<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750</id><updated>2009-11-13T07:31:48.702-02:00</updated><title type='text'>((morango)) vai à feira</title><subtitle type='html'>...um lugar comum no meio de tanto conteúdo especial.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>197</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8431804611411906128</id><published>2008-12-27T16:43:00.002-02:00</published><updated>2008-12-27T17:07:20.520-02:00</updated><title type='text'>::new year, oh, come on!::</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SVZ5mQvYOJI/AAAAAAAAAF4/53RyUnabCiU/s1600-h/200377248-001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284544911001532562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SVZ5mQvYOJI/AAAAAAAAAF4/53RyUnabCiU/s400/200377248-001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;...e quando o relógio marcar meia-noite no dia 31, eu espero estar de mãos dadas com meus amores, mesmo que pra isso precise ser polvo, para que todos eles caibam em minhas mãos. E espero, ah! como espero, que lágrimas de emoção pelas conquistas deste ano que passou não se sintam tímidas em rolar, e que me levem ao encontro com as águas tão profundas de Iemanjá, e que ali, em contato com este universo místico e indecifrável, eu me torne tão mística e indecifrável quanto as palavras que postei por aqui nestes últimos tempos, e que seja por meio dos olhares, que prevêem proximidade, que me desvendem aqueles que optarem por fazê-lo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...e então, quando o primeiro minuto do primeiro dia do ano surgir, que apareçam nele os sorrisos de conquistas arduas, de trabalho caloroso, de aprendizados valiosos e felizes que tive, e que em cada um possa aparecer o mesmo - e que mais que um ano de mudanças, este novo ano que chega seja, definitivamente, um ano de continuidade. De colheita, novos plantios, cuidado com aquilo que já cresceu, amor para com o que floresce.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...e eu quero estar perto da Clara, muito perto dela, num abraço sem fim de amor igualmente infindável, e quero receber dela o sopro de esperança inerente às crianças, e somente a elas, e que este sopro seja dourado que é pra não perder nenhuma partícula sequer. Quero estar com meu amor bem perto, pra que receba o último e o primeiro beijo do ano, e que este beijo simbolize a entrega real e intensa que me disponho a ter desde que nos encontramos, há quase um ano. E que a gente se renove, não apenas neste novo minuto, mas a cada minuto novo para que possamos reconhecer em nós as mudanças pertinentes ao tempo, mas que possamos sentir, em igual escala, que mudança alguma irá afetar o carinho e companheirismo que construimos continuamente, faça chuva ou faça sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...e de meu familiares, que possam estar o mais próximo possível, pra compartilhar a alegria da chegada do novo com a certeza de que nos manteremos cada vez mais próximos, independente das escolhas particulares e do tempo que podemos nos dedicar a cultivar a convivência. Mesmo que seja necessário, em alguns casos, chamar pra perto - que seja um chamado de amor e paz, e não de cobrança. E que todos os que estiverem fisicamente longe, que saibam que estão do lado de dentro, impossível retirar dali.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...praqueles que conheci, reconheci, me afastei ou me aproximei, desejo tudo em dobro. Fui leviana com minhas amizades mais queridas, e acredito que por serem tão queridas conseguiram disfarçar meus atos falhos. No primeiro minuto do ano, estarei muito, mas muito disposta a retomar meus tão conhecidos cuidados e festinhas em casa, só pra manter por perto todos aqueles que fazem, fizeram e ainda vão fazer parte dessa jornada deliciosa que venho chamando cada vez mais de minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;FELIZ 2009! MUITO FELIZ EM 2009!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8431804611411906128?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8431804611411906128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8431804611411906128&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8431804611411906128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8431804611411906128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/12/new-year-oh-come-on.html' title='::new year, oh, come on!::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SVZ5mQvYOJI/AAAAAAAAAF4/53RyUnabCiU/s72-c/200377248-001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7980623208787629185</id><published>2008-11-30T20:46:00.004-02:00</published><updated>2008-12-01T14:22:41.855-02:00</updated><title type='text'>::Santa Catarina e a solidariedade nacional::</title><content type='html'>Deveras triste o que está acontecendo em SC. Cidadezinhas inteiras destruídas, milhares de pessoas desabrigadas, sem lar, sem comida, sem suas roupas, com a integridade ameaçada por causas naturais. É certo que fomos nós, as pessoas, que contribuimos diretamente pro tal do aquecimento global e que mal perdemos por esperar pelo que vem por aí quando se trata da mãe natureza. Imprevisível, como quase todas as mães, ainda mais quando maltratada... Não curto muito a Globo, mas vi ontem o prêmio de publicidade deles e tinha um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tKWZ3pAJQeQ"&gt;institucional&lt;/a&gt; muito incrível que vale a visita - e o prêmio que ganhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este texto é pra destacar o - único, talvez - ponto positivo desta crise toda. A solidariedade de todo o povo brasileiro, que acaba tendo notoriedade em momentos de calamidade pública. Mas caso você ainda não saiba, a solidariedade se apresenta em diversas formas durante o ano todo em alguns lugares, e é sobre isso que eu quero falar - porque é Dezembro, logo Natal, logo época de todo mundo fazer aquele balanço anual e há de ter coisas muito boas por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem. A tia Marta, querida arquiteta do coração, vive mandando e-mails de amigas, conhecidas e gente que recolhe, acolhe e encaminha animais pra adoção - e isso é tão bonito, mas tão bonito, que a gent nem percebe que essas pessoas fazem o bem de coração sempre, o ano todo. Então, se quiser adotar um cãozinho lindo, fofo, e praticar o bem recebendo e doando amor, clica &lt;a href="http://www.anjosparaadocao.multiply.com"&gt;aqui&lt;/a&gt; ou manda via comentário o e-mail pra receber informações e fotos dos pequerruchos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hélvio e a Leila, com a família toda gostosa deles, também fazem o bem há tanto tempo que eu nem sei quanto, por intermédio da religiosidade. Recebem na casa deles um tanto de gente desconhecida que acaba virando amigo, família mesmo, pra orientar, cuidar, trocar energia e bons papos. O Hélvio ficou doente, e esse tanto de gente que se reunia na casa dele pra receber inverteu a operação e começou a ir pra doar, fazendo orações e tendo cuidados e atenção tão bonitos de se ver que eu me envergonho, particularmente, de ser tão enrolada e deixado meu espaço vazio por lá - mesmo que pense positivamente e ore todos os dias pela saúde e força de todos, reconheço que poderia ter feito mais... momento chato, esse meu, de ficar no casulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem um pessoal aqui no prédio que está recolhendo coisas pra mandar pra Santa Catarina, por intermédio da &lt;a href="http://www.cvb.org.br/"&gt;Cruz Vermelha&lt;/a&gt;, e isso é também muito bacana de se ver em tempos de crise. Mesmo que todo mundo esteja sem dinheiro pra isso, sem gás praquilo, a portaria está lotada de doações de gente que se importa com o outro sem restrições e quer ajudar. Vale lembrar que nem sempre somos solidários com nossos próprios vizinhos, e isso é um tema que um dia terei suporte pra abordar, mas que nestas horas de caos fica nítida a sensação de que as pessoas são do bem, de maneira geral, e querem, sim, ajudar às outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí que é uma felicidade grande escrever sobre isso num momento pessoal de reclusão, de desemprego, de me virar como posso e mesmo assim me sentir meio que mal por reclamar da vida que tenho enquanto há bichinhos, pessoas, famílias e toda sorte de espécies do mundo em situação muito, mas muito pior que a minha por aqui e por ali, e atesto mais uma vez: escrever é um santo remédio pra observar. Pratique.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7980623208787629185?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7980623208787629185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7980623208787629185&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7980623208787629185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7980623208787629185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/santa-catarina-e-solidariedade-nacional.html' title='::Santa Catarina e a solidariedade nacional::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4425709132162031962</id><published>2008-11-24T09:17:00.007-02:00</published><updated>2008-11-24T09:45:14.196-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fadas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mãe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='não'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida simples'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clara'/><title type='text'>::Não, e não, ponto final - simples pra quem?::</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SSqNjoQEeuI/AAAAAAAAAFw/58-aR4YaBuQ/s1600-h/ATgAAADVbfVCcDuCSlysjENjrda2Pscs_TmDuETiSnBoahwAZ2MhBNVdlbLuqmwboYE5zo3m1OL8W1uLlolpLGavnytrAJtU9VDi8qXk2Yw3VtyRZq5N_5hH9U3RLA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272181957030345442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SSqNjoQEeuI/AAAAAAAAAFw/58-aR4YaBuQ/s400/ATgAAADVbfVCcDuCSlysjENjrda2Pscs_TmDuETiSnBoahwAZ2MhBNVdlbLuqmwboYE5zo3m1OL8W1uLlolpLGavnytrAJtU9VDi8qXk2Yw3VtyRZq5N_5hH9U3RLA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"...e onde estão as fadas quando a gente mais precisa delas?..." &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Meu guia de vida vendido nas bancas, a &lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/"&gt;Revista Vida Simples&lt;/a&gt;, traz este mês um tema já abordado pela banca vermelha - alô, sou tendência! - e discutido a duras penas por todo e qualquer ser humano, seja exterior ou interiormente. Afinal, quem nunca teve dúvidas pra dizer NÃO que atire a primeira pedra... mas lá, pro outro lado, que eu não quero me machucar (o que tenho já basta).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Dizer não requer prática, consciência, sabedoria quase que ancestral - afinal de contas, palavrinha que estabelece limites jamais passa assim, batido. O não em sua infinita finitude traz pontos. Pingos nos is. E isso tem importado deveras por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Neste final de semana passei por diversas situações as quais o não teve de se fazer presente. As mais importantes foram relacionadas ao meu amor maior, a pequena Clara. Ai, como é difícil manter o não pra uma menina de nove anos que questiona até o que me parece óbvio: meu amor por ela. E não é drama - Clara vive um momento de "tenho certeza que você me ama, mas as pessoas mudam e me dá um medo de você me largar...". Sim, Clarinha. As pessoas mudam. Tantas e tantas vezes é muito chato ser mãe, dá vontade de tirar férias e ficar sozinha, cuidando de mim mesma e fazendo somente isso. Mas não, Clarinha, não existe, nesta nossa configuração de mãe-e-filha, realizar qualquer mudança na vida que não te inclua com os privilégios de amor-maior e cuidados da vida real, seja com o que a gente vive e/ou com o que a gente imagina.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Reconheço que entrei numa força tarefa das mais brutais nos útlimos tempos, uma correria ensandecida pra chegar perto de quem eu sou e do que quero ser, e aí está um dos pepinos mais amargos do dia a dia. Mudar interfere em todas as relações. Mas como avisar a quem se relaciona que, olha, vai passar, é um processo, tenha calma que tudo vai dar certo, e vai mesmo, porque estou fixando bem as raízes na terra, regando muito cuidadosamente e apesar do turbilhão está tudo tão coerente que não tem como me desviar deste plano... tarefa complexa. Mas mãe que é mãe segue adiante.