhos, em busca da única coisa que lhe dará razão de existir: uma morte no campo de batalha.&lt;br /&gt;Neste momento, surge finalmente o verdadeiro Lithlandis. Já lutou incontáveis batalhas. Já sentiu incontáveis derrotas. Já comeu o pão que o Psy—uups, o diabo amassou. Já bateu no fundo...&lt;br /&gt;E agora...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;It’s payback time...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-5734198946848248587?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/5734198946848248587/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=5734198946848248587' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5734198946848248587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5734198946848248587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/01/lithlandis-stormcrow.html' title='&quot;Lithlandis Stormcrow&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SW33VdmnZcI/AAAAAAAAAH4/Y1i8d3b7xvA/s72-c/lith.02.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-7712617046744616555</id><published>2009-01-12T11:52:00.002Z</published><updated>2009-01-12T12:03:30.580Z</updated><title type='text'>"Sessão 9: Jack, The Ghoul"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWsvVQSdlUI/AAAAAAAAAHQ/XLSJdX3S7KE/s1600-h/gl.jk.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290374229472941378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWsvVQSdlUI/AAAAAAAAAHQ/XLSJdX3S7KE/s320/gl.jk.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E foi por uma unha negra que Jack não passou de “Cidadão Honorário dos Silver Marches”, para “Jack, The Ghoul Lord”. Verdade seja dita, até ficava uma bela combinação: os ghouls são roxos, a pena é roxa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Nota da Sessão: 14/15&lt;br /&gt;Há uma razão que me faz ter vontade de subir a nota para 16/17, e outra razão que me faz querer baixar a nota para 12/13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;Os combates foram desafios exactamente “no ponto”. Não foram um passeio pelo parque, nem foram algo além das capacidades do grupo.&lt;br /&gt;Comecemos pelo dragão. Eu tinha que arranjar uma maneira de deixar o David jogar. Nem ia fazer um jogador estar uma sessão inteira a olhar para o boneco, nem ia ter uma daquelas saídas perfeitamente idiotas do estilo: “Vocês entram na masmorra, e está tudo vazio, e encontram o Lithlandis lá a um cantinho.” Já tinha combinado com a Sandra, há umas semanas, que quando chegasse a altura certa seria revelada a razão de ela se conseguir subitamente transformar num silver dragon. Esta pareceu-me ser a altura certa. Bom, mas das duas uma: ou eu trazia o próprio Silverwing, e de repente o grupo era praticamente passado para segundo plano enquanto um dragão adulto varria tudo dentro da masmorra, ou, para ser algo mais ao nível da party, o Silverwing tinha que ser um jovenzinho, o que também não era uma solução plausível. Assim, apareceu o Ag’Agnis! E não o “Dragão Gagá”, com o caramelo do Alex o baptizou!!! Porra para o Alex que embirra com os meus NPC TODOS! Não há um único com quem ele não mande vir!&lt;br /&gt;Em suma, acho que o timing para “as revelações” foi bom, para mais coincidindo com o timing perfeito para o Lithlandis fazer multiclass para Dragon Stalker.&lt;br /&gt;Todos os combates resultaram bastante bem – em particular aquele momento de “estamos tão mortos”, quando pensaram que era a Qamara e a verdadeira Yeshelné que ali estavam! A parte engraçada: os “big badass demons” foram praticamente inofensivos, com a Qamara, o Vrock e os Bulezaus a falharem mais de 75% dos ataques, enquanto os cocós de nível 3 (ghouls, versão ghast) foram quem realmente colocou a fasquia no limiar “perigo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;Jack está paralisado. Tem dois ghouls a morder-lhe, e a contagiá-lo com “ghoul fever”. Os três “Maurícios” aproximam-se dele e desatam a descarregar “chill touches” em cima dele. Não há nada que Jack possa fazer. Está com um “hold person”, e mesmo que fique com hp negativos, está para todos os efeitos “congelado em pé”, e os ghouls não vão parar enquanto ele não morrer. Jack chega a -12 hp. Basta perder 3 hp e transforma-se num ghoul dentro de algumas horas. Chega um dragão de prata e cura-o.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Spoil sport...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior:&lt;br /&gt;A chegada a Khundrukar era um dos momentos mais importantes da campanha – senão mesmo o mais importante. Há já algum tempo eu tinha anunciado que ia revelar o enredo da campanha com muita antecedência, em vez de guardar as revelações para o final. Infelizmente, ninguém tomou atenção rigorosamente nenhuma a tudo o que foi dito nesta sessão. Eu percebo que estivessem todos “on fire” para se vingarem da Qamara e libertar o Lithlandis, mas isso fez com que todas as peças do puzzle fossem relegadas para segundo plano, “matando” assim o possível impacte que a revelação do enredo pudesse ter. Agora, mais a frio, vou tentar enunciar todos os elementos importantes que foram dados durante a sessão:&lt;br /&gt;- Existe algo chamado “O Pacto de Tiamat” que ninguém sabe ao certo o que é.&lt;br /&gt;- Esse “Pacto” foi tentado pelos Morueme há cerca de um milénio, quando Tharkin matou Nahauglaroth.&lt;br /&gt;- Neste momento, Olothontor está aliado a Kasdeva-Oryax e a um terceiro dragão, supostamente para realizar esse Pacto.&lt;br /&gt;- Existem três locais de poder mágico que estão ligados ao “ritual”: Khundrukar, provavelmente alguma coisa nos desertos de gelo para lá das Montanhas da Coluna do Mundo, e um terceiro local onde “Olothontor terá andado há dois anos” (vá lá, esta até um ghoul chegava lá...).&lt;br /&gt;- A única fonte que poderá desvendar o que é o “Pacto de Tiamat” é um livro chamado Draconomicon que se perdeu na queda de Netheril (a passagem do livro tem uma pista importante).&lt;br /&gt;- Olothontor está a quatro meses de se tornar um Great Wyrm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntando as peças do puzzle: vocês têm quatro meses de tempo real na história para descobrir o que é o Pacto de Tiamat, e impedir que Olothontor e os seus aliados o concretizem. Falta-vos apenas “a derradeira peça” que é saber ao certo o que é o Pacto. Para isso precisam do Draconomicon.&lt;br /&gt;Qual é o “catch” no meio disto tudo? O Olothontor é neste momento um “Blue Wyrm” (CR 23). Como sabem, a campanha acaba a nível 20. Isto significa que, têm quatro meses para chegar a nível 20 e conseguir reunir poder suficiente para matar o Olothontor. Se ele completar o Pacto, ou se ascender a Great Wyrm (CR 25), ele ganha, vocês perdem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um enredo simples, mas que me parece interessante q.b. Não é “a invasão do army of darkness”, ou a “ressurreição do deus do mal”, ou “the usual Dragonlance stuff where the entire world is about to go boom!”. É uma corrida, e quem chegar primeiro à meta, ganha. :)&lt;br /&gt;Como é óbvio, nem o Olothontor nem os seus amigos vão ficar quatro meses sentados à espera que vocês cheguem ao pé deles para os matar. “Expect some *minor* nuisances along the path...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Lições &amp;amp; Considerações:&lt;br /&gt;1. High Level Play tem algumas complicações. Os combates, mesmo simples, ocupam mesmo muito tempo, e para o DM começa a ser algo “penoso” conseguir gerir tanta informação. As opções quase intermináveis de spells e innate abilities obrigam a ter as coisas muito bem preparadas, ou levam a que se cometa uma série de erros motivados pela distracção ou pela simples limitação da atenção que o cérebro humano consegue dispensar a várias coisas em simultâneo.&lt;br /&gt;E isto ainda estamos a nível 10. Começo a recear um pouco o que vai sair daqui em diante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;2. Actualmente fazemos muita palhaçada nas sessões. Parece-me que quase tudo é levado na brincadeira, mesmo as partes de role-play puro, ou os momentos que deveriam ser “mais dramáticos”. Aqui faço um mea culpa, pois sei que também tenho boa parte da responsabilidade disso.&lt;br /&gt;Mas não sei se isto é bom, ou se é mau... Os momentos de “comic relief” tornarem-se “a prática normal” em cada sessão é algo saudável, ou é algo que começa a “destruir” o potencial de uma história épica e dramática, que aos poucos começa a ser encarada como um “filme do Shrek”?&lt;br /&gt;Não que eu tenha alguma coisa contra os filmes do Shrek... :P&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;3. Custa a aceitar que por vezes as coisas não correm tão bem quanto esperamos, ficando por vezes aquém das expectativas. O meu plano inicial passava por ser o Silverwing a revelar-vos o plot depois de saírem de Khundrukar. Infelizmente, a necessidade de colocar o Ag’Agnis levou-me a ter que adaptar a situação, e assim o resultado final não saiu como eu esperava. Fiz asneira. Só deveria ter feito as revelações depois de encontrarem o livro do anão. Mas agora já está, e como não sou a favor de “retcons”, há que seguir em frente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;4. As regras alternativas para fear effects, hold person, etc. que pensei para esta sessão deram bom resultado. Podem ainda necessitar de limar algumas arestas, mas pelo menos continuam a ser penalizantes q.b. para o jogador, sem o colocar numa situação de “ficas aí 10 minutos a olhar para a parede”. Vou começar a fazer uma folha de “house rules” para estar sempre acessível para consulta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;5. E mais uma vez, isto lá ficou num testamento como o Jack, The Ghoul, tanto gosta. :P&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-7712617046744616555?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/7712617046744616555/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=7712617046744616555' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7712617046744616555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7712617046744616555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/01/sesso-9-jack-ghoul.html' title='&quot;Sessão 9: Jack, The Ghoul&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWsvVQSdlUI/AAAAAAAAAHQ/XLSJdX3S7KE/s72-c/gl.jk.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-5193032218678672511</id><published>2009-01-08T11:03:00.001Z</published><updated>2009-01-08T11:05:05.044Z</updated><title type='text'>"Mithral Hall: A Visão"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWXduz9FizI/AAAAAAAAAHI/dqH3NstynE8/s1600-h/glm_PG135.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288877133706660658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWXduz9FizI/AAAAAAAAAHI/dqH3NstynE8/s320/glm_PG135.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há uns tempos o Gengibre virou-se para mim e perguntou: “Olha lá... como é que é Mithral Hall? Aquilo tem algum mercado para comprar cenas, ou é apenas um buraco numa montanha com um bando de dwarves marados a correr de um lado para o outro?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta tinha razão de ser, e eu próprio já andava a matutar nela há uns tempos. Muitos dos locais de Forgotten Realms estão descritos até à exaustão nos incontáveis suplementos que foram saindo para o setting ao longo dos anos. Mas tal não era o caso de Mithral Hall. No setting, vem apenas um ou dois parágrafos onde consta que a cidade caiu há uns anos nas mãos de um shadow dragon, e que um tipo chamado Bruennor Battlehammer a tinha reconquistado, tornando-se rei. Mas isto eu já sabia, de ter lido os livros do Drizzt.&lt;br /&gt;O suplemento “Silver Marches” pouco melhor era. Mithral Hall tem direito a «uma» página, onde metade dela é uma interminável, perfeitamente ridícula, e inútil lista onde consta a quantidade de quantidade de Warriors de nível 1 que existem, a quantidade de Warriors de nível 2 que existem, a quantidade de Warriors de nível 3...&lt;br /&gt;E depois passa para a quantidade de clérigos de nível 1, (...).&lt;br /&gt;Enfim...&lt;br /&gt;Felizmente, isto calhou que nem ginjas. Eu tinha uma ideia muito precisa do que queria para o “meu” Mithral Hall. Isto não era apenas “mais uma fortaleza de anões, com umas quantas minas por baixo”. Nada disso, eu queria que Mithral Hall fosse grandioso. O maior reduto de anões de todo o Faerûn. O simples nome teria que evocar um poder e uma magnitude como nunca se havia concebido.&lt;br /&gt;O único vestígio que “poluía” o meu Mithral Hall era, nem mais, o rei. A personagem do Bruennor até é interessante nos livros do Drizzt, mas é apenas mais um anão igual a todos os outros. Um fighter, refilão, com um machado grande. Igual ao Gimli do LOTR; igual ao Flint de Dragonlance...&lt;br /&gt;O mal de haver material “oficial” reside no facto de quem o conhece correr o risco de sentir que “não é assim que está nos livros”, ou “ele nunca faria algo assim”. Desta forma, e para cimentar o impacte que a história da campanha necessitava, havia que matar o rei Bruennor e substituí-lo por alguém “não oficial”. Alguém que montava uma ursa-gigante, carregava garrafas de rum e berrava em todas as direcções a quantidade interminável de títulos que tinha. Estava longe do “standard” anão, fighter, lawful good, com ar rezinga. Khankrauser Wyvernrage era o seu nome. Um barbarian/ranger Chaotic Good – algo raro entre anões – com momentos de histeria pura para defender “os seus”.&lt;br /&gt;E quem eram os seus? Não havia imagens de Mithral Hall. Não havia mapas de Mithral Hall. O Psy estava feliz! Podia desenvolver o seu “grande reino omnipotente dos seus bem-amados anões” bloco-a-bloco.