tag:blogger.com,1999:blog-27775015832182965972008-05-23T17:58:35.285ZCaminhos (x) CruzadosGaleguzonoreply@blogger.comBlogger91125tag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-7133503008032300232007-08-05T00:06:00.000Z2007-08-06T16:31:27.583ZMigração completaA migração deste blogue para o novo sistema já está completa. Lembrai actualizar:<br />URL: <a href="http://caminhos.gzpt.org/">http://caminhos.gzpt.org</a><br />RSS: <a href="http://caminhos.gzpt.org/index.php/feed/rss/">http://caminhos.gzpt.org/index.php/feed/rss/</a><br /><br />Dentro de uns dias este blogue desaparecerá e só ficará acessível nos endereços antes indicados.<br /><br />Nuns segundos serás redireccionada/o para o novo sítio. Se o processo demorar, prime <a href="http://caminhos.gzpt.org/">AQUI</a>.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-59813093365522910952007-08-03T20:02:00.000Z2007-08-03T20:26:11.147ZMigrando blogue - comentários fechadosOlá, pessoal. Tal e como <a href="http://oscaminhoscruzados.blogspot.com/2007/06/fazer-se-um-homem-mudana-para-wordpress.html">comentara</a> o passado 30 de Junho, decidi abandonar o Blogger e passar ao WordPress. Para ajudar a colher melhor o fio das cousas quando a mudança tiver finalizado, e para dar-lhe continuidade, botei mão de um <a href="http://www.romantika.name/v2/2007/01/31/import-new-blogger-to-wordpress/" target="blank">interessante plugin</a> para importar no WordPress os artigos e comentários deste blogue. Desde logo, polo caminho perdem-se muitas cousas, entre elas as avondossas imagens que tinha carregadas, já que ficam aqui, no servidor original. Mas todo o conteúdo textual passa ao novo sítio. Precisamente, para evitar ter de importar de novo, é polo que decidi restringir os comentários, já que nem este post nem os que eventualmente escrever passarão ao novo sítio.<br /><br />Espero que saibais desculpar a inconveniência. Conto com ter finalizado o processo em poucos dias. Desde logo, uma vez reaberto o blogue os comentários também ficarão abertos (na nova localização, é claro).<br /><br />Já de passo, quem ainda não o tenhais feito aproveitai para actualizar o URL deste sítio nas vossas cabeças, favoritos e leitores de <em>feeds</em>, já que, como indica o cabeçalho, é <a href="http://caminhos.gzpt.org/">http://caminhos.gzpt.org/</a> (e não <a href="http://oscaminhoscruzados.blogspot.com/">http://oscaminhoscruzados.blogspot.com/</a>). Desta forma, se sempre utilizardes o URL correcto, ireis sempre para o sítio certo ;-)<br /><br /><span style="font-family:arial;"><strong>NOTA</strong>: o contacto, críticas e sugestões continua acessível desde <em><strong>caminhoscruzados</strong></em> (arroba) <strong><em>gmail.com</em></strong></span><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-6065906387519694382007-08-01T09:16:00.000Z2007-08-01T09:35:49.629ZUm outro parto: Guia de Centros Sociais<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.novasgz.com/img/promoLivro2.gif"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.novasgz.com/img/promoLivro2.gif" alt="" border="0" /></a>A imagem que acompanhas estas linhas trata de um outro nascimento no qual tive também o meu modesto contributo. Trata-se do <span style="font-style: italic;">Guia de Centros Sociais. Espaços Abertos para umha Nova Cultura</span>.<br /><br />Se se me desculpa a indiscreção, indico que a ideia tomou corpo num conselho de redacção do <a href="http://www.novasgz.com/" target="blank" class="linkthumb" title=":: web do novas da galiza">Novas da Galiza</a> celebrado em Tui alô polo mês de... Fevereiro, acho. Ali comentou-se a possibilidade de elaborarmos um livro colectivo sobre uma matéria por nós tratada tantas vezes como é a realidade dos Centros Sociais.<br /><br />Houvera uma experência similar realizada por <a href="http://www.novasgz.com/" target="blank">três </a><a href="http://www.vieiros.com/" target="blank">companheiras</a> <a href="http://www.radiogalega.es/" target="blank">nossas</a> que realizaram uma página web sobre os centros sociais galegos para a matéria Obradoiro de Produtos na Rede, leccionada polo professor <a href="http://www.manuelgago.org/blog" target="blank" title=":: capítulo 0" class="linkthumb">Manolo Gago</a>.<br /><br />Esse web (que, acho, não chegou a ser publicado) constitui-se numa experiência e córpus referencial, já que foi uma das primeiras tentativas de elaborar um guia sobre esta realidade que nalguns casos está consolidada (caso da <a href="http://www.artabria.net/">Fundaçom Artábria</a> ou do <a href="http://gentalha.agal-gz.org/">Centro Social O Pichel</a>) mas que noutros ainda é emergente.<br /><br />Depois de fazermos vários <span style="font-style: italic;">brainstormings</span> (o primeiro, presencial em Tui; o resto, virtuais), juntamos critérios para a selecção dos centros, elaboramos uma lista (que se viu aumentada justo ao final, quando o livro estava quase pronto), estrutura das reportagens, questionário base... e o imprescindível reparto de tarefas em função das possibilidades de deslocamento de cada quem.<br /><br />O resultado, após quase meio ano de intenso trabalho da equipa redactora, do imprescindível labor do maquetador e do suporte económico da <a href="http://culturaedeporte.xunta.es/" target="blank">Conselharia de Cultura</a>, está aí. Um livro que, se se me permitem a imodéstia e a redundância, resulta pouco menos que <span style="font-weight: bold;">imprescindível</span>... e <a href="http://www.vieiros.com/opinions/opinion/143/centros-sociais-para-a-descoloniza-ao" title=":: artigo de Carlos Taibo: centros sociais para a descolonização" target="blank">descolonizador</a>!<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-28823452065849618992007-07-24T10:31:00.000Z2007-07-24T22:37:15.630ZAfinal, a criatura nasceu<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://agal-gz.org/modules.php?name=IndyNews&MediaOp=show&idMediaAss=s3736&MediaName=opasquim_s.gif&MediaNum=1"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 189px; height: 190px;" src="http://agal-gz.org/modules.php?name=IndyNews&MediaOp=show&idMediaAss=s3736&MediaName=opasquim_s.gif&MediaNum=1" alt="" border="0" /></a>Foi trabalhoso, mas afinal <a href="http://agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=3736" target="blank">a criatura</a> nasceu sem problema. Agradecemos a calorosa acolhida e esperamos que o desfrutedes.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-64402925722042790962007-07-20T06:45:00.000Z2007-07-20T06:53:23.869ZAceite para o VI Colóquio Anual da LusofoniaUm blogue é, disque, como um diário, polo que o pessoal costumaria expor as suas vivências. Eu, porém, adoito pôr as minhas reflexões e falar pouco da minha vida. Hoje faço uma dessas raras excepções devido a uma notícia que me faz muito feliz: por segundo ano consecutivo participarei no Colóquio Anual da Lusofonia, que decorre em Bragança (Trás-os-Montes) do 3 ao 6 de Outubro e que este ano chega à sua VI edição.<br /><br />No meu nome e no dos três parceiros e parceiras, agradeço à comissão científica do evento ter aceite a nossa comunicação (em total foram 50) dentre as 98 que receberam. Estaremos muito orgulhosos de formar parte da representação galega (8 oradores), a terceira em número após brasileira (28) e a portuguesa (17).<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-84852849829475123702007-07-04T15:27:00.000Z2007-07-04T15:58:39.145ZCastelhano oficial, galego co-oficial (ou de como podemos falar galego graças aos espanhóis)<a title=":: constituição espanhola (1978)" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.sabuco.com/historia/images/Constitucion_de_1978.