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Falar não pra Clara é algo que desperta em mim um cuidado maior. Pra ela, este algo se transofrma em desamor. Pane geral no sistema. Minha cabeça gira, o coração aperta, e mal sei por onde começar a reformular ciclos de aviso que a situação está sob controle. O não ajuda muito. Mas... mas... é preciso um exercício enorme de assertividade pra não temer o que segue o não. Uma vez falado com todo amor que há nesta vida, conhecedor de cuidados e limites, tanto os meus quanto os da grande vida da minha vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E neste abraço eu nos conforto, que quando eu te encontro me encontro, e quando me encontro a vida se faz vivida. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4425709132162031962?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4425709132162031962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4425709132162031962&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4425709132162031962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4425709132162031962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/no-e-no-ponto-final-simples-pra-quem.html' title='::Não, e não, ponto final - simples pra quem?::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SSqNjoQEeuI/AAAAAAAAAFw/58-aR4YaBuQ/s72-c/ATgAAADVbfVCcDuCSlysjENjrda2Pscs_TmDuETiSnBoahwAZ2MhBNVdlbLuqmwboYE5zo3m1OL8W1uLlolpLGavnytrAJtU9VDi8qXk2Yw3VtyRZq5N_5hH9U3RLA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2230086967965361031</id><published>2008-11-17T08:52:00.004-02:00</published><updated>2008-11-17T12:01:50.040-02:00</updated><title type='text'>::reciclando::</title><content type='html'>A Folha de S. Paulo fez uma &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/construcao/cs1611200802.htm"&gt;matéria&lt;/a&gt; sobre reaproveitamento de peças em decoração. Adoro o tema. Decoração é algo que não me sai da cabeça. Reaproveitar é palavra de uso constante neste momento de descobertas e novas utilizações para mais, muito mais, que os móveis que ocupam a casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe foi citada, a casa fotografada e a &lt;a href="http://www.amrassociados.com.br/"&gt;arquiteta querida &lt;/a&gt;do nosso coração deu palpite. E lá estão os móveis mais legais do mundo: o baú gigante, a máquina de costura antiga, o sofá de mil anos atrás. Aqui em casa aprendemos a guardar. Verdade que guardamos muitas coisas, tantas que nem sabemos mais o real motivo de estarem por aqui, e a limpeza na hora da mudança faz o coração doer deveras - jogar fora pra caber o novo é um conceito moderno, atual e necessário, mas te obriga a ter certo desapego para com o que é antigo e, ao meu ver, carregado de história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A máquina de costura, por exemplo. Eu amo essa máquina. Há pouco tempo, resolvi bancar a costureira, já que o tempo de desemprego pode - e deve! - ser usado pra explorar outras aptidões que não a insanidade de enviar centenas de CV´s e ficar torcendo pra receber uma ligação pra entrevista, outra pra contratação. 25 de Março com a sogra, tecidos e enchimentos depois, estava eu telefonando pra quase todas as casas de máquinas antigas de São Paulo atrás do courinho que faz a roca girar, do óleo que daria a elasticidade necessária e buscando online o manual de configuração das agulhas. Óbvio que tudo muito caro, por ser raro. Compensou pedir a moderna Singer - &lt;a href="http://www.submarino.com.br/novosubmarino/produto/34/1887978"&gt;EU QUERO, o aniversário está chegando!!! &lt;/a&gt;- da tia Regininha emprestada, viciar nela, e começar, enfim, minha vereda no mundo dos pontos. A inspiração toda, no entanto, estava naquela máquina preta com rosas amarelas e vermelhas em decalque, aberta pra lembrar que a avó de minha avó muito provavelmente fazia alta costura por ali, e evitava gastar os tubos nas grandes marés de consumo. Tá triste? Que shopping, que nada, a bisa costura uma coisinha linda e exclusiva pra você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As almofadas ficaram lindas! Coloridas, grandes pro meu quarto, várias pequenas pro quarto da Clara. Realça a cabeceira da minha cama... que diga-se de passagem, é feita com um pedação de madeira revestido por uma colcha velha, já comida pelo Bibo - não diga? - pregada com tachinhas num trabalho que me custou apenas uma reclamação de vizinho por barulho depois das dez. No "quase tudo" aqui da esquina, comprei ganchinhos, preguinhos, e eu e o Val colocamos o ilustre no devido lugar. Lindo, e ecologicamente correto. Tosco, no âmago do significado da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o que mais me chamou atenção foi o fato de efetivamente ter algo em mim que combina mais que de modo perfeito com o lugar onde vivo: reciclar faz parte de mim antes mesmo de virar moda. Usei cadeira como criado-mudo muito antes da Casa Cláudia incitar o novo uso do velho objeto. Achei os óculos da vovó incríveis antes de Marc Jacobs redesenhar algo que cobrisse muito além dos olhos, preservando a dignidade de quem quer ver e não ser tão visto assim. Sou tendência. E estou incluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em processo de restruturação interna, começo a utilizar temas públicos para falar do privado. Um tipo de metáfora mais sofisiticado, por assim dizer. Exatamente como o que eu quero ser logo menos, quando os is encontrarem seus pingos. O blog, claro, não pode ficar de fora desta mudança convergente. Links nos posts - como se isso fosse novidade pro mundo..., fotografias e imagens, pedidos de opinião, convocação para fóruns, paixões e desejos serão cada vez mais abordados por aqui, na minha feira que tem de tudo um pouco, mas não perde o jeitinho morango de ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2230086967965361031?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2230086967965361031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2230086967965361031&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2230086967965361031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2230086967965361031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/reciclando.html' title='::reciclando::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8507290365333914642</id><published>2008-11-13T08:21:00.011-02:00</published><updated>2008-11-13T20:14:16.526-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ovelha negra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trinta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marketing de guerrilha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Silvania'/><title type='text'>Releitura - um texto longo, by the way.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Capítulo Um&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conheci Silvania numa entrevista de trabalho. Cercada por ela e mais duas pessoas, fui questionada sobre pretensão salarial, metas de trabalho e aspirações pessoais. Respostas quase padrão, por padrão ser algo que eu definitivamente não quero na vida, e um beijo, tchau, te daremos a resposta até sexta. Esta sexta, sem falta, acreditamos na comunicação, ora, por isso somos uma empresa que trabalha com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que Silvania não sabe é que me ensinou algo de extrema importância. Um algo que tem se feito presente em algumas horas, mas que ficou tão claro naquele momento que quase levantei e disse: - Olha, obrigada, mas acho que já obtive o que vim buscar aqui. Entretanto, como espero ser mesmo contratada praquele novo lugar, me contentei em explodir de felicidade no meu finito interior. Silvania me escuta falar sobre minha última paixão, o marketing de guerrilha. Vê o brilho nos meus olhos, e como mulher experiente, vivida, vívida inclusive, com aqueles olhos de brilho também intenso, e rapidamente fala: - Aqui temos a novidade. Não estaria você procurando pelo surpreendente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hum... Silvania, o que há de tão diferente entre o novo e o que surpreende? Mas Silvania não responde. Obviamente ela não responde, já que esta parte do diálogo pertence única e exclusivamente ao meu cérebro a esta altura do campeonato. Hum... sabia que me serviria pra alguma coisa. Sabia, sinceramente, mas não esperava que fosse pra tanto. Vamos lá: há três anos, mais ou menos isso, eu e a Gabriela, aquela de quem sinto tamanha falta que não cabe em palavras, e acho que nem caberia num abraço apertado de reencontro, de tanto que sinto, estávamos combinando de fazer uma tatuagem juntas. Queríamos algo único, só nosso, que lembrasse a todo instante o que era uma pra outra, outra pra uma. E, servindo pra alguma coisa na vida, uma de minhas tantas paixões foi molde: as Sutilezas Intensas, em meus não tão expoentes ossinhos da saboneteira, e as Intensas Sutilezas, na cintura cheia de gostosura dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao diálogo interior finitamente mais confuso. Está aqui, na pele, e nem preciso de espelho pra ver, e ler. Algumas pessoas franzem a testa pra decifrar este meu escrito, e fazem que ah, sim, claro, entendi. Mas eu não. Sei bem o que ela quer dizer. E hoje mais uma vez, me toco de que as minhas respostas estão tão anotadas em mim que sometimes I forgot to see them. Sutilezas Intensas. É esta a diferença entre o novo e o surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, Silvania. Estou procurando pelo novo em minha vida profissional. Deixo o surpreendente, puxa! como é que você percebeu?, que me encanta deveras, pra minha vida pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enxergo com olhos de cigana oblíqua e dissimulada, by Capitu, que yes! I can! - separo minha vida em gomos e viro mexerica nos instantes de lidar com resoluções, e tudo fica mais simples que o tal sedutor e enigmático morango. Apenas por instantes. E só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo Dois&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Me desculpa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pelo quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta em cima da pergunta faz parte do meu amor, que quase nunca responde clara e diretamente ao que lhe é questionado. Curiosidade, tempo pra pensar, característica pessoal e intransferível - já pensei muitas vezes sobre o que faz com que ele faça isso, e me contento em dizer que não cheguei a lugar algum e voltei a pensar em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum... me desculpa por você estar se sentindo assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wrong. So wrong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorro às origens: desculpa a gente pede quando faz algo errado, certo? Sim, certo. Faço coisas erradas, claro, muitas, diga-se de passagem. Mas, repita comigo, em frente ao espelho, repita com veemência: (as vezes) a culpa não é minha!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sinto muito por você estar se sentindo assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor, bem melhor. Mais sincero, coerente. Coerência começa a fazer parte de forma presente, intensa, mas nada sutil. E quero o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo Três&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mudança. Mania, sim. Mania de jogar fora e querer ser eu. Opa! Pra que jogar fora se posso adaptar, transformar, ou continuar a fazer por acreditar e achar bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRwPXQTRcYI/AAAAAAAAAFo/gynCoYMZPsc/s1600-h/71261102.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268102556303847810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRwPXQTRcYI/AAAAAAAAAFo/gynCoYMZPsc/s320/71261102.