tag:blogger.com,1999:blog-3918560738625500472008-08-18T21:37:46.945-03:00ricardo em prosaricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comBlogger52125tag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-83894414283025616762008-07-05T11:25:00.001-03:002008-07-05T11:27:23.183-03:00Uma carta não postadaRevirando gavetas, livrando-me da poeira, descobri uma carta que há muito havia esquecido de colocá-la no correio. Ei-la aqui, leia-a:<br /><br />__________<br /><br />Querido irmão, graça e mais graça da parte de nosso Senhor!<div style="text-align: justify;"><br /></div><div> </div><div style="text-align: justify;">Fiquei muito feliz por poder ter lido sua carta. Apesar de sua carta não ter sido endereçada a nós, saiba que muito nos abençoou. Também temos saudades de você, muitas saudades mesmo, quase não conseguimos aguentar por esperar o dia em que nos veremos pessoalmente.</div><div align="justify"> </div><br /><div style="text-align: justify;">Sabe, uma das coisas que mais me chamou a atenção na sua carta foi a forma com que você a escreveu. É muito difícil alguém ter palavas tão adocicadas de amor e esperança como as você usou, estando em cadeias depois de ser espancado tantas vezes. Temos certeza, no Senhor, que esse momento de opróbrio é realmente leve e momentâneo e que redundará em glória e aleluia a Deus.<br /><br />Nos sentimos constrangidos por sermos, de certa forma, motivo de tanta injustiça que você tem passado. Não somos dignos... Nunca pense que não nos envergonhamos de você, por causa desta situação. Se é para nos envergonhar, devemos sim nos envergonhar por causa de muitos dos nossos que tem sido ameaçados por agirem de forma errada e ter feito coisas reprováveis. Você não é assim. Está preso por causa do seu bom testemunho que acaba por despertar o ódio dos que não suportam ouvir o Evangelho do nosso Senhor.<br /><br />Essas pessoas odiosas não vão deter o seu testemunho, o nosso testemunho. Eles podem até nos prender ou matar alguns de nós, mas a semente da Palavra é frutífera e não vai morrer. As cadeias que te prendem não deterão a pregação do Evangelho e soubemos que muitos aí inclusive se renderam ao Senhor. Glória a Ele por isso!<br /></div><div align="justify"> </div><br /><div style="text-align: justify;">Mais uma vez repetimos que sentimos profundo orgulho de ter alguém a você, que é alguém como nós, sendo um exemplo de vida e serviço cristão e ser tribulado por causa disso. Ao mesmo tempo, nos sentimos extremamente constrangidos por não termos tido uma vida tranqüila, bem diferente da sua. Nos alegramos por saber que no final da sua carreira, Deus há de lhe entregar uma coroa de glória para compensar o que tens passado por causa do bom nome do Evangelho. Nenhum sacríficio, no Senhor é vão.<br /><br />Muito saudoso termino esta aqui. Receba o carinho e saudação de todos que te amamos e que queremos ver-te em breve. A graça e a paz do Senhor estejam contigo, para que possas permanecer até o fim, irmão querido.<br /><br />__________<br /></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-38826762219838317862008-06-12T08:24:00.006-03:002008-06-13T18:55:26.092-03:00O amor é...<object height="349" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Rc4U8bDCVvo&amp;hl=pt-br&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"><embed src="http://www.youtube.com/v/Rc4U8bDCVvo&amp;hl=pt-br&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" height="349" width="425"></embed></object><br /><br /><br />Confira a letra:<br />__________________________________________________<br /><br />O Amor É Filme<br />Cordel Do Fogo Encantado<br />Composição: Lirinha<br /><br />O amor é filme<br />Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama<br />Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica<br />Da felicidade, da dúvida, dor de barriga<br />É drama, aventura, mentira, comédia romântica<br /><br />O amor é filme<br />Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama<br />Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica<br />Da felicidade, da dúvida, dor de barriga<br />É drama, aventura, mentira, comédia romântica<br /><br />Um belo dia a a gente acorda e hum...<br />Um filme passou por a gente e parece que já se anunciou o episódio dois<br />É quando a gente sente o amor se abuletar na gente tudo acabou bem,<br />Agora o que vem depois<br /><br />O amor é filme<br />Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama<br />Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica<br />Da felicidade, da dúvida, dor de barriga<br />É drama, aventura, mentira, comédia romântica<br /><br />É quando as emoções viram luz, e sombras e sons, movimentos<br />E o mundo todo vira nós dois,<br />Dois corações bandidos<br />Enquanto uma canção de amor persegue o sentimento<br />O Zoom in dá ré e sobem os créditos<br /><br />O amor é filme e Deus espectador!<br /><br />__________________________________________________<br /><br /><div align="justify">Enquanto não nasce uma postagem nova, pra combinar com o simbolismo e o lirismo do dia de hoje, deixo pra vocês uma animação da música "O amor é filme" do Cordel de Fogo Encantado. Estou descobrindo essa "banda" e, o pouco que já conheço, me deixa aquela impressão de que que ela está passeando pela fronteira da genialidade.</div><br /><div style="text-align: justify;">Enfim. Pra quem está namorando, que Deus seja espectador e roteirista, e você que não está namorando, que chegue logo o dia de despertar com um aroma de menta no ar.<br /></div><br />__________ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-47862993102284419862008-06-03T08:28:00.007-03:002008-06-03T14:35:50.840-03:00Préstumo<div align="justify"><strong>Ando meio consternado nesses últimos dias. A morte cirandou à minha volta, me deixando um bocado pensativo. Primeiro morreu o senador Jefferson Péres. Tá, tudo bem, ele não é meu conhecido nem parente, mas, sem dúvida alguma, foi uma grande perda para o Brasil. Depois a avó da minha madrasta faleceu, uma semana depois faleceu meu avô paterno. Esses sim deixam saudades e meu coração apertado. Nunca antes a morte havia passado tão perto de mim, nunca havia experimentado luto por familiares tão próximos assim. Mas isso valeu para que eu refletisse sobre a vida e a morte, de forma que eu nunca havia pensado antes.</strong></div><br /><div align="justify"><strong>Pessoalmente não espero morrer a qualquer momento. Mas, como para morrer basta estar vivo, não sai da minha mente a fragilidade e emergência da vida. Uma vez, num retiro espiritual ouvi algo parecido com "o maior depósitos de sonho do mundo é o cemitério". Bem, isso é meio infausto, mas tá, o mais importante é ater-se no lado positivo da coisa. Aliás, devemos nos ater também nas implicações negativas quanto a morte, que devemos ou não fazer ainda em vida (quando estamos ou estão vivos). </strong><strong>Enumerei alguns pensamentos e quero muito usá-los como diretrizes para minha vida.</strong></div><div align="justify"><strong></strong> </div><div align="justify"><strong></strong> </div><div align="justify"><strong>1) Devemos viver a vida intensamente como se cada minuto fosse o último da sua vida aqui na terra. Não devemos dormir além da conta, nem se perder com coisas desnecessárias, e nossas distrações devem ser que nos entretam. Enfim, devemos aproveitar bem o nosso tempo;</strong></div><br /><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>2) Não pense que a vida acaba aqui, ela entra numa nova, eterna e definitiva fase após morrermos. Tudo que fazemos aqui tem implicação direta nessa vida eterna;</strong></div><br /><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>3) Façamos sempre o bem, façamos sempre o que é certo. É melhor errar quando não queremos com coisas que não esperamos e que não conseguimos evitar;</strong></div><br /><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>4) Silêncio pra quê? Quebremos o silêncio, falemos coisas proveitosas, mas estejamos dispostos a ouvir se for preciso. Talvez sejamos a única pessoa que o outro alguém tem para ouvir. Ouvindo-a, podemos fazer toda a diferença;</strong></div><br /><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>5) Diga sempre "eu te amo", mesmo que essa verdade esteja em processo de concretização;</strong></div><br /><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>6) Cultivemos bons relacionamentos, cuidemos bem das pessoas que cruzam nosso caminho, tratemos como devem ser tratadas: únicas, imprescindíveis, indispensáveis; Afinal, não é por acaso que as pessoas cuidam nossos caminhos;</strong></div><br /><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>7) Não deixe pra depois um pedido de perdão. O tempo não cura nada, não há cura sem confronto, apesar que nem todo confronto é sempre belicoso.</strong></div><div align="justify"><strong></strong> </div><div align="justify"><strong></strong> </div><div align="justify"><strong>Aplicar tudo isso não é uma tarefa fácil. Porém, até mesmo tentativa de se fazer é bastante positiva. O tempo verbal usado em cada tópico denuncia que contém dicas que julgo ser importantes. Certamente há outros tópicos que mereciam ser listados. Espero descobrí-los enquanto há tempo e passá-los pra frente. Caso você saiba de mais alguma dica, mande um recado!</strong></div><div align="justify"><strong></strong> </div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong></strong></div><div align="justify"><strong>__________</strong></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-63875396286714686802008-05-28T19:09:00.003-03:002008-05-28T21:01:41.487-03:00E a Dona Gê tem razão<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">Dona <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">Geralda</span> (ou Dona <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">Gê</span> para os íntimos) é uma senhora muito engraçada, de idade avançada e indeterminada, avó de uns amigos queridos. Outro dia eu peguei <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">carona</span> com a mãe desses amigos e ela me contou a última da Dona <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">Gê</span>: "Minha sogra perde a noção das coisas. Ela pensa que um dia vai voltar a fazer as coisas que fazia quando era moça. Ela acredita que vai voltar a andar de bicicleta".