&lt;br /&gt;E assim, aos poucos surgiu o primeiro nível, “As Portas da Montanha”, guardadas por uma fileira de golems mágicos feitos de mithril, ao qual se seguiu o nível das forjas, onde existe uma vasta linha férrea com locomotivas, fruto da engenharia dos anões. Descendo para as profundezas da montanha passamos pela fortaleza que vigia os túneis de acesso ao underdark, onde existe um elevador mecânico que nos faz chegar à “zona nobre”, onde residem os templos e os clérigos – o verdadeiro firepower dos anões. Até que por fim, uma longa escadaria nos leva ao “Salão Real”, onde achei por bem colocar um trono por patamares, para enaltecer bem a natureza da sociedade dos anões. Entendi aproveitar aquela que é (no meu entender) a melhor personagem da saga do Drizzt: o gnomo cujas mãos os drows cortaram, e associar a ele e aos seus seguidores a criação da pólvora.&lt;br /&gt;Qual era o toque que faltava? Colocar nas mãos dos anões a criação de armas de fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os jogadores saíram de Mithral Hall, o efeito que eu pretendia tinha excedido as expectativas. O “peso” daquela cidade sentia-se no diálogo dos jogadores. É certo que os humanos e os elfos possuem diversos magos de nível muito alto. Mas até que ponto é que essa magia pode fazer frente a um exército de anões munidos com pólvora, golems mágicos, armas de fogo, runecasters e o poder divino do panteão anão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“I’d put me money and me rum on the dwarves...”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-5193032218678672511?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/5193032218678672511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=5193032218678672511' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5193032218678672511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5193032218678672511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/01/mithral-hall-viso.html' title='&quot;Mithral Hall: A Visão&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWXduz9FizI/AAAAAAAAAHI/dqH3NstynE8/s72-c/glm_PG135.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-7879726436451909448</id><published>2009-01-05T14:09:00.002Z</published><updated>2009-01-05T14:10:42.932Z</updated><title type='text'>"Sessão 8 – Qamara: O Flagelo do Grupo"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWIUvFIztjI/AAAAAAAAAHA/lwjhIKh4EbQ/s1600-h/Jevicca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287811711551911474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 178px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWIUvFIztjI/AAAAAAAAAHA/lwjhIKh4EbQ/s320/Jevicca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É provável que este seja o “blog post” mais complexo desde que comecei “As Crónicas de Balazanar”. As razões são várias, nomeadamente o facto de ter sido uma sessão excessivamente extensa, com uma vaga non-stop de história a desenrolar em catadupa, e o facto de eu ter ficado com sentimentos mistos em relação à sessão.&lt;br /&gt;Assim, vou de certa forma tentar escrever algo coerente que me permita dissertar sobre as razões que me levam a achar que esta foi “uma das melhores sessões que tivemos”, e ao mesmo tempo “uma das piores sessões que tivemos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suficientemente confuso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora bem, o desafio começou com o: “uma semana, uma sessão”. O repto lançado pelo Alex despertou-me o interesse. De facto, era muito interessante pensar nesta abordagem. Se era possível? Eu tinha as minhas dúvidas... Havia muita coisa para resolver, e uma sessão soava-me a muito pouco. Mas havia que tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da “experiência narrativa” do Conselho na sessão anterior, havia muito pouco tempo para me preparar entre as duas sessões, tendo em conta que os resultados do Conselho eram completamente imprevisíveis. Foi uma sorte ter calhado numa altura em que tive alguns dias de férias para preparar os cenários.&lt;br /&gt;Um dos princípios que eu estabeleci para que a “semana” fosse interessante era a existência de uma lista de acontecimentos que seriam despoletados em alturas predeterminadas, independentemente do local em que o grupo se encontrasse. Assim, era certo que no 2º dia os goblins chegavam a Sundabar, no 4º dia o Näsica era raptado, no 5º havia “algo que provocaria uma tremenda onda de choque” e etc. Creio que este tipo de pensamento é crucial para uma campanha viva, e que não está parada à espera que os heróis apareçam para as coisas acontecerem, o que a tornaria bastante “falsificada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;Não é muito fácil ter a sorte de, num enredo tão complexo como aquele em que se passa a nossa campanha, as coisas acontecerem numa altura de stress colossal, precipitando a ocorrência de uma série de eventos que individualmente teriam o seu interesse, mas que ao ocorrerem todos em simultâneo fazem de uma “mera” história de role-play um desafio considerável. Quando eu desenvolvi “A Balada de Firenostril” nunca me passou pela cabeça que esta seria desvendada num momento em que O Pacto dos Silver Marches havia caído, que um exército de anões marchava em direcção a Everlund, e que o “quebra-cabeças” ocorreria no preciso dia em que a cidade era varrida por um “tsunami”.&lt;br /&gt;É impossível meter tanta história numa sessão como foi o caso desta. A velocidade com que os eventos decorreram foi alucinante. Quest atrás de quest, NPC atrás de NPC, uma verdadeira corrida contra o tempo para conseguir atingir um objectivo com uma dificuldade bastante séria. Mas é disto que são feitas as grandes histórias de D&amp;amp;D!&lt;br /&gt;O ritmo da sessão foi de adrenalina pura, e dificilmente se consegue repetir uma sessão assim.&lt;br /&gt;Mais do que ligar os pontos que levam a uma grande história, o verdadeiro desafio de um DM é conseguir que as personagens dos jogadores sejam os verdadeiros astros da campanha. E esta foi a minha grande vitória. Nesta sessão, mais do que em qualquer outra, foi possível ver a dimensão e o peso que cada uma das personagens tem. Esta não é a campanha do PC abc que anda com “o resto da party às costas”, mas sim uma campanha onde cada uma das personagens consegue ter visibilidade, sucesso, insucesso, boas decisões, más decisões, e com isso ser bastante mais do que uma série de números e estatísticas numa folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior:&lt;br /&gt;Uma campanha baseada na história, que se desenrola ao longo de dois anos, tem demasiado enredo, demasiadas personagens, demasiada informação. Quando inicialmente era apenas “a cidade de Scornubel” com o clérigo de Moradin e mais 4 ou 5 NPC era fácil gerir “o mundo”. Quando passam a ser 10 cidades, com algumas dezenas de NPC... é impossível gerir. Eu próprio confesso a dificuldade que estou a enfrentar de me lembrar de “quem é quem” e “quem disse o quê”. Aos poucos já me fui perdendo, e parece-me que os NPC que outrora eram cheios de vida e identidade, neste momento começam ser “debitadores unidimensionais” de informação.&lt;br /&gt;Igualmente fraca foi a resolução d’A Balada de Firenostril. Foi mais de um ano a criar suspense e a fomentar o mito e a lenda de Firenostril e da enigmática Balada. Infelizmente, esta acabou por cair na pior altura possível. Uma altura em que um grupo vem de várias horas de roleplay sobre pressão, cheio de adrenalina, numa corrida desenfreada contra o tempo. Nesse preciso momento, o ritmo é quebrado para resolver uma série de enigmas e puzzles. Isto foi, infelizmente, o Pior da Sessão. Não só o desvendar do segredo acabou por destruir o ímpeto da sessão, como acabou por ser algo sem qualquer sabor. Para quem escreve os enigmas, as respostas muitas vezes são óbvias, mas para quem os tenta resolver, por vezes a coisa torna-se aborrecida ao máximo. Este foi o caso. Ninguém estava com vontade de “parar e pensar” sobre a resolução de um enigma complexo quando tudo o que importava era correr para tentar de alguma forma travar a guerra. Aliado a isto, o facto de haver uma data de coincidências nos mapas não ajudou em nada. Sim, foi por mera coincidência que havia 11 torres, 11 deuses e 11 azenhas e 11 anéis ao barulho. É muito interessante, mas foi no pior timing possível. Isto levou-me a ter que fazer alguma batota e a “facilitar” o desvendar d’A Balada. Fiquei triste por esta ter passado como “um mero obstáculo ao progresso” e não poder ter sido o processo normal que eu inicialmente tinha pensado que levaria o grupo a interagir com várias pessoas e locais e aos poucos ir desvendando os segredos da história de Firenostril, e assim completar os enigmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto menos bom da sessão foi a sua duração. É muito entusiasmante fazer maratonas de D&amp;amp;D, mas a partir de certo momento, o cansaço começa a interferir com o jogo. Eu devia ter parado a sessão no momento em que foi descoberta a localização da fortaleza de Firenostril, mas via o pessoal de tal forma “on fire” para continuar que acabei por “ceder”. Isto veio a prejudicar seriamente o resultado. A entrada em Khundrukar tinha que ser algo difícil. Que fortaleza é esta? Quem é que a ocupa neste momento? De que forma é que isto se liga a tantas das coisas que estão a ocorrer na campanha? Além do mais, eu esperava que este fosse um dos momentos épicos da campanha: finalmente o encontro com Q.M.&lt;br /&gt;Qamara Moonblade era a primeira badass da campanha. Esta não era uma mera NPC a matar, a apanhar o tesouro e seguir em frente. Esta era uma boss. E uma boss que estava bem protegida, e que iria fazer a party passar pelas passas do Algarve para a conseguir vencer. Mas, infelizmente, apenas três personagens entraram em Khundrukar. Isto obrigou-me a retirar grande parte dos desafios que havia para vencer, tendo que “estragar” o mito e o hype que ao longo de um ano se foi criando. Em vez de ser a fortaleza cheia de armadilhas e bichos fortes, ficou reduzido a uma barda, com uma mão cheia de succubi e duergars de nível 1...&lt;br /&gt;Entendam que do ponto de vista de DM isto é manifestamente redutor... Isto é um daqueles momentos “scenario failed: no load game available”.&lt;br /&gt;Sim, é muito mau que o encontro com “um dos big badasses” da campanha seja reduzido a: “vocês passam por uma série de galerias... e salas sem nada... não há nada para fazer... errrr... matam cinco duergars de nível 1... e... olhem, bem, pronto... vamos ao boss...”&lt;br /&gt;E para piorar as coisas, a luta com o boss corre muito mal, e as personagens falham...&lt;br /&gt;Eu não podia reduzir as coisas ainda mais. Falsifiquei de todas as formas possíveis e imaginárias os efeitos das succubi. Não os usei conforme mandam as regras, fiz o mínimo dos mínimos, mas sem haver spellcasting power na party, era impossível dar a volta ao que aconteceu.&lt;br /&gt;O Jack estava protegido das succubi (por razões que nem ele próprio conhece), mas por ser rogue e por não ser good, era completamente inofensivo contra elas. O Lithlandis tinha o will save mais baixo, e a partir do momento em que uma das succubi conseguisse “ultrapassá-lo”... Restava o Sid, a personagem mais forte das três, mas que sozinho contra tudo o resto não conseguiria resolver a situação por si só.&lt;br /&gt;A dada altura tive que começar a fazer contas. Só havia duas soluções possíveis: ou um TPK virtual, ou uma situação em que capturava os três, mantendo-os controlados pelo domínio mental das succubi (o que era uma solução muito má, pois ninguém os conseguiria resgatar, e acabava por cair numa situação de “party dividida em duas zonas completamente distintas”, e não era plausível dizer: bem, os mauzões capturaram-vos, mas colocaram-vos numa cela muito fraquinha, à qual o Jack consegue fazer lock pick sem grande esforço, ou então o Sid e o Lithlandis conseguem rebentar a porta).&lt;br /&gt;Era uma situação “lose-lose”. Serve para, de futuro, saber parar mesmo contra os protestos dos jogadores.&lt;br /&gt;Do mal o menos, a situação que acabou por figurar veio a ser a melhor possível. Acaba por dar ao grupo “uma lição”, e mostrar que “há gente muito poderosa pela frente”, e a nível de desenvolvimento conceptual do Lithlandis, fica excelente para o seu background o facto de ser capturado e torturado pelos inimigos que há tanto deseja matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é um pouco por isto que esta sessão foi “uma das melhores” e em simultâneo “uma das piores”. Longe do que alguns agoirentos diziam no final da mesma, a campanha não está nem de perto perdida, muito pelo contrário! Foi completamente relançada. Perder também faz parte do roleplay: só torna a vitória final mais grandiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;Everlund está à beira do colapso. Há notícias de um exército de anões que marcha para Sul, muito provavelmente em direcção às suas muralhas. Os elfos preparam-se para o exílio reunindo-se junto ao templo de Corellon. A cidade é atingida por uma onda gigante que provoca inúmeros mortos e destrói grande parte da zona junto ao rio. No meio de toda esta desolação, Sid, Jack e Lithalndis percorrem o rio num barco em forma de patinho...&lt;br /&gt;IMPAGÁVEL!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Nota da Sessão:&lt;br /&gt;Silverymoon/Mithral Hall – 18/19, porque 75% da semana foi intensamente vivida, com muito e bom roleplay num ritmo frenético, sempre a antever uma desgraça que parece imparável, e que dificilmente se consegue criar uma campanha.&lt;br /&gt;Everlund/Balada – 8/9, foi manifestamente mau, pelas razões acima enumeradas.