<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296</id><updated>2009-11-11T11:18:50.419-02:00</updated><title type='text'>Crítica do Direito e do Estado</title><subtitle type='html'>Temas diversos sobre filosofia e sociologia do direito, assim como teoria crítica em geral</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Crítica do Direito e do Estado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06843205631955855696</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-2286035766847622558</id><published>2009-11-10T19:54:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T19:54:47.960-02:00</updated><title type='text'>165</title><content type='html'>&lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  do Senado: notas necessárias à democratização&lt;?xml:namespace prefix = o ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Vinícius  Magalhães Pinheiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman"&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;1.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Considerações  gerais.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Agradecendo sempre o espaço tão gentilmente oferecido pela Fundação Padre  Albino, por meio do seu periódico "In Formado", diante dos últimos  acontecimentos do Brasil e do mundo, havíamos, já há algumas edições passadas,  proposto três questões: a crise financeira, a gripe suína e a crise do Senado  brasileiro. A primeira fora abordada na última edição e façamos agora uma  leitura crítica da crise do nosso Poder Legislativo. Nossa idéia é assinalar que  a crise do Senado fazem desdobrar observações bastante ácidas não apenas sobre a  índole dos nossos representantes, mas também das fissuras do sistema  representantivo em seus elementos teóricos e práticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;2.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  do Senado ou crise do sistema representativo? &lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Pensar  a crise gerada pelos atos secretos do Senado Federal faz-nos ponderar sobre  questões mais amplas. De maneira global, concebe-se a democracia sob duas  perspectivas. Pela primeira, historicamente mais antiga, remontando à Idade  Clássica grega, o exercício do poder dá-se diretamente pelos cidadãos, em  deliberações públicas, no espaço conhecido por "ágora". É o que hoje entendemos  por democracia direta. Pela segunda perspectiva, mais recente, datando da  Modernidade, o exercício dos negócios públicos não deriva originariamente dos  cidadãos, mas sim de representantes populares, eleitos periodicamente. Trata-se  da conhecida democracia representantiva. Cuidando especificamente desta última  forma, algumas críticas bastante contundentes podem ser arguidas. Entretanto,  antes mesmo de assinalá-las, é prudente destacar que tais críticas decorrem não  apenas de vícios materiais. O sistema representantivo é falho não apenas por  conta de maus representantes, desinteressados e voltados para fins pessoais com  uso de recursos públicos. O sistema representantivo padece de deficiências  formais. Mas o que exatamente se quer dizer com isso? Nossa tese, passível de  críticas e reconsiderações, é que as dificuldades do sistema representativo  decorrem da sua própria estrutura, ou seja, da sua forma de ser. Não são  problemas materiais, isto é, problemas de caráter e honestidade dos  representantes. Ainda que hipoteticamente todos os representantes populares  fossem honestíssimos e diligentes, sem exceção, enfrentaríamos problemas  democráticos severos. Vejamos. Consideremos o sistema majoritário, aquele pelo  qual é eleito representante com maioria absoluta de votos, com ou sem segundo  turno se necessário for, utilizado no Brasil para eleição de chefes do Poder  Executivo e senadores. Imaginemos uma situação hipotética na qual um candidato  vence as eleições com 52% dos votos. Compreendam, caros leitores, que uma  minoria de 48% é bastante considerável (com a migração de poucas opiniões e  votos, poderia ser a maioria) e a mesma será representada por alguém não  escolhido por ela. Percebam, por fim, que se trata de um vício formal e não  material. A fim de sanar tais dificuldades, pensou-se o sistema proporcional,  pelo qual, no Brasil, não se elege apenas a maioria, mas sim, de forma  proporcional ao número de vagas e à quantidade de votos percebidos por um  determinado partido político. No nosso caso, é aplicado para eleição dos membros  do Poder Legislativo, com exceção dos senadores. Também aqui surgem dificuldades  incontornáveis. Por exemplo, pode ocorrer a &lt;SPAN  style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;redução da eficácia do governo, o qual, por  conta do princípio da legalidade, carece de apoio parlamentar e este pode estar  fragmentado entre diferentes tendências. Ou, ainda, o representante eleito por  um grupo minoritário não tem condições para impor ao governo suas idéias e  princípios, com preponderância, de fato, dos grandes partidos. Tanto quanto as  críticas sobre o sistema majoritário, as críticas daqui são de ordem formal e  não material. Outras críticas seriam cabíveis e mesmo as considerações  apresentados atrás carecem maiores retoques e esclarecimentos. E até mesmo  críticas à democracia direta são perfeitamente cabíveis, contudo, imaginamos que  o exposto já é suficiente para fixação de algumas da seguinte questão essencial.  Vivemos uma crise do Senado? Sim, de fato, mas antes mesmo de ser uma crise  específica do Senado, trata-se de uma crise inerente ao sistema  representantivo.&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;3.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  do Senado ou crise do Brasil?&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  A veiculação de atos secretos, como se tem ouvido dizer nos diversos canais de  comunicação, afronta princípios democráticos básicos. A publicidade dos atos  públicos confere a possibilidade de controle popular do Estado e é um dos  estigmas de uma Administração Pública Democrática. É o que versa, inclusive,  entre outros princípios, o artigo 37 da Constituição Federal de 1988. As raízes  de tais fenômenos são remotas, obrigando-nos a uma interpretação primordial da  história brasileira. Infelizmente, não seria adequado fazê-lo neste espaço,  todavia, cabe dizer que, de uma maneira geral, nunca se viveu no Brasil um  processo de total ruptura com estruturas retrógradas, consolidando um processo  de afirmação e autonomia popular. Somos o país das contradições e do descaso com  a "coisa pública": os negócios do Estado são, muitas vezes, tidos como o canal  de interesses e benefícios privados. Não vivemos um certo&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;"amadurecimento republicano" traduzido  pelo império da autoridade pública em benefício das camadas economicamente mais  frágeis da população. Pensar os problemas brasileiros requer certa sutileza,  ainda que explícitas (quando não verdadeiramente escancaradas) são as mazelas  sociais e econômicas por nós sofridas. Especificamente no que se refere ao  Senado, as últimas notícias referentes a atos secretos expedidos, com  comprometimento do patrimônio público, causou justificada indignação da opinião  pública. Todavia, tão impressionante quanto a denúncia foram as costumeiras e  infelizes reações resignadas, bastante atentatórias ao projeto democrático. "O  Brasil é assim mesmo" ou "Por essas e por outras que não quero saber da política  brasileira" atravessam as convicções, esterilizando cada vez mais as  possibilidades de solução. É a opção mais fácil: abster-se de um grande desafio,  o fortalecimento da democracia brasileira, concentrando-se cada vez mais em  projetos individuais, como se o indivíduo pudesse existir alheio à realidade  coletiva. De toda forma, caros leitores, é compreensível, ainda que  injustificável, tal comportamento por conta da (má) conduta de representantes  políticos. Assim, mais do que uma crise política do Senado, vivemos uma  autêntica "crise de Brasil" e a solução da mesma implicará em grandes  esforços.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;4.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;O  que fazer?&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  As reações mais imediatas aos descalabros são aquelas facilmente intuídas:  rigorosa apuração dos fatos e exemplar punição dos culpados. São medidas de  coragem, as quais podem significar sacrifícios pessoais. Vide o caso recente de  um delegado de polícia federal que, destemido, foi a fundo em suas  investigações, mas acabou misteriosamente afastado de suas atribuições, podendo  até mesmo perder sua função pública... Entretanto, mais do que o funcionamento  dos aparelhos estatais para a responsabilização dos culpados, talvez seja a  ocasião perfeita para o exercício constante de amadurecimento político. A  politização popular implicaria numa melhor blindagem contra a corrupção no trato  dos interesses públicos, pois o povo acabaria cada vez mais próximo do Estado,  atento à gestão do mesmo e fiscalizando seus  representantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-2286035766847622558?