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: right; cursor: pointer; width: 280px; height: 372px;" src="http://www.sabuco.com/historia/images/Constitucion_de_1978.jpg" alt=":: constituição espanhola (1978)" border="0" /></a>Hoje, mais uma vez, estenderei-me sobre um dos meus <a href="http://oscaminhoscruzados.blogspot.com/2007/01/o-galego-deve-manter-se-na-segunda.html" title=":: o galego deve manter-se na segunda divisão">temas</a> <a href="http://oscaminhoscruzados.blogspot.com/2007/06/tanespaolcomoelespaol.html" title=":: tanespañolcomoelespañol">recorrentes</a>: a consideração do galego como <a href="http://video.google.es/url?docid=-7399630610169788180&esrc=sr1&ev=v&q=linguas+cruzadas&vidurl=/videoplay%3Fdocid%3D-7399630610169788180%26q%3Dlinguas%2Bcruzadas%26total%3D4%26start%3D0%26num%3D10%26so%3D0%26type%3Dsearch%26plindex%3D0&usg=AL29H20pG2uj-f50TUZDDySpO_H9XJEBLA" target="blank" class="linkthumb" title=":: o galego, na Galiza, é uma língua de segunda">língua de segunda categoria</a>. A prova mais flagrante de as minhas afirmações serem certas está, também mais uma vez, no próprio ordenamento constitucional.<br /><br /><blockquote>1. El castellano es la lengua española oficial del Estado. Todos los españoles tienen el deber de conocerla y el derecho a usarla.<br /><br />2. Las demás lenguas españolas serán también oficiales en las respectivas Comunidades Autónomas de acuerdo con sus Estatutos.<br /><br />3. La riqueza de las distintas modalidades lingüísticas de España es un patrimonio cultural que será objeto de especial respeto y protección.</blockquote><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Todos los españoles</span><span style="font-family:arial;"> (1978) — </span><span style="font-style: italic;font-family:arial;" >Constitución Española</span><span style="font-family:arial;">, artigo 3.</span></span><br /><br />Segundo isto, não dá muito trabalho visualizar a realidade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Artigo 3.1</span>.- A língua castelhana é a língua espanhola oficial do Estado. Portanto, é também a língua oficial da Galiza.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Artigo 3.2</span>.- Por derivação do apartado anterior, o castelhano é a língua espanhola oficial do Estado, mas o resto de línguas espanholas carecem de oficialidade em todo o Estado. Portanto, mesmo sendo espanholas, não são tão espanholas. Estabelecendo paralelismos humanos, Pessoa-1 e Pessoa-2 dedicam-se a fazer potas, e esse labor realizam-no com a mesma eficacia.<br /><br />Porém, a Pessoa-1 pode vender potas por vários países (no seu e em vários), enquanto a Pessoa-2 apenas num (no seu). Ademais, Pessoa-1 conta com grandes apoios para a sua actividade comercial, enquanto Pessoa-2 só atopa travas. Poderia deduzir-se que a Pessoa-1 tem mais privilégios que a Pessoa-2 ou, dito ao revés, que ocupando o lugar da Pessoa-2 se ocupa um lugar marginalizado, de segunda categoria, onde se vê impedida de concorrer em igualdade de condições. Pode parecer um exemplo absurdo, mas ajusta-se muito à realidade dos factos.<br /><br />Voltanto para a interpretação do artigo, o castelhano é a língua espanhola oficial do Estado, e portanto pode exercer a sua influência em todo esse território. Porém, o galego não é tão espanhol quanto o castelhano já que apenas pode influir na Galiza. Ainda, dá-se o paradoxo de o castelhano sagrar-se também como língua galega: se todos os galegos são espanhóis, e se o castelhano é a língua espanhola oficial para todos os espanhóis (também os galegos), o castelhano é também uma língua galega.<br /><br />E a carambola legislativa deixa-nos ainda um outro presente, seguramente o mais grave: o castelhano é oficial na Galiza <span style="font-style: italic;">per se</span>, simplesmente por ser espanhol; mas o galego, na Galiza, <span style="font-style: italic;">também</span> é oficial. «Vou a Lugo, e também vens tu». Na Frase, "eu" sou o principal e "tu" o secundário, o opcional. O contrário seria «tu vais a Lugo e também vou eu». Pois neste caso, o castelhano é oficial na Galiza, enquanto o galego, por algum tipo de generosidade, <span style="font-style: italic;">também </span>é oficial. Quer dizer, castelhano oficial e galego co-oficial.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Artigo 3.3</span>.- O último apartado redunda nas duas ideias anteriores. Assim, se o 3.1 sagra sem ambagens a supremacia do castelhano, da <span style="font-style: italic;">língua castelhana</span>; neste último fala-se em geral das diferentes <span style="font-style: italic;">modalidade linguísticas</span>, metendo na mesma saca idiomas (galego, catalão, asturiano...) e dialectos (andaluz, estremenho, murciano...). Ademais, reduz-se o seu âmbito à consideração de <span style="font-style: italic;">património cultural</span>, como os castros ou os restos romanos. Património significa, literalmente, "bens herdados dos pais". Património cultural não é, desde logo, o mesmo que "activo cultural", e nem muito menos "elemento identitário" ou "língua oficial".<br /><br />Pensai bem nisto, e depois haverá cousas que vos admirem menos.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-12086421872562337632007-06-30T21:30:00.000Z2007-06-30T21:47:32.291ZFazer-se um homem (mudança para WordPress)<a title=":: captura de ecrã do meu novo blogue - prime para ampliar" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/RobPPzXyf5I/AAAAAAAAAHo/pOfPQZVfrWg/s1600-h/captura_ecra_wp.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/RobPPzXyf5I/AAAAAAAAAHo/pOfPQZVfrWg/s200/captura_ecra_wp.jpg" alt=":: captura de ecrã do meu novo blogue - prime para ampliar" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081977099929157522" border="0" /></a>Esta mesma tarde comentava-lhe a um dos meus <a href="http://manuelgago.org/blog" target="blank" title=":: capítulo cero" class="linkthumb">blogueiros de referência</a> a minha decisão de mudar para <a href="http://wordpress.com/" target="blank" title=":: wordpress" class="linkthumb">WordPress</a>. A sua resposta continha um curioso apontamento: que graças a esta mudança vou-me «fazer um homem».<br /><br />A verdade é que resulta um comentário engraçado... mas iria na linha de outras mudanças que me aconteceram nos últimos doze meses e que também foram respondidos, em seu dia, por algumas pessoas dizendo: «estás-te fazendo um homem».<br /><br />Entre essas cousas estão o primeiro contrato, a carta de condução, o primeiro carro ou a mudança para uma vivenda para mim só (de aluguer, por suposto). Não deixa de ser curioso que todas estas, mais o passo para WordPress, recebessem o mesmo comentário.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:arial;">_____</span><br /><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Nota</span><span style="font-family:arial;">: para ver como está quedando a que será versão por defeito deste blogue daqui a pouco, podeis comprová-lo premendo na imagem que ilustra este post. Por certo, mantém-se como URL de acesso o endereço </span><a style="font-family: arial;" href="http://caminhos.gzpt.org/"><span style="font-weight: bold;">http://caminhos.gzpt.org</span></a><span style="font-family:arial;"> ;-) E sim, o desenho do blogue vai estar baseado no tema <a href="http://themes.wordpress.net/columns/3-columns/61/qwilm-03/" target="blank" class="linkthumb" title=":: quilm!">Quilm! 0.3</a></span></span><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-64413637654905622642007-06-23T13:01:00.000Z2007-06-23T13:12:53.923ZTan gallego como el lado oscuro de la fuerzaInforma o <a href="http://odemo.blogaliza.org/2007/06/22/i-love-it-when-a-plan-comes-together/" target="blank" class="linkthumb" title=":: sucesso de tangallegocomoelgazpacho">camarada Fer</a> que a campanha <a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb">tangallegocomoelgazpacho</a> (ou seja, <a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb">tangallegocomoelgallego</a>) está colheitando um sucesso extraordinário na internet, tal e como se indicara também em <a href="http://chuza.org/historia/sucesso-do-google-bomb-do-gaspacho/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb">Chuza!</a>.