&lt;br /&gt;Khundrukar – 10/11, safou-se ligeiramente pelo momento de mistério conseguido com o esqueleto do Great Wyrm e a ilusão da Yeshelné, mas “tudo o que deveria ter sido Khundrukar” acabou por não o ser. Cruzo os dedos para que no “rematch” seja possível melhorar o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Lições e Considerações:&lt;br /&gt;Win some, lose some. Não é possível que as coisas corram sempre de feição. No fundo, no fundo, acho que a grande dimensão desta sessão acaba por ser a elevação da Q.M. como “a grande vilã da campanha”. Neste momento, mais do que o próprio Olothontor, foi ela quem perseguiu, atacou, e fez sangrar o grupo. Mais uma confissão: quando ela desapareceu com o livro, ainda na primeira campanha, era para nem sequer voltar a aparecer. Mas a obsessão do grupo com “a puta da barda que temos que matar” fez-me redesenhar a história e desenvolver Qamara Moonblade como aliada de Olothontor. Mais do que qualquer outra personagem, é esta “a antítese da party”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-7879726436451909448?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/7879726436451909448/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=7879726436451909448' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7879726436451909448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7879726436451909448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2009/01/sesso-8-qamara-o-flagelo-do-grupo.html' title='&quot;Sessão 8 – Qamara: O Flagelo do Grupo&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SWIUvFIztjI/AAAAAAAAAHA/lwjhIKh4EbQ/s72-c/Jevicca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-8554541439020933330</id><published>2008-12-24T12:17:00.002Z</published><updated>2008-12-24T12:22:49.289Z</updated><title type='text'>"Jack: Cidadão-Honorário dos Silver Marches"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SVIpfI6hA8I/AAAAAAAAAG4/qr4wVXpnCDU/s1600-h/Jack.xs.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283330927804613570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SVIpfI6hA8I/AAAAAAAAAG4/qr4wVXpnCDU/s320/Jack.xs.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“O Alex quer o quê? Jogar connosco?”&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;“Err... tá bem, por mim na boa... mas duvido que ele venha a mais do que três ou quatro sessões. Tá sempre a jogar com o pessoal do IST, por isso não acredito que ele se venha a juntar ao nosso grupo...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Alex era o gajo que já tinha jogado todos os RPG possíveis e imaginários, e já tinha feito todas as personagens de D&amp;amp;D que havia para fazer... Se eu tivesse que fazer uma aposta: “De certeza que ao fim de três sessões ele desaparece...”&lt;br /&gt;Mais: quando ele se juntou ao grupo e disse que a personagem se chamaria “apenas Jack”, eu pensei: &lt;em&gt;“Pff... e isso é nome para se dar a uma personagem num role-play de D&amp;amp;D? Bah, só prova que eu tenho razão... Nem leva isto minimamente a sério...”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ah, como é bom estar enganado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consta que o gajo até gostou. Mesmo com dezenas de horas de role, e dúzias de sistemas experimentados, parece que “apenas Jack” encontrou algo “fresco” neste grupo. E aquela personagem em que eu apostei as minhas gold pieces em como não aparecia em mais de três sessões, ao fim de pouco tempo já era a “leading voice” do grupo. Sim, alguém tem que ser a locomotiva da party, e o Alex agarrou esse papel com a sua extraordinária inteligência de role-play.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Bons dias, nobre senhor...”&lt;/em&gt; – geralmente começa assim, acompanhado de uma profunda vénia com todo o galanteio do chapéu ostentando a enorme pena exuberante. Geralmente acaba com o “nobre senhor” a revelar mais do que pretendia, e com menos moedas na bolsa do que o esperado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa que eu acho mais estimulante no Alex enquanto jogador é a sua capacidade para desafiar continuamente o DM a nível conceptual e narrativo. É difícil haver um jogador mais proactivo que ele. Quando eu penso que tive uma ideia fixe para “atirar” ao Jack, o Alex pega nela, dá-lhe a volta e molda-a exactamente à medida da personagem. De todas as pessoas com quem já joguei, ele é certamente aquele a quem menos se aplica o conceito de “railroading”, porque é mesmo difícil prever como ele vai reagir às situações. Mesmo àquelas em que o DM pensa: “Isto é bom demais para ele recusar.”, ele acaba por virar as costas se não se enquadrar e-x-a-c-t-a-m-e-n-t-e nos planos que ele tem para a personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“O Mito do Chapéu do Jack”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O que é que nos fascina tanto nos RPG? A capacidade de elaborar uma história coesa, a partir de situações de improviso que com o tempo acabam por resultar em “cartões de visita”. Foi assim que aos poucos se foi criando “o mito do chapéu”. A principal faceta do Jack era a sua obsessão com o chapéu... Nem mais, a todas as oportunidades que me surgiam o chapéu tinha que ir parar ao chão, cair na lama, ser arrastado pelo rio, e todas as tropelias que fossem possíveis. Se não fosse esta minha maliciosa insistência em atormentar o pobre chapéu, certamente este nunca teria sido alvo de tanta atenção, como a famosa história do “chapéu amaldiçoado” e do Conselheiro halfling, nem teria levado com um encantamento que o mantivesse permanentemente limpo e impecável, tornando-se assim num chapéu mágico e único!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um facto curioso: Jack é um rogue de nível 10 que durante toda a sua carreira fez apenas pick pocket uma vez. E como manda “a Lei de Murphy”, a coisa correu mal... Serviu de lição!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem é concretamente este “político mais mordaz dos Silver Marches” nos dias que correm?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rogue 6 / Swashbuckler 4&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;STR 12&lt;br /&gt;DEX 18 (20 gloves of dexterity +2)&lt;br /&gt;CON 14&lt;br /&gt;INT 16&lt;br /&gt;WIS 11&lt;br /&gt;CHA 14 (16 cloak of charisma +2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP: 69&lt;br /&gt;AC: 21&lt;br /&gt;Saves: Fort8/Ref12/W3&lt;br /&gt;Attack: Melee +14/+13/+9 (dagger +1 cold; dagger +2 lifestealing)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sneak Attack: +5d6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leadership (feat): Patrono do “Jack’s Emporium” em Everlund&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bluff +18; Diplomacy +22; Sense Motive +15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hand of the Mage&lt;br /&gt;Ring of True Strike&lt;br /&gt;Murlynd's Spoon&lt;br /&gt;“Jack’s Impressive Hat” – Ostenta uma exuberante pena roxa, e está encantado para garantir que nunca se amarrota, nunca se suja e que se mantém sempre impecável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Tem sido muito interessante observar a construção deste rogue, que consegue ser bastante mais que um mero rogue. A falta de “regras políticas decentes” em D&amp;amp;D tem-nos levado a dar algumas voltas ao miolo e a pensar em formas interessantes de desenvolver esta faceta da personagem. O Emporium é um desses exemplos.&lt;br /&gt;Confesso que tem um certo “gostinho especial” ouvir o Alex dizer, no final da segunda campanha: “Tiro-te o meu chapéu. Nunca gostei tanto de jogar um role como este.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto jogador, o Alex é caso único no que toca a nomes de NPC. Pedir ao Alex que se lembre do nome de qualquer NPC com quem tenha interagido, é pedir por um “auto fumble”. Ao ponto de, quando eu estava a trabalhar com ele na criação do Emporium, ter decidido criar o “fiel amigo” chamado ED (abreviatura de Edwin). São duas letras: E+D. Escolhi o nome propositadamente pelo cómico de o Alex não conseguir lembrar seja que nome for. Uma sessão depois, ele vira-se para mim e pergunta: “Como é que se chama o meu empregado?”&lt;br /&gt;Como diria Lord Vader: “It is pointless to resist...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto ao seu nome? O que dirão PC e NPC de aquele que é “apenas Jack”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O que é um cavalheiro para além de um lobo paciente?” – Sidgahrd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Jack? Sempre o achei curioso... nenhum humano aceita tão facilmente uma drow...&lt;br /&gt;Embora seja um pouco... excêntrico é um bom companheiro, daqueles que se gosta de ter por perto. Mesmo sendo humano...” – Sionna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um gatuno mascarado de nobre virado empresário... mas tem bom coração.” – Lithlandis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Jack é um político ardiloso que não se contenta em controlar meia-dúzia de lacaios. O seu objectivo é sentir nas suas mãos o poder incomensurável que uma pessoa sozinha pode ter de influenciar a vida de uma sociedade inteira. Parte desse objectivo foi recentemente alcançado, ao ser nomeado “Cidadão-Honorário dos Silver Marches” pela Dama Alustriel.&lt;br /&gt;Estará Jack genuinamente interessado em garantir um futuro de paz e prosperidade para uma nação, ou será que por trás do sorriso enternecedor se esconde um manipulador que quer apenas “o poder, pelo poder”? Viverá ele tempo suficiente para alcançar os seus desígnios, ou teremos aqui um JFK à moda de Faerûn, que será assassinado pelos “misteriosos poderes que se movem nas sombras”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Q.M.”&lt;/em&gt; parece levar vantagem na corrida... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-8554541439020933330?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/8554541439020933330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=8554541439020933330' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8554541439020933330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8554541439020933330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/12/jack-cidado-honorrio-dos-silver-marches.html' title='&quot;Jack: Cidadão-Honorário dos Silver Marches&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SVIpfI6hA8I/AAAAAAAAAG4/qr4wVXpnCDU/s72-c/Jack.xs.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-6286554106883497853</id><published>2008-12-22T10:09:00.001Z</published><updated>2008-12-22T10:11:40.505Z</updated><title type='text'>"Sessão 7 - O Desmoronar do Sonho"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SU9nvknPH6I/AAAAAAAAAGw/byoomp7FG_c/s1600-h/council_sm.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282554954908639138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 272px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SU9nvknPH6I/AAAAAAAAAGw/byoomp7FG_c/s320/council_sm.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se eu quisesse destruir o Pacto dos Silver Marches, usaria uma horda de orcs e não conseguia...&lt;br /&gt;Se eu quisesse destruir o Pacto dos Silver Marches, usaria um bando de red dragons, e não conseguiria...&lt;br /&gt;Se eu quisesse destruir o Pacto dos Silver Marches, juntava drows, ilithiads, demónios e trinta-por-uma-linha, e não conseguiria...&lt;br /&gt;Bastou-me colocar o Pacto dos Silver Marches nas mãos dos meus jogadores, e ele foi sumariamente destruído, sem direito a recorrer da sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é capaz de ser um longo post, por isso, vamos por partes. Desta vez, para variar, vou começar pelo final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Nota da Sessão: 14/15.&lt;br /&gt;A razão para estar a dar uma nota inferior às sessões anteriores é única e exclusivamente culpa minha. Eu dividiria a sessão em duas partes: a tentativa de assassinato/Everlund e o Conselho de Silverymoon.&lt;br /&gt;Eu não fazia a mais pequena ideia de como iria ser esta sessão. Uns dias antes, o Gengibre apanhou-me no MSN e perguntou-me: “Então, tudo pronto para a sessão?”&lt;br /&gt;Eu respondi que sabia como a sessão ia começar, mas não fazia ideia de como iria acabar.&lt;br /&gt;De facto, eu sabia que havia fortes probabilidades de seguirem para Everlund. Não só isso tinha sido falado no final da sessão anterior, como, pela lógica, o Jack necessitaria de recorrer aos seus contactos para chegar à Alustriel. Se o plano fosse ir directamente para Silverymoon, bater à porta e dizer: “Olá, chamo-me Jack e quero falar com a Alustriel.”, era capaz de não correr pelo melhor.&lt;br /&gt;Posto isto, eu sabia que a sessão provavelmente começaria por Everlund, onde os meus assassinos estavam à espera. Toda aquela hesitação inicial, onde o Lithlandis se propôs a sair do barco disfarçado de Jack, deixou-me a pensar: “Nem te passa pela cabeça como elas te vão morder...”, o que seria algo cómico, pois era MAIS UMA SESSÃO onde o Lithlandis morria, ou ficava perto disso – algo que já quase é uma tradição instituída no nosso Faerûn!&lt;br /&gt;Mas vamos à tentativa de assassinato, a qual, infelizmente, eu terei que nomear como “o pior da sessão”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior:&lt;br /&gt;Esta tentativa de assassinato tinha como objectivo deixar o Jack “com a pulga atrás da orelha”, e eu queria que ele sentisse que isto era “uma situação de perigo real”. Não é apenas o roguezeco do beco que tenta assassiná-lo para ganhar uns cobres. Não, aqui havia profissionais metidos. Ao menos conseguiu nutrir o efeito principal: deixar o Jack a tremer – obrigando a que um certo dragão de prata o evacuasse para os céus de Everlund.