tag:blogger.com,1999:blog-221544052009-07-06T21:27:58.620-03:00Pipoca de SalImpressões pessoais sobre cinemaJuarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.comBlogger113125tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-1853705524321731672009-07-06T21:24:00.003-03:002009-07-06T21:27:58.627-03:00Festival de Micrometragens continua... "de arrepiar”<a href="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SlKWUvPlVPI/AAAAAAAAALw/6aQDJCkim1g/s1600-h/novo+logo_etapa+3.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355508189920318706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SlKWUvPlVPI/AAAAAAAAALw/6aQDJCkim1g/s320/novo+logo_etapa+3.JPG" border="0" /></a><br /><div align="justify">Começou a 3° etapa do 1º Festival de Micrometragens Brasileiro Cel.U.Cine, para produções de até 3 minutos em formatos alternativos usando novas mídias como celulares, câmeras digitais e mini-dvds. O tema desta vez é “De Arrepiar”. Para os fãs de filmes de terror – não poderia haver tema mais sugestivo.<br /><br />De acordo com os organizadores do festival, a proposta é estimular a produção e ampliação da difusão de conteúdos no Brasil e no exterior por meio das novas mídias, principalmente, os celulares.<br /><br />Para atingir esse objetivo, a Cel.U.Cine firmou parcerias com o Canal Brasil, que exibirá com exclusividade os trabalhos selecionados no 1º Festival de Micrometragens, e com a RIO Filmes, que lançará as produções em DVD.<br /><br />Os interessados em participar devem enviar os filmes e realizar a sua inscrição até o dia 27 de julho de 2009 no portal www.celucine.com.br. O resultado será divulgado no dia 9 de agosto de 2009, durante o Festival Brasileiro de Cinema Universitário. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-185370552432173167?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-6566281633105545552009-06-25T21:59:00.002-03:002009-06-25T22:07:29.093-03:00O Matador<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SkQdxtq-VRI/AAAAAAAAALo/X4xJ-OLkKaQ/s1600-h/o+matador.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 169px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SkQdxtq-VRI/AAAAAAAAALo/X4xJ-OLkKaQ/s320/o+matador.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351434997133628690" border="0" /></a> <br /><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Lucida Sans Unicode"; panose-1:2 11 6 2 3 5 4 2 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-2147476737 14699 0 0 63 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:none; mso-hyphenate:none; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Lucida Sans Unicode"; mso-font-kerning:.5pt; mso-fareast-language:#00FF;} @page Section1 {size:595.25pt 841.85pt; margin:2.0cm 2.0cm 2.0cm 2.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1; mso-footnote-position:beneath-text;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]--> <p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Ao acompanharmos as aventuras de Jeff (ChowYun-Fat), entendemos em detalhes o porquê de John Woo ter se tornado um objeto tão cult entre cineastas moderninhos do mainstream americano. As construções das várias seqüências de ação são realmente de tirar o fôlego. Tiros, sangue, tiros, pombos, tiros, roupas brancas, tiros, acordes histriônicos, tiros... O estilo do cineasta que foi consagrado a posteriori com obras mais “limpas” como <i>A Outra Face </i>e <i>Missão Impossível II </i>transborda por aqui<i>.</i> Estamos falando do auge de Woo no cinema chinês – violência, estilo exagerado, cafonice e uma pieguice de fazer corar roteirista de novela mexicana.</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"> <br /></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">A trama gira em torno da amizade entre um ético matador profissional (Fat) e o policial (Danny Lee) que o persegue. Jeff mata bandidos e é um cara cheio de honra e em um tiroteio acaba ferindo a cantora Jenny (Sally Yeh) e a deixa praticamente<span style=""> </span>cega. Sente-se culpado e topa um último serviço para conseguir um transplante de córnea para a garota. Cumpre o serviço, mas acaba vítima de uma emboscada e tem início a sua perseguição pelo policial vivido por Danny Lee. O sucesso de <span style="font-style: italic;">O Matador</span> não vem de sua trama, mas da maneira com a qual o diretor constrói as belas cenas de ação; os movimentos dos heróis são belíssimos, cheios de estilo. Em contraponto, há vilões caricatos que deixam nítido a contradição entre o belo e o feio. <span style=""> </span>Palavras de honras pra lá de afetadas, muitos (mas muitos) tiroteios e<span style=""> </span>um melodrama de arder os olhos em um filme que fez de Woo um mito. Aqui o diretor contou com o apoio do produtor Tsui Hark (aquele mesmo, o diretor de <i style="">Era Uma vez na China</i>) e do super astro Chow Yun-Fat. Simplesmente irresistível.</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"> <br /></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Ponto Alto:<span style=""> </span>o humor estilo pastelão me incomoda.</p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"> <br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Ponto Baixo: a plasticidade das sequências de ação continua insuperável, mesmo depois de tantas imitações.<span style=""> </span></p> <div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-656628163310554555?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-72376333646397024112009-06-09T23:40:00.002-03:002009-06-09T23:45:29.423-03:00E Continuam os Festivais...<div align="justify"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Si8dYFAo3dI/AAAAAAAAALg/YGKGJ5aRiVg/s1600-h/celucine+logo+jpeg.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345523582210989522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Si8dYFAo3dI/AAAAAAAAALg/YGKGJ5aRiVg/s320/celucine+logo+jpeg.JPG" border="0" /></a> </div><div align="justify">Só que este Festival é atrevido, no bom sentido, e sugere novas linguagens. Trata-se da <strong>Cel.U.Cine </strong>com o 1° Festival de micrometragens brasileiro. Focado em produções de até 3 minutos, o festival possibilita ainda que os filmes sejam gravados em celulares, câmeras digitais e mini-dvds.</div><div align="justify"><br />O<em> Festival Cel.U.Cine</em> de micrometragens, adotando novas mídias, principalmente o celular, tem tudo para se tornar um pólo difusor de cultura no Brasil. Sempre oferecendo novas possibilidades, como a utilização da mídia celular para a produção e ampla difusão de conteúdos brasileiros criativos.</div><div align="justify"><br />A <strong>Cel.U.Cine</strong> conta também com grandes parcerias, como o canal Brasil e a RIO Filmes, onde os micrometragens serão exibidos com exclusividade pelo canal e lançados em DVDs pela produtora.</div><div align="justify"><br />A segunda etapa do Festival está em andamento com tema “Sonhando acordado”, os filmes estão sendo enviados diretamente ao portal <a href="http://www.celucine.com.br/">www.celucine.com.br</a>, agora prorrogado até dia 10 de junho. O resultado da 2° etapa sairá entre os dias 16 e 22 de Junho.</div><div align="justify"><br />Liberte seu lado cultural e criativo produzindo seu micrometragem. Participe do Festival <strong>Cel.U.Cine</strong></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-7237633364639702411?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-24680262545559994742009-06-08T20:54:00.009-03:002009-06-08T21:10:07.043-03:00SP TERROR<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Si2lnY2W7TI/AAAAAAAAALQ/CF3uCe0_GpU/s1600-h/Deixe+ela+entrar.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Si2lnY2W7TI/AAAAAAAAALQ/CF3uCe0_GpU/s320/Deixe+ela+entrar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345110428862573874" border="0" /></a><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Lucida Sans Unicode"; panose-1:2 11 6 2 3 5 4 2 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-2147476737 14699 0 0 63 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:none; mso-hyphenate:none; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Lucida Sans Unicode"; mso-font-kerning:.5pt; mso-fareast-language:#00FF;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]--> <p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Entre os dias 22 de junho e 02 de julho, os paulistanos poderão desfrutar do SP TERROR - Festival Internacional de Cinema Fantástico. Os filmes serão exibidos nas salas da Reserva Cultural na Avenida Paulista. São mais de 30 títulos com destaque para o sueco <i style=""><span style="">Deixe Ela Entrar </span></i><span style="">de Tomas Alfredson (eu nunca vi, mas já li que a coisa é boa) e o brasileiro <i>Mangue Negro</i>, filme de zumbis dirigido por Rodrigo Aragão. Outro produções que não posso deixar de citar são o britânico </span><i style="">Lesbian Vampires Killers</i><span style=""> de Phil Claydon e <i>Solos</i> do chileno Jorge Olguín. Mas a lista é grande e não pára nisso; têm filmes argentinos, japoneses e também independentes americanos. <o:p></o:p></span></p> <br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Si2l2rdBDfI/AAAAAAAAALY/apGVThcMJQc/s1600-h/Lesbian.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Si2l2rdBDfI/AAAAAAAAALY/apGVThcMJQc/s320/Lesbian.