tag:blogger.com,1999:blog-23399759.post-54995199276300009382007-03-14T03:47:00.000Z2007-03-14T03:47:00.000ZCaro anónimo,já escrevi neste blog, a minha opiniã...Caro anónimo,<BR/><BR/>já escrevi neste blog, a minha opinião sobre as inexistentes programações (durante muitos anos!) para o Concelho e também, desde Novembro, para o Cineteatro. Laxismos, incompetências e linear objectivo para não proporcionar desenvolvimento intelectual, cultural e social às pessoas, tem estado igualmente nessas ausentes manifestações culturais Por óbvio, a Câmara, acomodada e inexperiente, ao ver-se com um cineteatro novo no regaço, não sabe nem quer arriscar "alimentá-lo", vivificá-lo.<BR/>Mas eu tinha plena certeza que a Câmara iria entregar o espaço a uma entidade colectiva ou individual... Quem é que não previa tal escape ao trabalho?<BR/><BR/>Não é necessário criar mais uma empresa municipal para dirigir a cultura no Concelho. Bastaria uma vereação atenta, capacitada, empreendedora, sabedora dos tempos que correm. A partir daí, um director executivo-programador (trabalhando directamente com a vereadora e, com o presidente), mais um razoável grupo de executivos e técnicos, e o cineteatro, as associações, etc, teriam o necessário, o pretendido, o muito ambicionado... Creia, é muito fácil activar culturalmente o Concelho!<BR/>Basta, e vou propositadamente repetir, o pelouro sabiamente dirigido.<BR/><BR/>A solução até poderia passar por isto: convidar as Associações Culturais do município para apresentarem um projecto ideológico - especifico, ideolígico-cultural - de programação para dois(2) anos. O melhor projecto seria aceite. Caso nenhum convencesse, então optaria pelo protocolo com o Arte em Rede, ou por outra opção.<BR/><BR/>A raiz do problema-programação do Cineteatro não está na actual ausência do município no projecto Arte em Rede, mas sim na inexistente vontade (e sabedoria!), também até hoje, para usufruir dos benefícios dessa descentralização cultural e a formação de públicos proporcionada pelo governo. Pura e simplesmente o executivo camarário não quer, porque entende que os espectáculos, as exposições, os ateliers, as formações de públicos, programáveis a partir do Programa Território das Artes, não são os apropriados (quiçá "perigosos") para o conhecimento e desenvolvimento dos habitantes do município... Porém, em Janeiro, Rio Maior chegou a constar dos mais de 150 pretendentes aos serviços do Instituto das Artes. Desistiu? <BR/>Não gostou das propostas? Não tinha dinheiro para tal? Ficará mais "barato" outro tipo de eventos?<BR/><BR/>A senhora vereadora para a Cultura alguma vez deu uma entrevista de fundo, sobre os seus objectivos? Fez um discurso entusiasmante, aonde e quando? Apresentou um projecto compacto (sim! Compacto!) para o Concelho perante quem?<BR/>E alguém já ouviu, durante vinte anos, o Sr. presidente falar abertamente sobre Cultura? Sobre um projecto global para o Concelho nesta "matéria"?<BR/>O problema também é esse...Manoel Barbosahttp://www.blogger.com/profile/10936784508840660531noreply@blogger.com