<br /><br />De princípio, quando ouvimos isso, rimos muito. Fiquei imaginando a cena da Dona <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">Gê</span> andando de bicicleta (imagine você também, <a href="http://www.orkut.com/AlbumZoom.aspx?uid=15547960975248128892&amp;pid=32&amp;aid=1">clique aqui</a>). Mas, passados bons minutos de gargalhadas me pus a pensar sobre essa última. Cheguei à conclusão que a Dona <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">Gê</span> tem razão.<br /><br />É fato que, a cada dia que passa, nosso corpo mortal envelhece e mortifica. Com o passar dos anos perdemos o vigor e força física. Passamos a depender das pessoas para alimentar, locomover, higienizar, etc. Contudo a Bíblia nos dá esperança de que haverá um dia que venceremos essa lógica perversa e a ditadura do relógio.<br /><br />Quando Jesus ressuscitou ele passou a, naturalmente, usar alguns de seus poderes sobrenaturais. Se antes Ele sofria todas as limitações que seu corpo físico lhe impunha, depois de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">ressurreto</span>, essas limitações foram anuladas. Repentinamente Jesus aparecia num lugar sem haver entrado pela porta (nem pela janela). Tão repentinamente Ele desaparecia desse lugar e reaparecia em outro lugar distante do primeiro. Mas essas aparições e <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">reaparições</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">transcorriam</span> num espaço de tempo tão curto que nem com o mais eficiente transporte aéreo conseguiríamos chegar!<br /><br />Para Jesus não havia limitações de tempo, espaço, massa, gravidade. Essas e outras propriedades que extrapolam a lógica e as leis da física são próprias do que chamamos, num bom <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">teologiquês</span>, de "corpo glorificado". É no corpo glorificado que é possível experimentar a nulidade dos poderes maléficos do pecado que se manifestam através do tempo, das doenças, da morte.<br /><br />A boa notícia é que, quando passarmos da primeira morte para a vida eterna, nós receberemos um corpo <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10">igualzinho</span> ao de Jesus, igualmente imune às doenças, velhice, ao cansaço, à morte, ao espaço, etc: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas" (<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11">Filipenses</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12">cap</span>. 3 <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13">vv</span>. 20 e 21).<br /><br />Portanto, a Dona <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14">Gê</span> não tem que se preocupar se alguém rir dela ou pensar que ela está ficando <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15">lelé</span> ou <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16">gagá</span> quando diz que voltará a andar de bicicleta. Tanto ela vai voltar a andar de bicicleta quanto eu vou conseguir colocar o pé atrás da cabeça e dar estrelinha. Vamos voltar a fazer as coisas que fazíamos quando éramos moços e faremos outras coisas que nem cogitamos fazer! Quem sabe nós poderemos voar, não necessitar de beber e comer, ficar invisível, mergulhar sem precisar respirar, <span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17">auto-regeneração</span>, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18">telecinesésia</span>, super-<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19">força</span>, supervelocidade, visão raio-x?!<br /><br />__________<br /></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-84168418891860483222008-05-23T10:42:00.000-03:002008-05-23T22:40:08.336-03:00E volta o circo<div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify">A "turnê" havia sido muito longa, nunca o circo havia ido tão longe assim. A lona foi estendida nas areias praianas de norte a sul, mas, antes disso passou quase um mês em terras portenhas. Visitar lugares novos, conhecer pessoas novas, viver coisas novas, aspirar novos ares, tudo foi bastante animador e fez criar uma esperança que, sabe-se lá quando iria acontecer algo bom.<br /><br />Na viagem de volta, a caravana fez um caminho diferente, vindo pelo interior desta vez. Outros novos lugares, alguns pareciam que nem tão desconhecidos assim... A memória meio que falhava na hora de lembrar de quando era conhecida a curva do rio, ou mesmo aquele ipê na beira da estrada... Mas, à medida que as cidades menudizavam e os casarios ficavam mais poeirentos e desbotados, a memória reacendia. É, aquele lugar era conhecido, tinha gosto e cheiro que lembravam a infância. Aquele céu furta-cor era inconfundível; foi ali, naquela cidadezinha onde nasceu o palhaço que resolveram armar o circo.<br /><br />A "estréia" foi normal até que o palhaço avistou uma mocinha, sentada na quinta fileira da arquibancada. Como o espetáculo foi demorado! Bastante demorado mesmo. Como ela estava bonita! Aquele mesmo rosto rosado, aquele jeito meio meigo, meio tímido... Cada minuto parecia multiplicado por quatro tamanha era a ansiedade por reencontrar um amor de infância. Ela ainda lembrava dele e ele a reconheceu. No final de tudo ela foi falar com ele, mas atrás dela estava um homem. Era bonito, mas tinha uma cara de pastel. Segurava um algodão doce e um balão, ficou todo atrapalhado pra cumprimentar o palhaço. Quem era esse? Seu namorado? Um primo ou o irmão caçula, agora homem feito? </div><div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify">Não interessa quem era. Não mesmo. Ele se destraiu fácil, nem notou que o beijo nas mãos cheiro de tangerina fora demorado demais e que, ao mesmo tempo, havia lhe entregado um bilhetinho com um gracejo e a proposta de um encontro.</div><div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: justify">__________</div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-49023865928971280792008-05-19T17:42:00.003-03:002008-05-19T22:40:11.817-03:00Presente no aniversário<div style="text-align: justify;">Ganhei hoje um presente de aniversário muito especial: hoje comecei em um novo e empolgante trabalho. Fico impressionado como Deus se compraz em alegrar nossa vida, reavivando nossos sonhos. Foi assim que Ele agiu em minha vida.<br /><br />Quero agradecer a Deus que, não só tem me acrescentados muitos dias de vida (e são tantos! rs) e também não poupa esforço para nos surpreender alegrar nosso coração. É como diz uma música: "Deus tem o seu tempo, o seu jeito e eu apenas servo sou!" E sou um servo muito grato ao Senhor.<br /><br /></div><div style="text-align: justify;">Como um grande P.S., quero agradecer aos queridos amigos que lembraram do meu natalício e, em especial, aos melhores, que primeiro me felicitaram, dando-me além de muita comida, uma réplica de mim mesmo! rs Preciso de vocês, amo vocês!!!<br />__________ </div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-81701380655099699952008-05-13T00:45:00.005-03:002008-05-24T19:53:30.452-03:00“Antes, tudo bem” – Um diário de bordo<div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify" face="trebuchet ms"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justify" face="trebuchet ms"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justify" face="trebuchet ms"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><?xml:namespace prefix = o /><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></p><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"></div><div style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"><span style="font-size:100%;"><o:p></o:p></span></div><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Este é o diário de bordo da minha viagem ao Rio de Janeiro. Aqui consta relatos de uma viagem que não queria ter feito, mas, por adversidades mil (na verdade cem... Era esse o valor que teria que desembolsar para ter o reembolso de uma passagem que custou R$ 96,00), acompanhei parte do grupo de teatro <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">DiscípuLUZ</span> que, nesta viagem, foi representado pelo Bruno, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">Talita</span>, além do <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">Fillipe</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">Feitosa</span> (vulgo Frango). Muitos fatos e relatos foram <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">propositalmente</span> suprimidos para que você não desistisse da leitura antes do final do primeiro parágrafo.</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Dia 08 de maio (A ida) __________</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Lavando cuecas</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">Insone</span> noite antes da viagem. Dormi menos de duas horas e, antes das 9h da manhã, já estava eu acordado pra lavar louças e limpar minha casa. O tempo de preparativo foi alongado por conta disso. Preparar a mala foi até fácil. Nem pensava no que colocar: como a mala era enorme, acabei levando garrafa térmica, extensão <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">elétrica</span> de 15m, colchão de ar, etc. As roupas eram poucas, mas, talvez por conta da teoria da conspiração, o meu retorno ao Rio de Janeiro coincidiu com o término do meu suprimento de cuecas limpas. Tive que lavá-las todas, mas, como isso aconteceu 1h30<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">min</span> antes do <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">vôo</span>, elas chegaram molhadas ao destino.