tag:blogger.com,1999:blog-274375152008-03-03T13:42:28.220Z::KØNTRÅSTËS::João Ferreira Diasnoreply@blogger.comBlogger114125tag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159873738309261862006-10-03T12:08:00.000+01:002007-08-31T13:43:52.697+01:00<script language="JavaScript"><br />top.location = 'http://www.mepsites.cjb.net';<br /></script>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159735453122152642006-10-01T21:44:00.000+01:002006-10-01T21:44:14.483+01:00CHEIRO DO TEMPO<P style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><FONT face="Times New Roman"><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; LINE-HEIGHT: 150%">CHEIRO DO TEMPO.</SPAN></STRONG> </FONT><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT color=#000000>Tarde de sol. Ao invés de nos deixarmos escorregar sofá abaixo qual domingo perguiçoso, agarrámos na constipação de inícios de Outono e com música dos anos 80 como ambiente fizemo-nos à estrada sem rumo certo. Talvez por não termos rumo o rumo tenha sido tão agradável. A estrada debaixo dos nossos pés, peregrinos de rodas sem causa, chegámos a Santarém. Do alto olhando demorada a lezíria ribatejana, e nos góticos vitrais do tempo lembranças de Portugal. Ali, naquelas igrejas que atravessam os séculos sente-se o cheiro do tempo. Do olhar moderno que nos acompanha, lente para a recordação eterna, trago-vos isto:</FONT></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"> </SPAN></P><P style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"></SPAN> </P><P style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><IMG style="WIDTH: 498px; HEIGHT: 457px" height=457 alt="" hspace=0 src="file://C:\Documents and Settings\Administrador\Os meus documentos\As minhas imagens\santarém e Muge 1.10.06\IGREJA EXTERIOR COPYRIGHT.jpg" width=498 align=absMiddle border=2></SPAN></P><P style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"></SPAN> </P><P style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=center><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><IMG style="WIDTH: 480px; HEIGHT: 380px" height=380 alt="" hspace=0 src="file://C:\Documents and Settings\Administrador\Os meus documentos\As minhas imagens\santarém e Muge 1.10.06\igreja santa clara santarém com copyright.jpg" width=480 align=absMiddle border=2></SPAN></P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159645258263144502006-09-30T20:40:00.000+01:002006-09-30T20:42:42.800+01:00querer nem sempre basta<P align=justify><STRONG><FONT size=4>QUERER NEM SEMPRE BASTA.</FONT></STRONG> <FONT face=Georgia color=#000000>Dizem que quando se deseja muito uma coisa essa coisa acontece, mas nem <IMG height=138 alt="" hspace=2 src="http://www.bbc.co.uk/london/sport/images/clubs/chelsea.gif" width=161 align=right vspace=2 border=0>sempre isso é verdade. O Chelsea x Aston Villa de hoje é exemplo disso. Frenético, emotivo e enervante. O Chelsea esteve mais ou menos igual a si mesmo mas encontrou pela frente um Villa extremamente motivado. Drogba abriu o marcador mas o Villa conseguiu empatar o jogo. O que fica é o sufoco final dos "blues" de Mourinho pelo golo da vitória. Drogba esteve como é seu habitual - muito perdulário, Essien correu até à exaustação, Shevchenko esteve melhor que em jogos anteriores mas foi forçado a vir muito a trás buscar jogo. Sem reprimendas tentaram tudo para chegar à vitória, mas há dias em que querer não é suficiente. </FONT></P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159618347138750892006-09-30T13:12:00.000+01:002006-09-30T13:12:28.306+01:00prisão interrelacional<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">A PRISÃO INTERRELACIONAL. </SPAN></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #999999; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Boston">«À medida em que nos vamos relacionando cada vez mais uns com os outros vamos ficando mais presos na teia das relações.» </SPAN></I><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">As relações interpessoais constituem parte da natureza humana, tornam-nos “reais”, dão-nos forma e moldam-nos em contextos através de normas e condutas éticas. No entanto, estas relações que compõem o habitat humano e formalizam o quotidiano não deixam, em boa medida, de se constituírem como <I style="mso-bidi-font-style: normal">prisões interrelacionais</I> uma vez que o indivíduo – cada um de nós – que compõe o todo social está condicionado por meio de mecanismos de interacção social – códigos – que o aprisionam e moldam a sua maneira <I style="mso-bidi-font-style: normal">sui generis </I>de ser. Portanto, na teia do social estamos todos presos, quer queiramos quer não. Ao constituirmos núcleos relacionais (família, grupo de amigos, colegas de trabalho) contribuímos cada vez mais para o nosso <I style="mso-bidi-font-style: normal">auto-aprisionamento</I> na medida em que criamos laços de afectividade e mútua correlação, exigimos algo dos outros ao mesmo tempo que os demais exigem de nós. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159279058124682692006-09-26T14:57:00.000+01:002006-09-26T15:00:18.836+01:00familia tradicional, o mito<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">FAMÍLIA TRADICIONAL, O MITO</SPAN></B><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">.</SPAN><FONT face="Times New Roman"> </FONT><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">Entre 1991 e 2001 as conjugalidades informais – coabitação, união de facto, etc – quase duplicaram, atingindo um aumento superior ao número de casamentos. A juntar a estes dados está o aumento de casais sem filhos e o aumento de nascimentos fora do casamento tradicional. Segundo Sofia a socióloga Aboim* em Portugal <I style="mso-bidi-font-style: normal">“acabámos por saltar etapas e correr em 30 anos o que demorou mais tempo noutros contextos. Isso vai deixando coisas híbridas, misturas…”.