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O passado me pertence tanto quanto meu presente, e também é o que quero ser quando crescer. Reviro fotos. revivo fatos, mesmo que de outras maneiras. Visito, em pensamento, lugares aos quais pertenci e onde senti. Passeio por entre as dores e alegrias das escolhas, e revejo que excluí algumas pelo simples fato de querer mudar. Joguei fora este momento? Ups... I did it again! Não quero mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resgato esta e aquela história e me sinto tão mais perto do que sou. As marcas na pele servem pra lembrar. As da alma servem pra aprender. Não jogo mais nada fora, aprendo a neutralizar, guardar em gavetinhas seguras, devidamente trancadas - mas não jogo mais as chaves no mar. Iemanjá há de ter seus próprios problemas insolúveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equilibrar e escolher um melhor final, ou dar continuidade direcionada pra onde vou chegar. Só assim pra conseguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grávida aos dezoito. Minha barriga chama tanta atenção quanto o biquíni cor de rosa tie die(nossa, já gostei disso?), o olhar questiona o mundo ao redor, e encontro abrigo nos braços muito maiores que os meus. Sensação dúbia, mas extremamente prazerosa. Grávida e sozinha. Hum... grávida e acompanhada de outras pessoas que não o pai do bebê. Melhor, bem melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casei, separei e fui em busca da minha felicidade. Ah, mas ele não... ele não... ele não... Hum... eu não. Eu não queria mais aquela relação. Eu não me queria mais daquele jeito, naquela forma. Eu não acertei, ainda bem que o convencional nunca fez parte e pude partir sem explicar muito pra quem quer que seja. Mas eu... eu sei. Ah, eu sei o real motivo de me permitir partir, e me sinto segura ao sorrir e dizer que estou feliz - e que continuo querendo me casar, ter uma família pra chamar de minha, outro(s) filho(s), ficar velhinha junto, aprender e discutir, viver a vida ao lado, acompanhada, de conchinha, de mãos dadas e trocando beijos e declarações de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que eu já fui a rainha do baile? Já dancei muito, por horas a fio, me deleitando de prazer com a música. Mode rebolator = ON, muito ON, e me fazia feliz. Onde é que eu deixei a deliciosa prática da dança na vida? Por que, santo, deixei de dançar? Buscando... buscando... acha logo essa parte, oras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ovelha negra. É bonitinha, diferentinha, mas faz e quer de tudo tal e qual as outras ovelhas da manada. Não deixa de pertencer ao rebanho, mas se torna negra quando questiona o que as outras aceitam pura e friamente, se torna escura quando opta em desacordo com o grupo porque a faz feliz. Hum... tá bem, então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::Os quase trinta, escritos assim, em três capítulos, não soam tão mal::&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8507290365333914642?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8507290365333914642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8507290365333914642&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8507290365333914642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8507290365333914642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/releitura-um-texto-longo-by-way.html' title='Releitura - um texto longo, by the way.'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRwPXQTRcYI/AAAAAAAAAFo/gynCoYMZPsc/s72-c/71261102.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8636510165068873356</id><published>2008-11-05T08:14:00.004-02:00</published><updated>2008-11-05T08:39:29.208-02:00</updated><title type='text'>::Let´s talk about him::</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRFyO5BDUaI/AAAAAAAAAFQ/KxlMLuYM05Y/s1600-h/obama.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRFyO5BDUaI/AAAAAAAAAFQ/KxlMLuYM05Y/s400/obama.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265115039521788322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;...pra mim, o tal "american dream" e a política são desconhecidos... mas de uma coisa eu sei: quando a maior potência financeira mundial aceita o realmente NOVO, há de ser um tempo de real mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao eleger seu primeiro presidente negro, os EUA não apenas abrem a mente e aceitam que sim, a hora é esta e a juventude está de olho no poder. Não de modo pejorativo, mas querendo saber quem vai mandar no que vai acontecer no país, quiçá no mundo, nos próximos tempos. Não duvido que foi esta a geração que garantiu com larga escala de folga a vitória de Obama, visto que no início da campanha o jovem - e extremamente bonito - senhor presidente dos Estados Unidos da América era um ilustre desconhecido. Jovens declararam que "ele pensa como nós, tem as mesmas visões e aspirações que esta geração"... ao vivo, na TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que as escolhas erradas da oposição de Obama - a vice-maluquete, a idade do candidato, as propostas que mais parecem prepotência que potência e tanto mais que desconheço - ajudaram a vitória do black power. Sim, pode me chamar de alienada, mas imagino que este seja um movimento bem parecido ao power to the people: o voto nos EUA não é obrigatório, o povo efetivamente exerce a democracia e opta por votar ou não e, na minha opinião, aí está o que de mais válido existe nos momentos de decisão - a opção que faz toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está preparado para o primeiro presidente negro dos Estados Unidos? Ao meu ver, considerar que ele é "apenas" o primeiro presidente negro da mega-nação é pequeno. Obama sabe. E sabe muito. Sabe falar, se colocar, sabe sorrir, chorar e conversar com quem e quando quiser. Sabe permitir que fãs se declarem via You Tube - o vídeo "I have a crush on Obama" é divertidíssimo, e faz campanha deliberadamente "mal vista" para os mais conservadores... mas funciona. Ele tem fãs e eleitores. Ótima soma de pessoas. O marketing empregado na campanha, voltado para todos e presente inclusive na final do super bowl, foi uma das mais brilhantes ações combinatórias de RP e guerrilha dos últimos tempos - até sticker hypado por artista mudéRRRno foi usado pra divulgar a figura simpática do atual Mr. President.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... falar de política definitivamente não é meu forte. Mas quando um país do tamanho daquele, com uma cabecinha daquelas, começa a pensar diferente,acaba refletindo no mundo todo... e, se até os Estados Unidos da América aceitam a mudança como necessidade para transformar e crescer, acho que é hora de uma breve pausa pra respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Yes, we can!" - hey-ho, Obama!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8636510165068873356?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8636510165068873356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8636510165068873356&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8636510165068873356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8636510165068873356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/lets-talk-about-him.html' title='::Let´s talk about him::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRFyO5BDUaI/AAAAAAAAAFQ/KxlMLuYM05Y/s72-c/obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2991657451979177887</id><published>2008-11-02T22:18:00.002-02:00</published><updated>2008-11-02T22:34:57.033-02:00</updated><title type='text'>Mantras. Repita: mantras.</title><content type='html'>Não necessariamente no plural. Posso ir por partes. Sim, posso. Uau, como é gostoso me permitir usar esta palavra. Vou até colocar na pessoa certa do singular: eu posso ir por partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não que eu tenha escolhido logo esta parte, mas é a tal "parte que me toca", e toca no que existe de mais íntimo, de mais "geminha" possível. Certo, comecei o ano com a meta oblíqua de resolver pendências, por mais dolorosas que fossem e sejam, e de certo marquei diversos pontos neste sentido. Alguns outros, essenciais que são, ainda estão em estado de alerta - o tempo, senhor de tantas razões, vai me levar a resolver estes também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que chega o momento de encarar o espelho. Ui. Medo. Muito medo do velho hábito desta parte. Me ver e recitar o mantra da mudança, tão curto, simples e pontual parece, à primeira vista, coisa corriqueira e dever acerca da inerente responsabilidade de cuidar do que é meu. E nada é mais meu que eu mesma, e acredito que tão somente eu seja parte do que é meu, num contexto terreno e carnal, vale explicar. Mas... ah! este mas... dá tanto tempo pra pensar em tanta coisa que penso em abolir do vocabulário presente e só voltar a usar quando souber fazer bom uso deste tempo que ele me dá. Então, sigo. Vamos lá... Mariana, repita comigo o tal mantra da mudança. Agora. Faça. Imperatividade há de funcionar... não, não, sem reticências no momento, pontue. Pontue corretamente e diga o mantra. O repita a cada olhar no espelho, mesmo que te sirva só pra arrumar o cabelo em fase de crescimento, o que tem atormentado um tanto - quase tão indomável quanto o tempo hábil pra pensar em tanta coisa que a palavra "mas" proporciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá. Fale. Repita. Incansável e solenemente, repita: é agora, e não depois. Comece. Não vai doer. Te prometo, não vai doer nem um milésimo se comparado ao que você sente desde sempre - opte por repetir o mantra e mude. Opte, Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devaneios em diálogos comigo mesma, isto funciona. O texto mal acaba e já fui até o espelho repetir. Ora, são três palavras apenas. Simples, curto, vai funcionar. Sorria enquanto repete. Faça de si o que quer ser neste e em todos os momentos. Simples e feliz. Pronto. Ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou feliz. E isso é bom.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2991657451979177887?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2991657451979177887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2991657451979177887&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2991657451979177887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2991657451979177887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/mantras-repita-mantras.html' title='Mantras. Repita: mantras.'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8421939591644891694</id><published>2008-10-10T10:38:00.003-03:00</published><updated>2008-10-10T14:08:13.400-03:00</updated><title type='text'>::Criança é tudo de bom!!!::</title><content type='html'>As memórias da minha infância são doces, docinhas como as receitas especiais que seguem aí embaixo, brigadeiro de três jeitos... Minha infância é colorida, com canetinhas, giz de cera, lápis de cor e muita folha sulfite que o Vô Zuza guardava às sete chaves até as férias acabarem. A infância tem gosto de amora, gosto de doce caseiro, som de música alegre, roda de chorinho e, claro, cover das Paquitas, porquê é tão bom, bom, bom, bom, quem quer pão, pão, pão?!?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha infância foi crescendo, e eu tentei de todo o jeito trazer ela comigo, mas errei o ponto em algum lugar do passado e senti saudade de ser menos uma Mariana, e mais, um tanto mais, uma Maricota-pé-de-bota, uma Pipoca ou a Boi do Curá, pega essa menina que só quer chorar... não, não, não, coitadinha... quando ela chora, ela é tão bonitinha! E, oi, olha ela aqui! A minha infância hoje tem gosto de pãozinho com requeijão, de brincaderias de travesseiro e de gargalhadas esparramadas... tem som de colo de tia, tem o elevador que pára no segundo, no quinto, no sexto e desce correndo pro térreo, pra dar um pulo no parquinho e ver como mesmo mudado, continua tudo igual por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha infância tem espelho, um espelho mais maduro que eu era aos nove, é verdade, que se coloca de outra maneira por eu me colocar diferente também. Minha infância-Clara não tem projeção de coisas que eu queria ter feito, ah! eu fiz muito do que queria fazer, sempre... Essa infância em miniatura é pequena só no tamanho, e gosta muito de algumas coisas das mais simples da vida, como pular corda e fazer arte de papel, no papel e pra todo mundo, gosta de dar amor assim, facilmente, e quando ela está assim o mundo todo fica mais gostoso. Beijo e amasso de Clara são presentes infinitos mesmo quando acabam! E tem Beatriz e Dora, infâncias diferentes, nas quais tento encontrar identidade, e logo acho nosso ponto-comum: uma fica brava e argumenta tudo com o papai, e a outra tira sarro, entra sem pedir espaço e ocupa todos os lugares possíveis - moram no coração, numa casinha feita especialmente pra quatro menininhas que são a luz do meu viver. Ah, sim, é que tem também uma infância crescidinha já, uma mulherzinha que só é "inha" por chamar Luizinha, sim, que de Luiza ela só tem quando eu fic brava - e tenho ficado muito menos atualmente... essa infância, a Luizinha, tem sabor de chocolate meio amargo, que de uma hora pra outra ela fica um doce, mas tão doce e sai dançando comigo pela casa, arrastando os móveis e ficando minha melhor amiga por alguns minutos, Depois passa. Ela gosta mais do que eu de ser adulta. Tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criança é tudo de bom! Ainda mais quando dá pra ser criança todos os dias, um pique de nada, pelo menos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E neste final de semana, aproveite pra dar um tchibum no bloguinho de histórias de infância muito, muito gostoso da Tia Lolinha, que é esse aqui, ó: &lt;a href="http://www.contoaconto.blogspot.com/"&gt;http://www.contoaconto.