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Brincando nas esteiras</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Antes de pendurá-las no varal, tenho que contar como foi o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">vôo</span>. Antes do <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10">vôo</span> o atraso rotineiro, embarque sem muitas emoções. Mas, dentro do avião, algumas emoções. Minha pressão estava baixa, o que me deixava meio eufórico e tenso. A vizinha de poltrona era muito bonita e simpática, mas tinha uma aliança enorme no anular direito. Tudo bem, que pode rolar entre duas pessoas que morrem de medo de voar, sendo que o cara tem crise de riso quando o avião <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11">decola</span>? Nada mesmo, porque alguns bons minutos de conversa ela resolveu sentar com o restante da família. Antes disso, divertia-me internamente com a distribuição dos assentos (o que revelou muito sobre como seria o restante da viagem). A partir daí, nada memorável, a não ser a turbulência que me lembrava os quebra-molas do <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12">Guará</span>, o manjar com gosto de sabão de coco. No aeroporto, antes do encontro emocionante com o pastor anfitrião, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13">Pr</span>. Marcos, aproveitamos pra brincar nas esteiras que ligam os terminais de embarque e desembarque.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Mistura explosiva</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">O cardápio de nosso primeiro jantar era por excelência <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14">flatulêntico</span>: lentilhas e batata doce. Felizmente nosso sono não foi interrompido por nenhum incidente, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15">exceto</span> os celulares tocando <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16">Cancan</span> e <i>La <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17">bamba</span></i>: era hora de acordar. Mas, antes de dormir, iniciei meus <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18">contatos</span> com outra <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19">Talita</span> (uma amiga meio <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20">paulista</span> meio mineira) pra tentar conseguir marcar um encontro, mas não foi desta vez. Tudo bem. Teremos outras oportunidades e uma viagem <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21">gestacionada</span> pro final do ano, se as <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22">Coquetéis</span> nos ajudarem.</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><br /></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Dia 09 de maio (primeiro dia e segunda noite) __________</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Tiroteio no mercado</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">2 horas depois, enfim despertamos de fato com uma leitura <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23">devocional</span> aleatória sobre os preparativos para a construção do templo <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24">salomônico</span>. Pra combinar com nossa viagem até então <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25">improdutiva</span>, tivemos um ensaio musical também improdutivo: descobrimos que precisamos tomar muito café-com-leite pra cantar e tocar no violão as <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26">bat</span>-músicas de sempre. Mas tudo bem, somos brasileiros e não desistimos fácil, havíamos de preencher o tempo de espera até nossa programação, depois do almoço. Antes disso, descobrimos que houve um tiroteio num mercado próximo onde nos hospedamos. Isso realmente foi frustrante pois, em minha cabeça, essa parte da Zona Sul onde estávamos era bastante <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27">tranqüila</span>. Isso me fez ficar um pouco temeroso, mas não deixaríamos de fazer compras nesse mercado e jantar em alguma <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28">lanchonete</span> próxima dali.</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Vida de artista / Uma má idéia</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Mas, antes disso, fizemos uma apresentação na Igreja de Evangelismo e Missões – Metodista (ou algo do tipo) que fica em <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29">Oswaldo</span> Cruz, próximo a Madureira. Antes da apresentação, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30">maquiados</span>, fomos <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31">pras</span> imediações do templo brincamos convidando as pessoas para o culto. Obviamente atraímos a atenção da criançada do bairro. O assédio foi grande: tivemos que nos trancar dentro do nosso camarim (realmente viramos um grupo de teatro “normal”! <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32">rs</span>). Antes disso, antes das crianças serem retirada do nosso camarim, fizemos a besteira de brincar com elas de estátua. Como somos bons nisso, as crianças, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33">entediadas</span>, começaram a fazer cócegas pra que mexêssemos. Isso não deu certo: quando elas perceberam que a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34">Tita</span> (<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35">Talita</span>), tem espasmos efusivos nessas situações, ela virou centro das atenções e dedos em riste rumo a suas axilas. As mesmas crianças que fizeram cócegas na <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36">Tita</span> foram as mesmas que depois fizeram galanteios nada <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37">decorosos</span> e próprios de sua idade. Mas tudo bem.</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"><br /></span></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38">Reteté</span> metódico</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Fiquei impressionado com o culto que acontecia. Não imaginava que os cultos metodistas fossem tão <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39">pentecostais</span>, oração em línguas e mistérios, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40">rensga</span>! Mas tudo bem. Após o culto fomos deixar uma irmã em casa e fizemos uma rápida parada para uma sessão de fotos e descobrimos uma nova gíria, “<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41">exquinixtro</span>: <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42">mixtura</span> de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43">exquisito</span> com <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44">sinixtro</span>”, em <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45">dialeto</span> local. Fim do dia de artista, só faltou darmos autógrafo. Mas, antes do final do nosso dia, altas emoções quando voltamos para nossa casa: o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46">Pr</span>. Marcos deu algumas pestanejadas ao volante e várias fechadas... Que medo de morrer! <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47">rs</span> Mas, tudo bem.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Conhecimento inútil</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Quando chegamos em casa, pegamos uma cópia da chave e partimos rumo ao mercado. Não sabia que whisky 20 anos fosse tão caro, R$ 772,00 a garrafa do mais famoso! Compramos leite, garrafa pra geladeira, suco de saquinho, papel <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48">higiênico</span>, copos etc: coisas pra abençoar a família que nos hospeda. Antes de entregar as compras, conversamos e fomos dormir um pouco tarde demais. Cultura inútil: não somente humanos e cachorros roncam, frangos também roncam. Tudo devidamente registrado, em breve você poderá comprovar isso no <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49">Youtube</span>. <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50">rs</span><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Dia 10 de maio (penúltimo dia) __________</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Sessão <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51">estresse</span><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Sessão <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52">estresse</span> logo pela manhã. Nosso programa previa H<span style="font-size:+0;">ora de acordar</span>, S<span style="font-size:+0;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53">aída</span> de casa</span>, <span style="font-size:+0;">Reunião na igreja</span> com<span style="font-size:+0;"> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54">devocional</span></span>, Oração de <span style="font-size:+0;">Intercessão</span>, <span style="font-size:+0;">Evangelismo de rua</span>, <span style="font-size:+0;">Louvor</span>, Peças, Palavra, mais <span style="font-size:+0;">Louvor</span>, mais <span style="font-size:+0;">Peça</span>, mais <span style="font-size:+0;">Palavra</span>, mais <span style="font-size:+0;">Louvor</span> de novo, mais <span style="font-size:+0;">Peça</span> de novo, mais <span style="font-size:+0;">Palavra </span>novamente, tudo isso antes do meio-dia. Me dei ao luxo de acordar antes das 9h, mas mesmo assim tive que esperar vastas horas para sairmos pro nosso destino-fim da viagem. Mas, como no <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55">molequismo</span> há mais espaço para sonhar que a vontade de realização, saímos mais ou menos 11h30<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56">min</span>, com atraso de três horas e meia, suficiente pra fechar o tempo sobre minha <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57">caixola</span>. Mas tudo bem, que mal tem? <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"><br /></span></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"><br /></span></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58">Ói</span>, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59">ói</span> o trem</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Pegamos um <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60">ônibus</span> com destino a São Cristóvão e depois pegamos um trem com destino a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61">Oswaldo</span> Cruz. O trem demorou bastante e tirou toda alegria de andar de trem pela primeira vez no Rio de Janeiro. O tempo não estava fechado, não havia sol pra alongar ainda mais a demora. Demora que ajudou a travar tudo, mas, antes disso, almoçamos.