<br /><br />Segundo os últimos dados de Fer (nem tomei a moléstia de actualizá-los para não perder tempo), a situação é a que se segue:<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Google castelhano/espanhol</span></span><br /><ul><li><a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb"><span style="font-weight: bold;">tan gallego como el gallego</span></a>: o web paródico sai no número 2 no Google!</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb">tan gallego como</a>: número 1!!!</li><li><a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb"><span style="font-weight: bold;">tan gallego</span></a>: número 1 (ou 2 se a pesquisa é em castelhano)!!!</li></ul><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Google galego-português<br /></span></span><ul><li><a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb"><span style="font-weight: bold;">tan gallego como el gallego</span></a>: o web paródico sai no número 2!</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb">tan gallego como</a>: sai sempre a chamada para o <span style="font-style: italic;">Google bomb</span>!!!<br /></li><li><a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb"><span style="font-weight: bold;">tan gallego</span></a>: sai sempre a chamada para o <span style="font-style: italic;">Google bomb</span>!!!</li></ul><br /><span style="font-size:130%;">E já sabeis, a difundir <a href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb"><span style="font-weight: bold;">tangallegocomoelgallego</span> </a>e <a style="font-weight: bold;" href="http://tangallegocomelgazpacho.blogspot.com/" target="blank" title=":: tan gallego com el gazpacho" class="linkthumb">tangallegocomoelgazpacho</a>!!!</span><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-54593634566193114662007-06-18T07:23:00.000Z2007-06-18T10:57:50.496ZTanespañolcomoelespañol<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://gaspacho.gzpt.org/" title=":: tan galelgo como el gazpacho"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 266px; height: 386px;" src="http://odemo.blogaliza.org/files/2007/04/tangall2.jpg" alt=":: tan gallego como el gazpacho" border="0" /></a>Reitero-me nas afirmações <a href="http://video.google.es/url?docid=-7399630610169788180&esrc=sr1&ev=v&q=linguas+cruzadas&vidurl=/videoplay%3Fdocid%3D-7399630610169788180%26q%3Dlinguas%2Bcruzadas%26total%3D4%26start%3D0%26num%3D10%26so%3D0%26type%3Dsearch%26plindex%3D0&usg=AL29H20pG2uj-f50TUZDDySpO_H9XJEBLA">realizadas anteriormente</a>: <span style="font-weight: bold;">o galego, na Galiza, é um idioma de segunda</span>. E o pior é que os maiores defensores desta situação continuam sendo os próprios galegos.<br /><br />Parte dos galegofalantes defendem a educação em espanhol para conseguir um suposto proveito e ascenso social para o filhos. Outros, castelhano-falantes e mesmo galego-falantes, advogam por um suposto bilinguísmo (impossível) que na prática supõe confronto radical contra quaisquer movimentos que procurarem um aumento nos usos do galego. Fora de ambagens há pessoas de um outro sentido que advogam claramente por um monolinguísmo em galego ou castelhano.<br /><br />E é que, ainda hoje, parece que o pessoal não sabe de quê vai o conto. O bilinguísmo do que uns e outros falam é, simples e radicalmente, <span style="font-weight: bold;">impossível</span>. É a segunda vez que uso a palavra e sublinho-a. A única forma de que num território determinado funcione o bilinguísmo e a especificidade territorial (exemplos: Suíça e Bélgica). O resto é um cenário no que o castelhano come terreno diariamente ao galego e ao basco, e onde o catalão subsiste com muito empenho e trabalho.<br /><br />Volvendo à ideia do começo: o galego, na Galiza, é um idioma de segunda. A situação é assim porque nestes momentos, é perfeitamente possível fazer vida normal no nosso país sendo um completo ignorante no idioma nacional, podendo qualquer pessoa mover-se à perfeição botando mão do castelhano.<br /><br />Constitucionalmente, o galego é uma 'língua espanhola', mas como a própria Carta Magna assinala constantemente, a língua que deveras serve é a castelhana. Nisso é no que se amparam na Galiza os defensores da educação em castelhano e da primacia deste idioma. Realmente são minoritárias as opiniões que pedem um bilinguísmo e não ocultam no fundo um desejo de imposição da língua de Castela.<br /><br />Segundo todo isto, o castelhano é tão galego como o galego, mas a língua da Galiza não é tão espanhola como o espanhol. Curiosa contradição.<br /><br />Nos últimos dias fez-se bastante conhecida uma plataforma espanholista que, legitimamente, pedem que se lhe ponha o freio aos poucos avanços que vem conseguindo o galego no ensino. Já o fizeram anteriormente no âmbito da Justiça e das Administrações púbilcas (e seguem-no fazendo). E digo 'legitimamente' porque a lei ampara as suas demandas, a começar pola lei de leis que é a Constituição espanhola: enquanto o aprendizado do galego for um <span style="font-weight: bold;">direito </span>e não um <span style="font-weight: bold;">dever</span>, as suas petições contarão com suporte legal.<br /><br />Noutras palavras, saber castelhano é obrigatório (uma imposição recolhida na Carta Magna), e saber galego é optativo. E a devandita plataforma acolhe-se a esta situação para exigir o que é obrigatório e apela à economia para prescindir do que legalmente é prescindível, que é o galego. Sim, pode resultar duro e politicamente incorrecto, mas assinalar que o galego é um idioma de segunda é também constatar que é prescindível.<br /><br />O galego é prescindível desde o momento no que as pessoas que o deveriam defender (os cidadãos e cidadãs da Galiza) renegam de defendê-lo. E é prescindível desde o momento no que carece de utilidade, aqui, dialectizado, afastado da ciência e da modernidade. O galego chegou a tal ponto de abandono que nem as suas <span style="font-style: italic;">elites </span>se molestam em falá-lo. E, quando o falarem, custa grande esforço diferenciá-lo do castelhano. Convertido num dialecto local do castelhano, recluído sobre si mesmo dialectalmente, em verdade não é um idioma sério: o idioma que renega de si próprio, das suas raízes e da sua projecção internacional, não pode pretender sê-lo.<br /><br />Com efeito, e visto o panorama, é mesmo comprensível que haja quem advogar por deixar-se de pampanadas e optar por um idioma sério e, ao tempo, amparado por todo um aparato legal, militar e de prestigio como é o castelhano que, ainda, é tão espanhol como o espanhol porque não tem necessidade de ser tão galego como o galego.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >_____</span> <span style="font-weight: bold;font-family:arial;" ><br />Nota</span><span style="font-family:arial;">: este artigo está dedicado ao professor <a href="http://www.vieiros.com/opinions/opinion/97/tangallego-comoelgallego" target="blank">Xabier Cordal Fustes</a>.</span></span><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-81228598378295677562007-06-18T07:16:00.000Z2007-06-18T10:57:04.194ZApoiando a causa<p> <a href="http://tangallegocomoelgazpacho.blogspot.com/" class="linkthumb" target="blank">tan gallego</a></p> <p><a href="http://tangallegocomoelgazpacho.blogspot.com/" class="linkthumb" target="blank">tan gallego como</a></p> <p><a href="http://tangallegocomoelgazpacho.blogspot.com/" class="linkthumb" target="blank">tan gallego como el gallego</a></p> <p><span style=";font-family:arial;font-size:85%;" >_____<br /><span style="font-weight: bold;">Via</span>: <a href="http://odemo.blogaliza.org/2007/06/15/proposta-de-gooble-bombing/" class="linkthumb" target="blank">O Demo</a><span style="font-weight: bold;"><br />Nota</span>: isto é uma experiência de <a href="http://www.google.pt/search?q=google+bombing&hl=pt&lr=lang_pt&sa=X&oi=lrtip&ct=restrict&cad=9" class="linkthumb" target="blank">googlebombing</a>, e animo à sua difusão.