</I> No entanto, Sofia Aboim adianta que <I style="mso-bidi-font-style: normal">“basta recuarmos até aos anos 50,60 em Portugal para termos a maior taxa de filhos bastardos da Europa (…) Quando os indivíduos começam a durar até aos 70, 80 anos, se calhar é muito pedir-lhes que permaneçam juntos durante 50 anos. A família tradicional é, de facto, um mito.”</I><o:p></o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p> </o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><FONT color=#000000><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">O que podemos retirar daqui? Basicamente que a modernidade portuguesa é um processo complexo uma vez que salta etapas e procura em curtos períodos de tempo “amadurecer” o que levou anos a acontecer noutros países. Quer isto dizer que, em Portugal a modernidade se faz aos solavancos, debatendo-se o tradicional enraizado (causado por um período de ditadura) com o novo e moderno que nos chega com a globalização. Este choque temporal ainda procura o seu equilíbrio num momento em que casar é por um lado uma instituição e por outro está fora de moda, em que os homossexuais são livres e têm direitos mas são marginalizados, etc<I style="mso-bidi-font-style: normal">. </I></SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN lang=EN-GB style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia; mso-ansi-language: EN-GB">Times are changing but we must wait for the real changes. </SPAN></I><SPAN lang=EN-GB style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia; mso-ansi-language: EN-GB"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=EN-GB style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'; mso-ansi-language: EN-GB"><o:p><FONT color=#000000> </FONT></o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"><FONT color=#000000>* autora da obra “conjugalidades em mudança”, em entrevista ao Público (22.08.2006) <o:p></o:p></FONT></SPAN></P></DIV><DIV><FONT color=#000000></FONT> </DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159213106688835552006-09-25T20:38:00.000+01:002006-09-25T20:38:27.323+01:00traduzir dan brown<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">TRADUZIR DAN BROWN. </SPAN></B><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">Dan Brown tornou-se conversa de café, virou tema recorrente, do mesmo modo como pegou moda dizer que os seus livros estão mal escritos, que o autor escreve mal. Isto é sinal de que as pessoas continuam a pensar pela cabeça dos outros, isto é, reproduzem aquilo que ouvem e tomam como sua a opinião que é de outrem. Ora, como é possível que as pessoas digam que Dan Brown escreve mal se todas lêem traduções das obras deste? Seria correcto dizer, isso sim, que os tradutores executaram uma tarefa deficiente não produzindo uma tradução com uma riqueza linguística capaz. Mas não, segue a crítica descabida num país onde até o pensamento é aos retalhos. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1159148721670433022006-09-25T02:45:00.000+01:002006-09-25T02:45:21.676+01:00A Psicologia da Blogosfera<FONT face=Georgia><FONT face=verda size=4><STRONG><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 13.5pt; FONT-FAMILY: verda"><FONT face="Times New Roman">A PSICOLOGIA DA BLOGOSFERA.</FONT></SPAN></STRONG></STRONG></FONT><FONT color=#0a0a0a> A blogosfera onde nos movemos e debitamos opiniões, visões, frustrações, alegrias, onde enfim escrevemos o que nos<img height="284" style="MARGIN: 5px" width="206" class="3" alt="" src="http://www.caglecartoons.com/images/preview/%7B3B622CBD-A4A3-4608-B5A6-B5A278385C8B%7D.gif" align="right"> vai na alma, possui uma psicologia complexa. Tem aliás uma personalidade própria, funciona como um vácuo onde são deitadas palavras na esperança de que alguém as (não) leia. Como em tudo, o ser humano procura sempre o reconhecimento uma vez que este entende-se a si próprio no reflexo do outro. Muitas outras vezes a blogosfera, tal como os "chat rooms", representa a possibilidade infinita de uma pessoa se reinventar, se auto-descobrir ou tão simplesmente de criar uma personalidade que não é a sua. A realidade virtual é isso mesmo, virtual, quem sabe que rosto e que história de vida está por detrás de cada<em> nickname</em>? </FONT></FONT></P><p align="justify"><FONT face=Georgia color=#0a0a0a>O pulsar dos diários virtuais é também uma mostra do outro lado da personalidade humana, aquela que se enconde dos contornos do dia-a-dia, uma personalidade exibicionista que vai ao encontro de uma personalidade voyeur. Esta é a razão pela qual os blogues mais lidos são os blogues de conteúdos pornográficos caseiros. Muitos são os que querem penetrar na intimidade de outros e vasculhar as suas vidas. </FONT> </p><p align="justify"><FONT face=Georgia color=#0a0a0a>O desejo de reconhecimento anteriormente falado leva a que o bloguista possua um contador de visitas e que existam as chamadas "caixas de comentários". Toda a gente quer ter a ilusão de que a sua opinião conta, de que a sua opinião foi lida, de que a sua opinião foi partilhada. Como a blogosfera é um vazio de milhões de caracteres e de informação a melhor forma dos bloguistas terem leitores é através das visitas a outros bloguistas. À excepção dos bloguistas famosos, aqueles que por sua popularidade na vida real e civil têm à partida um elevado número de leitores, todos os outros precisam de ler e visitar outros se querem ter visitas também. Outra coisa que acontece é que, à medida em que o blogue se vai tornando mais famoso, mais o mesmo se torna hermético, voltado para si, e menos o bloguista sai do seu casulo, até chegar o dia em que fecha a sua caixa de comentários pois isso não lhe retirará visitantes. </FONT> </p><p align="justify"><FONT color=#0a0a0a><FONT face=Georgia>A blogosfera vai assim, de um anónimo diário virtual, passando por uma reinvenção de personalidade, até à mais profunda mostra de egocentrismo, onde se forma um núcleo coeso de bloguistas e é muito difícil entrar, a bloguelite.</FONT> </FONT> </p>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158966666420052232006-09-23T00:11:00.000+01:002006-09-23T00:17:23.713+01:00e poderiam ter sido mais<P align=justify><STRONG><FONT size=4>E PODERIAM TER SIDO MAIS.