&lt;br /&gt;Mas toda a cena foi muito mal conseguida. Para começar, eu fiz mal “a lição de casa”, confundi os feats, e logo “na cena de abertura” a coisa começou mal, sem saber muito bem como é que os efeitos se resolviam, e ao certo o que é que o “Uncanny Dodge” protege, e enfim... uma grande trapalhada. A fireball foi mesmo a única coisa que saiu bem no meio daquilo tudo. Depois foi uma grande confusão, com os falsos guardas da cidade, o Sid a fazer grapple à elfa wizard, e o combate acabou por ser uma sequência chata de rola-rola-rola. Esperava que o assassino fosse capturado, mas não contava que conseguissem apanhar a wizard. Quando foram os dois capturados eu tive que começar a fazer contas de cabeça: “Bem... agora não tenho hipótese de fuga. Vou ter que revelar algumas coisas antes do tempo...”&lt;br /&gt;Mas, sorte a minha, os jogadores ainda são inocentes, e ainda deixem o DM dizer-lhes: “Ok, enquanto vocês seguem com os Conselheiros para a sala do Palácio, os bandidos são levados para as celas...” &gt;:] Teeheeheevilness – I has an escape plan!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disto, passamos a:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior – Parte 2:&lt;br /&gt;Eu sabia que o Alex quereria, mais tarde ou mais cedo, chegar ao “peixe graúdo” da política dos Siler Marches – leia-se: Alustriel e Companhia. Este era o momento ideal. Mas eu sabia que, ao falar primeiro com o Conselho de Everlund, o Alex teria que usar exactamente os mesmo argumentos antes de chegar ao Conselho da Alustriel. Isto tinha um senão: ia obrigar a uma cena quase passada a papel químico, em curto espaço de tempo, o que podia levar a uma cena “algo aborrecida”, obrigando um jogador a ter que fazer duas vezes o mesmo discurso, a ter que ouvir duas vezes os mesmos contra-argumentos, e por aí fora. E então, eu tentei acelerar as coisas e “despachar” a conversa em Everlund. Não é o mais correcto que um DM deve fazer. Foi uma tentativa de evitar uma parte aborrecida, tanto para o jogador, como para os companheiros. Só que a tentativa saiu um bocadinho atabalhoada. Pelo meio, houve o “fumble” no discurso. Eu bem sei que estas situações são chatas, mas toda a gente tem que compreender que se usamos um sistema de regras, devemos tê-lo minimamente em atenção. Bem sabem que na grande maioria das situações eu já nem peço skill checks, pois assumo que – quer o PC, quer o jogador em si – têm agilidade mais que suficiente para vencer a situação. Mas também deixa de fazer sentido que um jogador esteja a investir em skill points para depois nunca serem usados. Nesta situação em específico, o Jack estava a fazer um certo bluff ao Conselho. Tudo bem que ele até pode estar convicto da teoria dele, mas sem provas tangíveis, seria necessário alguma destreza política para convencer o Conselho da cidade. Por azar saiu um “fumble”. É chato, mas até se pode associar o acontecimento ao facto de o Jack estar mais nervoso por ter sido alvo de uma tentativa de assassinato, quase bem sucedida, uma hora antes.&lt;br /&gt;E assim, lá saiu mais uma asneirada: o DM a tentar “despachar às três pancadas” a reunião com o Conselho de Everlund, por saber que havia “uma reunião mais importante” à espera, e isto a resultar numa situação de: “Ok, o Primeiro-Conselheiro não engoliu essa tanga do Olothontor, mas mesmo assim vai levar-te a falar com a Alustriel e resto do pessoal...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como o povão costuma dizer que “não há duas sem três”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior – Parte 3:&lt;br /&gt;Já de si as coisas estavam a sair um bocadinho mal amanhadas, e quando estávamos no compasso de espera para apanhar o barco da meia-noite, no momento em que o Sid decidiu ir procurar alguma informação sobre o mapa do Firenostril, eu também não lhe dei a atenção devida. Estava concentrado na “missão nocturna”, e quando subitamente surge um elemento novo, eu fiquei de pé atrás porque isso ia desviar a atenção do ritmo em que naquele momento estávamos concentrados, e de certa forma, acabei quase por “descartar” a investigação do Sid numa atitude de: “Isso agora não tem interesse, não vamos mudar de quests, vamos mas é tomar atenção «a isto que agora é mais importante».”&lt;br /&gt;Foi uma decisão também má da minha parte, porque independentemente de a investigação que o Sid fez não ter de facto elementos novos para a quest do Firenostril, o DM deve sempre tentar dar a mesma atenção a todas as decisões dos jogadores, e eu acabei por resolver esta questão um bocado à “move along, nothing to see here”.&lt;br /&gt;Digamos que, tivesse a sessão acabado nesta altura, provavelmente era a primeira vez que eu daria uma nota negativa a uma das nossas sessões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente não acabou aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há já algum tempo que o Alex me tinha revelado quais eram os objectivos do Jack, e eu sabia que mais tarde ou mais cedo teria que lhe fazer “a prova de fogo” e colocá-lo a falar com a Alustriel e com o Conselho dos Silver Marches. O Jack é um político, e quer ser uma espécie de “Shogun dos Silver Marches”.&lt;br /&gt;Ora, uma crise nos Silver Marches era o motivo ideal para começar a trilhar esse percurso. Mas eu aqui tinha um problema: como é que se iria desenrolar uma cena entre o Jack e o Conselho dos Silver Marches? Se fosse pelo “formato normal”, resultaria em uma hora ou duas de sessão em que só havia role-play entre mim e o Alex, o que seria uma tremenda seca para os outros jogadores. Tentar resolver isto numa sessão individual também não me parecia a melhor solução. Não só eu não sou grande fã das sessões one-on-one, como acho que também era um bocado duh parar uma sessão “antes da hora”, para depois ter uma sessão à parte com um jogador para resolver uma questão específica, e importante.&lt;br /&gt;Felizmente, fez-se luz, e decidi fazer um desafio a mim próprio enquanto DM: porque não colocar o controlo narrativo da campanha nas mãos dos próprios jogadores? Eu ando sempre à procura de formas inovadoras de interagir com a campanha, e atribuir a cada um dos jogadores uma personagem do Conselho, não só vai trazer uma série de decisões inesperadas à campanha, como vai ser a “prenda maior” que o DM pode dar aos jogadores em termos de lhes dizer: esta é a vossa campanha, e está nas vossas mãos, e não só nas das vossas personagens. A ideia agradava-me MUITO, e tinha ainda o bónus de constituir um desafio muito mais estimulante para o Alex enquanto excelente jogador de role-play que é: não tinha que usar bons argumentos para convencer o DM e sujeitar-se a uma decisão de “sim ou não” e pouco mais, mas sim usar esses argumentos para convencer um Conselho real, composto por várias pessoas, com papéis e ideologias diferentes. Enquanto “experiência alargada de role-play”, era uma oportunidade única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;Ontem revelei ao David um segredo, que a bem da justiça, fica agora revelado a todos. Quando esta campanha começou, no Verão passado, eu não tinha mesmo planos nenhuns para ela. Como se lembram, eu não fazia tenção de a continuar. Quando começámos esta aventura (quase há dois anos) eu era um DM muito “control freak”, queria ter todas as personagens preparadas, todas as possibilidades estudadas, tudo pensado ao milímetro para que as sessões corressem bem. Felizmente, o tempo e a experiência ajudaram-me aos poucos a “abrir mão” e confiar mais no improviso e no “alea jacta est”. Então, decidi arriscar na primeira sessão. Quando jogámos a primeira sessão deste terceiro segmento da campanha, eu não tinha NADA preparado. Tinha duas ou três pontas soltas que tinham ficado de trás, e decidi que ia passar a primeira sessão inteira a “ouvir” os jogadores. E o que é que o DM ouviu nessa primeira sessão?&lt;br /&gt;“Pá, estas cenas com os anões e com os elfos estão-me a preocupar.”&lt;br /&gt;“Sim, isto precisa de ser resolvido. Há que descobrir a tal terceira força que estava em Mithral Hall.”&lt;br /&gt;“Man, os anões estão a ocupar as cidades. Eles estão a preparar alguma coisa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis senão quando, o Nev diz a frase mágica: “Pois, isto assim não tarda temos uma GUERRA FRIA...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Katching! Jackpot! E de um momento para o outro, fez-se luz no cérebro do DM. Para mim, a guerra entre os elfos e os anões estava resolvida. É certo que havia uns quantos “unfinished business” pelo meio, mas em termos de história eu já estava preparado para seguir em frente. Mas uma vez que os meus zelosos jogadores estavam tão preocupados com as tensões ainda existentes entre elfos e anões... “Bem... vamos lá agitar um bocadinho o caldeirão... Se calhar, as coisas não estão assim tão resolvidas quanto isso...”&lt;br /&gt;Depois disso, foi só começar a ligar pontas soltas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revelado o segredo, voltemos ao Conselho dos Silver Marches. Eu não queria avisar nenhum dos jogadores do que se iria passar, pois se o fizesse iria retirar a espontaneidade de algo feito totalmente de improviso. Mas precisava de dar alguma consistência “à coisa”. Tinha sido feito um primeiro teste na segunda campanha, que tinha dado bons resultados mas tinha sido um pouco confuso, pois nenhum dos jogadores tinha mais do que um papelinho com o nome de uma personagem e uma ou duas frases a indicar os pensamentos da personagem em si. Assim sendo, achei que teria melhor resultado dar a cada jogador um membro do Conselho que tivesse uma postura coincidente com a da personagem do próprio jogador. Dei ainda, nos 10 minutos de intervalo, um briefing a cada jogador sobre o membro do Conselho que iria interpretar, as suas relações, e quais as informações de que dispunha. E disse aos jogadores: “Neste momento, todos vocês são DM, e as acções que cada um de vocês tomar vão-se reflectir na campanha.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim condenei o Pacto dos Silver Marches à morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era impossível saber o que ia sair dali. Seria negociado um acordo de não agressão? Seria declarada guerra? Seriam chamadas a intervir forças externas?&lt;br /&gt;Até certo ponto eu tinha medo que esta experiência falhasse. Tinha um certo receio que os jogadores não quisessem assumir quaisquer decisões, e que ficassem à espera que eu ditasse o curso da reunião. Felizmente ocorreu exactamente o oposto.&lt;br /&gt;Este seria “o momento do Jack”, e tinha mesmo que correr bem. Era “o prémio” que o DM procura dar a cada jogador numa campanha fortemente conduzida pela história. Quando vi que o Pacto estava a ser dissolvido, fiquei uns segundos sem saber o que fazer. Seria difícil o Jack ser “Shogun” de algo que não existia, e era injusto para o Alex não conseguir alcançar o seu objectivo depois de tanto esforço. Mas de repente lembrei-me que este resultado era ainda melhor do que o previsto! Mais do que manter a paz, era agora necessário impedir que “o barril de pólvora explodisse em larga escala”. Era agora necessário alguém neutro, capaz de comandar uma força de intervenção que impedisse o pior, e levasse a que o Pacto voltasse a ser assumido pelas partes. E verdade seja dita, para um político, “Cidadão-Honorário dos Silver Marches” soa muito melhor do que Shogun! ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão – Parte 1:&lt;br /&gt;O Juiz Näsica coça a barba enquanto a sua mão repousa sobre o Códex de Moradin. “Este Pacto é apenas papel. Não foi honrado por todas as partes. E nós, anões, tal como o metal temos a nossa temperatura... A partir deste momento, fica oficialmente decretada a nossa saída d’O Pacto!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão – Parte 2:&lt;br /&gt;Sernius Alathar fechou os olhos. “É para mim mais do que claro que os ódios antigos se sobrepõem à razão. Se não é dada mais do que uma semana para se apurar a verdade, e sabendo que há inocentes a sofrer com tudo isto, irei conduzir toda a população élfica dos Silver Marches numa retirada para o exílio, onde fundaremos uma nova nação. Uma &lt;em&gt;nação de exilados, para uma rainha exilada...&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FANTABULÁSTICO PSY levanta-se da cadeira, com lágrimas nos olhos, e aplaude entusiasticamente. Quisesse eu mergulhar os Silver Marches no caos total, e não teria conseguido fazer um trabalho melhor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prometi que esta campanha conseguiria eclipsar as duas anteriores... sete sessões depois, sabe bem saber que estamos no caminho certo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-6286554106883497853?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/6286554106883497853/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=6286554106883497853' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/6286554106883497853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/6286554106883497853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/12/sesso-7-o-desmoronar-do-sonho.html' title='&quot;Sessão 7 - O Desmoronar do Sonho&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SU9nvknPH6I/AAAAAAAAAGw/byoomp7FG_c/s72-c/council_sm.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-2863698321488155432</id><published>2008-12-17T11:51:00.001Z</published><updated>2008-12-17T11:52:43.912Z</updated><title type='text'>"Sionna Laae"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SUjn_SbmouI/AAAAAAAAAGo/lJ7wdKKShGI/s1600-h/sionna_09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280725637557297890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 311px; CURSOR: hand; HEIGHT: 288px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SUjn_SbmouI/AAAAAAAAAGo/lJ7wdKKShGI/s320/sionna_09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Uma drow? Boazinha? Que quer um «gatúnfio»...? SUCKS! Drow tem que ser evil, mau, corrompido, satânico!