</span><br /></p><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-38195650549441035082007-06-04T14:31:00.000Z2007-06-04T14:52:13.847ZTouradas e chegas-de-bois: selvajarias<a title=":: a terrível crueldade das touradas" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://gaia.org.pt/files/images/aut.2.2.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://gaia.org.pt/files/images/aut.2.2.jpg" alt=":: a terrível crueldade das touradas" border="0" /></a>Acho que já vai sendo hora de reflectirmos um pouco sobre a nossa essência nacional, sobre as tradições próprias e sobre as importadas do estrangeiro. Mas também, e sobretudo, sobre a condição humana.<br /><br />Desde sempre, posicionei-me de forma incondicional com todas aquelas plataformas e/ou colectivos que trabalharam arduamente por intentar <a href="http://www.google.es/search?hl=es&q=%22stop+touradas%22&btnG=Buscar&meta=">expulsar as touradas</a> (<span style="font-style: italic;" target="blank" title=":: veja algumas ocorrências no Google">corridas de toros</span>) do nosso país, por muito que o seu trabalho seja muito menos conhecido do que o realizado por <a href="http://www.manlleu.org/documents/animalista/braus.htm" target="blank" class="linkthumb" title=":: amics dels braus">homólogos catalães</a>.<br /><br />Mas juntamente com o trabalho por intentar expulsar do nosso país esse costume bárbaro que é o maltrato animal por diversão (que com a lei na mão deveria estar punido até nas televisões), outro tanto se deveria fazer com as <a href="http://www.avoz.com/se_galicia/noticia.jsp?CAT=102&TEXTO=5865701" target="blank" title=":: veja uma ocorrência na voz" rel="nofollow" class="linkthumb">chegas-de-bois</a>, tradição não menos brutal por muito que esteja presente no nosso país desde vários séculos atrás.<br /><br />Não duvido que possa ter algum valor etnográfico, mas não é motivo suficiente como para fazer perviver um acto cruel e gratuito de sofrimento animal. U-lo divertimento? Eu não o encontro.<br /><br />Por outra parte, tenho lido e escuitado com horror argumentos pseudo-ecologistas para defender esta prática, alegando que apenas graças às chegas a raça de boi utilizada conseguiu sobre-viver até os nossos dias. Pois bem, tenho a certeza de que se tão necessário é garantir a diversidade genética e a pervivência desta raça, haverá jeitos bem menos brutos para conseguir o objectivo.<br /><br />Para concluir, tenho o convencimento de que a identidade galega se veria reforçada eliminando as chegas, e muito mais se esta tradição se abolisse antes do que as touradas. Ao menos em minha opinião, costumes bárbaros e cruéis como as touradas ou as chegas não quadram demasiado com identidade galega. Ou não, ao menos, com a imagem que eu tenho dos meus e das minhas compatriotas.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-12687394237218257192007-05-20T10:41:00.000Z2007-05-20T10:49:36.234ZPorquê a CRTVG não emitiu «Línguas Cruzadas» em internet?<a title=":: línguas cruzadas" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/RlAni6pkpYI/AAAAAAAAAHg/gbJI-rI8kbY/s1600-h/linguascruzadas.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 270px; height: 187px;" src="http://bp1.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/RlAni6pkpYI/AAAAAAAAAHg/gbJI-rI8kbY/s200/linguascruzadas.jpg" alt=":: línguas cruzadas" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066593061604468098" border="0" /></a>Nem a quinta-feira 17 de Maio nem o sábado 19 a <a href="http://www.crtvg.es/" target="blank" title=":: crtvg.es" class="linkthumb">CRTVG</a> emitiu o documentário <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2lbAiPFy_IU" title=":: tráiler de línguas cruzadas" target="blank">Línguas Cruzadas</a>. Igualmente tampouco aparecia qualquer referência sua na grelha de programação do sítio web da companhia...<br /><br />A única menção foi o dia 17 num apartado que indicava programação especial para esse dia, mas indo para a programação diária ao completo já não figurava. E o sábado, nada de nada. E a emissão por internet da quinta-feira e do sábado incluia, sim, o espaço <a href="http://www.crtvg.es/TVG/ficha.asp?prog=74&tipo=Divulgativos" target="blank" title=":: galiza documental">Galiza Documental</a>, mas com documentários que nada tinham a ver com o previamente anunciado.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-53887677075245294122007-05-17T13:02:00.000Z2007-05-17T14:09:04.299Z#Esta semana viaja connosco o «I Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata»<a title=":: 25 de maio - I dia do orgulho lusista e reintegrata" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.agal-gz.org/blogues/media/cartazddooler2.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 275px; height: 171px;" src="http://www.agal-gz.org/blogues/media/cartazddooler2.jpg" alt=":: 25 de maio - I dia do orgulho lusista e reintegrata" border="0" /></a><span style="font-weight: bold;">«Não entre em pânico, nom!»</span>. A conciliadora (e surpreendente) frase será o chamamento que o vindouro 25 de Maio se faça aos reintegracionistas (e lusistas) de todo o país para se unirem num multitudinário convívio na capital galega com motivo do <a href="http://diadatoalha2007.agal-gz.org/" target="blank" class="linkthumb" title=":: 25 de maio - I dia do orgulho lusista e reintegrata">I Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata</a>.<br /><br />A Hora Agá está fixada para as <span style="font-weight: bold;">19h30</span> segundo a hora galego-portuguesa (<span style="font-weight: bold;">uma hora mais nos relógios espanhóis</span>) com uma concentração na compostelana Praça do Pão (a.k.a. <span style="font-style: italic;">Praza de Cervantes</span>).<br /><br />Já às 21h (sempre no horário galego-português) projectará-se no <a href="http://gentalha.agal-gz.org/" target="blank" class="linkthumb" title=":: centro social o pichel">Centro Social O Pichel</a> (r/Sta. Clara n.º21) o filme «O Mochileiro das Galáxias». As entidades organizadoras (<a href="http://compostela.agal-gz.org/" target="blank" class="linkthumb" title=":: associaçom galega da língua - compostela">AGAL-Compostela</a>, <a href="http://www.mdl-galiza.org/" target="blank" class="linkthumb" title=":: movimento defesa da língua">MDL</a>, <a href="http://gentalha.agal-gz.org/" target="blank" class="linkthumb" title=":: associaçom cultural a gentalha do pichel">Gentalha do Pichel</a> e <a href="http://akalimera.org/" target="blank" class="linkthumb" title=":: a kalimera">A Kalimera</a>) lembram para essa data tão sinalada não esquecer-se de trazer cadansua toalha (todos temos alguma, ou? ;-)<br /><br /><span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:85%;" >Primeiro podcast promocional não/nom oficial:</span><center><br /><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://membres.lycos.fr/madeiradeuz/blogue/reprodutor.swf" id="audioplayer0" height="24" width="100%"><br /><param name="movie" value="http://membres.lycos.fr/madeiradeuz/blogue/reprodutor.swf"><br /><param name="FlashVars" value="playerID=0&bg=0xf8f8f8&leftbg=0xeeeeee&lefticon=0x666666&rightbg=0xcccccc&rightbghover=0x999999&righticon=0x666666&righticonhover=0xFFFFFF&text=0x666666&slider=0x666666&track=0xFFFFFF&border=0x666666&loader=0x998866&soundFile=http://www.archive.org/download/25maio-orgulho-lusoreintegrata/25maio_orgulho.mp3"><br /><param name="quality" value="high"><br /><param name="menu" value="false"><br /><param name="speed" value="normal"><br /><param name="wmode" value="transparent"></object></center><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-50477011614814478932007-05-16T09:29:00.000Z2007-05-20T10:32:11.634ZOs nossos apelidos? Galegos, com todo o direito (II)<a title=":: o bicho da preguiça..." onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.arconet.es/users/marta/Perezoso.