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e pra fazer brigadeiro junto e para a criança que exite em e com você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Brigadeiro de Morango - que é meu preferido, meio óbvio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1 lata de leite condensado &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;20g de manteiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;300g de açúcar cristal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;150g de morangos frescos picadinhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;confeito prata para enfeitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Aquecer o leite condensado com a manteiga e cozinhar até soltar bem do fundo da panela. Adicionar os morangos picadinhos, misturar e colocar em uma assadeira untada para esfriar. Servir às colheradas ou em copinhos com confeito prata por cima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brigadeiro de Maracujá - delícia, acalma e adoça a vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;1 lata de leite condensado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;20g de manteiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;300g de açúcar cristal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;150g de polpa de maracujá com a semente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;confeito colorido para enfeitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Modo de Preparo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;quecer o leite condensado com a manteiga e cozinhar até soltar bem do fundo da panela. Adicionar a polpa de maracujá, misturar e colocar em uma assadeira untada para esfriar. Servir às colheradas ou em copinhos com confeito colorido por cima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Brigadeiro de Chocolate - ah! tradição nunca é demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;280g de leite condensado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;60g de chocolate em pó&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;50ml de creme de leite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;20g de cacau em pó&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;50g de manteiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;20g de mel ou melaço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;20g de manteiga para untar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;confeito preto e branco para enfeitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Untar uma forma com a manteiga. Juntar em uma panela, o leite condensado, chocolate, cacau e mel e levar ao fogo mexendo sempre. Por último, acrescentar a manteiga e o creme de leite e mexer até soltar bem do fundo. Despejar em forma untada para esfriar e servir às colheradas, pulverizando os confeitos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8421939591644891694?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8421939591644891694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8421939591644891694&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8421939591644891694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8421939591644891694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/10/criana-tudo-de-bom.html' title='::Criança é tudo de bom!!!::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4341212770415107713</id><published>2008-10-06T01:09:00.005-03:00</published><updated>2008-10-06T12:45:16.120-03:00</updated><title type='text'>Cheia de rótulos, quase todos eles nada relacionados às minhas tão explícitas marcas na pele.</title><content type='html'>Estafa. Uma canseirada danada de detalhes tão pequenos de nós dois, e que esta frase sirva pra quem se sentir servido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que dá um trabalho gigante ficar afastada daquilo que escolheram pra você? Exemplifico num diálogo recente. Estava em casa com duas pessoas. Namorado chega, liga pra descer. Pessoa número um, em poucos segundos, tasca o celular e liga tresloucada atrás do cigarro. "Pegou meu cigarro?" Não, não peguei. "Pegou sim!" - opa! Como assim?!? Desde quando ela sabe mais do que eu o que EU fiz? Me desculpe, mas estou vendo minhas mãos, estou sem bolsa, nos meus bolsos não há nada... não, não peguei, e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este "pegou sim" é um exemplo deveras simplificado do que vem acontecendo há tanto tempo que eu nem me lembro na minha vida, especialmente nas relações familiares mais próximas. É um tal de saber mais de mim do que eu que se tornou quase confortável, não fosse minha dor de estômago e falta de ar (vulgo ansiedade) me avisarem de que, opa! aí tem... e tem errado, vai deixar virar ou vai fazer alguma coisa em seu próprio benefício?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, de modo algum estarei eu a jogar a responsabilidade 100% pra cima de ninguém, primeiro por não acreditar em absolutos (os tais 100%, tão utópicos que são chatos!), segundo e não menos importante por reconhecer firmemente meus defeitos, minhas atitudes da lista do "quero mudar, errei muito, ai que punk!". Mas que é uma coisinha muito, mas muito chata essa de ficar à cargo do que acham de você independetemente do que você é, ou vem mostrando ser, é. E muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não... palavrinha mágica. Tal e qual por favor, obrigada, desculpas... deveria ser obrigatório ensinar pessoas a dizer não. Depois que cresce e fica com vontade, a pessoa, ô judiação, se sente culpada por querer saber mais de si mesma que o outro, querer cuidar mais do próprio umbigo que da vida alheia e ainda sofre se achando esgoísta. Pode? Não, não pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dolorido, porém gratificante. Frase que vai comer solta aqui no blog, com certeza, visto que escolhi definitivamente pela minha causa, seja ela qual for. É a minha, e vou defender com unhas e dentes, e doa a quem doer, e mesmo que doa mais em mim do que em qualquer outro alguém (que isso eu sei que acontece: quem não fala não e resolve falar se sente muito mais machucada do que quem escuta o não, ah! certeza.), é isso o que vou fazer. Continuar a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...logo eu que sou tão explícita?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4341212770415107713?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4341212770415107713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4341212770415107713&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4341212770415107713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4341212770415107713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/10/cheia-de-rtulos-quase-todos-eles-nada.html' title='Cheia de rótulos, quase todos eles nada relacionados às minhas tão explícitas marcas na pele.'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4383331081828233923</id><published>2008-09-20T21:56:00.004-03:00</published><updated>2008-09-22T18:23:48.888-03:00</updated><title type='text'>::onde está wally::</title><content type='html'>Reconectar é algo assim... você pega um papel, escreve o que já foi ou fez um dia e quer voltar a fazer e vai ticando as coisas que são possíveis. Errado. Wrong. So, so wrong. Reconectar por aqui é algo relacionado com dar uma olhada pra dentro, pros cantos e arredores e ver o que é quase impossível mas quero um tanto, e correr atrás pra ter e fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dolorido, sensação de que o tempo(barra)idade dá uma certa parada na energia responsável pela mudança, aquela tal busca pela estabilidade que engana. Eu não quero. Eu preciso, e preciso porquê é importante a valer me encontrar comigo, essa "eu" que quer só um pique de um tanto de coisa sólida. Frase dúbia, hã? Adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazeroso, muito prazeroso. Explorar em mim novos limites, reconectar o que a cabeça pensa com o que quero sentir, com o que quero saber no corpo e na alma, conhecer e desbravar mesmo, metendo as caras, escancarando o peito, mesmo sem entender ações e reações, mas nunca, nunca, nunca mesmo simplesmente aceitando. Porquê eu preciso, sim, preciso e quero, as tais explicações. Só fico bem quando sei o que está acontecendo, é fato. E fato não muda, mesmo que a gente passe aquele brilho, aquele rímel e coloque muito glitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho mais sentido pena ou compaixão ou sequer vontade de colocar no colo gente que está mais perdida que eu. Nem quero que ninguém me pegue no colo por estar perdida, mas que os queridos peguem leve nos puxões de orelha - não é fácil opinar sem sentir na pele, e a pele é minha, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho tido medo do mesmo, e continuo adorando escrever bobagens que me expliquem pra mim mesma e mandar o link pra todo mundo ler, mesmo que faça tempo que muitas destas pessoas eu não encontre na vida real, e juro que espero que comentem, que deixem sua marca na minha marca, porquê se tem algo que não vai mudar nem que me reconecte zilhões de vezes é a necessidade de troca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas acreditam que eu tenha força extraordinária e me machucam incansavelmente, outras somem e esquecem que sou tão frágil que sinto saudade e falta de um olá todos os dias, mesmo que seja só na hora de passar o dia a limpo na hora de dormir. Tem gente nova na vida, que tem me ensinado muito, pelo amor ou pela dor, que é como as mães costumam falar pros filhos quando têm algo obrigatório a dizer. E quer eu queira, quer não, tem coisas que são, mesmo, obrigatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu coração ainda bate feliz quando te vê, seja você pequeno, médio ou grande, seja você de agora ou de faz tempo, contínuo ou em frações, e eu curto muito sacar que algumas relações não mudam pelo simples fato de continuarmos nos incluindo na vida uns dos outros, e não sei bem pra quem falar isso, mas que é bom saber que em momento de reconhecimento de terreno-Mariana tem coisa maluquinha, ufa, ainda bem que tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As marcas no corpo estão quase emparelhadas com as da alma, que eu extravaso muito, tudo, sou um tufão em movimento furioso, mas agora eu tenho receio de que o câncer nada tem a ver com guardar sentimento. E isso preocupa. Também tenho outro conceito de preocupar, que antes achava perda de tempo, já que a vida está aqui pra ser vivida, mas aprendi que dar uma olhada antes, pros dois lados, mesmo praquele que não deveria vir carro, dá uma certa garantida. Vai que algo me atropele avassaladoramente? Não quero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase tudo em muito preto e branco, com toques de vermelho. O cinza está um pouco de lado, mas ao alcance dos olhos, sempre em vista pra ser vasculhado. Reconectar comigo mesma é assim, desse jeito estranho, desse jeito que um tanto de choro me estraga e logo lá estou eu procurando o riso de verdade, a gargalhada e as cores fortes, as emoções sem fim até que os três pontos terminem e chamando resolução de crise. Assim sou eu, que termina coisas sem consultar a outra parte, só por não acreditar que lutar por qualquer coisa que seja pra ser boa seja por si contraditório, que continuo acreditando que quando dá pra entender é muito simples tal e qual a matemática e que a ordem dos fatores efetivamente não altera o produto, mas pode causar danos morais e cívicos pra quem não entender. E com aquela velha preguiça de ter preguiça das coisas, de ficar esperando acontecer sem interferir, mesmo que sábios ensinamentos digam que quem espera sempre alcança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo a mesma vontade de experimentar o óbvio, de fazer pela primeira vez coisas do arco da velha, sentindo saudade do que não fiz e sem medo de ser feliz. Sabendo que vou quebrar a cara muito feio, e que não vou querer colocar gesso nem massa nenhuma de correção que é pra lembrar sempre onde estava a minha parte do erro e aprender que é assim, o que eu acho certo nem sempre está de acordo. E sempre, ah que delícia!, sempre tendo a coragem burra de me expor até o fim do pito pra quem quer. Sem censuras, sem legendas, sutilmente intenso e muitas vezes tenso, fazendo valer a máxima de que meu ruim é péssimo, mas meu bom é excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só porquê eu gosto do mar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4383331081828233923?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4383331081828233923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4383331081828233923&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4383331081828233923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4383331081828233923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/09/onde-est-wally.html' title='::onde está wally::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8570453899080616675</id><published>2008-09-03T23:32:00.001-03:00</published><updated>2008-09-03T23:32:50.560-03:00</updated><title type='text'>::push it to the limit::</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Até onde, até quando e quanto você agüenta? Por quê? E como faz isso? &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um querido amigo das antigas aulas de yôga costumava me dizer em nossas conversas informais que "se você conseguir avançar 1 cm por dia, em um mês serão 30 cm". Faz todo sentido. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jogar para o universo aquilo que você quer também era recorrente. Palavras negativas atraem coisas, pessoas e atitudes negativas. O oposto faz exatamente o que se propõe a fazer. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por aqui tenho vivido experiências novas, boas, ruins, sem classificação alguma e outras um tanto desconhecidas para serem caracterizadas por simples adjetivos, e que têm exigido de mim não apenas flexibilidade contínua e lenta, mas desejos de crescimento, alegria e amadurecimento – caso contrário, estaria mais maluca que de costume. E seria muito chato pra quem se atreve a ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um passo de cada vez; cada um tem a cruz que consegue carregar; depois da tempestade sempre vem a bonança; devagar se vai ao longe; quando se anda sempre pra frente não se chega a lugar algum. Frases que têm feito sentido, se feito sentir e me feito tentar ser o que quero ser, no universo contínuo e caótico do qual, vez por outra, tenho vontade de não mais tentar entender. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8570453899080616675?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8570453899080616675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8570453899080616675&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8570453899080616675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8570453899080616675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/09/push-it-to-limit.html' title='::push it to the limit::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5117980344428794515</id><published>2008-08-28T14:52:00.004-03:00</published><updated>2008-08-28T15:14:27.387-03:00</updated><title type='text'>Nós</title><content type='html'>...pronome pessoal do caso reto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...união de eu e você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...laços que se misturam, se cruzam, se atam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim, com a língua portuguesa como apoio, que começo a pensar devaneios sobre este presente por escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal, intransferível, predicados desconhecidos e irreconhecíveis permeiam algum lugar do meu corpo que não é físico, e de tão abstrato chego a duvidar destas sensações que me provocam estar perto de nós. A dúvida então vira beijo, e o beijo transforma em abraço o que eu quero que a gente entenda e nossos olhos se encontram numa intimidade tamanha que o sorriso é conseqüência natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorriso. É muito nosso o meu sorriso, e quando a gente retribui o carinho de algo tão simples e intenso o mundo pára. Piegas, o amor é piegas - como eu não seria? Meu mundo pára, e trocaria todas as palavras do mundo por nós pra definir o que anda acontecendo, porquê estão todos os outros a dizer que meus olhos, tão seus, transbordam felicidade, e outros tantos arriscam o palpite de ter recuperado minha infância na alma. Acerto os ponteiros e redescubro a troca, o cuidado, a lágrima de saudade e a não avaliação nua e crua dos fatos, mas as entrelinhas. As nossas frestinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É indecente o que nós temos: simples, complexo, completo, interrogações, sempre faltando alguma coisa, vontade de que vá embora só para ver chegar. Indecente de tão puro. Nós não precisamos de definição, embora encontre grande graça em explicar o que é que existe entre nossos laços, e de repente parar, olhar pra um lugar qualquer do espaço e sacar que palavra é pouco pra esse tanto da gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, e sempre, todo aquele sempre que temos por aí, os verbos, sujeitos e predicados estão à espera de nós, juntos no nosso agora. Vai comigo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5117980344428794515?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5117980344428794515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5117980344428794515&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5117980344428794515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5117980344428794515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/ns.html' title='Nós'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-948196794825223904</id><published>2008-08-23T18:24:00.002-03:00</published><updated>2008-08-23T18:30:29.743-03:00</updated><title type='text'>.:vou escolher em qual mentira vou acreditar:.</title><content type='html'>Sim, caros amigos... começamos com letra de música hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensativa sobre as tais mentiras sociais, as mentiras pra não magoar as pessoas, as mentiras sem sentido, por compulsão, as mentiras pra simplificar um pique de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiantam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li uma entrevista do Paulo Coelho - sim, meio mais ou menos meu tipo de leitura ultimamente - na qual ele falava que ninguém consegue ser 100% verdadeiro num só dia sequer. Acho que ele se refere ao fato de que uma vez humanos, somos movidos por tantas sensações que ora ou outra nos sentimos na obrigação de dar aquela mentidinha básica pra não prejudicar, ou como dizem os que se sentem absolutos, a tal "omissão, que não é mentira".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem... eu adoraria saber a opinião de um tanto de gente sobre qualquer tipo de mentira. Opiniões, apenas. Julgamentos não nos cabem, apesar de que todos acabamos por conjugar sentenças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mentiria novamente se registrasse que não minto, que não cometo o ato da omissão pra não magoar, mas cá entre nós... venho achando cada vez menos legal fazer os outros lidarem com a ilusão momentânea e a decepção fria e cortante das verdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí? Comments?!?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-948196794825223904?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/948196794825223904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=948196794825223904&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/948196794825223904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/948196794825223904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/vou-escolher-em-qual-mentira-vou.html' title='.:vou escolher em qual mentira vou acreditar:.'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-6396106196520747326</id><published>2008-08-11T12:13:00.002-03:00</published><updated>2008-08-11T12:37:28.478-03:00</updated><title type='text'>::para meu pai::</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SKBb7uyHIOI/AAAAAAAAADA/dj6usjxztLY/s1600-h/DSC00899.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233283848733139170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SKBb7uyHIOI/AAAAAAAAADA/dj6usjxztLY/s400/DSC00899.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com quase 30 a gente precisa reativar a memória pra determinadas coisas... mas lembranças de um pai como o meu não somem. Especialmente aquelas que ficam pra sempre, desde a infância até o começo das batalhas na vida adulta. Até porque o papel do pai muda tanto, e eu mudo tanto, que seria um atentado querer que tudo continuasse igual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lá em Bragança tem uma sorveteria deliciosa chamada Santa Rita. E a gente tinha uma Belina azul-calcinha, brilhante, onde meu pai colocava todos os sobrinhos, eu e minha irmã Luiza e seguia pra sorveteria todo domingo - final de semana na chácara dos avós maternos era lei. Na sorveteria, cada um escolhia o que queria, aquele exagero de sabores e coberturas, e então meu pai inventou o "troféu porquinho", obviamente pra quem se lambuzava mais. A Nina, prima querida, era considerada café-com-leite, pois se participasse sairia vencedora todas as vezes. Era uma delícia sentar na mesinha da Santa Rita, escutar as risadinhas do meu pai, de quem caçoa das pequenas coisas da vida. Era uma delícia enfrentar a fila da família pra lavar rosto, mãos, braços e vez por outra até os pés na pia baixinha da sorveteria, pra só depois voltar pro carro, que invariavelmente fervia de tão quente que é aquela terra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já em Poços, a lembrança que mais marca minha vida com este meu pai é a de passar milhares e milhares de vezes pela subidona da Igreja do São Benedito e ver aquela mão que passa toda a segurança do mundo apontar pro lugar onde depois de muitas horas e orações ele nascera. E continuar dizendo que na casa ao lado morava tal tia, tal avô, e todas as traquinagens que eles aprontavam em Poços. Inesquecível também são os carnavais mineiros, eu toda pequena e espevitada sentada ouvindo marchinha com a Goga, mulherão de boca grande e desbocada e achando o máximo ser uma criança que frequentava as altas rodas do grande carnaval Caldense. Vem daí minha aversão aos ritmos praticados hoje, e a imensa predileção por estar perto dos meus, dos nossos e com o que a gente gosta ao invés de atrás do trio elétrico... e ninguém por aqui morreu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Meu pai toca violão que é uma beleza, e compõe músicas incríveis, e as canta quase com lágrimas nos olhos. E ele não cansa de falar como foi especial a primeira vez que nos olhamos, e isso me dá uma segurança e amor tão grandes de escutar que gostaria de gravar a voz dele repetindo pra quando eu ficar com medo - e eu fico muito, quase sempre. Meu pai deve ter orgulho de mim, que sou cheia de rolo, de tatuagens, de indefinições e características enroladas, bem ao contrário do que os pais esperam da filha mais velha - mas percebo nos olhinhos por traz dos óculos um brilho bonitinho quando estou chegando e ele fala: e aí, Maricotinha? - como se meu tamanho todo não significasse absolutamente nada, só importa o fato de ser filha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele ensinou a amar as irmãs de um jeito especial, que é como a gente devia amar todo mundo que convive intimamente. Mostrou como é que dá pra impor respeito sem gritar, apesar de eu não estar muito bem nesta lição. Deu colo por mais de dez dias seguidos quando as lágrimas ficaram fortes demais, meu turbilhão no meio do turbilhão da vida dele. Se ele erra? Ah, é humano, apesar de pai, né?!?! E ele acolhe o que eu fiz de melhor, que é a Clara-primeira-neta que só de onda nasceu no dia do aniversário dele, pra mostrar que nenhum presente é melhor que o nosso presente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E o tempo vai passando, e eu reclamo direto pra ele, com ele e brigo, agradeço e choro, cobro um tanto de coisas e recebo tantas outras que não dá pra mensurar. Mas sabe... em todos os momentos da minha vida, naqueles pequenininhos que fazem toda a diferença, ele estava lá. Nos grandes também, mesmo que eu ache que seja difícil pra todos os pais encarar dificuldade e passos de filha gente grande. Sei que sempre vai estar. Por telefone, MSN, ao vivo de surpresa em casa ou nos jantares de olhares cúmplices, quase sem palavras, meu pai é meu pai, e por isso o melhor de todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Te amo, gordinho!!!!!!!!!!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-6396106196520747326?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/6396106196520747326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=6396106196520747326&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6396106196520747326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6396106196520747326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/para-o-meu-pai.html' title='::para meu pai::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SKBb7uyHIOI/AAAAAAAAADA/dj6usjxztLY/s72-c/DSC00899.