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/2286035766847622558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=2286035766847622558' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/2286035766847622558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/2286035766847622558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/165.html' title='165'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-5988452694786766805</id><published>2009-11-10T19:53:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T19:53:43.355-02:00</updated><title type='text'>164</title><content type='html'>&lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  Financeira: notas necessárias à democratização&lt;?xml:namespace prefix = o ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman"&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;1.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Considerações.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Como sempre, cabe-me agradecer muito pelo o espaço tão gentilmente oferecido  para a exposição e propiciamento do debate. Verificando os últimos  acontecimentos, podemos elencar pelo menos duas importantíssimas pautas: a nova  gripe e a crise do Senado. Todavia, em ocasião anterior, na qual cuidamos, neste  periódico, da polêmica questão das "novas democracias na América Latina",  sugerimos abordar a atual crise financeira. Façamo-na agora.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;2.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  e financeirização da economia.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  A atividade financeira não gera riqueza real. Trata-se, sim, de atividade  econômica, mas sem a produção de bens consumíveis, tais como gêneros  alimentícios ou produtos industrializados de toda ordem. Qual o benefício de  quem dela se vale? A multiplicação de crédito por meio de títulos de valor, os  quais são trocados nos mercados, independentemente de traduzir algum valor real,  concreto: é a lógica do lucro individual exponenciado, em detrimento da imensa  maioria da população. Paralelamente à troca mercantil, existe grande circulação  de crédito, sem que exista, contudo, equivalente lastro material de mencionado  crédito. Durante as últimas décadas de neoliberalismo, diminui-se gradativamente  a regulamentação estatal da economia, possibilitando ampla margem de manobra da  especulação financeira. Assim, a sobreposição da riqueza financeira (lembrar  sempre que se trata de uma riqueza formal, sem lastro material equivalente do  crédito) à produção e consumo induziram à sobrevalorização dos chamados ativos  financeiros (por exemplo as ações de empresas e os títulos de dívidas privados e  públicos) sem proporcional crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. A  conseqüência está no nosso cotidiano: notícias de aumento do desemprego e das  dificuldades econômicas das empresas. Como uma onda que, depois do avanço,  recua, ocorre em seguida a desvalorização dos ativos financeiros, diminuindo o  valor das mercadorias de consumo reais. É impressionante a irresponsabilidade  dos mercados financeiros, pois das aventuras especulativos resultam desemprego e  sofrimento de milhões, senão bilhões, de seres humanos que nunca desfrutaram de  qualquer benefício decorrente da atividade financeira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;3.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  e algumas contradições. &lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Todos  aqueles alijados da propriedade dos meios de produção, quais sejam, os  trabalhadores, dispondo unicamente de sua força de trabalho, vêem-se  constrangidos a promover uma troca: permutam sua referida força de trabalho por  salário. A gestão dos negócios, bem como a sorte do empreendimento econômico,  ficam a cargo do capitalista ou algum gerente delegado seu, sem qualquer  participação daqueles que, efetivamente, geram a riqueza. Duas incongruências  devem ser assinaladas. A primeira, com a crise, usualmente a classe patronal se  vale de soluções imediatistas, com demissões de seus trabalhadores,  deslocando-se enorme contingente para atividade econômica informal. &lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Os trabalhadores, por não participarem da  gestão dos negócios, não optam pela prática de atividade especulativo-financeira  e, desta forma, é injusto arcarem com os malefícios de uma crise a qual não  deram causa&lt;/B&gt;. A segunda incongruência decorre da diferença de tratamento  dados pelos governos. Especialmente na periferia do capitalismo, os governos não  poupam esforços no socorro ao sistema financeiro internacional, tendo que, para  tanto, promover cortes nos gastos sociais e redução de direitos trabalhistas. &lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Os trabalhadores e o povo num geral  deveriam merecer tanta proteção quanto as instituições financeiras.&lt;/B&gt; Quando o  sistema financeiro não padecia de qualquer crise e produziam-se lucros enormes,  nunca se cogitou na coletivização dos ganhos. Por que, agora, devem ser  socializados os prejuízos? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;4.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;A  solução da crise financeira requer democratização das relações  econômicas.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Vale lembrar sempre: o ser humano é o capital mais valioso. Se deslocarmos o  eixo de interesses do lucro individual ao benefício coletivo, talvez consigamos  reverter a atual e as futuras crises econômicas. Seria necessário, então,  compreender que a democratização das relações econômicas, ou seja, o exercício  da iniciativa econômica pelos próprios trabalhadores, faria com que, estando a  economia nacional disposta em inúmeras iniciativas geridas coletivamente pelos  agentes da produção, houvesse uma razoável blindagem anti-crise. Explicando  melhor: com a supremacia do trabalho sobre o capital, afasta-se o objetivo  egoístico de acumulação excessiva, a qualquer custo, inclusive ao custo da  prática financeiro-especulativa. Esta proposta de solução não necessariamente é  a mais acertada ou a melhor. Todavia, é uma forma democrática e nova de se  pensar e praticar a organização econômica.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-5988452694786766805?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/5988452694786766805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=5988452694786766805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/5988452694786766805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/5988452694786766805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/164.html' title='164'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-5445624395166230875</id><published>2009-11-10T19:51:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T19:51:26.475-02:00</updated><title type='text'>163</title><content type='html'>&lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=left&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Considerações  sobre as Novas Democracias na América Latina&lt;?xml:namespace prefix = o ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman"&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;1.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Breves  notas introdutórias.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Como sempre, cabe-me agradecer muito pelo o espaço aberto neste importante canal  de comunicação interno às Faculdades Integradas. No texto da presente edição,  muito humildemente me ofereço para uma leitura peculiar a respeito dos últimos  acontecimentos e fenômenos ocorridos em países tais quais Venezuela, Bolívia,  Paraguai e Equador, com maior enfoque nos dois primeiros. Oferecerei uma leitura  supostamente peculiar, pois creio que a mesma seja chocante com o que se  verifica na mídia tradicional. Apresento duas modestas hipóteses, as quais  certamente se prestam a toda sorte de controvérsia e contestação. A primeira é  aquela pela qual a América Latina, especialmente a América do Sul, está  começando a superar, ainda que a base de muitas dificuldades e retrocessos,  históricas contradições internas. Esta hipótese nos exigirá maiores reflexões e  ocupará boa parte dos nossos trabalhos. A segunda hipótese, com tratamento mais  breve, relaciona a crise atual com as concretas oportunidades de transformações  na ordem internacional; transformações essas as quais podem ser engendradas, no  nosso caso latino-americano, a partir das pelas nações  mencionadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;2.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Superação  as contradições com dificuldades e vacilações.