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345110691554594290" border="0" /></a><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Lucida Sans Unicode"; panose-1:2 11 6 2 3 5 4 2 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-2147476737 14699 0 0 63 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:none; mso-hyphenate:none; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Lucida Sans Unicode"; mso-font-kerning:.5pt; mso-fareast-language:#00FF;} @page Section1 {size:595.25pt 841.85pt; margin:2.0cm 2.0cm 2.0cm 2.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1; mso-footnote-position:beneath-text;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]--> <p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="">O SP TERROR terá ainda duas mostras competitivas: a internacional e a iberoamericana. Os jurados são do quilate de José Mojica Marins (dispensa apresentação), Dennison Ramalho (cineasta de curtas como <i style="">Amor Só de Mãe</i>), Erico Borgo (crítico de cinema – site <i style="">Omelete</i> – lembra?!)<span style=""> </span>e Leopoldo Tauffenbach (artista plástico e “dono” do recém-lançado blog <i style="">Cine Demência</i>). Oportunidade imperdível para a galera de Sampa. Aqui em Brasília, resta ficar morrendo de inveja ou programar uma viagem de última hora. Quem sabe?<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p> <p class="MsoNormal"><span style=""> <br /></span></p><p class="MsoNormal"><span style=""><span style="font-weight: bold;">Serviço – </span><span style="font-style: italic;">www.spterror.com</span></span></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-2468026254555999474?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-63300192603644633642009-05-05T20:47:00.001-03:002009-05-05T20:49:57.282-03:00O Homem que Amava as Mulheres<a href="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SgDQiFVm8BI/AAAAAAAAAK4/STw0dAfBcMU/s1600-h/amavaasmulheres.png"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332491242773606418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SgDQiFVm8BI/AAAAAAAAAK4/STw0dAfBcMU/s320/amavaasmulheres.png" border="0" /></a><br /><div align="justify">Como diz uma das “suas mulheres”, Bertrand Morane (Charles Denner) parece ter cara de passarinho. E é com um jeitão de garoto carente, sem qualquer traço do convencional carisma sexual, o nosso cara de passarinho, que vive para e pelas mulheres, arranca suspiros e se envolve em paixões avassaladoras. Apenas as mais espertas conseguem sair com menos arranhões das garras de um conquistador tão sensível. Na verdade, a trajetória do amante insaciável de Truffaut, uma espécie de vampiro da alma feminina, começa com o funeral deste, no qual apenas mulheres acompanham o cortejo. Depois, somos levados a acompanhar, por meio de uma autobiografia de qualidade duvidosa – escrita pelo próprio personagem, a eterna busca de expiação de um homem que corrompe e se deixar iludir pela complexidade do universo feminino. E Truffaut realmente faz as coisas fluírem na elegância do idioma francês com enquadramentos versáteis e uma construção narrativa louvável.<br /><br />Diferente de outros conquistadores, como o sarcástico <em>Alfie </em>de Michael Caine, que tem como combustível de suas conquistas o narcisismo masculino, Bertrand Morane traz uma bagagem muito mais complexa. E neste “enquadramento” da narrativa, o ator Charles Denner parece nunca se entregar por completo. Sempre meio ausente, o protagonista deixa as garotas direcionarem a relação e depois, a frustração. Extremamente simples em sua condução, o filme segue a trajetória da obsessão pela complexidade de alma feminina, em um viés mais convencional que o proposto por cineastas como Bergman e Khouri, mas não menos rico e interessante. Um estudo do comportamento humano e uma aula de cinema.<br /><br />Ponto Alto: As mulheres, se não belas, têm um estilo blasé irresistível.<br /><br />Ponto Baixo: toda a energia do personagem ter uma justificativa convencional, como sugerido em certa parte da trama, incomoda mesmo aos menos sensíveis. Preferi encarar como uma brincadeira. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-6330019260364463364?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-66003703521899878052009-05-05T20:41:00.003-03:002009-05-05T20:47:18.339-03:00The Wizard of Gore<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SgDPnFxrw2I/AAAAAAAAAKw/rC4UFYqPUhw/s1600-h/montag.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332490229279081314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SgDPnFxrw2I/AAAAAAAAAKw/rC4UFYqPUhw/s320/montag.bmp" border="0" /></a><br /><div align="justify">Herschell Gordon Lewis, com toda a sua tosquice, é realmente um visionário do cinema extremo. Como uma espécie de Jess Franco do novo continente, o cineasta norte-americano compensava os recursos paupérrimos com uma criatividade emocionante. E neste The Wizard of Gore temos um exemplo palpável desta invencionice. O clima nostálgico e a violência gráfica ainda são capazes de angustiar os “escaldados” espectadores modernos. A canastrice do mágico Montag (Ray Sager), a trama cartunesca, as insinuações sexuais e a violência explícita formam uma sugestiva mistura de filmes ao estilo da produtora inglesa <em>Hammer</em> com produções explotations.<br /><br />Na trama, um mágico consegue fazer truques sangrentos com voluntárias da platéia que depois acabam morrendo com as mesmas seqüelas dos truques apresentados no palco, o que levanta a curiosidade de um casal de jornalistas. Na verdade, Sherry (Judy Cler) quer levar o mágico ao seu programa de televisão, enquanto Jack (Wayne Ratay) é um repórter esportivo que desconfia da violência do mágico desde o início. No caso de <em>The Wizard of Gore</em>, Herschell Gordon parece um hippie (em tons pastéis, é claro) fazendo aquele cinema maniqueísta, bem ao gosto da máquina republicana americana. E o melhor é que, com exceção da inegável ação do tempo em certas passagens, o resultado é pra lá de satisfatório.<br /><br />Ponto Alto: a resolução da trama justifica um pouco os truques de vai-e-vem nos momentos dos sangrentos truques. Sem falar que é uma solução, no mínimo, interessante.<br /><br />Ponto Baixo: a improvável cena final é uma das coisas mais ridículas que já tive a oportunidade de acompanhar.</div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-6600370352189987805?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-50479158946012435272009-03-28T16:36:00.004-03:002009-06-23T17:11:12.619-03:00Vanishing Point<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Sc6CG0SO1oI/AAAAAAAAAKo/X0mIe06i8LE/s1600-h/vanishing.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318331263597074050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Sc6CG0SO1oI/AAAAAAAAAKo/X0mIe06i8LE/s320/vanishing.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Filme cool setentista sobre Kowalski (Barry Newman), um ex-piloto de corridas que tem de transportar um carro de Denver para San Francisco e acaba perseguido pela polícia, mas, ajudado por um radialista cego, segue viagem, modificado a paisagem dos desertos ao seu redor. O carro queridinho dos americanos, o Dodge Challenger, e o estilo despojado do protagonista movido a anfetaminas fazem de <em>Vanishing Point </em>um pequeno clássico da contracultura. </div><br /><div align="justify"></div><div align="justify">A chave do filme está em seu protagonista. Kowaslski foi policial (mas foi expulso por tentar ajudar uma garota a fugir do assédio de um colega) e mantém o respeito por ser veterano da guerra do Vietnã. Entretanto, surge como uma espécie de ex-hippie em busca de expiação. Ele mantém o olhar distante e não se apega a nada, nem a ninguém - ainda parece incorformado com a morte trágica da mulher que gostava - e na sua trajetória rumo a lugar nenhum descontrói "símbolos" como a polícia, a religião e o próprio estilo de vida dos hippies. Um reflexo do incorformismo e dos conflitos vividos pela juventude americana na época, ainda perdida com as possibilidades abertas nos anos 1960.<br /><br />Como não poderia ser diferente, um filme politicamente incorreto como esse não poderia passar sem um remake. E este foi realizado em 1997 e traz Viggo Mortensen no elenco. Não vi e nem me interessa, pois tenho medo deles terem transformado a macheza inconseqüente de Kowaslki em sensibilidade. Prefiro ficar com o original e lembrar que uma dose extra de testosterona não faz mal a ninguém.<br /><br />Ponto Alto: fico na dúvida entre a cena dos ladrões gays ou a sequência onírica com os fanáticos religiosos no deserto.<br /><br />Ponto Baixo: os flashbacks com as cenas de romance, incluindo a estúpida morte da companheira do protagonista, são muito ruins.</div><div align="justify"></div><br /><div align="justify">PS: atenção para a música do <em>Globo Repórter </em>logo no início das perseguições. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5047915894601243527?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-18310474300648030872009-03-28T15:53:00.001-03:002009-03-28T15:55:51.409-03:00A Espiã<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Sc5ykbE4shI/AAAAAAAAAKg/OKSCTfdjeoU/s1600-h/book.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318314180040241682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/Sc5ykbE4shI/AAAAAAAAAKg/OKSCTfdjeoU/s320/book.