<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500</id><updated>2009-12-07T05:38:40.391-08:00</updated><title type='text'>Julio Cesar Duarte</title><subtitle type='html'>Advogado - OAB/MG 41.347</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default?start-index=26'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='previous' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default?start-index=1&amp;max-results=25'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default?start-index=51&amp;max-results=25'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>962</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>26</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-2857025590766573407</id><published>2009-12-01T08:14:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T08:14:32.041-08:00</updated><title type='text'>MILITAR. EXCLUSÃO. CORPORAÇÃO.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt; 			&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  			&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt; 			&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;In casu&lt;/em&gt;, o recorrente foi processado administrativamente no conselho de disciplina da Polícia Militar, em razão da prática dos atos descritos nos arts. 179, 299, 301 do CPM (resistência, desacato e desobediência) e, por isso, foi excluído das fileiras da Polícia Militar estadual. Impetrou &lt;em&gt;mandamus&lt;/em&gt; contra tal ato, o qual foi denegado no TJ. Contudo, verificou a Min. Relatora não constar dos autos ter sido o processo administrativo enviado ao conselho de Justiça Militar para homologação prévia, em obediência ao art. 100, § 7º, da Constituição estadual, norma de obrigatória observação no âmbito daquele processo administrativo. Assim, aponta que a Administração militar não atentou ao conteúdo da norma constitucional estadual para que ao recorrente possa ser assegurado o direito do devido processo legal. Também destacou ser inadmissível sessão secreta sem a presença sequer do defensor ou do acusado, para deliberar a exclusão do recorrente dos quadros da Polícia Militar. Para a Min. Relatora, nesse ponto, há violação aos princípios do contraditório e da ampla defesa. Ressaltou que houve falta de razoabilidade na aplicação da pena ao recorrente e que o ato praticado da forma descrita não poderia levar a tão grave condenação. Ante o exposto, a Turma deu parcial provimento ao recurso para anular o procedimento administrativo no âmbito do Conselho de Disciplina da PM, desde a sessão que deliberou sobre o parecer final, assegurado ao recorrente e seu defensor participar da nova sessão. Ainda determinou a reintegração do recorrente, com todos os direitos do cargo a partir da impetração. Precedentes citados do STF: RE 148.304-MG, DJ 12/5/1995; do STJ: AgRg no RMS 22.708-PE, DJ 12/3/2007; RMS 11.315-GO, DJ 11/12/2000; RMS 27.291-PB, DJe 30/3/2009; RMS 10.731-BA, DJ 16/8/1999, e RMS 15.940-BA, DJ 8/3/2004. &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;amp;valor=RMS+19141" target="_blank"&gt;RMS 19.141-GO&lt;/a&gt;, Rel. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Min. Maria Thereza de Assis Moura, julgado em 17/11/2009.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-2857025590766573407?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/2857025590766573407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/12/militar-exclusao-corporacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2857025590766573407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2857025590766573407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/12/militar-exclusao-corporacao.html' title='MILITAR. EXCLUSÃO. CORPORAÇÃO.'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-2784476956805003618</id><published>2009-12-01T04:33:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T04:33:54.550-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SemanaNacionalConciliação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CNJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OAB/MG'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TJMG'/><title type='text'>Conciliação: coletiva com imprensa na 6ª(4/12)</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://www.tjmg.jus.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=16249"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coletiva com a imprensa e assinatura de convênio entre o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e o Governo de Minas para agendamento de audiências do Juizado de Conciliação nos Postos PSIU/UAI marcam a abertura da 4ª Semana da Conciliação do Tribunal de Justiça na próxima sexta-feira, 4 de dezembro. Concedem entrevista coletiva à Imprensa, às 10h, no auditório do Anexo II, rua Goiás, 253, 3º andar, o presidente do TJMG, desembargador Sérgio Resende, e o juiz Paulo Tamburini, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Dados sobre o movimento da conciliação no Estado, bem como os benefícios do acordo para a Justiça serão destacados. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Já a assinatura do convênio com o Executivo será às 18h30, no auditório do Anexo I, rua Goiás, 229. A iniciativa vai permitir que interessados em evitar processos judiciais e resolver conflitos de forma gratuita e rápida agendem audiências nos Postos PSIU/UAI. Também nesse evento, os conciliadores dos Juizados de Conciliação, que trabalharam voluntariamente durante o ano de 2009, serão homenageados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto forte da Semana da Conciliação serão os mutirões de audiências, a serem realizados de 7 a 11 de dezembro, em Belo Horizonte e nas comarcas do interior. Cerca de 120 comarcas, envolvendo 200 varas, aderiram ao movimento idealizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além da Justiça Comum, participam da Semana as Centrais de Conciliação, os Juizados Especiais, os Juizados de Conciliação e a Central de Conciliação de Precatórios (Ceprec) do TJMG. Cerca de 11.000 audiências já foram agendadas na Justiça Comum e nos Juizados Especiais. Os resultados da 4ª Semana da Conciliação serão divulgados, diariamente, no Portal TJMG. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ações de conciliação&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As audiências de conciliação já fazem parte da agenda diária dos juízes, sendo realizadas durante todo o ano. No entanto, no mês de dezembro, o esforço é concentrado, mobilizando, ao mesmo tempo, os tribunais de todo o País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras ações também foram realizadas ao longo de 2009, com o objetivo de divulgar os benefícios do acordo. Dentre elas, a Semana Especial da Conciliação/Meta 2, onde foram conciliados processos distribuídos até dezembro de 2005, a realização de concursos abordando o tema e a premiação das comarcas que mais se destacaram na Semana da Conciliação de 2008. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi realizado encontro com instituições parceiras - Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MG), dentre outras, visando discutir estratégias de divulgação da Semana. Na oportunidade, o TJMG fez algumas solicitações para garantir a eficaz realização das audiências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom &lt;br /&gt;TJMG - Unidade Goiás  &lt;br /&gt;(31) 3237-6568  &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ascom@tjmg.jus.br"&gt;ascom@tjmg.jus.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="font-weight: bold;" /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite style="font-weight: bold;" cite="http://www.tjmg.jus.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=16249"&gt;&lt;a href="http://www.tjmg.jus.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=16249"&gt;TJMG - Notícias&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-2784476956805003618?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/2784476956805003618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/12/conciliacao-coletiva-com-imprensa-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2784476956805003618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2784476956805003618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/12/conciliacao-coletiva-com-imprensa-na.html' title='Conciliação: coletiva com imprensa na 6ª(4/12)'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-7639862836036035854</id><published>2009-12-01T03:14:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T03:14:54.174-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cooperação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intercâmbio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ucrânia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comercial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espacial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planalto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blog'/><title type='text'>Cooperação espacial e incremento comercial</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Depois de &lt;a href="http://blog.planalto.gov.br/inovacao-como-o-biocombustivel-e-fundamental-para-desenvolvimento-sustentavel/" target="_blank"&gt;participar da Cúpula Ibero-americana&lt;/a&gt; em Estoril (Portugal), nesta segunda-feira (30/11), o presidente Lula chega à Ucrânia, acompanhado de missão empresarial. Integram a comitiva presidencial os ministros Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Nelson Jobim (Defesa) e Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia), além do embaixador Antonio de Aguiar Patriota, secretário-geral das Relações Exteriores.&lt;/p&gt;&lt;br style="font-weight: bold;" /&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span id="more-6055"&gt;O presidente Lula foi convidado pelo presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, com quem manterá encontro privado ainda nesta terça-feira (1/12). No dia seguinte terá reunião de trabalho com Yushchenko e a primeira-ministra ucraniana Yulia Timoshenko. Ainda na quarta-feira o presidente Lula participará do encontro empresarial Brasil-Ucrânia: Novas Fronteiras de Negócios, que contará com cerca de 50 empresários brasileiros e 150 ucranianos. O intercâmbio comercial entre os dois países chegou a US$ 1,18 bilhão no final do ano passado, tendo crescido mais de 350% de 2003 a 2008.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br style="font-weight: bold;" /&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;A agenda bilateral inclui discussão sobre a cooperação espacial, com a reafirmação do compromisso de Brasil e Ucrânia de fazer em 2010 o primeiro vôo de qualificação do veículo de lançamento de satélites Cyclone-4, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, no Rio Grande do Norte.&lt;/p&gt;&lt;br style="font-weight: bold;" /&gt;&lt;br style="font-weight: bold;" /&gt;&lt;div style="font-weight: bold;" class="artigos_relacionados"&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Artigos relacionados&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;		&lt;li&gt;&lt;a href="http://blog.planalto.gov.br/o-desafio-comercial-brasil-ira/" rel="bookmark" title="O desafio comercial Brasil-Irã"&gt;O desafio comercial Brasil-Irã&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;		&lt;li&gt;&lt;a href="http://blog.planalto.gov.br/divida-e-acordos-de-cooperacao-em-pauta-no-encontro-com-lider-de-cabo-verde/" rel="bookmark" title="Dívida e acordos de cooperação em pauta no encontro com líder de Cabo Verde"&gt;Dívida e acordos de cooperação em pauta no encontro com líder de Cabo Verde&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;		&lt;li&gt;&lt;a href="http://blog.planalto.gov.br/cooperacao-e-integracao-latino-americana-na-pauta-do-presidente-mexicano/" rel="bookmark" title="Cooperação e integração latino-americana na pauta do presidente mexicano no Brasil"&gt;Cooperação e integração latino-americana na pauta do presidente mexicano no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://blog.planalto.gov.br/cooperacao-espacial-e-incremento-comercial-em-pauta-na-ucrania/"&gt;Blog do Planalto&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-7639862836036035854?