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Amor que constrange</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Como chegamos muito tarde, tivemos que esperar requentar o almoço. Isso foi na casa da irmã Luzia, uma simpática e comunicativa <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62">paraibana</span>. Fomos muito bem recebidos em sua casa, com direito a nem ir ao fogão pra servir o almoço. Um mimo como diriam os patrícios. Quando estávamos de partida ela deu um presente a cada um de nós, indo às lágrimas como no dia anterior, agradecendo bastante nossa visita. Confesso que nem dá pra se sentir importante nessas horas. Ocasiões como essa prova que ainda há esperança para a humanidade, que o “amor que constrange” ainda não se esfriou de todo.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Diácono de fato</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Como havia falado anteriormente sobre travamento, neste dia, resolvi ficar concentrado no nosso “camarim”. Queria descansar e orar um pouco, mas não deu. Cada momento entrava um irmão, sempre simpático e falante interrompendo esse meu momento. Desenvolvi a tese que os cariocas só precisam de alguém pra poder falar, não se preocupando com a atenção ou interesse do interlocutor. Mas tudo bem. Ouvi atentamente e só conseguia encaixar um “é verdade”, ou “com certeza” no meio da conversa. Quando não conseguia mais ouvir, pedia licença pra beber água ou ir ao banheiro. Foi numa dessas conversas que conheci o irmão <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63">Mazinho</span>, um diácono de fato, não de cargo. Nunca vi alguém que tivesse compreendido o verdadeiro chamado e exercia tão bem o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64">diaconato</span>.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65">Tobi</span></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Depois de tanta conversa e espera, começou o culto. Era pra ser dos jovens, mas acabou como homenagem ao <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66">Pr</span>. Marcos, pelo seu aniversário. Uma das poses sessão de fotos foi estampada no bolo. Descobri que fiquei invisível na festa. Também pudera, estava amuado num canto da igreja com uma dor de cabeça e muito sono. Tudo bem, nem <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67">tava</span> com tanta fome assim. As bandejas <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68">esquivantes</span> não estavam tão <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69">atrativas</span> quanto a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70">zangante</span> garrafa de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71">Tobi</span> sabor uva. Meu Deus, como deu água na boca, mas não bebi uma gota sequer do refrigerante. Mas tudo bem, dava mil reinos por uns instantes de sossego apoiado a cabeça na parede.<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Voltando de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72">van</span></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Ufa, que alívio! A música alta e peculiar na festa do Pr. Marcos deu sobrevida à dorzinha que eu sentia. Mas, finalmente a viagem se aproximava do fim. Mas, antes, voltamos pra nossa casa no Leblon numa van alugada, que levava de volta algumas convidadas da Núbia (esposa do Pr. Marcos). Só tinha figura na van: um grupo de cantantes quarentonas (se alguma delas vier a ler isso, entenda por “trintonas” rsrs) que cantavam alto, faziam piadas, enfim, eram tão palhaças quanto a gente. Era como se fosse a gente entrasse numa reunião das nossas mães e suas amigas, só que poderíamos rir e zuar de cada uma delas.</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Arranca-rabo</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Calma, não fizemos nada de mal contra o rabo do Frango nem o depenamos... rs Criamos um momento pra discutir problemas e erros de cálculos da viagem. Pingos nos “is” e “ipisilones”, com um pouco de atraso, foi meio acalorado, mas tudo bem, valeu a pena. Mas antes disso, levamos a Núbia e o Pr. Marcos para comemorarmos, juntos, o seu aniversário. Comemos numa creperia não muito longe, o que deu pra andarmos um pouco a pé, pelas ruas do Leblon. O mais bacana de tudo foi o momento de bate-papo que tivemos, coisa que não havia rolado até então por causa da correria do dia-a-dia de todo mundo. Antes de voltarmos caiu uma chuva muito gostosa, deixando o clima mais aconchegante, desmitificando a máxima “Rio 40 Graus” (fazia 16° às 2h da manhã).<br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Dia 11/05 (A volta) __________</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Cansaço mas nem tanto</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;">Seguiu o frio da madrugada, foi difícil acordar pela manhã. Pra variar, acordamos bem em cima da hora, chegamos atrasados no aeroporto. Mas tudo bem. Antes disso, tivemos nosso último momento de comunhão com a família do Pr. Marcos. Recebemos uma maravilhosa ministração da Palavra de Deus, e, após a leitura bíblica e reflexão, oramos todos juntos. Antes disso, entregamos os presentes que havíamos comprado (um pouco de constrangimento nessa), além de presenteá-los com nosso uniforme ao Pr. Marcos e Núbia (muita alegria nessa hora, nem queriam lavar nossas camisetas, apesar delas terem sido usadas e suadas por dois longos dias). Enfim. O vôo de volta foi bem mais silencioso que o da ida. Todos estavam cansados e eu recluso ao meu mundo autista: o medo e a dorzinha tomaram conta de mim. Mas não tinha com quem compartilhar meu medo de cada manobra, cada nuvem, cada leve e momentânea turbulência. Mas tudo bem. Éramos só cansaço, mas, em chegando em Brasília ainda encontramos força pra assistir um filme antes do culto, “Homem de ferro” (aliás, indico esperar que chegue às Sessões da Tarde da vida... rs).</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" ><span style="font-size:100%;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"><span style="font-size:100%;">Mas tudo bem. Enfim. Eis um “breve” relato de uma viagem a uma terra que deixa saudades, de um povo simpático e hospitaleiro, dos quais aguardamos um convite de novo... rs</span></p><p class="MsoNormal" style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: justify" face="trebuchet ms"><span style="font-size:100%;">__________</span></p>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-2140146679580009402008-05-03T14:18:00.006-03:002008-05-03T23:50:25.155-03:00O que acontecerá?<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wmyqM50INSA/SByjwlW3zPI/AAAAAAAAABg/TbNd4w-wpp8/s1600-h/logo.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_wmyqM50INSA/SByjwlW3zPI/AAAAAAAAABg/TbNd4w-wpp8/s320/logo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196208125135801586" border="0" /></a><br /><div style="text-align: justify;">O que acontecerá quando todos se reunirem em oração pelas nações?<br /><br />Tudo começou há 7 anos atrás da na África do Sul. Milhares de pessoas se reuniram em oração pelo país e buscar a Deus. Com o passar dos anos, a campanha de oração se espalhou pelas nações da África e se tornou mundial, contando com a participação de mais de 200 países em 2008. A Campanha Mundial de Oração (CMO) são 10 dias de oração ininterrupta antes do dia de Pentecostes.<br /><br />Hoje, dia 3 de maio, estamos no 3<span style="font-family:trebuchet ms;">º </span>dia de oração. Quero convidar a todos para participar da campanha. <a href="http://www.cmo.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=blogsection&amp;id=92&amp;Itemid=90">Clique aqui</a> e veja quais são os motivos de oração.<br /><br /><div style="text-align: justify;">"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra".<br /></div>II <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">Crônicas</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">cap</span>. 7 v. 14<br /><br /><br />__________</div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-1963627262162483932008-04-27T23:59:00.006-03:002008-04-28T00:46:50.150-03:00Parênteses III - Rodando e cantando em ritmo de festa<div style="text-align: justify;">Com a licença dos meus vizinhos e leitores, a postagem de hoje é mais uma do tipo "nem tente entender"... rs<br /><br />Como se não me batasse a anterior, esta nova semana promete. Como costumo dizer "não há nada que esteja tão ruim que não possa ficar pior ainda". rs Mas não há motivo para desespero, nem choro e ranger de dentes. Se você está igual a mim, não se esqueça que Deus não se esquece de nós. Portanto, não perca a fé nem o bom humor jamais. Rode, centrifugue, cante, dance, faça tudo para a glória de Deus e em ritmo de festa.<br /><br />Quero dedicar este vídeo abaixo a todos que, igual a mim estão rodando e centrifugando. rs Com vocês, um vídeo <span style="font-style: italic;">non-sense</span>, de uma música <span style="font-style: italic;">non-sense</span>, numa versão acústica <span style="font-style: italic;">non-sense.</span><br /><br /><object height="355" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NhS65hr2H-M&amp;hl=pt-br"><param name="wmode" value="transparent"><embed src="http://www.youtube.com/v/NhS65hr2H-M&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></object><br /><br /><br />__________</div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-34866212829323334882008-04-24T14:13:00.007-03:002008-04-25T18:41:32.301-03:00Varão de dores...