<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915</id><updated>2009-11-23T04:24:23.776-02:00</updated><title type='text'>Confiabilidade humana - PCS5006</title><subtitle type='html'>Blog do grupo de estudo de confiabilidade humana da Poli-USP. Nosso próximo oferecimento da disciplina será o 3o. período de 2008. 

As matrículas acontecem em agosto e as aulas começam em setembro. Interessados em participar da disciplina que não pertençam ao programa de pós-graduação da EPUSP deverão enviar email com currículo para lucia.filgueiras@poli.usp.br</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Lucia Filgueiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08043057592177183102</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-29519134761063446</id><published>2008-09-25T17:57:00.003-03:00</published><updated>2008-09-25T18:30:07.089-03:00</updated><title type='text'>Primeira atividade</title><content type='html'>Benvindos srs e sras participantes da terceira edição do curso de Confiabilidade Humana para projeto da IHC de sistemas críticos! Seguem as instruções para o primeiro artigo, a ser entregue em formato digital - .doc ou .pdf - em 08/10/2008. O modelo para o artigo é o da ACM: &lt;a href="http://www.acm.org/sigs/publications/pubform.doc"&gt;http://www.acm.org/sigs/publications/pubform.doc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;1. Introdução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- explique por que o ser humano é importante na sua pesquisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- caracterize o ser humano alvo do seu projeto de pesquisa, em termos de papel e de perfil (para saber a diferença, consulte a bibliografia de PCS5756 ou o artigo [Aquino Junior e Filgueiras, 2005] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://doi.acm.org/10.1145/1111360.1111388"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://doi.acm.org/10.1145/1111360.1111388&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;2. &lt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Resuma o capítulo do Wickens&amp;amp;Holland que lhe foi atribuído, destacando o fator humano mais relevante para o seu projeto de pesquisa. Estenda a pesquisa, lendo outros autores sobre esse fator. Esta seção do artigo deverá comunicar, aos colegas do curso e aos leitores em geral, o que é importante saber sobre esse fator humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;3. &lt;fator&gt; na &lt;sua&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- explique o seu projeto de pesquisa e mostre por que a participação desse ser humano é relevante no projeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- relacione o fator humano estudado ao seu projeto de pesquisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;4. Conclusões&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os artigos serão avaliados em função da pesquisa realizada e distribuídos para os colegas terem conhecimento dos vários fatores humanos estudados. Os melhores trabalhos serão selecionados para apresentação no fim do curso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-29519134761063446?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/29519134761063446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=29519134761063446' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/29519134761063446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/29519134761063446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2008/09/primeira-atividade.html' title='Primeira atividade'/><author><name>Lucia Filgueiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08043057592177183102</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10784893582495201791'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116173370945958728</id><published>2006-10-24T20:30:00.000-03:00</published><updated>2007-02-24T16:50:28.770-02:00</updated><title type='text'>Resumo/Capítulo 13 – Sistemas Complexos, Processo de Controle e Automação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Visão Geral&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É mencionado nos tópicos do capítulo exemplos de processos complexos, sendo:&lt;br /&gt;Fabricação de aço;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Produção de energia;&lt;br /&gt;Fisiologia humana (anestesista);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tráfego aéreo (controladores).&lt;br /&gt;Alguns aspectos são tratados para as necessidades do controle de processo, em; requer a detecção, percepção, atenção no desenvolvimento, diagnóstico, comunicação, memória, formar decisão e escolha da ação.&lt;br /&gt;Destacam-se quatro importantes diferenças para a discussão de tarefas:&lt;br /&gt;Os processos são geralmente mais complexos, com um grande número de&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;variáveis de interações;&lt;br /&gt;Os sistemas respondem muitas vezes como lento, do que um controle manual e mais&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;distinto em rotinas abertas e fechadas;&lt;br /&gt;Como uma conseqüência deste controle ser muito vagaroso, esta em uma área que é &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;enos solicitada pela limitação do motor humano, mas que fazem a realização de decisão, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;alocação da atenção, percepção e memória (caps. 2 até 7);&lt;br /&gt;Finalmente, o controle de processo de tarefa é fechado preza na concepção de &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;automação (discutido no final do capítulo).&lt;br /&gt;O processo de controle não é sinônimo de automação em sistemas complexos, porque está além da capacidade humana de operar, por exemplo, humanos não podem manipular processos industriais, isto é, tocar em combustível radioativo ou o contato com elementos de extrema temperatura. Mas, muitos componentes de controles de processos têem sido automatizados, e a crescente tecnologia da computação torna-a inevitável.&lt;br /&gt;O envolvimento humano em processo de controle é evidentemente importante, assim que a automação é implementada passa a ser de forma apropriada e funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processo de Controle&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre o complexo controle de processo pode ser focada; em operações normais, aspectos de conhecimento e fatores humanos.&lt;br /&gt;Consideram-se alguns problemas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falha de diagnósticos (situações críticas);&lt;br /&gt;Condições de perigos;&lt;br /&gt;Operações anormais.&lt;br /&gt;E, para a solução de alguns casos poderá ser resolvido pela aplicação do conhecimento de engenharia (por exemplo, alto risco das usinas nucleares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Controle versus Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aborda o controle versus detecção e diagnose, ambos integram aspectos de abranger processo de controle de tarefa, que deve ter procedimentos independentes em termos de habilidades do operador. Porque esta distinção é vista em um número de diferentes caminhos, os dois aspectos do processo do controlador de tarefas são considerados separadamente, com atenção especial de:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Engenharia psicologista;&lt;br /&gt;Engenheiros de fatores humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processo planejado para Fatores Humanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Verificam-se alguns procedimentos para melhores definições:&lt;br /&gt;Falta de consistência; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Violações básicas de antropometria;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Violações de compatibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estratégias de Desempenho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A responsabilidade primária ao operador durante um anormal controle de processo é monitorar os instrumentos do sistema e periodicamente ajustar o conjunto de controle para manter as quantidades de produção.&lt;br /&gt;Quando a tarefa do controlador de processo é analisada cuidadosamente, há três importantes componentes:&lt;br /&gt;Especificação clara e entendia do objetivo da produção;&lt;br /&gt;Uma exata representação mental do estado do processo (existem as variáveis envolvidas);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um exato modelo mental de dinamismo ao processo.&lt;br /&gt;Torna-se, importante o aprimoramento do controlador para as operações de estados na mudança dos sinais de controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Operações Anormais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando discute operação anormal identifica-se: detecção de falha, diagnóstico de falha em controle de processo, o tratamento aplicado no processo de monitorar tarefas. Desta forma, em ambiente simulado que é mais frequentemente empregado dentro dos laboratórios de estado de alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diagnósticos de Falhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As falhas ou anormalidades são detectadas e o operador com uma escolha de ações a torna na ordem de três critérios:&lt;br /&gt;Ações que assegura o local ou o sistema de segurança;&lt;br /&gt;Ações que não arrisca o sistema e a eficiência;&lt;br /&gt;Ações de diagnostico que localizará a correta falha.&lt;br /&gt;Existem alguns métodos que podem colaborar no diagnóstico de falhas em estados anormais, por exemplo: estudo de casos, análise de erro e diferenças do experiente e novato.&lt;br /&gt;No entanto, um importante destaque para a solução de problemas de desempenho humano no processo de controle é o desenvolvimento contínuo do mais alto nível da automação da sala de controle. Porque o caso da automação está bem além do ambiente de processo de controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Automação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A automação no capítulo refere-se à parte mecânica e elétrica na realização de trabalho. Em muitos casos, envolve a substituição de componentes da automação para tarefas, assim, pessoas são capazes de desempenhar.&lt;br /&gt;É possível a operação humana por computador ou maquinas para ajudar na sobrecarga do operador. As diferentes propostas de automação podem ser assinaladas de quatro categorias gerais:&lt;br /&gt;Funções que pessoas não podem realizar devido às limitações;&lt;br /&gt;Funções que pessoas podem fazer, mas o desempenho é fraco ou o custo é alto para a carga de trabalho;&lt;br /&gt;Desempenho exigido em áreas que as pessoas apresentam limitações;&lt;br /&gt;Motivo econômico.&lt;br /&gt;As funções humanas trocada pela automação, podem ser vistas que antes eram normalmente praticadas e, hoje não há mais o hábito de praticá-las, com alcance de tecnologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vantagens da Automação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Preocupação ao custo (produção);&lt;br /&gt;Aprimoramento da eficiência (temporização);&lt;br /&gt;Facilitar rotinas (ex. piloto automático);&lt;br /&gt;Redução da carga de trabalho (colaboração);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desvantagens da Automação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Complexidade (exige uma sofisticação);&lt;br /&gt;Não confiável (quantidade de rotinas estabelecidas);&lt;br /&gt;Comunicação (retorno da pessoa monitor do trabalho automatizado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de automatização adaptável é uma concepção atrativa, aproxima homem-máquina do projetista de sistema, que auxilia na resistência do homem a máquina no dinâmico e forma cooperativa de trabalho. E, certamente permanece na vanguarda dos projetistas em elaborar demais complexos automatizados. O mais importante é depender do entendimento fundamental e fascinante de teorias de desempenho humano. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116173370945958728?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116173370945958728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116173370945958728' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116173370945958728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116173370945958728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/resumocaptulo-13-sistemas-complexos.html' title='Resumo/Capítulo 13 – Sistemas Complexos, Processo de Controle e Automação'/><author><name>Paulo Roberto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06641490217081894395</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00097117293473501661'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116173215196081689</id><published>2006-10-24T20:16:00.000-03:00</published><updated>2006-10-24T20:26:40.800-03:00</updated><title type='text'>O acidente em Three Mile Island</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;O acidente em Three Mile Island&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abordagem tradicional de acidentes pressupõe que a obediência a procedimentos e normas protege o sistema contra acidentes e que esses eventos decorrem de comportamentos faltosos dos trabalhadores, originados, em parte, de aspectos de suas personalidades. A identificação desses comportamentos baseia-se em comparação com o padrão que toma por base o "jeito seguro de fazer", conhecido por antecipação pelos especialistas de segurança. Nas últimas décadas, surgem visões alternativas à abordagem tradicional, ampliando o perímetro das análises de acidentes e abrindo caminho para questionamentos de seus pressupostos relativos às concepções de ser humano e de trabalho. Os novos enfoques ajudam a evidenciar os resultados estéreis das práticas tradicionais: culpar e punir as vítimas, recomendar treinamentos e normas mantendo inalterados os sistemas em que ocorreram os acidentes. As novas abordagens sugerem o esgotamento do enfoque tradicional e ressaltam a importância da contribuição dos operadores para a segurança dos sistemas.&lt;br /&gt;Como têm sido analisados os acidentes e desastres ao longo da história? Nesta revisão, expõe-se, de modo sumário, uma forma de pensar ou organizar diferentes enfoques surgidos a esse respeito.&lt;br /&gt;Na origem deste trabalho está a constatação de que grande número de análises de acidentes, conduzidas no âmbito de empresas e, mesmo, de organismos oficiais, são concluídas de modo a atribuir responsabilidade e culpa pelo ocorrido às vítimas do acidente ou a seus colegas que atuavam nas proximidades (Vilela et al., 2004; Almeida, 2001; Reason, 1999). Na literatura, abordagens que culminam dessa forma vêm sendo denominadas de paradigma tradicional ou clássico da segurança (Cattino, 2002; Dwyer, 2000).&lt;br /&gt;Esta revisão busca, entre outros, os seguintes objetivos: contribuir para a desconstrução do paradigma tradicional de segurança; fornecer subsídios para a sistematização de abordagens atualmente adotadas para a análise de acidentes; incentivar a explicitação de pressupostos adotados em práticas de análises de acidentes, em especial, daquelas embasadas no paradigma ou abordagem tradicional; contribuir para o esclarecimento de diferenças existentes entre posições de defensores do paradigma tradicional e da segurança sistêmica.&lt;br /&gt;De modo complementar, pretende-se descrever características de diferentes princípios adotados em práticas usuais de análises de acidentes, de modo a mostrar que as práticas de atribuição de culpa também se associam à não-utilização, ou ao uso distorcido, de princípios que vêm sendo sugeridos na sistematização de análises de acidentes nos últimos trinta anos. Para concluir, o trabalho mostra que, mais recentemente, a exploração de aspectos da dimensão subjetiva de acidentes beneficia-se da incorporação de releitura dos aspectos identificados na coleta de dados com apoio de conceitos da Psicologia Cognitiva, Ergonomia Cognitiva, Antropologia, Engenharia de Sistemas, entre outros. Essa ampliação conceitual de análise revela outras facetas da insuficiência das abordagens tradicionais para explicar comportamentos humanos no trabalho.&lt;br /&gt;De modo preliminar, parece importante lembrar que uma primeira compreensão sobre as origens e razões desses fenômenos tem raízes em crenças que os atribuíam a vontade divina, castigo ou outras formas de expressar ocorrências merecidas pelas vítimas. Essa visão enraizou-se em muitas culturas de diferentes sociedades e, até hoje, influencia percepções ou visões ditas ingênuas (Kouabenan, 1998).&lt;br /&gt;Falhas de projetos imperdoáveis, monitoramento frouxo, instruções de operações erradas, falta de juízo sobre condições estressantes e, sem ser o menor dos fatores, a confiança ingênua em uma tecnologia sensível – todos esses são fatores bem conhecidos onde quer que as pessoas trabalhem, elas erram. Como fazer com que o ser humano não errar ou errar menos. E elas podem, às vezes, às vezes, ter a felicidade de ver uma seqüência de erro, sempre rotulada de inexplicável não produzir conseqüências tão graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acidente em Three Mile Island&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vazamento de substancias tóxica ocasionada por uma falha na tecnologia da usina Three Mile Island, em 1979, foi considerada um dos grandes acidentes industriais das ultimas décadas nos Estados Unidas, Pensilvânia. Temendo um desastre ambiental e a morte de pessoas por radiação química, os oficias governamentais e até mesmo o então presidente norte americano Jimmy Carter se envolvera no caso com a tentativa de acalmar a população sobre o incidente, A dificuldade em acessar os responsáveis pela empresa e a difusão de informações incompletas e confusas tornaram o caso Three Mile Island um clássico exemplo da necessidade da existência de um plano de comunicação e gerenciamento de crise dentro das organizações.&lt;br /&gt;Em 28 de março de 1979, a usina Three Miles Island, devido a uma pequena falha que passou despercebido pelos controladores dos equipamentos, quase sofreu um total derretimento de todo o seu sistema, acarretando na expulsão de elementos tóxico-radioativos à superfícies.&lt;br /&gt;Quando uma válvula foi fechada por engano, o alarme foi acionado na sala de controle. No entanto, os operadores concluíram que se algum problema de fato tivesse acontecido, o sistema de emergência já estaria ativado.&lt;br /&gt;A conseqüência dessa pequena falha foi o aumento da temperatura e pressão de água e, como a válvula permaneceu fechada, a substancia tóxica não foi transferida para outro tubo. Em condições normais, o mecanismo de injeção de água de emergência é acionado automaticamente, para manter a temperatura de água em um nível aceitável evitando a produção de vapor.&lt;br /&gt;Somente 4 minutos depois da reação inicial é que um operário notou que o nível da temperatura de água continuava aumentando. A equipe de plantão voltou a acionar o mecanismo de injeção de água de emergências, mas já era tarde, a temperatura continuava subindo.&lt;br /&gt;Duas horas depois da falha inicial, um funcionário de plantão descobriu que a válvula de liberação de pressão estava aberta o tempo todo. Tarde demais: mais de meio milha de litros de água e gases contaminados já haviam sido liberados. A radioatividade na água estava 350 vezes acima de seu nível normal.&lt;br /&gt;O que evitou que o acidente em Three Mile Island fosse o maior e mais desastroso dos Estados Unidos foi o fato que as substancias tóxicas não atingiram o meio ambiente, já que a barreira de concreto que cerca a usina manteve a água radioativa e os vapores dentro da usina.&lt;br /&gt;Depois desse grave acidente é que os dirigentes da Metropolitana Edison empresa responsável pela usina Three Mile, admitiram que não tivessem um plano de acidentes para lidar com situações como essas. Para começar, não foi à empresa que comunicou o acidente ao público. Um reporte de trânsitos da Pensilvânia, enquanto monitorava as transmissões da policia, ouviu pelo radio que os bombeiros e os policias estavam se dirigindo a Harrisburg pata controlar a emergência em Three Miles Island. O jornalista partiu então para tentar descobrir a dimensão do acidente.&lt;br /&gt;A evidencia da inexperiência dos dirigentes da Three Mile Island em lidar com a comunicação e com a imprensa foi exposta nesse momento. Assim que o jornalista entrou em contato com o departamento de relações publicas da usina, ele foi logo transferido para a sala de controle, onde um dos operadores se recusou a conversar com ele, alegando um “pequeno problema” Não contente, o reportes tentou ainda falar com alguém responsável pela comunicação da Metropolitan Edison. A gerente de comunicação, por sua vez, afirmava somente que o público não corria perigo.&lt;br /&gt;No dia seguinte. P jornal Harrisburg, Pensilvânia, publicou a historia completa, informando que a usina esteve prestes a um total derretimento de toda a tubulação devido à liberação de substancias radioativas.&lt;br /&gt;Mesmo após essa publicação da matéria, os dirigentes da empresa não se preocuparam em dar declarações à imprensas. Diante disso – e para não alarmar ainda mais a opinião publica – oficias locais e estaduais tomaram a frente da comunicação no caso de se auto nomearam-se como os porta-vozes do acidente, apara aclamar a população, alegando-s que não tinha havido vazamento de substancias radioativas.&lt;br /&gt;Dois dias depois, jornais de todo o pais relatavam que havia a expulsão de radioatividade no ar e o governador da Pensilvânia fez um anuncio informando toda a população que vivia até 30 quilômetros da usina que permanecesse em casa e que somente mulheres grávidas e crianças abandonassem do local. Ainda nesse momento, o vice-presidente da Metropolitan, Edisom John Herbein, discordava com as afirmações de perigo em potencia, negando a proporção dada pela mídia ao acidente.&lt;br /&gt;Analise de estudiosos em gerenciamento de acidentes e comunicação empresarial afirma que o atraso do repasse de informação pela própria empresa e a falta de um porta-voz que estivesse por dentro de toda a falha gerada naquela noite acarretou na perda da imagem da empresa e queda da sua credibilidade perante o publico.&lt;br /&gt;Trecho de uma matéria publicada pela BBC no Reino Unido evidencia este despreparo da empresa e das autoridades locais. Segundo o jornal “as autoridade declararam “emergência geral”, mas não informaram o publico até cinco horas após o vazamento do gás, ocorrido às 4 horas, hora´rio local”.&lt;br /&gt;Apesar de o acidente não ter acarretado em mortes, com a avaliação de médicos especialista alegando que a radioatividade expelida pelo acidente não comprometeria a saúde humana ou o meio ambiente, vários forma os processos movidos contra a empresa. Mesmo após ganho de causa de todos os processos na Justiça norte-americana, a imagem da usina até hoje não conseguiu ser resgatada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116173215196081689?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116173215196081689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116173215196081689' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116173215196081689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116173215196081689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/o-acidente-em-three-mile-island.html' title='O acidente em Three Mile Island'/><author><name>Paulo Roberto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06641490217081894395</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00097117293473501661'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116156362167434756</id><published>2006-10-22T21:30:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T21:34:00.920-03:00</updated><title type='text'>Tarefas para a aula de 27/10</title><content type='html'>Pessoal,&lt;br /&gt;Na próxima aula, vamos discutir o erro humano em metade da aula; na outra metade, vamos conversar um pouco sobre análise de tarefas. Vou pedir para vocês lerem os seguintes artigos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Handbook of Human Factors and Ergonomic Methods, Chapter 33: Hierarchical Task Analysis (HTA) - John Annett&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.useit.com/papers/goalcomposition.html"&gt;http://www.useit.com/papers/goalcomposition.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste ensaio sobre tarefas, Nielsen discute como pensar no que as pessoas podem fazer a partir do uso do sistema. É interessante para pensarmos como o usuário inova no uso das funções de um sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="http://giove.cnuce.cnr.it/CTTE/tse-published.pdf" href="http://giove.cnuce.cnr.it/CTTE/tse-published.pdf"&gt;http://giove.cnuce.cnr.it/CTTE/tse-published.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este artigo descreve a ferramenta que usaremos para documentar as tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116156362167434756?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116156362167434756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116156362167434756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116156362167434756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116156362167434756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/tarefas-para-aula-de-2710.html' title='Tarefas para a aula de 27/10'/><author><name>Lucia Filgueiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08043057592177183102</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10784893582495201791'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116148781493609644</id><published>2006-10-22T00:13:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T01:00:47.520-03:00</updated><title type='text'>Seção 17, partes 1, 3, 4 e 5. (Resumo/Motivação)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Livro: The Standard Handbook for Aeronautical and Astronautical Engineers&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Gideon, Francis C&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Editora: McGraw-Hill, 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Segurança (safety) de Aeronaves&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os programas de segurança (safety) das empresas, sejam elas de aviação ou não, existem por diversas razões. Alguns deles são requisitos exigidos por lei e determinam a forma como o avião será desenvolvido nas suas diversas fases (projeto, construção, manutenção e operação). Muitos desses programas foram instituídos em resposta aos acidentes e implementam lições aprendidas de suas investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os acidentes levam geralmente a custos extremamente altos. Primeiro, há o custo da perda da aeronave, que considerando o valor desses veículos é uma perda considerável independentemente do tamanho da organização. Existe também o custo da perda de vidas e danos à propriedade. Aumentando a lista, outros custos indiretos como admissão e treinamento para substituição de pessoal, limpeza de ambiente, perda de uso do equipamento, aumento do uso do equipamento restante, taxas legais e processos, prêmios de seguros de vida, custos de ações corretivas, dentre outros. Se a posição financeira da organização não estiver muito forte, a perda de negócios e prejuízo à reputação pode destruí-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os acidentes na aviação têm uma característica bem particular, pois envolvem normalmente um grande número de mortes associados a uma única queda de aeronave. Eles ganham bastante atenção da mídia não importa a parte do mundo em que caiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também uma razão moral para proteger os trabalhadores, clientes e outros membros associados com a operação. Trabalhadores que percebem que seu trabalho não está exposto a riscos excessivos são mais produtivos. Clientes confiantes estão mais provavelmente satisfeitos e retornarão para fazer negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um programa de prevenção de acidentes é simplesmente uma prática inteligente para qualquer organização para conduzir seus negócios. Muitas das coisas que fazem uma aeronave segura (safe) para operar, também fazem-na mais confiável e lucrativa. Prevenir acidentes minimiza os custos e mantém a organização funcionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, safety não está em primeiro lugar nestas organizações. Se estivesse, as companhias aéreas teriam que estacionar suas aeronaves, porque voar envolve a aceitação de alguns riscos. A missão da organização vem em primeiro lugar, e seu programa de segurança (safety) suporta sua missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito de um programa de safety é prevenir acidentes. Um programa efetivo identifica e elimina causas de acidentes em potencial antes que ele ocorra. Para que seja efetivo, o grupo de safety deve gerenciar as inspeções, danos e investigações de incidentes, a educação, treinamento e outros elementos do programa. Corrigindo problemas que levam às falhas e criando uma estrutura na organização que conduza a prevenção de acidentes é uma função que deve fazer parte em todos os níveis funcionais da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que tenha acontecido, a investigação de um acidente ou incidente pode trazer uma oportunidade de descobrir e corrigir deficiências no sistema. É uma forma de prevenir que aconteçam acidentes similares ou outros novos tanto dentro da companhia aérea quanto nas suas concorrentes. A investigação deve não só indicar o que aconteceu e quando, mas também deve perguntar como e por que ocorreu. A conclusão não deve se ater somente a última pessoa que cometeu o erro, deve ir além do óbvio. Deve-se perceber que diversos fatores combinados conduzem ao acidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gerenciamento de risco é essencialmente um enfoque de senso comum baseado nos modelos padrões de tomada de decisão. A idéia básica é gerenciar riscos relacionados a safety para alcançar-se um nível de risco aceitável. É importante reconhecer que o risco é inerente em toda operação, sistema e processo. Poucas são as coisas perfeitas, se é que existe alguma e igualmente não muitas são absolutamente seguras. Então quão suficiente segura alguma coisa é? A resposta é qual nível é aceitável dada uma situação particular. O gerenciamento de risco é o centro da metodologia de tomada de decisão que suporta a aquisição de balanço adequado entre risco e oportunidade. Diversos modelos de gerenciamento de risco são utilizados. Um desses modelos é baseado em seis passos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Identificar danos&lt;br /&gt;2. Estimar riscos&lt;br /&gt;3. Considerar opções&lt;br /&gt;4. Tomar decisões&lt;br /&gt;5. Implementar controles&lt;br /&gt;6. Avaliar efetividade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o sexto passo, pode existir a necessidade de refinamentos retornando ao primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Comentário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os projetos com os veículos aéreos não tripulados (VANTs) precisam ter a mesma preocupação com acidentes e sua investigação, além de uma adequada análise de riscos. Os grupos de estudo dessas aeronaves não tripuladas não podem contribuir negativamente para o crescimento desses números. É preciso leis e uma política sólida que não torne os VANTs uma ameaça à segurança do espaço aéreo, pois caso isso aconteça os projetos de VANTs existentes ao redor do mundo estão condenados ao fracasso e ao esquecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116148781493609644?