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Um fenômeno bastante comum na atual ordem econômica mundial traduz-se pela  dialética entre esforço coletivo na produção das riquezas contrastado pelo gozo  privado das mesmas. De uma forma mais clara: a riqueza é gerada pela ação  coletiva dos trabalhadores, todavia os benefícios dela decorrentes são auferidos  por uma minoria privilegiada. Tal lógica perversa amoldou-se perfeitamente no  processo de colonização da América Latina e, após os diversos processos de  independência política, nas relações internacionais empreendidas entre as nações  latino-americanas e suas antigas metrópoles. Assim, a economia latino-americana  majoritariamente foi baseada na iniciativa privada de exploração de atividades  econômicas estratégicas, oriundas dos setores primários da economia, com pouco  valor agregado e permeadoras de enormes prejuízos à população e ao meio  ambiente. É o que se verificava com a exploração do petróleo na Venezuela e  Equador e com a produção do gás natural na Bolívia. E, situação grave e sempre  recorrente: por pertencer preponderantemente à iniciativa privada, os vultosos  lucros advindos eram todos privatizados, cabendo ao Estado obter receitas,  quando muito, através do sistema fiscal. Qual a novidade verificada hoje?  Referidas nações nacionalizaram (ou, no uso de outra expressão análoga,  estatizaram) em maior ou menor escala várias empresas exploradoras de setores  econômicos estratégicos, havendo mesmo episódios de medidas coercitivas estatais  na Bolívia e Venezuela, com grande comoção da mídia tradicional. A  nacionalização por si somente ainda é insuficiente para a mudança definitiva do  sistema econômico, todavia sinaliza a construção de novas modalidades de  organização econômica. Entretanto, a mesma mídia tradicional não explica que a  nacionalização implica numa forma de melhor atendimento aos interesses regionais  latino-americanos, com a concreta possibilidade de desenvolvimento econômico  nacional. E aqui se aponta outra novidade nessas novas democracias  latino-americanas: um compromisso bastante razoável com mecanismos democráticos.  Prefere-se uma acusação de autoritarismo a Evo Morales e Hugo Chavez sem que se  atenha, contudo, às dezenas de consultas populares realizadas nos últimos anos.  Ainda, verifica-se o crescimento cada vez mais espontâneo de movimentos  populares nos moldes de uma democracia direta, elemento crucial de pressão sobre  seus governos. Por fim, vale sempre lembrar que na América Latina, três países  conseguiram superar o analfabetismo, fator essencial para consolidação  democrática: Cuba, Venezuela e Bolívia. Assim sendo e a título de ilustrativo  exercício de reflexão crítica, encerra-se esta singela exposição de tese com uma  pequena provocação: quem seria mais democrático, os Estados Unidos com seu  sistema representativo bi-partidário baseado no voto indireto ou Venezuela e  Bolívia, com seu pluripartidarismo baseado em aparelhos (ainda que carentes de  aperfeiçoamento) próximos a uma democracia participativa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;3.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Crise  e transformação.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Infelizmente, não temos como oferecer neste espaço a merecida e importante  análise das causas e características da atual crise mundial. Certamente,  estaremos dispostos a fazê-la numa futura edição do "In Formado", todavia, por  enquanto, podemos afirmar que as motivações da crise eram bastante previsíveis.  A liberdade para a prática de especulação financeira de mercado financeiro  forçosamente conduz a abalos, pois a prática especulativo-financeira não gera  riqueza propriamente dita. O que melhor se empreende é a circulação de crédito,  sem que existam necessariamente produção e circulação de bens de uso. E mais: os  anos de neoliberalismo possibilitaram o desmonte de aparatos reguladores. Dessa  forma, as corporações financeiras puderam com sucesso obter gigantescos ganhos  no curto prazo, promovendo especulações aventureiras (se é que existe  especulação financeira não aventureira...), com prejuízos à atividade econômica  &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"  /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em geral. As"&gt;em geral.  As&lt;/st1:PersonName&gt; relações de propriedade e a distribuição de poder e riqueza  possivelmente não sofrerão, em escala global, transformações significativas,  embora o neoliberalismo tal como se tem visto nas últimas três ou quatro décadas  deva, sim, sofrer mudanças substanciais. Os novos modelos democráticos  latino-americanos surgem, apesar de suas dificuldades e insistentes  contradições, enquanto alternativa, com substituição da prática especulativa  pela atividade econômica concreta e orientada aos interesses nacionais e  regionais. Entretanto, ainda não cabem palavras finais sobre a questão e  certamente as idéias até aqui oferecidas são passíveis de reconsiderações com o  avançar do tempo e dos acontecimentos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 0cm"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;4.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Considerações  finais.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Pensar a América Latina requer um esforço considerável. Há interpretações de  diversas naturezas e a mídia tradicional tende a oferecer contundentes críticas,  sem uma avaliação tendente à superação do atual desgastado modelo econômico  mundial. As novas democracias presentes nos nossos vizinhos latino-americanos  abrem as portas para inovadoras maneiras de organização política e econômica,  especialmente nesta ocasião específica de crise mundial. Certamente, contudo,  ainda falta o devido amadurecimento dos novos modelos a fim de se delinear o  concreto papel de nações como Venezuela, Bolívia, Equador e Paraguai na  reconfiguração da ideologia político-econômica mundial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-5445624395166230875?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/5445624395166230875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=5445624395166230875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/5445624395166230875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/5445624395166230875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/163.html' title='163'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-6507880534409943037</id><published>2009-11-10T19:40:00.000-02:00</published><updated>2009-11-10T19:41:00.837-02:00</updated><title type='text'>162</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;STRONG&gt;Considerações  sobre a eleição de Barack Obama&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Publicado  originalmente em In-Formado, Faculdades Integradas Padre Albino, Cursos de  Administração e Direito. Catanduva-SP, Ano 7, n&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;º&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;  32, p. 2, março/abril 2009&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;?xml:namespace  prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office"  /&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;1.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Breves  notas introdutórias.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  A sucessão presidencial dos Estados Unidos da América (EUA) deve ser  cuidadosamente analisada, haja vista ainda se tratar país mais rico e influente  do mundo. Por se tratar de um país com notório histórico racista e de muita luta  das organizações negras por direitos civis, a eleição de Barack Obama denota  algumas mudanças. Tais mudanças traduzem vitórias, sim, todavia as mesmas não  significam necessariamente o início de profundas transformações das políticas  internas e externas dos Estados Unidos,traduzindo,assim, algumas derrotas  concomitantes. Nossa postura é cética e cautelosa quanto à suposta esperança  promovida pelo novo governo federal estadunidense. Obama pode significar  traduzir a continuidade de um sistema sócio-econômico degradante e de uma  política internacional intervencionista e manipuladora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;2.