<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">Apesar do feriado ter caído numa segunda-feira, para mim, essa semana começou dolorosamente. Literalmente falando. Como se não bastasse as dores lombares que há anos me acompanham, soma-se a elas a dor no estômago e náusea provocadas pelo remédio que eu, mais ainda dores no quadril, além de dor na gengiva, bochecha e língua (é... dois sisos resolveram despontar de uma única vez), dor por quem não é querido, dor no pulso de tanto jogar videogame, dor nos pés e bolhas no dedão... Enfim, dor de tudo que é tipo e intensidade, sou praticamente um "varão de dores", como diz a letra de uma música. rs<br /><br />Na Escola Bíblica de domingo passado comentamos rapidamente da importância da dor. Citaram uma frase de C. S. Lewis que diz algo do tipo "a dor é o megafone de Deus para um mundo surdo". Além de Lewis, mencionaram outro importante escritor cristão, Phillip Yancey que defende a importância da dor, em um livro que escreveu. Nesse livro Yancey fala que uma das principais causas (por que não a principal causa?) da mutilação entre as pessoas que sofrem de lepra é sua insensibilidade à dor, pois assim, não se dão conta de quando se ferem.<br /><br />Essas citações me ajudaram a pensar mais claramente sobre a questão da dor, do sofrimento e entendê-los como meio didático de Deus. Me ajudaram a pensar mas não clarearam tudo a ponto de conseguir entender o porquê de Deus permitir as inúmeras desgraças que assolam a humanidade, tampouco criar uma própria teodicéia. Longe de mim isso agora! rs Mas me lembrei de algo interessante da minha infância e acho que tem algumas implicações espirituais interessantes.<br /><br />Quando eu era pequeno, sempre fui um bom garoto mas costumava (observe bem o tempo verbal usado! rs) ser muito teimoso em certas coisas. Minha vovó Maria sempre me falava: "Miniiino! Será que seu escutador tá na bunda? Aaaaah! Vou te dar uma 'tunda' pra você aprender a obedecer minino!" Veja que linha de pensamento interessante da vovó Maria: quando se fustiga uma criança com chicote ou vara de marmelo, ela aprende a dar ouvido e obedecer alguma coisa.<br /><br />Penso que Deus não é tão intenso quanto a vovó Maria na hora de provocar a dor (se é que Ele só permite a dor), mas sabe como ninguém fazer uso dela pedagogicamente. A dor e o sofrimento, como mecanismos orgânicos ou sintomas, são muito importantes, sendo tanto ou mais importantes quando são emocional, não-física. Tornam-se meios pedagógicos divinos recorrentes. A dor ajuda a memória: quem leva uma "tunda'' não esquece do que não se pode fazer; ajuda também a delinear de limites: lembra dos ratinhos na caixa de Skinner?; ajuda ainda a melhorar o comportamento reflexo e nos proteger do perigo: quando se fura o dedo, as pessoas geralmente tendem a se livrar dela o quanto antes e não termina aqui.<br /><br />Quando falamos da dor do ponto de vista cristão, a vemos (novamente falando pedagogicamente) como meio importantíssimo que Deus usa para forjar e refinar nosso caráter. Como eu e grande parte das pessoas que conheço estamos bem longe de poder ser comparados ao patriarca Jó ou ao verdadeiro Varão de Dores, não resisto a pensar que cada dor que sentimos tem lá seu motivo de ser. Hoje é sexta-feira e, felizmente, estou há 4 dias sem me medicar e sem sentir dor alguma. Mas quando a dor voltar, o que isso vai significar? Será que Deus quer me dar recado? Qual ensinamento Ele quer me com isso? Em qual área da minha vida ou do meu caráter Ele está trabalhando?<br /><br />Eis que faltam palavras e, para não terminar aqui sem dizer nada e não ter que recorrer ao chávico termo "churi churin fun flais", termino com a expressão goiana "rensgas!"<br /><br />__________<br /></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-32262789554394297642008-04-19T02:15:00.006-03:002008-04-25T18:45:09.654-03:00O poder das palavras sem tempero<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">"Você não vai aprender nunca, seu burro!"<br />"Te odeio"<br />"<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">Baixinha</span>, <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">gorducha</span> e dentuça!"<br /><div style="text-align: justify;"><br /></div>Em momentos de grande destempero, não pensamos antes de falar. <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">Dizemos</span> coisas que nem sempre devemos falar e que, muitas vezes, não correspondem à realidade ou ao que realmente pensamos. Em momentos de ira, desferimos nossa metralhadora verbal contra quem quer que seja, até mesmo contra pessoas que amamos, sejam elas nossos pais, amigos, irmãos. Mas isso não tem importância, queremos mais é destruir, ferir, matar e arrasar aquela pessoa que, naquele momento odiamos. E, muitas vezes conseguimos isso.<br /><br />Palavras são, segundo sábia analogia, como que penas jogadas de um alto de uma torre: é impossível recolhê-las todas outra vez. Nós não temos o menor controle sobre os efeitos das palavras que proferimos, principalmente quando não temos o bom hábito de nos colocar no lugar do nosso interlocutor. É de igual forma dificílimo reparar o estrago que as palavras destemperadas causam na vida das pessoas.<br /><br />Costumam dizer por aí que as palavras tem poder. Essa é uma verdade que precisa ser <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">retificada</span>. Muitas pessoas falam nesse poder da palavra como se fosse algo mágico, como se a palavra tivesse vida em sim ou um poder místico criativo. Isso é bobagem e só se aplica em "<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">alakazam</span>","<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">sinsalabim</span>", "abracadabra". O verdadeiro poder da palavras reside no potencial destrutivo que elas possuem, quando proferidas destemperadamente.<br /><br />Palavras <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">destroem</span>. Palavras ferem. Palavras matam. Palavras arrasam. Um xingamento, uma ofensa, uma humilhação, uma calúnia, uma mentira, uma difamação. Assim, as palavras adquirem poder de destruir sonhos, ferir sentimentos, matar a alegria de viver, arrasar com a auto-estima. Por conta disso é que a Bíblia diz em Provérbios <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">cap</span>.18 v.21 que "a morte e a vida estão no poder língua."<br /><br />Por falar em língua, a mesma Bíblia nos ensina a vigiá-la, pois é um importante princípio da sabedoria. Estando vigilante com as palavras, pode-se assim viver uma vida de prudência e coerência (sugiro inclusive a leitura de todo o capítulo 3 do Livro de Tiago).<br /><br />Para terminar, recorro mais uma vez à Bíblia, citando as sábias palavras do apóstolo Paulo: "A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um." (<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">Colossenses</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">cap</span>.4 v.6).<br /><br />__________<br /></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-35539220467101987652008-04-15T19:07:00.003-03:002008-04-15T20:05:55.360-03:00Prazer, delícia!<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">Em mais um serviço de ultilidade pública, <span style="font-style: italic;">ricardoemprosa</span> traz com exclusividade uma deliciosa receita de uma deliciosa sobremesa mais fácil e mais rápida que eu mesmo sei fazer - que ninguém duvide dos meu dotes culinários! rs<br /><br />Lápis e papel na mão, lá vai a receita de:<br /><br /><strong><strong><span style="color: rgb(255, 0, 0);">__________________________________________________</span></strong></strong><br /><div style="text-align: center;">Iogurte Petit Suisse (tipo Chambinho):<br /></div><br />Ingredientes:<br />- 01 copo de iogurte natural, sem sabor<br />- 01 lata de leite condensado<br />- 02 caixas de creme de leite<br />- 01 pacote de suco sabor morango (sem fazer <span style="font-style: italic;">merchand</span>, mas prefira o Tang).<br /><br />Modo de preparo:<br />Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata por aproximadamente 2 minutos. Despeje em taças de sobremesa e leve à geladeira por aproximadamente 30 minutos. E é só!<br /><strong><strong><span style="color: rgb(255, 0, 0);">__________________________________________________<br /><br /><br /></span></strong></strong>Não se preocupe, não voltamos ao terrível tempo que, em protesto contra a ditadura militar, os editores censurados colocavam receitas de bolo de fubá na capa do jornal... Tampouco secou a fonte da criatividade. Vamos dar uma folguinha de textos indigestos e ácidos e aproveitar o prazer que essa deliciosa receita pode te proporcionar...<br /><br />__________<br /></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-23239954876728081192008-04-11T15:32:00.016-03:002008-05-03T15:05:49.907-03:00Meme<div style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong>"Um <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">meme</span>, termo cunhado em 1976 Richard <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">Dawkins</span> no seu <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">"best-seller"</span> controverso <span style="font-style: italic;">O Gene Egoísta</span>, é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros) e outros locais de armazenamento ou cérebros. No que diz respeito à sua funcionalidade, o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">meme</span> é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma propagar-se. Os <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">memes</span> podem ser <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">idéias</span> ou parte de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">idéias</span>, línguas, sons, desenhos capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">autônoma</span>. O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">memética</span>.<br /><br /></strong></div><div style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong></strong> </div><div style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong>Quando usado num contexto coloquial e não especializado, o termo <span style="font-style: italic;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">meme</span></span> pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso aproxima o termo da analogia da "linguagem como vírus", afastando-o do propósito original de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10">Dawkins</span>, que procurava definir os <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11">memes</span> como replicadores de comportamentos."