</FONT></STRONG> <FONT face=Georgia color=#000000>Numa exibição empolgante, em especial na segunda parte, o <STRONG>Futebol Clube do Porto</STRONG> venceu o Beira-Mar de Augusto Inácio por <STRONG>três golos sem resposta</STRONG>, num jogo que marcou o regresso de Mário Jardel à casa dos "azuis e brancos". Os golos foram apontados por Postiga, Lisandro e Tarik todos na segunda parte. Quaresma encheu o campo de garra e arte, Anderson deu perfume, Postiga mostrou faro de golo. Três bolas a zero foi um resultado curto para o jogo que o FCP fez, no final <EM>poderiam ter sido mais.</EM> </FONT></P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158890327906023962006-09-22T02:58:00.000+01:002006-09-22T03:10:16.606+01:00tempo<span style="FONT-SIZE: 14px; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana"><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>TEMPO.</STRONG></SPAN><FONT size=3><SPAN><STRONG> </STRONG><FONT face="Times New Roman"> </FONT></SPAN><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">A Noção global de tempo alterou-se desde a Idade Média onde a esperança média de vida era 45 anos. Dito assim não parece ter grandes implicações mas pensar que daqui a 20 anos estaríamos mortos muda muita coisa. Há uma diferença entre o tempo de vida e o tempo útil de vida, isto é, aquilo que se faz na vida é o que fica e é por isso que somos medidos, pelo tempo que levámos a fazer algo de notável ou de salientar. A noção social de tempo é a da “fast life”, do <SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><STRONG>ritmo acelerado de vida moderno</STRONG></SPAN>, um ritmo francamente diferente daquele vivido fora dos contornos citadinos. A noção da brevidade humana, da sua falência, leva a um <SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><STRONG>sentido do efémero</STRONG></SPAN>, do viver o momento, aproveitar cada instante, mas este sentimento individual é suplantando um sentimento comunitário de necessidade de respostas rápidas a problemas concretos e imediatos. A vida citadina é da vida fugaz, da corrida contra o tempo, do permanente stress do “para ontem”. Quer isto dizer que o estilo de vida individual influencia a noção que temos de tempo, e a localização da nossa vivência condiciona e dá <SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><STRONG>sentido normativo às condutas</STRONG></SPAN>. </SPAN><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></span></FONT></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3> <o:p></o:p></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><SPAN><FONT size=3><FONT color=#000000>Poderemos colmatar a brecha do tempo, anular os seus efeitos visíveis, retardar o que se acelera? Este é um desafio que a humanidade sempre teve pela frente. Perante a fugacidade da vida humana o que poderemos fazer para prolongar o nosso tempo nesta vida? Se a sociedade de informação tem o papel de encurtar o tempo nas comunicações a saúde tenta o prolongamento do tempo de vida humano. <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P></SPAN><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3><SPAN style="mso-tab-count: 1"> </SPAN><o:p></o:p></FONT></SPAN></P></SPAN><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><SPAN><FONT size=3><FONT color=#000000>Muitas vezes a percepção do aproveitamento do tempo está condicionada pela <SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><STRONG>gestão dos nossos tempos</STRONG></SPAN> de lazer e trabalho. A necessidade de trabalho, os objectivos profissionais e a carreira a ter não podem ser sinónimo de roubo de tempo ao lazer e a outras actividades como as relações interpessoais. O equilíbrio é o único caminho na conquista da estabilidade fisiológica. A verdade é que mesmo com os avanços na medicina problemas relacionados com o stress e com o ritmo de vida moderno originam enfartes, avc’s e ataques cardíacos. A natureza humana não está preparada para o ritmo das sociedades modernas que sufocam o ser humano em torno da necessidade de responder aos desafios num ínfimo espaço de tempo.</FONT> <o:p></o:p></FONT></SPAN></P></SPAN><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p><FONT size=3> </FONT></o:p></SPAN></P></SPAN></SPAN></SPAN><font><font><font><font><font><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p></O:P></span></font></font></font></font></font>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158621233982207372006-09-19T00:13:00.000+01:002006-09-19T00:13:54.576+01:00colunas pessoais<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">COLUNAS PESSOAIS. </SPAN></B><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">Todo o cidadão informado ou não – deixamos os não informados de lado – tem a sua opinião sobre este ou aquele assunto, aliás, ter uma palavra a dizer é uma característica muito humana, sobre qualquer assunto todos fazemos as nossas conjecturas e impressões. E depois existem os <I style="mso-bidi-font-style: normal">opinion makers</I> – “fazedores de opinião” – mais ou menos habilitados para o efeito que nos vão dizendo como pensar ou colocando por palavras simples um problema com múltiplos prismas. Estes são os que têm o seu próprio cantinho da imprensa – <STRONG>colunas de opinião</STRONG> – e que constituem uma minoria barulhenta. A maioria silenciosa, por seu turno, opina para paredes surdas ou no máximo faz uso do correio do leitor de um qualquer jornal.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p> </o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align=center><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #cc6600; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Boston">«Os blogues desconhecidos têm de conquistar o seu próprio espaço debatendo-se com os blogues dos tradicionais opinion makers com colunas na imprensa».