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116148781493609644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116148781493609644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116148781493609644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116148781493609644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/seo-17-partes-1-3-4-e-5-resumomotivao.html' title='Seção 17, partes 1, 3, 4 e 5. (Resumo/Motivação)'/><author><name>Vitor Hugo Furtado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07341586877077346621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10353985895061093901'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116142934267215298</id><published>2006-10-21T08:15:00.000-03:00</published><updated>2006-10-21T08:17:24.540-03:00</updated><title type='text'>Erro Humano</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;The Need of HRA (Human Reliability Analysis) - Capítulo 2:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contexto&lt;/strong&gt;: sistemas complexos dependem da interação humano-máquina durante a operação, manutenção, e gerenciamento. As ações humanas existem durante o ciclo de vida completo de desenvolvimento de um sistema incluindo projeto e implementação bem como certificação e condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visões de Erro Humano:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;· Engenheiro: o operador do sistema é um componente onde as ações de sucesso ou falha podem ser descritas da mesma forma como se descrevem sucessos ou falhas de equipamentos.&lt;br /&gt;· Psicólogos: o comportamento humano somente pode ser totalmente entendido quando forem identificados seus objetivos e intenções.&lt;br /&gt;· Sociólogos: as taxas de erros podem ser influenciadas pelo estilo de gerenciamento e a estrutura organizacional (sistema sócio-técnico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usos da palavra Erro:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;· Causa de alguma ação;&lt;br /&gt;· Evento ou ação, isto é, o processo da ação.&lt;br /&gt;· Resultado ou conseqüência da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Identificação de Situações Errôneas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Critério ou padrão observado em comparação com a resposta esperada. Exemplo: a operação foi um sucesso, mas o paciente morreu. O resultado, isto é, a resposta esperada não foi satisfatória, apesar da operação ter sido um sucesso. Uma ação errônea neste caso pode ser definida como qualquer tipo de resposta que exceda o limite da aceitabilidade. Uma ação fora da tolerância onde os limites do desempenho estão definidos pelo sistema. Este conceito se refere à exteriorização do erro. No caso de interiorização do erro, existem duas possibilidades: a falta de intenção em cometer um erro com uma execução errônea, ou, execução correta e plano de ação errôneo. A ação errônea é chamada de slip, ou escorregada. A intenção incorreta é chamada de mistake ou engano, equívoco.&lt;br /&gt;2. Desempenho da ação. Como o ambiente está em constante mudança, as ações errôneas podem ocorrer em pequenas ou grandes escalas quando as condições não estão de acordo com a habilidade das pessoas. Estas condições podem gerar erros em pequena escala (slips) ou em grande escala (mistakes ou falta de diagnóstico). A tomada de decisão passa por algumas etapas:&lt;br /&gt;- Ideal: (1) Identificar alternativas; (2) Comparar alternativas; (3) Selecionar a melhor alternativa e (4) Verificar as conseqüências;&lt;br /&gt;- Real: (1) Definir os objetivos principais; (2) Esboçar alternativas óbvias; (3) Selecionar compromissos aceitáveis; (4) Repetir em caso de resultado insatisfatório.&lt;br /&gt;3. Oportunidade de agir de uma forma considerada apropriada. De acordo com a abordagem sócio-técnica o ser humano possui um compromisso de monitorar as demandas do processo e as demandas de recursos e do próprio ambiente. As demandas vindas do processo possuem implicação no ambiente organizacional. Os recursos e outras restrições são definidos pelo contexto organizacional em termos de procedimentos, regras, limites, ferramentas, etc. Os aspectos cognitivos das ações são caracterizados usando conhecimento, atenção e fatores estratégicos. A ação errônea pode ser resultado da deficiência de qualquer um dos fatores citados acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Stress and Human Error - Capítulo 12:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Stress&lt;/strong&gt;: o stress influencia no processamento da informação e cognição. Os agentes causadores são: barulho, vibração, calor, luz embaçada, alta aceleração, e fatores psicológicos como: ansiedade, fadiga, frustração, raiva, pressão do tempo. Estas forças possuem três manifestações: (1) fenômeno lógico de fundo emocional ou afetivo; (2) mudanças fisiológicas; (3) diminuição do desempenho. Os principais pontos afetados pelo stress são:&lt;br /&gt;· Alerta: barulho e ansiedade podem aumentar o nível de alerta, enquanto que o sono e a fadiga podem diminuir.&lt;br /&gt;· Redução da Atenção Seletiva&lt;br /&gt;· Distração&lt;br /&gt;· Perda da Memória Atual: principalmente causada pela ansiedade e barulho.&lt;br /&gt;· Lei de Yerkes Dodson: aumentar os níveis de alerta aumentam o desempenho, entretanto, dificultam a memória e conseqüentemente diminuem o desempenho.&lt;br /&gt;· Perseverança: quanto maior o stress mais as pessoas querem continuar tentando encontrar uma solução para um problema.&lt;br /&gt;· Controle Estratégico: quando maior a disparidade entre a necessidade e a disponibilidade de recursos, maior o stress.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moderadores do Stress:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;· Outros "stressores": componentes de stress isoladamente são prejudiciais e diminuem o desempenho, mas se combinados, podem ajudar. Exemplo: barulho e sono.&lt;br /&gt;· Personalidade: controle das coisas que influenciam a vida (interno versus externo) e a diferença entre pessoas do tipo orientadas a ação (mais pró-ativas filtrando material menos relevante) e orientadas a estado (mais reativas).&lt;br /&gt;· Treinamento e Habilidade: pessoas mais experientes são mais imunes aos efeitos negativos do stress e possuem mais estratégias para executar uma tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Remediando o Stress:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;· Soluções ambientais: retirar os "stressores" externos (barulho, temperatura, vibração) é mais simples que retirar stressores internos como ansiedade, por exemplo.&lt;br /&gt;· Soluções de projeto: as soluções de projeto podem utilizar monitores baseados em fatores humanos, como por exemplo: retirar informação desnecessária, utilizar gráficos, eliminar conversões feitas pelos operadores, utilizar procedimentos simples de emergência, evitar símbolos ou códigos, etc.&lt;br /&gt;· Treinamento: treinamento em procedimentos de emergência e antecipação aos eventos de stress que podem ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Erro Humano&lt;/strong&gt;: uma grande variedade de taxonomias ou classificações foram propostas para caracterizar os erros humanos. Uma classificação simples pode ser feita entre erro de execução (fazer a coisa errada) e erro de omissão (não fazer nada quando alguma coisa deveria ser feita). Uma classificação mais elaborada, consistente com o modelo de processamento de informação, possui os seguintes passos:&lt;br /&gt;· O operador confronta o estado do mundo através dos estímulos podendo ou não interpretar a informação corretamente;&lt;br /&gt;· Dada uma interpretação, o operador pode ou não planejar a ação correta;&lt;br /&gt;· O operador pode ou não executar a ação pretendida corretamente.&lt;br /&gt;Existem cinco categorias de erros que podem ocorrer no processo apresentado nos itens acima:&lt;br /&gt;· Mistakes (enganos): erro na interpretação ou na escolha da ação a ser executada. Existem dois tipos de enganos, os baseados no conhecimento causados pela falha no entendimento da situação, exemplo: falha de interpretação, sobrecarga, falha ao considerar todas as alternativas, conhecimento insuficiente, monitores com falta de informação ou formato inadequado. O outro tipo de engano é o baseado em regras causado pela certeza da situação e, por isso, são aplicadas regras ou um plano de ação para lidar com o problema.&lt;br /&gt;· Slips (escorregada): a intenção da ação é errada por causa de um diagnóstico errado ou uma seleção errada de uma ação.&lt;br /&gt;· Lapsos: estão relacionados às falhas de memória, esquecimento e omissão de passos de uma seqüência procedural.&lt;br /&gt;· Erros de modo: estão intimamente relacionados aos slips, mas também possui características dos lapsos. Os erros de modo resultam de uma ação particular que é altamente apropriada em um determinado modo de operação, mas é praticada em uma situação com outro contexto. As causas dos erros de modo podem ocorrer, pois uma única ação pode ser apropriada e inapropriada dependendo das circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HRA (Human Reliability Analysis)&lt;/strong&gt;: é utilizada técnica do THERP (Technique for Human Error Rate Prediction) com três componentes importantes: (1) HEP (Human Error Probability), que é a taxa do número de erros ocorrido em uma determinada tarefa pelo número de oportunidades de erros; (2) Utilização de árvore de eventos ou árvore de falhas quando a análise é feita sob tarefas compostas por uma série de procedimentos; (3) o HEP pode ser modificado conforme o nível de habilidade ou stress em uma situação de emergência. As principais fraquezas do método são:&lt;br /&gt;· Falta de banco de dados: quando não existem informações sobre o HEP, as pessoas mais experientes estimam os valores, que nestes casos, podem conter erros.&lt;br /&gt;· Monitoramento do erro: é difícil associar uma probabilidade ao erro humano, pois o ser humano pode se corrigir dependendo da situação, antes que o problema ocorra.&lt;br /&gt;· Falta de independência do erro humano: duas pessoas não possuem a mesma reação como equipamentos. Os seres humanos possuem questões como humor, disposição, ânimo, prudência, personalidade, etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116142934267215298?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.pcs5006.blogspot.com/' title='Erro Humano'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116142934267215298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116142934267215298' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116142934267215298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116142934267215298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/erro-humano.html' title='Erro Humano'/><author><name>DeniseLG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04503370298995074288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03982871105212665151'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116122000630285350</id><published>2006-10-18T22:04:00.000-03:00</published><updated>2006-10-18T22:06:46.326-03:00</updated><title type='text'>Resumo do Capítulo 2</title><content type='html'>Resumo do Capítulo 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detecção de Sinais, Teoria da Informação e Julgamento Absoluto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Overview&lt;br /&gt;Detecção de algum evento proveniente do ambiente;&lt;br /&gt;Problemas de processamento de informação;&lt;br /&gt;Reconhecimento e diagnose;&lt;br /&gt;Limiar da percepção;&lt;br /&gt;Situação em que um observador classifica o mundo em dois estados: sinal presente ou sinal não-presente;&lt;br /&gt;Desfecho quando a detecção falha;&lt;br /&gt;Soluções corretivas;&lt;br /&gt;Categorização em multinível leva ao julgamento absoluto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoria de Detecção de Sinais&lt;br /&gt;Difícil diferenciação entre sinal e ruído, para decidir se é detectado ou não;&lt;br /&gt;Combinação dos dois estados (Sinal/Ruído) com a resposta (Sim/Não) gera uma matriz com quatro eventos (hits, misses, false alarms e correct rejections);&lt;br /&gt;Observadores podem variar seu critério de julgamento, podendo arriscar mais ou menos;&lt;br /&gt;Sensibilidade do observador = separação das distribuições do sinal/ruído;&lt;br /&gt;Receiver Operating Characteritic (ROC) = equivalência entre a sensibilidade de acordo com a mudança de critério do julgamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicações da Teoria de Detecção de Sinais&lt;br /&gt;Psicologia Experimental (fatores humanos)&lt;br /&gt;Permite comparar a sensibilidade e, portanto, a performance entre operadores com critérios de julgamento diferentes;&lt;br /&gt;Possibilita que sejam tomadas ações corretivas (loss of sensitivity, shift in response bias);&lt;br /&gt;Diagnóstico Médico;&lt;br /&gt;Inspeção Industrial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vigilância&lt;br /&gt;Detecção de sinais por um longo período;&lt;br /&gt;Modelo free-response;&lt;br /&gt;Modelo inspection;&lt;br /&gt;Performance da vigilância (melhor descrever os fatores que podem decrementar a sensibilidade;&lt;br /&gt;Técnicas para combater a perda de vigilância;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoria da Informação&lt;br /&gt;Quantificação da informação incluenciada por (a)número de eventos possíveis, (b)probabilidade destes eventos e (c)limites seqüenciais, ou contexto;&lt;br /&gt;Informação = redução da incerteza;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgamento Absoluto&lt;br /&gt;Reação à dimensão sensória;&lt;br /&gt;Unidimensional e Multidimensional;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116122000630285350?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116122000630285350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116122000630285350' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116122000630285350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116122000630285350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/resumo-do-captulo-2.html' title='Resumo do Capítulo 2'/><author><name>Rafael P. Gasparetti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07426420718212368991</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14720353173477726539'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116047853599359314</id><published>2006-10-10T08:08:00.000-03:00</published><updated>2006-10-10T08:10:09.740-03:00</updated><title type='text'>Resumo do Capítulo 8 - Decision Making</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Decision Making (Resumo do Capítulo 8)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Fonte: Wickens, C. D.; Hollands, J. G. Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed) Prentice-Hall, 1999.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos acidentes sérios que envolveram erros humanos foram atribuídos à tomada de decisão dos operadores. As decisões são tipicamente representadas por um mapeamento de n-1 (informações-resposta), entretanto, a complexidade de uma escolha pode variar muito dependendo de fatores como:&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;Incerteza&lt;/strong&gt;: o grau de incerteza das conseqüências de uma decisão e seus riscos (exemplo: as decisões tomadas pela torre de controle no acidente de Tenerife).&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;Familiaridade e Habilidade&lt;/strong&gt;: as escolhas feitas por pessoas experientes podem ser feitas mais rapidamente e com menos esforço, entretanto, isto não garante que sejam as decisões mais precisas (exemplo: o excesso de confiança do piloto da Varig e dos fabricantes do Therac-25).&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;Tempo&lt;/strong&gt;: a pressão do tempo pode influenciar uma decisão (exemplo: a pressão para finalizar os testes de Chernobyl).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Modelo de Processamento de Informação para Tomada de Decisão:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1º Passo: Detecção da Situação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O responsável pela tomada de decisão precisa buscar sugestões ou informações sensoriais do ambiente. Estas sugestões são sempre confusas, incertas, ambíguas e podem ser interpretadas incorretamente. A atenção seletiva possui uma função muito importante na tomada de decisão e na seleção de sugestões através de um filtro. Esta seleção é baseada em experiências passadas (memória de longo prazo) e requer mais esforço. As sugestões são então selecionas e percebidas através do entendimento e verificação da situação levando ao diagnóstico. A combinação das operações de percepção, memória ativa e cognição que faz com que o tomador de decisão possa criar hipóteses sobre o estado atual e futuro do mundo, este processo chama-se verificação / conhecimento da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2º Passo: Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O diagnóstico é baseado em duas fontes de informação: as sugestões externas filtradas pela atenção seletiva e a memória de longo prazo. A memória de longo prazo pode trazer ao tomador de decisões várias hipóteses do estado atual do mundo. Muitos diagnósticos são iterativos, isto é, a hipótese inicial pode disparar outras informações que podem confirmar ou rejeitar a hipótese inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3º Passo: Escolha da Ação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A partir da memória de longo prazo, o tomador de decisão pode gerar um conjunto de ações ou opções de decisões; mas se o diagnóstico é incerto, as conseqüências das diferentes escolhas podem definir os riscos. A consideração a respeito dos riscos requer uma estimativa de valores. A decisão é verificada para fins de confirmação / rejeição, aprendizado, melhoria de decisões futuras. Este retorno é armazenado na memória de longo prazo a fim de que o tomador de decisão possa revisar as suas regras e estimar melhor os riscos. A meta-cognição é o conhecimento sobre as limitações do tomador de decisão a respeito de suas próprias decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Características de uma Boa Decisão:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três diferentes caracterizações para uma boa decisão:&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;Valor Esperado&lt;/strong&gt;: uma boa decisão deve produzir o máximo valor de retorno, entretanto, este valor depende dos valores universalmente aceitáveis, mas normalmente, estes valores são pessoais.&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;Retorno&lt;/strong&gt;: boas decisões produzem bons resultados e decisões ruins produzem resultados ruins.&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;Habilidade&lt;/strong&gt;: decisões tomadas por pessoas experientes trazem resultados excepcionais, entretanto, não existe confirmação de que pessoas experientes tomem melhores decisões que novatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Diagnóstico e Detecção da Situação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O entendimento da situação é um dos componentes mais efetivos na tomada de decisão. Conforme a figura 1 existem componentes do processamento de informação que podem influenciar na qualidade do diagnóstico:&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;A Percepção das Sugestões&lt;/strong&gt;: as sugestões são probabilísticas e requerem alguma inferência para gerar uma situação real. Os humanos são relativamente eficientes para estimar valores médios, proporção, entretanto, com proporções extremas, tendem a ser conservadores. Para seres humanos a variabilidade quando se compara valores menores é melhor percebida (sugestão: converter valores muito altos). Com relação às tendências, os seres humanos, extrapolam tendências não lineares (sugestão: não apresentar gráficos não lineares para que seja analisada uma tendência).&lt;br /&gt;·&lt;strong&gt; A Atenção para Seleção e Integração da Informação&lt;/strong&gt;: este processo envolve múltiplas sugestões e integração de diversas informações. Quando existir falta de informação o melhor caminho é esperar por mais informações na tomada de decisão, neste caso, o filtro de informações não é utilizado. A maior quantidade de informação não leva a decisões mais precisas, as pessoas tendem a ignorar a maior parte das informações através do filtro dificultando a integração (sugestão: avaliar o excesso de informações nas telas a fim de evitar a utilização de filtros). Sugestões mais atrativas como sons altos, luzes brilhantes, informações grifadas, diferenças de intensidade ou movimento, posições espaciais e informações colocadas na parte superior das telas são melhor percebidas (sugestão: utilizar informações atrativas). Informações que requerem cálculos matemáticos são difíceis de interpretar, integrar e em alguns casos são ignorados (sugestão: utilizar valores de fácil interpretação).&lt;br /&gt;· &lt;strong&gt;A Memória de Longo Prazo (experiência)&lt;/strong&gt;: as pessoas diagnosticam uma situação, escolhem uma hipótese, percebem uma evidência com base na experiência, isto é, na memória de longo prazo. Caso a evidência de uma determinada situação seja ambígua, o diagnóstico será feito com base na experiência. Quando maior a disponibilidade e mais recente for a informação na memória de longo prazo, maior a probabilidade de a informação ser considerada na tomada de decisão. O excesso de confiança, proveniente da memória de longo prazo, pode fazer com que a busca da informação correta não seja feita (exemplo: acidente de Lexington pela confiança na bússola e da Varig pela certeza da escolha da rota correta). Âncoras mentais levam em conta somente a primeira impressão, isto é, o primeiro registro de memória encontrado, o que pode levar a um erro na decisão pela na busca de confirmações da informação, mesmo estando errada. (exemplo: acidente do TMI em que os operadores diagnosticaram excesso de água no núcleo do reator ao invés da falta e acidente da Varig em que o piloto até o último momento acreditava estar na rota correta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Escolha da Ação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o processamento de informações é necessário para sustentar a escolha da ação. A satisfação na escolha da ação está associada à melhor escolha com base em um conjunto de atributos por ordem de importância. A incerteza na escolha da ação pode ser resultado da falta de entendimento da situação atual do mundo. Outro fator importante na tomada de decisão é o gasto ou economia de esforço para executar uma tarefa, isto é, a decisão está associada à antecipação de esforço a ser despendido. A escolha por situações arriscadas (exemplo: não conformidade com processos de segurança e qualidade), está associada à certeza do "custo da conformidade", então, muitas pessoas preferem assumir o risco a adotar processos. Neste caso, o que se interpreta é que o custo e esforço a ser empregado para obter a conformidade é menor que o risco da não-conformidade. O conhecimento e entendimento sobre o problema, o esforço da ação e o resultado esperado antecipam a tomada de decisão e a implementação da ação. Outro aspecto importante é o monitoramento constante da decisão e escolha da ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Melhorando a Tomada de Decisão:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pontos que podem melhorar a tomada de decisão:&lt;br /&gt;· Habilidade e experiência;&lt;br /&gt;· Feedback sobre decisões e ações;&lt;br /&gt;· Treinamento em processamento de múltiplas informações, fontes e pressão de tempo;&lt;br /&gt;· Elaboração de procedimentos que devem ser seguidos para melhorar a qualidade da tomada de decisão;&lt;br /&gt;· Automação (integração de informação, representações gráficas para melhorar a avaliação dos riscos e formato da informação para minimizar a quantidade de atenção).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116047853599359314?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://pcs5006.blogspot.com/' title='Resumo do Capítulo 8 - Decision Making'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116047853599359314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116047853599359314' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116047853599359314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116047853599359314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/resumo-do-captulo-8-decision-making.html' title='Resumo do Capítulo 8 - Decision Making'/><author><name>DeniseLG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04503370298995074288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03982871105212665151'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116047779412233477</id><published>2006-10-10T07:56:00.000-03:00</published><updated>2006-10-10T09:35:00.356-03:00</updated><title type='text'>Acidente de Chernobyl</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Acidente de Chernobyl&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;1 - Resumo do Ocorrido:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Chernobyl em ucraniano significa absinto, uma substância extremamente amarga;&lt;br /&gt;• O acidente de Chernobyl ocorreu à 01h23 do dia 26/04/1986 na planta de energia nuclear de Chernobyl perto de Prypiat, Ucrânia (parte da União Soviética);&lt;br /&gt;• É considerado o maior acidente da história da energia nuclear (500 vezes a explosão de Hiroshima);&lt;br /&gt;• Partículas radiativas atingiram partes da União Soviética ocidental, a Europa oriental e ocidental, a Escandinávia, as Ilhas Britânicas, e América Norte oriental;&lt;br /&gt;• Grandes áreas de Ucrânia, Bielorrúsia, e Rússia foram contaminadas resultando na evacuação de 336 mil pessoas;&lt;br /&gt;• Chernobyl possuía 4 reatores do tipo RBMK-1000 (high-power channel reactor - reator com urânio enriquecido refrigerado à água fervente, moderado a grafite), e juntos, eram capazes de produzir 10% da energia da Ucrânia;&lt;br /&gt;• O reator 4 sofreu uma explosão catastrófica;&lt;br /&gt;• O sistema de circulação de água do sistema primário, responsável pelo resfriamento do núcleo do reator, foi interrompido, gerando assim um superaquecimento do reator, que criou uma verdadeira bola de fogo dentro do edifício da planta, resultando em uma explosão de destruiu sua cobertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;2 - Linha do Tempo: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;1977 &lt;/span&gt;- Construção do Reator 1.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;1978&lt;/span&gt; - Construção do Reator 2.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;1981&lt;/span&gt; - Construção do Reator 3.1983 - Construção do Reator 4.