tag:blogger.com,1999:blog-191973612009-02-20T20:11:16.793-08:00Sob as NavesNabothttp://www.blogger.com/profile/01768433747578369042noreply@blogger.comBlogger2125tag:blogger.com,1999:blog-19197361.post-1132800664528743872005-11-24T12:50:00.000-08:002005-11-23T18:51:04.540-08:00O prazer de varrer as folhas<p style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);" class="MsoBodyText"><span style="font-size:85%;"> Recentemente fiz uma pequena viajem a São Paulo. Estive surpreso com a imensidão do lugar e de perceber a infinidade de pessoas que se aglomeram em pequeníssimas áreas. Nunca havia parado para pensar o que representa um edifício: imaginei centenas de pessoas tentando viver em uma área de cinqüenta metros quadrados<span style=""> </span>no século XIV, e com isso aprendi alguns valores que pensava já conhecer.</span></p> <div style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);"> </div> <p style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);" class="MsoBodyText"><span style="font-size:85%;"><span style=""> </span>O quão somos nos, habitantes de pequenas e médias cidades, privilegiados por podermos, ainda, sentir o cheiro das árvores que as vezes emana pela manhã e em alguns dias sermos obrigados a varrer as folhas secas que se espalharam com o poder dos ventos pelo quintal, terraço ou pela calçada! Percebi que essas coisas contribuem para a vida com uma medida muito maior daquela que é normal se pensar. Talvez por fazerem parte do coti</span><span style="font-size:85%;">diano natural do homem primitivo, como se a</span><span style="font-size:85%;"> importância do contato com a natureza fosse uma herança que aflora os instintos e nos ajuda a compreender a vida.</span></p> <div style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);"> </div> <p style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);" class="MsoBodyText"><span style="font-size:85%;"><span style=""> </span>E estas pessoas que “vivem em seus rápidos” como escreveu Saint-Exupéry, não são mais capazes de perceber a falta que faz a elas o contato com a natureza, ou seja, como o que é natural, com aquilo que não foi modificado pelo homem e por isso é expressão direta de Amor. Entendi que a falta de tempo, a falta de espaço e outras tantas faltas faz mais difícil viver o Amor nas grandes cidades. Mas em compensação, expandi meus horizontes e questionei: se é tão fácil para essas pessoas terem conhecimento de qualquer coisa ou sobre qualquer parte do mudo, por que não conhecem o verdadeiro Amor!?</span></p> <div style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);"> </div> <p style="text-align: justify; color: rgb(204, 204, 204);" class="MsoBodyText"><span style="font-size:85%;"><span style=""> </span>Tais descobertas a um tempo atrás me transformariam na pess</span><span style="font-size:85%;">oa mais triste de qualquer lugar que fosse. Mas hoje sou capaz de alegrar-me por tais motivos, pois fui capaz de enxergar a dimensão do mundo que necessita da minha ajuda. E uso o pronome possessivo não com uma atitude prepotente ou egoísta, mas de compromisso! Pois a medida dos nossos sonhos deve ser a medida da mudança que o mundo precisa.</span></p> <p class="MsoBodyText"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--><o:p></o:p></p> <p class="MsoBodyText"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--><o:p></o:p></p> <p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--></p> <p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt; color: rgb(153, 255, 255);"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.mayrink.g12.br/pp/Image1.gif"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.mayrink.g12.br/pp/Image1.gif" alt="" border="0" /></a><span style=";font-size:85%;" >-<span style=";font-family:";" > </span></span><!--[endif]--><span style="font-size:85%;"><i>Eles estão com m</i></span><span style="font-size:85%;"><i>uita pressa? – disse o principezinho – o que é que estão procurando?<o:p></o:p></i></span></p> <p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt; color: rgb(153, 255, 255);"><!--[if !supportLists]--><span style=";font-size:85%;" > -<span style=";font-family:";" > </span></span><!--[endif]--><span style="font-size:85%;"><i>Nem o homem da locomotiva sabe – disse o guarda chaves – (...) </i></span><span style="font-size:85%;"><i>não perseguem nada. Estão lá dentro dormindo ou bocejando. Só as crianças esmagam o nariz nas vidraças.