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-515021128673490138</id><published>2008-08-10T22:02:00.003-03:00</published><updated>2008-08-10T22:20:27.193-03:00</updated><title type='text'>::Pra alguém muito bobo::</title><content type='html'>É uma vez uma menininha linda, cheia de vontade própria e amassos pra distribuir. Ela abraça, beija e diz que ama com a mesma facilidade com  a qual reclama por estar atrasada em 11 minutos para a escola. Sim, 11 minutos, que ela é de uma precisão milimétrica, o que transoforma o mau humor matinal da mãe dela em risadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela está muito grande, muito linda, sem exagero, uma pintura em tons de cor de rosa bem clarinho, que é pra combinar com o nome. Ela é delicada e forte, tão cheia de extremos que não justificam a pouca idade. Faz piada, gosta de jogar tranca e ver desenho, e nunca, nunca dorme na hora certa, nem do jeito certo - ela rouba toda a coberta, expulsa da cama e vai batendo com a mão procurando mais travesseiros, como se os quatro que estão à disposição dela não bastassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem paixão no cachorro branco e gigante, desengonçado e que late a valer, e chora vendo filme da Disney mesmo sabendo que aquilo não passa de ficção. Anda acreditando em lendas urbanas, umas tão bobocas e impossíveis, que a mãe não consegue explicar o que são sem rir um pique, e ela fica muito, mas muito brava e chora. É da mãe que ela pegou essa de chorar. Mas passa rápido, que tristeza grande ela ainda não aprendeu o que é. Mas um dia vai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem vai estar ao lado dela pra explicar que o mundo é assim, e que nem por isso é pra ela desistir ou querer mudar seus planos de purpurina? Quem é que tem a mão tão maior que a dela pra segurar e puxar pra frente, e o peito quente e cheio de amor pra acolher quando a dor ficar grande demais pra sair por aí? E pra compartilhar as vitórias do dia a dia, que são as que importam, as que marcam, e perceber que ela cresce muito rápido só pela barra da calça de tanto que convive?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, isso é um pouco do que você tem perdido. Muitas outras nuances estão sendo pintadas com a sua ausência - e sinto informar que não há dinheiro nem tempo extra que recupere conviver com uma filha que é mais que presente hoje e sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presente que você, por qualquer motivo que seja, não recebe agora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-515021128673490138?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/515021128673490138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=515021128673490138&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/515021128673490138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/515021128673490138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/pra-algum-muito-bobo.html' title='::Pra alguém muito bobo::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-3937486592230827115</id><published>2008-08-01T14:10:00.005-03:00</published><updated>2008-08-01T14:32:37.377-03:00</updated><title type='text'>Isso vai, isso não...</title><content type='html'>...pra quem nunca fez, mudar de casa parece uma delícia. E é mesmo, desde que sua vida não esteja tão bagunçada quanto o local a ser deixado. E eu, que adoro uma metáfora, farei um paralelo com o que anda rolando por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada gaveta que abro tem um monte de coisas que não via há tempos. São roupas incríveis, como aquela blusinha de lurex colorida com um laço maravilhoso que é a peça que eu mais queria ter na vida - e que não cabe mais na minha vida de hoje. Não, não engordei esse tanto, um pouco vá lá que com o tempo a gente aprende que tem, sim, que ter onde ser pêga de jeito. Não cabe pela postuta - é, eu tenho um pouco de postura, believe me - e guardar esta blusinha tão perfeita não vai fazer nada além de ocupar espaço que poderia estar desopilando ou deixando uma outra blusinha entrar... amo a idéia do novo, diga-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí tem o guarda-roupas da mamãe, cheio de pequenas preciosidades da vovó Élide, que se foi há tempos e deixou tanta coisa com qualidade que só se via naquela época, que chega a dar briga - mas é engraçado como eu gosto de coisas que só eu gosto, e acaba tudo pra mim. Foi assim com os óculos gigantes dos anos 20, que quando escolhido na pilha de quinquilharias foi motivo de chacota - e é hoje a inveja da mulherada de Aguirre. É meu, ok? Não empresto. nem vem. Voltando ao guarda-roupas da mamãe... encontrei um broche em formato de flor dourado, quase avermelhado, uma coisa tão preciosa quanto uma moeda de um centavo e me apeguei. Quero tanto, e todas as mulheres da casa (que não são poucas) questionam o que eu vou fazer com aquilo. Eu quero porquê me serve neste momento, de buscar coisas pontuais e pequenas do passado que não me foram dadas, e quero que façam parte agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De metáfora em metáfora, vou me reestruturando pra enfrentar o novo apartamento, cheio de espaço vazio pra gente completar com o que interessa, colocar no devido lugar o que é importante pra sempre e jogar fora, sem dó nem piedade, o que não nos serve mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança é sempre difícil, fica uma bagunça entre os dois extremos - o que deixamos e o que iremos. Mas estar presente e poder escolher o que vai e o que fica naquele momento da vida é um privilégio. Até que chegue a hora de mudar outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;((e não dá pra perder a melhor metáfora de todas: MUDAR DA CONSOLAÇÃO PRO PARAÍSO É PRA QUEM PODE!))&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-3937486592230827115?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/3937486592230827115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=3937486592230827115&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3937486592230827115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3937486592230827115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/isso-vai-isso-no.html' title='Isso vai, isso não...'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-3636864220788377543</id><published>2008-07-06T14:31:00.004-03:00</published><updated>2008-07-07T00:51:47.721-03:00</updated><title type='text'>A vitimização das sensações.</title><content type='html'>Havia uma menina muito especial, era o que todos diziam. Teria ela a sorte de ser inteligente, expansiva, alegre e ao mesmo tempo fazer tudo o que lhe dava na cabeça sem que qualquer destas coisas trouxesse conseqüências. Havia uma esfera muito bonita, todos com nomes da família, razoavelmente bem estruturada e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta menina fazia muito bem o que bem entendia, e desconheceu por muito tempo o sentido do limite. Não havia limites, e então ela explorava o mundo não somente ao seu redor, mas principalmente o imaginário. Quando não mais menina, já quase mulher, as opções acerca do desconhecido poderiam ter colocado sua vida seriamente em risco. Sem limites. Sem cuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve todo um investimento correto em torno dos estudos da menina/quase mulher, e orientações corretas sobre como cuidar de seu corpo, sua saúde e qual era a fórmula para o sucesso: trabalhar, ser independente e nunca, jamais, em circunstância alguma depender de quem quer que fosse para viver. Ainda assim, sem limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta garota procurou e testou seus próprios limites, e foi aprendendo entre perdas e muitos danos que existe, sim, necessidade de ter onde parar. Não somente pelos que a cercam, mas principalmente porque existem sérios fatos relacionados a não ter limites que a fariam sofrer tanto e por muito tempo depois de feito o que ela, no auge de sua habilidade em experimentar, teria escolhido por certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então a garota teve que tomar uma decisão importante. Importantíssima, de fato. Uma vida crescia em seu ventre, e foi então que ela se dispôs de corpo e alma a arrumar a casa interna de seu cérebro, de seu coração e de sua vida prática, para receber com equilíbrio aquela nova pessoa que era dela, sem dúvida alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vá mudar hábitos e vícios antigos... é um processo dolorido, e tamanha a destreza da garota em se livrar dos limites e argumentar com os que têm o dever de cuidar que ela sempre escapou. Escapou dos outros, mas não de si mesma. E a cada ciclo completado, havia um incômodo imenso em estar assim, sempre no limite de não ter limites - e era mais do que preciso ensinar limites agora, então corre aprender. Com dor, muita dor, mas válido, ah, necessariamente válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram poucos os processos - testes de doenças esquisitas, comparações com quem seria semelhante, tentativas e erros, alguns acertos inclusive, terapia de todos os tipos e imersão em si mesma. Mas quando doía demais a garota e seus argumentos pulavam fora. Na verdade não pulava, simplesmente fazia aquela carinha que é pertinente a quem sabe convencer e se fazia de outra pessoa, "estou mudando", ela afirmava para quem quisesse ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de mudança em mudança ela se viu isolada em si mesma, e isso era de tanta importância que não haveria espaço senão aquela poltrona de couro para se descobrir errada, terrivelmente errada para consigo mesma, e refletir e fazer acontecer o milagre de se modificar aos poucos, mesmo que a dor fosse até maior do que as proporcionadas pelas outras formas de auto-mutação as quais ela se permitiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é que estivesse dando vazão aos problemas. A já mulher decidira que há muito o que fazer, de certo, mas que se nunca é tarde pra recomeçar, tarde não é para se descobrir aberta a reconhecer e trabalhar com seus próprios limites, mesmo que ainda não os conheça tão bem quanto gostaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhada de um anjo de grandes olhos, acho que para cuidar dela sem perder o foco, se expôs de maneira agressiva e violenta, como se esta fosse a única forma de conseguir trabalhar com o que as dívidas lhe haviam proporcionado. Está funcionando. A mulher, pouco a pouco, de lágrima em lágrima, de revelação em revelação, de segredos compartilhados com confiança de amor, tem se tornado cada vez mais ela. Com seus limites e imperfeições, encontra-se em estado de reconhecimento: não precisa ser vítima de suas ações, nem de ações de quem ela ama de verdade, pra ter méritos e crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisa de limites.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-3636864220788377543?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/3636864220788377543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=3636864220788377543&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3636864220788377543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3636864220788377543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/07/vitimizao-das-sensaes.html' title='A vitimização das sensações.'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-6933541278338557211</id><published>2008-07-05T13:19:00.003-03:00</published><updated>2008-07-05T13:27:23.085-03:00</updated><title type='text'>Sobre períodos ruins...</title><content type='html'>...aprendi que os períodos ruins são deveras necessários para crescer. Para um tanto de outras coisas também, mas principalmente para tudo o que é relacionado ao crescimento, e isso é, lá no final das contas, extremamente válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrer por algo que machuca é natural, mesmo que se empenhe em estar feliz, estar bem, ter certeza quanto às escolhas - machuca, logo dói, logo é mais do que óbvio que faça sofrer. E chorar. E precisar de um tempo ou dois pra ficar imerso nesta tristeza até que a transformação ocorra por força bruta ou interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não dá mais pra ficar em casa debaixo do cobertor chorando e não identificando se é dia ou noite. Não existe mais a possibilidade de fugir da rotina massante pra procurar alegria em outra atividade, sentido efêmero se comparado ao prazer estável de keep on going.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem dá mais pra evitar exibir o claro: estou triste, sim. Com um pouco de grandes coisas que foram e são importantes, preocupada com gente que amo e não está bem e com a lacuna gigante que se formou por aqui nos últimos tempos. Triste, no entanto confiante de que reconhecer - e aceitar - esta tristeza é melhor do que flanar sobre os acontecimentos pontuais e importantes que nortearam esta vida há pouco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-6933541278338557211?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/6933541278338557211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=6933541278338557211&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6933541278338557211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6933541278338557211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/07/sobre-perodos-ruins.html' title='Sobre períodos ruins...'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4847998841882012502</id><published>2008-06-24T14:23:00.002-03:00</published><updated>2008-06-24T14:43:04.172-03:00</updated><title type='text'>Sobre as coisas impossíveis da vida...