<o:p></o:p></SPAN></I></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: center" align=center><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p> </o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">A grande <STRONG>revolução dos blogues</STRONG> foi a possibilidade infinita de nos expressarmos do modo que bem entendermos, opinando sobre qualquer assunto mesmo que seja uma opinião pouco fundamentada. Estas colunas pessoais revolucionaram o conceito de produção de conteúdos e de <I style="mso-bidi-font-style: normal">infoespaço</I> globalizando verdadeiramente a comunicação e a web. O <STRONG>último desafio da blogosfera</STRONG> é levar os blogues desconhecidos à conquista de leitores, uma vez que neste vazio de plataformas de colunas pessoais quem impera são ainda os mesmos que têm o seu espaço no jornal.<o:p></o:p></SPAN></P><P> </P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158580771740004212006-09-18T12:59:00.000+01:002006-09-18T12:59:32.100+01:00saudosismos<P align=justify><FONT size=4><STRONG>SAUDOSISMOS. </STRONG><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3>Setembro é o mês da “rentrée” e pela primeira vez desde que entrei para o infantário não vou ter <STRONG>regresso às aulas</STRONG>. Fazendo minhas as palavras de Joana Cruz (RFM) <I style="mso-bidi-font-style: normal">“tenho saudades de ir comprar os livros, cadernos, canetas, mochilas, ir para casa e forrar tudo”.</I> Tenho saudades das aulas na Universidade, do clima de amizade, do calor humano, das aulas de debate, de aprender, mandar piadas aos colegas e professores. Sobretudo saudades da vida estudantil. Até mais ver vida académica! <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P></FONT>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158534000536291742006-09-18T00:00:00.000+01:002006-09-18T00:03:46.076+01:00da bancada<P align=justify><FONT size=4><STRONG>DA BANCADA.</STRONG></FONT><FONT > <FONT face=Georgia><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"> 1.Intenso, emotivo, jogado ao limite durante 90 minutos, assim foi o <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia">Chelsea</SPAN></STRONG> - Liverpool. Os "pupilos" de Mourinho venceram os jogadores de Rafa Benítez, em mais um duelo histórico. Uma grande abertura de Lampard da direita para o centro, recepção de <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia">Drogba</SPAN></STRONG> no peito e "tiro" à meia-volta sem hipóteses para Reina. Estava feito o resultado do jogo: <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia">1x0</SPAN></STRONG>. Mais três pontos num jogo em que Ballack foi expulso por agressão a Sissoko e tanto o número 13 do Chelsea como Shevchenko continuam a demonstração lento processo de adaptação. Um jogo com Tiger Woods na assistência. </SPAN><SPAN style="COLOR: black"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P><P style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">2. Pela rádio chegam novas dos dragões. Hoje sem SportTv relembro velhas noites de infância colado com o ouvido ao relato. O <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia">FC Porto</SPAN> </STRONG> vence a Naval por <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia">2x0</SPAN></STRONG>, e consolida a sua liderança. A finalização continua a ser um problema na formação azul-e-branca e Jesualdo não me parece homem para resolver isso. Vamos ver, pelo menos mais 3 pontos já moram na casa do dragão. </SPAN><SPAN style="COLOR: black"><o:p></o:p></SPAN></P><P align=justify></FONT></FONT></P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158415066328606642006-09-16T14:57:00.000+01:002006-09-16T17:22:28.896+01:00modernidades alternativas<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">MODERNIDADES ALTERNATIVAS.</SPAN></B><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"> <SPAN style="COLOR: black">(resposta a </SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="COLOR: #cc6600"><A href="http://kontratempos.blogspot.com/2006/09/diferena-toda.html"><SPAN style="COLOR: #cc6600">este</SPAN></A></SPAN></I><SPAN style="COLOR: black"> post de Tiago Barbosa Ribeiro no </SPAN><SPAN style="COLOR: #cc6600"><A href="http://kontratempos.blogspot.com"><SPAN style="COLOR: #cc6600">Kontratempos</SPAN></A></SPAN><SPAN style="COLOR: black">) <FONT color=#000000>Embora o fundamentalismo religioso Islâmico constitua o principal movimento anti-globalização ocidental - tendo-se tornado um movimento globalizante também porque assenta na diáspora islâmica em todo o mundo – a verdade é que existem outras modernidades bem sucedidas do ponto de vista do respeito e dignidade humanas, que se constituem como <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Modernidades Alternativas. </B>Os melhores exemplos de modernidade alternativa encontram-se na Ásia, em especial o Japão. No entanto, também a China parecer ser um caso promissor destas modernidades alternativas, isto é, caminha para os padrões ideias de civilização como a entendemos hoje.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></SPAN></P><O:P></O:P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><O:P></O:P><O:P></O:P><FONT color=#000000>O sucesso do modo de vida oriental no ocidente é sinal de que não se deixa que o modelo de globalização seja absolutamente ocidental. A isto devemos juntar o <B style="mso-bidi-font-weight: normal">Islão Civil</B>, caso da Turquia, onde se verifica uma separação entre poder religioso e político. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P><O:P></O:P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><O:P></O:P><O:P></O:P><FONT color=#000000>Quer isto dizer que, embora as sociedades ocidentais constituam o modelo de civilização desejável por excelência, não se devem ignorar as modernidades alternativas, exemplos bem conseguidos de civilizações com padrões de condutas sociais e políticas que se adequam com as liberdades e dignidades individuais. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P><O:P></O:P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p> </o:p></SPAN></P><O:P></O:P><O:P></O:P><O:P></O:P><O:P></O:P><O:P></O:P></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158247367155646962006-09-14T16:22:00.000+01:002006-09-16T15:08:52.730+01:00o vendedor de presidentes<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">O VENDEDOR DE PRESIDENTES. </SPAN></B><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT color=#000000>Saber comunicar uma ideia, levar as pessoas a sentirem que não podem viver sem algo que não precisam minimamente, saber usar-se de uma retórica apelativa, e acima de tudo dizer ao povo aquilo que ele quer ouvir, sempre foi a chave da conquista das massas.<o:p></O:P></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p></O:P><FONT color=#000000></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT color=#000000>Por conseguinte, a esfera política nunca esteve dissociada da <I style="mso-bidi-font-style: normal">arte de bem comunicar. </I>Ideias e ideais cívicos sem serem transmitidos – e mais importante ainda, bem transmitidos – caem em saco-roto. É por isto que as agências de comunicação vivem da política, porque vender candidatos é como vender sabonetes. Prova de que o candidato não tem de ser aquilo que a sua campanha transmite é a vitória de George W. Bush nas duas anteriores eleições. Karl Rove, o <I style="mso-bidi-font-style: normal">marketeer </I>da ‘Campanha Bush’, pegou num homem que não é capaz de dizer o seu próprio nome sem se enganar, que não tem uma única ideia ou projecto para o seu país e tornou-o na “escolha certa”. <o:p></O:P></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p></O:P><FONT color=#000000></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT color=#000000>Assim, o marketing político não difere muito do restante marketing, trata-se pois de vender um produto sem que aquilo que dele se diz corresponda realmente à verdade. Marketing político é como jornalismo: não deixar que os factos estraguem uma boa história. <o:p></O:P></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"><o:p></O:P></SPAN></P></DIV><DIV><EM><FONT color=#000080 size=1></FONT></EM> </DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1158074390367881382006-09-12T16:19:00.000+01:002006-09-16T15:14:32.316+01:00à lei do oeste<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana"><SPAN style="mso-spacerun: yes"><STRONG></STRONG></SPAN> </P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana"><STRONG>À LEI DO OESTE. </STRONG></SPAN></SPAN><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN > <SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #c97623; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Georgia">«A fuga ao Fisco é um desporto radical cada vez mais apreciado pelos </SPAN></I><?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /><v:shapetype id=_x0000_t75 stroked="f" filled="f" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" o:preferrelative="t" o:spt="75" coordsize="21600,21600"><v:stroke joinstyle="miter"></v:stroke><v:formulas><v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"></v:f><v:f eqn="sum @0 1 0"></v:f><v:f eqn="sum 0 0 @1"></v:f><v:f eqn="prod @2 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @0 0 1"></v:f><v:f eqn="prod @6 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="sum @8 21600 0"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @10 21600 0"></v:f></v:formulas><v:path o:connecttype="rect" gradientshapeok="t" o:extrusionok="f"></v:path><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:lock aspectratio="t" v:ext="edit"></o:lock></v:shapetype><v:shape id=_x0000_s1026 style="MARGIN-TOP: 0px; Z-INDEX: 1; LEFT: 0px; MARGIN-LEFT: 87.5pt; WIDTH: 127.5pt; POSITION: absolute; HEIGHT: 184.5pt; TEXT-ALIGN: left; mso-wrap-distance-left: 1.5pt; mso-wrap-distance-top: 1.5pt; mso-wrap-distance-right: 1.5pt; mso-wrap-distance-bottom: 1.5pt; mso-position-horizontal: right; mso-position-horizontal-relative: text; mso-position-vertical-relative: line" o:allowoverlap="f" alt="" type="#_x0000_t75"><v:imagedata o:title="Cowboy" src="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\DEFINI~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.gif"></v:imagedata><?xml:namespace prefix = w ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:word" /><w:wrap type="square"></w:wrap></v:shape><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #c97623; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Georgia">mais ricos». </SPAN></SPAN></I><FONT size=3><SPAN > <SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia">Sabemos que em Portugal não existe nas mentalidades o hábito de contributo para o bem comum, não existe uma vontade expressa de empurrar as rodas da engrenagem do progresso, no nosso país continua a imperar a lei do oeste: cada um por si. Os pobres cada vez mais pobres e exprimidos num regime feudal disfarçado de democracia. Os ricos escondem-se atrás de um exército de advogados e a lei da pistola é substituída pela fuga ao IRS. Querem provas? Em Portugal as amas pagam mais de IRS que os advogados e os engenheiros. É esta a justiça social das democracias ocidentais? Enquanto o governo português não tomar medidas reais – reais implica fazer ouvidos moucos aos lobbys – de modo a que o Estado de Direito que existe no papel se torne uma realidade e que todos contribuam para o bem-comum, Portugal continuará a cair a pique e a tornar-se um regime feudal onde os pobres pagam por si e pelos ricos, tudo a bem do <I style="mso-bidi-font-style: normal">status quo</I>. </SPAN> </SPAN><SPAN style="COLOR: black"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3><FONT face="Times New Roman"> <o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN > <SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3>::DESTAQUES:: os blogues </FONT> <A href="http://cidadeladosincultos.wordpress.com"><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3>Cidadela dos Incultos </FONT></SPAN> </A><FONT size=3>(renovada) e o novíssimo </FONT> <A href="http://apcab.wordpress.com"><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3>Povo de Ketù </FONT></SPAN> </A><FONT size=3> - ambos na excelente plataforma Wordpress. </FONT></SPAN> </SPAN><SPAN style="COLOR: black"><o:p></o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="COLOR: black"><o:p><FONT face="Times New Roman" size=3> </FONT></o:p></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"></SPAN></P></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1157988689354605712006-09-11T16:31:00.000+01:002006-09-16T15:15:16.463+01:00o dia que mudou o mundo<P align=justify><FONT size=4><STRONG>11/9.O DIA QUE MUDOU O MUNDO.