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/7639862836036035854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/12/cooperacao-espacial-e-incremento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/7639862836036035854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/7639862836036035854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/12/cooperacao-espacial-e-incremento.html' title='Cooperação espacial e incremento comercial'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-3755190875925789005</id><published>2009-11-30T07:55:00.001-08:00</published><updated>2009-11-30T07:55:15.747-08:00</updated><title type='text'>Adesão ao Refis da crise</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" height="102" width="322"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="1" valign="top" width="510"&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="5" face="Arial"&gt;&lt;span&gt;Termina hoje (30/11) prazo de adesão ao Refis da crise&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="106" valign="top" width="510"&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Entrevista com Dr. Édison Freitas de Siqueira no lançamento de seu livro sobre o REFIS DA CRISE na livraria Saraiva em São Paulo. Caso não consiga visualizar a entrevista &lt;/font&gt;&lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=256544&amp;amp;PES_ID=35816445&amp;amp;n=14608&amp;amp;URL_ID=23924&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DE7Rt1sjvTiQ" target="_blank"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;clique aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Arial"&gt;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font face="Arial"&gt; &lt;/font&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br&gt; &lt;font face="Arial"&gt;Acaba hoje o prazo para a adesão das empresas ao Refis, programa de parcelamento de dívidas com a União, instituído na Lei 11.941, de maio.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;Apelidado de &amp;quot;Refis da crise&amp;quot;, o programa permite o parcelamento do débito em até 180 meses, com redução de juros, multas e encargos sociais, e aceita migração de empresas que já tenham aderido a outros programas, como Refis, Paes ou Paex.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;O programa derruba todas as restrições para obtenção de Certidão Negativa de Débito (CND) enquanto as parcelas estiverem sendo pagas.. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Inconstitucional&lt;/strong&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;O advogado Édison Freitas de Siqueira, autor do livro Refis da Crise Comentários sobre os artigos da Lei nº 11.941/09, alerta para a inconstitucionalidade da lei, que já é alvo de ações na Justiça. Segundo ele, o artigo 1º, inciso I, parágrafo 16 diz que a pessoa física que representar a empresa no ato da adesão fica responsável pela dívida e o seu patrimônio pessoal entra como garantia. &amp;quot;É um absurdo. Isso se chama aval fiscal automático, legal no Brasil apenas quando comprovada má fé&amp;quot;, afirma o advogado. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Há ainda erros nos diferentes porcentuais de redução de multas e encargos e vícios que afrontam direitos indisponíveis dos contribuintes, como o do livre acesso ao Judiciário, a ampla defesa e do contraditório, princípio da isonomia, e da segurança jurídica. &amp;quot;Fica claro que o poder executivo criminaliza a atividade produtiva com uma cobrança antecipada dos impostos, já que cobra os encargos antes de o empresário receber pelo produto que vendeu ou serviços que prestou.&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Siqueira aconselha as empresas que aderirem ao programa a entrar com uma ação judicial paralela. &amp;quot;Oriento meus clientes ainda a fazerem o registro em ocorrência policial, afirmando que está fazendo o parcelamento proposto por necessidade comercial, mas que vai discutir as normas&amp;quot;, explica o advogado. As informações são do jornal &amp;quot;O Estado de S.Paulo&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;font size="1" color="#ffffff"&gt;&lt;span&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Fonte: Agência Estado&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-3755190875925789005?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/3755190875925789005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/adesao-ao-refis-da-crise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/3755190875925789005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/3755190875925789005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/adesao-ao-refis-da-crise.html' title='Adesão ao Refis da crise'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-9102474106038520241</id><published>2009-11-30T02:07:00.001-08:00</published><updated>2009-11-30T02:07:10.806-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Má-fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Litigância'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Advogados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DanosMorais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Constitucional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Justiça'/><title type='text'>Maus profissionais</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/litigancia-ma-fe-condenacao-solidaria-advogado-parte"&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper article"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;&lt;em&gt;Litigância de má-fé e condenação do advogado&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/litigancia-ma-fe-condenacao-solidaria-advogado-parte#autores"&gt;&lt;img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" width="11" height="8" /&gt;Por Paola Roos Braun&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;O Poder Judiciário está abarrotado com as chamadas demandas de massa, ações que normalmente buscam a revisão de contratos (de abertura de crédito, cheque especial, de telefonia, de compra e venda, etc), quase sempre cumuladas com pedido (infundado) de indenização por danos morais. Em virtude da frequência com que tais ações são propostas, o Poder Judiciário do Rio Grande do Sul teve que criar unidades especializadas para concentração dessas demandas, de modo a dar maior celeridade ao trâmite processual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Todavia, nem sempre o litigante tem pretensão legítima para postular em juízo, mas, persuadido pelo advogado, utiliza o Poder Judiciário para postergar o cumprimento da obrigação e, ainda, numa espécie de loteria jurídica, tenta uma descabida indenização por dano moral, almejando ganho fácil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O abuso por parte desses litigantes, fomentado por seus advogados, é ordinariamente praticado com o amparo da Assistência Judiciária Gratuita, instituto previsto no artigo 5º, inciso LXXIV da Constituição Federal de 1988, que garante acesso à Justiça, independentemente do pagamento de custas, às pessoas de recursos insuficientes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além de utilizar com ardil o fundamental instituto da Assistência Judiciária Gratuita, essa conduta abarrota o Poder Judiciário com inúmeras ações natimortas — pois fadadas à improcedência — e impinge ainda um prejuízo enorme às empresas demandadas, que acabam tendo que arcar com as custas processuais e honorários do advogado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa verdadeira indústria de demandas sem fundamento jurídico legítimo, promovida por determinados profissionais, acaba desacreditando a Justiça, que exatamente por causa desse tipo de processo, torna-se lenta e cara. Afinal, essas demandas correm mercê do sacrifício de outros que são justos, e sob o “patrocínio” indireto daqueles que recolhem custas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para coibir tamanho mau uso do direito de acesso à Justiça, a jurisprudência do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul vem sendo, mais uma vez, pioneira, ao reconhecer a litigância de má-fé da parte solidariamente com o seu advogado — já que são estes os responsáveis pela elaboração das teses juridicamente insustentáveis — em virtude do ajuizamento de demanda infundada sob o manto da Assistência Judiciária Gratuita (Apelação Cível nº 70014127732 — TJRS, Apelação Cível nº 70014947956 — TJRS, julgados nº 019/1.05.0045439-6, 019/1.05.0045850-2, 019/1.05.0045188-5 e 019/1.05.0045539-2, todos da comarca de Novo Hamburgo).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A condenação solidária às penas da má-fé em tais casos tem como fundamento o abuso do direito de demandar, ou seja, o abuso na fruição da garantia de acesso ao Poder Judiciário. Abusa do direito de demandar o litigante que excede o exercício regular de seu direito subjetivo, situação que ficou clara nas demandas apreciadas pelas decisões referidas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse entendimento é novo na esfera da Justiça Estadual no Brasil inteiro, trazendo alento às empresas vítimas desse tipo de demandas, um alerta aos maus profissionais — já que poderão responder pela multa da lide temerária — e uma esperança a toda a comunidade, de resgate da seriedade e decência que o processo judicial pressupõe.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%70%61%6f%6c%61%2e%72%62%40%74%65%72%72%61%2e%63%6f%6d%2e%62%72"&gt;Paola Roos Braun&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é advogada no Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 30 de novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/litigancia-ma-fe-condenacao-solidaria-advogado-parte"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/litigancia-ma-fe-condenacao-solidaria-advogado-parte"&gt;Conjur &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-9102474106038520241?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/9102474106038520241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/maus-profissionais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/9102474106038520241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/9102474106038520241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/maus-profissionais.html' title='Maus profissionais'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-6414946091936286683</id><published>2009-11-30T01:54:00.001-08:00</published><updated>2009-11-30T01:54:00.214-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Criminal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PrincípiodaInsignificância'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ambiental'/><title type='text'>Crimes ambientais</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia"&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper article"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;&lt;em&gt;A incidência do Princípio da Insignificância&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#autores"&gt;&lt;img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" width="11" height="8" /&gt;Por Renato Marcão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="font-style: italic;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ensinou Nelson Hungria que a lei não pode ficar inflexível e perpetuamente ancorada nas idéias e conceitos que atuaram na sua gênese. A lógica da lei, disse o penalista citando a lição de Maggiore, não é estática e cristalizada, mas dinâmica e evolutiva. “Se o direito é feito para o homem e não o homem para o direito, o espírito que vivifica a lei deve fazer dela um instrumento dócil e pronto a satisfazer, no seu evoluir, as necessidades humanas”&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E dizia ainda o insuperável penalista, há algumas décadas passadas: “No estado atual da civilização jurídica, ninguém pode negar ao juiz a faculdade de afeiçoar a rigidez da lei ao progressivo espírito da sociedade, ou de imprimir ao texto legal a possível elasticidade, a fim de atenuar os contrastes que acaso surjam entre ele e a cambiante realidade. Já passou o tempo do rigoroso tecnicismo lógico, que abstraía a lei do seu contato com o mundo real e a consciência social”.&lt;a name="_ftnref1_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn1_7709"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É sempre renovada a lição acima transcrita, que não deve ser esquecida pelos magistrados, como de resto por todo e qualquer operador do direito, tanto quanto não se presta, tão-somente, para fundamentar um juízo de interpretação da norma, senão também para proporcionar a reclamada atualização do pensamento jurídico em sentido amplo, de modo a permitir a adequada dimensão do direito penal e possibilitar a aceitação definitiva de certos institutos, como é o caso do princípio da insignificância, sempre ligado à idéia de bagatela e efetiva lesividade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O conceito de delito de bagatela, diz Maurício Antonio Ribeiro, “não está na dogmática jurídica. Nenhum instrumento legislativo ordinário ou constitucional o define ou o acata formalmente, apenas podendo ser inferido na exata proporção em que se aceitam limites para a interpretação constitucional e das leis em geral. É de criação exclusivamente doutrinária e pretoriana, o que se faz justificar estas como autênticas fontes de Direito. Por outro lado, mercê da tônica conservadorista do Direito, afeta seu grau de recepcionalidade no mundo jurídico”.