</title><content type='html'>...dizia meu amigo Freud:&lt;br /&gt;"- Há três coisas impossíveis: a psicanálise, a política e educar os filhos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sou eu pra discordar, mas pra discorrer acerca do terceiro item, ah, sei bem quem sou e adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educar. Ô coisinha difícil. Pressupõe um tanto de coisas parecidas com conhecimento que fica difícil, quase impossível mesmo, saber quem está apto a fazê-lo. Nestes nove anos de educadora alheia (praticados com a Clarinha) e quase 29 tentando uma self-education digna, tenho muitas dúvidas do que é ou não necessário pra fazer dar certo. Até porque dar certo é um conceito um tanto quanto variável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei comigo a teoria da experimentação, e lá pelos 16 achei meio perigoso me expor a determinadas situações e substâncias pra aprender sobre elas, e aprendi que observar as reações alheias, mesmo que vindas de pessoas completamente diferentes de mim, estava bom demais da conta. Ninguém merece entrar em coma alcoólico pra entender que não é legal nem faz bem. Isso pra pegar leve, vai que minhas irmãs menores decidam ler o blog...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a pequena grande razão do meu viver, experimentei muito mais. Protegida pela placa de culpa que parece vir atata aos pés do nenê quando você vira mãe, testei algumas maneiras de ensinar a viver. Na primeira vez, quase bati com a cabeça (a minha, no caso) na parede, de tão maluca. Achei que daria certo negociar qualquer coisa com uma criança de quase cinco anos (na época). Explicava, argumentava, enfim, dava opções enquanto ela pedia limites. Ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Limites. Eu sou a mãe. Eu mando? Não tanto, que ensinar a defender a própria opinião foi uma das coisas que a convivência deixou de herança pra ela. Mandar não foi, nem nunca será, a nossa solução. Converso, explico absurdos pra uma Clara de, agora, nove anos, mesmo que não faça o menor sentido. Algum dia vai fazer. Desde o óbvio "não coloca fogo na sua roupa porque vai te queimar" ao complexo pra qualquer pessoa "qualidade de tempo passado junto é melhor que quantidade, então pelo amor de Deus não reclama que eu trabalho muito", tenho abraçado e beijado muito pra me fazer entender, ou entendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar nas mãos dela, sentir o calorzinho da respiração numa bronca, enxugar as lágrimas quando a gente não entende o porquê daquilo, mesmo tendo certeza de que não é pra fazer daquele jeito, pedir desculpas por não saber tudo mas deixar nítido que, hey, vida da minha vida, estou aqui pra você pra tudo, não tem problema que eu não entenda - eu tento aprender. Porque eu amo. E é óbvio, mas sempre tão claro, que esse tal de amor é uma base muito bacana pra qualquer relação. E o impossível pode ser menos dolorido, pelo menos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4847998841882012502?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4847998841882012502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4847998841882012502&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4847998841882012502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4847998841882012502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/06/sobre-as-coisas-impossveis-da-vida.html' title='Sobre as coisas impossíveis da vida...'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5827950272924440119</id><published>2008-06-12T10:45:00.003-03:00</published><updated>2008-06-12T11:09:30.721-03:00</updated><title type='text'>::I LOVE TO LOVE::</title><content type='html'>Dia dos Namorados, melhor data do mundo ever... um dia pra refletir que todos nós viemos de algum tipo de namoro: planejado, de surpresa, inesperado ou friamente calculado... fato é que hoje o amor definitivamente está no ar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não existe a possibilidade de passar em branco, então o pessoal aqui da agência desenvolveu um software pra quem teme não ter palavras pra descrever, atestar ou até mesmo declarar seu amor por aquele alguém... vai lá: http://www.ocio2007.com.br    ...com conteúdo romântico desta que vos escreve!!! No mínimo, very funny!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, people... um viva para o amor! Dois vivas para quem ama, se ama e ama muito tudo isso!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;beijos estalados, esmagados e cheios de coraçãozinho, que eu também adoro =)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5827950272924440119?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5827950272924440119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5827950272924440119&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5827950272924440119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5827950272924440119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/06/yes-eu-amo-o-amor.html' title='::I LOVE TO LOVE::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7881992308929260746</id><published>2008-06-01T22:40:00.004-03:00</published><updated>2008-06-02T18:54:28.571-03:00</updated><title type='text'>It´s done, grandma</title><content type='html'>Meta auto-desenvolvida: cumprir alguns carmas nesta vida. Tudo bem, não que eu acredite que nós, os humanos, tenhamos total condição de saber efetivamente quais são os pontos relevantes que nos levarão ao descanso de uma encarnação menos árdua ou ao retiro da vida eterna ao lado do Pai - prepotência querer saber dos mistérios que envolvem todos os santos e orixás, quiçá o mistério maior da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, contudo, todavia... há alguns parâmetros que nos dão de presente na vida, as chamadas (por mim, pelo menos) responsabilidades adquiridas. Por aqui, não foram, nem são, em alguns casos, poucas as vezes em que teimo fazer determinada coisa porque "é importante, já que minha mãe fez isso por mim, meu pai aquilo outro, aquela amigona desistiu de algo e assim por diante..." e então considerar a troca justa. São atitudes norteadas pelo "pagamento não dolorido nem anti-ético (vingança, no caso) de algo muito bom que me foi feito". Adorando este meu dicionário de aspas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo prático é o de adotar as pessoas. Adoto desde sempre, adotada que sou. Cuido, me preocupo, amo incondicionalmente e tento ver o lado bom das coisas, uma Mãeriana, como diz a sábia Ica. Daí que de uns tempos pra cá andei pensando e analisando fria e calculistamente o que este carminha estava me causando... ai, que susto! Cuidando de todo e qualquer ser, animado e inanimado, alegre ou triste, que arme e efetue sensações até que... ups! Machucou. Machucou porque eu deixei. Deixei porque achava que estava fazendo um bem pra mim. E nem é por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que tem uma história muito linda, linda mesmo, e de verdade, nem é fantasiosa, olha só, de uma avó paterna que não queria adotar e que viveu uma paixão a primeira vista daquelas de encher os olhos de lágrimas involuntárias, e resolveu que o carma que daria pra neta seria ve-la casando antes de morrer, talvez para te-la protegida. Porém a neta tinha apenas nove anos quando lhe foi revelado tal segredo. E desde então, consciente ou subconscientemente vivia às avessas com o tal lance do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim sou eu, então vou mudar o sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui do estilo "livre, leve e solta", apesar de namoradeira de plantão. Prefiro um namorado na mão do que diversos peguetes, que é como as muderrrRnas vêm definindo o bando de garotos abatidos no mês. Acho que dá menos trabalho, e não menos importante, proporciona troca, que pra mim é uma base bacana de relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar casada com alguém significa, no entanto, abrir mão da opção nossa de cada dia, dentre taaaaaaaaaaaaaaaaaantas outras coisas, boas e ruins, maravilhosas e excepcionais da relação a dois. E isso sempre me pareceu "algema" demais da conta. Daí veio o príncipe no cavalo branco, casei na igreja do Divino com o vestido usado há 40 anos pela sogra, com buquê de pimenta e festa até o sol raiar, só pra família que chorava de emoção por estar realizando o desejo da avó paterna que não queria morrer antes de me ver casar. Com certeza ela viu, me diz a tia Clélia que sabe de muito, e senti de verdade que ela estava a me olhar, seus olhos embargados e sorriso maroto, enquanto o padre falava e eu não entendia nada, absorta na idéia de que sim, eba, estava cumprir uma meta das mais importantes, não apenas por ser um sonho dela, da família, mas principalmente por ter escolhido a felicidade ao lado daquele. Foi bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito bom enquanto durou, pieguice à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me concentro em  viver o novo, minhas descobertas, minhas  sensações de quero mais da vida, de juntar dinheiro/energia/realização pro futuro, me apegar ao presente e entender que o passado pode ser uma memória muito linda, mas que não necessariamente precisa ditar o que vai ser o meu dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It´s done, grandma. Hope you´re proud.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7881992308929260746?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7881992308929260746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7881992308929260746&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7881992308929260746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7881992308929260746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/06/its-done-grandma.html' title='It´s done, grandma'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4270484759028751681</id><published>2008-05-28T07:05:00.001-03:00</published><updated>2008-05-28T07:12:45.800-03:00</updated><title type='text'>::SÃO DEMAIS OS PERIGOS DESTA VIDA::</title><content type='html'>(Toquinho e Vinícius de Moraes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São demais os perigos desta vida pra quem tem paixão&lt;br /&gt;Principalmente quando uma lua chega de repente&lt;br /&gt;E se deixa no céu, como esquecida&lt;br /&gt;E se ao luar que atua desvairado&lt;br /&gt;Vem se unir uma música qualquer&lt;br /&gt;Aí então é preciso ter cuidado&lt;br /&gt;Porque deve andar perto uma mulher&lt;br /&gt;Deve andar perto uma mulher que é feita&lt;br /&gt;De música, luar e sentimento&lt;br /&gt;E que a vida não quer de tão perfeita&lt;br /&gt;Uma mulher que é como a própria lua:&lt;br /&gt;Tão linda que só espalha sofrimento&lt;br /&gt;Tão cheia de pudor que vive nua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4270484759028751681?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4270484759028751681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4270484759028751681&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4270484759028751681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4270484759028751681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/05/so-demais-os-perigos-desta-vida.html' title='::SÃO DEMAIS OS PERIGOS DESTA VIDA::'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5910118608826991104</id><published>2008-05-21T12:09:00.004-03:00</published><updated>2008-05-21T12:47:04.230-03:00</updated><title type='text'>Mariana e a antítese.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: green;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aprendi o que é antítese no dicionário de sinônimos, hoje mesmo. Sentada, procurei rapidamente a palavra que vinha definindo minha vida há algum tempo. Encontrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contradição. É, um bom sinônimo pra "lutar por amor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que já escrevi sobre isso, mas, de qualquer forma, vale o registro pela experiência recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escuto por aí que crises fazem parte de qualquer relação, e concordo que ceder é algo inerente à vida compartilhada. Acho que as tais crises são momentos de optar por ceder pouco, tudo ou nada, e quem sabe até de testar até onde a crise do outro chega, pra ver se posso sair ganhando mesmo sem realizar a tão mal falada DR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfrentei um tanto assim de crises. Dos mais variados tipos. Na escola, pintava uma dificuldade e lá estavam todos os argumentos necessários pra que meus pais aceitassem a nova escolha, o que resultou em um monte de gente querida adquirida nas salas de aula, e de fato não prejudicou o vestibular. A gravidez aos dezoito, logo transformada em meta pra vida toda, uma relação em eterna crise, pois nos transformamos juntas, cada uma na sua, mas com muita coisa &lt;st1:personname productid="em comum. Com" st="on"&gt;em comum. Com&lt;/st1:PersonName&gt; meus pais, as crises de amor e ódio, compreensão e rejeição, tudo tão extremo que o meio termo chegou há pouco, assim como com as irmãs, especialmente a peculiar Luizinha (não vivo sem, não dá mais). Agregados e chegados, próximos ou não, todos tiveram momentos de crise na minha vida: alguns foram simplesmente deixados de lado, outros inseridos no coração tão cravados que nem furacão tira. Sempre sensações extremas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica de relevante pra mim é que por mais crises que tenha passado, optei por viver aquele momento em relação às conquistas, mesmo que de espaço físico, e não do momento da "luta por...