<FONT color=#000000> </FONT> </STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3><FONT color=#000000>O dia 11 de Setembro de 2001 marca uma viragem no panorama das relações internacionais e nos dilemas de segurança. O mundo como nós o conhecíamos deixou de existir. O preconceito religioso ganhou novos contornos e a as políticas externas centraram-se numa nova ameaça real: o terrorismo. O choque de civilizações voltou à agenda internacional e o mundo anárquico de Hobbes ganhou nova força.<o:p></O:P></FONT></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><o:p><FONT size=3 color=#000000> </FONT></O:P></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3><FONT color=#000000>Independentemente de gostarmos de Bush ou não, de pactuarmos com a sua política externa colonialista económica, a verdade é que precisamos de uma potência que vigie a paz kantiana, num mundo cada vez mais marcado pelo sisma ocidente/resto. <o:p></O:P></FONT></FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><o:p><FONT color=#000000 size=3></FONT></O:P></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><o:p></O:P></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><FONT size=3 color=#000000>Tal como Fukuyama anunciou o fundamentalismo religioso tornar-se-ia uma ameaça às democracias liberais. Dezassete anos depois desta tese os factos estão aí e a paz mundial foi suplantada pelo alerta permanente do perigo do terrorismo. Com terroristas não há diálogo possível, não há cedências sob pena de repetirmos os erros do genocídio da Alemanha nazi.</FONT></SPAN></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><FONT color=#000000 size=3></FONT></SPAN> </P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=justify></FONT><FONT size=3 ><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"><FONT color=#000000>post também em </FONT> <A href="http://www.cidadeladosincultos.wordpress.com"><FONT color=#000000>www.cidadeladosincultos.wordpress.com</FONT></A></SPAN></FONT></P><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align=justify><FONT color=#000000 size=3><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"></SPAN></FONT> </P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1157718377899740282006-09-08T13:26:00.000+01:002006-09-16T15:12:05.530+01:00política da leitura<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">POLÍTICA DA LEITURA. </SPAN></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #cc6600; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Boston">«Ler, esse hábito tão estranho ao português»</SPAN></I><FONT color=#000000><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia">.<FONT color=#000000> Talvez não se acredite mas uma das razões pelas quais Portugal está na cauda da Europa é a aversão nacional à cultura. Tudo o que é cultura – cultura organizacional, cultura de trabalho, cultura humanista – surge ao português como um mundo estranho e que não convém desbravar. Se usarmos a Suécia como indicador comparativo – não havemos de lá chegar – constatamos que 80% dos seus cidadãos lê um livro por ano ao passo que no nosso país só 32% se atrevem a tamanha loucura. Os portugueses não lêem jornais, não lêem livros, preferindo aproveitar essas horas “perdidas” a ver <I style="mso-bidi-font-style: normal">reality shows</I> que mais não fazem do que os embrutecer. Os portugueses não têm hábitos de leitura nem parece que venham a ter nos tempos mais próximos. Entre comprar um livro e lê-lo vai um fosso do tamanho do nosso país, é que os portugueses comprar livros lá isso compram agora lê-los é que a história é outra. No país das aparências há um fascínio por encher de livros as estantes, porque a cultura para os portugueses é isso mesmo – uma estante lá longe onde se depositam livros para não mais serem mexidos. </FONT> </SPAN><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana"><o:p></O:P></SPAN></B></FONT></P></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1157635814771290932006-09-07T14:30:00.000+01:002006-09-16T15:12:19.700+01:00a questão mais debatida<DIV align=justify><STRONG><FONT size=4>A QUESTÃO MAIS DEBATIDA.</FONT></STRONG><FONT face=Georgia color=#800000> <FONT color=#000000>A festa do Avante! trouxe um amargo de boca a José Sócrates com a presença das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). <EM>"Essa notícia surpreende-me muito, precisamente porque Portugal integra a União Europeia, que consideram as FARC uma organização terrorista"(..)"O que a Colômbia espera de Portugal é solidariedade no combate ao terrorismo",</EM> foram as palavras do embaixador colombiano em Portugal, Plínio Apuleyo Mendoza. </FONT></FONT></DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#000000></FONT> </DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#000000><EM><A href="http://dn.sapo.pt/2006/09/07/nacional/pcp_cria_embaraco_diplomatico_a_socr.html">o PCP, através de um comunicado do gabinete de imprensa, confirmou que estiveram presentes duas organizações provenientes da Colômbia, o Partido Comunista Colombiano e a revista "Resistência" - uma publicação que funciona como porta-voz das FARC - no âmbito dos convites que o PCP dirige e que se "baseiam exclusivamente na sua política de relações internacionais e na solidariedade dos comunistas portugueses para com aqueles que em todo o mundo desenvolvem processos de resistência e luta contra as políticas anti-sociais, antidemocráticas e belicistas das principais potências imperialistas, ou de governos claramente manietados e instrumentalizados por essas potências - como é o caso do governo colombiano".