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h00 de 25/04/1986&lt;/span&gt; - Início da experiência para avaliar se o turbogerador, girando por inércia, com o reator desligado, proveria energia suficiente para manter as bombas de água de circulação em funcionamento, mantendo uma margem segura de refrigeração do reator, enquanto os geradores diesel de emergência não entrassem em serviço. O reator produzia 3.200 MW térmicos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;03h47 de 25/04/1986&lt;/span&gt; - A potência do reator foi progressivamente reduzida, chegando a 1.600 MW de potência térmica. Os sistemas necessários para a operação do reator (4 bombas de circulação para resfriamento e 2 bombas auxiliares) foram transferidos para o barramento do gerador no qual a experiência deveria realizar-se.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;14h00 de 25/04/1986&lt;/span&gt; - O sistema de resfriamento de emergência foi desligado para evitar que entrasse em funcionamento durante a experiência, fato que desativaria automaticamente o reator. Houve um aumento de consumo por parte do sistema elétrico da região e o Despacho de Carga suspendeu a redução de potência na usina, mantendo-se desligado o sistema de resfriamento de emergência.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;23h10 de 25/04/1986&lt;/span&gt; - A redução da potência foi retomada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;24h00 de 25/04/1986&lt;/span&gt; - Houve troca de turno. O turno da noite contava com 256 funcionários.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;00h05 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A potência caiu para 720 MW (t) e continuava sendo reduzida.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;00h28 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - O nível de potência estava em 500 MW (t). O controle foi passado para automático. A experiência que se pretendia realizar não estava prevista pelo sistema automático de controle. Passou-se para o controle manual, mas o operador não conseguiu recuperar com suficiente rapidez o desequilíbrio do sistema e a potência do reator caiu rapidamente para 30 MW, insuficiente para a realização da experiência. No período em que o reator funcionou em baixa potência, ele foi envenenado pela formação de xenônio, produto de fissão, forte absorvente de nêutrons e dotado de vida média bastante longa. Para controlar esta situação, podia-se aguardar 24 horas até que o xenônio fosse dissipado ou elevar-se a potência rapidamente. Mas a pressão em se realizar o teste foi maior, pois se não fosse feito naquela ocasião só seria realizado dentro de um ano.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;00h32 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A potência começou a ser elevada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h00 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A potência ficou em 200 MW (t). Ainda estava com veneno e difícil de controlar, assim retiraram mais barras de controle. Normalmente um mínimo de 30 barras são mantidas no reator, deixaram apenas 6 barras das 211. Optou-se pela remoção das barras de controle, aumentando a potência do reator entrando num regime de funcionamento instável, com risco de sofrer elevações incontroláveis de potência. Permitiram esta situação deliberadamente e desligaram o sistema de refrigeração do reator, os sistemas de reserva e também o gerador diesel, que permitiria inserir as barras de controles em emergência.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h03 e 01h07 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - Foi aumentado o total de bombas de circulação para 8, reforçando o sistema de refrigeração e diminuindo o nível de água no separador de vapor.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h15 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - O sistema de desarme para baixo nível no separador de vapor foi desligado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h18 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - Aumentou-se o fluxo de água no núcleo do reator para evitar problemas com sua refrigeração.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h18 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - Aumentou-se a potência, algumas barras foram movidas, manualmente, para além da posição-limite prevista e elevando a pressão no separador de vapor.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h21m40 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A taxa de fluxo de água de circulação foi levada abaixo do normal pelo operador a fim de estabilizar o separador de vapor, diminuindo a remoção de calor do núcleo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h22m10 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - Começou a se formar vapor no núcleo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h22m45 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A indicação para o operador dava a impressão de que o reator estava normal. A resistência hidráulica do sistema de refrigeração atingiu um ponto menor do que o previsto para o funcionamento seguro do reator. O operador tentava, sem êxito, por meio de controles manuais, manter os parâmetros para o reator poder funcionar com segurança. A pressão de vapor e o nível da água caíram abaixo do permitido, fazendo soar os alarmes que exigiam o desligamento do reator. O operador desligou o próprio sistema de alarme.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h22m50 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A potência tinha caído a um valor que exigia o imediato desligamento do reator, mas, apesar disso, a experiência continuou.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m04 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - O teste começa, desligaram o turbogerador, fechando as válvulas de entrada da turbina. Com isto, a energia para as bombas d'água foi abaixando, reduzindo o fluxo de água para resfriamento e por sua vez, a água no núcleo começou a ferver. A água que atuava como absorvedora de nêutrons, limitando a potência, fervendo, aumentou a potência do reator e o aquecimento. Estava criada uma situação irregular, com 8 bombas funcionando à potência de 200 MW, e não de 500 MW, conforme o estabelecido. Mais tarde, verificou-se que o ideal era uma potência de 700 MW (t).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m21 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A geração de vapor aumenta, devido ao coeficiente positivo do reator, aumentando a potência.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m35 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - O vapor aumenta incontrolavelmente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m40 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A ordem de desarmar o reator foi dada. A água começou a ferver e diminuiu a densidade do meio refrigerante, por sua vez o número de nêutrons livres aumentou, aumentando a reação de fissão. Com a inserção das barras, houve o deslocamento da água que refrigera os elementos combustíveis para dar lugar ao encamisamento e no primeiro instante houve uma subida brusca na potência ao invés do efeito desejado que é reduzir a potência. Toda a reatividade ficou concentrada na parte de baixo do reator.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m44 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - A potência atingiu um pico de 100 vezes maior do que o valor de projeto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m45 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - As pastilhas começam a reagir com a água de circulação produzindo alta pressão nos canais de combustível.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m49 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - Os canais se rompem e ocorre uma explosão de vapor. O operador tenta desenergizar o sistema de barras de controle, mas isso não ocorreu. Já existiam danos irreparáveis no núcleo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;01h23m21 de 26/04/1986&lt;/span&gt; - Houve uma segunda explosão, a tampa de cimento do reator, de 2.000t, foi violentamente levantada a 14 m de altura e seus destroços foram espalhados por cerca de 2 km, espalhando no ar pedaços de material incandescente. 3/4 do prédio foi destruído, a tampa caiu sobre a beira da boca do núcleo, ficando em equilíbrio precário, deixando parte em descoberto. A explosão permitiu a entrada do ar. O ar reagiu com o bloco do moderador que é feito de grafite formando monóxido de carbono, um gás inflamável e que provocou o incendiamento do reator. Das 140 t de combustível, 8 t continham plutônio e produtos de fissão que foram ejetados junto com o grafite radioativo. Iniciaram-se várias explosões e outros 30 incêndios nas imediações. O aquecimento da água de circulação produziu grande quantidade de vapor, que penetrou no edifício do reator. A estrutura de grafite incendiou-se. Houve uma reação química com o grafite da estrutura e o zircaloy, que reveste os elementos combustíveis e os tubos de pressão de vapor e de água, liberando hidrogênio e monóxido de carbono, gases que, em contato com o oxigênio do ar, formam uma mistura explosiva.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;9h30 de 27/04/1986&lt;/span&gt; - Monitores de radiação na Central Nuclear de Forsmark, perto de Uppsala, Suécia, detectaram níveis anormais de iodo e cobalto, motivando a evacuação dos funcionários da área devido a vazamento nuclear.Começou-se a jogar em cima do reator areia e argila, dolomita (bicarbonato de cálcio e magnésio), boro e chumbo para reduzir a temperatura do material e nitrogênio para diminuir a concentração de oxigênio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;9h02 de 28/04/1986&lt;/span&gt; - Moscou negou por 2 dias qualquer anormalidade. Mas a presença de rutênio nas amostras analisadas na Suécia era emblemática, visto que o rutênio se funde a 2.255 °C, sugerindo uma explosão grave. Quase 12 horas depois, o jornal na TV apresentou uma breve declaração de quatro sentenças, que "uma explosão, incêndio e fusão do reator tinha ocorrido na Central Nuclear Vladímir Ilitch Lênin" em Pripyat.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;28/04/1986&lt;/span&gt; - Toda a população de Pripyat começou a ser evacuada "sair em 2 horas e ficar três dias fora". Os 45.000 habitantes não puderam levar nada. Tudo, inclusive eles mesmos, estava contaminado por radiação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;30/04/1986&lt;/span&gt; -O Pravda jornal do Partido Comunista, tocou no assunto. Para dar uma idéia de normalidade, as comemorações do 1° de maio tiveram seus desfiles normalmente realizados em Kiev, a capital ucraniana, e em Minsk, na Bielorússia.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;17h00 de 30/04/1986&lt;/span&gt; - O incêndio foi apagado. O aumento da temperatura prosseguiu por causa do incêndio da estrutura de grafite, dos processos espontâneos de desintegração nuclear dos isótopos formados no reator e das reações químicas dentro do recipiente, como oxidação de grafite e de zircônio e queima de hidrogênio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;3/05/1986&lt;/span&gt; - A nuvem estava sobre o Japão.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;5/05/1986&lt;/span&gt; - A nuvem chega aos EUA e Canadá.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;14/05/1986&lt;/span&gt; - Mikhail Gorbáchov demorou 18 dias para falar sobre o acidente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;1986&lt;/span&gt; - A IAEA (International Atomic Energy Agengy) citou a ação dos operadores como a principal causa do acidente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Out, Nov e Dez /1986&lt;/span&gt; - Os reatores 1,2 e 3 voltaram a funcionar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;30/07/1987&lt;/span&gt; - 6 russos foram levados a julgamento por violação das normas de segurança que levaram à explosão do reator. Três foram declarados culpados e sentenciados a 10 anos em campo de trabalhos forçados.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Jan/1993&lt;/span&gt; - A IAEA emitiu uma análise revisada do acidente Chernobyl, atribuindo como causa raiz do acidente o projeto do reator e não a erros de operação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;1997&lt;/span&gt; - A área restrita foi aumentada. As chuvas e inundações da primavera, quando a neve derrete, tem feito com que a radiação se espalhe e o perigo aumente. Estas águas em 50 anos contaminarão o rio Pripyat e a bacia do Dnieper, o que afetará a vida de 10 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;(Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.energiatomica.hpg.ig.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;http://www.energiatomica.hpg.ig.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3 – Fatores Humanos - SHELL:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Software:&lt;br /&gt;– O software mostrava que o reator possuía estado normal durante o acidente;&lt;br /&gt;– Irregularidades dos procedimentos contribuíram para o acidente.&lt;br /&gt;• Hardware:&lt;br /&gt;– Os operadores não conheciam o reator e seu funcionamento.&lt;br /&gt;• Environment:&lt;br /&gt;– Os custos reduzidos para a construção dos reatores possibilitavam apenas a retenção parcial dos reatores, permitindo que contaminantes fossem expelidos na atmosfera após a primeira explosão.&lt;br /&gt;• Liveware:&lt;br /&gt;– O corpo gerencial da planta era composto de pessoas sem conhecimento em reatores do tipo RBMK. O diretor VP e o engenheiro chefe vieram de plantas de energia convencionais. O engenheiro chefe dos reatores 3 e 4 possuía pouca experiência em reatores nucleares;&lt;br /&gt;– Falta de treinamento de todos os envolvidos;&lt;br /&gt;– Os operadores eram negligentes e violavam os procedimentos operacionais da planta por falta de conhecimento, treinamento e experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4 – Pós-Acidente:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Dificuldade em computar o número de mortos e vítimas, sendo que 1000 trabalhadores receberam a maior dosagem de radioatividade;&lt;br /&gt;• Países como Rússia, Ucrânia e Bielorrúsia até hoje mantêm ações de descontaminação, gerando custos elevados para tratar dos efeitos do acidente;&lt;br /&gt;• Depois do acidente surgiram vários casos de câncer, principalmente na glândula tireóide de crianças;&lt;br /&gt;• Aumento de doenças genéticas, de malformações congênitas, de abortos involuntários, e de bebês prematuros;&lt;br /&gt;• Índice crescente de defeitos congênitos entre os animais criados nas fazendas: “bezerros sem cabeça, membros, costelas ou olhos, porcos com crânios anormais“;&lt;br /&gt;• Os relatórios iniciais predisseram dezenas de milhares de mortes de câncer dentro de algum tempo em conseqüência da radiação. Até 2002, mais de 4000 casos de câncer de tiróide já constatados;&lt;br /&gt;• A boa notícia é que o câncer de tireóide é quase sempre curável;&lt;br /&gt;• Hoje em dia, as outras unidades da Central Nuclear de Chernobyl continuam em operação. Na unidade acidentada foi construído um "Sarcófago", ou seja, um verdadeiro caixão de cimento construído por trabalhadores russos logo após o acidente para evitar a maior liberação de radiação para o meio ambiente. Esse Sarcófago previa constantes ajustes e reparos, que não vem ocorrendo;&lt;br /&gt;• Houve aumento de problemas psicológicos, devido pouca informação sobre os efeitos, além da depressão econômica que se seguiu;&lt;br /&gt;• Incidência de Catarata é outra doença a ser observada. Não há indicações de efeitos na reprodução, ou efeitos na fertilidade da população;&lt;br /&gt;• Decréscimo em nascimentos ocorreu devido a medo da população em se reproduzir e mudança dos jovens para outras regiões devido acidente;&lt;br /&gt;• A população dos territórios sob os efeitos recebeu o rótulo de “vítimas de Chernobyl”, encorajando aos indivíduos se considerarem inválidos, ao invés de sobreviventes;&lt;br /&gt;• O principal problema ambiental de longo prazo foi contaminação do leite e da carne, utilizáveis como alimentação;&lt;br /&gt;• O futuro em longo prazo (próximos 100 anos) é recuperar a “zona de exclusão”, redefinindo-a para tornar as áreas menos afetadas disponíveis para uso limitado pelo público;&lt;br /&gt;• Quanto ao aspecto econômico, o custo elevado envolvido gerou carga fiscal insustentável. Apesar da conclusão de alguns programas, altas somas continuam sendo pagas na forma de benefícios sociais para aproximadamente 7 milhões de pessoas nos países envolvidos;&lt;br /&gt;• A população das regiões afetadas está sujeita a um alto risco de pobreza como nunca se viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5 – Como o acidente poderia ter sido evitado?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Software e Hardware:&lt;br /&gt;– Treinamento dos operadores no reator e seu funcionamento;&lt;br /&gt;– A segurança deve ser mais importante que redução de custos;&lt;br /&gt;– Os projetos devem considerar a segurança as limitações humanas;&lt;br /&gt;– Projetar o equipamento para mostrar a situação real dos reatores.&lt;br /&gt;• Environment:&lt;br /&gt;– Introduzir cultura de cumprimento de procedimentos de segurança;&lt;br /&gt;– Evitar a influência de ambiente político restritivo em tecnologias de interesse mundial;&lt;br /&gt;– Tornar as informações transparentes inclusive para os operadores;&lt;br /&gt;– Ter especial atenção à comunicação adequada entre a equipe de segurança e os operadores;&lt;br /&gt;– Avaliar quanto desligamento de sistemas de segurança, somente com autorização da gerência técnica;&lt;br /&gt;– Conduzir os experimentos em condições e horário adequado, pois não ficou claro se foi prudente a execução do experimento de madrugada, certamente com uma equipe mais limitada.&lt;br /&gt;• Liveware:&lt;br /&gt;– Corpo gerencial da planta composto de pessoas com conhecimento do tipo de reator e em segurança.&lt;br /&gt;– Introduzir treinamento regular de todos os envolvidos;&lt;br /&gt;– Evitar operadores negligentes que violem os procedimentos operacionais da planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;6– Referências:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;• Nuclear Tecnologia e Consultoria. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nuctec.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;http://www.nuctec.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; . Acesso em 27 set. 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;• Monitor Nuclear. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.energiatomica.hpg.ig.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;http://www.energiatomica.hpg.ig.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Acesso em 27 set. 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;• Wikipédia – Enciclopédia Livre. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chernobyl_accident#The_accident"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Chernobyl_accident#The_accident&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Acesso em 25 set. 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;• Chernobyl 20 Years Report. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://quickstart.clari.net/voa/art/gu/2005-09-05-voa28.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;http://quickstart.clari.net/voa/art/gu/2005-09-05-voa28.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Acesso em 26 set. 2006.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116047779412233477?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.pcs5006.blogspot.com/' title='Acidente de Chernobyl'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116047779412233477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116047779412233477' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116047779412233477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116047779412233477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/acidente-de-chernobyl.html' title='Acidente de Chernobyl'/><author><name>DeniseLG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04503370298995074288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03982871105212665151'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116041402599749953</id><published>2006-10-09T14:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T08:00:31.380-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Capítulo 7 -  Memory and Training (Resumo- rev02)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Livro: Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Autor: Wickens, C. D.; Hollands, J. G. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Editora: Prentice-Hall, 1999&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt; Neste capítulo os autores relatam sobre os fenômenos da divisão funcional da memória humana e a capacidade que temos para captar, armazenar e resgatar informações utilizando os códigos sensoriais, a &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória de trabalho&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; e a &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória de longo prazo.&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Outro ponto amplamente discutido é a influência do treinamento, aprendizado e construção do conhecimento, na capacidade de memorização e resgate das informações em situações diversas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;TIPOS DE MEMÓRIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Working Memory : &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;A memória de trabalho, também chamada de memória curta, é a interface entre a percepção da realidade pelos sentidos e a formação ou evocação de memórias armazenadas. Para exemplificar a memória de trabalho poderíamos dizer que é a memória de um número telefônico que alguém nos diz e esquecemos logo depois de discar. A memória de trabalho não forma arquivos duradouros, nem deixa traços bioquímicos. É funcionalmente distinta dos outros tipos de memória, as quais formam arquivos por meio de uma seqüência de eventos bioquímicos. Segundo Brown (1959) e Peterson (1959) o tempo de armazenamento na memória de trabalho é de aproximadamente 20 segundos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Long-term memory :&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; A &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória de longo prazo&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória permanente&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; recebe essa denominação pela capacidade de  &lt;/span&gt;armazenar informações permanentes e para sempre. Também é conhecida como memória de longo prazo porque é uma memória de grande capacidade, aliás, capacidade até dita ilimitada segundo alguns especialistas. O que efetivamente ainda não se sabe é como são colocadas tamanhas quantidade de informações em tempo relativamente curto. um exemplo que mostra a validade desta afirmação é o caso de pessoas que se dedicam a estudar certos temas com profundidade de detalhes, sendo capazes até de dizer a página do livro que contém certa informação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;OPERAÇÕES BÁSICAS DA MEMÓRIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;Codificação :&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;A codificação refere-se ao modo como o ser humano transforma &lt;i&gt;input &lt;/i&gt;físico sensorial em uma espécie de representação que pode ser colocada na memória. O modo como as informações são codificadas terá um forte impacto sobre uma posterior recuperação destas informações. Baddeley (1995), apresenta três componente básicos da codificação, sendo : &lt;/span&gt;&lt;b&gt;o &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;verbal,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;subdivido em fonológico, responsável pela captação de sons e palavras e o articulátorio responsável pela captação dos gestos; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;o visuo-espacial&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; responsável pela captação das imagens e o &lt;/span&gt;&lt;b&gt;executivo central &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;(coordenador de atividades) que &lt;/span&gt;é utilizado quando se lida com tarefas de maior demanda cognitiva,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; preenchendo diversas funções, entre elas, o controle do fluxo de informações , o processamento e armazenamento de informações e a alimentação da entrada de informações para a alça fonológica e para a alça visuo-espacial. Baddeley alerta para os conflitos existentes entre a memória de trabalho e a central executiva, principalmente na “sobreposição” de informações em situações críticas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Armazenamento :&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; O armazenamento refere-se à maneira como o ser humano mantém a informação codificada na memória de longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Recuperação : &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;A recuperação refere-se a lembrança ou acesso as informações armazenadas na memória.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Um problema que surge quando se estuda a memória é o de entender porque, às vezes, algumas pessoas têm dificuldade em recuperar a informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;         &lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;        Os psicólogos cognitivos encontram dificuldades para distinguir entre &lt;/span&gt;&lt;u&gt;disponibilidade&lt;/u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; (informação armazenada permanentemente na memória de longo termo) e &lt;/span&gt;&lt;u&gt;acessibilidade&lt;/u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; (grau que se tem acesso à informação disponível). O desempenho da memória depende da acessibilidade da informação a ser lembrada, considerando que esta esteja disponível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;        A figura 01 representa as operações básicas da memória, É importante observar que o fluxo &lt;b&gt;aprendizado e treinamento&lt;/b&gt; são fundamentais no processo de memorização.  O &lt;b&gt;aprendizado e treinamento&lt;/b&gt; representam a transferência das informações para a memória de trabalho e o armazenamento destas diretamente na memória de longo prazo (termo).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/831/3895/1600/opera%3F%3F%3F%3Fes%20da%20mem%3F%3Fria.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/831/3895/400/opera%3F%3F%3F%3Fes%20da%20mem%3F%3Fria.1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Figura 01 : Representação funcional da memória - adaptado por Oliveira, A.  2006&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;INTERFERÊNCIA DE CÓDIGO&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Na memória de trabalho a captação simultânea dos sinais fonéticos-verbais e visuo-espaciais agem de forma cooperativa. No entanto, as tarefas não recebem a mesma atenção. O esquecimento ocorre porque a captação de uma nova informação interfere na antiga e finalmente a desloca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;INTERFERÊNCIA NA CENTRAL EXECUTIVA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Baddeley (1996) e demais pesquisadores, investigam o funcionamento do controle central da memória de trabalho, ou central executiva, subdividindo-os em quatro partes, sendo : 1ª) Coordenar a performance de múltiplas tarefas, 2ª) Manipular informações da memória de longo termo e 3ª) Recuperar informações da memória de longo temo e finalmente reagir de forma seletiva a estímulos externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;HABILIDADE DA MEMÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Quando recebemos um grande volume de informações, como quando lemos um livro por exemplo, temos a capacidade de compreender temporariamente um parágrafo e ao término do capítulo compreender todo seu contexto. Considerando que a memória de trabalho retém informações por pouco tempo, Ericsson e Kintsch (1995) propõem que existem mecanismos na memória de trabalho capazes de resgatar informações na memória de longo prazo e “reorganizá-la” na memória de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;        &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Jogadores profissionais de Xadrez tem mais habilidade do que os novatos para reconstruirem posições, após uma rápida visão do jogo. A experiência e a prática em determinadas tarefas influenciam diretamente nas atividades da memória.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;CIÊNCIA COGNITIVA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;     A Ciência Cognitiva  nos explica o princípio básico da inteligência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;a percepção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Nossa capacidade perceptiva evolui de acordo com o que recebemos do mundo e como nosso cérebro se "otimiza" para reconhecer padrões importantes e recorrentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/831/3895/1600/cognitiva.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/831/3895/400/cognitiva.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; widows: 0; orphans: 0;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;Figura 02 – Arquitetura cognitiva genérica (adaptado de WICKENS, 1992, p.17)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;*&lt;i&gt; Figura extra , não pertence ao capítulo 7.