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">No retorno ao país laranja depois de um “estágio” cheio de altos e baixos no mainstream norte-americano, Paul Verhoeven nos traz ao mundo da espionagem na resistência holandesa em plena segunda-guerra. Amontoado de clichês e forçadas situações pra mostrar que alguns nazistas não são tão maus assim; enquanto, por outro lado, há heróis movidos por interesses nada éticos. Na verdade, um punhado de soluções fáceis recheadas com pitadas de erotismo e violência. Achou ruim?! Eu não!<br /><br />Ponto Alto: a protagonista, Carice van Houten, tem um corpo perfeito e é um sopro de esperança nestes tempos em que a beleza natural faz falta no cinema. O “tingimento ariano” é um daqueles momentos gratuitos que nos fazem sorrir de orelha a orelha.<br /><br />Ponto Baixo: a canastrice suja do tal médico Hans (Thom Hoffman) incomoda até os mais tolerantes. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-1831047430064803087?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-78211409029264527642009-02-25T17:25:00.005-03:002009-02-25T17:59:42.362-03:00O Lutador<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SaWuhR5dDuI/AAAAAAAAAJ4/9qWQ4Ov6-C8/s1600-h/wrestler.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306839622689296098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 294px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SaWuhR5dDuI/AAAAAAAAAJ4/9qWQ4Ov6-C8/s320/wrestler.jpg" border="0" /></a> <div><a href="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SaWq3fLyFAI/AAAAAAAAAJw/8Nu7pwAV-AI/s1600-h/The-Wrestler-1.jpg"></a><div align="justify">Os chatos criticaram a brincadeira com a rivalidade entre EUA e Irã no final de <em>O Lutador</em>. Meu Deus, não é possível que não tenham percebido a ironia. A grande piada sobre o estilo esbanjador dos americanos nos anos 1980 e a decadência dessa pujança econômica personificada no próprio protagonista. Quem gosta de wrestling senão o americano padrão, aquele redneck de carteirinha? E qual seria a reação desse público diante de um confronto-piada entre um “radical” iraniano e um herói yankee da velha-guarda? Nada além de uma deliciosa ironia deste Darren Aronofsky, que dá provas de realmente pairar acima da mesmice do cinema americano.<br /><br />Na figura exagerada de Mickey Rourke o ícone perfeito de uma geração decadente. A fusão entre ator e personagem é mesmo impressionante. O estilo maduro e gente boa de Randy “The Ram”, um lutador de telecath ainda se equilibrando em ringues amadores em busca de uma glória sem volta, não poderia caber a outro ator. Rourke representou a decadência de um estilo de vida exagerado e fluorescente que deixou marcas profundas em quem o aproveitou sem meios termos.<br /><br />Randy foi personagem de um videogame e agora dorme no carro, pois não tem dinheiro para pagar o aluguel do trailer que chama de casa - isso ultrapassa o conceito que temos do white trash lutando pelo seu espaço. Uma vez que a redenção não vai vir – o sonho americano do talento brotando na lama ficou no passado – o futuro é ainda mais sombrio. E o melhor é que tudo vem recheado por uma deliciosa farofa kitsch que está na música, no figurino, na direção de arte, nos personagens (Marisa Tomei também dá show em todos os sentidos) e respinga na cara do telespectador em cada frame de <em>O Lutador</em>.<br /><br />Para ficar nos aspetos técnicos, as lutas são primorosas (a do grampeador faz qualquer um ranger os dentes) e se encaixam perfeitamente à narrativa – até que ponto é teatro, até que ponto está passando dos limites... E, tirado alguns exageros pirotécnicos do nosso cineasta (a entrada no açougue poderia ter ficado sem os gritos na platéia, como bem lembrou um amigo), <em>O Lutador </em>merece ser descoberto justamente por cuspir na cara do americano comum que o mundo mudou e ele não paira mais acima do bem e do mal. E olha que a mensagem é polêmica, pois a atuação irretocável de Rourke não lhe rendeu todos os prêmios que merecia. Agora vale mais ser chapa branca apoiando a causa homossexual utilizando-se de Sean Penn que escancarar a decadência de uma era com um galã deformado. Todos fomos enganados.<br /><br />Ponto Alto: o diálogo exaltando a diversão desmedida dos anos 1980 em contraste com a deprê sugerida por Kurt Cobain na década seguinte. Coisa de gênio.<br /><br />Ponto Baixo: entendemos a proposta de lugar comum no encontro com a filha (interpretada pela bela Evan Rachel Wood), mas faltou uma mão mais leve nestes momentos. A idéia podia ser outra, mas a mensagem que ficou foi de pieguice.<br /><br />PS: reparem na cena externa em que Tomei e Rourke conversam em frente a um brechó; uma filial da Igreja Universal com letreiros em espanhol aparece atrás do ator. Como não acredito em “situações casuais” no cinema, fica a impressão de mais uma prova que os EUA dos anos 1980 realmente mudou.</div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-7821140902926452764?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com3tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-55388872795655624972009-02-18T20:54:00.004-03:002009-02-18T21:04:02.318-03:00Rocky Balboa<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SZyhJ3CgmOI/AAAAAAAAAJo/g_Qo-IFekh8/s1600-h/rocky.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304291651900971234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 319px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SZyhJ3CgmOI/AAAAAAAAAJo/g_Qo-IFekh8/s320/rocky.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Reza a lenda que o personagem Rocky Balboa foi inspirado em Chuck Wepner, um coadjuvante no mundo dos pesos pesados, que, por um golpe do destino, enfrentou Muhammad Ali. Chuck chegou a derrubar “o maior de todos os tempos” durante a luta. O problema foi que a batalha durou os quinze rounds previstos e Ali não derrubou o cara, apenas judiou. O negócio foi feio. Pego este mote, criou-se em época de moral em baixa nos EUA (todos citam a Guerra do Vietnã e o caso Watergate) o “freak” mais querido do mundo do boxe. O cenário: as ruas lavadas da Filadélfia, sinônimo de liberdade para o povo americano. O filme mostrava que qualquer um, inclusive um retardado que trabalhava como cobrador para os mafiosos, pode ser um vencedor.<br /><br />O primeiro filme foi em 1976 e chegou a papar alguns Oscars (o detalhe é que Rocky perde a luta para Apollo Creed, apesar de ter uma versão dublada em que dizem que deu empate... nada a ver). O filme foi o golpe certo na carreira de Stallone; definitivamente, catapultou a carreira do astro. Pois depois de uma temporada tenebrosa (a série só caiu de qualidade ao longo do tempo), Rocky - agora um velho viúvo em conflito com o filho - volta às ruas molhadas da cidade natal e, na tentativa de promover um jovem e impetuoso lutador, encara uma improvável luta promocional. É a chance de redenção e a oportunidade de passar bons valores ao filho etc. O cara é um herói, mas tem de provar isso mais uma vez – dizem que as pessoas têm até três oportunidades de darem certo na vida, mas essa regra não se aplica ao nosso boxeador favorito. <em>Rocky Balboa</em>, apesar de puxar na sacarose em vários momentos, tem seu charme; afinal a despedida do Ganharão Italiano dos ringues não poderia passar despercebida.<br /><br />Ponto Alto: as sequências de treinamento ao som clássico de Bill Conti e as cenas de luta são muito bem realizadas.<br /><br />Ponto Baixo: Rocky continua aquele cara lento na vida social. Meio perdidão, sem tato nenhum com a mulherada. Naquela época era até legal ver isso; hoje, ninguém mais tem paciência.<br /><br />P.S: dedicado ao amigo Dieguito.</div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5538887279565562497?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-55919348254542542072009-02-12T23:21:00.004-02:002009-02-12T23:45:17.089-02:00O Curioso Caso de Benjamim Button<div align="justify"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SZTMOMQNXaI/AAAAAAAAAJg/sHn0vd5xCoo/s1600-h/button.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302087205501361570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SZTMOMQNXaI/AAAAAAAAAJg/sHn0vd5xCoo/s320/button.jpg" border="0" /></a>Quem viu o novo filme de David Fincher com certeza vai o comparar a <em>Forrest Gump</em>. E a semelhança com a obra de Zemeckis não é à toa – os roteiros foram concebidos pelas mesmas mãos. No caso, as mãos de Eric Roth. Não sei se isso é bom ou ruim – pois apesar do inegável talento em dar vida a personagens fascinantes - Roth enfraquece o foco deste <em>Benjamim Button</em>,<em> </em>que é a ação implacável do tempo. E há outras peculiaridades que detonam com a pretensão épica idealizada por Fincher: a estrutura narrativa não é nada inventiva (e, como diz um amigo, lembra <em>Titanic</em>), a maquiagem e os efeitos comprometem qualquer verossimilhança (tudo bem que o tom era de fábula, mas fica o registro) e certas “liberdades poéticas” são, no mínimo, inadequadas (aceito sugestões para seqüências mais piegas que a do beija-flor).<br /><br />Mesmo assim, justiça seja feita – as quase três horas de projeção jamais se tornam enfadonhas e a premissa é interessante demais. Também é preciso ressaltar que um pouco de altruísmo não faz mal a ninguém. <em>O Curioso Caso de Benjamim Button </em>prega virtudes e a mensagem de “viva o presente” é extremamente adequada para os dias atuais. Sem falar que, a despeito da inconsistência do roteiro, saímos realmente intrigados com a ação irremediável do tempo em nossas vidas. Isso eu comprovei em ver o rosto enrugado da personagem mais gratuita da trama, a leitora-de-diários vivida por uma das minhas paixões de adolescência, Julia Ormond.