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que aparece um reflexo de pensamento em forma de divã, e me obrigo a perceber que lutei muito, sofri, me machuquei, mesmo que em forma de corações, cobras e flores espalhadas pelo corpo pra deixar o registro bem visível e não esquecer o que foi que aconteceu. E então eu me deparo, desta vez por procura e cheia de vontade própria, com a palavra antítese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que lutar pelo que quero é justo, digno, necessário - quando a gente luta e aprende a usar as "armas" certas, então, dá um prazer enorme, mesmo quando perde, porque o foco não fica na conquista do que queria, mas nos meios para conseguir. E o aprendizado fica, mesmo que apareça um pique (ou muito) depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tem um tipo de luta que, pra mim, é considerado uma antítese das maiores: lutar por amor. Olha, posso não entender de amor, desconfio que existam tantos e mais tantos tipos de amor que é difícil entender (ou reconhecer) esta sensação boa e fiel, amigável, de cuidados e que acolhe, além de provocar calafrios, uma paixão intensa e tensa, que fica cada vez melhor por não ser frívola como a paixonite, que, diga-se, tem lá seus encantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me conformo em lutar por amor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Simplesmente acho que todo mundo, sem exceção, deveria desfrutar do amor enquanto ele durar, posto que é chama, como dizia o poeta, e se despedir dele deixando uma cadeira cativa no coração, com lembranças do que foi bom, feliz, incrível, prazeroso, gostoso, e aprendizado do que foi ruim, errado, magoou ou deixou bravo. E ponto. Mas parece utópico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais vejo que insitem para que eu lute por amor, que chegue até a última gota de admiração pelo outro pra poder dizer que sim, acabou de vez, não há mais nada a fazer, estou esgotada. Pra que? Pra tão somente ter as sensações doloridas da perda do amor? Não entendo... Não acho justo com qualquer pessoa que tenha sido amada, ou que tenha amado, que se resuma a calafrios e lágrimas de desilusão. Prefiro, pois, optar por aproveitar o que há de bom e me despedir do amor enquanto ele ainda está lá, mesmo que vestido com outra roupa, mesmo que com outro nome, provocando outras sensações. Mesmo que ninguém entenda, aceite, e continue "torcendo pra dar certo", quem convive com a minha cabeça, meus fantasmas, aflições, aspirações, sonhos e medos sou eu, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então relaxo, entendo que muito do que pensam sobre minhas escolhas é fruto de imagem passada pelo meu próprio espelho e resolvo aceitar. E expor o que realmente sou, do jeito que efetivamente quero que as coisas sejam pra mim. Simples e felizes. Inclusive quando acabam.&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: green;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5910118608826991104?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5910118608826991104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5910118608826991104&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5910118608826991104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5910118608826991104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/05/mariana-e-anttese.html' title='Mariana e a antítese.'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-422335879137418014</id><published>2008-03-09T20:44:00.002-03:00</published><updated>2008-04-24T18:50:52.422-03:00</updated><title type='text'>Quem tem mãe...</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;"Não se faz uma omelete sem quebrar ovos" – e então chega uma certa idade que não há como negar as palavras da mãe.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Configura tudo a totalidade de coisas que achamos ter adquirido de mais importante ao longo da jornada, tenha ela 25, 21, 8 ou quase trinta, e então tudo pára. Tudo pára. Frase de impacto, analisando que a pessoa que vos escreve é de certo intensa. Tudo pára é uma situação muito punk, difícil de descrever, mas façamos metáforas, tão adoradas figuras de linguagem. O marinheiro traça uma rota, um plano de navegação na carta e analisa possíveis frentes frias, maremotos, rochas no caminho e, quem sabe, icebergs. Tendo o caminho em mãos, analisa quem seriam grandes companheiros pra esta viagem, de acordo com aptidões necessárias aos homens ao mar: aquele que cozinha bem, o que é analítico, o poeta, o notívago por natureza e, quiçá, alguém que toque violão. Se despede no porto, levanta âncoras e parte – com uma meta a ser cumprida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eis que no primeiro terço da meta, o cozinheiro se revela um grande barman, o músico um poeta de primeira, e o notívago é, na verdade, alguém que sofre de insônia que acalmara com o balanço das ondas. O marinheiro, então, faz uma nova análise e conclui que dá pra finalizar. Sempre dá, porquê é aquilo que ele quer, muito, e com tanta vontade, que não existe "vou parar por aqui, obrigada, tchau", nem que as escolhas ao seu redor não fossem deveras acertivas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tal marinheiro, então, cumpre o segundo terço do caminho, e então os marujos se dizem cansados da vida no mar. Falta tempero, paradas estratégicas, o sol já queimou mais que suas faces extremamente rosadas. E o capitão do navio, again and again, torna a modificar o olhar por sobre as coisas e decide abrir mão da maneira severa como vem conduzindo o navio e as funções de sua tripulação, e decide dar a todos eles, inclusive a si mesmo, uma nova chance de se reconhecerem em funções aleatórias, para que explorem o que existe de apaixonante e apaixonável em si mesmos. Dá uma chance ao caminho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E no último trecho a ser cumprido, fica uma lacuna enorme pra ser preenchida com esta habilidade de se permitir mudar, de haver um motim interno, de jogar as determinações exteriores ao mar e buscar o que há de melhor na terra, que são as raízes daquilo que te faz realmente feliz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E sorrir ao encontrar a face alva da pequena Clara dormindo, mesmo que passe das duas da manhã. Sentir um arrepio frio e quente ao pensar em coisas simples e felizes, e notar que aquele é diferente dos outros arrepios por que é o de hoje. Escolher dar muitos passos pra trás só porquê o Pequeno Príncipe disse que "quando se anda sempre pra frente não se chega a lugar algum". E, finalmente, mais do que finalmente, colocar algumas batatas, cenouras, muita cebola, sal e um pouco de todos os tipos de pimenta na omelete, que vai ser deliciosa de saborear quando passar a dor de ver as cascas dos ovos estilhaçadas, mesmo tão perfeitas em sua proteção ao conteúdo óbvio.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por aqui, não trabalhamos com o óbvio.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-422335879137418014?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/422335879137418014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=422335879137418014&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/422335879137418014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/422335879137418014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/03/quem-tem-me.html' title='Quem tem mãe...'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4207577586766877758</id><published>2008-01-17T13:42:00.000-02:00</published><updated>2008-01-17T13:58:41.587-02:00</updated><title type='text'>Fábula para guerreiro perdido ou conversa pra boi dormir</title><content type='html'>Formigas na pele, e o guerreiro segue pela floresta negra de seus sonhos. A realidade que o rapaz enfrenta, do alto de seus 37 anos, é menos dura do que seu descansar, quando repousa sobre uma pedra qualquer em busca de energias e recarga para o dia seguinte. Este guerreiro já não é o menino que saira de casa dez anos atrás para lutar por algum ideal ou mundo melhor, o pobre esqueceu do que se trata toda e qualquer batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrido, a pele esgarçada, o cabelo diferente inclusive na textura, a voz sempre embargada, embora não exista ninguém com quem possa falar. Apesar de querer, ele não pode, pois está sozinho - seu grupo o deixou pra trás, prevendo a máxima dos guerreiros de que se um homem enfraquece o grupo, é melhor não fazer parte dele. Sob o critério de mudança de planos, os outros homens, de aproximadamente 37 anos também, barbas estranhas, com nós e piolhos, caminharam até uma nascente próxima, e o mandaram catar amoras para o jantar. Todos caminharam nascente abaixo, para despistar. O abismo da cachoeira os pegou de surpresa, pois estavam focados em fugir do guerreiro enfraquecido - não tomaram o cuidado de ver onde pisavam e cairam, todos. Dos doze, apenas dois sobreviveram, embora estivessem tão arrependidos que estar morto teria sido a escolha mais certeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem guerreiro solitário caminha, então, de volta com as amoras, e estranha o fato de estar sozinho. Não há sinal de batalha em qualquer lugar, então não houve luta, e então, mais então ainda, onde é que estão os companheiros? Ora, pois fora colher as amoras pro agrado e jantar de todos, e quando volta já não estão lá? Nesta situação decide sentar e relembrar o que fizera sair do aconchego seguro e partir para a mata fechada e escura, há longos quase dez anos... não encontra em sua mente resposta alguma, e procur em seu coração, onde já não há resto de sangue quente para caracterizar coração e chora. Acredita que uma gota d'água saída pelos olhos possa mostrar a verdade, mas também não há nada, chora com a face velha, com os cabelos fétidos e não encontra absolutamente nada que seja ele. Ao passar as mãos pelo rosto, enfim depara-se com algo que possa ser verdade: as unhas que antes seriam enfeites, hoje são garras e a palma da mão, que oferecia carinho, acolhimento e manutenção tornou-se coberta de ódio, rancor e mágoa. Decide caminhar, com os pés que já não são seus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio da busca pelo que foi buscar, encontra um fragmento de espelho. Lá está o registro triste do que foi. O olhar iluminado pelo reflexo da folhagem escancara a dor deste homem de 37 anos, se ele tiver mesmo esta idade, pois aparenta muito mais, a encarar a busca mais porosa de toda sua existência. A própria existência estava questionar se existia, e onde existia, e então o guerreiro sentou, e não mais pensou. Rasgou os restos de pano que lhe cobriam o corpo, e as pernas grossas, e encolheu-se tão fortemente que a explosão de seu corpo foi ouvida até onde o ar pode alcançar e refletiu nas paredes das montanhas rochosas e voltou em forma de grito. Um urro alto, cheio de covardia, e um pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi tudo tão rápido que até hoje ninguém sabe explicar o que aconteceu com o pobre grande guerreiro, que deixou seus pais, sua esposa e filhos para entrar na mata e ser abandonado por seus companheiros até explodir ao tentar encontrar qual era a verdadeira razão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4207577586766877758?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4207577586766877758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4207577586766877758&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4207577586766877758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4207577586766877758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/01/fbula-para-guerreiro-perdido-ou.html' title='Fábula para guerreiro perdido ou conversa pra boi dormir'/><author><name>((morango))</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04659913879486198391</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08295979732517952551'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>