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;APRENDIZADO E TREINAMENTO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt; Diversos pesquisadores estão empenhados em desenvolver técnicas voltadas para o aperfeiçoamento da memorização, bem como, para o resgate das informações armazenadas na &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória de longo prazo. &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;Com a mesma intensidade, pesquisadores estudam os modelos mentais para compreender a relação entre o treinamento, a prática de trabalho, o conhecimento adquirido ao longo da vida e a concepção da memória. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt;      O processo de &lt;i&gt;cognição &lt;/i&gt;envolve uma variedade de funções que objetivam &lt;/span&gt;transformar as informações vinda da memória em aprendizado, tomada de decisão, planejamento, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;CONSCIÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Mudanças em determinados ambientes podem afetar pessoas que já construíram determinados valores deste ambiente. Por exemplo, se ocorrer um mudança brusca em determinado circuito de corrida, é provável que pilotos com mais experiência sejam afetados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;RACIOCÍNIO INTUITIVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; widows: 0; orphans: 0;" align="justify"&gt; &lt;span style=""&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; É a capacidade de recuperar e processar princípios qualitativos com menor sensibilidade à interferência pela resposta esquecimento &amp; aprendizagem. Com o desenvolvimento, o indivíduo vai tender cada vez mais ao processamento intuitivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; widows: 0; orphans: 0;" align="justify"&gt; &lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;PERCEPÇÃO/COGNIÇÃO - &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O PODER DA EXPERIÊNCIA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; widows: 0; orphans: 0;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Considerando diferentes sujeitos envolvidos com uma mesma planta, a interpretação de um display de controle varia em função da experiência do sujeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; widows: 0; orphans: 0;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;CONHECIMENTO E A MEMÓRIA DE LONGO TERMO.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;     A informação é codificada na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;memória de longo prazo &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;através da educação e treinamento e pode ser representada por duas variadas formas, sendo : o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;conhecimento declarativo e o conhecimento procedural. O conhecimento declarativo se refere à informação factual, imutável, cuja organização tem a forma de fatos conectados e passíveis de descrição. Já o conhecimento procedural, em contraste, refere-se ao conhecimento básico, fundamental de ações de grande habilidade, e sua natureza tende a ser dinâmica e modificável. Este conhecimento não se mostra claramente para nós, sendo mais fácil mostra-lo do que falar sobre ele. Ele resiste à descrição verbal, não pode ser tão controlado como o declarativo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt; As ações e reações humanas são dependentes da construção do conhecimento em nossa memória. O capítulo discutiu aspectos relevantes da composição da &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória de trabalho&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; e &lt;/span&gt;&lt;b&gt;memória de longo prazo. &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;As diferentes propriedades de cada uma e ainda suas características na codificação, armazenamento e recuperação da informação. As técnicas de treinamento para condicionar a memória também foram discutidas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify" lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116041402599749953?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116041402599749953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116041402599749953' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116041402599749953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116041402599749953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/captulo-7-memory-and-training-resumo_09.html' title=''/><author><name>Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14457265563152776902</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04192909350982394266'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116013109829632155</id><published>2006-10-06T07:34:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T18:17:28.163-03:00</updated><title type='text'>Capítulo 3 – Attention in Perception and Display Space (Resumo - versão extendida)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Livro: Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed)&lt;br /&gt;Autor: Wickens, C. D.; Hollands, J. G.&lt;br /&gt;Editora: Prentice-Hall, 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Visão geral&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo descreve diversas características da percepção humana do mundo em que vivemos, reconhecendo que este seja um dos grandes gargalos durante nosso processamento de informações. Basicamente nossas falhas de atenção podem ser descritas formalmente em três categorias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção Seletiva: em algumas situações nós selecionamos aspectos não apropriados do ambiente. Pelo fato de estarmos preocupados com um determinado problema, desconsideramos outros aspectos críticos ou outras referências que estão ao nosso redor. O caso do Vôo 254 da Varig é um exemplo disto, pois os pilotos estavam tão preocupados com o fato de encontrarem Belém que não perceberam que estavam ficando sem gasolina. Por terem se perdido, poderiam ter procurado o pouso o mais rápido possível tentando se localizar em terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção Focada: Muitas vezes somos incapazes de nos concentrarmos em uma única fonte de informação no ambiente. Apesar de até querermos isso, nós temos a tendência de nos distrairmos. A diferença entre falhas de atenção seletiva e focada é que na primeira há uma escolha intencional apesar de desapropriada para processar fontes não ótimas, e na segunda este processamento de fontes não ótimas ou ideais é dirigido pelo ambiente externo, apesar dos esforços em manter-se a atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção Dividida: Quando problemas de atenção focada são encontrados, alguma parte de nossa atenção é direcionada para estímulos ou eventos que não desejamos processar. Quando problemas de atenção dividida são encontrados, nós somos incapazes de dividir nossa atenção entre estímulos ou tarefas, nós desejamos processar todas elas. Na verdade, os limites da atenção dividida descrevem nossa habilidade em desempenhar tarefas concorrentes e integrar diferentes fontes de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Atenção Seletiva – Amostra visual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente uma pequena região do nosso campo visual percebe detalhes. Esta região, chamada de fóvea, tem cerca de 2 graus de ângulo visual. Para manter os objetos nesta região, o globo ocular tem dois diferentes tipos de movimentos. Movimentos de perseguição que ocorrem quando o olho segue um alvo que esteja cruzando seu campo de visão (movimento contínuo. Ex: a trajetória de uma bola ou um pássaro). Movimentos sacádicos são discretos, eles saltam de um ponto estacionário para outro, dentro de nosso campo visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comportamento sacádico utilizado em amostras visuais tem dois componentes: o salto e a fixação. Durante o salto, o sistema visual suprime a entrada visual e mostra a informação que pode ser processada somente durante a fixação. Esta é caracterizada pela localização (o centro da fixação), um campo útil de visão determinado pelo diâmetro ao redor da localização central da qual a informação é extraída e pelo tempo de permanência naquele ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comportamento da amostra visual tem sido estudado em dois contextos diferentes, o controle supervisionado e a busca do objetivo. No primeiro, o operador rastreia a tela de um sistema complexo sob supervisão. Em uma aeronave, por exemplo, com fixações em vários instrumentos que representam fontes de informação. No segundo, o operador rastreia uma região do mundo visual, procurando por algo em uma localização desconhecida, como uma missão de busca e resgate de uma queda de avião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Otimização da atenção seletiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicólogos dividem os estímulos do ambiente em canais, ao longo dos quais eventos críticos podem ocorrer periodicamente. Assumem que a amostra ambiente é guiada pelo custo esperado que resulta quando um evento é perdido. A probabilidade de perda do evento, por sua vez, está diretamente relacionada à freqüência do evento e sua incerteza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis conclusões gerais deste estudo estão descritas abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Modelo mental guia as amostras: as pessoas parecem formar um modelo mental das propriedades estatísticas dos eventos no ambiente e usam isto para guiar sua amostra visual. O modelo mental consiste de um conjunto de expectativas sobre a freqüência dos eventos e quando ocorrerão em cada canal, e ainda a correlação entre os eventos em pares de canais. Com o modelo mental do operador, os padrões de fixação deveria ajudar o projetista no arranjo das informações no display resultando em um ótimo desempenho.&lt;br /&gt;2. Ajuste da taxa do evento: qual a freqüência com que um evento ocorre.&lt;br /&gt;3. Amostragem afetada pelo arranjo: a disposição dos instrumentos em um painel importa para o desempenho da monitoração humana.&lt;br /&gt;4. Memória imperfeita, amostra imperfeita: as pessoas tendem a repassar as informações mais freqüentemente do que elas realmente precisam pois possuem uma memória imperfeita.&lt;br /&gt;5. Auxilio das previsões: quando as pessoas tem uma previsão dos eventos que são mais prováveis de ocorrer no futuro, as amostras e chaveamentos tornam-se otimizados. Isso pode ajudar a antecipar demandas de diferentes recursos, porém quando o número de canais aumenta, as pessoas falham na obtenção de vantagens da previsão, aparentemente por causa do peso da carga no trabalho de memorização.&lt;br /&gt;6. Estratégias de processamento: Quando um sistema sob supervisão falha, os operadores param de examinar o status de outros sistemas até ter um diagnóstico do sistema que falhou. O operador mantém sua atenção no indicador de falha, o que representa uma enorme perda da atenção visual se o tempo for longo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Movimento dos olhos na busca por referências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expectativas do ambiente: a busca de um alvo é dirigida em parte por fatores cognitivos relacionados a expectativa de onde ele é mais provável de ser encontrado. As pessoas tendem a fixar mais nas áreas que contém o maior número de informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores de tela e saliência: a atenção visual será dada para aqueles itens do display que forem maiores, coloridos, brilhantes e que sofreram mudanças. Esta característica pode ser explorada para a localização de avisos e chamar a atenção especialmente em uma visão periférica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Display dirigido e processamento dirigido conceitualmente: importante para prevenir um evento inesperado. É um conjunto de sinais que indicam um caminho, basicamente orienta o operador a seguir os passos corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cobertura de pesquisa e o campo útil de visão: uma área circular onde o ponto de fixação da informação necessária para a tarefa pode ser extraído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo de fixação: esse tempo está associado com a dificuldade da extração de informação do equipamento ou display.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Modelos de busca visual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disposição física das fontes é importante no processo de busca das informações. Dependendo da forma como as variáveis estiverem dispostas, o tempo para se alcançar o objeto de pesquisa sofrerá enorme influência. A forma e a disposição devem propiciar uma busca serial ou paralela, dependendo da facilidade da identificação dos elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários itens de um campo podem ser processados em paralelo. Na leitura, por exemplo, quando fixamos em uma palavra, todas as letras que estão dentro dela são processadas simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a atenção dividida e o processamento paralelo sejam características boas para o desempenho humano, particularmente em ambientes de alta demanda, como um controle de tráfego aéreo, é às vezes impossível direcionar o foco da atenção. Esta falha ocorre quando a atenção dividida torna-se obrigatória, ao invés de opcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As visões sobrepostas podem facilitar a atenção dividida entre dois canais. O head-up display utilizado em aviões facilita o processamento paralelo da cena e simbologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a proximidade no espaço possa algumas vezes permitir uma atenção dividida com sucesso, o que parece é que esta aproximação aumenta a confusão entre aqueles itens que são momentaneamente o foco de atenção e aqueles que não são, ocasionando falhas. A primeira evidência que suporta esta afirmação é que a densidade espacial dos objetos tem pouco efeito no tempo de busca visual. Segundo que a variável mais crítica na predição de desempenho é o grau de separação espacial entre os itens relevantes e irrelevantes, não a separação entre os itens relevantes entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentes tarefas são servidas diferentemente por displays mais ou menos integrados representando explicitamente o princípio da compatibilidade da proximidade. Para entender este princípio, devemos distinguir entre proximidade de display e proximidade de processamento. A primeira define quão perto dois componentes de display estão. A distância entre os componentes pode ser definida em termos espaciais (ex: os componentes estão a 1 cm de distância) ou em termos de propriedades baseadas em objeto (ex: os componentes são exibidos como parte do mesmo objeto). A proximidade de display pode ser acrescida de outros fatores, tais como o uso de cores comuns ou a codificação de cada variável utilizando uma dimensão comum. A segunda forma de proximidade define a extensão pelo qual duas fontes de informação são usadas dentro da mesma tarefa. Se uma tarefa requer uma alta proximidade de processamento, deveria haver uma alta proximidade de display. Caso contrário, se a tarefa requer uma baixa proximidade de processamento, deveria existir uma baixa proximidade de display.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Codificação por cor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos positivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Objetos codificados por cor são rapidamente percebidos;&lt;br /&gt;2. Certas cores tem um significado simbólico bem definido na população;&lt;br /&gt;3. A codificação por cor ajuda a separar elementos espacialmente em um display (ex: a codificação de cores em diferentes regiões em um mapa, de acordo com a temperatura);&lt;br /&gt;4. Características de tamanho, forma e localização podem ser combinadas com a codificação por cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns cuidados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A cor está sujeita aos limites do julgamento absoluto. Para garantir que o valor e o significado de uma cor não seja confundido, o projetista não deveria usar mais que cinco ou seis cores no display. A percepção das cores é também prejudicada pela luz ambiente.&lt;br /&gt;2. Cores não definem naturalmente uma ordem. Não é muito efetivo, por exemplo, utilizar código de cores para representar variáveis de velocidade e densidade.&lt;br /&gt;3. Estereótipos da população podem produzir um projeto ruim se um esquema de codificação associar uma cor com significados conflitantes. Por exemplo, suponha que um esquema de codificação de temperatura é projetado com o verde representando baixa temperatura, mas no sistema, temperaturas muito baixas sinalizam uma condição de operação insegura. Neste caso, o estereótipo da população da cor verde associada com segurança não é o que deverá ser inferido pelo operador.&lt;br /&gt;4. Codificação de cores irrelevantes podem causar distração. Quando cores diferentes são usadas para destacar diferentes áreas ou itens, é importante que a distinção feita pelas cores seja compatível com as distinções cognitivas relevantes que devem ser interpretadas pelo operador.&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Audição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A audição é diferente da visão em dois aspectos relevantes. Primeiro, o senso auditivo pode receber informações de qualquer direção. Segundo, a maioria das entradas auditivas são transientes, ou seja, uma palavra ou tom é ouvido e então termina, contrastando com a maioria das entradas visuais, que tendem a estar continuamente disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mensagens auditivas diferem umas das outras em dimensões como localização, tom, volume e conteúdo semântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um experimento conduzido por Darwin, Turvey e Crowder sugere que três canais espaciais podem ser processados sem distração se um é apresentado a cada ouvido e um terceiro é apresentado com igual intensidade para ambos os ouvidos. Pode ser que o piloto de um avião, por exemplo, não consiga processar as três entradas em paralelo, uma vez que elas podem exigir uma análise semântica mais apurada, mas ao menos ele poderá focar em uma com um pequeno grau de intrusão das demais mensagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avanços em tecnologia multimedia tem tornado possível a visão de textos ou imagens e o áudio de informações simultaneamente quando nós visitamos uma página web. Alguns experimentos sugerem que dividir a atenção entre modalidades diferentes (exemplo, visão e audição) pode ser melhor que dividir a atenção dentro de objetos de uma mesma modalidade. Normalmente se diz que quando entradas referentes ao sentido da visão conflitam com entradas de outras modalidades, o aspecto visual acaba se tornando dominante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domínio visual pode ser moderado em alguns casos. Quando a referência visual conflita com a referência auditiva, a primeira é dominante se o objeto destino for visual, mas a segunda é dominante se o objeto destino for auditivo. Em suma, quando um estímulo auditivo entra abruptamente no ambiente de atividade visual, ele provavelmente chamará atenção para si e alertar o operador. Como conseqüência, dispositivos sonoros são geralmente preferidos como avisos, quando comparados com sinais visuais. No entanto, se o estímulo visual aparecer na mesma freqüência e fornecer informação do mesmo tipo ou importância que o estímulo auditivo, haverá uma tendência dominante em direção a fonte visual, principalmente se a atividade tiver esta natureza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Considerações Finais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante vários momentos, os comandantes do vôo 254 da Varig tiveram sinais visuais importantes indicando problemas com a rota. A interface com o HSI, instrumento indicador da posição horizontal, trouxe confusão quanto ao ângulo correto na saída da aeronave, pois apesar de toda a experiência do piloto ele não soube interpretar corretamente seus dados de entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PMS (Performance Management System), próximo à região que o piloto supunha ser Belém, indicava uma distância negativa, um sinal de que alguma coisa não estava indo bem. Depois várias referências geográficas passaram despercebidas diante dos pilotos, como a posição do sol na decolagem, não ter encontrado os landmarks esperados na chegada a Belém e ter seguido o curso do Rio Xingu ao invés do Amazonas. A confusão com as freqüências de rádio, a falta de radar em Belém e as consultas equivocadas às cartas de navegação, mapas e planos de vôo mostram que a confusão mental, talvez por excesso de confiança, atrapalhou a captação e interpretação dos diversos sinais visuais recebidos durante todo o vôo. Talvez se outros órgãos do sentido tivessem sido estimulados neste período, este estado de desatenção pudesse ter sido desfeito. Um alarme (warning) vindo do PMS, talvez mexesse mais com o estado de vigilância dos comandantes que apenas o retorno da distância com o sinal negativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente o excesso de confiança do co-piloto em relação ao piloto (ele não discutiu os valores de entrada do início do vôo, apenas copiou), e o excesso de confiança do piloto em relação a si mesmo, trouxeram problemas de interpretação equivocada e, principalmente, desconsideração aos sinais explícitos e implícitos dados pela aeronave (fenômeno da atenção seletiva).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116013109829632155?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116013109829632155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116013109829632155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116013109829632155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116013109829632155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/captulo-3-attention-in-perception-and.html' title='Capítulo 3 – Attention in Perception and Display Space (Resumo - versão extendida)'/><author><name>Vitor Hugo Furtado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07341586877077346621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10353985895061093901'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116010833589763796</id><published>2006-10-06T00:42:00.000-03:00</published><updated>2006-10-06T01:32:10.070-03:00</updated><title type='text'>Vôo 254 da Varig</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O vôo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 3 de setembro de 1989, o vôo 254 da Varig saindo de São Paulo com destino a Belém do Pará não consegue completar o seu objetivo. Às 21:06h (GMT-3), o avião teve que fazer um pouso forçado em plena floresta amazônica, ao norte de Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Detalhes do vôo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vôo 254 foi planejado para partir de São Paulo a Belém, com escalas nas cidades de Uberaba, Uberlândia, Goiânia, Brasília, Imperatriz, Marabá e finalmente Belém. A rota tem uma duração aproximada de 8 horas e 20 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 9:43h, o vôo deixou o aeroporto internacional de Guarulhos, seguindo para Belém, cumprindo todas as suas escalas. Numa delas, em Brasília, houve troca de tripulação. Às 17:20, realizava-se os preparativos finais para seguir até Marabá, seu último destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O desastre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o co-piloto fazia uma inspeção externa da aeronave, o piloto, capitão Garcez, consultava o plano de vôo para direcionar o HI (Heading Indicator que é o instrumento indicador de situação horizontal) até Belém. Havia no plano a indicação do número 0270, que para o capitão Garcez significava 270 graus, mas na realidade, deveria ter sido lido como 027.0 graus. A notação não especificava claramente a posição do ponto decimal, que implicitamente ficaria a esquerda do dígito mais à direita. A confusão feita pelo piloto, somada a outras negligências menores, foi a primeira causa desse desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão definiu o HSI (Horizontal Situation Indicator) do avião para 270 graus, que correspondia seguir pelo curso oeste, completamente inconsistente com um vôo Marabá-Belém. Na consulta ao mapa isto estaria claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do HSI, Garcez programou o PMS (Performance Management System) para a distância de 187 milhas náuticas (346 km) até Belém. O plano indicava uma altitude de 29000 pés (nível de vôo 29), e a duração de 48 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na chegada do co-piloto a seu posto, ao invés dele checar seu próprio plano de vôo e ajustar seu HSI, ele se limitou a checar o indicador do capitão e definir seus equipamentos com os mesmos parâmetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/1600/HSI2.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/1600/C172_heading_indicator.4.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/400/C172_heading_indicator.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Horizontal Situation Indicator [1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 17:45h, o avião decola de Marabá, e o piloto automático inicia uma curva de 158 graus ao invés dos 41 graus esperados em um vôo regular até Belém. Quando Garcez acreditava estar próximo a seu destino, ele tentou usar o rádio para se comunicar com a torre de Belém, mas falhou em fazer contato diretamente. Ele só conseguiu por intermédio de outra aeronave, do vôo 266. No contato com Belém, ele solicitou permissão para a aterrissagem, e recebeu. Ao iniciar a descida, ele não reconheceu algumas das características geográficas da área de Belém, como a ilha de Marajó e o estuário do Rio Amazonas. Ele chegou a perguntar pra torre se a cidade estava sem energia elétrica. Em 1989, o aeroporto de Belém, não possuía radar, e limitou-se a informar que o vôo 254 era o único no espaço aéreo e que poderia aterrissar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que o PMS começou a indicar uma distância negativa a seu destino, o capitão Garcez resolveu realizar uma volta de 180 graus para visualizar Belém. Também baixou o nível de vôo para 4 (4000 pés) e reduziu a velocidade para 200 nós. Relutante em utilizar o rádio para pedir ajuda, decidiu tomar uma referência visual do rio que se localizava abaixo da aeronave, acreditando ser o rio Amazonas, mas na verdade era o rio Xingú (que corre predominantemente de Norte a Sul, enquanto que o Amazonas corre de Oeste a Leste). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/1600/DSC04288.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/400/DSC04288.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rota aproximada do vôo 254 até sua queda [2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste instante, o vôo já estava atrasado em 30 minutos, e os passageiros começavam a ficar ansiosos. Foi quando finalmente o co-piloto percebeu seu erro inicial, e após checar suas cartas náuticas, decidiram fazer contato com o aeroporto de Santarém, que acreditavam ser o aeroporto mais próximo. Realizaram uma volta de quase 180 graus, estabelecendo um novo curso. Entretanto, depois de alguns cálculos, o capitão Garcez percebeu que o avião não tinha combustível necessário para chegar a Santarém, e direcionou para o sul novamente. Finalmente, ele decidiu contactar o aeroporto de Marabá, para descobrir sua localização. Mas a freqüência do localizador de Goiânia era a mesma de Marabá, e o capitão faz o ajuste pra cidade errada novamente, sem perceber que o identificador não era compatível com Marabá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 20:05h, a central em Belém chama o vôo 254 solicitando um relatório. O capitão informou que ele seguia a Marabá (mas na verdade era Goiânia) e que ele estava recebendo suporte da estação de Carajás (porém era Barra do Garça). Garcez assustou-se ao ser informado que o localizador (radiofarol) de Belém estava fora do ar desde as 19:30h. Percebendo que não teria combustível suficiente para chegar a Belém, o capitão decidiu direcionar-se para Carajás. Como mais um azar, o avião havia passado cerca de 100 milhas náuticas da base aérea da Serra dos Cachimbos, que serviria perfeitamente para a aterrissagem do 737, com o combustível de reserva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tudo isso, era inevitável que o avião tivesse que fazer um pouso forçado no meio da floresta, ao norte de Mato Grosso (naquele tempo, não haviam procedimentos para tais situações de emergência). Os pilotos decidiram voar a 8000 pés até que acabasse todo o combustível, evitando uma possível explosão no momento da colisão com o solo. Durante a descida, eles viram poucas luzes através da floresta, que deveriam ser algumas casas de fazendas com geradores elétricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 20:40h, Garcez informou Belém que ele faria um pouso forçado na floresta, e quando eles estavam com 15 minutos para acabar o combustível, o piloto informou aos passageiros da situação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Senhoras e senhores passageiros, é o comandante quem vos fala. Tivemos uma pane de desorientação dos nossos sistemas de bússola. Estamos com nosso combustível já no final ainda com 15 minutos. Pedimos a todos que mantenham a calma porque... uma situação como esta realmente é muito difícil de acontecer. Deixamos a todos com a esperança de que isso não passe de apenas um...um susto para todos nós... Pela atenção muito obrigado e... que tenham todos um bom final"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando havia 100 quilos de combustível restante, o motor 1 parou. Dois minutos depois, o segundo motor também parou. As hélices ainda giravam através da ação do vento, que dava um controle hidráulico não confiável e rudimentar, porém melhor que nada. O piloto comandava a descida dos flaps, mas estes se moviam apenas até a posição 2 (cerca de 10 graus). Com as baterias descarregadas, não havia energia elétrica e somente os instrumentos de horizonte artificial, o altímetro, o indicador de velocidade e o indicador de velocidade vertical funcionavam no interior do cockpit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/1600/VMS_Artificial_Horizon.