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;As  vitórias. &lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;A  ascensão de &lt;SPAN class=highlightedsearchterm&gt;Obama&lt;/SPAN&gt; é uma vitória contra  o histórico racismo nos EUA. Simbólica e coincidentemente, a vitória eleitoral  ocorreu aos quarenta anos da morte de Martin Luther King, líder negro  estadunidense idealizador da não-violência e da resistência inspirada na  desobediência civil que muito contribuiu para o fim da legislação  segregacionista no sul dos EUA e para o surgimento de medidas de ação  afirmativa. É bem certo que o perfil de Obama diverge da liderança  afro-estadunidense, por não se tratar de um herdeiro direto de escravos (seu pai  fora negro queniano  África - e a mãe fora branca  Estados Unidos). De toda  forma, sua vitória é expressão da atenuação do racismo. Outra vitória  assinalável é o provável remodelamento da "Guerra contra o Terror" desenvolvido  ao máximo durante o governo Bush. A quase histérica luta contra o terrorismo do  último governo estadunidense nada mais foi do que uma metáfora: combater o  "Terror" tem sido a estratégia adequada para impor os interesses dos EUA aos  países arredios a suas exigências (ocupação do Iraque e Afeguenistão,  hostilidades diplomáticas contra Irã e Coréia do Norte, embargo econômico  durante décadas contra Cuba). Obama talvez não resolva todas as mazelas sociais  internas de seu país (questões relacionadas à seguridade social têm demonstrado  graves deficiências nos últimos anos), contudo, o mesmo demonstra maior  sensibilidade diante da pobreza, o que implicaria num deslocamento dos recursos  públicos de gastos militares para gastos sociais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;3.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;As  derrotas.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  Passemos à análise de algumas questões bastante preocupantes. A eleição de  Obama, apesar de sua maior sensibilidade social, é uma derrota de qualquer  projeto sócio-econômico transformador.&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;  &lt;/B&gt;Mesmo eleito com significativo apoio das massas populares, Obama é parte de  uma corrente tradicional do Partido Democrata. Tanto é assim que o novo  presidente demonstra dar continuidade às políticas públicas do governo Bush,  convidando para seu governo membros do partido de oposição (Partido Republicano,  do qual faz parte George W. Bush e John McCain, candidato derrotado, sendo que  Barack Obama é membro do Partido Democrata). E mesmo os democratas convidados  são da ala mais conservadora do partido de Obama. Por exemplo, seu chefe de  gabinete, Rahm Emanuel, participou dos projetos de livre-comércio quando da  presidência de Bill Clinton e foi um dos apoiadores da invasão do Iraque. Outra  possível derrota com a vitória de Obama decorre da provável cooptação das  lideranças populares mais progressistas. Carismático, Obama pode induzir à  absorção ideológica (e até mesmo institucional-estatal) dos movimentos de luta  contra o racismo, em prejuízo da combatividade. Talvez seja ínfima a  possibilidade de uma composição entre luta social e institucionalização sem que  uma das duas saia profundamente prejudicada... Por fim, ainda que Obama possa  concentrar mais esforços na luta contra a pauperização social interna do que na  já assinalada "Guerra contra o Terror", sua eleição não representa uma  alternativa substancial para a orientação política externa dos Estados Unidos. O  democrata defendeu uma retirada gradual do Iraque, mas simplesmente não deixa  clara uma data para o fim da invasão. Obama prometeu fim, em poucos meses, das  prisões arbitrárias de Guantánamo (Cuba), tendo já recuado quanto ao prazo  exíguo. Ainda, nos próprios debates presidenciais, afirmou categoricamente que  realizaria, sim, ataques militares internacionais contra países indispostos a  ceder às exigências dos EUA. Dessa forma, Obama tem demonstrado sua índole  conservadora no plano da política externa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 18pt; TEXT-INDENT: -18pt; tab-stops: list 18.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Arial"&gt;&lt;SPAN  style="mso-list: Ignore"&gt;4.&lt;SPAN  style="FONT: 7pt 'Times New Roman'"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Considerações  finais.&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN  style="COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;  A vitória eleitoral do democrata driblou o racismo, mas não o extinguiu: Obama  venceu por se mostrar uma alternativa aceitável aos olhos dos brancos  conservadores. Obama não significa ruptura; pelo contrário, traduz a  continuidade do sistema sócio-econômico estadunidense, baseado essencialmente no  neoliberamismo econômico. O desgaste do governo republicano anterior, com  ocupações militares externas prolongadas ruinosas e séria crise social interna,  levou ao poder um presidente-símbolo de que os conservadores optam por pequenas  mudanças a fim de que não ocorram as grandes  transformações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-6507880534409943037?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/6507880534409943037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=6507880534409943037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/6507880534409943037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/6507880534409943037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/162.html' title='162'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-8428390902632869251</id><published>2009-11-10T19:33:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T19:33:44.036-02:00</updated><title type='text'>160</title><content type='html'>&lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Invasão  econômica e cultural *Vinícius Magalhães Pinheiro*&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Publicado  originalmente em &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;O  Regional, Catanduva-&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;SP,  n&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;º&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;  10.278, Caderno Nacional, p. 3, 5 de novembro de 2009&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Caros  leitores, ouçam "Estrangeirismo" de Zé Ramalho. A música faz uma humorada (e mal  criada!) crítica do uso de estrangeirismos no uso cotidiano da língua  portuguesa. Estrangeirismo é o emprego sistemático de palavras e frases oriundas  de um idioma alheio ao nacional. Por trás de suposta ingenuidade da letra,  todavia, é possível depreender uma feroz crítica a nossa sociedade de consumo.  Ainda que sem total lucidez, qualquer um percebe a invasão cultural por nós  sofrida: vivemos às voltas com "outdoor", "e-mail", "delivery", "fast food", sem  contar as calças "jeans", o "personal computer", o carro "Ford" e o "cowboy" das  festas populares... Nossa modesta tese, a qual pode ser contestada livremente  pelo dileto leitor, via imêiu (refiro-me ao que usualmente se escreve, sem as  devidas aspas, "e-mail"), é a de que o uso de estrangeirismos decorre de  relações econômicas e políticas internacionais muito específicas. Ainda,  qualquer nação que se indispuser com tal ordem de coisas logo é desmerecida.  Vejamos. Bem sabemos que, em mais de um momento histórico brasileiro,  testemunhamos a entrada de multinacionais no mercado interno. Multinacionais são  empresas cujas instalações e capitais são tão difusos pelo mundo que não existe  um controle seguro de suas atividades. Usualmente, suas matrizes localizam-se em  países ricos e suas diversas filiais distribuem-se pelo mundo pobre. A dinâmica  das multinacionais obedece a critérios razoalmente uniformes em todo globo, com  fixação das filiais em países onde há mão-de-obra menos amparada pela legislação  trabalhista e onde existem maiores fontes de recursos naturais. E mais: as  riquezas geradas, assim como as divisas monetárias, são em sua larga escala  remetidas à matriz, restando às filiais os recursos estritamente necessários  para reprodução de suas atividades. As degradações inerentes ao atual sistema  econômico, como a a exploração do trabalho, os danos ambientais e a  desregulamentação dos mercados, acabam concentradas nos países mais vulneráveis  (leiam-se: pobres!). Ainda, nos países pobres, por conta dos investimentos de  multinacionais e do ingresso geral de capitais estrangeiros, não se desenvolvem  atividades econômicas diversificadas, fazendo com que, perigosamente, a economia  orbite em função de poucos setores produtivos (geralmente atividades de baixo  valor agregado). Numa situação de crise (aliás, como a atual, diga-se de  passagem...), a estreiteza de práticas comerciais e industriais impede  alternativas seguras para os momentos de instabilidade. E se, por ventura, algum  país pobre se insurge, por mais modestamente que o faça (vide Venezuela e  Bolívia), contra a atual ordem econômica internacional, logo é chancelado como  populista, oportunista e toda sorte de impropérios... Assim, caros leitores, a  constância de estrangeirismos traduz a invasão cultural da qual somos alvo.  Esta, por sua vez, decorre de relações econômicas internacionais desleais e  injustas com países pobres. Assim, por fim, uma ilustração. Certo lanche  bastante popular é inocentemente anunciado por um palhacinho feliz, cujas  micagens, na verdade, camuflam um obscuro processo de dominação econômica  internacional. Nossa tarefa é combatê-las no plano das  idéias.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-8428390902632869251?