<br /><br />No elenco, destaque para o charme e elegância de Cate Blanchett. Brad Pitt está bem e acho legal a idéia de criar expectativa para ver o ator de “cara limpa”. A seqüência do ataque suicida ao submarino é magnífica e as cenas de dança são extremamente bem realizadas, com exceção daquele encontro lúdico e brega à meia luz. Enfim, um filme bom e do bem, mas enfraquecido pela pretensão napoleônica de seu principal realizador.<br /><br />Ponto Alto: Benjamim Button, agora quase um garoto, vislumbra o corpo desgastado da sua amada Daisy. Cena realmente deslumbrante.<br /><br />Ponto Baixo: a invencionice narrativa da seqüencia do atropelamento em Paris não leva a lugar nenhum. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5591934825454254207?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com5tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-52948387364100674162008-12-21T13:50:00.004-02:002008-12-21T14:00:04.932-02:00Halloween<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SU5nrGjVT5I/AAAAAAAAAJQ/XbTe9eOfy7I/s1600-h/Michael.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282273403143016338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SU5nrGjVT5I/AAAAAAAAAJQ/XbTe9eOfy7I/s320/Michael.jpg" border="0" /></a><br /><div><div align="justify">Tudo bem que a irregularidade é uma característica dos filmes de Rob Zombie, pois ele não tem lá muita mão pra criar roteiros ou gerar momentos de tensão; entretanto, em termos de estilo e ousadia, suas produções são ímpares. Neste<em> Halloween</em>, a cena iniciada por <em>Love Hurts</em> do <em>Nazareth</em> é uma das coisas mais ousadas e estilosas que vi no cinema mainstream nos últimos tempos. Para mostrar uma criança iniciando uma carnificina violentíssima no renascimento de um ícone pop tem de ser, no mínimo, atrevido. O problema é que, após um momento tão marcante, há a infeliz seqüência do garoto no internato, com uma tentativa confusa de tentar ilustrar o mal – edição remontando a um dos trabalhos anteriores do cineasta: <em>A Casa dos 1000 Corpos</em>. Entretanto, depois do tédio pretensioso, o menino ataca uma enfermeira e aí todo o talento do cineasta ressurge. E é com esses momentos díspares que Zombie reconta a estória de Michael Myers, personagem criado por John Carpenter nos saudosos anos 1970.<br /><br />O filme de Zombie cai bastante depois que Myers cresce (e muito, vira um gigante), foge do internato e volta para a pequena Haddonfield a fim de terminar um serviço que começou quando criança. O tema batido e a falta de tato em gerar aflição no espectador não ajudam muito. Em compensação, as cenas violentas seguem visualmente impecáveis. No elenco, destaque para a musa Sheri Moon e William Forsythe, como um padrasto nada afetivo, sem falar nas pontas de Ken Foree, Bill Moseley e Danny Trejo.<br /><br />Parênteses para Malcolm Mcdowell como o Dr. Loomis. Mcdowell mais uma vez insiste em dar provas de que não soube envelhecer. O ator genial de <em>Calígula</em> e <em>Laranja Mecânica</em> foi a personificação do rolling-stone-way-of-life no cinema – olhos esbugalhados, gesticulação frenética e uma marcante áurea junkie; além, é claro, do inegável talento. Sei lá por que cargas d’água, mas o cara nunca mais repetiu aquelas atuações e foi escolhendo papéis com dedo podre – chegando ao cúmulo de participar daquelas produções softcores ridículas que a Band não cansa de reprisar nas sextas sexies da vida. Neste <em>Halloween</em>, o ator dá mais uma prova de que seu estilo não resistiu ao tempo. No universo dark e cabeludo de Zombie, o personagem do psiquiatra, deslocado e ofegante, virou uma mera caricatura.<br /><br />É fato que, feitas as contas, o <em>Halloween</em> de Zombie paira acima do lugar comum do cinema americano. Entretanto, a fragilidade do argumento e outra série de defeitos (o que é aquele calabouço edwoodiano no qual Myers aprisiona sua irmã?) trouxeram muitas críticas negativas e o filme ficou marcado como um caça-níquel sem atrativos. Não concordo com esta opinião; pois, a despeito de tudo, se não pelo conjunto da obra, gostei de <em>Halloween</em> pelas sangrentas seqüências do massacre inicial e do desfecho.<br /><br />Ponto Alto: Zombie selecionou bem o casting feminino e foi extremamente generoso nas cenas de nudez. Ponto pra ele.<br /><br />Ponto Baixo: a protagonista Scout Taylor-Compton dá uma melhorada no duelo final, mas levou o filme todo no piloto automático com aquela carinha de atriz dos seriados de Aaron Spelling.</div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5294838736410067416?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-8619947434877983502008-12-07T22:20:00.002-02:002008-12-07T22:25:19.857-02:00Ebola Syndrome<a href="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/STxo0_yTkdI/AAAAAAAAAJA/DOb17uCVAZ8/s1600-h/EBOLA.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277208123056296402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/STxo0_yTkdI/AAAAAAAAAJA/DOb17uCVAZ8/s320/EBOLA.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Filme realizado para um público que não se incomode em entrar na tosqueira exagerada proposta pelo cineasta. A estória recheada de situações de mau gosto conta a torta trajetória de um chinês que após realizar um triplo homicídio em Hong Kong vai tentar a sorte em restaurante na África do Sul e acaba por contrair o vírus Ebola. O detalhe é que o cara é tão escroto que tem imunidade ao Ebola, mas se transforma em um hospedeiro dos mais indesejados. O filme é um festival de extravagâncias, o que justamente torna a obra, se não divertida, ao menos curiosa. Vamos a alguns momentos que desde sempre fazem parte da antologia asiática do cinema extremo: o vilão se masturba com um pedaço de carne de porco e depois os serve aos clientes do restaurante, as crises com as pessoas se debatendo e babando por conta do Ebola merecem aplausos de tão ruins, o vilão adquiri o ebola ao estuprar uma moribunda (ela tem espasmos durante a penetração e o cara fica com dificuldade de, digamos, desfazer o ato sexual), os hambúrgueres feitos com carne de gente morta e por aí vai.</div><br /><div align="justify"></div><div align="justify">Em contraposição, vale citar algumas tomadas diferentes do corpo humano - mais especificamente, a boca, repleta de saliva e vírus. Idéia legal e bem apresentada. Mesmo assim, o filme quis e decididamente faz jus ao rótulo de trash. Para quem quiser rir ou ficar de estômago embrulhado com o show de escatologias este <em>Ebola Syndrome</em> é imperdível. O chauvinismo do protagonista e o preconceito fanfarrão contra negros, brancos e os próprios asiáticos podem mexer com os brios dos críticos mais sensíveis, mas decididamente este tipo de cinema não foi produzido para os mais sensíveis.<br /><br />Ponto Alto: o protagonista sempre agitado é um achado. O diretor Herman Yau e Anthony Wong trabalharam no famigerado <em>The Untold Story</em> um pouco antes e aqui dão mais uma prova da afinidade da dupla.<br /></div><br /><div align="justify"></div><div align="justify">Ponto Baixo: a cena da garotinha dividindo um doce com seu cachorrinho provoca náuseas, mas apresenta um gancho que definitivamente não tem nada de diferente do convencional.</div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-861994743487798350?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-77475728532570874612008-11-28T00:04:00.005-02:002008-11-28T00:18:03.409-02:00Vicky Cristina Barcelona<div align="justify"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SS9R15RV1SI/AAAAAAAAAI4/iim6VM_xtnQ/s1600-h/vicky.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273523675022611746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SS9R15RV1SI/AAAAAAAAAI4/iim6VM_xtnQ/s320/vicky.jpg" border="0" /></a> Fui todo empolgado ver o novo de Woody Allen e saí decepcionado. O tema do pragmatismo dos americanos versus o espírito libertários dos europeus é batido e o cineasta não apresentou nada de novo, na verdade se afundou em um sem fim de situações comuns. Minha memória só conseguiu buscar <em>Só Você</em> – farofa com Marisa Tomei e Robert Downey Jr. que enriqueceu nosso capenga vocabulário romântico há uns bons 10 anos atrás. A ciranda de paixões propostas por Allen em <em>Vicky Cristina Barcelona</em> é falsa e mal estruturada e, assim, somos levados a crer que não é obra de um artista genialmente cínico que tem o poder de interpretar situações cotidianas como nenhum outro.