<br /></strong><div style="text-align: right;"><strong>(<em><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12">Meme</span>. </em>Internet: http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme<http: org="" wiki="" meme="">. </http:></strong><strong>Consulta 10/04/2008.)<br /><br /></strong></div></div><div style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong></strong> </div><div style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188086179069407410" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wmyqM50INSA/R__I5GeLsLI/AAAAAAAAABY/W8L3Tzon2LI/s320/meme.JPG" border="0" /></strong></div><p style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong>Bom, pra quem é completamente leigo como eu e que não entendeu <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13">patavinas</span> do significado de "<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14">meme</span>" no nosso contexto <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15">bloguístico</span>, eu acho (<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16">rs</span>) que é um <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17">modismo</span> em que os <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18">blogueiros</span> convidados mostram como escrevem sem o auxílio do teclado.</strong></p><p style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong>Quem me convidou para um <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19">meme</span> foi o <a href="http://bichoderondonia.com"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20">Teo</span> Victor</a>, muito obrigado! Quero repassar o convite para um <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21">meme</span> para dois amigos que tenho curiosidade de conhecer a letra, a <a href="http://www.breakingtime.blogspot.com/"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22">Márcia</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23">Galdinho</span></a>, vulgo "<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24">Márcia</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25">Téquis</span>" </strong><strong>e também o <a href="http://avivamentohoje.blogspot.com/">Leandro <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26">Bertoletti</span></a>, vulgo "<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27">Billy</span>, o Grande". </strong><strong>Vamos ver se algum dos dois tem letra de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28">professorinha</span> ou escreve em <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29">hieroglifo</span>. <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30">rsrs</span><br /></strong></p><p style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong>__________<br /></strong></p><div style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"><strong></strong></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-10013130604178606022008-04-08T23:35:00.002-03:002008-04-09T01:16:33.824-03:00Frankensteinouska<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">Por mais surpreendente que isso possa parecer, eu estou solteiro e, à beira dos 25 anos (porque não dizer 30? <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">rs</span>) e, casamento nem está no horizonte... Outro dia falei com Deus a respeito disso. Não resisti à tentação e segui uma fórmula que havia lido quando era <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">recém</span>-convertido. Não lembro qual é o título do livro que li isso, mas lembro quem era o autor, o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">Pr</span>. David Paul <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">Yonggi</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">Cho</span>. Em tal livro ele ensina que, muitas vezes, não recebemos a bênção porque nossos pedidos de oração são vagos demais. <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">Cho</span> ensina e exemplifica que Deus espera que sejamos específicos em nossas orações, pois, além de comprazer em atender às minúcias de nossos pedidos, não correremos o risco de receber uma "bênção-de-Tróia". <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">Fiz</span> que nem o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">Pr</span>. <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">Cho</span> ensinou e, mais específico impossível: "cabelo igual ao da Maria, voz igual ao da <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">Tereza</span>, o humor igual ao da Marta, espiritualidade igual à da Joaquina", enfim, remendei várias características que queria, fazendo uma verdadeira <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10">Frankensteinouska</span>, com quem queria passar o resto dos meus dias.<br /><br />Tempos depois, como era de se esperar, a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11">Frankie</span> não veio, me dei conta que fui um pouco exigente demais e cheguei à conclusão de que esse negócio de fazer muita exigência e especificação não está certo.<br /><br />Quando dizemos a Deus o que e a forma que queremos <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12">que</span> Ele nos conceda o que precisamos, não há nada de errado nisso. Aliás, oração é pra isso mesmo: oramos porque temos a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13">necessidade</span> de expor a Deus aquilo o que nos aflige, o que precisamos, etc. Porém, quando se vincula que devemos detalhar sobre uma necessidade para podermos ser atendidos, incorremos em alguns erros.<br /><br />Quando dizemos a Deus como e quando Ele deve agir, perdemos, de certa forma, a humildade própria de quem está pedindo algo a alguém que lhe é superior. Nossa postura diante de Deus quando vamos lhe pedir algo, deve ser da maior simplicidade e humildade possível. "Pedir, pedir" não só é uma atitude de perseverança, mas também é uma postura de humildade ao recorrer quantas vezes for preciso até ser atendido em sua necessidade.<br /><br />Afinal de contas, antes de pedirmos algo, Ele já sabe o que precisamos e concederá o que pedimos se Ele quiser. "Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14">são</span> os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e o meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Isaías <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15">cap</span>.55 v.9). Lá do alto, Deus vê melhor que a gente, o que torna desnecessário aportar a Ele um meio ou um caminho para vir nos ajudar... <br /><br />Não podemos ser arrogantes ao ponto de achar que Deus se obriga a conceder aquilo que pedimos do jeito que pedimos, nem temos o direito de questioná-lo caso não nos atenda nisso. Ele é extremamente soberano e não vai ser fazendo birra que vamos fazê-lo mudar de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16">idéia</span>. Também não podemos subestimar a inteligência de Deus, nem pensar nele como um sádico, capaz de nos conceder algo que mais tarde viríamos a nos arrepender de termos pedido ou que venha a nos prejudicar. Se pedirmos a Deus um pão, um peixe ou um ovo, Ele não vai nos conceder pedra, serpente ou escorpião. "Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal" (Jeremias cap.29 v.11).<br /><br />Falo essas coisas de vivência própria. Por muito tempo pedi algo a Deus (que não a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17">Frankie</span>) e Ele me concedeu há pouco tempo. Pedi algo e também disse como queria que Deus agisse. Porém, a forma com que Ele agiu em minha vida não deixou dúvida que os caminhos dele e os pensamentos dele são mais altos e melhores que os meus. Deus fez mais que eu pedi e fez o mundo dar uma volta apara me abençoar.<br /><br />Pois é. Se você não incorrer nesses erros acima ou em outros não mencionados e, mesmo assim continua à espera da sua <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18">Frankensteinouska</span> (ou qualquer outro tipo de bênção), é porque você deve estar na Prova do Calendário.<br /><br />__________</div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-86974571576743916272008-04-04T23:17:00.005-03:002008-04-05T00:13:29.778-03:00Campanha<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Olá queridos amigos e leitores! Quero aproveitar este espaço aqui para criar uma campanha de oração, que vou chamá-la de "Lembrou? Orou!". Mas, em se lembrando de mim, pelo que você vai orar? rs Ok, vamos lá, compartilho aqui minhas necessidades de oração: visando resolver meus perrengues financeiros decidi entrar de cabeça no mundo dos concursos públicos. Depois de algumas "na trave", resolvi estudar pra valer. Daqui até o final do ano vou fazer muitas e muitas provas, concorrendo aos mais variados tipos de cargos e funções. Mas enfim. O que eu quero e o que eu preciso mesmo é passar o mais rápido possível em qualquer concurso. Mas, se eu for na minha própria força não vou conseguir ir muito longe...<br /><br />Portanto, orem por mim! Ore para que eu tenha bom êxito nessas provas. Ore para que eu consiga ter disciplina pra estudar. Ore para que, na hora de fazer a prova, Deus me faça lembrar o que eu estudei e me revele coisas que não estudei... Ore para que caso eu não dê voz ao Espírito na hora de marcar as questões, que Deus envie o Anjo Gabaritador para consertar as marcações erradas...