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/8428390902632869251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=8428390902632869251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/8428390902632869251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/8428390902632869251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/160.html' title='160'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-1240107727056135640</id><published>2009-11-10T19:29:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T19:29:22.428-02:00</updated><title type='text'>161</title><content type='html'>&lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;B  style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT face=Calibri&gt;A questão das bases  militares estadunidenses na Colômbia&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt;&lt;FONT face=Calibri&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 11.0pt"&gt;Publicado  originalmente em &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;O  Regional, Catanduva-&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;SP,  &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Caderno  Nacional, p. 3,&amp;nbsp;12 de novembro de 2009&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Calibri','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Calibri','sans-serif'; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Caros  leitores, permitam-me falar na nossa coluna de hoje sobre o acordo militar  firmado entre os governos da Colômbia e dos Estados Unidos da América (EUA). Foi  assinado, no último dia 30 de setembro, um acordo internacional pelo qual  centenas de militares e civis estadunidenses poderão operar em bases militares  colombianas. Tal acordo fora firmado sob a alegação da necessidade de se  combater o tráfico de entorpecentes, assim como as Forças Amadas Revolucionárias  da Colômbia (FARC). Para os EUA, será mais uma entre suas 800 bases militares  pelo mundo afora (aliás, diga-se de passagem que os Estados Unidos, apesar de  todas as negativas e informações nebulosas,&lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;estudam, há uns dez anos aproxidamente,  a instalação de uma base militar no Paraguai, bem próximo à fronteira  brasileira). Para a Colômbia, será a possibilidade de maior aproximação com um  país de ampla hegemonia global. Todavia, é possível que os malefícios pesem mais  que os benefícios nesta balança geopolítica. Vejamos. Tal acordo é problemático  interna e externamente. Pela leitura dos principais jornais, entre eles  nosso&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;"O Regional", verificamos o  primeiro problema interno: o Poder Legislativo da Colômbia não fará estudos nem  deliberações sobre o pacto. Ora, se o Legislativo é, numa democracia  tradicional, um dos poderes estatais de maior representatividade popular, seria  altamente recomendável a votação e debate sobre o acordo no âmbito da política  nacional. Outro problema de ordem interna decorre da concessão de imunidade  jurídica aos militares estadunidenses no território colombiano. São inúmeros  episódios de abusos e crimes cometidos por militares estadunidenses contra  nacionais em bases em outras nações e não haveria porque imaginar que na  Colômbia seria diferente. Por fim, um último problema: a soberania, do ponto de  vista político-jurídico, é sinalizada, entre outros caracteres, pelo monopólio  do uso da força coercitiva no próprio território. Haja vista que aos militares  estadunidenses será concedido uso de armas de fogo no território colombiano,  evidente fica a concreta diminuição da soberania colombiana provocada pelo  próprio governo colombiano. Do ponto de vista internacional, outras polêmicas  surgem. Vivemos um momento de reconfiguração dos modelos estatais  latinoamericanos. Venezuela e Bolívia, especialmente, Equador e Paraguai, de  forma um pouco diferenciada, vivenciam novas formas de organização democrática.  Certamente, afirmar que são novas espécies de democracia pode despertar &lt;SPAN  style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;controvérsias entre alguns leitores.  Infelizmente, não haveria como aqui nos estender demasiadamente sobre o assunto.  Deixemos a questão para outra oportunidade, portanto. Assim, retomando, o acordo  colombiano com os Estados Unidos da América, neste contexto de remodelagem  política latinoamericana, exarceba eventuais animosidades. Os governos  brasileiros e venezuelano, cada um ao seu modo, pretendem exercer liderança na  América do Sul e a presença de militares estadunideses (leia-se: militares de  uma potência historicamente conhecida pela sua ingerência em assuntos internos  de outros países) causa um desconforto diplomático considerável. Apesar das  reiteradas afirmativas de que a política externa dos EUA respeitará os  interesses dos demais países, rigorosamente, Barack Obama reproduz, com as novas  bases militares na Colômbia, a vigilante dominação de seu antecessor, George W.  Bush. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, por sua vez, não expôs concretas  garantias de que os interesses internos de seus vizinhos serão preservados.  Caros leitores, por fim, numa leitura geopolítica mais ferina e de interesse  imediato para o Brasil, pode-se até mesmo aventar a hipótese de que a pretendida  vantagem tático-estratégica dos Estados Unidos da América possui olhos que  alcançam o Oceano Atlântico: as reservas de petróleo recentemente descobertas  pela brasileira Petrobrás nas camadas pré-sal.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-1240107727056135640?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/1240107727056135640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=1240107727056135640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/1240107727056135640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/1240107727056135640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/161.html' title='161'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-6489487297681087620</id><published>2009-11-10T19:07:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T19:11:37.979-02:00</updated><title type='text'>159</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'font-family:'Times New Roman';font-size:11;"  &gt;Técnica e razão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'font-family:'Times New Roman';font-size:11;"  &gt;Publicado originalmente em O Regional, Catanduva-SP, nº 10.273, Caderno Nacional, p. 3, 29 de outubro de 2009&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-: 'Times New Roman'; mso-fareast-: EN-USfont-family:Calibri;font-size:11;"  &gt;Caros leitores, um filme de grande impacto e referência necessária é "2001: uma odisséia no espaço" de Stanley Kubrick. Produzido em 1968, o longa metragem possui aproximados 140 minutos de duração, mas apenas uns 40 minutos de diálogos. Assim, as experiências visual e subjetiva são impressionantes, multiplicando em diversas possiblidades as interpretações sobre o filme. Não haveria como tratar do filme inteiro neste espaço tão gentilmente cedido pelo nosso jornal, de modo que iremos nos concentrar nas cenas dos primeiros 20 minutos. Em referido trecho, verifica-se que a técnica, enquanto prática herdeira do conhecimento, faz com que o homem transforme não apenas a natureza, mas a si mesmo, viabilizando, entre outros, formas de controle social. Vamos ao enredo mencionado. Hominídeos lutam pela sobrevivência num período remoto do planeta Terra. As intempéries do seu meio, com escassez de alimentos e água, são mais agravadas ainda pelo assédio de grupos rivais. Num desses enfrentamentos, um grupo tem roubado de si sua reserva de água por outro grupo, que se impõe aos gritos sinalizadores da sua superioridade física. Eis que, na manhã seguinte ao conflito, dá-se o momento transcendente do filme: sob uma música enternecedora, os primatas acordam espantados com a presença de um monólito entre eles. Confusos, agitados, logo a curiosidade - fator essencial na evolução humana - lhes suprime o medo e faz com que toquem a imensa pedra. Na cena seguinte, um desses hominídeos manuseia grandes ossos ressecados, quando sofre uma revelação súbita. Com força e segurança, o primata, numa cena antológica, golpeia violentamente os ossos, quebrando-os. Caros leitores, é o momento em que se alcança o saber intuitivo! Aqueles ossos, de inúteis objetos migrariam para importantes meios de caça e guerra. Logo após, armados com seus novos instrumentos, os hominídeos abatem animais e alimentam-se das suas carnes. Percebam que de herbívoros nossos personagens inovam seu repertório nutritivo, tornando-se também carnívoros. Ou seja, o homem transforma natureza, todavia também transforma a si próprio. Mas não é só. Retornam os primatas ao local da sua antiga reserva de água e, aos golpes do seu novo instrumento, atacam os inimigos, reavendo a água. É o momento, estimados leitores, em que prática deriva diretamente de um saber intuitivo. É também a ocasião em que a inteligência suplanta a mera força física. Certamente, "prática" e "saber" aqui mencionados não são dotados da complexidade presente nos dias de hoje, todavia, é inegável que o embrião dos saberes e técnicas humanas estão nas origens primitivas retratadas no filme. Tal idéia é intuível a partir de um sugestivo jogo de imagens: ao final do combate, um dos hominídeos, vencedor, atira para o alto seu osso e a cena de sua queda logo é substituída por uma espaçonave gravitando ao redor da Terra. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Existe um fio invisível entre rudimentares instrumentos e a mais alta tecnologia. Tal fio é a razão enquanto mecanismo de controle da natureza e dos homens.&lt;/b&gt; Poderíamos desenvolver a partir daqui diversas questões polêmicas, como, por exemplo, a relação entre razão e violência. Todavia, deixemos para outra oportunidade, procurando fazer com que o leitor sinta curiosidade e assista em breve o filme. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-6489487297681087620?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/6489487297681087620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=6489487297681087620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/6489487297681087620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/6489487297681087620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/11/159.html' title='159'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-449104810316287061</id><published>2009-10-21T08:41:00.001-02:00</published><updated>2009-10-21T08:41:12.798-02:00</updated><title type='text'>proposta de súmula vinculante sobre demarcação de áreas indígenas</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;Prezados,&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;como já devem saber, a CNA - Confederação Nacional da  Agricultura e Pecuária do Brasil apresentou uma proposta de súmula vinculante no  STF sobre o marco temporal para demarcação de áreas indígenas, pretendendo que  apenas aquelas que estavam ocupadas em 05 de outubro de 1988 possam ser  demarcadas. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Proposta de Súmula Vinculante - PSV 49, com a seguinte  redação: &lt;I style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;"Os incisos I e XI do  art. 20 da Constituição Federal não alcançam terras de aldeamentos extintos  antes de 5 de outubro de 1988, ainda que ocupadas por indígenas em passado  remoto".&lt;/I&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Interessados podem enviar manifestações ao STF sobre esta  proposta. Segue abaixo o edital de publicação da proposta (publicado em 09/10).  O prazo para envio das manifestações é de 01/11 a 05/11.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;H3 style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;A  name=12471c3b7f7166a7_12471a3ded6766f7_12471a27c9dcb766_1246f9e21649a859_49&gt;PSV  49&lt;/A&gt;&lt;/H3&gt; &lt;P&gt;Data da publicação do edital: &lt;B&gt;9/10/2009&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;A  href="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/jurisprudenciaPropostaSumulaVinculante/anexo/psv49.pdf"  target=_blank&gt;Versão para impressão&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P&gt;&lt;B&gt;PROPOSTA DE SÚMULA VINCULANTE Nº 49&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;EDITAL, com o prazo de 20 (vinte) dias, para  ciência e eventual manifestação de interessados, nos termos da Resolução nº  388-STF, de 5 de dezembro de 2008, na forma abaixo:&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A SECRETÁRIA JUDICIÁRIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL,&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;U&gt;F A Z&lt;SPAN&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; S A B E R&lt;/SPAN&gt;&lt;/U&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;aos que este edital virem ou dele tiverem conhecimento que neste Tribunal  se processam os autos da Proposta de Súmula Vinculante nº 49, em que é  proponente a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA,  que visa à edição de súmula vinculante com a seguinte sugestão de verbete:&lt;SPAN  style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,51)"&gt; &lt;/SPAN&gt;&lt;I  style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,51)"&gt;"Os incisos I e XI do art. 20 da  Constituição Federal não alcançam terras de aldeamentos extintos antes de 5 de  outubro de 1988, ainda que ocupadas por indígenas em passado remoto".&lt;/I&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Conforme a Resolução nº 388-STF, publicada em 10 de dezembro de 2008, no  Diário da Justiça Eletrônico, e nos termos do § 2º do artigo 3º da Lei nº  11.417/2006, ficam cientes os interessados para, querendo, manifestarem-se no  prazo de 5 (cinco) dias depois de findo o prazo de 20 (vinte) dias acima fixado,  que passa a fluir a partir da publicação deste edital no Diário da Justiça  Eletrônico.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Secretaria do Supremo Tribunal Federal, em 5 de outubro de 2009.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Eu, Kátia Cronemberger Mendes Pereira, Chefe da Seção de Comunicações,  extraí o presente. Publique-se no sítio do Tribunal e no Diário da Justiça  Eletrônico.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Rosemary de Almeida, Secretária Judiciária/STF.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;Abraços,&lt;BR&gt;&lt;BR clear=all&gt;Marcela Vieira&lt;BR&gt;Conectas  Direitos Humanos&lt;BR&gt;Rua Barão de Itapetininga, 93 - 5º andar&lt;BR&gt;São Paulo/SP -  01042-908 - Brasil&lt;BR&gt;Tel/Fax (55 11) 3884-7440&lt;BR&gt;&lt;A  href="mailto:marcela.vieira@conectas.org"  target=_blank&gt;marcela.vieira@conectas.org&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;A  href="http://www.conectas.org/" target=_blank&gt;www.conectas.org&lt;/A&gt; | &lt;A  href="http://www.stfemfoco.org.br/"  target=_blank&gt;www.stfemfoco.org.br&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;--~--~---------~--~----~------------~-------~--~----~&lt;BR&gt;Você  recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo "Marxismo e Direito" nos  Grupos do Google. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;Para postar neste grupo, envie um e-mail para  marxismo-e-direito@googlegroups.com &lt;BR&gt;&amp;nbsp;Para cancelar a sua inscrição  neste grupo, envie um e-mail para  marxismo-e-direito+unsubscribe@googlegroups.com &lt;BR&gt;&amp;nbsp;Para ver mais opções,  visite este grupo em  http://groups.google.com.br/group/marxismo-e-direito?hl=pt-BR  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;-~----------~----~----~----~------~----~------~--~---&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-449104810316287061?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/449104810316287061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=449104810316287061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/449104810316287061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/449104810316287061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/10/proposta-de-sumula-vinculante-sobre.html' title='proposta de súmula vinculante sobre demarcação de áreas indígenas'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-7872947135348113899</id><published>2009-10-14T17:28:00.001-03:00</published><updated>2009-10-14T17:28:20.361-03:00</updated><title type='text'>DIREITO E SOCIEDADE: UMA PERSPECTIVA JUSFILOSÓFICA</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Apoio:&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Instituto Luiz Gama (&lt;A  href="http://www.institutoluizgama.blogspot.com"&gt;www.institutoluizgama.blogspot.com&lt;/A&gt;)&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Massa Crítica!!! (&lt;A  href="http://www.massa--critica.blogsppot.com"&gt;www.massa--critica.blogsppot.com&lt;/A&gt;)&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;DIREITO E SOCIEDADE: UMA PERSPECTIVA  JUSFILOSÓFICA&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Palestrante:&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;FONT  face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Professor Doutor Alysson Leandro  Barbate Mascaro &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Advogado.  Professor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco - USP. Professor dos  cursos de Mestrado e Doutorado em Direito Político e Econômico e da Graduação em  Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Graduado em Direito pela  Universidade de São Paulo. Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.  