<br /><br /><div align="justify">Vamos aos fatos - as personagens que dão nome ao filme são duas americanas que vão passar o verão (verão longo, viu!) em Barcelona e lá irão experimentar o estilo de vida espanhol. Enquanto Vicky (Rebecca Hall) está prestes a se casar e apenas quer concluir os estudos em cultura catalã, Cristina (Scarlett Johansson) não sabe bem o que quer da vida, apenas quer viver de maneira intensa. Elas conhecem o pintor Juan Antonio (Javier Bardem), o tipo sedutor mais óbvio dos últimos tempos, que com um papinho de boteco leva as meninas para um final de semana na bela Oviedo. Lá tem início um triângulo amoroso que se tornará um quadrado com a chegada de Maria Elena (Penélope Cruz) – ex-mulher do pintor. </div><div align="justify"><br />Vamos destacar o personagem central da trama; o Juan Antonio de Bardem parece zombar do publico com uma caricatura tão óbvia do sedutor latino; isso sem mencionar o poder de persuasão previsível - na verdade, ele apenas usa os argumentos desconsertados das mulheres a seu favor. A conturbada relação de Juan com a ex-mulher rende alguns momentos divertidos, mas que logo se tornam repetitivos e inverossímeis, mesmo em um lugar em que as pessoas se expressam de forma expansiva. Nesta linha, a Maria Elena de Penélope Cruz deixou o histrionismo se sobrepor à sensualidade. </div><br /><div align="justify">Com tantas críticas, fica a impressão que odiei o filme, mas não é bem assim. <em>Vicky Cristina Barcelona</em> é leve e fácil de assistir e, apesar de tudo, vemos o bom e velho Allen em alguns momentos. Os melhores exemplos são a ironia de um personagem ao tema de mestrado de Vicky e a seqüência em que Cristina é questionada sobre o motivo que a levou a estudar o idioma chinês. Outro ponto forte é que a cidade de Barcelona foi muito bem fotografada, entretanto tudo leva a crer que o roteiro foi elaborado para se encaixar aos pontos turísticos e não o contrário. Para um cineasta comum, <em>Vicky Cristina Barcelona</em> seria uma obra satisfatória, mas para alguém com o talento de Allen fica abaixo da linha do medíocre. </div><br /><div align="justify">Ponto Alto: a música e o som pontuam a trama de maneira bem eficiente.</div><br /><div align="justify">Ponto Baixo: o esperado beijo entre Johansson e Cruz é uma desapontadora bitoquinha acompanhada de um carinho no rosto. Muito barulho por nada.</div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-7747572853257087461?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-74568416752666534232008-11-24T21:27:00.005-02:002008-11-24T21:50:23.841-02:00O Massacre da Serra Elétrica<div align="justify"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SSs68AxaZ3I/AAAAAAAAAIw/rbsMucsP4YE/s1600-h/Texas.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272372591441110898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SSs68AxaZ3I/AAAAAAAAAIw/rbsMucsP4YE/s320/Texas.jpg" border="0" /></a>Este clássico do horror é presença obrigatória na lista de quem se aventure a entender o cinema americano. O filme tem um tom documental genuíno que empresta uma urgência desesperada ao espectador – uma sensação que vai além do medo. A grande obra de um cineasta, tanto que, a despeito do relativo sucesso comercial que alcançou depois, Tobe Hooper sempre será lembrado pela originalidade de <em>O Massacre da Serra Elétrica</em>. O filme foi realizado com uma liberdade artística evidente e não temeu em ser ousado. Nos anos 1970, o hype era ser politicamente incorreto e os excessos de toda esta geração foram escancarados com a crueza necessária em câmeras de 16 mm neste exemplar singular do cinema independente. <div align="justify"><br />A suposta lenda urbana de um grupo de jovens vítimas de uma família redneck do Texas é uma coletânea de lendas, fatos e preconceitos que ajudam a construir e/ou consolidar um arquétipo do medo. O tema por si é indigesto e, para piorar, a construção dos personagens e situações passam a impressão de que estamos diante de um vídeo amador - o pesadelo parece mesmo real. Sem falar no insaciável combustível hedonista quer perpassa não só o que vemos na tela, mas a produção como um todo. Ao contrário de qualquer conceito do establishment atual, somos deleitados com um festival de seqüências perturbadoramente antológicas. </div><div align="justify"></div><br /><div align="justify">Antologia suja construída com a desconstrução de mitos do american way of life: veterano de guerra ardil e sanguinário, a morte de um cadeirante sem qualquer valoração por conta das suas limitações e a nada convencional cena de jantar em família são apenas exemplos. Revi um dia desses e o filme continua original, anárquico e assustador. E para alfinetar os moderninhos, vale salientar que não há remake violento e bem produzido que faça jus ao original.</div><br /><div align="justify">Ponto Alto: a cena da primeira morte com a marretada na cabeça.</div><br /><div align="justify">Ponto Baixo: não que tenha feito falta, mas vamos dizer que faltou um pouco mais de exploração da sensualidade da protagonista.</div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-7456841675266653423?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-26278704547848436432008-11-20T01:15:00.005-02:002008-11-20T20:24:28.333-02:00Falcões da Noite<a href="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SSTXG0vuCxI/AAAAAAAAAIo/aSRpjEhmT2c/s1600-h/Falcoes3.gif"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270573976168303378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SSTXG0vuCxI/AAAAAAAAAIo/aSRpjEhmT2c/s320/Falcoes3.gif" border="0" /></a> <div align="justify">Filme policial estiloso e casca grossa ambientado em uma úmida Nova Iorque no início dos anos 1980. Astros de primeira linha, violência sem frescura e ainda uma trama de terroristas com atentados na Europa. <em>Falcões da Noite</em> é um filme bom, mas não passa disso, pois em momentos cruciais da trama seus realizadores optaram por lançar mão de uma ironia que pode soar agressiva a quem curte o gênero. Particularmente, não gostei de certas resoluções que tiraram o foco do contexto violento e sério que pautava a obra até então. Pensando com calma, depois da cena do teleférico – estilo 007 fanfarrão - tudo já tinha ido por água abaixo mesmo e a tal “sacação final” apenas pôs fim a quem, assim como eu, ainda acreditava em alguma redenção.</div><br /><div align="justify">Pois bem, vamos falar das flores. Stallone faz o cana barra pesada Deke DaSilva - veterano da guerra do Vietnã, cheio de marra, que marca território com o cabelo grande, a barba e o inseparável casaco de couro. Seu parceiro de polícia é outro poço de estilo, o bruto Matthew Fox (o galã Billy Dee Williams) – os dois vivem armando botes em traficantes e ladrões dos bairros mais violentos de Nova Iorque. Fazem um excelente trabalho, mas são rechaçados constantemente pelos superiores. A propósito, DaSilva está em uma fase de reconciliação com a ex-mulher Irene (vivida pela famosa Lindsay Wagner, em papel pequeno). Do outro lado da linha, temos o terrorista Wulfgar (Rugter Hauer, sempre mesclando elegância e agressividade na dose certa) que depois de aprontar nas ruas de Londres e Paris se manda para Nova Iorque para fazer valer uma lógica política precipitada mal explicada no filme. Wulfgar ainda conta com o apoio da bela Shaka (Persis Khambatta).</div><br /><div align="justify">O diretor Bruce Malmuth - que, entre outros, fez o figurinha carimbada da sessão de gala <em>Onde Estão as Crianças?</em> e também <em>Difícil de Matar</em> com Steven Seagal - sabe criar estilo, mas tem mão frouxa na condução da trama. A despeito de tudo nos deleitamos com cenas pra lá de icônicas, como a perseguição que se inicia na boate e termina na estação do metrô e a canastrice de Stallone fazendo beicinho ao receber a notícia de que em uma situação de risco pode haver a possibilidade de ferir alguém para deter o tal terrorista. No fim, o saldo positivo se deve a bela construção de algumas seqüências. Mesmo assim, não vale a consciência pesada, pois se nem os realizadores levaram o filme a sério, não é o publico que os vai redimir!</div><br /><div align="justify">Ponto Alto: Billy Dee Wiliams faz o coadjuvante dos sonhos de todo o protagonista – dá uma força, se machuca, mas sua presença no fundo pouco acrescenta – nada sabemos sobre o personagem ao longo trama. No caso de <em>Falcões da Noite</em>, ele apenas impregnou os frames de estilo. </div><br /><div align="justify">Ponto Baixo: as cenas de drag queen.</div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-2627870454784843643?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-88005925003690207322008-10-31T19:53:00.004-02:002008-10-31T20:02:13.893-02:00La Casa Dalle Finestre Che Ridono<div align="justify"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SQt_pNAZ-yI/AAAAAAAAAGQ/0PyxnvvJgGU/s1600-h/la_casa_dalle_finestre_che_ridono.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263440935355284258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SQt_pNAZ-yI/AAAAAAAAAGQ/0PyxnvvJgGU/s320/la_casa_dalle_finestre_che_ridono.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">O filme não é de todo ruim, mas por comentários de amigos, confesso que esperava mais. A estória do restaurador Stefano (Lino Capolicchio) que ao chegar a uma pequena cidade italiana passa a investigar estranhos acontecimentos ocorridos com o pintor do afresco de São Sebastião que tenta restaurar é razoável, mas sinceramente careceu de um roteirinho mais bem elaborado e de uma produção melhor acabada. Enquanto o incipiente investigador adentra nos meandros da cidade e descobre os segredos de seus habitantes somos atacados por uma horda de situações lugar-comum que veríamos depois em uma infinidade de obras. Não há como discutir o caráter inovador do filme em 1976, como também não há como negar que <em>La Casa...</em> não resistiu tão bem ao tempo e, numa inversão irônica, acabou por se tornar uma obra comum.</div><br /><div align="justify">Vamos aos fatos – Stefano tem um amigo na cidade que tenta alertá-lo do perigo em investigar os desdobramentos da vida do pintor, mas o que ocorre? O amigo morre. O tal mistério principal envolve um caso de família mal resolvido e todos na cidade têm consciência dos crimes, mas o único disposto a falar é um bêbado (o Coppola de Gianni Cavina), que logicamente carece de credibilidade. Há o affair do protagonista (a bela Francesca – Francesca Marciano) a quem desconfiamos no início, mas descobrimos a posteriori ser apenas mais uma vítima. A polícia não descobre nada quando é convocada pelo incauto investigador. E, por fim, o personagem mais óbvio aparece como o derradeiro vilão. Ou seria vilã? Por mais simpáticos que sejamos ao gênero, é fato que a produção sucumbiu à superexposição dos próprios clichês.