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/400/VMS_Artificial_Horizon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Indicador de altitude (horizonte artificial) [1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que a tripulação podia ver no horizonte eram alguns pontos de luz devido a distantes queimadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 21:06h, o avião colide contra o solo por cima de topos de árvores que alcançavam 50 metros do chão. A desaceleração provocada pela batida foi tão intensa que os passageiros sem o cinto de segurança voaram até a frente do avião, e algumas cadeiras desgrudaram do chão. Quando o avião passou através das folhagens, duas árvores arrancaram as asas e causaram uma forte torção da fuselagem, que contribuiu para que mais assentos se despregassem do chão. Depois de reduzir sua velocidade para 35 nós, o avião andou mais 30 metros e parou, deitando para seu lado direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/1600/index.1.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5657/3931/400/index.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto do Boeing 737 após o acidente, na localidade de São José do Xingú [3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Conseqüências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias depois, quatro dos sobreviventes decidiram tentar caminhar e procurar por ajuda. Depois de três horas e 40 Km de caminhada na floresta, eles encontraram a casa da fazenda Curunaré, em São José do Xingu. A fazenda não tinha rádio, então seguiram de carro a outra fazenda, Serrão da Prata, às 12:30h de terça-feira. Com o auxílio do operador de rádio João Capanema Jr., eles contactaram o aeroporto de Franca em São Paulo, e às 16:27 daquela terça, um avião Bandeirante da Força Aérea Brasileira (FAB) jogou pacotes de comida sobre os destroços. Às 12:00h de quarta-feira, todos os sobreviventes haviam sido resgatados pela FAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Linha do Tempo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09:43  O RG-254 sai de São Paulo em direção a Belém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17:20  Preparativos finais da tripulação no aeroporto de Marabá. Definição da direção no HSI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17:45  Decolagem do aeroporto de Marabá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18:00  Por do sol, não observado pelos comandantes da aeronave&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18:23  O avião deveria estar chegando a Belém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20:05  Belém chama o vôo 254 solicitando um relatório devido a demora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20:10  Garcez comunicou que tinha proa 170 de Marabá (na verdade Goiânia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20:30  A aeronave passa pela base aérea da Serra dos Cachimbos (sua última chance de pouso controlado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20:40  Garcez informa Belém que ele teria que fazer um pouso forçado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20:57  Parada do motor número 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21:06  O avião colide contra o topo das árvores no meio da floresta [4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Causas oficiais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após investigação, conclui-se que a queda teve sua causa principalmente devido a negligência por parte da população do Boeing 737. Em muitas ocasiões o capitão poderia ter percebido e corrigido seu erro. Outras investigações mostraram também que o avião estava em perfeitas condições para voar, e que as inspeções periódicas obrigatórias haviam sido realizadas corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser notado ainda outro fato interessante que poderia ter ajudado a tripulação a perceber seu erro logo no início. A aeronave iniciou sua decolagem apontando direto para a direção oeste, por volta das 18:00h. Neste horário, o sol estava se pondo, e estava visível em frente da cabine. Se eles tivessem feito a rota correta, o sol deveria estar a esquerda do avião, indicando a direção correta seguindo para o norte. A tripulação deixou passar mais uma referência importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Teorias&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-se que a principal razão de tais distrações da tripulação foi devido ao fato de Garcez e Zille estarem supostamente ouvindo um jogo entre a seleção brasileira e a chilena em uma partida valendo pelas eliminatórias da copa do mundo de 90. Alguns relatórios mais extremistas mencionaram que o capitão estava praticando atos sexuais com uma das comissárias. Nenhum desses relatórios foi confirmado ou aceito oficialmente como verdadeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Seqüência dos Erros via abordagem SHELL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir constam os fatos ocorridos, onde procurou-se destacar palavras ou conjunto de palavras que pudessem contribuir à análise do elemento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rumo incorreto de saída foi inicialmente ajustado pelo comandante e posteriormente imitado pelo co-piloto, quando retornou da inspeção externa da aeronave. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O rumo incorreto de saída foi inicialmente ajustado pelo comandante e posteriormente imitado pelo co-piloto, quando retornou da inspeção externa da aeronave.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;a proa fora lida no plano de vôo IADS, visto não haver, na carta de alta, esta indicação. O rumo correto para aquela rota deveria ser 027 e o planejamento fornecia esta informação como sendo 0270. Os pilotos identificaram-na como sendo 270 graus. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A contigüidade de apresentações do campo visual, somada à combinação numérica, redundou numa proa exeqüível (270 graus), culminando por induzir os pilotos a uma falha de percepção, logo no início das atividades. É de se notar que, se o rumo sugerido exibisse valores superiores a 36 graus, por exemplo, 0380 graus, o erro não se apresentaria, por exorbitar dos limites de proa magnética. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim, o comandante, ao consultar o plano computadorizado, passou por um processo de falha perceptual (percepção falha) na leitura dos dados. O fato da atenção estar, no momento da consulta, distribuída a outros estímulos (distribuição da atenção), facilitou a falha na percepção das informações. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Da decolagem até o inicio da descida para o destino pretendido, a tripulação acabou por envolver-se num processo de automatismo, porquanto, em que pese, neste trecho, não estarem recebendo qualquer auxílio de rádio-navegação de Belém, acreditaram, por predisposição, estarem no rumo correto. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com dificuldades de comunicação em VHF com o Centro Belém, efetuaram contato com outra aeronave que, voando para o mesmo destino, informou estar recebendo normalmente os auxílios daquela localidade. Devido à atenção marginal, não despertou aos pilotos a necessidade de uma reavaliação na sua navegação, preferindo aceitar a hipótese de falha nos instrumentos de bordo. E assim prosseguiram o vôo por simples manutenção de proa. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tal a confiança em chegar ao destino, que levou o comandante a solicitar autorização para iniciar a descida. A crença de que estava próximo a Belém foi reforçada pela liberação da descida para o nível 200. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após ultrapassada a vertical do "destino", apenas evidenciada pelas indicações negativas no PMS, o comandante decidiu retornar, na proa oposta, motivado pela predisposição e reforço da posição "Vertical Belém". Estava influenciado pelas marcações do PMS, que indicavam já haver ultrapassado em trinta milhas a estação pretendida. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não localizando o destino proposto, o comandante buscou, debalde, atingir o objetivo. Sintonizou a freqüência de duas emissoras de Belém e, autorizado, desceu para o FL 040. Passou a acompanhar as curvas de um rio (Xingú), perseguindo as marcações do equipamento ADF. Estes estavam sintonizados nas freqüências das Rádios Liberal e Guajará que, apesar da recepção auditiva, não forneciam os prefixos, tornando, por conseguinte, não confiáveis suas marcações. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O piloto concentrou-se em um grupo de estímulos visuais, buscando contato visual com Belém, e mantendo-se na proa indicada pelas emissoras que supunha serem do destino, esqueceu-se de outros estímulos que exigiriam sua atenção, como a necessidade de subir para localizar-se, economizar combustível, etc. Acabou por envolver-se em um processo de fixação de atenção e ansiedade, que fizeram-no acreditar e esperar o contato visual com Belém. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O co-piloto, sentindo-se incomodado com a demora da chegada, lembrou-se de que as proas de chegada a Belém correspondiam a uma numeração baixa. Além disso, divisou a constelação do Cruzeiro do Sul, reforçando a concepção de que algo saíra incorreto. Estes estímulos vão provocar uma mudança do foco de atenção, obrigando os pilotos a reverem a navegação e a posição da aeronave. Surpreenderam-se por não portarem régua ou plotador de bordo. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Decidiram por consultar a carta de rádio-navegação de baixa altitude, e, ao fazerem-no, perceberam o erro da proa adotada na saída de Marabá. Diante da situação, o comandante decidiu subir para o FL 085, a fim de localizar um aeródromo para um pouso alternativo. Eram decorridas 02:10 horas de vôo. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a confirmação da desorientação, um estado de comoção abateu-se sobre o comandante. A certeza de haver rumado corretamente, ter ultrapassado, voltado, procurado mapear-se com o uso do radar, perseguido auxílios de emissoras comerciais, buscado referências visuais, enfim, fizeram crer ao comandante que agira corretamente. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A força de estimulação "achar Belém" causou um tipo de bloqueio, a nível emocional/perceptual, agravando a multiplicidade de predisposições e a fascinação da atenção, fazendo inclusive a tripulação ignorar o tempo voado à baixa altitude, bastante significativo para o tipo da aeronave. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os pilotos reconheceram a gravidade da situação, todavia, não notificaram ao Centro de Controle, tampouco a Coordenação da empresa, do estado emergencial em que se encontravam. Por duas vezes o CVR registra diálogos em que a tripulação acreditava ter havido uma pane de bússola. Entretanto, a Comissão não encontrou quaisquer evidências de mau funcionamento da bússola, ou dos equipamentos de rádio-navegação. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma vez cientes da falha cometida, presume-se que o diálogo registrado fora desenvolvido num clima de autodefesa, pautado no receio de repercussões negativas que poderiam ser infligidas à tripulação. Mesmo com dúvidas, surge agora uma segunda e diferente predisposição: atingir Marabá ou Carajás. Os pilotos sintonizaram nos ADF as freqüências 370 KHz (Marabá) e 320 KHz (Carajás) e, obtida desta sintonia uma proa geral sul, para lá rumaram. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Envolvidos pelo erro de posição geográfica, pois julgaram ter voado próximo a Belém, a proa sul se mostrava viável. Ocorre que os sinais de rádio recebidos não provinham das estações pretendidas, e sim, de Goiânia e Barra do Garças - Mato Grosso. Chegaram a ouvir um indicativo em código morse e, sob pressão emocional e ansiedade, consideraram-no como sendo o indicativo de Marabá. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Predispostos a crerem estar no rumo de Marabá, os pilotos seguiram as marcações do ADF. A predisposição é salientada ao escutarem os dois únicos indicativos do NDB de Goiânia. Todos os estímulos são ajustados de forma a corroborar a predisposição de atingir Marabá. A atenção estava fascinada com tal hipótese, de forma que a tripulação manteve-se em vôo nivelado, até que, frustrada, verificou que a alternativa seria o pouso forçado. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;a fascinação da atenção foi observada em pleno processo de ansiedade. A gravação enfatiza: -(...) "que isto não passe de um sonho"... " Que isto não passe de um sonho para todos nós"... &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Verifica-se então, sob o enfoque psicológico, que o excesso de confiança do comandante na sua navegação, do co-piloto no comandante da aeronave, de ambos no plano computadorizado, agravado pelos diversos aspectos psicológicos já mencionados, máxime para aqueles voltados a falha perceptual, fixação de atenção e à predisposição a acreditar estarem num rumo correto, redundaram na situação emergencial, tornando irreversível o acidente [5][6].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Depois do desastre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O departamento de aviação civil (DAC) recomendou que a Varig modificasse sua notação de plano de vôo, de forma a evitar a confusão com o ponto decimal, fato este que levou a causa do acidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;[1] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Varig_Flight_254"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Varig_Flight_254&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;, último acesso em 26/09/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.aerovirtual.org/forum/lofiversion/index.php/t55856.html"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;http://www.aerovirtual.org/forum/lofiversion/index.php/t55856.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;, último acesso em 27/09/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.airdisaster.com/photos/varig254/photo.shtml"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;http://www.airdisaster.com/photos/varig254/photo.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;, último acesso em 26/09/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.aeronauticasc.eng.br/modules/eNoticias/article.php?articleID=1"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;http://www.aeronauticasc.eng.br/modules/eNoticias/article.php?articleID=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;, último acesso em 28/09/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.andrewcram.com/SHELLmodel.pdf#search=%22shell%20liveware%22"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;http://www.andrewcram.com/SHELLmodel.pdf#search=%22shell%20liveware%22&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;, último acesso em 28/09/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6] &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unicamp.br/fef/espec/hotsite/gqve/publicacoes/miolo_fadiga.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;http://www.unicamp.br/fef/espec/hotsite/gqve/publicacoes/miolo_fadiga.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;, último acesso em 28/09/2006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116010833589763796?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116010833589763796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116010833589763796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116010833589763796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116010833589763796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/vo-254-da-varig.html' title='Vôo 254 da Varig'/><author><name>Vitor Hugo Furtado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07341586877077346621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10353985895061093901'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116010640909426909</id><published>2006-10-06T00:27:00.000-03:00</published><updated>2006-10-06T00:50:19.606-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;Capítulo 6 - Language and Communications (Resumo)&lt;br /&gt;Livro: Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed) Autor: Wickens, C. D.; Hollands, J. G. Editora: Prentice-Hall, 1999&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Linguagem e Comunicação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Linguagem e comunicação são formas importantes de trocar informações, o que pode ser realizado através de gestos e meios não-verbais, símbolos e ícones. Deve-se ter cuidado com alguns termos ou abreviações que às vezes são usados de forma não clara.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Percepção de Impressos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Estágios em percepção de palavras&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A percepção de material impresso é realizada de forma hierárquica. Quando lemos e entendemos o significado de uma sentença, devemos primeiro analisar suas palavras. Cada palavra depende da percepção de letras, e cada letra é uma combinação de linhas, ângulos e curvas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Características como uma unidade: Pesquisa visual&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pesquisadores demonstraram como a procura por uma letra especifica numa lista de letras diferentes tinha sua velocidade diminuída quando na lista existiam letras com características similares.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Letra como uma unidade: Processamento automático&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Automaticidade: processamento que não requer recursos de atenção, obtida através de familiaridade e extensiva experiência de percepção, mas pesquisadores sumarizados por Schneider e Shiffrin (1977) e Schneider, Dumais e Shiffrin (1984) sugerem que experiência não é suficiente. Os símbolos devem também ser consistentemente mapeados para a mesma resposta. Respostas inconsistentes, quando uma letra (ou símbolo) é às vezes relevante e às vezes não, são menos prováveis de desenvolver automaticidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Palavra como unidade: Formato da palavra&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Corcoran e Weening (1967) observaram que para palavras que eram mais compridas e menos freqüentes fatores acústicos ou fonéticos são mais importantes que fatores visuais em correção de erros. Nesse caso, erros de grafia são escondidos se as letras críticas não são pronunciadas na articulação da palavra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aplicações de processamento de unidade e top-down&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Displays são desenhados para apresentar informação para que ela possa ser lida rapidamente, corretamente, e sem alta carga cognitiva.Também, alguns itens críticos de informação deveriam ser reconhecidos automaticamente, com requerimento mínimo de investir em processamento consciente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Processamento Top-Down e Bottom-up&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muito de nossa percepção segue o processamento Top-down direcionado ao contexto (Lindsay &amp; Norman, 1972). Mais especificamente, no caso de leitura, hipóteses são formadas de acordo com o que uma palavra em particular deveria ser, dado o contexto do que já apareceu antes, e esse contexto permite ao nosso mecanismo percepção adivinhar a natureza de uma letra especifica dentro da palavra, mesmo antes que a análise bottom-up letra-para-palavra tenha sido completada.&lt;br /&gt;De forma correspondente, processamento top-down pode trabalhar em reconhecimento de letras, utilizando o conhecimento de letras ao redor que pode guiar a interpretação de características ambíguas.&lt;br /&gt;Processamento top-down de fato é somente possível (ou efetivo) devido às regras de contexto em uma linguagem que permitem determinadas letras ou palavras que devem ser adivinhadas através de letras, palavras ou sentenças ao redor.&lt;br /&gt;Em adição a redundância há uma segunda forma de processamento top-down ou baseado em aprendizado, na qual letras dentro de uma palavra mutuamente facilitam analise de modo que a letra que aparece em uma palavra pode às vezes ser processada mais rapidamente que a letra sozinha (efeito da superioridade da palavra, Reicher, 1969). Em situações com constrangimentos temporais as letras em uma palavra são processadas mais exatamente que um número similar de letras sem relacionamento.&lt;br /&gt;Processamento top-down pode ser ajudado apenas restringindo o vocabulário da mensagem.&lt;br /&gt;No reconhecimento de objetos, Biederman (1987) propôs que humanos reconhecem objetos em termos de combinações de pequenos números de peças básicas, que consistiam em sólidos geométricos simples. A teoria de Biederman sugere que designers de gráficos tri-dimensionais podem se utilizar dessas figuras básicas, criando objetos que podem ser reconhecidos sem necessidade de incorporar muitos detalhes. Potter e Faulconer (1975) descobriram que figuras simples de objetos podem ser entendidas tão rapidamente quanto palavras.&lt;br /&gt;No reconhecimento da fala, uma pessoa não pode reavaliar palavras faladas anteriormente tão facilmente quanto alguém pode olhar uma porção de texto anterior. Esta restrição, portanto, força uma grande confiança em processamento top-down.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Processamento de unidade&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Treinamento e repetição levam ao processamento automático. Quando uma tarefa é analisada, é importante identificar sinais críticos que deveriam sempre receber prioridade se estiverem presentes.&lt;br /&gt;Existe uma vantagem bem definida em chamar atenção para informação critica através do desenvolvimento de processamento automático em detrimento de aumentar a intensidade do estímulo, pois quando eles são altos e brilhantes podem causar distração e irritação e não podem garantir a resposta, estímulos físicos são intensos para todos que os encontram, estímulos que são intensos subjetivamente através de processamento automático podem ser “personalizados” para alertar apenas aqueles para os quais o estimulo é relevante.&lt;br /&gt;Processamento através da unidade pode identificar uma palavra borrada através de somente o formato da palavra, mesmo quando características, letras e contexto não estão disponíveis (Broadbent &amp;amp; Broadbent, 1980). Processamento através da unidade não necessariamente substitui ou descarta a cadeia seqüencial bottom-up, mas sim opera em paralelo.&lt;br /&gt;No processamento através da unidade, palavras são percebidas mais rapidamente e entendidas melhor que abreviações e acrônimos, isso ocorre pela variedade de formas que as pessoas acreditam que uma palavra deveria ser abreviada (Landaur, 1995).&lt;br /&gt;Norman (1981) sugere que um mínimo de regras de abreviação deve ser empregado, e o termo abreviado deve ser tão lógico e significativo para o usuário quanto possível.&lt;br /&gt;Moses &amp; Ehrenreich (1981) descobriram que abreviações truncadas, nas quais a primeira letra da palavra é apresentada, são entendidas melhor que contrações nas quais letras dentro da palavra são removidas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Contexto&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em testes foi descoberto que sujeitos que recebiam o contexto para entender sentenças antes de lê-las possuíam maiores taxas de compreensão e recordação. O contexto era em forma de figuras que descreviam as cenas, ou simplesmente titulo da atividade. Mas o contexto deve ser disponibilizado antes da apresentação do material verbal, para que ele ajude a compreensão e a recordação, e não após (Bower, Clark, Lesgold &amp;amp; Winzenz, 1969).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Trocas entre Contexto-Dados&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É importante que o designer do sistema esteja atento para os fatores que influenciam a troca entre processamentos direcionados aos dados e processamentos direcionados ao contexto.&lt;br /&gt;Se há mais redundância no texto, texto de tamanho de fonte menor é indicado. Entretanto, se o display contém conjunto de caracteres randômicos de texto alfa-numérico, não há oportunidade de processamento top-down e apresentação de poucos caracteres maiores é recomendável. Se o display ou a visibilidade é ruim, tamanhos maiores são novamente sugeridos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Design de Código: Economia x Segurança&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A troca entre processamento top-down e bottom-up é demonstrada pelo fato de que mensagens de grande possibilidade devem ser transmitidas com menos evidencia sensória.&lt;br /&gt;Princípio Shannon-Fano (Sheridan &amp;Ferrell, 1974): ao desenhar qualquer tipo de código ou mensagem de sistema nas quais pequenos conjuntos de caracteres alfa-numéricos ou símbolos devem levar a idéias mais compridas, o princípio Shannon-Fano dita que o código mais eficiente, ou mais econômico será gerado quando o tamanho físico da mensagem for proporcional a informação contida na mensagem. O principio é violado quando todas as mensagens possuem o mesmo tamanho. Assim, mensagens de alta probabilidade devem ser curtas e mensagens de baixa probabilidade devem ser compridas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reconhecimento de Objetos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Figuras e ícones&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De modo similar, ícones se tornaram objetos comuns em displays de computadores, onde o valor deles sobre palavras em permitir processamento rápido foi demonstrado (Camacho, Steiner, &amp;amp; Berson, 1990). Apesar da rapidez de processamento de figuras que pode ser demonstrada em circunstâncias ideais (Potter &amp; Faulconer,1975) e o status delas como linguagem internacional, cuidado é recomendado contra o uso de ícones por duas razões: legibilidade e interpretação.&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;legibilidade &lt;/strong&gt;relaciona-se com o fato de que nem sempre ícones e símbolos são vistos em condições ideais. É importante que os símbolos possam ser discriminados um dos outros e a chave para a descriminação não é o detalhamento das características, mas sim diferentes formatos (Broadbent &amp;amp; Broadbent, 1980).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interpretação&lt;/strong&gt; relaciona-se com identificar o que o símbolo quer dizer. Um símbolo pode claramente mostrar um objeto reconhecível, mas pode continuar ambíguo em relação ao significado do objeto no contexto.&lt;br /&gt;Esta é a razão do cuidado que Brems e Whitten (1987) possuem contra o alto uso de ícones que não possuem texto explicativo.&lt;br /&gt;“Earcons” são ícones visuais que têm uma analogia auditiva em sons de objetos familiares e eventos. Um pequeno vocabulário de sons pode prover feedback para eventos. Estes “earcons” devem ter valor característico quando o processamento visual está engajado em outros aspectos da tarefa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fatores lingüísticos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Compreensão&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em instruções escritas ou procedimentos que devem ser fáceis de entender, é normalmente suficiente seguir um conjunto de princípios similares aos levantados por Bailey (1989; veja também Dumas &amp; Redish, 1986):&lt;br /&gt;1. Coloque diretamente o desejado, sem adicionar palavras em excesso;&lt;br /&gt;2. Utilize vocabulário conhecido;&lt;br /&gt;3. Assegure que toda a informação está colocada explicitamente;&lt;br /&gt;4. Numere e separe fisicamente os diferentes pontos a serem feitos;&lt;br /&gt;5. Destaque palavras-chaves;&lt;br /&gt;Apesar de úteis e necessários estes guias não consideram algumas importantes características de compreensão que são diretamente relacionadas com princípios em psicologia cognitiva e processamento de informação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Comando x Estado&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um problema em entrega de instruções do tipo tempo-crítico é relacionado com a distinção entre informação de estado e informação de comando.