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esta drow teve sorte... porque era druida! E quando o Psy ouve falar em druidas, fica todo sorridente. Tenho uma estranha simpatia pela classe. Gosto do conceito, identifico-me com ele.&lt;br /&gt;Mas “ter sorte” - tendo em conta que estamos a falar do Psy - é algo muito subjectivo... A primeira decisão que eu tomei em relação à Sionna foi: “Há-de vir a família toda atrás de ti, para te matar, e um deles há-de ser um drider! Tás feita...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sandra apresentou-se inicialmente como o meu maior desafio. De todos os jogadores era quem menos à-vontade tinha com o role-play. Gostava de estar caladinha a um canto, sem que ninguém desse por ela. No Dungeon Master’s Guide II existe uma definição para este tipo de jogador: “lurker”. Mas eu não me ia resignar a isso. Não ia deixar que um jogador ficasse apenas “a observar”. Tive a sensatez suficiente para não a forçar a assumir o “leading role”, algo que só iria deixar um jogador ainda menos confortável, e portanto decidi-me por colocá-la numa posição de “moderação”. Inicialmente, a Sionna era a personagem que iria procurar uma forma de convergir os diferentes membros no sentido de formar um grupo coeso. O facto de ser o único elemento feminino do grupo era uma boa forma de explorar isso.&lt;br /&gt;Mas se pensas que vais apenas moderar “los muchachos” e continuar como se não fosse nada contigo, tas lixada com “F” grande... Ora toma lá a maior reviravolta da história das quests, e amanha-te aí com a batata quente da “jóia/ovo de dragão”.&lt;br /&gt;Gostei bastante da Sionna no primeiro segmento da campanha, foi pena com o tempo ela vir a apagar-se...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os que pretendem a revelação de alguns “segredos” do DM nesta série de artigos, vou deixar aqui um deles para satisfazer o bichinho da curiosidade: matar a Sionna chegou a estar nos meus planos!&lt;br /&gt;Quando eu era um DM bastante mais inexperiente achei que o final do primeiro segmento da campanha ficaria bastante mais memorável se fosse suficientemente dramático ao ponto de terminar com a morte de uma personagem. A Sionna apresentou-se-me como a escolha óbvia por duas razões simples. Para começar, desde o início eu percebi que tinha sido um erro permitir “drow” como raça elegível para jogar. Isto levou a uma série de situações de “engonha”, pois ela tinha que se andar a disfarçar para entrar nas cidades “civilizadas”, e estava constantemente a ir parar à prisão porque não seria muito lógico deixar uma drow entrar pelos portões de uma cidade sem mais nem menos. Além do mais, ter um irmão drider a querer matá-la, aliado ao facto de ser a sessão de encerramento da campanha, tornaria a morte da Sionna trágica, apoteótica, e lógica, ao passo que se fosse qualquer outro membro do grupo soaria simplesmente “a uma morte aleatória”. Mas quando chegou “o momento da verdade” observei algo extraordinário: os companheiros moviam-se propositadamente para a manter separada do drider, e assim evitar que este a matasse! E foi aí que a experiência de DM começou a ganhar pontos: nunca ser cego ao ponto de agarrar com unhas e dentes o script original. Deixar o barco seguir para o lado que os jogadores remam!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sionna sobreviveu, mas a partir de certa altura começou a divergir consideravelmente do conceito inicial da personagem. Perdeu a “aura” que a ligava a Mielikki e andou um bocado à deriva. Eu notei isto durante todo o segundo segmento da campanha. Excepção feita às sessões iniciais e à interacção com o Asteraceae, chegou uma altura em que eu próprio tinha dificuldade em perceber o papel da Sionna no grupo. O facto de a Sandra não ter comparecido na segunda metade da campanha, aliado ao fantasma que começou a pairar da “troca de personagem” deixou-me um bocado titubeante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A druida drow passou por uma recauchutagem, renegou uma deusa, trocou um gatúnfio por um mastodonte siberiano, e chegou a nível 10 mais ou menos com este perfil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Druid 10&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;STR 12&lt;br /&gt;DEX 18&lt;br /&gt;CON 12&lt;br /&gt;INT 18&lt;br /&gt;WIS 18 (20 com periapt of wisdom +2)&lt;br /&gt;CHA 19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP 70&lt;br /&gt;AC: 19 (10+4 armor bonus +4 dex modifier+1 ring of natural armor)&lt;br /&gt;Saves: Fort9/Reflex8/Will13&lt;br /&gt;Attack: Melee (1d8+2); Ranged (1d8+1d6electricity+2)&lt;br /&gt;Racial traits (drow) and class features:&lt;br /&gt;Spell Resistance: 21&lt;br /&gt;Darkvision 120 feet&lt;br /&gt;Darkness (1/day)&lt;br /&gt;Dancing Lights (1/day)&lt;br /&gt;Faerie Fire (1/day)&lt;br /&gt;Wild/Dragon Shape (4/day) (Blue/Copper/Green/Silver Dragon)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animal Companion: Kiba (tiger)&lt;br /&gt;[Str26, Dex18, Con17, Int2, Wis12, Cha6; HP:100; AC: 22; Damage: Claw 1d8+8/Bite 1d6+4/Rake 1d8+4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Studded Leather armor +1&lt;br /&gt;Ring of Sustenance&lt;br /&gt;Pearl Of Power (headband) 4th level – feito a partir de uma escama de dragão verde&lt;br /&gt;Cloak of Resistance +1&lt;br /&gt;Scroll of cure moderate wounds x2&lt;br /&gt;Wand of cure moderate wounds 46 charges&lt;br /&gt;Wand of cure light wounds 9 charges&lt;br /&gt;Periapt of Wisdom +2&lt;br /&gt;Ring of Natural Armor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Só agora é que eu reparei realmente no abuso que são as ability scores da Sionna! Holy Mother of the Bitch-Queen!!!!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que a nível de estratégia a Sionna tem uma forte afinidade com tudo o que meta trovões. Se algum bardo de Faerûn alguma vez lhe dedicar uma balada, seguramente será o “Thunderstruck” dos AC/DC. A estratégia preferida da drow passa por começar a fazer chover trovões, seguido do apoio da cavalaria: leia-se “invocar hipogrifos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que terão os companheiros de viagem a dizer desta “Tempestade Obsidiana”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Dividida e hesitante, esta drow já provou o seu valor vezes sem conta. Recentemente, a sua relação com os dragões complicou-se e tornou-se muito mais interessante. Algo a observar com mais calma no futuro próximo." – Jack&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A renegada... Eu via nela alguém que abandonou a sua raça para adorar uma deusa.&lt;br /&gt;Mas quem será ela agora, sem deusa? – Sidgahrd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há essencialmente dois tipos de jogador: os proactivos, e os reactivos. Os proactivos marcam o seu próprio ritmo, moldam a campanha à imagem da sua personagem, enquanto os reactivos preferem esperar e reagir aos elementos que o DM “atira” contra a sua personagem. A Sandra é essencialmente reactiva, espera que algum obstáculo/missão surja em frente à Sionna e reage ao mesmo.&lt;br /&gt;Para o DM é mais difícil articular com os jogadores reactivos, pois nunca sabe se vai seguir por um caminho que defraude as expectativas do jogador. Quando ocorreu a recente alteração de personalidade da Sionna, eu decidi ficar à espera para tomar o pulso à “nova faceta” da personagem. Mas mais uma vez ela ficou em “reactive-mode”... Estava um pouco sem saber muito bem o que fazer quanto à nova Sionna, quando subitamente me apercebi que a resposta esteve sempre à frente dos meus olhos!&lt;br /&gt;Não tenho dúvidas que muito em breve ela vai ter que sair novamente do seu “grove” e tomar um papel bastante mais proactivo! Isto, claro, se ela quiser ser alguém capaz de deixar a sua marca na História, e não ser apenas “mais uma drow que fugiu do Underdark”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei contente por a Sionna ter continuado no grupo. Teria ficado bastante desmotivado se ela tivesse saído de cena, deitando por terra todo o trabalho até então construído. No entanto, de momento, parece-me que a Sionna de certa forma perdeu a sua identidade no grupo. Não estabeleceu ligações fortes com nenhum NPC até ao momento, nem mostrou particular interesse em nenhum grupo/ideologia. A cumplicidade inicial que existia com o Lithlandis também foi esmorecendo. Do olhar privilegiado de DM, dá-me a sensação que de momento a Sionna é uma espécie de “carta fora do baralho”, e que vai ser precisa muita força anímica da Sandra para conseguir remodelar a personagem em todo o seu esplendor e potencial.&lt;br /&gt;O futuro dir-nos-á se de facto ter renegado a mão de Mielikki foi o passo que faltava para o despertar da verdadeira Sionna, ou se realmente ela nunca conseguirá ser mais do que “uma drow boazinha com um gatúnfio”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio está lançado...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-2863698321488155432?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/2863698321488155432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=2863698321488155432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/2863698321488155432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/2863698321488155432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/12/sionna-laae.html' title='&quot;Sionna Laae&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SUjn_SbmouI/AAAAAAAAAGo/lJ7wdKKShGI/s72-c/sionna_09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-1100852115214065621</id><published>2008-12-10T14:57:00.002Z</published><updated>2008-12-10T14:59:57.047Z</updated><title type='text'>"Sidgahrd: O Implacável"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/ST_ZUqQVoFI/AAAAAAAAAGg/LtXgtLvOHMI/s1600-h/Sid.2.10.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278176237264937042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/ST_ZUqQVoFI/AAAAAAAAAGg/LtXgtLvOHMI/s320/Sid.2.10.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Um bárbaro-monge-pirata que dança como macacos e quer ser imortal... Mas que porra de aberração é que este gajo me foi inventar...?”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi basicamente esta a minha reacção quando me foi apresentada a personagem “Sidgahrd”.&lt;br /&gt;Nope... não gostei... não gostei mesmo nada!&lt;br /&gt;Por um lado estava a gostar do Paladino, e enquanto DM sou sempre altamente resistente a trocas de personagens a meio das campanhas. Por outro lado, olhava para a personagem e via uma aberração que se vestia com roupas finas, mas que depois andava a roubar o espólio dos adversários à frente de todos, enquanto apanhava brutas bebedeiras e fugia quando os combates não lhe corriam de feição.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Mas que porra de aberração é que este gajo me foi inventar...?”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O background tinha 14 páginas! Sim, 14! E das poucas coisas que eu tinha para me guiar era a vontade da personagem ser «imortal» - algo que a nível 5 é inconcebível.&lt;br /&gt;Foi uma tremenda dor de cabeça. Eu notava que o Gengibre não estava a gostar de jogar com a personagem, notava que não estava a ser bem recebido pelo grupo, e eu não sabia muito bem o que fazer quanto a esta aberração. Não me parecia que as coisas fossem correr bem. A dada altura, o Gengibre começou a hesitar quanto à personagem. Disse-me que queria trocá-la, e perguntou a minha opinião. Eu sou sempre contra trocar personagens, e bato sempre o pé aos jogadores que me vêm com estas ideias, mas neste caso em particular, eu próprio rezava a todos os deuses de Faerûn para que o Gengibre mandasse a aberração ir embora. Obviamente não lho disse. Mantive sempre a minha postura séria de DM, e a minha consistência.&lt;br /&gt;“Sabes que eu sou contra a troca de personagens. Essa decisão é somente tua, e não pode jamais passar por mim.”&lt;br /&gt;Em resposta, o Gengibre decidiu manter o Sid, e interiormente eu pensei: “Raios...”&lt;br /&gt;Mas, por intervenção divina de Moradin, as coisas começaram a mudar. A personagem começou a ter dimensão, começou a revelar espírito e a ter o seu espaço no grupo. Tentei pensar numa forma de lhe procurar uma “imortalidade por fases”, introduzindo o fast healing, à qual se seguiu a triste ideia do “Chá dos Uthgardt” – a qual confesso que foi talvez a pior ideia de toda a minha não-muito-longa “carreira” de DM. Eu próprio não sabia ao certo onde é que o “chá” e os seus rituais de “awakening” iriam levar, mas tinha a certeza que era uma ideia que não me agradava. Felizmente, o Alex, oportunamente, surgiu com a ideia do sangue dracónico, talvez mais cliché, mas tendo em conta o espírito da campanha em particular, fazia todo o sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem é “Sidgahrd, O Implacável”, agora a nível 10?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Barbarian 1 / Chaos Monk 9&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;STR 14&lt;br /&gt;DEX 16 (18 gloves of dexterity +2)&lt;br /&gt;CON 14&lt;br /&gt;INT 13&lt;br /&gt;WIS 16 (20 periapt of wisdom +4)&lt;br /&gt;CHA 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP 70+&lt;br /&gt;AC: 21 (10+ 4dex +1monkclass +1ring+5wisdom)&lt;br /&gt;Saves: Fort11/Ref11/Will12&lt;br /&gt;Grapple: +19 / Trip:+10&lt;br /&gt;Flailing strike: 60% +14/+14/+14/+9 ou 40% +14/+9&lt;br /&gt;Damage: 2d8+1d8 (tattoo) +5 (+2 Str +2 bracers +1 cold)&lt;br /&gt;Fast healing: 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peripat of Wisdom +4&lt;br /&gt;Gloves of Dexterity +2&lt;br /&gt;Potion belt com 6 potions of mage armor&lt;br /&gt;Ring of Gorm Gulthyn (ring of protection vs evil)&lt;br /&gt;Thunder Tattoo&lt;br /&gt;Bracers of Magic Fang +2&lt;br /&gt;Ring of Light&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Foi uma extensa e inesperada caminhada para este monge, idolatrado pela população de Everlund e pelos anões dos Silver Marches. O Sid é actualmente uma das personagens mais fascinantes do grupo, e de longe a mais versátil. Existem ainda muitos elementos que passam algo despercebidos dentro do jogo, mas onde o Gengibre desenvolve um excelente trabalho de identidade, como o facto de o Sid ter um diário que contém informação valiosa com mapas, segredos, personagens, bebidas secretas, técnicas marciais diversas e muitas outras informações pelas quais muita gente estaria disposta a matar!