&lt;a name="_ftnref2_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn2_7709"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na objetiva visão de Luiz Flávio Gomes, “bagatela significa ninharia, algo de pouca ou nenhuma importância ou significância”.&lt;a name="_ftnref3_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn3_7709"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nada obstante os reiterados exemplos que a realidade prática rotineiramente proporciona, vezes até noticiados com certa perplexidade e “desconforto” pela mídia, não se pode negar que ainda nos tempos atuais, parte considerável da jurisprudência nacional tem se posicionado de maneira contrária à aplicação do principio da insignificância em matéria penal.&lt;a name="_ftnref4_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn4_7709"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A discussão ganhou novos argumentos contrários em se tratando de crimes ambientais,&lt;a name="_ftnref5_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn5_7709"&gt;[5]&lt;/a&gt; e reiteradas vezes se tem decidido pela inadmissibilidade da insignificância no trato da matéria, notadamente em razão da natureza do bem jurídico tutelado&lt;a name="_ftnref6_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn6_7709"&gt;[6]&lt;/a&gt; e de uma alegada impossibilidade de se avaliar a real extensão do dano causado no ecossistema pela conduta do agente.&lt;a name="_ftnref7_7709" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia#_ftn7_7709"&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prevalece na jurisprudência, entretanto, entendimento no sentido da incidência do princípio da insignificância em matéria penal, de modo a atingir a tipicidade material da conduta e restar sem razão jurídica a persecução penal em Juízo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A propósito do tema, de longa data as duas Turmas do Supremo Tribunal Federal vêm se pronunciando favoravelmente à possibilidade de não se desprezar a realidade fática, de forma a fazer incidir referido princípio em matéria penal, marcando posição que pode ser muito bem compreendida nas ementas que seguem transcritas:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“O princípio da insignificância, vetor interpretativo do tipo penal, é de ser aplicado tendo em conta a realidade brasileira, de modo a evitar que a proteção penal se restrinja aos bens patrimoniais mais valiosos, ordinariamente pertencentes a uma pequena camada da população. A aplicação criteriosa do postulado da insignificância contribui, por um lado, para impedir que a atuação estatal vá além dos limites do razoável no atendimento do interesse público. De outro lado, evita que condutas atentatórias a bens juridicamente protegidos, possivelmente toleradas pelo Estado, afetem a viabilidade da vida em sociedade” (STF, HC 84.424/SP, 1ª T, rel. Min. Carlos Ayres Britto, j. 7-12-2004).&lt;/p&gt;&lt;div class="continua"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia?pagina=2"&gt;(continua...)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;a name="paginas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;ul class="pageNav"&gt;&lt;li&gt;1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia?pagina=2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="last"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia?pagina=3"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%72%6d%61%72%63%61%6f%40%74%65%72%72%61%2e%63%6f%6d%2e%62%72"&gt;Renato Marcão&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Mestre em Direito Penal, Político e Econômico, professor de Direito Penal, Processo e Execução Penal (Graduação e Pós). É também autor dos livros: Lei de Execução Penal Anotada (Saraiva, 2001); Tóxicos – Leis 6.368/1976 e 10.409/2002 anotadas e interpretadas (Saraiva, 2004), e, Curso de Execução Penal (Saraiva, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 30 de novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-30/crimes-ambientais-incidencia-principio-insignificancia"&gt;Conjur &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-6414946091936286683?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/6414946091936286683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/crimes-ambientais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/6414946091936286683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/6414946091936286683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/crimes-ambientais.html' title='Crimes ambientais'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-762203887486975102</id><published>2009-11-29T09:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T09:09:06.203-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='perfis'/><title type='text'>Perfis do Twitter que você deve ficar longe</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;div&gt;  &lt;div style="margin: 0pt 2em; font-family: Georgia,Helvetica,Arial,Sans-Serif; line-height: 140%; font-size: 13px; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;table style="border: 0pt none ; margin: 0pt; padding: 0pt; width: 100%;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="vertical-align: top;" width="99%"&gt; &lt;h1 style="margin: 0pt; padding-bottom: 6px;"&gt; &lt;a style="color: rgb(136, 136, 136); font-size: 22px; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal; text-decoration: none;" href="http://twitterja.blogspot.com/" title="(http://twitterja.blogspot.com/)" target="_blank"&gt;Twitter Já&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fusion.google.com/add?source=atgs&amp;amp;feedurl=http://feeds.feedburner.com/TwitterJ" target="_blank"&gt; &lt;img style="padding-top: 6px;" alt="" src="http://gmodules.com/ig/images/plus_google.gif" border="0" /&gt; &lt;/a&gt; &lt;/h1&gt; &lt;/td&gt; &lt;td width="1%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;hr style="border: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt; padding: 0pt;"&gt; &lt;table style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="margin-bottom: 0pt; line-height: 1.4em;"&gt; &lt;p style="margin: 1em 0pt 3px;"&gt; &lt;a name="125407667d9739c4_1" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 18px;" href="http://twitterja.blogspot.com/2009/11/perfis-do-twitter-que-voce-nunca-deve.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=email" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;div style="margin: 0pt; font-family: Georgia,Helvetica,Arial,Sans-Serif; line-height: 140%; font-size: 13px;"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 290px; min-height: 290px;" src="http://i660.photobucket.com/albums/uu330/bravo1932/z2/unfollow-t-shirt.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;No Twitter, assim como há perfis de gente bacana, de verdade, que trazem informções, diversão, ideias e conteúdo de valor, há aqueles dos quais é melhor nem se aproximar. Sem querer dar muito nome aos bois, mostramos aqui uma lista de estilos de perfis que realmente merecem ficar bem longe do seu. Fuja deles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os falsos especialistas em mídias sociais&lt;/span&gt; - com um computador, acesso à internet, um perfil no Orkut, um no Facebook, outro no Twitter e um blogzinho que copia informações de outros sites, parabéns: está formado o incrível especialista em mídias sociais. Nada contra essa nobre categoria de trabalho, cada vez mais importante dentro de empresas e agências de publicidade, mas se o perfil se diz "expert" e tem uns 100 seguidores ou menos, bem, alguma coisa está errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os pornôs &lt;/span&gt;- perfis de gente pelada, sim, estão no Twitter. Invariavelmente garotas desconhecidas com codinomes EDA9888X aparecem sempre como suas seguidoras. A solução? Reportar como spam para o Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os robôs &lt;/span&gt;- você comentou com um amigo que não queria ver Lua Nova nem amarrado. Algum robô-spammer (sim, eles existem também) passa a te seguir ou retuitar sua mensagem sobre o filme (vale para séries de TV e alguns tipos de tecnologia também). A solução? Reportar como spam para o Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os colecionadores de amigos &lt;/span&gt;- Twitter é diálogo. Um colecionador de amigos (daqueles que seguem 1 milhão de pessoas) te adiciona. Você, curioso, passa a segui-lo, mas descobre logo que não tem conteúdo nenhum ali. Pode dar um "unfollow" sem dó ¿ mas aguarde o "mimimi" da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ô da enchente, faz favor? &lt;/span&gt;- tem gente que não consegue se conter em 140 caracteres e precisa falar, falar, falar. E falar muito, tornando a sua tela principal do Twitter um monólogo. Algumas pessoas (blogueiros, jornalistas) fazem isso ocasionalmente, com coberturas pontuais de alguns eventos. E dia de futebol, bem, se você não gosta, fuja. A discussão invade o microblog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os famosos&lt;/span&gt; - o legal do Twitter é que ele abre um canal de comunicação com qualquer pessoa. Todos os filtros existentes para chegar às celebridades no mundo real (assessores, empresários, seguranças) somem (ou não) por aqui. Porém, esses filtros são substituídos por milhares de pessoas que querem falar com seu ídolo. E, bem, não dá para uma pessoa só responder a milhares de pedidos simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os banais&lt;/span&gt; - "O que está acontecendo agora?", pergunta o Twitter. "Hoje almocei pão com ovo. Meu cabelo acordou despenteado. Meu chefe é chato". Fuja de gente que não consegue sair do banal do dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os vendedores&lt;/span&gt; - seguir ou não seguir marcas? A promessa de descontos e promoções pelo Twitter é sempre tentadora. Mas e, se, por exemplo, a pizzaria da esquina entrar no Twitter? Sugestão: siga marcas que realmente gosta, mas siga mesmo aquelas mais próximas de você ¿ como a pizzaria ou a padaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os usuários de scripts&lt;/span&gt; - tecnologias são suscetíveis a falhas, e o Twitter não está livre disso. Existem usuários populares que se tornaram famosos por usar scripts (roteiros) que forçam inúmeros twitters a segui-los (o caso mais célebre é o da curitibana @twittess, que tem mais de 113 mil seguidores). Fuja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os totalmente inúteis&lt;/span&gt; - exemplo de caso: @big_ben_clock, o famoso relógio londrino. A cada hora cheia, ele manda uma mensagem com vários BONGS indicando o horário pontualmente na Inglaterra. A não ser que você more lá (ou em alguma outra cidade da mesma zona horária), é totalmente inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a href="http://tecnologia.terra.com.br/" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4729873940706858402-4782268746868187919?l=twitterja.blogspot.com" alt="" height="1" width="1" /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="https://feedads.g.doubleclick.net/%7Ea/0pPv0c0KYqLSN8uT1D0TXAshUr4/gOYnVL98IM8PLjXSbYGUBUsjWSM/0/pa" target="_blank"&gt;&lt;img src="https://feedads.g.doubleclick.net/%7Ea/0pPv0c0KYqLSN8uT1D0TXAshUr4/gOYnVL98IM8PLjXSbYGUBUsjWSM/0/pi" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="https://feedads.g.doubleclick.net/%7Ea/0pPv0c0KYqLSN8uT1D0TXAshUr4/gOYnVL98IM8PLjXSbYGUBUsjWSM/1/pa" target="_blank"&gt;&lt;img src="https://feedads.g.doubleclick.net/%7Ea/0pPv0c0KYqLSN8uT1D0TXAshUr4/gOYnVL98IM8PLjXSbYGUBUsjWSM/1/pi" ismap="ismap" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table style="border-top: 1px solid rgb(153, 153, 153); padding-top: 4px; margin-top: 1.5em; width: 100%;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="margin: 0pt 6px 1.2em 0pt; text-align: left; font-family: Helvetica,Arial,Sans-Serif; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="margin: 0pt 6px 1.2em 0pt; font-family: Helvetica,Arial,Sans-Serif; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51); text-align: right; vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" style="margin: 0pt 6px 1.2em 0pt; text-align: left; font-family: Helvetica,Arial,Sans-Serif; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-762203887486975102?