&lt;br /&gt;Quando a informação é completamente confiável em uma tarefa de ajuda a decisão, não há diferenças em desempenho, mas quando a informação não é totalmente confiável, a performance cai mais quando comandos não confiáveis são mostrados do que quando relatórios de estado são fornecidos.&lt;br /&gt;Em condições de alto stress e constrangimento de tempo, uma mensagem de comando é superior à mensagem de estado, já que o último requer o passo cognitivo que permite sair do que é e como está, para então chegar no que deve ser feito. Resultados de Crocoll e Coury (1990) sugerem que essas guias podem ser modificadas se a pressão de tempo é diminuída ou a fonte de estado ou comando não é totalmente confiável.&lt;br /&gt;Uma boa idéia para contornar problemas é a redundância, apresentando tanto estado quanto comando, ela porém, somente deve ser feita se for possível evitar confusão entre o que é estado e o que é comando.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Reversão lógica, Negativas e Falsificações&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando um leitor ou ouvinte é solicitado para reverter logicamente o significado de uma sentença, para traduzir de uma seqüência física de palavras até um entendimento do que é requisitado, a compreensão é feita mais dificilmente. Um exemplo é o uso de negativas, outro é falsificação.&lt;br /&gt;Experimentos feitos por Clark e Chase (1972) e por Carpenter e Just (1975) sugerem que as diferenças na velocidade de compreensão resultam de dificuldades cognitivas em processá-las.&lt;br /&gt;Após experimentos foi concluído que:&lt;br /&gt;ü Sentenças que contém negativa sempre demoram mais para serem entendidas que aquelas que não têm. Portanto, quando possível, instruções devem conter apenas asserções positivas. Outro motivo para evitar negativa é que o “não” pode não ser visto, ou esquecido, se instruções são dadas em situações degradadas.&lt;br /&gt;ü O fato de uma sentença ser verificada como verdadeira ou falsa influencia o tempo de verificação de forma complexa. Se a declaração não contém negativa, então declarações positivas são verificadas mais rapidamente que falsas. Entretanto, se declarações contém negativa, as falsas são verificadas mais rapidamente. A razão para essa reversão é o principio de congruência.&lt;br /&gt;ü Clark e Chase (1972) e Carpenter e Just (1975) encontraram diferenças previsíveis no tempo de resposta entre quatro tipos de relacionamento entre imagem e sentença. Em resposta a essa regularidade, eles modelaram os processos envolvidos como uma série de “constituent comparisons” (Carpenter &amp; Just, 1975) de duração constante, cada uma realizada em seqüência e cada uma levando um tempo constante. Isso é realizado em séries até que a verdade da relação é verificada. Comparações são realizadas com relação à igualdade, ou congruência de forma proposital entre figura e sentença, sem levar em consideração negativas.&lt;br /&gt;A resposta mais demorada para as sentenças verdadeiras negativas ocorre por que é sozinha incongruente e contém negativa. Quando este modelo é utilizado para prever tempo de resposta, deve ser levado levemente em consideração o significado de verdadeiro e falso.&lt;br /&gt;Verdadeiro deve portanto, ser definido como estado mais provável de um sistema.&lt;br /&gt;Enquanto negativas são evitadas, o principio sempre será que afirmações são processadas mais rapidamente que falsificações.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Falta de sinais&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pessoas são mais propensas a notar que algo inesperado está presente que algo esperado está faltando. Fowler argumenta que é mais lógico chamar atenção para a falta de uma informação através da presença de um símbolo visível que indicar a existência da informação pela presença de um símbolo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Carga de memória de trabalho&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Características de instruções pobres geralmente refletem uma estrutura que impõe cargas na memória de trabalho desnecessariamente, até que a informação seja utilizada ou incorporada no desenvolvimento do significado do texto.&lt;br /&gt;A análise da demanda de memória de trabalho de compreensão de texto chama a atenção para os perigos da ambigüidade, nesse caso, a memória de trabalho é desafiada para descobrir o significado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Instruções Multimídia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O meio-termo ideal&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Imagens e gráficos podem ajudar a compreender relações espaciais e padrões espaciais complexos. Material verbal pode ajudar a compreender informações abstratas. Se a informação verbal é comprida, é melhor que seja visual (texto) que auditiva (fala), devido à alta permanência de informações visuais e a maior demanda de memória de trabalho para o entendimento da fala. Enquanto que existe uma evidencia de vantagens de prover meios diferentes para indivíduos com características cognitivas diferentes, esse efeito não parece ser grande (Yallow, 1980; Landaur, 1995), e é melhor então optar pelo meio-termo em função do material e da tarefa do que em função do aprendiz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Ganho de Redundância&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao invés de considerar cada meio isoladamente, guias de design sugerem que pares de meios devem ser usados em combinação, para aumentar a redundância e ganhar nos pontos fortes de cada um (Mayer, 1997, 1999).&lt;br /&gt;Guias provenientes da teoria de carga cognitiva em instruções, desenvolvida por Sweller e seus colegas (Sweller &amp; Chandler, 1994; Sweller, Chandler, Tiernei &amp;Cooper 1990; Tindall-Ford, Chandler &amp; Sweller, 1997), sugerem a importância de integrar texto com imagens o mais próximo possível, a fim de reduzir a demanda na memória de trabalho, a qual reteria a informação textual até que a imagem fosse encontrada, ou que reteria o gráfico até que o texto fosse encontrado. Demoras de um segundo ou dois podem romper a qualidade da informação contida na memória de trabalho e pode impor uma alta carga cognitiva que pode interferir com a compreensão.&lt;br /&gt;As vantagens de dividir a instrução entre visual e auditiva se baseia no fato de que o canal de recepção aparentemente é suportado por recursos de atenção e de cognição diferentes (Tindall-Ford, Chandler, &amp;amp; Sweller, 1997).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Realismo de imagens&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desenhos simples aparentemente são tão bons quanto trabalhos mais elaborados que captam detalhes que não são necessários para o entendimento (Dwyer, 1967).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aviso de produtos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Da perspectiva de fatores humanos, o objetivo de aviso de produtos é fazer que o usuário conheça os avisos, e assim use o produto de maneira segura, ou evite o comportamento inseguro. Para isso existem algumas regras importantes:&lt;br /&gt;O aviso deve ser notado. Avisos auditivos são mais notados que visuais (Wogalter, 1987). Os avisos visuais devem ser localizados de forma que sejam encontrados enquanto o usuário realiza ações normais de sua tarefa.&lt;br /&gt;Os avisos devem ser lidos. Com a finalidade de combater o problema de legibilidade, busca-se priorizar os avisos, garantindo que o mais importante esteja visível.&lt;br /&gt;Avisos devem ser entendidos. Avisos eficazes contêm quatro componentes: uma palavra, descrição do perigo, conseqüências associadas com o perigo e descrição do comportamento necessário para evitar, ou lidar com as conseqüências, se encontradas. O uso efetivo de texto legível, e imagens integradas, pode ser importante para transmitir informações sobre a seriedade das conseqüências, o que pode influenciar na conformidade com o aviso (Zeitlin, 1994), e também no comportamento para evitar ou lidar com o perigo.&lt;br /&gt;Infelizmente, a compreensão de um aviso não garantirá a obediência (Zeitlin, 1994), obedecer ou decidir agir de maneira não segura, pode frequentemente ser analisado como uma decisão baseada em pesar os riscos de agir de forma não segura e o preço de obedecer, o possível desconforto de obedecer e em particular a perda de produtividade antecipada, que pode ocorrer no caso de obedecer. O desenho de avisos efetivos deve ser casado com a preocupação em minimizar tanto o esforço cognitivo quanto o físico e o custo de performance, de obedecer ao aviso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Percepção da fala&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Unidades de percepção da fala&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonemas Unidade básica da fala, porque alterar um fonema em uma palavra irá alterar ou retirar seu significado.&lt;br /&gt;Silabas Dois ou mais fonemas podem ser combinados para criar silabas, que são a unidade básica de percepção da fala (Massaro, 19745).&lt;br /&gt;Palavras Se a fala é contínua, é virtualmente impossível, para o sistema de reconhecimento, saber os limites que separam as palavras com o objetivo de realizar a analise semântica, sem saber o que as palavras são.&lt;br /&gt;Aplicações da pesquisa de reconhecimento de voz&lt;br /&gt;Pesquisas de percepção humana de fala têm contribuído para duas grandes aplicações:&lt;br /&gt;O entendimento de como humanos percebem a fala e empregam o processamento top-down dirigido a contexto em reconhecimento tem ajudado esforços para desenhar sistemas de reconhecimento de fala.&lt;br /&gt;Possibilidade de medir e predizer os efeitos de vários tipos de distorções sobre a compreensão da fala. Tal distorção pode ser exterior ao sinal de fala ou pode ser intrínseca.&lt;br /&gt;Importante ressaltar que ouvir não é o mesmo que compreender. Um vocabulário restrito produz maior inteligibilidade que um não restrito. Restrições na qualidade de sinal podem ser compensadas aumentando o processamento top-down, criando a habilidade de adivinhar a mensagem sem realmente ouvi-la completamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Comunicações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A possibilidade de ver a face do falante melhora bastante a comunicação, particularmente se a qualidade de sinal é ruim.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Comunicações não verbais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Visualizar a boca – Ver o movimento labial quando o falante está formando as palavras é uma dica útil.&lt;br /&gt;Dicas não verbais – apontar, gesticular e expressões faciais.&lt;br /&gt;Sem ambigüidade – dicas extras e não verbais podem resolver mensagens ambíguas por permitir que o falante perceba que o ouvinte não esta compreendendo (através de suas expressões faciais).&lt;br /&gt;Conhecimento compartilhado de ação – uma grande quantia de informação é trocada e compartilhada simplesmente vendo ações que um membro tomou (ou não)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Comunicações mediadas por vídeo&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enquanto canais de vídeo parecem ser melhores que apenas áudio (Olson, Olson &amp; Meador,1995), investigadores descobriram que eles não possuem a mesma qualidade que comunicação face a face (Doherty-Sneddon et al., 1997; Olson, Olson &amp; Meader, 1995). Parte da deficiência de vídeo remoto é devido à baixa qualidade tanto de vídeo quanto de informação visual, assim como problemas de sincronização dos dois (O’Connaill, Whittker, &amp;amp;amp;amp;amp; Wilbur, 1993; O’Malley et al., 1996)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Gerenciamento de recurso do grupo&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A comunidade de fatores humanos tem se preocupado com a importância de comunicações eficazes em ambientes mutli-operadores, de forma a suportar a performance da equipe. Também há a descoberta de que o clima social entre participantes de um diálogo pode melhorar ou piorar padrões de comunicação e portanto tem uma forte influência na eficiência da performance do sistema.&lt;br /&gt;Desenvolver sistemas eficazes para mostrar e controlar informações com apenas um operador é necessário, porém não é condição suficiente para performance humana eficaz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Transição: Percepção e Memória&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Categorizações de percepção são guiadas pela expectativa, como mostrado no processamento top-down. Expectativa é baseada em experiência recente (conteúdos da memória de trabalho) e conteúdos de memória permanente ou de longo prazo.&lt;br /&gt;Em várias tarefas quando a percepção não é automática, tais como as relacionadas com navegação e compreensão, a categorização de percepção deve operar em conjunto com atividades na memória de trabalho.&lt;br /&gt;O dicionário que distingue códigos de percepção espacial e verbal tem analogia direta em termos de dois códigos de memória de trabalho.&lt;br /&gt;Percepção, compreensão e entendimento são necessariamente precursores para a nova informação ser permanentemente armazenada na memória de longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116010640909426909?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116010640909426909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116010640909426909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116010640909426909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116010640909426909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/captulo-6-language-and-communications.html' title=''/><author><name>Olivia Mayumi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08015895083009555932</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12829628526162338202'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116009486684814134</id><published>2006-10-05T19:51:00.000-03:00</published><updated>2006-10-08T22:27:50.560-03:00</updated><title type='text'>Cap. 11 -  ATTENTION, TIME-SHARING and WORKLOAD</title><content type='html'>Livro: Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed)&lt;br /&gt;Autor: Wickens, C. D.; Hollands, J. G.&lt;br /&gt;Editora: Prentice-Hall, 1999  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suponha o COMAIR 5191, do acidente de Lexington relatado mais abaixo, para Atlanta, GA, partindo de Lexington, KY.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, analisando o capítulo pelo seu título, há a questão da falta de atenção da tripulação para o desempenho da tarefa de encontrar a aeronave correta que, como foi visto numa breve transcrição do acidente, não era a que eles deveriam voar. Não tenho aqui como verificar ainda o número de aeronaves que estavam no pátio naquele começo de manhã do dia 27 de agosto passado, pois isso seria um elemento a mais no cumprimento desta tarefa. Podemos conectar o termo "atenção" também às tarefas de check-list pré-vôo ou taxiamento até a cabeceira mantendo a aeronave orientada na linha central da taxiway. Para a explicação do "time-sharing",&lt;br /&gt;poderíamos supor que duas tarefas concorrentes estavam acontecendo simultaneamente: a de taxiar mantendo a orientação das linhas centrais da pista de táxi e fazer o check-list pré-vôo e, assim, por causa da divisão de tarefa, o comandante da aeronave posicionou-a na cabeceira errada. Aqui cabe uma explicação técnica, pois, conforme está expresso no capítulo (p. 440), alguns pesquisadores tendem a definir o conceito de "atenção" como indivisível e, portanto, "dividir atenção" com outra tarefa tornaria-se uma contradição. Desta forma, o autor propõe a idéia de "tempo compartilhado", tradução não oficial para "time-sharing". É importante esclarecer, penso, que a "multi-tarefa" dos sistemas operacionais baseados no POSIX, por exemplo, apenas dão a impressão de atividades, processos ou serviços "rodando" simultaneamente (devido a alocação de prioridades de execução, e suas decorrências, desses serviços, grosso modo expondo, processada pela CPU na casa dos nano-segundos e aí a impressão de simultaneidade) e não servem como metáfora para entendimento do que é proposto na idéia de time-sharing. Nos dois casos citados como exemplo, a performanca no cumprimento da tarefa pretendida está diretamente ligada aos recursos disponíveis para seu cumprimento. É fácil imaginar que, ao alocar todo recurso disponível numa única tarefa, a performance alcançada será potencialmente a máxima possível. Verifica-se, entretanto, que há um instante cuja alocação de recurso não mais interfere na performance. O exemplo a seguir é singelo, porém, pense que ao se fazer café, a partir de certo ponto não adianta mais colocar pó de café no coador para deixá-lo mais forte, por causa de seu ponto de saturação. Já no compartilhamento de tempo entre duas ou mais tarefas, pode-se considerar que a alocação de maior recurso disponível em uma das tarefas pode acarretar em perda de performance na(s) outra(s). Um nivelamento de alocação de recursos, por outro lado, pode não ser a melhor técnica para cumprimento das tarefas concorrentes entre si. Se houver, por exemplo, um comportamento automatizado que pode ser empregado em uma das tarefas, fica mais fácil empregar um maior nível de recurso para cumprimento da(s) outra(s) tarefas. A questão do "esforço dispendido" e "dificuldade" são também variáveis a serem consideradas nesta análise do compartilhamento de tempo no cumprimento de múltiplas tarefas simultâneas (dirigir automóvel e falar ao celular, fazer um check-list pré-vôo enquanto taxia a aeronave, ler um texto enquanto se ouve música com letra ou música instrumental etc). Considerando-se os vários registros que podem ser computados em termos de alocação de recursos disponíveis e performances obtidas chega-se, então, à ferramenta de trabalho que o autor chamou de Performance Resource Function (PRF) (p.447), apresentada num gráfico que espero poder mostrar aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carga de trabalho, simplificadamente, mas numa versão extremamente aplicável, pode ser definida pela razão entre o tempo ocupado no desempenho das tarefas pretendidas pelo tempo total disponível para isso (p.457). Por outro lado e a partir do desdobramento do PRF, pode-se dizer que a carga de trabalho é definida pela relação entre a fonte de recursos disponíveis e a demanda de tarefas existentes para esses recursos apresentados (p.459). A carga de trabalho, de acordo com o autor, tem uma importância distinta para os projetistas, contrapondo-se com a busca de uma boa performance através do design do projeto, de forma que se deve considerar o quanto de demanda de recursos alocados uma determinada tarefa exige do operador e prevê-la antes de concluir o projeto. Assim, um desafio que se apresenta ao projetista na medição da carga de trabalho está nas ações que não estão à vista e que são necessárias para o cumprimento da(s) tarefa(s) pretendidas. Não há -- até onde entendi e seguindo nossa linha de exemplos -- meios seguros de quantificar a carga cognitiva empregada durante a execução das tarefas, porém sabe-se que elas competem com outras tarefas de percepção e cognição de uma tal maneira que podem ser previstas (predicted) (p.458).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao nosso COMAIR 5191, é lícito aplicar, como foi exposto inclusive nas reportagens, ao controlador de tráfego aéreo da Torre de Controle do Aeroporto de Blue Grass, que, a despeito da legislação vigente da FAA, cumpria sozinho as tarefas simultâneas de efetivo controle de tráfego aéreo, de monitoração do radar de vigilância e de atribuições administrativas, no mínimo, com recursos cognitivos negativamente alterados pelas duas horas de sono dentro das nove de descanso que tirou entre um turno e outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116009486684814134?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116009486684814134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116009486684814134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116009486684814134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116009486684814134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/cap-11-attention-time-sharing-and.html' title='Cap. 11 -  ATTENTION, TIME-SHARING and WORKLOAD'/><author><name>Bemildo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15822239428208664733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08697318666181362148'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-116007955039474933</id><published>2006-10-05T16:23:00.000-03:00</published><updated>2006-10-05T21:35:00.436-03:00</updated><title type='text'>Lexington Crash, Aug. 27th, 2006.</title><content type='html'>O acidente no Aeroporto de Blue Grass, em Lexington, KY, é uma sucessão de eventos que não combina com o que conhecemos ser a prática de segurança corrente nos Estados Unidos. À parte os julgamentos, que nesta etapa são necessariamente prematuros, a lista das incongruências é sintomática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. após ter sido transportada do hotel até o aeroporto, no amanhacer do dia 27 de agosto, sem que fosse observado qualquer comportamento anormal por parte do motorista de táxi, a tripulação da COMAIR, Capt. Jeffrey Clay, co-piloto James Polehinke e a comissária de bordo Kelly Heyer entrou na aeronave errada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. tendo sido autorizada para alinhamento e decolagem na pista ativa, RWY22, o comandante taxiou a aeronave para o alinhamento da pista errada, RWY26;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. a pista menor, num aeródromo -- um aeroporto sem as facilidades usuais, tais como sala de embarque, check-in etc -- com uma pista cruzada homologada para aeronaves comerciais tem que ter, segundo os padrões da FAA mencionados em uma reportagem sobre o assunto (http://www.aeroblue.org/files/AeroBlue_Lex_200608029.pdf), no mínimo 80% do comprimento da pista principal. No caso de Blue Grass, a RWY26 tinha 50% do comprimento da RWY22;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. a pista principal, RWY22, segundo uma das reportagens (http://www.cnn.com/2006/US/08/30/plane.crash/index.html), é mais alta no meio de seu cumprimento e faz com que se tenha a impressão que as duas pistas são do mesmo tamanho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. a pista de táxi para acesso às cabeceiras 22 ou 26 foi reformada na semana anterior ao acidente e o acesso à cabeceira 22 se fazia por um outro trajeto. Embora a tripulação conhecesse o aeródromo, não estiveram lá durante a ocorrência das modificações. As publicações cartográficas às quais deveriam constar as mudanças não tinham sido ainda publicadas e, duas semanas após o acidente, o que foi publicado não representou ainda todas as modificações efetuadas. A informação aos pilotos era feita por NOTAM - Notice to Airmen, isto é, boletins com duração variável que avisam aos aeronautas as particularidades recentes do aeroporto que não constam de publicações definitivas ou são temporárias o suficiente para não fazerem parte delas (www.cnn.com/2006/US/09/12/comair.crash.ap/index.html);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. a RWY26 não possuía iluminação alguma e a iluminação de centro de pista também não estava operacional naquela hora. Esta última, caso em funcionamento, poderia ser uma dica para chamar atenção da tripulação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. uma olhada mais atenta da tripulação à bússola no painel da cabine da aeronave indicaria estarem voltados para o rumo magnético 260° ao invés dos 220° corretos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. do ponto de vista da instrução emAnada do controle de tráfego aéreo ainda não há questionamentos. Mas a FAA, segundo as reportagens, reconhece que o órgão operacional deveria funcionar, segundo suas próprias regras, com dois operadores e os representantes do Sindicato Nacional dos Controladores de Tráfego Aéreo - NATCA - já haviam reclamado dessas condições oficialmente (www.cnn.com/2006/US/09/12/comair.crash.ap/index.html). Não é mandatório, pelo padrão FAA, o controlador de tráffego aéreo acompanhar visualmente a aeronave após tê-la instruído para a decolagem. O controlador do turno estava operacionalmente apto, segundo o NTSB - National transportation Safety Board -, e teve descanso de nove horas entre turnos, quando o exigido são oito horas. Não obstante isso, o controlador dormiu apenas duas horas nesse período de descanso. Reputo que uma queda no seu ritmo circadiano tenha obstruído um estado de vigilância maior que proporcionaria movimentação suficiente para observar a aeronave na pista errada, mesmo não sendo obrigado a tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. aparentemente as condições da aeronave estavam em ordem, segundo a NTSB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicando o Modelo SHELL - interações entre Software, Hardware, Environment e Liveware (este consigo próprio, por isso aparece duplicado) - à lista de fatores contribuintes acima apresentada, eu descartaria problemas que não fossem Liveware e Enviroment, caso se possa considerar para este último que o meio-ambiente criado para o funcionamento normal do sistema de taxiamento, pouso e decolagem foi alterado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-116007955039474933?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/116007955039474933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=116007955039474933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116007955039474933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/116007955039474933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/lexington-crash-aug-27th-2006.html' title='Lexington Crash, Aug. 27th, 2006.'/><author><name>Bemildo Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15822239428208664733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='08697318666181362148'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115998151136673678</id><published>2006-10-04T13:59:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T14:05:11.386-03:00</updated><title type='text'>Resumo Capítulo 4 Spatial Displays</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Resumo do Capítulo 4 - Spatial Displays&lt;br /&gt;Livro: Engineering Psychology and Human Performance. (3ªed) Autor: Wickens, C. D.; Hollands, J. G.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Por: Moacyr Machado Cardoso Junior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este Capítulo descreve os tópicos relacionados ao projeto de mostradores analógicos e espaciais. Inicialmente são abordados tópicos referentes aos gráficos, de modo a torná-los mais eficientes.&lt;br /&gt;O desempenho humano depende freqüentemente do julgamento preciso da distância, extensão e profundidade, que chamamos de “percepção analógica”.&lt;br /&gt;A compatibilidade entre os mostradores analógicos, tais como medidores e dials e o domínio cognitivo do Homem são discutidos.&lt;br /&gt;Finalmente são discutidos também aspectos da percepção humana no que se refere à profundidade e de que forma os mostradores 3-D podem ser otimizados no seu projeto de forma que a informação 3-D seja transmitida da forma mais conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Percepção Gráfica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os gráficos constituem um método efetivo para transmitir informações quantitativas analógicas, principalmente em situações de constrangimento de tempo. Embora não tenham  a mesma precisão de uma tabela, dão ao usuário uma clara visão do “processo” (tendência).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Princípios para construção de gráficos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São listados cinco (5) princípios gerais para a construção de gráficos:&lt;br /&gt;1-     Usar dimensões físicas que não gerem falsa interpretação.&lt;br /&gt;Ex. caso do Volume e Área, que na maioria dos casos podem ser subestimados pelo usuário em relação ao valor real, ao passo que extensão não apresenta este problema.&lt;br /&gt;2-     Considerar a tarefa a ser executada&lt;br /&gt;3-     Minimizar o número de operações mentais. As pessoas quando examinam um gráfico para realizar uma tarefa, executam uma seqüência de operações de percepção-atenção-cognição.&lt;br /&gt;4-     Dar visibilidade Alta para os dados de interesse&lt;br /&gt;5-     Codificação de gráficos múltiplos de forma consistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Erros na Leitura de Gráficos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tendência de superestimar ou subestimar quantidades em relação aos valores reais;&lt;br /&gt;- Dificuldade para comparação de duas linhas com diferentes inclinações;&lt;br /&gt;- Dificuldade para interpretar e lembrar relações lineares nos dados. (superestima a curva em relação à regressão estatística);&lt;br /&gt;- De forma geral os gráficos são melhor compreendidos e portanto sujeitos a menores erros quando utilizamos pela ordem: linhas com base comum, linhas sem base, comparação de extensão ao longo de um eixo simples, comparação de ângulos, áreas, volumes e cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Lei de Stevens”: “A relação entre a magnitude física e a percebida pode ser expressa como uma função exponencial.”