<br /><br />Enfim. Todos os domingos de Abril estarei fazendo prova de concurso. Enquanto isso, vou orando por mim, vou estudando, fazendo minha parte. Lembrando de mim, ore por mim! rs<br /><br />__________<br /></span></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-49413053596885884932008-04-02T23:11:00.003-03:002008-04-28T00:15:59.051-03:00Música do Céu<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Outro dia estava na minha igreja com meu grupo de teatro. Participaríamos de uma reunião e, pra preparar o ambiente, resolvemos orar. Sempre que oramos nós buscamos colocar um fundo musical para dar aquele clima. Vimos perto do aparelho de som um cd gravado com o título "Músicas do céu". Pensamos "é esse que vamos ouvir" mas, quando o cd tocou, fiquei um pouco frustrado: era um cd de coletânea com músicas do Diante do Trono. Desculpe-me os leitores que gostam do Diante do Trono, mas decidimos orar sem fundo musical.<br /><br />Bem, essa história da "Música do Céu" é só uma introdução da postagem de hoje, pra não perder o hábito de ser prolixo. Enfim, a postagem de hoje vai ser curta, vou mostrar a vocês um vídeo que vi essa semana, que se chama "Dança do Céu". Mas vou terminando por aqui. Vocês vão entender o porquê deu falar pouco. Esse vídeo é uma paródia gospel de uma música bem conhecida. Bem que o tema mereceria uma postagem, mas vou deixar vocês, leitores, com crédito de um cafezinho.<br /><br />Enfim, confiram. Tirem as crianças da sala. Não recomendado para mulheres grávidas e hipertensos.<br /></span></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><object height="355" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/c9lWdYuQNcM&amp;hl=pt-br"><param name="wmode" value="transparent"><embed src="http://www.youtube.com/v/c9lWdYuQNcM&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></object><br /><br />__________<br /></span>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-39192376409131191282008-03-31T20:27:00.004-03:002008-03-31T22:16:21.400-03:00Chocolatárnia<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">(Se ao ler este texto você tiver a sensação de <span style="font-style: italic;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">déjà</span> <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">vu</span></span>, não se engane: qualquer semelhança não é mera coincidência! <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">rs</span>)<br /><br />No princípio, Deus criou o mundo, todas as coisas, o homem, a mulher. Eles eram muito felizes por ter comunhão plena com Deus. Ele, bondoso e maravilhoso, deu ao homem e à mulher o chocolate.<br /><br />Deus prometeu que o homem e a mulher morariam num lugar intangível<span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"></span> para a mente humana, onde as ruas são de chocolate em barra e o mar é do mais puro chocolate: a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">Chocolatárnia</span>. Os que entenderam e creram nessa promessa se puseram em marcha rumo a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5">Chocolatárnia</span>. Porém, nem todos chegam tão rápido quanto deveria. Muitos ficam no meio do caminho, buscando juntar todo chocolate possível para comer durante a caminhada. Assim, eles perdem muito tempo, se esquecendo que, em chegando rápido em <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">Chocolatárnia</span>, eles podem desfrutar mais cedo de todos infindáveis tipos e da infinita quantia de chocolate que ali há.<br /><br />A vida é assim. Durante nossa peregrinação rumo à Terra Prometida, podemos alcançar bom emprego, saúde, sabedoria, títulos, bens materiais, riquezas. Tudo isso são bênçãos que Deus nos dá, são motivos de alegrarmos e meios para atravessarmos o percurso da vida. Essas bênçãos bem que poderiam ser meios para fazermos a obra de Deus, mas acabam se tornando condicionantes para que possamos nos dedicar à obra. Essas coisas se tornam prioridade absoluta, passando de meio para fim, nos "<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">refenizam</span>", nos prendem e nos atrasam.<br /><br />Não perca tempo! Não se deixe envolver por demais com os cuidados dessa vida: firme em sua mente o que é essencial, o ponto final. Não se distraia durante percurso, nem arme sua rede nos oásis da vida: beba água, descanse um pouco, encha seu cantil e volte o quanto antes para o seu caminho! O mais saboroso chocolate você só vai degustar quando alcançar seu destino final...<br /><br />__________<br /></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-86599418437496133662008-03-25T17:11:00.002-03:002008-03-25T23:13:53.091-03:00De olhos bem fechados<div style="text-align: justify; font-weight: bold;">Uma revista de circulação local, chamada Elohim, trouxe na capa de sua primeira edição uma entrevista com o deputado federal Robson Rodovalho (Demo-DF), proprietário-fundador da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra.</div><br /><div style="text-align: justify; font-weight: bold;">Definitivamente não gosto de acompanhar mandatos de políticos "reaça". Mas, sabendo de detalhes espúrios de sua atividade parlamentar, não pude deixar de conferir a entrevista que trazia o o curioso título "Bispo Rodovalho um político de fé e seu testemunho".<br /><br />Antes mesmo de começar a ler a entrevista, tinha certeza que leria muitas bobagens. Há muitas respostas bem engedradas, dando um tom de espiritualidade um tanto artificial, além dos detestáveis e previsíveis chavões neopentecostais. Não esperava começar a ler algo relevante, mas o pior estava por vir: o que o bispo Rodovalho falaria sobre política, de certa forma tem peso, pois, expressa sua opinião como quem fala em nome dos parlamentares evangélicos.<br /><br />Ao bispo Rodovalho foi perguntado sobre o papel da Igreja na Política e ele respondeu: "A Igreja precisa participar politicamente. Hoje a guerra é política, através dos decretos e das leis. E, se a Igreja não tiver soldados, será um exército que ficará à mercê do inimigo. Por isso, agora é hora de fechar os olhos e de colocar gente que vai guerrear por nós".<br /><br />Bem, quanto a Igreja participar da política, sou contra. Sendo eu um homem das esquerdas, sou absurdamente contrário à reaproximação do Estado com a Igreja (seja ela qual for), pois essa participação nasce necessariamente viciada. Vejo com muita preocupação os passos da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) num movimento "neomedieval" querendo, claramente, solapar a ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana), tomando todo espaço que esta outrora ocupara. Isso pode parecer Teoria da Conspiração, mas este movimento "neomedievalista" se confirma quando observamos que há muito se tem construído a candidatura do bispo Marcelo Crivella ao Palácio do Planalto. Sob o pretexto de que o Brasil será um país justo, próspero e solidário se seu presidente for um cristão evangélico, muitas denominações abraçarão a candidatura de Crivella (ou qualquer outro político semelhante) da mesma forma que abraçaram a candidatura do Anthony Garotinho.<br /><br />Bem, voltemos ao que foi dito pelo Rodovalho na entrevista (mas antes ressalto que não sou contrário que evangélicos se aventurem na política).<br /><br />O bispo Rodovalho propõe que a relação da Igreja com a política deva ser como uma guerra, onde os seus representantes no Parlamento serão como soldados. Fala em guerra mas não especifica quem é o inimigo. Pois bem. Questão de ordem: quem é o inimigo da Igreja? A regra (Bíblia) é clara: o Inimigo da nossa alma é o Dragão, a Velha Serpente, Santanás. Será que o Diabo anda passeando pelo Congresso Nacional?! É, está aí um primeiro equívoco do pensamento de políticos do naipe do Rodovalho: satanizar os que tem opinião contrária à sua, jogando-os contra a Igreja mesmo que esta não tenha debatido sobre tal opinião.<br /><br />Em segundo lugar (prosseguindo com a esquisita alegoria de guerra), me pergunto quais seriam as armas usadas nessa guerra? Oração? Jejum? Ou seriam os decretos, leis, MPs? E quem disse que lesgislar em causa própria é legislar bem? Esta é uma atitude questionável e, se observarmos o naipe dos parlamentares cristãos, não é nada avalizante... Mas o pior não é ruim o suficiente. Os políticos, que se dizem evangélicos, ao invés de fazerem um "choque de honestidade", se adequam rapidamente às regras do jogo, dançam muito bem conforme a música da vez e não demoram muito a perfilar nas manchetes de escândalos de corrupção entre outros.<br /><br />Por fim, "fechar os olhos e colocar gente" é desrespeitoso e ofensivo a nós, eleitores. Esta é uma proposta tão indecente que, desconheço algum político que por mais sórdido e canalha que seja tenha proposto tamanho absurdo. Mas alguém pode ser dissimulado o suficiente para dizer que o "fechar os olhos" que o bispo Rodovalho propõe seria um ato de fé, ou ato profético... Não! Não é isso mesmo! O que ele nos propõe é fechar os olhos para competência, aptidão, honestidade, passado que são importantíssimos parâmetros para se escolher um político. Fechando os olhos, somos coniventes e co-responsáveis pela incompetência, inaptidão, desonestidade e mau-caratismo dos políticos cristãos que elegemos.<br /><br />Sinceramente, acho que quando o bispo Rodovalho fala em fechar os olhos, ele fala em benefício próprio. Certamente qual dos seus mais de 70 mil eleitores estava de olhos abertos para sua competência e aptidão política, para sua honestidade e seu passado? Qual deles teria estômago para acompanhar os meandros sórdidos do seu mandato e, conseguiria fechar os olhos para nele votar outra vez? É, se o bispo Rodovalho tiver aspiração para prosseguir na carreira política, é mesmo conveniente ter todos os seus eleitores de olhos bem fechados mesmo.<br />__________</div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-39864808205784932842008-03-19T01:52:00.007-03:002008-05-03T15:07:59.507-03:00Ócio criativo<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Caros leitores. Aprendi a lição de que não adianta escrever e postar textos depois das quatro da manhã (confira "Somos todos canalhas" que ficou franco e rendeu uma revisão pra corrigir um monte de erro ortográfico, de concordância, etc).