&lt;br /&gt;Conquistou o título de “Implacável” por ter decidido não deixar viver o pérfido Malvin Draga, em Everlund. Foi ainda agraciado com o baptismo de “Gigante de Moradin”, conferido pelos anões de Khankrauser Wyvernrage quando decidiu ajudá-los na Batalha dos Titãs contra as forças de Reitheillaethor.&lt;br /&gt;É um homem ambicioso, cheio de engenho e que faz do Caos a sua disciplina – algo que não se limita a pregar, mas sim a praticar inequivocamente em cada sessão! Quando o Gengibre me pediu mais oportunidades para role-play no intuito de desenvolver ainda mais a personalidade do Sid, não hesitei em atirar-lhe uma desgraçada rapariga (tão estranha como ele próprio) para a frente, sabendo de antemão que um “espírito livre” como o Sid jamais desejaria construir um templo/mosteiro para ensinar a discípulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que dizem sobre ele os companheiros de viagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O Sid? É um humano que pensa que consegue ficar imortal. Acho que não bate bem da carola.. Mas isso sou só eu, claro!”&lt;/em&gt; – Lithlandis Stormcrow&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, mas o Sid tem revelado uma habilidade extraordinária para surpreender tudo e todos, e se há uma certeza única que eu tenho quanto a esta personagem é que as pobres almas torturadas dos Silver Marches ainda vão ouvir muito sobre o homem que desceu das montanhas para dançar como um macaco e beber rum como um anão!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-1100852115214065621?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/1100852115214065621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=1100852115214065621' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/1100852115214065621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/1100852115214065621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/12/sidgahrd-o-implacvel.html' title='&quot;Sidgahrd: O Implacável&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/ST_ZUqQVoFI/AAAAAAAAAGg/LtXgtLvOHMI/s72-c/Sid.2.10.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-4014383424588294265</id><published>2008-12-05T11:49:00.002Z</published><updated>2008-12-05T11:50:19.569Z</updated><title type='text'>“Modelo de Combate Alternativo e Wushu”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/STkVb3REhFI/AAAAAAAAAFc/S9c1nJ6ODU8/s1600-h/fight12.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276272006877447250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 288px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/STkVb3REhFI/AAAAAAAAAFc/S9c1nJ6ODU8/s320/fight12.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entre as várias leituras sobre RPG que vou fazendo esporadicamente pela net, aqui há uns tempos encontrei algo que me chamou a atenção, e que inclusive cheguei a falar com o Gengibre, dizendo-lhe que ia tentar isso nas nossas sessões, mas acabei por recuar à última da hora.&lt;br /&gt;Esta ideia passava – linhas gerais – por reduzir um bocado a mecanização do combate em D&amp;amp;D 3.5, e incentivar mais o trabalho do grupo como um todo. Parte de uma premissa bastante real: da forma que o combate está organizado em 3.5 (por sistema de rondas e iniciativas), cada jogador vai estar com toda a atenção na sua ronda, mas depois “desliga” e foca a atenção noutras coisas enquanto tem que “secar” à espera que passem os turnos de todos os restantes intervenientes, até voltar à sua vez. Na 2ª edição de D&amp;amp;D havia uma abordagem mais livre e menos disciplinada, onde no início de cada turno, cada jogador anunciava a sua acção e depois via-se tudo a desenrolar em simultâneo.&lt;br /&gt;Do meu ponto de vista, isto é um conceito interessante e que merece alguma atenção, se bem que pode trazer (eventualmente) alguns conflitos de regras no sistema. É um facto de tacticamente é uma desvantagem, pois convém muitas vezes aos jogadores verem as acções a desenrolar uma atrás da outra para, mediante os resultados, tirarem o máximo partido dos seus ataques. Mas verdade seja dita, retira um pouco da animação do “combate em tempo real”.&lt;br /&gt;Ora, a alternativa que me parece que pode ser explorada passa por iniciar cada encontro com um roll único de iniciativa, que pode ser algo do estilo “jogador com maior Init mod rola contra o DM com o maior Init mod dos monstros”. Isto determina qual dos grupos se move primeiro: os jogadores, ou os monstros. Regra geral isto vai dar uma maior percentagem de sucesso aos jogadores, pois a sua iniciativa é geralmente mais elevada. Depois disto, os jogadores discutiam entre si o que cada um fazia no turno em questão, e depois resolvia-se tudo de seguida (eventualmente por ordem de Init mod de cada um). Isto leva a que todos os jogadores estejam sempre alerta, quer no seu turno para combinar a estratégia, quer no turno dos monstros para ver o que acontece ao seu PC em específico, e de que forma isso vai influenciar a decisão do grupo para a ronda seguinte.&lt;br /&gt;A ideia parece-me gira, podendo ter alguns senãos: assim à primeira salta-me a ideia de ter um dos grupos totalmente “flat-footed” na primeira ronda, pois ainda não agiram. Isto é uma desvantagem considerável, se bem que, verdade seja dita, no nosso caso em particular muitas vezes fazemos vista grossa a esta questão. Pode-se pensar em modificar este “paradigma” para: só personagens que tenham sneak é que podem usufruir desta condição. Não sei se é justo, ou injusto, merece discussão...&lt;br /&gt;Além da vantagem óbvia de ter toda a gente a trabalhar em equipa, ao contrário de estar a “agir à vez”, creio que ajuda a diminuir aquelas rondas em que um jogador está muito tempo a pensar o que fazer, e tem os outros todos a dar sugestões (o que faz com que se perca ainda mais tempo). Desta forma, mantém-se a discussão toda no início da ronda, e depois resolvem-se as acções. Creio que se consegue ganhar tempo e “qualidade narrativa” com esta abordagem.&lt;br /&gt;Ainda pegando nesta história da “qualidade narrativa”, estive a ler uns artigos soltos sobre “Wushu Roleplay”, um sistema do estilo Bruce Lee versus os ninjas do mal, onde é feita referência ao facto de a maioria dos sistemas de RPG introduzirem tantas regras de combate para lhe dar realismo que acabam por retirar toda a fantasia do mesmo, evitando, por exemplo, que a personagem faça o “super-pontapé-supersayan-of-doom-que-acerta-em-sete-gajos-de-uma-vez”. Ora, se é um facto que eu não quero de um momento para o outro ver toda a gente a copiar o Sidgahrd e o seu “erotic advance”, não é menos verdade que seria muito mais emocionante ver o pessoal a procurar explorar mais o espaço e a capacidade narrativa em combate. Já uma vez conseguimos fazer isto – na batalha final de Reitheillaethor – e gostava que fosse possível fazer isto mais vezes. No tal sistema Wushu, o DM dá dados extra aos jogadores por cada “elemento extra que introduzam na sequência de combate”. Este conceito é capaz de ser um bocado alien para a maioria de nós, excepção feita ao Alex que conhece outros sistemas e é capaz de estar mais familiarizado com ele, mas eu gostava de guardar algumas “bombocas” para quem tentar trazer isto para a mesa do jogo. Não digo desatar a dar D6 extra para a malta rolar dano à maluca, mas sou capaz de considerar 1d10 ou 1d12 em algumas situações que me pareçam resultar do empenho do jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, são estas as ideias que trago para o menu de hoje.&lt;br /&gt;Opiniões a respeito do sistema alternativo de combate?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-4014383424588294265?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/4014383424588294265/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=4014383424588294265' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/4014383424588294265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/4014383424588294265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/12/modelo-de-combate-alternativo-e-wushu.html' title='“Modelo de Combate Alternativo e Wushu”'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/STkVb3REhFI/AAAAAAAAAFc/S9c1nJ6ODU8/s72-c/fight12.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-8873573391725794148</id><published>2008-12-02T09:00:00.002Z</published><updated>2008-12-02T09:03:05.523Z</updated><title type='text'>"Sessões: Dezembro 2008"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/STT5rtm43NI/AAAAAAAAAFU/In0k3F0FZWs/s1600-h/Farkle_Bag_2_2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275115592930090194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/STT5rtm43NI/AAAAAAAAAFU/In0k3F0FZWs/s320/Farkle_Bag_2_2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dezembro é, por definição, um mês complicado e de correrias...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O pobre Psy não foge à regra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este mês, só tenho disponibilidade para jogar no Domingo dia 21.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos os outros fds estou amarrado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O dia, é bom para todos/maioria?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-8873573391725794148?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/8873573391725794148/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=8873573391725794148' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8873573391725794148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8873573391725794148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/12/sesses-dezembro-2008.html' title='&quot;Sessões: Dezembro 2008&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/STT5rtm43NI/AAAAAAAAAFU/In0k3F0FZWs/s72-c/Farkle_Bag_2_2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-3638428782706658599</id><published>2008-11-24T16:43:00.002Z</published><updated>2008-11-24T16:45:05.444Z</updated><title type='text'>"Sessão 6 - Dungeons &amp; DEMONS"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SSrZ_P6Zx0I/AAAAAAAAAFM/xnBkJEEXLvs/s1600-h/white_tiger_xs.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272265994417063746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SSrZ_P6Zx0I/AAAAAAAAAFM/xnBkJEEXLvs/s320/white_tiger_xs.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;For the record&lt;/em&gt;: 210 minutos de combate! Estabelecemos um nove recorde. E que recorde! O combate foi brutal. Foi a segunda vez em que o grupo foi levado ao extremo. E curiosamente, a primeira também foi contra demónios...&lt;br /&gt;A imagem acima mostra bem o que foram boa parte dos 210 minutos: o tigre da Sionna abraçado aos demónios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;O cenário. Passei muito tempo a pensar em como iria montar um cenário que deixasse passar um ambiente de caos total e destruição. O combate desenrolou-se de forma muito interessante. O Sid surpreendeu-me com a “potion of fly”, e tornou a o combate aéreo num momento de puro espectáculo. Qual DragonBall, qual carapuça! Sidgoku for the win! Quando eu pensava que o Vrock ia passar o tempo todo a fazer telequinésia e coisas feias, eis senão quando o monge decide levantar voo e agarrar no bicho pelo pescoço. Prodigioso!&lt;br /&gt;Foi um combate esgotante, que ocupou a sessão toda, mas valeu a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior:&lt;br /&gt;Combates longos significam que chega a uma dada altura em que o DM fica sem opções de combate. Depois de se esgotarem os feitiços, depois de acabarem as spell-like abilities... resta o quê? Claw-claw-bite; claw-claw-bite; claw-claw-bite...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;I. Sidgahrd puxa da sua luneta e vê Yeshelne, a sacerdotisa de Corellon, montada em Kasdeva-Oryax.&lt;br /&gt;II. A Lua Cheia surge no céu nocturno. Lithlandis falha o “control shape” a meio do combate com os Hezrou.... Está a 11 hp... Ouch time...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Lições &amp;amp; Considerações:&lt;br /&gt;A verdadeira party chama-se “animal companion I &amp;amp; animal companion II”, tudo o resto são figurantes. É uma maldição, mas é a mais pura das verdades, seja a que nível for, os bichos acabam sempre por ser mais importantes do que os PC nos momentos cruciais. É o fim do mundo em cuecas!&lt;br /&gt;A forma como o pessoal da WotC estabeleceu os CR continua a deixar-me a bater com a cabeça nas paredes. Os Hezrou, CR 11, têm na habilidade “stench” o simpático efeito de deixar toda a gente a 10 ft deles nauseated, a menos que passem um Fortitude DC 24. Nauseated quer dizer especificamente que vocês não fazem rigorosamente nada para além de uma move action. E note-se que o efeito é “permanente” enquanto estiverem junto a ele... Um Fighter de nível 11 tem +7 a Fortitude. Se considerarmos um valor elevado de Con (17), isto significa que ele tem que rolar pelo menos 14 para evitar ficar tão impotente como um recém-nascido... E estamos a falar de Fighter, que é que tem o Fort mais alto de todos.