tag:blogger.com,1999:blog-37981848.post-80785242679005378512008-06-26T04:00:00.000-03:002008-06-26T08:22:57.103-03:001958 - A TAÇA DO MUNDO É NOSSA ( 2 )<a href="http://bp0.blogger.com/_Hw_eTlbaCwA/SGF8akWnlmI/AAAAAAAABSk/SUbg35LK-mc/s1600-h/itacapbellineCOPA3.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215586639348733538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Hw_eTlbaCwA/SGF8akWnlmI/AAAAAAAABSk/SUbg35LK-mc/s400/itacapbellineCOPA3.jpg" border="0" /></a> ----------------------------------------------------------------------------------<br /><span style="color:#ffcc66;"><strong>Voltemos à "nossa" Taça do Mundo predileta... Apesar da classificação obtida de maneira difícil, quando vencemos no Maracanã a então fraca equipe do Peru, eu e mais milhões de torcedores brasileiros que nos decepcionamos nas Copas de 50 e de 54, trazíamos alguma esperança para aquela de 1958. Uma seleção que partiu desacreditada para a Europa (num Constellation da Varig...), com o ataque titular formado por Joel, Moacir e Dida (Flamengo), Mazzola (Palmeiras) e Zagallo, deu-nos a impressão de que algo de bom estava para acontecer quando vencemos de goleada dois dos maiores times italianos na época. Eram jogos amistosos, preparatórios, mas vencemos bem.</strong><br /><strong></strong><br /><strong>Estreamos na Taça do Mundo no dia 8 de junho (domingo) vencendo a Áustria por 3 a 0, segundo a imprensa esportiva, um "escore" que não espelhava o que tinha sido uma “peleja” dura para os brasileiros. Os “ralfes” e muito menos os “beques” não ousavam avançar ou chutar ao “arco" adversário, por isso a repercussão que teve o gol marcado por Nilton Santos, um "player" de defesa, que avançou pela "meia cancha" e foi fazer o segundo gol...</strong><br /></span><strong><br /><span style="color:#ffcc66;">Passamos pela Áustria, mas mudanças precisavam ser feitas, e entrou Vavá no lugar de Dida para o segundo jogo dia 11 de junho (quarta-feira) contra a sempre favorita e poderosa Inglaterra, a inventora do futebol. Realmente foi um sofrimento só: um perigoso empate de 0 a 0.</span></strong><span style="color:#ffcc66;"><br /><strong></strong><br /><strong>O terceiro jogo, contra a URSS no dia 15 de junho (domingo), foi praticamente decisivo para a nossa classificação, entraram: Garrincha, no lugar de Joel, Pelé, no de Vavá, passando este a “center-forward” no lugar de Mazzola, e na defesa entrou Zito no lugar de Dino Sani. Resultado: Brasil 2 a 0, uma exibição que encantou o mundo, com destaques para Garrincha e Pelé, este com apenas 17 anos de idade.</strong><br /><strong></strong><br /><strong>Avançamos então às quartas-de-final, e no dia 19 de junho (quinta-feira), o Brasil, com Mazzola, mas sem Vavá, venceu o País de Gales por apenas 1 a 0, numa partida emocionante do começo ao fim. </strong><br /><strong></strong><br /></span><strong><span style="color:#ffcc66;">E chegamos às semi-finais enfrentando no dia 24 de junho (terça-feira) a poderosíssima França que já vinha de goleadas em seus adversários. Vavá retornou ao comando do ataque no lugar de Mazzola. Parecia impossível, difícil, mas vencemos os franceses por 5 a 2, habilitando-nos à disputa do troféu Jules Rimet, a tão sonhada Taça do Mundo (não se falava Copa, mas sim, Taça). (Continua amanhã)<br /></span>----------------------------------------------------------------------------------</strong><br /><em><span style="font-size:85%;">Imagem escaneada por APS da edição especial da Gazeta Esportiva</span></em><br />----------------------------------------------------------------------------------Adelino P. Silvahttp://www.blogger.com/profile/02316848100893473364adelino.ps@gmail.com