<br /><br />Agora são quase 2h horas da manhã, em Brasília. Pra não perder o hábito de postar compulsivamente, sem incorrer no erro anterior, vou postar algo já pronto. Não é bem um texto, mas sim uns comentários sobre uma música um tanto peculiar, chamada "Ócio Criativo", de uma banda mineira chamada <a href="http://www.manitu.art.br">Manitu</a>. Além de fazer um <span style="font-style: italic;">merchand </span>da banda, quero que este post seja uma homenagem a duas pessoas especiais: minha sócia em trambicagens e uma amiga que consegue fazer comentários melhor que minhas postagens e delas extrair coisas boas.<br /><br />Enfim, aí vai a música (comentários entre parênteses):<br /><br /></span><strong><strong><span style="color: rgb(255, 0, 0);">__________________________________________________</span></strong></strong><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Ócio Criativo</span></span><span style=";font-family:Arial;font-size:8;" ></span><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Letra: Alexandre Maia / Música: Manitu</span><br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Menina, quando te vejo, me sinto um ócio criativo.</span><br />(Tá se achando o próprio ócio hein? Criatividade, só no nome, a rima passou longe também)</span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nessa era pós-industrial,</span><br />(Bancando o intelectual hein? Bons jargões, só faltou ter sentido)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">o teu olhar é o grande jogo.</span><br />(Jogo de esconde-esconde é o que tua mina vai brincar)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O meu estudo é pra te conquistar,</span><br />(Vamos estudar economia porque música não é teu forte...)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">o meu trabalho é te ver passar.</span><br />(Ha, na certa você é peão de obra!)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Faço o que gosto, olha minha feição,</span><br />(Se continuar fazendo o que faz e não reparar na nossa feição, nós - o resto do mundo - vamos parar de gostar de música)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">ao som do samba sinto um novo coração.</span><br />(Alguém aqui falou em samba?! Enfim alguma coisa que faz sentido nisso tudo? "samba-do-crioulo-doido"!)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Menina da Manitu... Menina!</span><br />(Não seria "Capitu"? Machado de Assis, já ouviu falar?)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Contrato o céu só pra te entender.</span><br />(Só pode ter fechado contrato com o Edir Macedo e ter pagado em dólar... Perdeu dinheiro se ela tiver tanto conteúdo como você diz...)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nas coisas tolas lembro de você.</span><br />(Ih, a mina deve ter muito conteúdo!)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Vejo um casal apreciando o pôr-do-sol, mais uma vez eu lembro de você.</span><br />(A mina deve ter tanto conteúdo, deve ser tão recheada que deve valer por um casal!)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">De fundo um som bate, brisa do mar, mais uma vez me faz lembrar de você.</span><br />("Ao fundo" por favor! Mar, baleia, queria que uma orca aparecesse do nada e te engolisse vivo...)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Meu universo expande natural.</span><br />(Brisa, expansão natural, só se for a bruma da maconha)<br /><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nas coisas tolas que me faz lembrar de você.</span><br />(Cara, tudo bem sacanear tua mina, mas sacanear o português não dá. "Fazem", por favor!)</span><br /><br /><strong><strong><span style="color: rgb(255, 0, 0);">__________________________________________________<br /><br /><br />Enfim. Acho que o comentário mais adequado pra essa música é "</span></strong></strong><span style="font-weight: bold;">Putz gril, que raio de música maconhada!"</span><br />__________<span style="font-weight: bold;"><br /></span></div>ricardohttp://www.blogger.com/profile/14690653079337806950noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-391856073862550047.post-35559918235864243062008-03-14T22:50:00.002-03:002008-03-19T01:46:00.336-03:00Somos todos canalhas<div style="text-align: justify;"><strong>Era uma família, de cinco ou seis pessoas que moravam apertadas num barraco de <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">madeirite</span>. A mãe, chefe da família, tinha lá seus trinta e poucos anos. Analfabeta, só sabia escrever o próprio nome e sabia ler o itinerário do <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1">ônibus</span> que pegava: W3 Sul. Trabalhava aqui e acolá fazendo diárias em casas nas quadras vizinhas do supermercado de onde sempre descolava alguma coisa pra comer. Tinha quatro filhos, uma <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2">escadinha</span>: o mais velho tinha 6 anos, a menina 5 anos, outro 3 anos e o mais novo tinha 1 ano e 6 meses. Esse último sempre estava enganchado na cintura da mãe, por onde quer que ela fosse. Os demais, peraltas que só vendo, ajudava no sustento da família vendendo pano de chão e <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3">chicletes</span> no sinal, enquanto a irmã do meio fazia piruetas e ponte, dava estrelinha e outras estripulias que seu corpinho magro e elástico permitia. Estudar? Nenhum deles tinha tempo. A "lida", por menos rentável que fosse, era uma boa ajuda. E, com a dificuldade que a mãe tinha para conseguir escola pra eles, menos interessante era estudar.</strong><br /></div><div style="text-align: justify;"><strong></strong></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><strong>Quando o dia não tinha diária, a mãe ia pro outro lado do semáforo. Vestia as <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4">roupinhas</span> mais gastas, se sujava e desgrenhava os cabelos. Seu filho de colo, brincava no chão em volta dela e só vestia uma fralda de pano quase sempre molhada. Todos os dias, eles não iam embora antes de conseguir uns R$ 20,00 além da passagem.</strong><br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><strong>Numa quadra ao lado do mercado vivia um talentoso pianista de vinte e poucos anos. Muitas pessoas que paravam <span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5">em baixo</span> do seu prédio ficavam por não poucos minutos, ouvindo os <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6">extasiantes</span> exercícios que ele praticava manhãs e tardes afora. Muitas vezes, começava a tocar quando acordava e terminava lá <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7">pras</span> oito da noite. Também pudera, era o ministro de louvor da sua igreja. Tinha bom <span style="font-style: italic;"><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8">statu</span></span> na igreja, cargo importante e até remuneração interessante. Assim sendo, tinha mesmo que ensaiar quantas horas fossem possíveis para estar <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9">afiadíssimo</span> no culto de domingo.</strong><br /></div><strong></strong><br /><div style="text-align: justify;"><strong>Tudo parecia estar em perfeita ordem quando, certo dia, o tempo que o pianista dedicava aos estudos diminuiu abruptamente. Se antes ele acordava às nove para começar a tocar, agora, nunca começava a estudar antes do meio-dia. Os exercícios que antes lhe davam horas de satisfação, passaram a ser momentos de ansiedade que pareciam não passam nunca. Desde que "ela" apareceu em sua vida, essa passou a ser sua realidade. Ela quem? "Ela", a vizinha do bloco ao lado. Sempre chegava do trabalho no mesmo horário, faltando quinze minutos pras seis horas. Talvez por descuido, ela nunca fechava a janela nem fechava a persiana do seu quarto. Entrava lá, colocava música alta, tirava a blusa e o <em>soutien</em>, dançava e cantava com um microfone imaginário. Essa rotina era observada pelo jovem pianista, o ministro de louvor, que até comprou um bom par de binóculos. "Ela", a <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11">vizinha</span> do bloco ao lado mudou-se. Foi assim que o pianista trocou o <em><span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12">voyerismo</span> </em>pela pornografia na <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13">internet</span>. De início, buscava fotos amadoras e caseiras; por fim, qualquer imagem de nu lhe satisfazia. <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14">Dizia</span> a certas pessoas que já havia visto todas as mulheres nuas do mundo. Continuava a ministrar louvor na igreja, mas não da mesma. As músicas pareciam não ter o mesmo brilho, não tinham a mesma graça de antes. Não emocionava ninguém e ele mesmo não sentia problema algum em tocar hinos que exaltavam a santidade de Deus.</strong><strong></strong> </div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><strong>Em outra quadra próxima ao mercado vivia um velhinho há tempo muito aposentado. Jogar damas com os taxistas da quadra e fazer palavras cruzadas eram <span style="font-style: italic;">hobbies</span>, mas, o <span style="font-style: italic;">hobby</span> preferido era passar tempo em sua fazenda que, ficava no Entorno de Brasília. Nessa fazenda havia muitas vacas leiteiras, alguns cavalos de raça. Galinhas, porcos, as plantações e hortaliças, tudo o que era servido à mesa do velhinho vinha de lá.<br /><br />Muitas pessoas trabalhavam na fazenda, dentre eles um sobrinho. Bem, ele era sobrinho de consideração, pois, na verdade, era um agregado que havia conquistado a simpatia do velhinho. O sobrinho e sua família vieram tentar a sorte em Brasília, mas viram seu sonho de conquistar uma vida digna ruir. Não queriam voltar para o <span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16">interiorzão</span> de Tocantins, mas "deram a sorte" de conhecer o velhinho que de pronto os ajudou.</strong><strong></strong> </div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><strong>O sobrinho era casado e tinha três filhos: sua mulher cuidava da casa do velhinho e da horta; dois filhos já ajudavam a tirar leite, tratar dos porcos e dos cavalos e o mais velho ajudava o pai na roça. Todos trabalhavam muito em troca de muito pouco (quase nada): um salário-mínimo e uma cesta básica por mês. De fato, aquilo era po