&lt;br /&gt;Antecipando logo esta situação – e além do mais, rejeitando de base qualquer condição que deixe os jogadores sem quaisquer opções – decidi mudar o efeito para “sickened”, o que faz com que a malta tenha apenas uma penalidade de -2 em todos os rolls.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E basicamente foi isto... Mais uma sessão, mais uma panóplia de surpresas e revelações perturbadoras!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;» Nota da Sessão: 16/17. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-3638428782706658599?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/3638428782706658599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=3638428782706658599' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/3638428782706658599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/3638428782706658599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/11/sesso-6-dungeons-demons.html' title='&quot;Sessão 6 - Dungeons &amp; DEMONS&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SSrZ_P6Zx0I/AAAAAAAAAFM/xnBkJEEXLvs/s72-c/white_tiger_xs.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-511505015656238967</id><published>2008-11-17T15:55:00.003Z</published><updated>2008-11-17T15:57:34.466Z</updated><title type='text'>"Sessão 5 - More than meets the eye"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SSGUOetJFfI/AAAAAAAAAFE/Xz2QZue2ii0/s1600-h/weretiger_2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269656015481673202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SSGUOetJFfI/AAAAAAAAAFE/Xz2QZue2ii0/s320/weretiger_2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esta teria sido uma boa sessão para fazer na noite de Halloween! No meio de tantos licantropos, goblins abissais, filhos de demónios, fantasmas, criaturas de sombra e surpresas inesperadas... não havia abóbora que resistisse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que me tem agradado bastante na construção e desenvolvimento do nosso universo é a utilização de personagens “exclusivamente nossas”. Gostei bastante de recuperar o Amophis e o Nardastinus, e isto é um esforço que eu tenho tentado fazer para não deixar cair no esquecimento as personagens que de alguma forma tiveram dimensão na campanha. Em vez de passarem a ser apenas ex-personagens, tento que cresçam enquanto NPC e que assumam um papel de relevância na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Queda”&lt;br /&gt;Não sei se o desfecho daquela que já é “a queda mais famosa da história do role-play” foi ao vosso agrado, mas eu achei que seria uma oportunidade interessante de recuperar a decisão do Sid de deixar a criança-demónio viva e ao cuidado do Nardastinus. Em vez de eles simplesmente “desaparecerem ante o Sol poente”, achei que era mais interessante dar-vos um cheirinho do que “poderá vir por aí”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;O potencial da História. Creio que era difícil meter numa só sessão tantos elementos de uma campanha. O Sanatório do Amophis; o Nardastinus enquanto tutor da criança-demónio (espero que o Alex tenha gostado do nome que o Nardastinus escolheu dar-lhe); o Imperador Scraggit I, que passou de um pequeno goblin ganancioso a comandante de legiões abissais (hmmm... com quem é que ele terá andado a “fazer negócios”...).&lt;br /&gt;Volto a frisar o quão porreiro é estarmos a jogar em Forgotten Realms... “sem estarmos a jogar em Forgotten Realms”!&lt;br /&gt;Outra coisa muito boa na sessão foi o combate. Aliás, a sessão quase que foi o combate! É por vezes difícil encontrar o ponto de equilíbrio quando se desenham combates, e este pareceu-me tê-lo alcançado. Os bichos eram difíceis de digerir (os dinos tinham AC 27, SR 20, e resistência a tudo), eram fortes, versáteis e exigiram bastante do grupo. O cenário foi propositadamente preparado para ser uma situação de “pressão absoluta”, o que acho que resultou num combate bastante bom. A quantidade de acções e efeitos foi de perder a conta. Ficou bem longe dos combates típicos do “ataco, ataco, ataco, rolo dano, rolo dano...”. Toda a gente teve que usar estratégias diversas para conseguir puxar um bom resultado do confronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior:&lt;br /&gt;Regras complexas, com demasiada informação à mistura fazem com que os combates se arrastem até mais não. Apesar de o combate ter sido muito estimulante (em minha opinião), o facto de eu ter que andar a correr entre dezenas de linhas de info, com spells à mistura, fez-me atrasar bastante a resolução do mesmo. Achei curioso o facto de o Jack ter conseguido dar a estocada final em três dos bichos. Muito naquela do “andem vocês a rebolar na lama, que eu depois chego lá com a minha faquinha e mando-os desta para melhor”. Há que manter uma certa classe... ;)&lt;br /&gt;Outra coisa que a meu ver não correu tão bem quanto o esperado foi o facto de eu ter “forçado” um bocadinho o estender da história no início da sessão, pois queria ver se começava o combate já com o Jack presente, pois sabia que ia ser um confronto difícil. Se calhar excedi-me e deixei a história “mastigar um bocadinho a mais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;O combate seguia intenso. Lithlandis escorregava numa poça de óleo, enquanto Sid fazia uma “gravata” ao pescoço de uma das criaturas. Mordekai lançava adagas mágicas, enquanto as duas criaturas feitas de sombra grunhiam pelo tecto. Sionna transformava-se num dragão prateado para grande espanto de todos, enquanto uma águia gigante “tentava ensinar um goblin abissal a voar”. De repente, alguém faz time stop. Toda a comoção do combate fica suspensa. Um embrulho atravessa os vários planos de existência e aterra no colo do DM. Lá dentro, uma t-shirt de Saint Seya!&lt;br /&gt;I am a happy Psy! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Lições &amp;amp; Considerações:&lt;br /&gt;Cada vez mais adoro ser DM. A sério... é uma actividade viciante! Não me canso. Tenho um lote de jogadores extraordinários, e saber que estou ao leme de uma história soberba que eles vão moldando sessão após sessão, só me faz cada vez mais pensar “como é que ainda há gente suficientemente totó para perder o tempo todo em hack n’ slash!”. Ter uma campanha de D&amp;amp;D de longa duração é um dos hobbies mais recompensadores que deve existir.&lt;br /&gt;Outra consideração que eu gostaria de fazer era uma espécie de “ponto de situação” de cada personagem. E creio que isto é melhor ser feito individualmente, por mail. Acabei de fazer isto com o Sid, e gostaria que os restantes seguissem o mesmo caminho. Como é que viram o progredir das vossas personagens até aqui? Era o que estavam à espera? Há algum elemento que tenha ficado por resolver? Alguma coisa que esteja a defraudar as vossas expectativas? Qual é o futuro próximo da personagem? Qual é a coisinha que falta para a tornar “A” personagem? Estamos à beira de nível 10, e penso ser a altura crucial para estas considerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Nota da Sessão: 16/17. Um combate excelente, uma série aparentemente infindável de surpresas – de parte-a-parte, pois todos notaram bem os cinco segundos em que fiquei estático face à pergunta: “Nardastinus, também vais seguir para Scornubel?” – muitos elementos a fugir à rotina...&lt;br /&gt;Um werewolf possuído por um espírito maligno. Um weretiger que controla um sanatório. Um confronto entre ambos que resulta num velho anão com a cara desfigurada. Uma criança com menos de um ano, com poderes demoníacos. Criaturas feitas de sombra que saltam da adaga de Mordekai. Sionna a transformar-se num silver dragon. Um tigre de 500 kg a morder a jugular de Lithlandis. Um mero escravo goblin que comanda legiões de seres abissais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma?&lt;br /&gt;“More than meets the eye”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-511505015656238967?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/511505015656238967/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=511505015656238967' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/511505015656238967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/511505015656238967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/11/sesso-5-more-than-meets-eye.html' title='&quot;Sessão 5 - More than meets the eye&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SSGUOetJFfI/AAAAAAAAAFE/Xz2QZue2ii0/s72-c/weretiger_2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-3721612851970695390</id><published>2008-11-12T11:44:00.002Z</published><updated>2008-11-12T11:45:07.288Z</updated><title type='text'>"Amuleto de Cura"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SRrBt3Y-EaI/AAAAAAAAAE8/OwPATZc8buY/s1600-h/Cuthbert_Symbol.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267735707870171554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SRrBt3Y-EaI/AAAAAAAAAE8/OwPATZc8buY/s320/Cuthbert_Symbol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já várias vezes foi discutido o tema de “healing” no grupo. A malta é rezingona e tem por hábito não comprar healing potions e refilar com o DM por este não dar mais poções. Além disso, acrescem os problemas de não haver um clérigo no grupo, e o facto de uma pessoa estando inconsciente não poder tomar poções.&lt;br /&gt;Ora, pensei em algumas soluções para dar a volta a esta questão, e tentei ter em conta o facto de que malta à beira de nível 10 já não gostar muito de gastar uma standard action para beber uma poção. Assim, fiz uns amuletos que irão aparecer brevemente para venda no jogo, e que penso que sirvam o objectivo pretendido.&lt;br /&gt;A minha ideia é ter um amuleto com “beads/contas”, que se gaste ao estilo “necklace of fireballs”. Este amuleto teria as seguintes “contas/beads”:&lt;br /&gt;4x Cure Light Wounds (1d8+5)&lt;br /&gt;2x Cure Moderate Wounds (2d8+10)&lt;br /&gt;1x Cure Serious Wounds (3d8+15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para referir que doravante fica com regra instituída que as poções passam a ter estes valores fixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, estas contas gastam-se como “swift action”, ou seja, só podem fazer uma swift action por turno, mas ficam com o espaço livre para move e standard. O preço de cada um destes amuletos será de 2000 GP, com a possibilidade de serem recarregados num templo quando TODAS as contas foram usadas, pagando para isso o valor fixo do mesmo. (Tá a ouvir, sôr Jack? Valor FIXO! ;)&lt;br /&gt;Gostaria de ouvir opiniões a respeito deste artefacto, e das estatísticas apresentadas, até porque gosto sempre que estas coisas sejam discutidas democraticamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-3721612851970695390?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/3721612851970695390/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=3721612851970695390' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/3721612851970695390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/3721612851970695390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/11/amuleto-de-cura.html' title='&quot;Amuleto de Cura&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SRrBt3Y-EaI/AAAAAAAAAE8/OwPATZc8buY/s72-c/Cuthbert_Symbol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-7699727069215421185</id><published>2008-11-05T09:09:00.002Z</published><updated>2008-11-05T09:17:06.955Z</updated><title type='text'>"Sessões: Novembro 2008"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SRFkglGt9XI/AAAAAAAAAE0/4IaVNnucYXw/s1600-h/Farkle_Bag_2_2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265099950251701618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SRFkglGt9XI/AAAAAAAAAE0/4IaVNnucYXw/s320/Farkle_Bag_2_2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Face à recorrente necessidade de adiar sessões em cima da hora, e à dificuldade de agendar sessões de forma a conseguir reunir o máximo de jogadores, deixei por sugestão na última sessão que, no início de cada mês, cada membro do grupo deve dizer quais são os Domingos a que não pode jogar. Bem sei que por vezes surgem imprevistos de última hora, mas há sempre aqueles dias em que já sabemos que não temos possibilidade de jogar, ou porque a Mãe/Pai faz anos, ou porque vamos à santa terrinha ou porque temos algum compromisso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim, e também porque de vez em quando parece haver problemas com o envio dos mails, daqui para a frente a calendarização das sessões passa a ser discutida via mail e também aqui no blog.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Posto isto, para o mês de Novembro de 2008, o feedback que recebi até agora leva-me a apontar para os Domingos de &lt;strong&gt;16&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;23&lt;/strong&gt;. Tanto o Alex como a Sandra me enviaram mensagens neste sentido. Sei, igualmente, que para dia 9 há muita gente que não tem disponibilidade, pelo que fica fora de questão. Assim sendo, vamos à partida apontar para as datas supramencionadas (16 e 23). Ainda sem garantias, tentarei fazer sessão nas duas datas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-7699727069215421185?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/7699727069215421185/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=7699727069215421185' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7699727069215421185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/7699727069215421185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/11/sesses-novembro-2008.html' title='&quot;Sessões: Novembro 2008&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SRFkglGt9XI/AAAAAAAAAE0/4IaVNnucYXw/s72-c/Farkle_Bag_2_2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-5683908624045599966</id><published>2008-10-29T08:37:00.002Z</published><updated>2008-10-29T08:40:35.272Z</updated><title type='text'>"Miniaturas em 2D"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SQghWnpzCTI/AAAAAAAAAEs/xayYsXMNPwk/s1600-h/PaperMinisTroupeOfIconics.