</A></EM></FONT></DIV><DIV align=justify><EM><FONT face=Georgia color=#000000></FONT></EM> </DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#000000>Este "embaraço diplomático" como lhe chama o DN coloca o PCP numa posição frágil uma vez que poderá ser tomado como um partido que apoia oposições e programas alternativos independentemente dos conteúdos mais ou menos democráticos. </FONT></DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#000000></FONT> </DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#800000><FONT color=#000000><FONT color=#000000>Para uma análise mais profunda aconselha-se a leitura do</FONT> </FONT> <STRONG><A href="http://kontratempos.blogspot.com">Kontratempos</A></STRONG>. </FONT></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1157542065328859822006-09-06T12:27:00.000+01:002006-09-16T15:10:36.150+01:00vacina contra a sida<P align=justify><FONT size=4><STRONG>VACINA CONTRA A SIDA.</STRONG></FONT> <FONT face=Georgia color=#000000>Ao que parece a cura para a SIDA só será possível através de uma vacina segundo afirmam investigadores. No entanto, apesar dos donativos e das iniciativas, tal só parece viável dentro de alguns anos. Até lá continuarão a morrer milhões. Esperemos que a vacina não esteja já disponível o que se verifique seja uma guerra de direitos de exploração. </FONT></P>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1157030865857831352006-08-31T14:27:00.000+01:002006-08-31T14:27:52.830+01:00Abrupto<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">ABRUPTO. </SPAN></B><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia">José Pacheco Pereira pôs os media portugueses a falar de blogues e os jornalistas nacionais a escrevê-los. Que Carla Hilário Quevedo queira acreditar que o <I style="mso-bidi-font-style: normal">Abrupto</I> teria o mesmo número de leitores se fosse um blogue anónimo não tenho nada a ver com isso, agora não nos queira vender essa ideia absurda. O facto do Abrupto ser de José Pacheco Pereira confere-lhe um estatuto especial, coloca-o numa áurea de mediatismo único, independentemente da qualidade dos textos apresentados. À excepção do segmento «O Abrupto feito pelos seus leitores» a generalidade dos <I style="mso-bidi-font-style: normal">posts</I> (textos) de Pacheco Pereira são de um vazio quase admirável, bem exprimido aquilo nem dá para um batido. Mas a verdade é que nisto dos blogues como em tudo em Portugal das aparências se faz a vida, mais vale cair em graça do que ser engraçado. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P></DIV><DIV><EM><FONT color=#000080 size=1></FONT></EM> </DIV><DIV> </DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1156937933769587192006-08-30T12:38:00.000+01:002006-08-30T12:38:53.866+01:00desafio<DIV align=justify><FONT size=4><STRONG>DESAFIO.</STRONG></FONT> <SPAN class=arial11><FONT face=Georgia color=#800000>Mahmoud Ahmadinejad, presidente Iraniano, desafia George W. Bush para um debate televisivo, em directo, sem censura, lançando para a mesa, desde já, a acusação de que o governo norte-americano impõe <SPAN class=arial11><FONT color=#800000><EM><A href="http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=719532">«um sistema injusto ao Mundo, onde a dignidade e o respeito para com os outros não existe»</A>.</EM></FONT></SPAN> Em conferência de imprensa na capital iraniana, Teerão, Ahmadinejad afirmou: <SPAN class=arial11><FONT color=#800000><EM>«Proponho um debate com o senhor Bush, Presidente dos Estados Unidos, numa conversa televisiva em directo sobre assuntos mundiais e formas de resolver os problemas da comunidade internacional». </EM>Trata-se, portanto, de um desafio no mínimo interessante. A ser recusado pelo PR dos EUA será visto como uma negação ao debate e à aproximação possível, seja qual for a justificação da Casa Branca. Certamente a comunidade internacional terá todo o interesse em seguir atentamente este debate. Querem a minha opinião? Bush não vai aceitar, usando-se do argumento de que não dialoga com o regime Iraniano enquanto não acabarem com a produção de urânio. Uma saída airosa que a mim não me convencerá.</FONT></SPAN></FONT></SPAN></DIV><DIV align=justify><SPAN class=arial11><FONT face=Georgia color=#800000><SPAN class=arial11></SPAN></FONT></SPAN> </DIV><DIV align=justify><SPAN class=arial11><FONT face=Georgia color=#800000><SPAN class=arial11><A href="http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=719532">fonte</A>. </SPAN></FONT></SPAN></DIV><DIV align=justify><SPAN class=arial11><FONT face=Georgia color=#800000><SPAN class=arial11>post também na <A href="http://cidadeladosincultos.wordpress.com">Cidadela dos Incultos</A>.</SPAN></FONT></SPAN></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1156852893250635782006-08-29T13:01:00.000+01:002006-08-29T13:01:33.586+01:00terapia de choque<DIV align=justify><FONT size=4><STRONG><IMG height=121 alt="" hspace=2 src="http://kenny.smoovenet.com/grabpics/kenny.gif" width=100 align=right vspace=2 border=0>TERAPIA DE CHOQUE.</STRONG></FONT> <FONT face=Georgia color=#800000>Segundo o criador de «South Park» os marines norte-americanos obrigaram Saddam <FONT color=#800000>Hussein a ver a adaptação para cinema desta série de sucesso. O filme, intitulado <EM>«South Park: maior, mais longo e sem cortes»</EM>, retrata Saddam com tendências homossexuais e sadomasoquistas. No filme o ex-ditador alia-se ao diabo para dominar o mundo. Ao que parece Saddam foi obrigado a ver o filme repetidas vezes. Uma terapia de choque de ocidentalização à força. Esta notícia não deixa de nos fazer rir, a originalidade da tortura merecia uma distinção. É caso para dizer: torturadores, sejam criativos!