&lt;br /&gt;Os expoentes representam a quantidade de compressão (&lt;1&gt;1 – superestimar) ou neutralidade (=1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Área e Volume têm expoente &lt; 1, assim subestimam o valor real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Dependência da Tarefa e o Princípio da Compatibilidade-Proximidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas realizam um grande número de tarefas com gráficos e podem ser resumidas em três categorias:&lt;br /&gt;- Leitura pontual;&lt;br /&gt;- Comparação Global; e&lt;br /&gt;- Julgamento-síntese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tarefas que requeiram a integração de informações são melhor servidas por mostradores mais integrativos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Minimização do Nº de operações Mentais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto maior o número de ciclos percepção-cognição, maior a probabilidade de erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Razão dados-tinta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio diz que a quantidade da tinta que não contribui para a extração da informação devem ser minimizados.&lt;br /&gt;Ex. Figura no fundo de um gráfico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Gráficos Múltiplos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A apresentação de gráficos múltiplos cujos dados tenham relação entre si, devem seguir as recomendações:&lt;br /&gt;- Codificação das variáveis;&lt;br /&gt;- Consistência (padronização);&lt;br /&gt;- Dar foco nas diferenças (legenda);&lt;br /&gt;- Legendas claras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;Dials&lt;/em&gt;, medidores e indicadores: Compatibilidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe necessidade de se compatibilizar o “modelo mental” com a realidade dinâmica dos sistemas físicos (também chamada compatibilidade ecológica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Compatibilidade Estática e Dinâmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estática: Realismo pictórico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A representação do mostrador deve “parecer” uma representação pictórica da entidade que representa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex. Altímetro de aeronaves: Altitude é uma quantidade analógica, portanto o mostrador deve ser analógico.&lt;br /&gt;Compatibilidade do movimento do mostrador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de movimento no sistema físico é melhor representar pelo movimento do mostrador, para a compatibilização com o modelo mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3-D e Profundidade&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Existem situações nas quais a 3ª dimensão no mostrador é representada pela profundidade ou pela distância do observador ao longo do eixo perpendicular ao plano do mostrador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Julgamento da Profundidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção acurada de profundidade e distância é obtida com a utilização de vários sinais. Alguns são característicos do objeto ou do universo que está sendo observado e outros são propriedade do nosso sistema visual, que chamamos de Sinais centrados no objeto ou sinais centrados no observador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Sinais centrados no objeto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes descritos como sinais pictóricos porque são sinais que os artistas utilizam para transmitir a sensação de profundidade. Alguns exemplos são:&lt;br /&gt;- Perspectiva linear;&lt;br /&gt;- Interposição;&lt;br /&gt;- Altura no plano;&lt;br /&gt;- Luz e sombra;&lt;br /&gt;- Tamanho (familiar) relativo;&lt;br /&gt;- Covariância proximidade-luminância;&lt;br /&gt;- Perspectiva aérea; e&lt;br /&gt;- Paralaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Sinais Centrados no Observador&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Disparidade binocular;&lt;br /&gt;- Convergência; e&lt;br /&gt;- Acomodação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Efeito da distância na efetividade dos sinais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os sinais são igualmente efetivos para as diferentes escalas de distância, por exemplo, a disparidade binocular no caso da distância objeto-observador ser muito grande não produz efeito. Dessa forma os sinais foram divididos em 3 categorias: espaço pessoal, espaço de ação e visão espacial, onde cada categoria demonstra a melhor utilização de cada sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Hipótese da Percepção e Ambigüidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As hipóteses feitas pelo observador influenciam na avaliação, por exemplo, da distância que o observador se encontra de um objeto. Ao observarmos dois caminhões na rua o observador assume que eles são do mesmo tamanho, assim o fato do caminhão parecer menor, proporciona um julgamento de que o mesmo está a uma distância maior. Este processo é automático e inconsciente. As pessoas estão o tempo todo construindo estas hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto quando as hipóteses não correspondem com a realidade (devido ao pequeno número de sinais), as premissas estão incorretas ou os sinais são ambíguos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex. Sobrevôo em cima de uma floresta. O piloto faz uma hipótese da distância baseado na altura das árvores, mas não considera a topografia, o que pode colocá-lo perigosamente perto do solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Mostradores 3-D e Espaço 3-D&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas que podem surgir quando realizando julgamentos precisos da distância em três dimensões sugerem que não é efetivo usar a profundidade para representar dimensões que não seja de distância. Existem situações que o uso de mostradores 3-D para representar universos 3-D, tais como produtos desenhados no CAD, mapas de contornos estudados pelos geólogos, mapa de forças magnéticas em volta do cérebro, os mostradores de tráfego aéreo ou a rota de vôo. Neste caso os mostradores são compatíveis com o modelo mental que se tem do mundo real. Dessa forma os resultados estão compatíveis com o principio da proximidade, ou seja, quando as informações estão integradas em 3-D, o desempenho no cumprimento das tarefas será melhorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atenção focada e Sistemas artificiais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A vantagem de mostradores 3-D para controle de vôo e consciência espacial, entretanto, esses mostradores apresentam limitações: Os mostradores 3-D não são bons para tarefas que exijam foco na atenção e podem gerar falsas hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Resolução de ambigüidades&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma limitação séria dos mostradores 3-D aparece quando ambigüidade pode gerar hipóteses falsas sobre profundidade e distância, pois os sinais necessários não foram incluídos no projeto do mostrador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Mostradores Estereoscópicos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de mostradores que utilizam este princípio pode melhorar muito o desempenho, diminuindo a ambigüidade para profundidade, no entanto mostradores estereoscópicos requerem hardware especializado incluindo óculos polarizados (que podem produzir instabilidade no mostrador), principalmente devido a vibração e condições visuais ruins, além de serem ruins na resolução espacial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt; pic.tó.ri.co   adj   (lat pictore+ico2) Relativo à pintura. Fonte: http://www2.uol.com.br/michaelis/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115998151136673678?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115998151136673678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115998151136673678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115998151136673678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115998151136673678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/resumo-captulo-4-spatial-displays.html' title='Resumo Capítulo 4 Spatial Displays'/><author><name>Moacyr Cardoso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10899798119913459499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14401735677633544877'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115979704425792950</id><published>2006-10-02T10:08:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T08:51:46.376-03:00</updated><title type='text'>Capítulo 5 - Navigation and Interaction in Real and Virtual Environments (Resumo)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Capítulo 5 (Resumo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Navigation and Interaction in Real and Virtual Environments&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livro: Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor: Wickens, C. D.; Hollands, J. G. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Editora: Prentice-Hall, 1999&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;NAVEGAÇÃO E COGNIÇÃO ESPACIAL&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Como as pessoas compreendem sua movimentação através do espaço, e como os displays podem ser usados para facilitar este trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Julgamentos sobre EGOMOTION&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problemas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nosso julgamento sobre EGOMOTION é fortemente baseado em nossa visão, tanto frontal quanto periférica. Por esta razão, existem proposições que afirmam que a percepção de pilotos pode ser aumentada com a utilização de displays periféricos.&lt;br /&gt;- A informação necessária para o julgamento sobre a EGOMOTION em aeronaves é disponibilizada por cerca de 4 instrumentos (indicador da direção de altitude, altímetro, bússola e velocidade do ar&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;) que devem ser integrados mentalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solução:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Desenvolvimento de displays 3D integrados (capitulo 4)&lt;br /&gt;- Design de displays ecológicos: baseados nas seguintes pistas visuais (como as pistas são mais naturais, acredita-se que são processadas de forma automática pelo piloto):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Compressão e splay&lt;/strong&gt;: gradiente de separação das linhas horizontais e ângulo de duas linhas verticais. Pista: Controle de altitude&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Optical Flow:&lt;/strong&gt; velocidade relativa de pontos no campo visual, conforme nos movimentamos. Pista: Direção momentânea (diferença de magnitude entre os objetos em movimentação), Ponto de expansão (pondo onde nasce o fluxo à abaixo do horizonte = descendo). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Time-to-contact (Tau):&lt;/strong&gt; tempo que falta para alcançar um objeto. Nossa estimativa de Tau varia com o tamanho do objeto e a velocidade de movimentação do objeto/observador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Edge Rate:&lt;/strong&gt; número de bordas, ou descontinuidades que passam pelo campo visual por unidade de tempo. Pista: velocidade atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Navegação e Compreensão de espaços 3D&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Representação mental de espaços 3D&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;- As pessoas tendem a distorcer a representação do espaço, imaginando que este é mais ortogonal do que a realidade, por exemplo, o ângulo de uma curva costuma ser memorizado como sendo um ângulo reto.&lt;br /&gt;- Preferência de Orientação. Quando uma pessoa estuda um mapa antes de conhecer um ambiente, ela prefere se orientar pelo norte. Quando uma pessoa conhece o ambiente pessoalmente, ela utiliza outros pontos de referencia (visíveis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Tipos de Conhecimento:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Landmark Knowledge&lt;/strong&gt; (conhecimento de terreno): é Egocêntrico, baseado no conhecimento pessoal sobre o ambiente. A representação visual ocorre através dos pontos de referencia mais destacados no ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Route Knowledge&lt;/strong&gt; (conhecimento de rota): é Egocêntrico, procedimento verbal que descreve como partir de um lugar e chegar em outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Survey Knowledge&lt;/strong&gt; (conhecimento por exame): Exocentrico&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;: permite a representação precisa e detalhada do ambiente (mapa). Mais abstrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Auxiliares para Navegação Verbal e Espacial:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras podem ser usadas para expressar conhecimento egocêntrico (direita, esquerda...) ou exocêntrico (norte, sul...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando oferecida como um auxiliar de navegação são chamadas normalmente de Route Lists (RL), contendo informação egocêntrica, já que o ato de movimentação é tipicamente Egocêntrico (é mais fácil compreender vire a esquerda do que vire ao leste). Por outro lado, em situações envolvendo múltiplos participantes, como no caso de uma torre de controle, uma visão exocentrica fornece uma referencia neutra e sem ambigüidade para o operador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Route lists&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt; (RL) x Mapas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- RL são bons guias desde que o indivíduo permaneça na rota.&lt;br /&gt;- RL são intrinsecamente temporais, categóricas, seqüências e não são boas para representar informações espaciais, analógicas e distribuídas em múltiplas dimensões.&lt;br /&gt;- É mais fácil transformar RL em fala, do que mapas. (reduz erros, reduz tempo de decisão, reduz o esforço mental...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Referência Espacial de Quadros&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Devido às dificuldades encontradas com o uso de palavras, os mapas são os meios preferidos para representar o espaço (Mapas devem apresentar apenas o necessário para evitar distrações).&lt;br /&gt;Categorias de mapas: &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A – visão em primeira pessoa (mais egocentrica)&lt;br /&gt;B – visão externa – câmera acompanha o indivíduo&lt;br /&gt;C – visão externa – câmera fixa&lt;br /&gt;D – visão de cima – câmera acompanha o individuo&lt;br /&gt;E – visão de cima – câmera fixa (mais exocentrica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Dependência entre tarefa e Tipo de Apresentação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tarefa envolvendo navegação&lt;/strong&gt; (melhor suportada em ambientes egocêntricos):&lt;br /&gt;- É mais natural&lt;br /&gt;- Permite uma visualização melhor dos objetos à frente&lt;br /&gt;- Permite uma orientação em termos egocêntricos, com a câmera acompanhando o indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tarefas envolvendo compreensão&lt;/strong&gt; (melhor suportadas por ambientes exocentricos)&lt;br /&gt;- Disponibiliza uma visão limitada do ambiente&lt;br /&gt;- Apresentação fixa disponibiliza uma representação consistente do espaço&lt;br /&gt;- Visões imersas influenciam na noção de profundidade (menor precisão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTES VIRTUAIS (VE)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um ambiente virtual pode ser definido como uma experiência multi-sensorial sobre um lugar ou conjunto de lugares através de meios eletrônicos artificiais. O conceito chave é que o ambiente pode ser percebido e manipulado interativamente pelo observador. Características de VEs:&lt;br /&gt;- Visualização 3D (mais realista).&lt;br /&gt;- É Dinâmico (acompanha nossa percepção linear de tempo).&lt;br /&gt;- Closed-loop interactions (atraso muito pequeno).&lt;br /&gt;- Ego-centered.&lt;br /&gt;- Interação multimídia (sons, sensações, etc. também fazem parte do ambiente).&lt;br /&gt;- Head-Mounted Display and tracking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Potencial para tarefas de controle remoto (controle de veiculo remotamente).&lt;br /&gt;- Treinamento, simulando ambiente real.&lt;br /&gt;- Auxilio a compreensão, criando ambientes virtuais (ex.: estrutura da molécula).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problemas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Tecnologia extremamente cara.&lt;br /&gt;- Recursos computacionais para render 3D podem prejudicar a interatividade.&lt;br /&gt;- Possibilidade de falhas e distorções no ambiente virtual.&lt;br /&gt;- Ambientes grandes podem causar desorientação nos usuários.&lt;br /&gt;- Motion sickness (como náusea, tontura e desorientação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;VISUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A utilização de uma metáfora espacial é muito utilizada na interação homem computador (HCI), como na organização de sistemas de arquivos, planilhas eletrônicas, e até no agrupamento de informações por similaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta metáfora possui impacto prático, com uma má configuração sendo responsável por lentidão e dificuldade de operação. Em ambientes complexos pode, inclusive, levar o usuário a um estado de desorientação. Frequentemente defende-se a idéia de que a organização espacial de uma base de dados (ou ambiente) deve ser compatível com o modelo mental do usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema de desorientação ocorre tipicamente quando o usuário tem que interagir em um ambiente com grande quantidade de informação, segundo uma visão egocêntrica. Neste caso uma visão exocentrica, ou uma combinação ego/exo centrica possibilitaria uma maneira mais eficiente de apresentar as informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;The World Wide Web&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A WEB oferece acesso a uma grande quantidade de informações. Entretanto ela apresenta alguns problemas:&lt;br /&gt;- Busca de informações relevantes: um critério importante de usabilidade é a capacidade de encontrar informações relevantes a uma tarefa em um tempo aceitável: uso de Search Engines...&lt;br /&gt;- Desorientação gerada pela navegação em múltiplos sites: como as páginas são acessadas uma a uma e nem sempre apresentam uma consistência no modo de apresentação, torna-se quase impossível que o usuário não perca a referência de onde está ao navegar por muitos sites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Visual Momentum (VM)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos objetivos dos sistemas de computadores com orientação espacial é criar um ambiente conhecido que possibilite que se navegue pelos dados sem causar desorientação. O conceito de VM representa uma solução de design para o problema da desorientação. Ele se baseia nas seguintes boas práticas (guidelines):&lt;br /&gt;- Uso de representações consistentes: Apresentar dos dados da mesma forma a menos que exista uma explicação racional para mudança. Entretanto, estas mudanças devem ser evidenciadas.&lt;br /&gt;- Usar transições graciosas: não criar mudanças abruptas do padrão de interface. Ex.: ao fazer um zoom em um mapa, incluir estágios intermediários.&lt;br /&gt;- Evidenciar Ancoras: Uma ancora pode ser descrita como um item importante invariante que permita que o usuário se oriente. Ex.: display de altitude de uma aeronave.&lt;br /&gt;- Apresentação contínua de mapas globais (world maps): apresentação continua de um mapa de referencia, sempre a partir de uma perspectiva fixa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Legendas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Egomotion: auto-percepção da movimentação em um ambiente 3D; julgamentos sobre a sua própria direção/velocidade de movimentação.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Possivelmente deveríamos incluir o indicador de velocidade vertical.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Centrado no mundo&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=16404915#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Listas de direção &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Wickens, C. D.; Hollands, J. G. Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed) Prentice-Hall, 1999&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115979704425792950?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115979704425792950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115979704425792950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115979704425792950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115979704425792950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/captulo-5-navigation-and-interaction.html' title='Capítulo 5 - Navigation and Interaction in Real and Virtual Environments (Resumo)'/><author><name>Eduardo Giannotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09632329696666494516</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05073764739288648720'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115979549089149763</id><published>2006-10-02T10:06:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T09:24:37.696-03:00</updated><title type='text'>Therac-25</title><content type='html'>&lt;p&gt;O Therac-25, máquina criada pela empresa AECL (Atomic Energy of Canada Limited) para produzir radiação a ser utilizada no tratamento Radioterápico, foi desenvolvida utilizando uma tecnologia diferente da usada nas máquinas anteriores, o que fez que a máquina fosse mais compacta, versátil, e deveria também ser mais fácil de usar.&lt;br /&gt;Os predecessores do Therac-25 foram o Therac-6 (que produzia raio-x apenas) e Therac-20 (que produzia feixes de eletrons e raio-x). Nessas máquinas, a funcionalidade de software era limitada, o PDP 11 (minicomputador),era apenas uma interface mais cômoda para a máquina que poderia funcionar sem ele, sendo as travas de segurança implementadas no Hardware. Já no Therac-25 as funções de segurança foram colocadas no software, a AECL utiliza as características do computador de controlar e monitorar o Hardware e decidiu não duplicar os mecanismos de segurança, desde o início o Therac-25 foi desenhado para utilizar das vantagens do computador.&lt;br /&gt;Apesar desse investimento em Software, o projeto do Therac-25 teve partes inter-relacionadas e reutilizadas do Software das máquinas antigas. Porém os testes realizados aparentemente não tiveram uma grande preocupação com o Software.&lt;br /&gt;A máquina trabalhava com dois tipos de tratamento: A radioterapia de feixe de Elétrons direto, que aplicava desde doses fracas 5 MeV (milhões de elétrons-volts) até doses elevadas de 25 MeV, durante um curto período de tempo;&lt;br /&gt;Terapia com Raios X, que usava o feixe de 25 MeV passando por uma chapa que o convertia em Raios X.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Os acidentes aconteciam quando o feixe de alta intensidade era ativado sem o target ter sido rotacionado para seu lugar O software da maquina não detectava que isto havia acontecido e não podia detectar que o paciente estava recebendo uma dose letal de radiação, ou evitar que isso ocorresse. O feixe de alta intensidade atingindo diretamente os pacientes causava a sensação de um forte choque elétrico e a ocorrêcia de queimadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais causas dos acidentes investigados pelos pesquisadores, têm-se : &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ausência de procedimentos de análise, projeto e verificação (teste);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ausência de gerenciamento de projeto e planejamento de manutenção;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Negligência no projeto de interface;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamento falho de comunicação com hardware (race condition);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A documentação começou a ser feita quando os acidentes foram reportados;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Apenas hardware foi testado inicialmente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Após os acidentes, hardware e software foram testados em separado e sem nenhum planejamento a cada modificação. Apenas a modificação do software foi considerada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O software do THERAC-25 era similar ao do seu predecessor, o THERAC-20. Esse software tinha erros que podiam se manifestar em certas circunstâncias. Porém, no THERAC-25, o software também foi projetado para assumir maior responsabilidade pela segurança e alguns mecanismos de proteção por hardware, usados no THERAC-20, foram removidos do novo projeto. Como resultado, em determinadas situações em que o THERAC-20 queimaria alguns fusíveis, o THERAC-25 irradiou, fatalmente, alguns pacientes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O software considerava que os sensores sempre funcionavam corretamente, e não havia como verificar isto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sistema de controle não operava sincronizado com a interface usada pelo operador da máquina, e caso o operador mudasse a configuração da máquina muito rapidamente, o sistema não atribuia os valores digitados para os controles (o que levava a aplicação das doses letais). Não suportava intruções concorrentes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Overflows* podiam fazer o software não executar procedimentos de segurança;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O dispositivo responsável por sincronizar o hardware é removido, mas o software não possui sincronismo e o software falha na tarefa de manter invariantes essenciais: o feixe de elétrons ou o feixe mais forte de radiação e a chapa se interferem na geração de raios X; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;As overdoses ocorreram entre 1985 e 1987, a máquina estava em funcionamento desde 1983. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Serão citados alguns acidentes:&lt;br /&gt;No primeiro, a AECL foi notificada e respondeu que nenhum problema poderia ter ocorrido. A paciente, apesar de ter desenvolvido uma vermelhidão e inchaço em volta da área do tratamento, continuou a ser submetida ao tratamento com o Therac-25, a reação foi tida como normal conseqüente do tratamento, ou de sua doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro acidente ocorreu quando a máquina se desligou após mostrar a mensagem “H-tilt”, a mensagem de “no dose” e “Treatment pause” ao operador ativá-la. Após isso o operador tentou reativá-la, mais 5 vezes, após o operador da máquina chamou um técnico que não encontrou problemas na máquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a descrição destes acidentes pode-se observar que houve falha no projeto de Software, que deveria ter sido realizado com mais cuidado, já que foi escolhido utilizar o Software para realizar os controles de segurança. No caso de optar por reuso do sistema anterior, deveriam ser realizados testes mais cuidadosos. Não houve preocupação com a usabilidade do sistema, como podemos observar pelas mensagens de erro passadas do sistema, além das mensagens supracitadas, outras mensagens de erro, como “MALFUNCTION 1 ... 64” eram demonstradas ao usuário, sem que nem ao menos no manual, houvesse maiores explicações sobre elas. Falhas do lado dos operadores e médicos também ocorreram, por desconsiderar as reclamações dos pacientes e continuar com o tratamento. A AECL deveria ter levado em consideração os contatos feitos pelos médicos e hospitais dos pacientes acidentados, realizando novos testes no Therac-25, assim que o primeiro acidente ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1987, após o 6º acidente, a FDA declara que o Therac-25 não está de acordo com a lei dos Estados Unidos da América e pede que a AECL avise seus clientes que o aparelho não deve ser utilizado para tratamento de rotina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://sunnyday.mit.edu/therac-25.html"&gt;http://sunnyday.mit.edu/therac-25.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Medical Devices: The Therac-25 por Nancy Leveson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Therac_25"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Therac_25&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Therac-25"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Therac-25&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cs.washington.edu/people/faculty/leveson.html"&gt;http://www.cs.washington.edu/people/faculty/leveson.html&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://neptune.netcomp.monash.edu.au/cpe9001/assets/readings/www_uguelph_ca_~tgallagh_~tgallagh.html"&gt;http://neptune.netcomp.monash.edu.au/cpe9001/assets/readings/www_uguelph_ca_~tgallagh_~tgallagh.html&lt;/a&gt; THERAC-25 Computerized Radiation Therapy Report by: TROY GALLAGHER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://courses.cs.vt.edu/~cs3604/lib/Therac_25/Therac_1.html"&gt;http://courses.cs.vt.edu/~cs3604/lib/Therac_25/Therac_1.