<o:p></o:p></i></span></p> <p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt; color: rgb(153, 255, 255);"><!--[if !supportLists]--><span style=";font-size:85%;" > -<span style=";font-family:";" > </span></span><!--[endif]--><span style="font-size:85%;"><i>Só as crianças sabem o que procuram – disse o principezinho(...)<o:p></o:p></i></span></p> <p class="MsoBodyText" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt; color: rgb(153, 255, 255);"><!--[if !supportLists]--><span style=";font-size:85%;" > -<span style=";font-family:";" > </span></span><!--[endif]--><span style="font-size:85%;"><i>Elas são felizes – disse o guarda chaves.</i></span></p> <p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-align: right;" align="right"><i><span style="font-size:9;"><span style="color: rgb(153, 255, 255);font-size:78%;" ><span style="font-size:85%;">(Sain-Exupéry, Antoine – O Pequeno Príncipe</span>)</span><o:p></o:p></span></i></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19197361-113280066452874387?l=sobasnaves.blogspot.com'/></div>Nabothttp://www.blogger.com/profile/01768433747578369042noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-19197361.post-1132632258239196112005-11-22T02:03:00.000-08:002005-11-21T20:06:39.680-08:00PENSO, logo existo, logo se eu não pensar...<span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);font-family:times new roman;" > Existem alguns casos de "opinião formada". destacam-se dois: Aquelas pessoas que formam efetivamente a opinião, ou seja, pensam para chegar a uma conclusão. E aquelas que adotam uma opinião. Este segund</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);font-family:times new roman;" >o caso, infelizmente, é a maioria, pois, simplesmente, é mais fácil assim!<br />Houve um tempo em que a imagem era rara na informação. Assim, era difíc</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);font-family:times new roman;" >il não refletir sobre o objetivo da mesma. So</span><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://eupensando.blogspot.com/O%20pensador,%20de%20Auguste%20Rodin.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://eupensando.blogspot.com/O%20pensador,%20de%20Auguste%20Rodin.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);font-family:times new roman;" >ma-se isto ao fato que obtinha-se esta informação uma única ou pouquíssimas vezes e deste modo para continuar beneficiando-se de tal conhecimento era necessário pensar sobre ele. Hoje, a televisão, os jornais, os rádios, e etc., são capazes de dar-nos a mesma notícia no café da manha, no almoço e no j</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);font-family:times new roman;" >antar. E, não sendo suficiente o caráter informativo, os comentários são sempre os me</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);font-family:times new roman;" >smos, sem direito a debates. Resumindo, "os meios de comunicação estão nos dando tudo mastigado para comermos sem reclamar".<br />Ora! É fácil concluir que estamos vivendo em um mundo onde é fácil ser manipulado. A dificuldade está em reconhecermos em nos mesmos em que armadilhas caímos. Estes recursos baixos tornam nosso cotidiano uma prisão, e ninguém que viva em sociedade está totalmente livre destas grades.</span><b style="font-family: times new roman; font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"><br />É extremamente necessário, para o bem comum, que paremos para analisar os fatos e as notícias que nos rodeiam. Para livrar-nos e ajudar aos outros a livrarem-se destas armadilhas. É preciso que pensemos juntos, pois certas armadilhas podem esta</b><b style="font-family: times new roman; font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);">r entranhadas em nossas mentes ou até mesmo em nossos corações e , nestes casos somente quem "vê de fora" pode indicar ao certo o caminho do pensamento.<o:p></o:p></b><b style="color: rgb(204, 204, 204);"><span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;" ><br /> Então, estejamos mais atentos. E, antes de expressar um julgamento, julguemos a nos mesmos.</span></b><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19197361-113263225823919611?l=sobasnaves.blogspot.com'/></div>Nabothttp://www.blogger.com/profile/01768433747578369042noreply@blogger.com0