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.arconet.es/users/marta/Perezoso.jpg" alt=":: o bicho da preguiça..." border="0" /></a>Para galeguizar um apelido o primeiro que se deve comprovar é que, com efeito, se trata de um apelido galego. Pode ser que pessoas apelidadas <span style="font-style: italic;">Fuentes </span>ou <span style="font-style: italic;">Rivera </span>tenham alguma dúvida sobre se o seu é um caso de apelido estrangeiro ou de antropónimo galego castelhanizado. Nesse caso, deveriam fazer uma investigação genealógica (algo muito complicado, pois muitos arquivos perderam-se por má conservação), ou simplesmente pôr-se a pensar se têm constância de a sua família vir de fora ou ser do mesmo lugar desde há muitas gerações (o carácter endogámico, neste caso, ajuda). Outras circunstâncias também servem: sei, por exemplo, de algum <span style="font-style: italic;">Montero </span>cuja família são ainda conhecidos como <span style="font-style: italic;">Os Monteiros</span>; e alguns <span style="font-style: italic;">Seijo </span>que moram num lugar chamado Seixo.<br /><br />Corroborada a galeguidade do apelido, o seguinte passo é solicitar um informe filológico onde se aduzirem as razões polas quais o apelido X deve ser escrito como Z, e entregar esse informe (devidamente certificado por algum departamento de Filologia) no Registo Civil, juntamente com a solicitude para a galeguização. No próprio Registo Civil e em departamentos de Filologia Galega ou Portuguesa de todo o país podem-se obter mais informações.<br /><br /><span style=";font-family:arial;font-size:85%;" ><span style="font-weight: bold;">Dicas: apelidos corrigidos</span></span><br /><br />Para rematar, cumpre salientar que ainda hoje há uma grande carência de materiais, e muitas vezes as pessoas não sabem aonde se dirigir para conhecerem sobre qual a forma correcta para os seus apelidos. Sem querer parecer pretensioso, ofereço um pequeno listado de alguns dos casos mais comuns de apelidos galegos detupardos juntamente com a sua correspondência galega (obviando casos singelos tipo Cuesta->Costa), que indico tanto na ortografia internacional do nosso idioma quanto na oficialista. Advirto que alguém pode levar uma (grata?) surpresa...<br /><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Ageitos </span>-> Ajeitos (Axeitos); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Ameijeiras </span>-> Ameixeiras; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Cabanillas </span>-> Cabanelas; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Collazo </span>-> Colaço (Colazo); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Cuevillas </span>-> Covelas; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Iglesias </span>-> Igrejas, Eirejas (Igrexas, Eirexas); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Lage </span>-> Laje (Laxe); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Meana</span>->Meã (Meá, Meán); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Mejide</span>, <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Meijide </span>-> Meixide; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Merino</span>-> Meirinho (Meiriño); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Montero</span>->Monteiro; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Muñiz</span>->Moniz; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Núñez</span>->Nunes (Nunes, Núnez); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Otero</span>->Outeiro; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Quintana</span>-> Quintã (Quintá); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Ribera</span>, <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Rivera </span>e <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Ribero</span>-> Ribeira e Ribeiro; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Riego </span>-> Rego; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Seijas </span>e <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Seijo</span>->Seixas e Seixo; <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Sotillo</span>, <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Sotelo</span>-> Soutelo; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Teijeiro </span>-> Teixeiro; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Villarino </span>-> Vilarinho (Vilariño); <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Yáñez</span>, <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Yánez</span>, <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Llanes </span>-> Eanes (Eanes, Eánez).<br /><br />Menção à parte merecem apelidos como Ageitos ou Lage (incluídos na numeração anterior), cuja ortografia, mesmo sem ser estritamente correcta poderia ser aceite, mas não a sua pronúncia, que em nenhum caso pode nem deve ser como a do 'j' castelhano. É o mesmo que acontece com apelidos perfeitamente escritos como Janeiro, Cereijo ou Orjeira (Xaneiro, Cereixo, Orxeira) perfeitamente escritos mas incorrectamente pronunciados. É claro, sempre haverá <a href="http://www.jmlage.net/blog/jose-manuel-lage-tunas-non-vai-cambiar-de-nome-nin-de-apelido-04-01-2007/" target="blank" title=":: josé manuel lage não mudará de apelido" rel="nofollow">imb</a>...<br /><br /><span style=";font-family:arial;font-size:85%;" ><span style="font-weight: bold;">. . . . . .</span><br /><span style="font-weight: bold;">REL:</span><br /><span style="font-weight: bold;">- <a href="http://oscaminhoscruzados.blogspot.com/2007/01/repete-100-vezes-antes-de-galeguizar.html">Repete 100 vezes: "antes de galeguizar, exemplo devo dar"</a> </span>(artigo neste blogue)<br /><span style="font-weight: bold;">- <a href="http://odemo.blogaliza.org/2007/01/03/que-diram/" target="blank" title=":: artigo do Demo (o leve :-p)" class="linkthumb">Que dirám...</a></span></span><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-38806333240374543292007-05-11T20:20:00.000Z2007-05-20T10:32:39.869ZOs nossos apelidos? Galegos, com todo o direito (I)O idioma é um dos mais fortes sinais de identidade de qualquer povo, já que através dele se canaliza a Cultura, em maiúsculas, todo o que conforma o grupo étnico: lendas, tradições, leis, formas de relacionamento, jeitos de ver o mundo... A língua vertebra estes elementos e constitui-se, ademais, no seu veículo transmissor.<br /><br />O idioma abrange todos os níveis da vida, e o idioma está presente em todo, desde os nossos nomes aos nossos apelidos. E precisamente disto último vai este post. Como podeis comprovar, nos últimos dias estou dando maior atenção da ha<a title=":: pequena tabela de apelidos" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/RkTTcUypiHI/AAAAAAAAAHY/W-PeVYhPhkM/s1600-h/apelidinhos.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 310px; height: 348px;" src="http://bp0.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/RkTTcUypiHI/AAAAAAAAAHY/W-PeVYhPhkM/s320/apelidinhos.jpg" alt=":: pequena tabela de apelidos" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5063404364642224242" border="0" /></a>bitual às questões linguísticas, e não é para menos, já que estamos na Temporada das Letras (período entre o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_letras_galegas" target="blank">Dia das Letras</a> e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/10_de_Junho#Eventos_hist.C3.B3ricos" target="blank">Dia de Camões</a>), e cada quem tenta contribuir da melhor forma possível.<br /><br />Dedico este post aos apelidos porque é algo do que poucas vezes se fala. A paulatina normalização do galeguismo e do seu ideário fez com que já a ninguém soe estranho escuitar os topónimos do país na sua forma correcta (uma outra questão é a grafia, mas disso também trataremos), e também cada vez soa menos estranho os galegos terem nomes galegos (se bem também reste muitíssimo a fazer, grafia à parte).