</FONT></FONT></DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#800000></FONT> </DIV><DIV align=justify><FONT face=Georgia color=#800000>fonte: <EM>Diário Digital - ler notícia </EM><A href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=47&id_news=241091"><STRONG>aqui</STRONG></A><EM>.</EM></FONT></DIV><DIV align=right><FONT FACE="VERDANA" COLOR="#000080" size=1><I> <A HREF="http://www.qumana.com" TARGET="_blank"></A></I></FONT> </DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1156779624587534692006-08-28T16:40:00.000+01:002006-08-28T17:03:40.460+01:00holocausto<DIV align=justify><STRONG><FONT size=4>HOLOCAUSTO EM TEERÃO</FONT></STRONG>. <FONT color=#800000><FONT face=Georgia>A capital Iraniana será palco de uma conferência sobre o Holocausto sob o nome de <SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12><EM>"Estudo sobre o holocausto: perspectiva mundial"</EM>. Os temas a serem colocados sobre a mesa serão: <FONT color=#800000><SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12><A href="http://www.rtp.pt/index.php?article=253251&visual=16"><EM>"razões para o anti-semitismo na Europa", "o holocausto do ponto de vista de documentos históricos", "o holocausto, as leis e os media", e "o holocausto e o sionismo"</EM></A><EM>. </EM>Isto numa altura em que <FONT color=#800000><EM><A href="O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, colocou em dúvida, várias vezes nos últimos meses, a existência do holocausto."><SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12>o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, colocou em dúvida, várias vezes nos últimos meses, a existência do holocausto. O presidente Ahmadinejad acusou a Europa de ter utilizado o "mito" do holocausto para criar o estado de Israel. </FONT></SPAN></A></EM></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></DIV><P align=justify><FONT color=#800000><FONT face=Georgia><SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12><FONT color=#800000><SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12><FONT color=#800000><SPAN class=textodestaquesa12>Estas afirmações do Presidente Iraniano só fazem sentido à luz dos conflitos internacionais servindo de base para atear ainda mais a fogueira com Israel. O Holocausto constitui a mais negra página do século XX e uma das mais negras da História Universal, negá-lo representa um desrespeito pela memória das vitimas. Não está em causa a força do lobby judeu, o desajustado apoio incondicional a Israel por parte do Ocidente, está em causa sim as desajustadas palavras do Presidente <SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12 color=#800000>Ahmadinejad. Estas palavras não ajudam em nada a melhorar a imagem do governo Iraniano. </FONT></SPAN></SPAN></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></P><P align=justify><FONT color=#800000><FONT face=Georgia><SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12><FONT color=#800000><SPAN class=textodestaquesa12><FONT class=textodestaquesa12><FONT color=#800000><SPAN class=textodestaquesa12><SPAN class=textodestaquesa12>fonte: <A href="http://rtp.pt"><EM>RTP Online</EM></A></SPAN></SPAN></P><DIV align=justify><BR></FONT></FONT></SPAN><EM> </EM></FONT></FONT></SPAN></FONT></FONT></DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1156769595982742392006-08-28T13:53:00.000+01:002006-08-28T13:53:15.986+01:00musicasfera<DIV align=justify><STRONG><FONT size=4>MUSICASFERA.</FONT> </STRONG><FONT face=Georgia color=#800000>De olho na imprensa online - ainda muito pobre de conteúdos - a música é o que mais me chama a atenção no JN. <EM><A href="http://jn.sapo.pt/2006/08/28/cultura/nao_chamem_lenda_chamemme_miles_davi.html">"Não me chamem lenda chamem-me Miles Davis"</A></EM> é um artigo de Rui Branco, uma viagem ao universo do jazz; e a estranha notícia de que <EM><A href="http://jn.sapo.pt/2006/08/28/cultura/elton_john_fazer_hop.html">"Elton John vai fazer hip hop"</A></EM>. Um dos grandes cantores românticos das últimas décadas prepara uma viragem de estílo. Terá sucesso? Talvez a curiosidade venda alguns discos mas mais tarde ou mais cedo será óbvio que <EM>não bate a bota com a perdigota</EM>. </FONT></DIV><DIV><EM><FONT color=#000080 size=1></FONT></EM> </DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-27437515.post-1156624911370383832006-08-26T21:41:00.000+01:002006-08-29T00:20:44.760+01:00opinião ao desbarato<DIV><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana">OPINIÃO AO DESBARATO. </SPAN></B><I style="mso-bidi-font-style: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #cc6600; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Boston">«Quando Margarida Rebelo Pinto tem opinião sobre Dan Brown então toda a gente é crítica literária.»</SPAN></I><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana"> </SPAN></B><SPAN style="COLOR: maroon; FONT-FAMILY: Georgia"> Aqui há uns tempos encontrei a capa de uma revista – cujo nome era «Volta ao Mundo» – com um título muito interessante: <I style="mso-bidi-font-style: normal">“Margarida Rebelo Pinto descobre erros no Código Da Vinci”.</I> <SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Isto é no mínimo curioso. Para além de espelhar que a obra de Dan Brown é realmente um sucesso, a tal ponto que toda a gente tem algo a dizer sobre ela, e que há uma fobia desmesurada em encontrar incongruências históricas, revela também que em Portugal se passa cartão a toda a gente com meia dúzia de palavras para dizer. Uma autora que não é capaz de escrever um livro sem se auto-plagiar é agora uma especialista em crítica literária alheia. Não tarda nada e temos a Dona Alzira, que escreve as suas dúvidas para qualquer dessas revistas para domésticas, a dar opinião sobre a construção gramatical de Sophia de Mello Breyner Andersen. <I style="mso-bidi-font-style: normal">Agora digam lá se isto não é opinião ao desbarato?</I></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Georgia"> <SPAN style="COLOR: maroon"><o:p></o:p></SPAN></SPAN></P></DIV><DIV><EM><FONT color=#000080 size=1></FONT></EM> </DIV>João Ferreira Diasnoreply@blogger.com