Livre-Docente em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São  Paulo. Vice-presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB/SP. Foi o  implantador e coordenador de Graduação do Curso de Direito da Fundação Padre  Albino. Atua principalmente nos seguintes temas: direito, filosofia do direito,  marxismo, cidadania e legalidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Autor das  seguintes obras: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;"UTOPIA E  DIREITO - ERSNT BLOCH E A ONTOLOGIA JURÍDICA DA  UTOPIA"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;"CRÍTICA DA  LEGALIDADE E DO DIREITO BRASILEIRO"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;"FILOSOFIA DO  DIREITO E FILOSOFIA POLÍTICA - A JUSTIÇA É  POSSÍVEL"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;"INTRODUÇÃO AO  ESTUDO DO DIREITO"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;"LIÇÕES DE  SOCIOLOGIA DO DIREITO"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Arial"&gt;"INTRODUÇÃO À  FILOSOFIA DO DIREITO: DOS MODERNOS AOS  CONTEMPORÂNEOS"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Data:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;31.10.2009  (sábado)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Horário:&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;FONT  face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;das 10h às  13h&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Local:&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;FONT  face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Plenário dos Conselheiros da OAB/SP  (2º andar do edifício sede, na Praça da Sé)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Inscrições:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Favor confirmar presença junto à  Comissão de Desenvolvimento Acadêmico da OAB/SP, pelo e-mail &lt;A  title=blocked::mailto:desenvolvimento.academico@oabsp.org.br href=""&gt;&lt;FONT  color=#0000ff&gt;desenvolvimento.academico@oabsp.org.br&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;, ou pelo  telefone (11) 3291-8152.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Promoção:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Coordenadoria de Direito  Constitucional da Comissão de Desenvolvimento Acadêmico da  OAB/SP&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-7872947135348113899?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/7872947135348113899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=7872947135348113899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/7872947135348113899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/7872947135348113899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/10/direito-e-sociedade-uma-perspectiva.html' title='DIREITO E SOCIEDADE: UMA PERSPECTIVA JUSFILOSÓFICA'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-1710500406406185142</id><published>2009-10-07T07:49:00.001-03:00</published><updated>2009-10-07T07:49:59.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eventos'/><title type='text'>II Encuentro Latino Americano de Historia del Derecho</title><content type='html'>&lt;a href="http://ilahd.blogspot.com/2009/08/ultima-convocatoria-al-ii-encuentro.html"&gt;Última Convocatoria al II Encuentro Latino Americano de Historia del Derecho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;El Instituto Latino Americano de Historia del Derechoconvoca al:II Encuentro Latino Americano de Historia del Derecho“Temas y metodologías para una historia del derecho en América Latina”Del 21 al 24 de octubre de 2009Curitibasedes/locais: Facultad de Derecho de la Universidad Federal del Paraná(Salão Nobre) eTeatro Municipal de Antonina&lt;br /&gt;Día 21 de octubreFaculdade de Direito (UFPR)&lt;br /&gt;8h00minRegistro/Credenciamento9h00minAPERTURA/ABERTURADr. Zaki Akel SobrinhoReitor da UFPRAlberto de Paula MachadoPresidente do OAB/PRJosé Ramón NarváezPresidente do Instituto Latino-Americano de História do DireitoRicardo Marcelo FonsecaCoordenador do evento, presidente do IBHD e Diretor da Faculdade de Direito/UFPR9h15min – Apresentação do Quarteto de Cordas/Presentación de Cuarteto de Cuerdas9h30 – Conferência de Abertura/Conferencia inaugural –Bernardo Sordi (Università degli Studi di Firenze)Preside: Ricardo Marcelo Fonseca10h30min – MESA 1 (A e B) – História Constitucional na AL(A)Eric Palma (Chi)Héctor Chávez Gutiérrez (Mex)Jaqueline Blanco Blanco (Col)Raúl Pérez Johnston (Mex)Preside: Aloysio Surgik14h30min – MESA 2 – História Constitucional na AL (B)Juan Carlos Frontera (Arg)Mario Cajas (Col)Héctor Pérez Pintor (Mex)Juan Pablo Salazar Andreu (Mex)Preside: Vera Karam de Chueiri18h00min – MESA 3 – História da Justiça na AL:Teodoro Hampe-Martínez (Peru)Luis Fernando Lopes Pereira (Bra)Jaime Hernández Díaz (Mex)Preside: (pendiente)Día 22 de octubreFaculdade de Direito (UFPR)9h15min ConferênciaJosé Reinaldo de Lima Lopes (Bra)Preside: Egon Bockman Moreira10h30– MESA 4 – História do direito privado na ALSamuel Barbosa (Bra)Ezequiel Abásolo (Arg)Sergio Said Staut Jr (Bra)&lt;br /&gt;Carlos Ramos Núñez (Per)Preside: Luiz Edson Fachin14h30h – Grupos de Trabalho – comunicações18h15min – MESA 6 – Experiências hispânicas e lusas: confrontosJuan Carlos Abreu (Mex)Airton Seelaender (Bra)Walter Guandalini Jr (Bra)Elisa Speckman (Mex)Preside: Jose Antônio Peres GedielDia 23 de outubroFaculdade de Direito (UFPR)9h15min - ConfêrenciaAbelardo Levaggi (Arg)Preside: Andrés Botero Bernal10h30– MESA 7 – Projetos jurídicos na AL: história e prospectivaAndre Peixoto de Souza (Bra)Antonio Carlos Wolkmer (Bra)Humberto Morales (Mex)María Francisca Elgueta (Chi)Preside: (pendiente)&lt;br /&gt;Tarde- Partida para AntoninaDia 24 de outubroTeatro Municipal de Antonina9h – MESA 8 - Metodologia da historiografia jurídica latino-americanaRicardo Marcelo Fonseca (Bra)Ramón Narváez (Mex)Andrés Botero (Col)Preside: Humberto Morales10h30min - Apresentação da Orquesta Filarmônica de Antonina11h15 – Conferência de encerramentoArno Wehling (Bra)Preside: Ramón Narváez12h30 – Encerramento13h00min – Almoço de encerramento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ilahd.blogspot.com/2009/08/ultima-convocatoria-al-ii-encuentro.html"&gt;http://ilahd.blogspot.com/2009/08/ultima-convocatoria-al-ii-encuentro.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-1710500406406185142?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/1710500406406185142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=1710500406406185142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/1710500406406185142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/1710500406406185142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/10/ii-encuentro-latino-americano-de.html' title='II Encuentro Latino Americano de Historia del Derecho'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2854390744523569296.post-6924116358765821784</id><published>2009-10-02T09:33:00.001-03:00</published><updated>2009-10-07T07:50:24.952-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensino jurídico'/><title type='text'>Desafios Rumo à Educação Jurídica de Excelência</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;COMISSÃO NACIONAL DE ENSINO JURÍDICO – NATAL (RN)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;23 a 25 DE SETEMBRO DE 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;CARTA DE NATAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Os participantes do I Seminário de Educação Jurídica, promovido pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, por meio de sua Comissão Nacional de Ensino Jurídico, reunidos na cidade de Natal (RN) entre os dias 23 e 25 de setembro de 2009, debateram o tema central “Desafios Rumo à Educação Jurídica de Excelência”, oportunidade em que foram discutidos três temas centrais: a) novas concepções para modelagem de um projeto pedagógico na educação jurídica; b) função pedagógica da avaliação na educação jurídica de qualidade; c) o diálogo da educação jurídica com a comunidade. Diversos foram os sub-temas desenvolvidos em múltiplos painéis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Nas exposições proferidas e nos debates empreendidos com representantes da advocacia, academia e Ministério da Educação, ficou evidenciada a harmonia das finalidades e o estreitamento da relação institucional entre a OAB e o MEC na busca de uma educação jurídica de excelência. Marco importante foi a histórica supervisão coletiva que envolveu mais de 80 Instituições de Ensino Superior que oferecem cursos de graduação em Direito e cujos alunos obtiveram baixo desempenho no ENADE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Os módulos temáticos desenvolvidos no Seminário apresentaram as seguintes conclusões aprovadas na plenária final:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;1. Após tratarmos de ensino jurídico por muitos anos, entendemos ser chegada a hora de abordar e implementar a educação jurídica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;2. Nesse sentido, sugerimos a mudança da nomenclatura atual da Comissão para Comissão Nacional de Educação Jurídica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;3. Assim, objetiva-se a formação total do educando, mudando a velha concepção do chamado “ensino bancário” para uma educação integral e holística  do cidadão, chegando-se a um bacharel mais humanista e apto a  transformar para melhor o mundo em que vivemos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;4. A educação superior está em expansão, especialmente para atender às demandas sociais e econômicas, mas isso não significa, necessariamente, antinomia à qualidade. A educação é um bem público e, como tal, deve ser objeto de regulação pelo Estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;5. A avaliação é um pressuposto básico para essa regulação e, consequentemente, para credenciamento das instituições de ensino superior. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;6. A partir de indicadores de qualidade construídos coletivamente, o marco regulatório visa colocar a educação superior brasileira num patamar mais elevado. Nesse contexto, ganha relevo a parceria MEC/OAB, que num esforço permanente para manter o marco regulatório, induz à qualidade da educação jurídica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;7. O novo papel dos cursos jurídicos passa a ser formar bacharéis cidadãos, pessoas para o mercado, fazendo surgir uma pressão por &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;novos conteúdos que propiciem uma visão mais humanista e ética.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;8. O grande desafio do planejamento pedagógico nessa ambiência tecnocientífica é entender que as novas tecnologias não constituem a solução em si, mas apenas os instrumentos que permitirão a superação de alguns problemas, contribuindo para a preparação do educando para a vida a partir de diálogos e experiências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;9. Existência de uma crise de paradigma de ensino, impondo a elaboração de uma estratégia educacional. Há necessidade de planejar a integração do educando.  Os planos de ensino devem refletir as propostas do curso e seus conteúdos devem ser integrados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;10. É vital a capacitação do corpo docente para novos métodos de avaliação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;11. Impõe-se a implementação do Núcleo Docente Estruturante, que deve ser composto por Professores com o perfil para ações mais integradas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;12.&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt; É válida a participação efetiva do corpo discente nas ações pedagógicas do curso, principalmente integrando o colegiado do curso.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;13. O Professor transformado em educador deve ser integrado no processo educacional, com estimulo à pesquisa e constante aproximação com o educando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;14. Os novos direitos não se esgotam nos conteúdos das disciplinas, já que devem ser contemplados também por meio da pesquisa, extensão e demais atividades acadêmicas. Por sua vez, as Instituições de Ensino estão obrigadas a se adequar às novas visões jurídicas decorrentes dos novos direitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 1cm; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;15. A finalidade da regulação da educação superior deve ser pautada pelos critérios exclusivos de qualidade e democratização do ensino no século XXI. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;16. Entre as dimensões constantes dos instrumentos de avaliação, destaca-se o NDE, dada a sua importância central para todas as atividades do curso de graduação. O NDE tanto reflete na construção como na efetiva implementação do PPC. Além dessas funções, acrescenta-se a viabilidade de uma vinculação mais profunda e duradoura entre docentes de maior dedicação e o curso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;17. A profissionalização da docência, como um dos objetivos do NDE, não deve ser encarada como uma falta de reconhecimento ao trabalho realizado pelos docentes que exercem outras atividades profissionais além do magistério, mas, sim, como uma valorização da maior dedicação à vida acadêmica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;18. A academia não deve ser o espaço exclusivo para o desenvolvimento das habilidades e competências na formação do profissional do Direito. É necessária a experiência docente de analisar o mundo na ótica do discente, pois ambos se encontram em um processo contínuo de aprendizagem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;19. &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;A avaliação institucional periódica do rendimento discente é necessária como instrumento de propulsão da qualidade dos cursos jurídicos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;20. Deve-se destacar a existência de uma nova geração de alunos familiarizados com as novas tecnologias e a necessidade de o docente conhecer o seu perfil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;21. &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;É necessário destacar ainda a existência de uma transdisciplinaridade entre o Direito e outras Ciências, tais como a Psicologia, as Ciências Políticas e a Pedagogia entre outras.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;22.  &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;Afigura-se como importante e urgente a inclusão das disciplinas propedêuticas nos exames de ordem, que atualmente mostram-se quase que essencialmente técnico-dogmáticas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;23. É imprescindível se pensar a Prática Jurídica como calcada em um projeto pedagógico que congregue ensino, pesquisa e extensão, não sendo mais possível a separação entre teoria e prática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;24. É fundamental ainda que o discente conheça os assistidos, bem como a realidade daquela localidade, sempre observando o critério social da assistência judiciária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;25. Dessa forma, os docentes, juntamente com os discentes, devem interagir desde o atendimento até a realidade social dos            assistidos&lt;span style="color:red;"&gt;, &lt;/span&gt;transformando a Prática Jurídica em um verdadeiro laboratório para ensino, pesquisa e extensão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 7.1pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;26. É preciso pensar a interdisciplinariedade contextualizada no mundo atual, marcado pela instabilidade, globalização, perda de ideologias e percepção de que a ciência, se mal utilizada, pode causar danos ao próprio homem e ao meio-ambiente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 7.1pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;27. A pesquisa em Direito ainda é muito afastada da realidade.  A interdisciplinariedade é uma das soluções para mudar isso, porque permitirá a reflexão e o diálogo sobre toda a realidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 7.1pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;28. A extensão deve ser um espaço para o arejamento e reflexão da realidade e do Direito, e isso gerará uma melhor pesquisa jurídica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 7.1pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;29. Deve-se buscar o cumprimento da meta de 10% dos créditos de extensão em todos os cursos jurídicos, conforme previsto na LDB, para que possibilite o desenvolvimento da pesquisa jurídica mais comprometida e refletida na realidade social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Natal – RN, 25 de setembro de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Rodolfo Hans Geller&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Presidente da Comissão Nacional de Ensino Jurídico do CFOAB&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%;font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"  &gt;Walter Carlos Seyfferth&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"&gt;Integrante da Comissão Nacional de Ensino Jurídico do CFOAB&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow','sans-serif';font-size:14;"&gt;Secretário do I Seminário de Educação Jurídica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2854390744523569296-6924116358765821784?l=criticadodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticadodireito.blogspot.com/feeds/6924116358765821784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2854390744523569296&amp;postID=6924116358765821784' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/6924116358765821784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2854390744523569296/posts/default/6924116358765821784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticadodireito.blogspot.com/2009/10/desafios-rumo-educacao-juridica-de.html' title='Desafios Rumo à Educação Jurídica de Excelência'/><author><name>Vinícius M. Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06374588296597529176</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10627948858603919093'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>