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/762203887486975102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/perfis-do-twitter-que-voce-deve-ficar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/762203887486975102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/762203887486975102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/perfis-do-twitter-que-voce-deve-ficar.html' title='Perfis do Twitter que você deve ficar longe'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-8732672096947159976</id><published>2009-11-29T05:15:00.001-08:00</published><updated>2009-11-29T05:20:30.257-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OAB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eleições'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Advogados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Advocacia'/><title type='text'>Eleições da OAB</title><content type='html'>&lt;div class="text"&gt; &lt;div class="textWrapper"&gt; &lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;h1 id="textTitle"&gt;Veja a lista dos presidentes e conselheiros&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;As eleições da OAB estão encerradas em todo o Brasil com a escolha dos presidentes de Roraima, Antonio Oneildo Ferreira, e da Paraíba, Odon Bezerra. Os 27 novos dirigentes tomarão posse em janeiro. O Conselho Federal também já fechou a lista dos 81 conselheiros. Entre estes será escolhido o novo presidente do Conselho Federal.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dos treze candidatos que tentavam a reeleição nas seccionais, 12 conseguiram manter suas posições. A reeleição só não ocorreu no Amapá, onde Ulisses Trasel venceu sobre o atual presidente, Washington dos Santos Caldas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com as eleições encerradas, o Conselho Federal da OAB já possui os seus 81 novos conselheiros federais, que ficarão responsáveis pela eleição no dia 1º de fevereiro do próximo ano do sucessor do presidente nacional da entidade, Cezar Britto. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os presidentes eleitos   &lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;AC&lt;/strong&gt; - Florindo Silvestre Poersh&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;AL &lt;/strong&gt;- Coêlho de Mello&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;AM&lt;/strong&gt; - Fabio Mendonça&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;AP&lt;/strong&gt; - Ulisses Träsel&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;BA -&lt;/strong&gt; Saul Quadros&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;CE&lt;/strong&gt; - Valdetário Andrade Monteiro&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;DF&lt;/strong&gt; - Francisco Queiroz Caputo Neto&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;ES &lt;/strong&gt;- Homero Junger Mafra&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;GO&lt;/strong&gt; - Henrique Tibúrcio Peña&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;MA &lt;/strong&gt;- Mário Macieira&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;MG&lt;/strong&gt; - Luis Cláudio Silva Chaves&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;MS&lt;/strong&gt; - Leonardo Avelino Duarte&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;MT&lt;/strong&gt; - Claudio Stabile Ribeiro&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;PA&lt;/strong&gt; - Jarbas Vasconcelos&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;PE&lt;/strong&gt; - Henrique Neves Mariano&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;PI &lt;/strong&gt;- Sigifroi Moreno Filho&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;PR&lt;/strong&gt; - José Lucio Glomb&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;RJ&lt;/strong&gt; - Wadih Damous&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;RN&lt;/strong&gt; - Paulo Eduardo Teixeira&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;RO&lt;/strong&gt; - Hélio Vieira&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;RS &lt;/strong&gt;- Cláudio Lamachia&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;SC&lt;/strong&gt; - Paulo Roberto de Borba&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;SE &lt;/strong&gt;- Carlos Augusto Monteiro Nascimento&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;SP&lt;/strong&gt; - Luiz Flavio Borges D´Urso&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;TO&lt;/strong&gt; - Ercílio Bezerra&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;SE&lt;/strong&gt; - Carlos Augusto Monteiro Nascimento&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;AL&lt;/strong&gt; - Coêlho de Mello&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;AM&lt;/strong&gt; - Fabio Mendonça&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;RR&lt;/strong&gt; - &lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:11pt;"  &gt;Antonio Oneildo Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:11pt;"  &gt;PB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:11pt;"  &gt; -  Odon Bezerra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conselheiros federais eleitos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Acre&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;César Augusto Baptista de Carvalho&lt;br /&gt;Renato Castelo de Oliveira&lt;br /&gt;Tito Costa de Oliveira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Alagoas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Felipe Sarmento Cordeiro&lt;br /&gt;Marcelo Henrique Brabo Magalhães&lt;br /&gt;Paulo Henrique Falcão Breda&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• &lt;strong&gt;OAB do Amapá&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;Adamor de Souza Oliveira&lt;br /&gt;Sandra do Socorro do Carmo Oliveira&lt;br /&gt;Vera de Jesus Pinheiro&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Amazonas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;Jean Cleuter Mendonça&lt;br /&gt;José Alberto Simonetti Cabral&lt;br /&gt;Miquéias Matias Fernandes&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB da Bahia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Durval Júlio Ramos Neto&lt;br /&gt;Marcelo Cintra Zarif&lt;br /&gt;Luiz Viana Queiroz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Ceará&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Paulo Napoleão Gonçalves Quezado&lt;br /&gt;Hercules Saraiva do Amaral&lt;br /&gt;Jose Danilo Correia Mota&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Distrito Federal&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Délio Fortes Lins e Silva&lt;br /&gt;Meire Lucia Gomes Monteiro Mota&lt;br /&gt;Daniela Rodrigues Teixeira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Goiás&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Felicíssimo José de Sena&lt;br /&gt;João Bezerra Cavalcante&lt;br /&gt;Miguel Ângelo Cançado&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Espírito Santo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Djalma Frasson&lt;br /&gt;Luiz Claudio Silva Allemand&lt;br /&gt;Setembrino I. Netto Pelissari.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Maranhão&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Raimundo Marques&lt;br /&gt;José Guilherme Zagallo&lt;br /&gt;Ulisses Cesar Martins de Sousa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•OAB de Mato Grosso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Francisco Eduardo Torres Esgaib&lt;br /&gt;Francisco Anis Faiad&lt;br /&gt;Antonio Tadeu Guilhen&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Afeife Mohamad Hajj&lt;br /&gt;Carmelino de Arruda Rezende&lt;br /&gt;José Sebastião Espíndola&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Minas Gerais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;José Murilo Procópio de Carvalho&lt;br /&gt;Raimundo Cândido Junior&lt;br /&gt;Paulo Roberto de Gouvêia Medina&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Pará&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ophir Cavalcante Junior&lt;br /&gt;Angela Serra Sales&lt;br /&gt;Frederico Coelho de Souza&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Pernambuco&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jayme Jemil Asfora Filho&lt;br /&gt;Leonardo Accioly da Silva&lt;br /&gt;Pedro Henrique Braga Reynaldo Alves&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Paraná&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;René Ariel Dotti&lt;br /&gt;Alberto de Paula  Machado&lt;br /&gt;Romeu Felipe Bacellar Filho&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB da Paraíba&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rogério Magnues&lt;br /&gt;Carlos Fábio Ismael dos Santos Lima&lt;br /&gt;Angela Maria Dantas Lutfi Abrantes&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•OAB do Piauí&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Marcus Vinicius Furtado Coelho&lt;br /&gt;Willian Guimarães de Carvalho&lt;br /&gt;José Norberto Campelo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•OAB do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Carlos Roberto de Siqueira Castro&lt;br /&gt;Claudio Pereira de Souza Neto&lt;br /&gt;Marcus Vinicius Cordeiro&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Sérgio Eduardo da Costa Freire&lt;br /&gt;Lúcio Teixeira dos Santos&lt;br /&gt;Wagner Soares Ribeiro de Amorim&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Cléa Carpi da Rocha&lt;br /&gt;Luiz Carlos Levenzon&lt;br /&gt;Renato da Costa Figueira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Rondônia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Orestes Muniz Filho&lt;br /&gt;Gilberto Piselo do Nascimento&lt;br /&gt;Celso Ceccatto&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Roraima&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ednaldo Gomes Vidal&lt;br /&gt;Maryvaldo Basal de Freire&lt;br /&gt;Francisco de Assis Guimarães de Almeida&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Santa Catarina&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Paulo Marcondes Brincas&lt;br /&gt;Rafael de Assis Horn&lt;br /&gt;Walter Carlos Seyfferth&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Arnoldo Wald Filho&lt;br /&gt;Guilherme Octavio Batochio&lt;br /&gt;Marcia Regina Machado Melaré&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Tocantins&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Antônio Pimentel Neto&lt;br /&gt;Manoel Bonfim Furtado Correia&lt;br /&gt;Mauro José Ribas&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Sergipe&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Henri Clay Santos Andrade&lt;br /&gt;Miguel Eduardo Britto Aragão&lt;br /&gt;Valmir Macedo de Araújo&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="publishDate"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-29/veja-lista-presidentes-conselheiros-eleitos-dirigir-oab"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, 29 de novembro de 2009&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-8732672096947159976?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/8732672096947159976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/eleicoes-da-oab.