</div><br /><div align="justify">Infelizmente, a concepção estética da produção também tende ao local comum. Obviamente, o filme é bem retratado, a música é boa e algumas seqüências realmente causam tensão. Entretanto, não há nada no filme de Pupi Avati que se destaque. Mais uma vez tudo (ou quase tudo) caiu na vala comum. Não há como negar que contemporâneos e conterrâneos de Avati como Argento e Fulci são bem mais gráficos não só do ponto de vista da violência, mas também no acabamento estético. Por outro lado, é impossível não reconhecer que assistir ao filme é uma boa diversão. <em>La Casa....</em> tem um bom ritmo e apesar de óbvia, a trama prende a atenção. Até o lugar comum do cinema italiano lá nos 1970 é diferenciado.</div><br /><div align="justify">Ponto Alto: o melhor momento, sem dúvida, é a tomada com a tal "casa das janelas que riem”. </div><br />Ponto Baixo: faltou um pouco mais da boa e velha sensualidade italiana. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-8800592500369020732?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-51773221164211972092008-10-21T22:24:00.003-02:002008-10-21T22:41:23.843-02:00Cidadão X<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SP51b-nSyLI/AAAAAAAAAGI/NTY_Y7Z0ybs/s1600-h/img11.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SP51b-nSyLI/AAAAAAAAAGI/NTY_Y7Z0ybs/s320/img11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259770538340042930" border="0" /></a><br /><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size:100%;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-family:Times New Roman;">A história da caçada da polícia soviética ao insaciável serial killer Andrei Chikatilo deu um excelente telefilme com gente do porte de Stephen Rea, Donald Sutherland e Max von Sydow no elenco. Na verdade, a história é focada nas perrengas enfrentadas pelo médico-legista Viktor Burakov (Rea) elevado à condição de investigador e perseguidor do mais cruel assassino da cortina de ferro, que matou mais de 50 jovens nas décadas de 1970, 1980 e 1990. Toda a investigação passava pelo crivo do partido comunista e os problemas eram muitos, não só pelo ponto de vista ideológico, mas principalmente pelas limitações estruturais.</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size:100%;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-family:Times New Roman;"><br /><span style=""> </span><span style=""> </span></span></span></span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" > </span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size:100%;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-family:Times New Roman;">O filme faz severas críticas ao sistema comunista e uma coisa ou outra ainda parece provocação gratuita (uma vez que <span style="font-style: italic;">Citizen X</span> é de 1995), mas é evidente a falta de tato por parte do governo soviético para enfrentar um monstro como Chikatilo (aqui vivido com a angústia necessária por Jeffrey DeMunn). Mas será que é simples enfrentar um homem que leva uma vida aparentemente normal, mas para saciar um instinto bizarro ou uma frustração deplorável molesta e mata crianças? Definitivamente não, uma vez que do lado de cá da ficção, países ricos sofrem com a profusão destes monstros sociais, cuja imprevisibilidade da atuação torna praticamente impossível qualquer ação de prevenção. O que países com um aparato tecnológico melhor e um banco de dados mais completo geralmente faz é identificar e tirar de maneira mais célere o serial killer de circulação, pois no caso de Chikatilo o próprio governo soviético se negava a acreditar na existência de um assassino tão brutal – o que realmente dificulta e muito qualquer trabalho.<span style=""> </span></span></span></span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" > </span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" ><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" >Apesar de detalhes como o fato de todos falarem inglês na União Soviética (isto me causa incômodo desde <span style="font-style: italic;">Casa dos Espíritos</span>) e o protagonista ser um ser humano composto apenas de virtudes deixarem a produção com a cara da boa e velha dialética maniqueísta do cinema americano, isto não estraga o fato de <span style="font-style: italic;">Cidadão X </span>ser uma produção intrigante e muito bem realizada. Na verdade, o que importa é que o filme é bem conduzido e deixa o espectador ligado até os créditos finais. E olha que estamos falando de uma produção feita para a televisão. Merece e muito ser descoberto.</span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" > </span></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" ><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" >Ponto Alto: Donald Sutherland como o oficial irônico que agiliza por baixo dos panos as coisas para o esforçado Burakov destila talento. E olha que o pai do nosso querido Jack Bauer levou no piloto automático.</span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" > </span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" ><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:100%;" >Ponto Baixo: A entrada do psiquiatra interpretado por Sydow, que cria o tal relatório <span style="font-style: italic;">Cidadão X </span>com o perfil psicológico do assassino é feita de supetão. A importância do personagem é fundamental na trama, entretanto ele é muito mal explorado.</span></p></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5177322116421197209?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com4tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-10087464995731942282008-10-02T20:36:00.006-03:002008-10-02T21:24:36.660-03:00Abre Los Ojos<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SOVhthzAxtI/AAAAAAAAAGA/hiH2bP3AWsY/s1600-h/abre.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SOVhthzAxtI/AAAAAAAAAGA/hiH2bP3AWsY/s320/abre.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252711975191889618" border="0" /></a> <br /><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; 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Muitos se frustraram com o filme espanhol, mas o preconceito é infundado, pois, apesar da versão americana ser mais bem realizada (produção caríssima e tal), é fato que não é mais interessante (e muito menos original, obviamente) que seu antecessor. Enquanto Tom Cruise - apesar de qualquer preconceito que se possa ter contra o cara - passeia quando posto em comparação com o nosso eterno platinha queimada Noriega, Cameron Diaz definitivamente não é melhor que sua rival latina (Najwa Nimri) e no duelo Fele Martínez versus Jason Lee sugerimos um empate técnico com ligeira vantagem para o americano. Como Penélope Cruz é a tal musa Sofia nas duas produções e o personagem do psquiatra tanto faz como tanto fez, deixamos o desempate para outro diferencial que é o clímax do filme. E aqui é inegável que o original é mais sustentável que seu primo rico. Sem falar que ter a idéia original também conta pontos e, dessa forma, o ouro vai para Amenábar.</span></strong><o:p></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><b> <br /><u1:p></u1:p><u1:p></u1:p><u1:p></u1:p></b><strong><span style="font-weight: normal;"><u1:p></u1:p>Novamente acompanhamos a trajetória do playboy mulherengo (mas sensível e inteligente) que se vê diante de um dilema ao comer o pão que o diabo amassou depois que fica deformado por conta de um acidente. Ele tinha tudo e com o rosto destruído desliga-se de um mundo no qual sempre reinou como protagonista. Ele não sabe lidar com a sensação de ser desagradável, e aí parte para um tratamento nada convencional. O bom do filme é que a galera com menos de 40 anos vai se identificar com dilemas como envelhecimento, eternidade, beleza, desejo, dinheiro, sexo... Um estudo superficial e deliciosamente pop, mas que inegavelmente causa reflexões. Não é mania de moleque metido a indie não, mas que este pequeno clássico moderno fica ainda mais autêntico e charmoso com sotaque latino isso fica. Pode acreditar!</span></strong><b><o:p></o:p></b></p><div style="text-align: justify;"> <u1:p></u1:p> </div><p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><b> <br /></b><strong><span style="font-weight: normal;"><u1:p></u1:p>Ponto Alto: Penélope Cruz quando fala espanhol é mesmo uma atriz diferenciada. É aqui ela se sobressai.</span></strong><b><o:p></o:p></b></p><div style="text-align: justify;"> <meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]--> </div><p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><b> <br /></b><strong><span style="font-weight: normal;"><u1:p></u1:p>Ponto Baixo: o roteirista teve uma idéia, colocou no papel e viu que o negócio era bom pra ser filmado, entretanto a produção, nitidamente sentido o peso da falta de dinheiro, acaba por exagerar na improvisação em certos momentos. E é nesses momentos que refletimos como a máquina hollywoodiana sabe mesmo tornar mais críveis as fantasias.