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;THERAC-25 An Investigation of the Therac-25 Accidents por Clark S. Turner e Nancy Leveson &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115979549089149763?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115979549089149763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115979549089149763' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115979549089149763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115979549089149763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/therac-25.html' title='Therac-25'/><author><name>Olivia Mayumi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08015895083009555932</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12829628526162338202'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115978855294574062</id><published>2006-10-02T08:23:00.000-03:00</published><updated>2006-10-02T08:29:12.963-03:00</updated><title type='text'>Acidente Tenerife...complemento</title><content type='html'>4 principais causas do Acidente de Tenerife segundo o Psicólogo Karl Weick&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.  &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Interrupção de rotinas importantes entre sistemas interdependentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex. Las Palmas -&gt; Los Rodeos&lt;br /&gt;Neblina intensa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Perda de eficiência cognitiva devido ao automatismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitão KLM - Muito tempo no simulador - Não existe torre - O capitão resolve a liberação - Estresse “retorno as lições iniciais”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Interdependências dificultadas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O sistema ficou mais complexo: tráfego intenso, s/radar de pista, s/ luz de pista, neblina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.  &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Perda de precisão na comunicação devido a distorção de hierarquia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Capitão KLM – “Top” - Co-piloto e Engº -&gt;estresse  hierarquia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Systems Intelligence in Preventing Organizational Crises por Isto Nuorkivi&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115978855294574062?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115978855294574062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115978855294574062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115978855294574062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115978855294574062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/acidente-tenerifecomplemento.html' title='Acidente Tenerife...complemento'/><author><name>Moacyr Cardoso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10899798119913459499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14401735677633544877'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115974421631538018</id><published>2006-10-01T19:11:00.000-03:00</published><updated>2006-10-01T20:10:16.390-03:00</updated><title type='text'>Acidente de Tenerife</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tenerife &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2067/3930/1600/Imagem1.png"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2067/3930/320/Imagem1.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– &lt;span style="font-size:78%;"&gt;A mais larga das Ilhas Canárias (2.057 Km2)&lt;br /&gt;– População de quase 750.000.&lt;br /&gt;– Situa-se a 200 milhas da costa da África Noroeste a cerca de 28 graus de latitude e 16.5 graus de longitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenerife é a única ilha em Canárias com dois aeroportos. Até 1977 tinha apenas um: o aeroporto de Los Rodeos que se situa no norte da ilha, perto de La Laguna. O segundo aeroporto - o Reina Sofia (com o nome da esposa do rei de Espanha) - foi construído no sul, perto da Costa del Silêncio, a poucos kms de Las Américas/Los Cristianos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, o Reina Sofia é um aeroporto moderno que suporta praticamente todo o tráfego internacional de Tenerife o que, às Sextas feiras (o dia mais movimentado da semana), implica um vôo em aproximadamente cada seis minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;O acidente de Tenerife&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;No dia 27 de março de 1977, um Domingo, duas aeronaves Boeing 747 se envolveram no que veio a ser o maior acidente aéreo em solo da história da aviação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desastre ocorreu às 17h06, horário local, quando o vôo 4805 da empresa KLM Royal Dutch Airlines, sob o comando do Capitão Jacob Veldhuyzen van Zanten – um dos melhores e mais experientes pilotos da empresa, colide violentamente com o vôo 1736 do da empresa Pan Am, comandado pelo capitão Victor Grubbs, durante os procedimentos de decolagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Las Palmas fechado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ambas as aeronaves foram forçadas a aterrissar no aeroporto de Los Rodeos, junto à outros três aviões de grande porte, devido a um atentado terrorista em Las Palmas (destino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aeronave da Pan Am, estava abastecida, os passageiros não desembarcaram e estava pronta para nova decolagem, porém foi instruida a se posicionar quatro posições atrás do Boeing da KLM.&lt;br /&gt;A aeronave da KLM, desembarcou os passageiros que foram transportados para o terminal de ônibus, e decidiu reabastecer em Los Rodeos para poupar tempo em Las Palmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Aeroporto de Los Rodeos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;• O aeroporto estava saturado pelo trafego das repentino de aeronaves de grande porte.&lt;br /&gt;• As diversas aeronaves encontravam-se estacionadas ao longo da taxiway, exigindo que as aeronaves utilizassem a própria pista para táxi e posterior decolagem (take off). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2067/3930/400/Imagem2.0.png" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Image:Map Tenerife Disaster EN.svg&lt;br /&gt;From Wikipedia, the free encyclopedia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reabertura de Las Palmas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Às 14h30, o aeroporto de Las Palmas foi reaberto e teve início o êxodo das aeronaves represadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aeronave da Pan Am estava pronta para decolagem, mas a aeronave da KLM estava obstruindo a pista, reabastecimento. O controlador de vôo oferece ao capitão da Pan Am a possibilidade de se posicionar logo após do KLM na sequência de decolagem, e o capitão aceita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Liberação para taxi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;• Às 16h45 a KLM estava pronta, e ambas as aeronaves iniciaram o procedimento para liberação.&lt;br /&gt;• Após alguma confusão sobre a rota de taxiamento, KLM foi liberada para backtaxi, se posicionando para decolagem, e o Pan Am foi liberada para seguir pela pista principal e sair na terceira saída, liberando a pista para o KLM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições Climáticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Neste momento as condições climáticas estavam ruins, com neblina e uma chuva fraca. (visibilidade de cerca de 300 metros)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Posicionamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A aeronave KLM terminou o “backtaxi” e estava se posicionando para a decolagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aeronave da Pan Am, estava confusa sobre a terceira saída. Um Boeing 747 teria que fazer uma conversão à esquerda de 135º e outra à direita de 135º ? ? ? . Não existia placa da saída C3. A tripulação entendeu que deveria seguir para a próxima saída e fazer uma curva de 45º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aeronave da KLM termina o posicionamento para a decolagem e após receber liberação de uma Rota para seguir após a decolagem. O capitão do KLM entendeu que se tratava de liberação para decolagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1705:53 – Torre: KLM 4805, você está liberado para Papa beacon, levante e mantenha nível 90, vire a direita após decolagem, proceda o alinhamento 040 até interceptar o 325 radial de Las Palmas VOR (1706:08)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1706:09 – KLM: Roger. ....repetiu o procedimento e ao final... We are now [uh-takin´off] ou [at takeoff] com um forte sotaque Holandês&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problema de comunicação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O capitão do KLM aumenta a aceleração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :13 (Captain) : We gaan. (We're going)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 :06 :19 (Ténérife control tower) : OK&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, o primeiro oficial da Panam fala:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :19 (PanAm first officer) : No .. eh...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A torre de controle encontra-se confusa e relembra o Capitão do KLM que ele não tem permissão para decolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :20 (Ténérife control tower) : Stand by for take-off, I will call you.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro oficial da Panam causa uma sobre-modulação impedindo a compreensão da ambas as frases&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :20 (PanAm first officer) : And we're still taxiing down the runway, the clipper one seven three six&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A velocidade do KLM aumenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :25 (Ténérife control tower to the PanAm 747) - Roger alpha one seven three six report when runway clear&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 :06 :29 (PanAm first officer) - OK, we'll report when we're clear&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 :06 :30 (Ténérife control tower) - Thank you&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão do KLM não reage as últimas comunicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro oficial da KLM expressa sua preocupação sobre a localização do Panam, porém obtém uma confirmação entusiasmada do capitão, e decide não confrontar o Capitão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :32 (KLM first officer) – Is hij er niet af dan? {Is he not clear then?}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 :06 :34 (KLM captain) – Wat zeg je? {What do you say?}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 :06 :35 (KLM first officer) – EstIs hij er niet af, die Pan American? {Is he not clear that Pan American?} &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;17 :06 :36 (Angry KLM captain) – Jawel. {Oh yes. - emphatic}&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A Colisão&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;• Próximo da quarta saída, o Pan Am vê as luzes do Boeing da KLM&lt;br /&gt;• O Pan Am acelera ao máximo, virando a esquerda, procurando deixar a pista.&lt;br /&gt;• O acelera, a mais de 270 Km/h, tenta levantar vôo antes da colisão.&lt;br /&gt;• As aeronaves colidem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A&lt;/span&gt; Tragédia&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2067/3930/320/Imagem3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2067/3930/320/Imagem4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2067/3930/320/Imagem5.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planecrashinfo.com/w770327.htm"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.planecrashinfo.com/w770327.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;583 pessoas morreram. Apenas 64 pessoas do Pan Am sobreviveram, incluindo os 5 tripulantes da cabine (Fonte: http://www.planecrashinfo.com/w770327.htm)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Linha do Tempo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;7h42 Pan Am decola de New York com destino a Las Palmas&lt;br /&gt;9h00 KLM 4805 decola de Amsterdan, também com destino a Las Palmas&lt;br /&gt;12h30 Aeroporto de Las Palmas fechado devido atentado terrorista&lt;br /&gt;13h38 KLM 4805 pousa em Los Rodeos&lt;br /&gt;14h15 Pan Am pousa em Los Rodeos&lt;br /&gt;14h30 Aeroporto de Las Palmas reaberto&lt;br /&gt;16h45 KLM 4805 termina reabastecimento e aguarda liberação&lt;br /&gt;16h58 KLM 4805 liberada&lt;br /&gt;17h02 Pan Am liberada para taxiar&lt;br /&gt;17h02m51 Torre entra em contato e pergunta quantas saídas a KLM havia passado e a resposta foi C4&lt;br /&gt;17h03m29 Pan Am solicita confirmação para sair na terceira saída&lt;br /&gt;17h04m24 Discussão no cockpit da Pan Am tripulação identificou saída 1&lt;br /&gt;17h04m58 Torre avisa que a iluminação de centro da pista está fora&lt;br /&gt;17h05m22 Pan Am saída 2&lt;br /&gt;17h05m44 KLM pronta para decolagem, aguardando liberação&lt;br /&gt;17h05m53 Torre: Liberação de rota&lt;br /&gt;17h06m09 Confirmação de entendimento da mensagem&lt;br /&gt;17h06m12 KLM iniciou procedimento de decolagem&lt;br /&gt;17h06m18 Torre: “Okay. Stand by for takeoff;. I will call you&lt;br /&gt;17h06m18 Pan Am “We are still taxiing down runway&lt;br /&gt;17h06m25 Torre: pede confirmação de liberação da Pan Am&lt;br /&gt;17h06m32 Pan Am: Retorno quando terminar (capitão do KLM entende que a pista está livre)&lt;br /&gt;17h06m32 KLM: Engenheiro de bordo questiona: a pista não está livre?&lt;br /&gt;17h06m48 Som de aproximação dos motores&lt;br /&gt;17h06m50 Colisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Identificação dos fatores humanos (Shell)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interface: Liveware-Liveware&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1) Capitão — tripulação (KLM): Autoritarismo impediu que a decisão fosse questionada&lt;br /&gt;2) Tripulação — Tripulação: Desgaste, stress, pressa...&lt;br /&gt;3) Cockpit – Torre&lt;br /&gt;Protocolo de comunicação inadequado&lt;br /&gt;(frases não padronizadas e ambíguas)&lt;br /&gt;Okay...&lt;br /&gt;Roger...&lt;br /&gt;Take off...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Interface: Environment-Liveware&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1) Clima – neblina – visibilidade&lt;br /&gt;2) Sinalização inadequada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Interface: Hardware-Liveware&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1) Decisão de um 747 fazer uma curva de 135º&lt;br /&gt;2) Falta de radar de solo no aeroporto&lt;br /&gt;3) Problema de comunicação no rádio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Outros fatores determinantes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;- Regulamento Holandês sobre tempo de permanência da tripulação em atividade. (Pressão por tempo)&lt;br /&gt;- Preparo do aeroporto de Los Rodeos para lidar com situação de “emergência”&lt;br /&gt;- Procedimentos inadequados: sem visibilidade e sem radar, a torre tinha autorização para trabalhar segundo os relatos das aeronaves&lt;br /&gt;- Controlador (concorrência de canal de comunicação) Jogo de futebol por TV ou rádio (Bruggink, sd)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Mudanças de segurança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;• Construção de um novo aeroporto em Tenerife para tráfego internacional&lt;br /&gt;• Utilização de frases padronizadas, em inglês (ex.: “line up and wait”)&lt;br /&gt;• Confirmação com repetição da mensagem (no lugar de OK, Roger...)&lt;br /&gt;• A frase “tafe-off” só deve ser utilizada para autorizar a decolagem (usar departure durante o posicionamento)&lt;br /&gt;• Ênfase ao acordo mutuo no lugar da hierarquia rígida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[1] Wikipedia, the free encyclopedia&lt;br /&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Tenerife_disaster&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] 1001 Crash&lt;br /&gt;http://www.1001crash.com/index-page-tenerife-lg-2-numpage-1.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] PAN AM air.org&lt;br /&gt;http://www.panamair.org/accidents/victor.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Aviation Safety Network&lt;br /&gt;http://aviation-safety.net/investigation/cvr/transcripts/cvr_kl4805.php&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115974421631538018?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://en.wikipedia.org/wiki/Tenerife_disaster' title='Acidente de Tenerife'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115974421631538018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115974421631538018' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115974421631538018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115974421631538018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/10/acidente-de-tenerife.html' title='Acidente de Tenerife'/><author><name>Eduardo Giannotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09632329696666494516</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05073764739288648720'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115954913264293286</id><published>2006-09-29T08:24:00.000-03:00</published><updated>2006-09-29T13:58:52.923-03:00</updated><title type='text'>Definições e características do desempenho humano</title><content type='html'>Na aula de 06/10, vamos discutir algumas definições essenciais para criarmos uma linguagem comum. Para isso, peço que todos leiam o seguinte artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avizienis,  A. et al. ;Basic Concepts and Taxonomy of Dependable and Secure Computing. IEEE TRANSACTIONS ON DEPENDABLE AND SECURE COMPUTING, VOL. 1, NO. 1, JANUARY-MARCH 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começaremos a aula por uma definição destes termos na área de confiabilidade humana. Em seguida, faremos uma discussão sobre algumas características do desempenho humano, usando para isso o seguinte livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wickens, C. D.; Hollands, J. G. Engineering Psychology and Human Performance. (3a. ed) Prentice-Hall, 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, capítulos e seus respectivos responsáveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Gasparetti - Signal Detection, Information Theory and Absolute Judgement&lt;br /&gt;Victor Furtado - Attention in Perception and Display Space&lt;br /&gt;Moacyr Cardoso - Spatial Displays&lt;br /&gt;Eduardo Giannoto - Navigation  and Interaction in Real and Virtual Environments&lt;br /&gt;Olivia Korehisa - Language and Communications&lt;br /&gt;Adilson Oliveira - Memory and Training&lt;br /&gt;Denise Gastaldo  - Decision Making&lt;br /&gt;Leôncio Barros - Selection of Action&lt;br /&gt;Maria Cristina Toledo - Manual Control&lt;br /&gt;Paulo Roberto - Complex Systems, Process Control and Automation&lt;br /&gt;Bemildo Ferreira - Attention, Time-Sharing and Workload&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, resumam as principais idéias de cada capítulo e identifiquem, nos acidentes estudados na aula anterior, as circunstâncias que evidenciam  as características humanas estudadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até breve!&lt;br /&gt;Lucia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115954913264293286?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115954913264293286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115954913264293286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115954913264293286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115954913264293286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/09/definies-e-caractersticas-do.html' title='Definições e características do desempenho humano'/><author><name>Lucia Filgueiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08043057592177183102</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10784893582495201791'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115928359720894586</id><published>2006-09-26T12:03:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T12:38:15.683-03:00</updated><title type='text'>Pesquisa de acidentes para dia 29/09</title><content type='html'>Prezados,&lt;br /&gt;Peço que vocês estudem com cuidado os seguintes acidentes e façam:&lt;br /&gt;1. um resumo do ocorrido, com ilustrações, etc.&lt;br /&gt;2. uma linha do tempo que evidencie a seqüência de acontecimentos. Ela deve conter a indicação de todos os eventos que vocês acharem relevantes para a compreensão do acidente.&lt;br /&gt;3. a identificação dos fatores humanos que contribuíram para o acidente. Identifiquem problemas nas interfaces entre o ser humano e seu ambiente (modelo SHELL).&lt;br /&gt;4. destacar o evento do acidente na linha do tempo&lt;br /&gt;5. ações pós-acidente são opcionais mas muito bem-vindas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O material deve ser uma apresentação para ser mostrada aos colegas e discutida na aula. Cada grupo terá 20 minutos para apresentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorteei os acidentes e os grupos para esta primeira aula. A referência enviada por email é um material base, mas vocês devem buscar mais informações para completar a tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Gasparetti e Victor Furtado – RG254&lt;br /&gt;Moacyr Cardoso e Eduardo Giannoto – KLM/PANAM, Tenerife&lt;br /&gt;Olivia Korehisa e Adilson Oliveira – Therac 25&lt;br /&gt;Denise Gastaldo e Leôncio Barros – Chernobyl&lt;br /&gt;Maria Cristina Toledo e Paulo Roberto – TMI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso convidado Bemildo deve trazer o acidente de Lexington.&lt;br /&gt;Obrigada!&lt;br /&gt;Lucia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115928359720894586?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115928359720894586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115928359720894586' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115928359720894586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115928359720894586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/09/pesquisa-de-acidentes-para-dia-2909.html' title='Pesquisa de acidentes para dia 29/09'/><author><name>Lucia Filgueiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08043057592177183102</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10784893582495201791'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-115928057175638910</id><published>2006-09-26T11:10:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T11:22:52.143-03:00</updated><title type='text'>Boas vindas</title><content type='html'>Em primeiro lugar, sejam bem-vindos os novos alunos da disciplina PCS5006 ao grupo de estudo de confiabilidade humana. Este é um grupo que se reúne há um ano nas sextas à tarde, alguns dias com mais interessados, outros com menos, mas sempre ativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retomando um post antigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o foco do grupo de estudo é a Confiabilidade Humana como parâmetro de projeto da interação homem-computador (IHC) de sistemas críticos, dando subsídio para as fases de concepção, desenvolvimento e avaliação destes sistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretendemos estabelecer os conceitos e pesquisas técnicas para melhorar o acoplamento dos sistemas à estrutura social da operação. As reuniões serão usadas para &lt;strong&gt;apresentação&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;discussão&lt;/strong&gt; dos resultados das pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras de participação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um grupo de estudo, em primeiro lugar.  É uma oportunidade de troca de idéias sobre um tema de interesse comum.  Fora do período letivo, que vai de setembro a dezembro de cada ano, interessados podem se vincular ao grupo, contribuindo para os estudos através de leituras, pesquisas específicas, produção bibliográfica e principalmente, com a presença nas discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação é formalizada em uma disciplina de pós-graduação (PCS5006). Os alunos regularmente matriculados receberão créditos pela participação se não faltarem a mais que três aulas (nota C na terceira falta) e se cumprirem as tarefas atribuídas. Espera-se, no entanto, que a participação seja continuada, mesmo fora do período de oferecimento da disciplina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos tópicos de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto de temas é grande. Já há alguns temas tratados em postagens anteriores neste blog. Neste ano, pretendo fazer um estudo mais detalhado de algumas técnicas de análise de confiabilidade humana, ensaiando o que tem sido proposto na literatura em uma situação real, já que este ano contamos  com um especialista em controle de tráfego aéreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os trabalhos apresentados em aula devem ser postados neste blog!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até sexta,&lt;br /&gt;Lucia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-115928057175638910?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/115928057175638910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=115928057175638910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115928057175638910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/115928057175638910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2006/09/boas-vindas.html' title='Boas vindas'/><author><name>Lucia Filgueiras</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08043057592177183102</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10784893582495201791'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-113292486510880506</id><published>2005-11-25T11:07:00.000-02:00</published><updated>2006-03-18T04:20:27.306-03:00</updated><title type='text'>Livros Digitais - Human Factors</title><content type='html'>Durante a pesquisa bibliográfica para escrever o capítulo sobre percepção de cores e formas, encontrei alguns livros digitais (completos), atualizados e muito interessantes.&lt;br /&gt;* HANDBOOK OF HUMAN FACTORS IN WEB DESIGN (2005): vários autores escrevem sobre Fatores Humanos e Ergonomia, Preparação de Conteúdo para a Web, Mecanismos de pesquisa, Usabilidade Universal, Engenharia de Usabilidade para a Web, Tecnologias e Aplicações Emergentes (como Educação a Distância, Comunicação sem fio, e Saúde), ROI em Usabilidade, entre outro assuntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* TEN QUESTIONS ABOUT HUMAN ERROR - A New View of Human Factors and System Safety (2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Modern Information Retrievel (1999): traz um capítulo sobre fatores humanos na apresentação de informações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-113292486510880506?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/113292486510880506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=113292486510880506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/113292486510880506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/113292486510880506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2005/11/livros-digitais-human-factors.html' title='Livros Digitais - Human Factors'/><author><name>João Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09568721200277676849</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00156487330804790125'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16404915.post-113292182777178357</id><published>2005-11-25T10:28:00.000-02:00</published><updated>2005-11-25T10:30:27.780-02:00</updated><title type='text'>Vídeos da NASA - Confiabilidade Humana - Fatores Humanos</title><content type='html'>Este site contém uma série de vídeos, onde um cientista da NASA comenta sobre a importância de se estudar Human Factors e Human Reliability.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assisti alguns e são bastante interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16404915-113292182777178357?l=pcs5006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://pbma.hq.nasa.gov/framework_content_cid_347' title='Vídeos da NASA - Confiabilidade Humana - Fatores Humanos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pcs5006.blogspot.com/feeds/113292182777178357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=16404915&amp;postID=113292182777178357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/113292182777178357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16404915/posts/default/113292182777178357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pcs5006.blogspot.com/2005/11/vdeos-da-nasa-confiabilidade-humana.html' title='Vídeos da NASA - Confiabilidade Humana - Fatores Humanos'/><author><name>Galba</name><email>noreply@blogger.com</email></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>