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/8732672096947159976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/8732672096947159976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/eleicoes-da-oab.html' title='Eleições da OAB'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-800792991726903405</id><published>2009-11-29T02:53:00.001-08:00</published><updated>2009-11-29T02:53:08.641-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RecursoEspecial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumidor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Veículos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Civel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='STJ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Financiamento'/><title type='text'>Pagamento e restituição</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-29/financiamento-veiculos-relacao-seguradoras"&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper article"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;&lt;em&gt;O financiamento de veículos e as seguradoras&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-29/financiamento-veiculos-relacao-seguradoras#autores"&gt;&lt;img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" width="11" height="8" /&gt;Por Voltaire Marensi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;Em sede de financiamento de veículo automotor com alienação fiduciária, a seguradora não pode ser responsável pela liquidação do sinistro, quando houver contrato de abertura de crédito junto a uma instituição bancária e o segurado, no caso consumidor, celebra, no azo, contrato de seguro objetivando, em caso de óbito, a quitação integral do veículo financiado. Acordaram os ilustres Ministros da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, à unanimidade, ao julgar o Recurso Especial, sob número 11.411.006, em 06 de outubro de 2009, com esteio no voto do eminente relator ministro Luis Felipe Salomão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso concreto, o consumidor, proprietário do veículo automotor sob condição suspensiva, no decurso do contrato veio a falecer e a seguradora negou a cobertura do sinistro, sob o manto de que o segurado teria falecido em decorrência de doença preexistente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O espólio aforou demanda pretendendo obter do banco a transferência do veículo, assim como a restituição de parcelas pagas indevidamente. O banco contestou, pugnando por sua ilegitimidade passiva requerendo, ademais, a denunciação à lide da Companhia de seguros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Tribunal de Justiça &lt;em&gt;a quo&lt;/em&gt;, rejeitou, em sede de agravo, a ilegitimidade do banco, de vez que a transferência da propriedade do veículo e, eventual, pedido de restituição de valores é da instituição bancária. No que diz respeito ao pedido de denunciação da lide, da mesma forma o Tribunal entendeu que “se o denunciante intenta se eximir da responsabilidade pelo evento danoso, atribuindo-a com exclusividade a terceiro, não há como dizer-se situada a espécie na esfera de influência do artigo 70, inciso III, do Código de Processo Civil, de modo a admitir-se a denunciação da lide, por isso que, em tal hipótese, não se divisa o direito de regresso, decorrente de lei ou do contrato” (RSTJ 53/301); “restrita a questão jurídica à legitimidade de parte, descabida é a pretensão da ré de preceder à denunciação da lide à pessoa a quem atribui o dever de reparar o dano e, conseqüentemente, de figurar no pólo passivo do litígio”(RSTJ 111/2390). ( Excertos do relatório do recurso especial em foco).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aliás, estas decisões, assim como a de que “a jurisprudência do STJ acolheu entendimento no sentido de que, não havendo relação jurídica entre litisdenunciante e litisdenunciado, não há como se admitir o pedido de denunciação da lide (RSTJ 67/441), estão insertas no acatado Código de Processo Civil (Theotonio Negrão, José Roberto F. Gouvêa, com a colaboração de Luis Guilherme Aidar Bondioli, 41ª edição, Editora Saraiva, 2009, pág. 209)”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O eminente ministro relator entendeu pela leitura do inciso III do CPC, que “nem pela lei, nem pelo contrato, há direito do banco de se ressarcir da seguradora. Não há vínculo contratual nem legal entre as duas pessoas jurídicas”, (trecho do voto do relator no recurso especial em tela).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Data vênia do brilhantismo do voto do eminente relator ouso discordar deste entendimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No seguro de dano, se garante ao segurado a perda de um valor determinado em seu patrimônio, quer quando da contratação direta entre o segurado e a seguradora, quer quando um terceiro, através de um outro contrato, promete através do pagamento de um prêmio pelo segurado junto a uma seguradora a quantia suficiente para repor o bem sinistrado. É o caso, por exemplo, de um imóvel financiado no qual o segurado realiza no momento da contratação do financiamento, um contrato de seguro, para a hipótese em que ele venha a falecer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aliás, o enunciado 31 do STJ, diz, textualmente:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“A aquisição, pelo segurado, de mais de um imóvel financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação, situados na mesma localidade não exime a seguradora da obrigação de pagamento dos seguros”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Roberto Rosas, doutrina: “No caso, há dois negócios jurídicos distintos: o financiamento e o contrato de seguro.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E arremata: “Mas essa possibilidade não atinge o contrato de seguro, que decorre do contrato. Se ele não foi invalidado, a seguradora não foge do pagamento”. (In, Direito Sumular, 13ª Edição, Malheiros Editores, 2006).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ademais, como registra James Eduardo Oliveira, em escólios de Humberto Theodoro Júnior, &lt;em&gt;verbis&lt;/em&gt;: “Não será um direito de regresso que se estará exercitando, mas o direito de exigir que a seguradora assuma o dever de realizar a indenização direta ao autor da ação indenizatória, pois, no atual regime securitário, o direito da vítima é exercitável tanto perante o causador do dano como em face de sua seguradora.” (HUMBERTO THEODORO JÚNIOR, Curso de Direito Processual Civil, 44° ed.Forense, p. 142), &lt;em&gt;Apud&lt;/em&gt;, Código Civil Anotado e Comentado, Doutrina e Jurisprudência, Editora Forense,, 2009, pág. 566.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas, o próprio instituto da denunciação da lide “é demanda antecipada: o denunciante se antecipa e, antes de sofrer qualquer prejuízo e para hipótese de vir a sofrê-lo, demanda proposta em face de terceiro, com o objetivo de imputar-lhe a responsabilidade pelo ressarcimento”. Normalmente, seria caso de demanda sem interesse de agir, pois o demandante ainda não sofreu qualquer prejuízo; mas por uma questão de economia processual, permite-se a antecipação da demanda, atribuindo-lhe, porém, a natureza eventual. Sintetiza Barbosa Moreira: a denunciação da lide consiste “em verdadeira propositura de uma ação de regresso antecipada, para a eventualidade da sucumbência do denunciante” (In, Fredie Didier Jr, Curso de Direito Processual Civil, vol 1, 2007, Edições Podivm, pág. 319).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação à garantia de cumprimento do contrato de seguro se pode extrair semelhante conclusão, quando se lê a seguinte passagem de Alexandre Freitas Câmara, &lt;em&gt;verbis&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Afirme-se ainda, e desde logo, que embora a denunciação da lide seja, de ordinário, dirigida a um terceiro, estranho à relação processual, admite-se que se denuncie a lide a quem já seja parte, o que se dará, por exemplo, quando entre os réus haja relação de garantia. Neste caso, admite-se que um dos litisconsortes denuncie a lide ao outro” (Alexandre Freitas Câmara, Lições de Direito Processual Civil, vol I, 16ª edição, Lúmen Júris, 2007, pág.207).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dessarte seja por meio do instituto da denunciação da lide, inciso III, artigo 70 do Código de Processo Civil, seja, hoje, modernamente, como parece se inclinar a jurisprudência, através do chamamento ao processo, inciso III, do artigo 77 do mesmo diploma legal, institutos da denominada “Intervenção de Terceiros”, o prejudicado, ou o seu beneficiário, em sede de um contrato-tipo, obterá o direito tutelado por um contrato &lt;em&gt;a laterae&lt;/em&gt; de um outro como soe ser o contrato de seguro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estas ilações decorrem da existência e da realização de dois contratos, quer o de financiamento, quer o de seguro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por este último, a obrigação surge com o sinistro, que não foi invalidado com o pagamento do prêmio à seguradora, embutido por ocasião do contrato de financiamento, no caso, de seguro automóvel.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diante destas razões e forte no enunciado 31 do STJ, entendo, data vênia, que a seguradora deva indenizar os beneficiários do segurado pagando o valor da importância segurada (indenização), a fim de conseguir a transferência do veículo aos beneficiários legais, assim como a restituição de parcelas, por acaso, pagas indevidamente para se acobertar dos riscos do sinistro avençado em um contrato atrelado a um outro, na hipótese, o de financiamento de veículo automotor.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%76%6f%6c%74%61%69%72%65%40%6d%61%72%65%6e%73%69%2e%61%64%76%2e%62%72"&gt;Voltaire Marensi&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é advogado e professor no Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 29 de novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-29/financiamento-veiculos-relacao-seguradoras"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-29/financiamento-veiculos-relacao-seguradoras"&gt;Conjur &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-800792991726903405?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/800792991726903405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/pagamento-e-restituicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/800792991726903405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/800792991726903405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/pagamento-e-restituicao.html' title='Pagamento e restituição'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-2179757910457822698</id><published>2009-11-29T01:24:00.001-08:00</published><updated>2009-11-29T01:24:22.146-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doutrina»direitoeinformática»informáticaaplicadanodireito»judiciário'/><title type='text'>Avanços tecnológicos</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://jus2.uol.com.br/doutrina/imprimir.asp?id=13936"&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;b&gt;&lt;big&gt; Acesso ao Judiciário e outros temas&lt;/big&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;            &lt;p&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;small&gt;&lt;br /&gt;&lt;/small&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;hr&gt; &lt;table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;table width="100%" border="0" cellpadding="5" cellspacing="0"&gt;        &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;          &lt;td width="1%"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;          &lt;td valign="bottom" width="99%"&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;b&gt;Francisco Rossal de Araújo, Luiz Alberto de Vargas, Maria Helena Mallmann, Ricardo Carvalho Fraga&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;            &lt;small&gt;Juízes da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul&lt;/small&gt;&lt;/font&gt; 		  &lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;      &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;1. TRANSMISSÃO PELA INTERNET DAS SESSÕES DE JULGAMENTO&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Implantou-se, de forma experimental, sistema de transmissão, ao vivo, pela internet, bem como a gravação em meio eletrônico, imagem e som, das sessões do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, inicialmente na 3ª Turma. A primeira sessão foi transmitida dia 13 de maio de 2009, havendo previsão de, em breve, ficar disponível no site do TRT-RS por mais algum tempo. &lt;sup&gt;[02]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A informatização, que, de forma avassaladora, atinge todos os aspectos da vida cotidiana, chega a uma nova fase, a da informação digital, passando a representar um novo desafio na política permanente de melhoria dos serviços públicos e, particularmente, do Poder Judiciário.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O usuário do serviço público, hoje, é um cidadão exigente que, acostumado com as imensas facilidades propiciadas pela rede eletrônica globalizada, espera que, também nas suas relações com o Judiciário, tenha acesso à informação completa, instantânea e de qualidade que a internet usualmente propicia, constituindo, hoje, o denominador comum para a criação de uma base de excelência na prestação do serviço público que deve nortear as ações que busquem o aperfeiçoamento de nossas instituições.