</span></strong><b><o:p></o:p></b></p> <strong><span style="font-weight: normal;font-size:12;" ></span></strong><p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; font-weight: bold;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span style=""> </span><o:p></o:p></span></strong></p> <p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-weight: bold;"><strong><span style="font-weight: normal;"><o:p> </o:p></span></strong></p> <p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-weight: bold;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span style=""> </span></span></strong></p> <div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-1008746499573194228?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-87917712615748449012008-09-23T23:24:00.002-03:002008-09-23T23:32:59.677-03:00Cloverfield - O Monstro<a href="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SNmlbP4HKLI/AAAAAAAAAF4/m25hYYBrRbs/s1600-h/liberdade.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249408728213956786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SNmlbP4HKLI/AAAAAAAAAF4/m25hYYBrRbs/s320/liberdade.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">A premissa é avassaladora, mas o resultado ficou aquém do que esperávamos. O ritmo não se mantém e do meio para o final estamos bocejando no aguardo para a conclusão da estória do monstro que resolve destruir Nova Iorque. Pois bem, o filme tem gente de seriado famoso envolvida, um elenco novo e “descolado” e uma idéia que, apesar de não ser nada original, sugere um sopro de criatividade – estamos falando da câmara subjetiva, que empresta um certo tom documental e urgente ao filme e, obviamente, nos aproxima dos personagens.<br /><br />Falar em personagens, os tais são dignos de seriado! O conflito de um casal de amigos que se gosta e não se assume não sabemos por que cargas d’água é coisa que funcionava lá na época do <em>Barrados no Baile</em>. Pois bem, Rob Hawkins (Michael Stahl-David) é o protagonista e, ao ser “rejeitado” pela amiga Beth (Odette Yustman), aceita uma proposta de emprego no Japão. E é na festa de despedida do baitola que as coisas acontecem. O tal monstro chega destruindo tudo e comendo a todos; no desespero da fuga, uma tragédia aqui, outra ali, e o desespero é grande, mas o que Rob faz? Ele, praticamente a salvo do pior, decide voltar para o lugar dos ataques - que virou um verdadeiro campo de guerra por conta da intervenção do exército - para salvar a amada sem nem saber se a garota está viva. Os amigos (fiéis ou idiotas?) o acompanham.<br /><br />E o roteiro se sustenta por este fiapo de trama que só funciona para quem deixou de lado qualquer sinal de bom senso. Entretanto, nesta versão ianque de Godzilla, a baboseira de jovens adultos divididos entre o amor e o lado profissional é o que menos importa, o povo quer ver é a destruição e o caos provocados pelo tal monstro. E nisso os realizadores acertaram em cheio no início; ficamos apavorados na primeira metade do filme com a insegurança provocada pela situação, mas esse suspense se dilui à medida que o roteiro força escolhas inverossímeis. No final, a melhor coisa do filme - a tal câmara subjetiva - não funciona mais e o telespectador está cansado deste ritmo frenético e descerebrado. O filme não é ruim, mas tinha potencial para muito mais.<br /><br />Ponto Alto: a cabeça da Estátua da Liberdade no meio da rua e a cena no túnel do metrô. Momentos que deixaram muita gente nostálgica de <em>Fuga de Nova Iorque</em> e <em>Aliens – O Resgate</em>.<br /><br />Ponto Baixo: pode ser implicação, mas é fato que a passividade emocional e a ausência de qualquer traço de carisma do tal Michael Stahl-David são constrangedoras e acabam por comprometer toda a produção. </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-8791771261574844901?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-4052015196170794272008-09-14T20:43:00.003-03:002008-11-20T20:25:06.146-02:00Batman - O Cavaleiro das Trevas<a href="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SM2izHalIsI/AAAAAAAAAFw/dN5Q4HPHwJM/s1600-h/coringa.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246028140004057794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SM2izHalIsI/AAAAAAAAAFw/dN5Q4HPHwJM/s320/coringa.JPG" border="0" /></a><br /><div align="justify">O novo filme do Batman é realmente diferenciado. Sombrio e, na medida do possível, atrevido, mas é inegável que grande parte desse sucesso se deve a interpretação irretocável de Heath Ledger no papel de Coringa. Não há limites para um personagem tão anárquico. Lembrei de um ensaio de Edgar Allan Poe sobre a perversidade. Caso fosse uma produção menos endinheirada e com mais liberdade artística, a exploração do personagem poderia ir mais longe e não parar em um dilema cafona de bondade. A cena do hospital é antológica, mas depois temos de engolir o desfecho da seqüência do barco. Uma parece que faz parte do nascimento de um talentoso cineasta europeu ainda sem freios, enquanto a outra é a cara das produções protagonizada pelas irmãs Olsen. Tudo embrulhado na mesma produção. Desse jeito, fica difícil qualquer mensuração.<br /><br />Pois bem, aqui o que menos interessa é mesmo Batman, apesar de alguns forçados conflitos e do auxílio de Lucius Fox (Morgan Freeman) e Alfred (Michael Caine) para dar “sustância” ao herói. Neste caso, temos a história de Harvey Dent (Aaron Eckhart, segurando a canastrice) – promotor incorruptível que depois de um trauma vira o Duas Caras, personificação de uma Gotham City totalmente podre a beira da hecatombe que recebe um empurrão para a completa insanidade pelas mãos do Agente do Caos (essa denominação é muito apropriada). É algo assustador a presença avassaladora do vilão, sempre maquiavélico, irônico, escatológico... a insegurança provocada em algumas seqüências são primorosas; algo que David Fincher sempre buscou e conseguiu, diga-se a verdade, mas em raros momentos.<br /><br />O Coringa é o contraponto perfeito a mesmice do filme que tem de se valer de exageros pirotécnicos que beiram a infantilidade e do velho dilema do desespero amoroso para segurar a narrativa. Na verdade, ninguém suporta mais ver os heróis matando milhares de pessoas, pois o bandido mantém sua namorada como refém – a bondade mandando a mensagem que vale sacrificar tudo por amor. Na verdade, o herói não passa de um egoísta que usa seus recursos em benefício próprio. Pois bem, separe o joio do trigo e divirta-se com o novo filme do Batman, digo Coringa. Ah, esqueci de mencionar o Christopher Nolan. Ele, na verdade, merece todos os méritos por entender que o segredo não está no herói, mas sim nos desígnios dos vilões. Parabéns para o cara; fez um filme acima da média nessa mediocridade que paira no cinemão - e tem gente que ainda briga por achar genial os conflitos adolescentes vividos por Peter Parker.<br /><br />Ponto Alto: Why So Serious?! Novo ícone pop.<br /><br />Ponto Baixo: a voz forçada de Batman. Impossível não rir! </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-405201519617079427?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com4tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-51296367051651299972008-09-12T22:03:00.003-03:002008-09-12T22:22:54.454-03:00O Portal<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SMsRowlP7wI/AAAAAAAAAFo/-av7wLSoQTM/s1600-h/normal_rabnong_poster01.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SMsRowlP7wI/AAAAAAAAAFo/-av7wLSoQTM/s320/normal_rabnong_poster01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245305582936649474" border="0" /></a></div><div style="text-align: justify;"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" ref="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} h2 {mso-margin-top-alt:auto; margin-right:0cm; mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; mso-outline-level:2; font-size:18.0pt; font-family:"Times New Roman";} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]--> <p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Trata-se daqueles filmes orientais violentos, mas este aqui está longe de ter um roteiro elaborado ou alguo emblemático. Na verdade, aqui não há absolutamente nada de inventivo – um grupo de jovens (alguns são tão jovens que parecem crianças) se perde em meio a uma floresta e são mortos pelo sobrenatural (no melhor estilo <span style="font-style: italic;">Premonição</span>) ou por um serial killer (aqui vamos de slasher mesmo). Sempre que o pesadelo está para acabar, mais surpresas. E, por fim, o confronto final que não é tão FINAL assim...</p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"> <br /><o:p></o:p></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p></o:p><span style="font-weight: normal;font-size:12;" ></span></p><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPARTIC%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:compatibility> <w:breakwrappedtables/> <w:snaptogridincell/> <w:wraptextwithpunct/> <w:useasianbreakrules/> <w:dontgrowautofit/> </w:Compatibility> <w:browserlevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><style> <!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} --> </style><!