<br /><br />No entanto, há uma estranha (mais bem suspeitosa) conivência cara ao facto de milhares de galegos terem apelidos castelhanizados, circunstância se calhar mais preocupante no caso de destacados líderes galeguistas, aos quais se lhes supõe maior conscienciação e implicação. Não se livra ninguém em nenhum âmbito... Quer na política, quer na universidade, quer no ensino, quer nas artes... Dúzias, centos, milhares de apelidos galegos burdamente castelhanizados ou directamente sequestrados e substituídos pola sua cópia castelhana. <span style="font-style: italic;">Del Riego</span>, <span style="font-style: italic;">Puente</span>, <span style="font-style: italic;">Iglesias</span>, <span style="font-style: italic;">Muñiz</span>, <span style="font-style: italic;">Núñez</span>, <span style="font-style: italic;">Otero</span>, <span style="font-style: italic;">Quintana</span>, <span style="font-style: italic;">Villar </span>ou <span style="font-style: italic;">Montero </span>são apenas uns poucos exemplos.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Esquecer a dominação</span></span><br /><br />Restituir os apelidos pola sua forma legítima (a galega) é também contribuir a borrar da nossa história mais um símbolo da dominação e da falta de poderes próprios. Porque foi precisamente o facto de a Administração estar em mãos espanholas o que fez com que desde o século XVIII se fossem traduzindo/deturpando a feito boa parte dos nossos apelidos, o qual também implica espanholizar uma parte de nós. E, pior do que espanholizar, deixá-la sem sentido... Porque, quê sentido têm apelidos como <span style="font-style: italic;">Otero</span>, <span style="font-style: italic;">Meana</span>, <span style="font-style: italic;">Vilareyo </span>ou <span style="font-style: italic;">Seijo</span>? Assim, em galego não significam nada, e em espanhol tampouco. Ficam apátridas, não queridos em nenhures.<br /><br />Muitos galegos, movidos mais pola preguiça do que por outra cousa, consentem. Não os culpo, a própria legislação e o aparato administrativo impõem muitas dificuldades para restaurar a forma legítima dos apelidos galegos, sobretudo se a deturpação coincidir com apelidos directamente castelhanos. É o caso de <span style="font-style: italic;">Rivera</span>, <span style="font-style: italic;">Cabanillas</span>, <span style="font-style: italic;">Cuevillo </span>ou <span style="font-style: italic;">Sotillo</span>, que nalgum momento da história recente substituiram legítimos Ribeira, Cabanelas, Covelo ou Soutelo. Não estou negando que no caso de algumas pessoas os seus apelidos procedem, com efeito, do estrangeiro... Tal era o caso, por exemplo, do intelectual galeguista Ramom Cabanillas, cuja família paterna era castelhana.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-35608855361579259432007-05-07T13:07:00.000Z2007-05-07T13:18:42.927ZNo nome do país... a Galiza não se vende!Ontem, centos de galegos manifestaram-se contra a especulação urbanística e as desfeitas paisagísticas e ambientais. Fizeram-no sob um lema claro e contundente: «<span style="font-style: italic;">Galiza non se vende</span>». Mas polos vistos, os responsáveis d<a href="http://www.avoz.com/" target="blank" rel="nofollow">a Voz </a>deveram ler a faixa sem esse "se", e acreditando que a Galiza não vendia, mudaram-no no corpo da notícia para "<span style="font-style: italic;">Galicia</span>".<br /><br /><a title=":: naco da capa da voz do 7 de maio de 2007" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/Rj8l2EypiGI/AAAAAAAAAHQ/cbK8WlgFGGk/s1600-h/gznonsevende.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 374px; height: 423px;" src="http://bp2.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/Rj8l2EypiGI/AAAAAAAAAHQ/cbK8WlgFGGk/s400/gznonsevende.jpg" alt=":: naco da capa da voz do 7 de maio de 2007" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061806117117069410" border="0" /></a>Curiosamente, os de La Region <a href="http://pages.citebite.com/m1j6p5m5l3ssk" target="blank">não mudaram</a> o lema original...<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-981251855659694962007-05-06T10:36:00.000Z2007-05-06T21:48:37.114ZTribos reintegratas na Galiza (II)No post anterior fazia um brevíssimo percurso por diferentes tipos de reintegratas. Para não deixar a cousa assim de coxa, continuarei com as reflexões que me vieram à cabeça após ler um <a href="http://apocalipsedoporco.blogaliza.org/2007/04/27/reintegratas-new-age" target="blank" title="reintegratas new age" class="linkthumb">artigo do Ghanito</a>.<br /><br />Precisamente haverá três semanas juntamo-nos um grupo de amigos para cear, tomar uns copos e preparar um <a href="http://www.agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2007/04/20/25_de_maio_dia_do_orgulho_lusista_e_rein" target="blank" title="25 de Maio, dia do orgulho lusista e reintegrata" class="linkthumb">PDM brutal</a>. Polo meio da conversa falou-se também do <a href="http://www.blogoteca.com/albaroque" target="blank" title=":: alvaroque da língua" class="linkthumb">Alvaroque da Língua</a>, e polo meio da conversa um companheiro comentou que era bom irmos quantos mais <span style="font-style: italic;">reintegratas</span> melhor, aproveitando que o evento é lúdico e que «somos simpáticos».<br /><br />Imediatamente veio-me à cabeça o conceito do <a title=":: camisola new age" href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=%22ludo-reintegracionismo%22&btnG=Pesquisa+Google&meta="><span style="font-style: italic;" title=":: ludo-reintegracionismo no Google" target="blank">ludo-reintegracionismo</span></a>, muit<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/Rj5HI0ypiEI/AAAAAAAAAHA/3-zsQSb54Tc/s1600-h/newage.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/Rj5HI0ypiEI/AAAAAAAAAHA/3-zsQSb54Tc/s320/newage.jpg" alt=":: camisola new age" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061561248146622530" border="0" /></a>o bem defendido graças a artistas de primeiro nível (<a href="http://www.agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2007/02/13/dous_rollos_distintos" target="blank">acô</a> e <a href="http://vello.vieiros.com/letras98/humor/suso.html" target="blank">acolá</a>), e parei a pensar na evolução que tiveram as ideias 'reintegracionismo' e 'reintegrata' nos últimos tempos. Lembro que ainda 'ontem' (ano 2001), na minha chegada a Compostela, ser reintegracionista equivalia pouco menos a...<br /><ol><li>... ser um fundamentalista linguístico, preferentemente do <a href="http://pages.citebite.com/w1d6a5g2e5iiy" target="blank">âmbito acadêmico</a>.<br /></li><li>... ser um independentista radical (para o caso, 'proetarra').</li><li>... ser um bicho raro, associal e/ou espanholófobo.</li></ol>Com as perspectiva do passo do tempo e dos centos de horas de conversa de cafetaria, internet e por aí, cheguei à conclusão de que, com efeito, a imagem geral sobre os reintegracionistas mudou. Mudou, é claro, entre quem conhecem o que é o reintegracionismo, já que ainda é algo desconhecido para a maior parte dos nossos conterrâneos.<br /><br />Acho que a mudança da perspectiva lhe-la devemos agradecer, principalmente, a representantes reintegratas da <a href="http://www.vieiros.com/opinions/opinion/57/gera-ao-dos-70" target="blank" title=":: artigo de josé ramom pichel">Geração de '70</a>, cujo principal triunfo foi tirar o reintegracionismo da marginalidade (academicista ou política) para inseri-lo de pleno no coração da cidadania galega, na rua e na rede. Falo de <a href="http://web.archive.org/web/*/http://www.va-ca.org/" target="blank" title=":: va-ca, in memoriam">ludo-reintegracionismo</a>, falo da <a href="http://gentalha.agal-gz.org/" target="blank" title=":: gentalha do pichel">Gentalha do Pichel</a>, falo da <a href="http://aesmorga.agal-gz.org/" target="blank" title=":: a esmorga">Esmorga</a>, falo de <a href="http://www.artabria.net/" title=":: fundaçom artábria" target="blank">Artábria</a>, falo de <a href="http://www.altominho.org/" target="blank" title=":: alto minho">Alto Minho</a>... falo, como não, do <a href="http://www.agal-gz.org/" target="blank" title=":: portal galego da língua" class="linkthumb">Portal Galego da Língua</a> e tantos e tantos projectos e iniciativas que ainda hoje contribuem, em maior ou menor medida, a esse novo sentir, a uma espécie de reintegracionismo <span style="font-style: italic;">new age</span>. Novos tempos, novas formas e mesmo discurso. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zBjEKKHdmI0" target="blank" title=":: comuuuuuuuuuuunicado n.º 10">Ideal</a>.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-57190696043826121052007-05-05T17:33:00.000Z2007-05-20T10:33:01.554ZTribos reintegratas na Galiza (I)Através do blogue do <a href="http://angueiradesuso.agal-gz.org/" title=":: angueira de suso" target="blank" class="linkthumb">Suso</a> leio um interessante artigo do Ghanito titulado <a href="http://apocalipsedoporco.blogaliza.org/2007/04/27/reintegratas-new-age" title=":: leia o artigo em apocalipse do porco" class="linkthumb" target="blank">«Reintegratas new age»</a>. Após a leitura do texto (que recomendo efusivamente), fiquei com vontade de escrever o post que agora ledes, e no qual farei introspecção e prospecção etiquetadora (função esta última que odeio profundamente) sobre as tribos <span style="font-style: italic;">reintegratas</span> na Galiza.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >1.- Talibãs da língua</span></span><br /><br />Este é o nome polo qual são conhecidos habitualmente pessoas com posicionamentos maximalistas no respeitante a língua. Trata-se de indivíduos que habitualmente possuem uma amplíssima bagagem cultural e extraordinário currículo académico, mas que desde a sua atalaia repetem consignas doutrinantes. Para lá de gastarem fôlegos, não conseguem nada, e contribuem a aumentar os já perigosos níveis de crispação linguística no país.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >2.- Reintegratas 'new age'</span></span><br /><br />O artigo do Ghanito vai sobre este grupo. O 'rosto amável' do reintegracionismo, pessoas (habitualmente jovens) que fazem do humor a sua 'arma'. Longe da crispação e carácter doutrinante do grupo anterior, os indivíduos deste segmento possuem grande capacidade de diálogo, paciência, capacidade de ridículo e amplo sentido do humor.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >3.- Lusistas utópicos</span></span><br /><br />Trata-se de indivíduos cujo reintegracionismo não passa da retórica. Defendem pola boca pequena a unidade linguística galego-portuguesa, mas não deram passos à frente na prática. O termo, ao que sei, alcunhara-o o professor <a href="http://www.lusografia.org/vilatrilho-curriculum.htm" target="blank" title=":: perfil de xavier vilar" class="linkthumb">Xavier Vilar Trilho</a> num artigo publicado tempo atrás em <a href="http://www.vieiros.com/" title=":: vieiros" target="blank" class="linkthumb">Vieiros</a>, e recentemente Valentim R. Fagim recuperou-no <a href="http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=3368" title=":: artigo de valentim r. fagim 'lusistas utópicos'" target="blank" class="linkthumb">num outro texto</a>. Resumindo, os "lusistas utópicos" são "isolacionistas práticos".<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Considerações (I)</span></span><br /><br />Após fazer esta prospecção, imos com a introspecção. Particularmente, não me incluo em nenhuma destas três categorias. Na última, na dos lusistas utópicos, já há avondo tempo que não me situo. Sobre as outras duas, acho que tenho parte de ambas.<br /><br />Para muitas pessoas sou um talibã, principalmente porque sou demasiado purista no aspecto linguístico. Porém, é uma opinião que têm de mim as pessoas que não me conhecem, já que o purismo linguístico já o tinha quando era isolacionista<span style="font-weight: bold;"> ;-)</span><br /><br />É claro, tampouco sou exactamente um reintegrata <span style="font-style: italic;">new age</span>. A verdade é que as pessoas que me conhecem sabem que tenho um grande sentido do humor, o que passa é que habitualmente não o exibo, e revisto-me involuntariamente de uma aparência séria, tanto no rosto quanto <a href="http://madeiradeuz.blogspot.com/2006/03/reintegracionismo-colonizador.html">à hora de escrever</a>.<br /><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;" >Considerações (II)</span></span><br /><br />Apesar de ter muito claro o meu conceito de 'galego' e da galeguidade, nunca discriminei os meus conterrâneos pola sua escolha isolacionista, mas que nada porque careço de provas de eu ser melhor galego do que eles por ser reintegracionista, tal e como <a href="http://madeiradeuz.blogspot.com/2006/07/nazn-de-breogn-descontextualizao.html">já tenho assinalado</a>.<br /><br />Do que estou convencido é de que se precisam menos talibãs do que for, e de que o sentido do humor (menção à parte para o <a href="http://www.ridiculisme.org/" target="blank" title=":: ridiculismo" class="linkthumb">ridiculismo</a>, do que já falaremos) é a melhor via para fazermos chegar à sociedade galega a nossa proposta. Uma proposta, por certo, que se defende a si própria pola sua validez, coerência, consistência e utilidade <span style="font-weight: bold;">:-)</span><br /><br />E volvendo a linhas precedentes, no hipotético caso de eu ser um reintegrata <span style="font-style: italic;">new age</span>, ou bem um talibã, o que está claro é que o seria muito 'de aquela maneira'. <span style="font-weight: bold;">Vós, que me conheceis um pouco, onde me situais?</span><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-45586239433047275452007-05-03T16:35:00.000Z2007-05-03T16:45:00.343ZLeiros, agras e devesas... toponímia, toponímia, toponímiaOlá, pessoal! Depois de uns dias de (merecidas? forçosas?) mini-férias nas quais não tive acesso à internet, regresso para fazer um post desses dos que gosto: filológicos. Concretamente, e em certa maneira como homenagem ao colega <a href="http://an-fianna.blogspot.com/" target="blank" title=":: blogue do ulmo d'arxila" class="linkthumb">Ulmo d'Arxila</a> (um dos maiores especialistas galegos na matéria), o tema será toponímico.<br /><br />Fazendo um pouco de memória, vou apontar alguns nomes de micro-toponímia menor da minha freguesia, concretamente nomes de leiras. Os comentários filológicos, se forem pertinentes, deixo-lhos ao futuro doutor já aludido. Antes de mais, aclarar que entre parênteses indico o artigo que acompanha o nome nos contextos preposicionais [tipo "vou ao Leiro Redondo", Leiro (o)].<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Agra </span>(a), <span style="font-weight: bold;">Bodega </span>(a), <span style="font-weight: bold;">Boucido </span>(o), <span style="font-weight: bold;">Cano </span>(o), <span style="font-weight: bold;">Casal da Vinha</span> (o), <span style="font-weight: bold;">Chouso </span>(o), <span style="font-weight: bold;">Devesa </span>(a), <span style="font-weight: bold;">Granda </span>(a),<span style="font-weight: bold;"> Leiro Redondo</span> (o), <span style="font-weight: bold;">Plantio</span> (o), <span style="font-weight: bold;">Pradela</span> (a), <span style="font-weight: bold;">Rega</span> (a).<br /><br />Sei que a lista não é lá muito longa (procurarei acrescentar algo mais), mas para o olho experto se calhar tem algum interesse. Aguardo comentários ;)<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-40531825628451942322007-04-26T17:32:00.000Z2007-04-26T17:41:34.976ZContrata-me!<blockquote><p>Jornalista jovem, 23 anos, tímido mas experimentado.<br />Domínio do francês, do catalão e mesmo do castelhano.<br />30 <strike>cms</strike> GBs no meu disco rígido para trabalhar, veículo próprio<br />e disponibilidade total para trabalhar<br />(na tua casa ou desde a minha).<br />Procuro um lugar onde me façam sentir emoções fortes.</p><p>A quê esperas?<br /><strong>CONTRATA-ME!<br /></strong></p></blockquote><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-20986401105344275762007-04-24T20:05:00.000Z2007-04-24T20:30:08.272ZTVE não tem perguntas para os 'nacionalistas'<a title=":: TV... Espanhola" href="http://bp1.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/Ri5oovsrXxI/AAAAAAAAAG4/sS2WH9MzlC0/s1600-h/bandera_espainiola.