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Não é demasiado ressaltar que, através da informação digital universalmente compartilhada, potencialmente aproximamo-nos bastante da utopia do cidadão plenamente informado sobre todos os aspectos da vida, através da criação de uma "ágora" digital, que torna ainda mais transparente e mais democrática a gestão pública.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Particularmente no Judiciário, o amplo acesso do cidadão às informações judiciais constitui uma exigência que decorre da própria garantia constitucional de acesso do cidadão à demanda judicial.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na linha desse inevitável processo de abertura do Judiciário à sociedade, a transmissão das sessões de nosso Tribunal ao público em geral se alinha com outras iniciativas, bastante exitosas, como a transmissão das sessões do STF e do TSE através da TV Justiça. Outros Tribunais, como o TRTs de Campinas e Paraíba já transmitem sessões pela internet. &lt;sup&gt;[03]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os benefícios para a instituição são inúmeros e evidentes. Abrindo-se à rede mundial a transmissão das sessões do Tribunal, dar-se-á um passo decisivo para um maior conhecimento do público a respeito do trabalho aqui realizado em prol da sociedade, com o potencial de, em breve, tornar-se o melhor instrumento de divulgação, em favor de um maior reconhecimento social de nossa instituição.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A gravação das sessões em meio eletrônico, por outro lado, substituirá o já defasado sistema de gravação de som em fita magnética, garantindo-se uma maior segurança, confiabilidade e agilidade no armazenamento e verificação dos registros das sessões, sempre que necessários.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A utilização da internet ampliará consideravelmente o volume das consultas ao banco de dados do Tribunal, incrementando a velocidade na divulgação das informações jurisprudenciais, tornando as decisões do Tribunal conhecidas virtualmente em qualquer lugar do mundo, de forma quase instantânea.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O maior, mais fácil e mais rápido conhecimento da jurisprudência do Tribunal por magistrados, servidores, advogados, pesquisadores, estudantes e pela comunidade jurídica em geral será poderoso fator de impulsão da ampliação do debate jurídico, contribuindo para a elevação da consciência jurídica e, assim, para a integração e harmonia sociais.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Avançando sobre as possibilidades didáticas propiciadas pela transmissão e gravação das sessões, pode-se pensar, até mesmo, na utilização do material gravado no treinamento de servidores ou em cursos de aperfeiçoamento de magistrados, utilizando-se os inestimáveis serviços que podem ser prestados por nossa Escola Judicial. Além disso, tal material pode ser proporcionado à comunidade em geral, através de convênios com entidades educacionais.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;2. OUTRAS INICIATIVAS&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na mesma perspectiva do projeto antes mencionado, existe outro encaminhamento do Supremo Tribunal Federal. Viu-se que "&lt;i&gt;Uma das propostas é a criação de um canal do YouTube para o STF e para o CNJ a fim de que as pessoas possam acessar as informações veiculadas pela TV Justiça sobre as atividades que essas instituições têm desenvolvido. A intenção é que o internauta acesse, por exemplo, vídeos dos julgamentos pela Internet em qualquer hora e lugar. Com a cooperação tecnológica também se pretende viabilizar projetos do CNJ e criar ferramentas para a melhoria da comunicação institucional das duas Casas, com a busca de informações a processos e integração de juízes e advogados em todo o país&lt;/i&gt;." &lt;sup&gt;[04]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Hoje existe, em diversos ou mesmo todos TRTs, a possibilidade de peticionamento eletrônico. No Rio Grande do Sul supera os dez por cento das petições apresentadas. Este número é significativo se considerarmos o seu rápido crescimento. &lt;sup&gt;[05]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Igualmente, várias peças processuais já são disponibilizadas nos sites dos tribunais, podendo ser acessadas na rede. São as atas de audiência, muitos despachos e, mais recentemente, as sentenças. Sendo assim, independentemente, de folhear os autos em meio papel, todos podem inteirar-se, no mínimo, das principais ocorrências processuais. Nos tribunais desaparece ou diminui, sensivelmente, a diferença entre as funções do segundo e terceiro juízes a expressarem seus votos, o que reforça a necessidade de que o Relator bem conduza os debates.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;De um modo, bastante resumido, pode-se acreditar que o avanço democrático foi consolidado com a descoberta de diversos meios oferecidos pelas novas tecnologias. Hoje, por exemplo, seria completamente inadimissível o retorno às antigas sessões secretas dos tribunais.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por óbvio, quando necessário, é viável a realização de atos em segredo de justiça. Nos novos debates, tem surgido uma situação intermediária. São aquelas situações, não exatamente que exijam segredo de justiça, mas nas quais existe risco de excessiva divulgação. Lembre-se do trabalhador às vésperas de receber alvará com valor expressivo, resultado de processo nos quais se examinaram longos anos de seu maior e/ou único contrato de emprego. Nestas situações intermediárias, surgidas em número não pequeno, sempre haverá de se adequar quais ferramentas da informática serão ou não utilizadas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O Juiz do Trabalho em Campinas, Firmino Alves de Lima, chega a propor um reexame e ponderação, em cada caso, dos aprendizados sobre publicidade e respeito à intimidade privada. &lt;sup&gt;[06]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;No processo eletrônico, certamente, tais dificuldades estarão diminuídas ou mesmo solucionadas, para a imensa maioria dos casos, com a previsão de diferentes "perfis", com acesso a alguns ou outros dados processuais, o que é viável, tecnicamente.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;3. PROCESSO ELETRÔNICO PROPRIAMENTE DITO&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As diversas iniciativas referidas nas linhas anteriores apontam para o mesmo rumo, ou seja, cada vez maior utilização da informática. Sendo assim, alguns utilizam outras expressões, tais como processo virtual ou digital. De qualquer modo, a expressão processo eletrônico é a que foi utilizada pela Lei 11.419, principal referência normativa no tema.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A tramitação da Lei 11.419 teve vários percalços, com substituição de Relator, no Congresso Nacional. Consagrou importantes experiências da Justiça Federal, notadamente no Rio Grande do Sul.&lt;sup&gt; [07]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Sabe-se que o Conselho Nacional de Justiça já percebeu a dificuldade de construção imediata de um sistema único para todo o Poder Judiciário. Sendo assim, passou a cuidar, primeiramente, de algumas medidas unificadoras, tais como numeração única e também as tabelas processuais, de classes, assuntos e movimentos. &lt;sup&gt;[08]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Esta postura do CNJ tem permitido que melhor sejam assimilados os relevantes aprendizados de diversas iniciativas. Papel incentivador pode ser representado pelo efetivo reconhecimento das "boas práticas". &lt;sup&gt;[09]&lt;/sup&gt; Dentre estas e já bem além, vale registrar as da Justiça Federal de todo o País e da Justiça Estadual, no Estado de São Paulo, que aliás já são a implantação do processo eletrônico, propriamente dito.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O Juiz Cláudio Pedrassi, do TJ-SP, bem salienta a necessidade de ambiente "amigável", com cuidados perante o usuário, inclusive, com medidas inovadoras tais como a organização de gabinetes bem estruturados aos juízes de primeiro grau. &lt;sup&gt;[10]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;No relacionamento com o usuário servidor, sabe-se que muito mais relevante do que, eventual e bem futura, diminuição de necessidade de mão de obra, é a imperiosa necessidade de deslocamentos, para atividades hoje não totalmente avaliáveis. Ao invés de diminuição, necessriamente, acontecerá o descolamento de atividades, desde o primeiro momento.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ainda que inexistam pesquisas, mais detalhadas, voltadas unicamente para as consequências sociais da maior utilização da informática, alguns dados já são quase visíveis. Alguma demanda reprimida tem sido percebida quando aumenta, significativamente, a facilidade de acesso à Justiça.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na Justiça do Trabalho, além do maior uso da informática, medite-se sobre a enorme demanda reprimida, existente nas localidades em que presente forte temor quanto a listas de reclamantes. Acaso as melhorias da informática coincidam no tempo com estes outros aperfeiçoamentos sociais, de combate às "listas negras", não serão poucos os novos ajuizamentos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Outro dado bastante desconhecido é o relativo às conseqüências de tais avanços tecnológicos no mercado de trabalho dos profissionais da advocacia. Num primeiro momento, é fácil imaginar que a concentração se elevará em muito, diante das enormes vantagens de estar mais e melhor estruturado. Estudos sobre o tema serão relevantes, inclusive para que se examinem possíveis conseqüências, do ponto de vista da democracia.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O mercado de trabalho dos profissionais da advocacia, por outro lado, poderá exigir e permitir maior criatividade, quanto à organização dos escritórios e convívio entre um e outro profissional. Igualmente, cabe indagar quem atenderá certas demandas de aparente menor gravidade, mas que assumem relevância social, pela sua repetição.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os "quiosques" a serem organizados pelos Tribunais, com apoio da OAB, assumem papel imprescindível, acima de tudo, pelo simbolismo de se desejar combater toda e qualquer exclusão digital. Isto não impede que se saiba de sua maior validade exatamente como símbolo, apenas, e possibilidade de, no máximo, auxílio em situações emergenciais.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em toda política de implantação, que tenha maior cuidado com os usuários, conhecidos e potenciais, estas questões deverão ser lembradas. A utilização de dois monitores, um para consulta de dados e outro para a redação, tem sido reconhecida.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os cuidados e atenção com a saúde e imperiosidade de intervalos de descanso serão, cada vez mais, inadiáveis. &lt;sup&gt;[11]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;4. OUTRAS PECULIARIEDADES DA JUSTIÇA DO TRABALHO&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Todo o processo eletrônico, que se está implantando no País tem algo de pioneiro. Tem sido comum, em eventos sobre o tema, lembrar a Justiça Eleitoral realizando eleições, inclusive, nas localidades mais distantes da selva amazônica, em total inovação.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na Justiça do Trabalho, maior número de polêmicas internas surgirão, certamente. Não é, pois, exagero acreditar que estamos construindo algo também inédito, ao tratar do processo eletrônico na Justiça do Trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Neste ramo do Judiciário, no Brasil, ao contrário do que se pode pensar, o princípio da oralidade não foi adotado com a intensidade que pode parecer num primeiro olhar. Talvez, o princípio da oralidade esteja sendo praticado com algumas distorções, não se alcançando o que seriam suas verdadeiras finalidades, ao menos no atual momento histórico.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nos demais países da América Latina, com influência da Espanha, percebe-se, com maior nitidez, a presença do princípio da oralidade.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A necessidade inadiável adoção do princípio da oralidade, com toda profundidade, nos dias atuais do Direito do Trabalho, decorre de inúmeras motivações. É mais do que sabido que, na imensa maioria dos casos, a dificuldade na obtenção e produção da prova está com uma das partes, o ex-trabalhador.