--[if gte mso 10]> <style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} </style> <![endif]--> <p class="MsoNormal">Estamos falando de uma produção tailandesa com pinta e estilo de filminho americano, mas então por que ver este tal de <span style="font-style: italic;">Rap Nawng Sayawng Khwan</span>? Simples – o gore. Obra de arte neste quesito!!! Cada coisa exagerada e pra lá de divertida. Para os iniciados um deleite, pra quem não ta acostumado só vai ter de novo o estilo silábico e entoado de falar dos tailandeses, logicamente mais próximo dos chineses que dos japoneses. Mas é importante avisar que ninguém vai passar alheio a tanta sangueira. Esqueça completamente o senso crítico e boa diversão. Vale a pena.</p><p class="MsoNormal"> <br /><b style=""><o:p></o:p></b></p> <p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Ponto Alto: gore, gore, gore, gore. </p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"> <br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Ponto Baixo: a forçada no desfecho é uma das coisas mais imbecis que vi nos últimos tempos. Pode até amarrar algumas coisas que acontecem durante o filme, mesmo assim não dá pra aceitar de coração aberto.</p> </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5129636705165129997?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-9042075581824357452008-05-22T20:18:00.002-03:002008-05-22T20:22:50.222-03:00O Franco-Atirador<a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SDYAMPalNHI/AAAAAAAAAFg/7pRl--JjzYk/s1600-h/imagem+deer.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203346629769639026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SDYAMPalNHI/AAAAAAAAAFg/7pRl--JjzYk/s320/imagem+deer.jpg" border="0" /></a><br /><div align="justify">Este filme é bom pra CARALHO. Desculpe a grosseria inicial, mas este pequeno épico intimista assinado por Michael Cimino me deixou eufórico. Um filme pesado, mas muito bem conduzido e que propõe uma visão antibelicista, no mínimo, engenhosa. Sem falar em um elenco de causar comoção em qualquer pessoa. Pois bem, reza a lenda que após o sucesso do filme (laureado de todas as formas) Cimino se lançou em um projeto que simplesmente quebrou a United Artist – o faroeste cabeça <em>Portal do Paraíso</em>. Hoje gente considera cult, mas não posso emitir qualquer juízo de valor, pois nunca o vi. Mas o assunto aqui é outro e que parece bem mais unânime.<br /><br />O roteiro é de autoria do próprio Cimino em parceria com Deric Washburn, e, segundo consta, foi inspirado em escritos de um veterano alemão da 1° Guerra Mundial. Em <em>O Franco-Atirador</em>, realizado em 1978, temos um grupo de amigos descendentes de russos (ou ucranianos, isso não fica bem certo), moradores de uma pequena cidade na Pensilvânia e dividem o tempo entre o trabalho em uma siderúrgica, a bebedeira e a caça de veados nas belas montanhas geladas que cercam o lugar. A turma é formada pelos irmão Michael (Robert De Niro) e Nick (Christopher Walken) e pelos amigos Steven (John Savage), Stanley (John Cazale), John (George Dzundza) e Axel (Chuck Aspegren). Michael, Steven e Nick estão de viagem marcada para defender o país na Guerra do Vietnã. Porém, antes da guerra, há o casamento de Steven com cerimônia realizada em uma igreja ortodoxa e comemorada em uma festa pra lá de animada – são seqüências de uma plasticidade incrível. No meio da bebedeira, os três futuros combatentes demonstram a ansiedade e a incerteza gerada pelo desafio que está por vir. Completando o bafão, Linda (Meryl Streep), namorada de Nick, e cortejada pelo cunhado Michael. Sei que parece putaria barata, mas a coisa vai bem além do desejo carnal.<br /><br />Na guerra, os três são capturados e obrigados a “brincar” de roleta russa para divertimento dos inimigos. Um trauma que cada um encara de maneira diferente. A roleta russa (um tiro só pra matar a caça) é o que vai pontuar toda a trama daí por diante. Uma guerra que deixou seqüelas não só para quem a enfrentou. Poderia soar piegas, mas não é isso o que acontece. Não sei se a reação mais habitual, mas eu realmente me emocionei - sorri nos momentos felizes (o encontro de Michael com os amigos depois da guerra) e os olhos marejaram nas cenas mais intensas.<br /><br />Visualmente o filme também é um assombro – as montanhas da Pensilvânia ou as próprias cenas internas são retratadas com uma sensibilidade assombrosa. A música faz aquele estilo épico marcando época – exatamente o que aconteceu. Sem falar da ambigüidade sobre o conceito de nação e as mais variadas alegorias para a roleta russa; interpretações variadas e difusas mas todas enaltecendo virtudes nobres. O filme decididamente não é fácil, mas merece toda a atenção. Indispensável.<br /><br />Ponto Alto: o sensível personagem John, interpretado por George Dzundza. Mesmo diante de um elenco de monstros (alguns só vieram a se consagrar a posteriori) e em um papel menor, ele se sobressai.<br /><br />Ponto Baixo: as cenas das batalhas na Guerra ficam aquém do restante da obra.</div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-904207558182435745?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com3tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-51759486901621506552008-05-03T13:30:00.003-03:002008-05-03T13:33:41.177-03:00Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet<div align="justify"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SByTepmwhTI/AAAAAAAAAFY/r5k6waINakw/s1600-h/johnnydepp.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196190224852485426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/SByTepmwhTI/AAAAAAAAAFY/r5k6waINakw/s320/johnnydepp.jpg" border="0" /></a> Numa comparação ousada, atrevo-me a dizer que Tim Burton é uma espécie de Fellini da nova geração. Ao invés da estrutura onírica do primeiro, o nosso amigo é soturno e tem preferência por uma atmosfera gótica. Assim como o italiano, Burton criou seu universo nos filmes – todos os personagens são pálidos e o tom que prevalece é o cinza. E adiante nesta comparação inusitada, digamos que o Marcello Mastroianni do americano seja Johnny Depp. Não há dúvida sobre a eficiência da dupla que já provou a fina sintonia em filmes como <em>Ed Wood</em>, <em>Edwards – Mãos de Tesoura</em> e <em>A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça</em>. Burton diz que adora trabalhar com o astro, pois ele não tem medo de se colocar nas mais inusitadas situações; sem falar que o aspecto camaleônico do ator é fundamental para o sucesso da parceria.<br /><br />Pois feita esta introdução, vamos falar do violento musical Sweeney Todd que mais uma vez confirma o talento da dupla. Trata-se de uma fábula politicamente incorreta ambientada na Era Vitoriana em que um pai de família que teve a vida destruída por um corrupto juiz volta à cidade natal (a nebulosa Londres) em busca de vingança. E, para isso, o rapaz usa o talento de saber manusear como poucos uma lâmina de barbear. Detalhe – ele se hospeda na sobreloja da senhora Lovett (Helena Bonham Carter). Lovett tem uma loja de tortas que vai muito mal das pernas, mas acaba usando a carne das pessoas mortas pelo inquilino para dar uma virada nos negócios. Fechando a história – a filha Johanna (Jayne Wisener) que teve de ser abandonada por Sweeney e viver com seu algoz, o juiz Turpin (Alan Rickman), é cortejada pelo jovem Anthony (Jamie Campbell Bower). O vilão Turpin, então, usa de seu fiel Bedel (o sempre irretocável Timothy Spall) para infernizar a vida do jovem Anthony.<br /><br />O filme tem um ritmo muito agradável e é extremamente convencional em sua narrativa. Não há aquelas invencionices que já viraram clichês de filmes moderninhos. Mas há um estilo interessante na edição. Ressalta-se ainda a violência nas cenas em que o protagonista degola suas vítimas, sangue aos borbotões. Sem falar que a atmosfera sombria – design de produção a cargo de Dantte Ferretti - e um Johnny Depp à vontade completam o tom acertado do filme. O final não se encaixa propriamente no contexto de fábula, mas cabe perfeitamente no universo idealizado por Tim Burton. Mais um exemplo do bom cinema comercial. Aliás, não posso ir embora sem falar que o cineasta tem a sua Giullieta Masina, estamos falando de Helena Bonham Carter. Ela também faz seu show.<br /><br /></div><div align="justify">Ponto Alto: o divertido barbeiro fake italiano feito por Sacha Baron Cohen.<br /><br />Ponto Baixo: realmente os excessivos números musicais enchem o saco – em um certo momento fica ridículo ver Anthony suspirar pela meiga Johanna. <br /><br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-5175948690162150655?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com5tag:blogger.com,1999:blog-22154405.post-77118312084606334942008-03-29T11:13:00.005-03:002008-04-02T08:07:04.317-03:00Maré, Nossa História de Amor<div align="justify"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/R-5PfGxZyjI/AAAAAAAAAFQ/sfCgmXZpSvU/s1600-h/03.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183167616962382386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_6FruEe1gP04/R-5PfGxZyjI/AAAAAAAAAFQ/sfCgmXZpSvU/s320/03.jpg" border="0" /></a><br />Meu camarada que está na equipe de divulgação do filme pediu uma força. O filme vai estrear no dia 04 de abril no circuito Rio-São Paulo. A coisa promete; como instigação, só conto a presença de Lúcia Murat à frente do projeto. Estou torcendo pra chegar logo em Brasília. </div><div align="justify"> </div><div align="justify">Site: <a href="http://www.marenossahistoriadeamor.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">www.marenossahistoriadeamor.com.br</a></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22154405-7711831208460633494?l=pipocadesal.blogspot.com'/></div>Juarez Juniorhttp://www.blogger.com/profile/14538036575248372392noreply@blogger.com4