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057094480791559954" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt=":: TV... Espanhola" src="http://bp1.blogger.com/_C1Yfrtzvmu4/Ri5oovsrXxI/AAAAAAAAAG4/sS2WH9MzlC0/s320/bandera_espainiola.jpg" border="0" /></a> O presidente da CRTVE, Luis Rodríguez, assegurou que o programa Tengo <em>una pregunta para usted</em>, que emite o primeiro canal do ente público espanhol, <a class="linkthumb" title=":: leia a notícia em xornal.com" href="http://www.xornal.com/article.php3?sid=20070424171650" target="blank">não pensa convidar nacionalistas</a> a este questionário televisivo estatal, se bem poderia estudar-se a sua participação em emissões <em>regionales</em>.<br /><br />Imagino que isto é a estratégia 'amável' do espanholismo: morto o cão, morta a raiva. Ou, dito doutra maneira, excluir os partidos 'nacionalistas' (=não espanholistas) de um formato de mais de uma hora de duração para evitar a possível colocação de perguntas ou respostas molestas à ideia de espanholidade. Falo de «estratégia 'amável'» como poderia falar de censura pura e dura. Censura 'preventiva', isso sim, mas igualmente censura.<br /><br />Posto que vivemos no mesmo Estado, acho que os espanhóis também têm direito de conhecer as propostas 'nacionalistas'. As 'propostas' e as respostas. Posto que por enquanto se vive baixo o mesmo teito, esse conhecimento necessário poderia contribuir minimamente a que haja menos faltas ao respeito. Mas parece que a TVE não vai estar ao serviço disto...<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-80838119038296349642007-04-23T22:09:00.000Z2007-04-23T22:17:42.229ZAlvaroque da Língua - 16 de Maio<a title=":: cartaz do alvaroque da língua" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://agal-gz.org/modules.php?name=IndyNews&MediaOp=show&idMediaAss=s3586&MediaName=Albaroque_da_lingua_2007.gif&MediaNum=1"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 187px; height: 113px;" src="http://agal-gz.org/modules.php?name=IndyNews&MediaOp=show&idMediaAss=s3586&MediaName=Albaroque_da_lingua_2007.gif&MediaNum=1" alt=":: cartaz do alvaroque da língua" border="0" /></a>Um grupo de estudantes de Filologia (mas não só) de Compostela, auto-baptizados como <a href="http://www.blogoteca.com/albaroque/" target="blank" class="linkthumb" title=":: blogue do alvaroque da língua">A Gente da Língua</a> decidiram organizar o 16 de Maio «porque sim, porque nos peta» uma grande <a href="http://www.blogoteca.com/albaroque/" target="blank" title=":: blogue do alvaroque da língua">churrascada pola língua</a> «com a escusa de reivindicar uma maior presença do e<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogoteca.com/upload/bit/arti/783-13826-a-gerardo_afoto.jpg"><img title=":: eu próprio" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 73px; height: 100px;" src="http://www.blogoteca.com/upload/bit/arti/783-13826-a-gerardo_afoto.jpg" alt=":: eu próprio" border="0" /></a>spírito lúdico festivo no processo de normalização, dramático de seu, mais nem tanto como para impedir-nos um grande momento de encontro e catarse colectiva».<br /><br />A data limite para inscrever-se nesta festa é 29 de Abril. Podeis atopar (resumida) <a href="http://agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=3586" target="blank" title=":: informação resumida no PGL" class="linkthumb">aqui</a> toda a informação sobre como participar. Também podeis ler um <a href="http://www.blogoteca.com/albaroque/index.php?cod=13826" target="blank" title=":: o artiguinho que escrevi">artiguinho </a>que escrevi animando o pessoal para assistir.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-42795306127254189002007-04-23T22:03:00.000Z2007-04-23T22:09:33.480Z#Esta semana viaja connosco «De Catro a Catro»<a title=":: faculdade de jornalismo" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.usc.es/xorna/recursos/imaxes/fotos/vestibulo.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 119px; height: 92px;" src="http://www.usc.es/xorna/recursos/imaxes/fotos/vestibulo.jpg" alt=":: faculdade de jornalismo" border="0" /></a>Acompanha-nos esta semana a <a href="http://decatroacatro.blogspot.com/" target="blank" title=":: de catro a catro" class="linkthumb">Xornalistinha</a> com o seu blogue <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">De Catro a Catro</span>. Trata-se de um espaço onde colhe de tudo, desde as lógicas inquietações laborais (precári@s ao poder!) até a moda, a literatura, o lazer, o amor, críticas blogueiras e metablogueiras... Comentei que é, como quem escreve, uma dos centos de pessoas que saíram traumatizadas (ou quase) de <a href="http://www.usc.es/xorna/index.htm" target="blank" title=":: faculdade de ciências da comunicação" class="linkthumb">aqui</a>?<br /><br />Sem ânimo de estender-me demasiado, finalizo recomendando-vos a leitura deste blogue. E se estou trabucado na escolha... que <a href="http://odemo.blogaliza.org/" target="blank" title=":: o demo me leve" class="linkthumb">o demo me leve</a>!<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-22891947254625111392007-04-20T14:27:00.000Z2007-04-20T14:29:42.752ZReintegratas do mundo, unide-vos!Devido a toda uma série de motivos cabais e científicos (muito bem explicados polo amigo <a href="http://www.agal-gz.org/blogues/index.php?blog=28">Suso</a>), anuncio-vos que o vindoiro 25 de Maio se celebra do <a href="http://www.agal-gz.org/blogues/index.php?blog=28">Dia Mundial do Orgulho Lusista e Reintegrata</a>. Vemo-nos!<br /><br /><a title=":: dia do orgulho lusista e reintegrata" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.agal-gz.org/blogues/media/users/suso/bandeiralusor.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.agal-gz.org/blogues/media/users/suso/bandeiralusor.jpg" alt=":: dia do orgulho lusista e reintegrata" border="0" /></a><div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-2777501583218296597.post-12114200941799977172007-04-19T17:02:00.000Z2007-04-19T17:42:48.515ZA morte de Darwin<a title=":: charles darwin" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8b/Hw-darwin.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 188px; height: 263px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8b/Hw-darwin.jpg" alt=":: charles darwin" border="0" /></a>Tal dia como hoje há muitos, muitos anos, morria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin" title=":: leia o artigo sobre darwin na wikipédia-PT" class="linkthumb" target="blank">Charles Robert Darwin</a>, a pessoa à que habitualmente se atribui a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o" target="blank" title=":: leia o artigo sobre a evolução na wikipédia-PT">Teoria da Evolução</a> para explicar. E digo <span style="font-style: italic;">habitualmente </span>porque vivemos numa época na que cada poucos anos nos tiram de cima um mito e se descobre que tal ou qual pessoa alcançou a a fama por ideias gestadas por outros.<br /><br />Seja como for, o que ninguém lhe poderá tirar nunca a Darwin é o honor de ter sido a pessoa cujo legado científico e intelectual acabou convencendo a comunidade científica da verdade inquestionável da evolução (questionável, porém, <a href="http://www.whitehouse.gov/president/gwbbio.html" class="linkthumb" target="blank">se virmos</a> <a href="http://www.number-10.gov.uk/output/Page4.asp" target="blank" class="linkthumb">certos</a> <a href="http://www.lapaginadefinitiva.com/politica/sanedrin/aznar.htm" class="linkthumb" target="blank">indivíduos</a>).<br /><br />Dá mágoa, porém, observar como alguns <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Darwinismo_social" target="blank" title=":: darwinismo social">pailarocos</a> mal-usam teorias científicas para justificarem o injustificável. Aprendamos a não baixar a guarda perante a instrumentalização falaz da ciência.<div class="blogger-post-footer">Fluxo RSS de 'Caminhos Cruzados' / http://caminhos.gzpt.org</div>Galeguzonoreply@blogger.com