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262492837067557170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 316px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SQghWnpzCTI/AAAAAAAAAEs/xayYsXMNPwk/s320/PaperMinisTroupeOfIconics.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma coisa espectacular que saiu no blog da Paizo: um dos fãs criou miniaturas de papel com as personagens de "Pathfinder". Assim, ficam com uma espécie de miniaturas em 2D.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Achei a ideia muito fixe. Quase tão boa como os meus tokens... :P&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Links: &lt;a href="http://paizo.com/image/content/PathfinderChronicles/PaperMinisGangOfIconics.jpg"&gt;Grupo 1&lt;/a&gt; / &lt;a href="http://paizo.com/image/content/PathfinderChronicles/PaperMinisGoblins.JPG"&gt;Grupo 2&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-5683908624045599966?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/5683908624045599966/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=5683908624045599966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5683908624045599966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/5683908624045599966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/10/miniaturas-em-2d.html' title='&quot;Miniaturas em 2D&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SQghWnpzCTI/AAAAAAAAAEs/xayYsXMNPwk/s72-c/PaperMinisTroupeOfIconics.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-9119406660327983865</id><published>2008-10-27T13:49:00.001Z</published><updated>2008-10-27T13:50:42.901Z</updated><title type='text'>"Sessão 4 - Meeting Good Ol' Friends"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SQXHJRG6OFI/AAAAAAAAAEc/8m87ch-m_xM/s1600-h/1188.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261830701677426770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SQXHJRG6OFI/AAAAAAAAAEc/8m87ch-m_xM/s320/1188.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;18:59 – (Sid) “Ena pá, que fixe, já saímos da Dungeon, cheios de tesouros, e agora vamos até à cidade recuperar HP e vender loot.”&lt;br /&gt;19:00 – (Sid) “FUUUUCK!!! DRAGÃO! DRAGÃO! DRAGÃO! O gajo agarrou o Lithlandis e... e... O GAJO LARGOU O LITHLANDIS EM QUEDA LIVRE!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que não me lembro de alguma vez ter acabo uma sessão de uma forma tão “OHMYFUCKINGGOD” para o grupo... Sim, ser DM tem estes pequenos prazeres sádicos de quando em vez. &gt;:]&lt;br /&gt;Creio que esta sessão teve reacções díspares. O Sid não gostou – excepção feita ao desfecho da sessão com a inesperada visita do sexiest dragon in Faerûn. Eu, gostei bastante da sessão. De facto o dungeoncrawl não é algo que me anime muito, mas creio que desta feita até correu bem. A ala direita era a zona antiga da masmorra, e a que tinha uma componente mais “standard” de “dungeon”. Não ter spellcasters numa dungeon é tramado... Ter um rogue, mas este estar inconsciente... também é tramado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar era preciso dar uma justificação plausível para afastar o Mordekai, e então lembrei-me do “efeito secundário” de ter inalado o belker. E assim o gnomo foi até ao exterior apanhar ar.&lt;br /&gt;A parte dos fantasmas foi divina, na minha opinião. Deixou os jogadores borrados de medo, foi uma corrida de “vou fugir daqui” / “espera, estou a ser dominado pelo fantasma, vou voltar para trás”. E foi um click muito louco lembrar-se de usar telequinésia nas braceletes do Sid e arrastá-lo de volta aos sarcófagos. Acho que no geral resultou num encounter muito giro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Melhor:&lt;br /&gt;Os momentos que fazem “click”. Quando subitamente, a meio de um diálogo qualquer, o Lithlandis dá um salto e consegue finalmente juntar as peças do puzzle e descobrir quem é “Lady Qamara”, e de que forma ela pode ser associada às iniciais “Q.M.”, é sempre recompensador para o DM aquele momento de “surprise effect”.&lt;br /&gt;Gostei bastante de usar os fantasmas. Têm habilidades muito giras, e acho que misturados com outros monstros devem dar uns encounters brutais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Pelo Pior:&lt;br /&gt;A falta de magia, seja arcana, seja divina, é sempre um momento algo constrangedor, para mais quando o grupo se encontra numa masmorra. Isto obriga o DM por um lado a ter que arranjar formas “menos convencionais” de dizer aos jogadores o que são os símbolos, runas, objectos, etc que estão a ver, e por outro lado a não o fazer de forma “olha, de um momento para o outro começaste a perceber o que são efeitos arcana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» O Momento da Sessão:&lt;br /&gt;Lithlandis sente um estranho calafrio. Algo o incomoda, uma espécie de prenúncio... Subitamente, contra o Sol, vê tenuemente uma silhueta familiar. O elfo é arrancado da sela do cavalo pelas garras de um gigantesco dragão que sobe em direcção às nuvens, e o larga em queda livre, em direcção à morte certa.&lt;br /&gt;Continua na próxima sessão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Lições &amp;amp; Considerações:&lt;br /&gt;Dungeoncrawl ocupa demasiado tempo. Foram duas sessões e meia – longas e sem interrupções – enfiados numa mini-dungeon. Foram apenas oito encounters no total, mais dois ou três elementos soltos, e isto nem pode ser considerada uma dungeon per se, pois em termos “conceptuais” pouco diferia de uma fortaleza.&lt;br /&gt;Não obstante, creio que se conseguiu um resultado positivo, pois houve muita informação importante que se alcançou, os combates (pelo menos desta sessão) não foram monótonos nem repetitivos e tudo o que surgiu tinha uma razão para estar ali.&lt;br /&gt;Foi introduzida uma nova alteração às regras: os “silver ravens” agora desaparecem no momento em que são invocados, aparecendo somente junto dos destinatários quando lá chegam, e não funcionam debaixo de terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Nota da Sessão: 16/17. Talvez quem lá esteve ache um bocado excesso de pontuação, mas creio que, para os objectivos que eu tinha traçado para a sessão, está adequada. Foi uma sessão sem momentos mortos, com combates interessantes, situações envolventes, e com os jogadores sempre “na corda bamba” – algo que é difícil conseguir na maioria dos casos. O facto de um dos fantasmas ter conseguido colocar o Jack com menos carisma do que o Lithlandis também contribuiu para a pontuação global. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui por algumas semanas ficamos a saber se o Lithlandis para além do template werewolf passa a ter também o template undead... &gt;:]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-9119406660327983865?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/9119406660327983865/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=9119406660327983865' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/9119406660327983865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/9119406660327983865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/10/sesso-4-meeting-good-ol-friends.html' title='&quot;Sessão 4 - Meeting Good Ol&apos; Friends&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SQXHJRG6OFI/AAAAAAAAAEc/8m87ch-m_xM/s72-c/1188.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-8204355730931592412</id><published>2008-10-14T16:45:00.003+01:00</published><updated>2008-10-14T16:47:16.387+01:00</updated><title type='text'>"Actualização das Crónicas"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SPS-6JbaUeI/AAAAAAAAAEU/69NaogjIcww/s1600-h/bttl01.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257036571220791778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SPS-6JbaUeI/AAAAAAAAAEU/69NaogjIcww/s320/bttl01.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Dando início aos vários epílogos que encerraram o segundo segmento da campanha, já estão no site mais duas partes: "A Cidadela do Senhor da Neblina" e "A Batalha dos Titãs".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-8204355730931592412?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/8204355730931592412/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=8204355730931592412' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8204355730931592412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/8204355730931592412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/10/actualizao-das-crnicas.html' title='&quot;Actualização das Crónicas&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SPS-6JbaUeI/AAAAAAAAAEU/69NaogjIcww/s72-c/bttl01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-324155205013621040</id><published>2008-10-06T11:58:00.002+01:00</published><updated>2008-10-06T12:00:06.176+01:00</updated><title type='text'>"Sessão 3 - O Sapo Exterminador da Morte Fulminante"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SOnvqpn8LuI/AAAAAAAAAEI/0Ilmsjw4ovg/s1600-h/toad.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253993956311314146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SOnvqpn8LuI/AAAAAAAAAEI/0Ilmsjw4ovg/s320/toad.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Após o inusitado e inexplicável encontro imediato com o SAPO EXTERMINADOR DA MORTE FULMINANTE, o grupo aventura-se no primeiro dungeon crawl puro desde que se juntou há quase dois anos. Houve kobolds, houve rogues, houve traps e... houve cordas! Dungeon crawling, é algo que anima o role em D&amp;amp;D, ou nem por isso?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-324155205013621040?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/324155205013621040/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=324155205013621040' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/324155205013621040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/324155205013621040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/10/sesso-3-o-sapo-exterminador-da-morte.html' title='&quot;Sessão 3 - O Sapo Exterminador da Morte Fulminante&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SOnvqpn8LuI/AAAAAAAAAEI/0Ilmsjw4ovg/s72-c/toad.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-1770210469547033743</id><published>2008-10-01T16:49:00.003+01:00</published><updated>2008-10-01T16:51:06.756+01:00</updated><title type='text'>"Descrições &amp; Informação"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SOOcJisNNOI/AAAAAAAAAEA/PJsi6nWGy-o/s1600-h/gondor.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252213278189106402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SOOcJisNNOI/AAAAAAAAAEA/PJsi6nWGy-o/s320/gondor.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Existem inúmeras formas para um DM fornecer informação aos jogadores. No caso particular das cidades – enquanto centros de excelência para o grupo interagir com os NPC, descansar e adquirir recursos – qual será a “medida adequada” para conseguir passar aos jogadores o “ambiente” de cada cidade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-1770210469547033743?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/1770210469547033743/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=1770210469547033743' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/1770210469547033743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/1770210469547033743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/10/descries-informao.html' title='&quot;Descrições &amp; Informação&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SOOcJisNNOI/AAAAAAAAAEA/PJsi6nWGy-o/s72-c/gondor.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4038992263565838889.post-1638246261969253542</id><published>2008-09-18T09:05:00.002+01:00</published><updated>2008-09-18T09:08:00.673+01:00</updated><title type='text'>"D&amp;D: O Terror em BD"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SNIMTd5f8sI/AAAAAAAAADw/NEC9d9SL65Q/s1600-h/tm_01.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247270044422894274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SNIMTd5f8sI/AAAAAAAAADw/NEC9d9SL65Q/s320/tm_01.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lembram-se dele? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"O Fantástico Camponês Tomé Trovoada?"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele está de regresso, e trouxe uns amigos... ;)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://jrc589.googlepages.com/"&gt;http://jrc589.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(Fazer scroll down até ao fim da página e entrar na seccção "D&amp;amp;D: Extras")&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4038992263565838889-1638246261969253542?l=balazanar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://balazanar.blogspot.com/feeds/1638246261969253542/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4038992263565838889&amp;postID=1638246261969253542' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/1638246261969253542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4038992263565838889/posts/default/1638246261969253542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://balazanar.blogspot.com/2008/09/d-o-terror-em-bd.html' title='&quot;D&amp;D: O Terror em BD&quot;'/><author><name>Psygnnosed</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08011933593079369015'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b0NUuVIFtN8/SNIMTd5f8sI/AAAAAAAAADw/NEC9d9SL65Q/s72-c/tm_01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry></feed>