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Acredita-se que, em suas marchas e contramarchas, o princípio da oralidade serve, exatamente, para que o juiz esteja presente, bem direcionando os atos processuais. Em seu desenvolvimento, teve diferentes significados, mantendo esta sua finalidade primordial, de evitar um julgador desconhecedor dos fatos e sentimentos das partes. &lt;sup&gt;[12]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As vantagens de "interoperabilidade" dos sistemas de informática, igualmente, propiciarão novos aperfeiçoamentos. Mais de um TRT já organiza seus "Núcleos de Investigação Patrimonial", conforme noticia de Rubens Curado, Juiz do Trabalho e Secretário Geral do CNJ. &lt;sup&gt;[13]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Para tais pesquisas são úteis os acessos aos bancos de dados públicos sobre transferência de moeda em razão de compra e venda de imóveis, propriedades de veículos, melhor uso do convênio com Banco Central sobre depósitos bancários, entre outros, e, até mesmo, sobre endereços atualizados.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Um outro juiz se quer hoje. A atuação isolada e processo a processo, elaborando seus textos como se fossem obras de arte não serve mais.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Já são possíveis e perfeitamente cabíveis as movimentações processuais "em bloco" ou "por lote". A grandiosidade dos números de repetição de casos semelhantes tem levado a isto na Justiça Federal, sendo realidade aceita por todos, sem espanto. Não poderá ser diverso na Justiça do Trabalho. Note-se que não se tratam apenas de despachos, mas, igualmente, de atos decisórios.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na Justiça do Trabalho, tantos avanços da informática, provavelmente, trarão a eficácia que a maior utilização dos processos coletivos poderia ter trazido, muito antes. Recorde-se que a Súmula 310 do TST, quase expressamente em sentido contrário do texto constitucional, artigo oitavo, inciso terceiro, teve "vigência" por tempo não pouco dilatado. &lt;sup&gt;[14]&lt;/sup&gt; Os objetivos do constituinte, ao afirmar a substituição processual, seguramente, serão alcançados, em futuro próximo, de outro modo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Novas formas de agir e pensar se exigem de todos os profissionais do Direito. O Poder Judiciário pouco contribuirá ao limitar-se a reparar as lesões mais aparentes. Se impõe uma verdadeira tarefa de contribuir como "organizador social". &lt;sup&gt;[15]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A sociedade, ao desejar maior número de atores sociais, contribuindo como organizadores sociais, acredita que alguns consensos mínimos são possíveis entre todos os profissionais do Direito. Muito mais, na esfera do Direito do Trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Neste outro quadro, vale a lembrança do "dever de colaboração", registrado no Código de Processo Civil de Portugal. Julio Bebber recordou tal princípio ao tratar do cumprimento das sentenças. Vale a lembrança para toda atuação dos juízes, advogados, servidores e demais envolvidos, na implantação e posterior convívio com o processo eletrônico. &lt;sup&gt;[16]&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cada avanço tecnológico pouco ou nada significa se não propiciar um correspondente avanço social. No tema, do processo eletrônico, a obtenção de redução de custos é um aperfeiçoamento que não se justifica por si só, mesmo que impressionem, especialmente a todos administradores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O que se deseja é:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;a) garantir e ampliar o acesso à Justiça;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;b) a maior transparência, com democracia e participação;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;c) a celeridade processual.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os três objetivos, antes mencionados, muito mais representarão do que simples reduções de custos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Muito mais do que implantar inovações tecnológicas, desejamos avançar na construção, coletiva, de transformações sociais.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Notas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;O sitio do TRT RS é &lt;a href="http://www.trt4.jus.br//ohttp://www.trt4.jus.br/"&gt;WWW.trt4.jus.br&lt;/a&gt; havendo um ícone na parte direita com o indicativo "sessões on line".&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Os sítios são &lt;a href="http://www.trt15.jus.br//ohttp://www.trt15.jus.br/"&gt;www.trt15.jus.br&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.trt13.jus.br//ohttp://www.trt13.jus.br/"&gt;www.trt13.jus.br&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A noticia referida foi divulgada no sitio &lt;a href="http://www.stf.jus.br//ohttp://www.stf.jus.br/"&gt;www.stf.jus.br&lt;/a&gt; na Segunda-feira, 04 de Maio de 2009, sob o título "STF e CNJ firmam parceria com o Google".&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Este índice de dez por cento foi apresentado pelo Presidente do TRT RS, João Ghisleni Filho, no Seminário de maio 2009. No mesmo evento, o Juiz Cláudio Pedrassi, do TJ-SP, apontou o crescimento de 4 para 18%, em São Paulo, em apenas um semestre, no ano anterior.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Firmino Alves de Lima, "Comentários à Lei 11.419 de 2006 – que trata da informatização do processo judicial – uma visão para a Justiça do Trabalho", Revista LTr, São Paulo: março de 2007, p. 351/360.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;O relato é de Firmino Alves de Lima, no texto antes mencionado, no mesmo texto já mencionado "Comentários à Lei 11.419 de 2006 – que trata da informatização do processo judicial – uma visão para a Justiça do Trabalho", Revista LTr, São Paulo: março de 2007, p. 351/360.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;No âmbito da Justiça do Trabalho, no Rio Grande do Sul, os encaminhamentos quanto as tabelas unificadas tem sido coordenados pelo Juiz Maurício Schmidt Bastos.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A expressão é do Secretário Geral do CNJ, Rubens Curado, no Seminário TRT, maio de 2009.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A observação ocorreu no Seminário TRT RS, maio de 2009.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A consideração do Juiz Federal Marcelo de Nardi, no Seminário TRT RS, maio de 2009, continha dados sobre novas dificuldades de saúde.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Sobre o tema, "Princípio da Oralidade no Processo do Trabalho – uma análise comparativa dos sistemas normativos do Brasil e da Espanha", de Francisco Rossal de Araújo, Revista do TRT RS, Porto Alegre: HS Editora, 2008, p 66 a 80.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A notícia ocorreu no Seminário TRT, maio de 2009.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A súmula 310 foi editada em 1993, sendo cancelada apenas em 2003.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;A instigante expressão foi referida em Seminário sobre Competência Amplidada da JT, Belo Horizonte, abril de 2009, pelo Procurador-Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região Ricardo José Macedo de Britto Pereira.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Medite-se os transtornos decorrentes da "juntada" de novecentos anexos eletrônicos sem a devida indicação, mencionada em Seminário Agetra e Amatra, abril de 2009, Porto Alegre.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;     &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="3"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;                          &lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;b&gt;Sobre os autores&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;      &lt;table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;        &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;          &lt;td colspan="2" background="http://jus.uol.com.br/images/pontobranco.gif"&gt;&lt;img src="http://jus.uol.com.br/images/2X2.gif" width="2" height="2" /&gt;&lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;          &lt;td valign="top" width="12"&gt;&lt;img src="http://jus.uol.com.br/images/bulet.gif" width="12" height="12" /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;&lt;font size="2" face="Verdana, Arial"&gt;Francisco Rossal de Araújo, Luiz Alberto de Vargas, Maria Helena Mallmann, Ricardo Carvalho Fraga&lt;/font&gt;          &lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;          &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;            &lt;table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                &lt;td colspan="2"&gt;&lt;span class="fontemedia"&gt;&lt;b&gt;E-mail:&amp;nbsp;&lt;a href="javascript:contactar('iSot',%2013936)"&gt;Entre em contato&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;              &lt;/tr&gt;              &lt;tr&gt;                &lt;td colspan="2"&gt;&lt;img src="http://jus.uol.com.br/images/2X2.gif" width="4" height="4" /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;/tr&gt;            &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;          &lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;      &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;b&gt;Sobre o texto:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;      &lt;font size="2" face="Verdana, Arial"&gt;Texto inserido no Jus Navigandi nº2342 (29.11.2009)&lt;br /&gt;Elaborado em 05.2009. &lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;                    &lt;tr&gt;                      &lt;td&gt;&lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;b&gt;Informações                        bibliográficas:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;			&lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;small&gt;&lt;small&gt;Conforme a NBR 6023:2000 da Associação Brasileira de Normas  Técnicas (ABNT), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;font size="2" face="Verdana, Arial"&gt;ARAÚJO, Francisco Rossal de; VARGAS, Luiz Alberto de et al. Avanços tecnológicos: acesso ao Judiciário e outros temas . &lt;b&gt;Jus Navigandi&lt;/b&gt;, Teresina, ano 14, n. 2342, 29 nov. 2009. Disponível em: &amp;lt;http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=13936&amp;gt;. Acesso em: &lt;script language="JavaScript"&gt;document.write(capturado());&lt;/script&gt;29 nov. 2009.&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                    &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;font size="1"&gt;&amp;nbsp; &lt;/font&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://jus2.uol.com.br/doutrina/imprimir.asp?id=13936"&gt;&lt;a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/imprimir.asp?id=13936"&gt;Jus Navigandi &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-2179757910457822698?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/2179757910457822698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/avancos-tecnologicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2179757910457822698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2179757910457822698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/avancos-tecnologicos.html' title='Avanços tecnológicos'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-1088890685590756712</id><published>2009-11-28T11:45:00.001-08:00</published><updated>2009-11-28T11:45:49.270-08:00</updated><title type='text'>O avanço da insegurança jurídica</title><content type='html'>&lt;div id="editorial_destaque_titulo2"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; 																&lt;div id="editorial_destaque_titulo3"&gt;&lt;img id="editorial_destaque_imagem2" src="http://www.direitoemacao.com.br/img/sem_foto.jpg" alt="" name="editorial_destaque_imagem2" align="middle"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; 																	&lt;/div&gt; 																&lt;p&gt;&lt;i&gt;A segurança jurídica é fundamental para que um país como o Brasil possa receber os investimentos de que necessita para se desenvolver na medida de suas potencialidades. Isso significa respeito ao Estado Democrático de Direito, à Constituição vigente, ao equilíbrio entre os Poderes da República e ao estabelecimento de marcos regulatórios estáveis no que concerne às relações entre as empresas e o Estado. &lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;br&gt; Apesar de estarmos vivendo um período já longo de normalidade democrática - inédito em nossa conturbada história política e social -, pairam no ar ameaças de retrocesso em razão de algumas leis já aprovadas e de outras que podem vir à tona caso passem pelo crivo do Congresso Nacional. Assim como a sociedade brasileira já incorporou, independentemente de governos, a estabilidade monetária de que desfrutamos desde a implantação do Plano Real, também é preciso garantir as conquistas na área jurídica. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Em primeiro lugar, examinemos a nova legislação que passa a regulamentar os processos de mandado de segurança, que preocupa por trazer algumas inconstitucionalidades. A Lei nº 12.016, de 2009, revogou a anterior, de número 1.533/1951, que até o presente regulamentava o assunto, recepcionado nas Constituições de 1967 e de 1988. &lt;br&gt;&lt;br&gt; De início, é importante lembrar que o artigo 5º, incisos LXXIX e LXXX, da Constituição garante ao cidadão brasileiro que tiver seus direitos constitucionais suprimidos ou ameaçados a possibilidade de entrar com ação de mandado de segurança, individual ou coletivo, sem qualquer limitação. Dessa forma, se caracterizada a lesão ou a ameaça de lesão, aquele que teve seus direitos atingidos pode recorrer ao Judiciário por essa via, que concederá ou não a ordem, em razão da convicção do magistrado da existência do direito líquido e certo. Portanto, a nova lei não pode impor limitações que não estejam na Lei Suprema. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Essas limitações se traduzem pela exigência de depósitos, cauções ou fianças para sua concessão, ferindo assim o espírito da Carta Maior da República, visto que, na forma em que foi redigida a nova lei do mandado de segurança, a prestação de garantia se torna um quase &amp;quot;poder-dever&amp;quot;. Em verdade, estando a hipótese na lei, nenhum magistrado concederá a segurança em questões patrimoniais, sem garantia, para não ser considerado suspeito. E quem não tiver os recursos necessários para efetuar o depósito e, assim, assegurar o processo não terá seu direito líquido e certo protegido. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Da mesma forma, outra limitação da nova lei está presente no artigo 1º, parágrafo 2º, que impede a concessão de mandados de segurança contra atos de gestão de administradores de empresas estatais (públicas, economia mista, concessionárias de serviços públicos). Pois, se não podem as autoridades ser responsabilizadas por seus atos (coatores) como administradores públicos - conforme os parágrafos 5º e 6º do artigo 37 da Constituição -, o texto da nova lei vai contra princípios constitucionais. No parágrafo 2º do artigo 7º, inclusive, proíbe-se a concessão de medidas liminares para liberar mercadorias importadas, a reclassificação aduaneira, a equiparação de servidores públicos ou vantagens de qualquer natureza, desde concessão de 2 aumentos ou extensão delas para pagamento. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Ora, a proibição de concessão de liminar, por exemplo, em importações de mercadorias, pode acarretar prejuízos consideráveis aos importadores, sem que seu direito líquido e certo possa ser protegido. &lt;br&gt;&lt;br&gt; O mesmo se pode dizer do mandado de segurança coletivo, que só pode ser concedido após o representante judicial da pessoa jurídica de direito público. Em outras palavras, um remédio processual constitucional, a ação do mandado de segurança, que não prevê limites em sua utilização, não poderá ser utilizado justamente por causa da imposição de alguns pontos limitadores, feita por lei infraconstitucional! (artigo 22, parágrafo 2º). &lt;br&gt;&lt;br&gt; O Conselho Federal da OAB-SP já ingressou com ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra esses dispositivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Postado por &lt;b&gt;&lt;i&gt;Rbt_Temis2                    &lt;/i&gt;&lt;/b&gt; em 28 de novembro de 2009 às de 16:54.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.direitoemacao.com.br/index.php?h_caderno=Artigos&amp;amp;h_registro=150306"&gt;Direito em Ação&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;div id="div_editorial_cabecalho3"&gt; 																	&lt;div id="container6"&gt; 																		&lt;br&gt;&lt;/div&gt; 																	&lt;div id="div_editorial_cabecalho_titulo"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;(Ives Gandra da Silva Martins)                                      &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt; 																		&lt;/div&gt; 																&lt;/div&gt; 																 																	 																		 																			&lt;table class="dsR104 dsR107" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="dsR96 dsR106"&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt; 																			&lt;td class="dsR101 dsR104 dsR167"&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt; 																			&lt;td class="dsR95 dsR108 dsR168"&gt; 																				&lt;div id="div_editorial1_autor2" style="cursor: pointer;"&gt; 																					&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="mailto:ivesgandra@gandramartins.adv.br%20"&gt;&lt;font size="2"&gt;ivesgandra@gandramartins.adv.br &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-1088890685590756712?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/1088890685590756712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/o-avanco-da-inseguranca-juridica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/1088890685590756712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/1088890685590756712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/o-avanco-da-inseguranca-juridica.html' title='O avanço da insegurança jurídica'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-5611549051130103659</id><published>2009-11-28T09:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T09:24:54.547-08:00</updated><title type='text'>Reta final</title><content type='html'>&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;Eleições da OAB já definiram 25 presidentes&lt;/h1&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Nesta sexta-feira (27/11) foram escolhidos os novos presidentes das seccionais da OAB em Sergipe, Alagoas e Amazonas. A OAB também já divulgou a lista dos 66 conselheiros federais da entidade que foram eleitos até o momento. A escolha ocorre simultaneamente com as eleições estaduais. Ainda faltam definir seus dirigentes as seccionais de Roraima e Paraíba.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em Sergipe, venceu com 837 votos, a chapa encabeçada pelo advogado Carlos Augusto Monteiro Nascimento. O candidato Eduardo Macedo ficou em segundo lugar com 464 votos e a chapa de Emília Correa, em terceiro, com 369 votos. Em Alagoas, o vencedor foi Coêlho de Mello, reeleito com 1.616 votos. A chapa 2, "Pelo Advogado" presidida por Everaldo Patriota recebeu 1.433 votos.  No estado do Amazonas, Fabio Mendonça foi eleito, mas a seccional ainda não divulgou a contagem dos votos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As eleições em Roraima estavam programas para esta sexta-feira (27/11), porém a seccional ainda não divulgou se a apuração dos votos foi encerrada. Na Paraíba, os advogados vão às urnas neste sábado (28/11).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Conselho Federal da OAB já possui 66 conselheiros federais eleitos até esta sexta. Os escolhidos para o triênio 2010/2012 estão sendo selecionados simultaneamente às eleições para as diretorias das 27 Seccionais da OAB. Serão 81 nomes até o final do pleito. Eles ficarão responsáveis pela eleição do sucessor do presidente nacional da entidade, Cezar Britto. (Veja a lista abaixo).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conselheiros federais eleitos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Acre&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;César Augusto Baptista de Carvalho&lt;br&gt; Renato Castelo de Oliveira&lt;br&gt; Tito Costa de Oliveira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• &lt;strong&gt;OAB do Amapá&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Adamor de Souza Oliveira&lt;br&gt; Sandra do Socorro do Carmo Oliveira&lt;br&gt; Vera de Jesus Pinheiro&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB da Bahia&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Durval Júlio Ramos Neto&lt;br&gt; Marcelo Cintra Zarif&lt;br&gt; Luiz Viana Queiroz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Ceará&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Paulo Napoleão Gonçalves Quezado&lt;br&gt; Hercules Saraiva do Amaral&lt;br&gt; Jose Danilo Correia Mota&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Distrito Federal&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Délio Fortes Lins e Silva&lt;br&gt; Meire Lucia Gomes Monteiro Mota&lt;br&gt; Daniela Rodrigues Teixeira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Goiás&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Felicíssimo José de Sena&lt;br&gt; João Bezerra Cavalcante&lt;br&gt; Miguel Ângelo Cançado&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Espírito Santo&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Djalma Frasson&lt;br&gt; Luiz Claudio Silva Allemand&lt;br&gt; Setembrino I. Netto Pelissari.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Maranhão&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Raimundo Marques&lt;br&gt; José Guilherme Zagallo&lt;br&gt; Ulisses Cesar Martins de Sousa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•OAB de Mato Grosso&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Francisco Eduardo Torres Esgaib&lt;br&gt; Francisco Anis Faiad&lt;br&gt; Antonio Tadeu Guilhen&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Mato Grosso do Sul&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Afeife Mohamad Hajj&lt;br&gt; Carmelino de Arruda Rezende&lt;br&gt; José Sebastião Espíndola&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Minas Gerais&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;José Murilo Procópio de Carvalho&lt;br&gt; Raimundo Cândido Junior&lt;br&gt; Paulo Roberto de Gouvêia Medina&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Pará&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Ophir Cavalcante Junior&lt;br&gt; Angela Serra Sales&lt;br&gt; Frederico Coelho de Souza&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Pernambuco&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Jayme Jemil Asfora Filho&lt;br&gt; Leonardo Accioly da Silva&lt;br&gt; Pedro Henrique Braga Reynaldo Alves&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Paraná&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;René Ariel Dotti&lt;br&gt; Alberto de Paula  Machado&lt;br&gt; Romeu Felipe Bacellar Filho&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•OAB do Piauí&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Marcus Vinicius Furtado Coelho&lt;br&gt; Willian Guimarães de Carvalho&lt;br&gt; José Norberto Campelo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;•OAB do Rio de Janeiro&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Carlos Roberto de Siqueira Castro&lt;br&gt; Claudio Pereira de Souza Neto&lt;br&gt; Marcus Vinicius Cordeiro&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Rio Grande do Norte&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Sérgio Eduardo da Costa Freire&lt;br&gt; Lúcio Teixeira dos Santos&lt;br&gt; Wagner Soares Ribeiro de Amorim&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB do Rio Grande do Sul&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Cléa Carpi da Rocha&lt;br&gt; Luiz Carlos Levenzon&lt;br&gt; Renato da Costa Figueira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Rondônia&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Orestes Muniz Filho&lt;br&gt; Gilberto Piselo do Nascimento&lt;br&gt; Celso Ceccatto&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Santa Catarina&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Paulo Marcondes Brincas&lt;br&gt; Rafael de Assis Horn&lt;br&gt; Walter Carlos Seyfferth&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de São Paulo&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Arnoldo Wald Filho&lt;br&gt; Guilherme Octavio Batochio&lt;br&gt; Marcia Regina Machado Melaré&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;• OAB de Tocantins&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Antônio Pimentel Neto&lt;br&gt; Manoel Bonfim Furtado Correia&lt;br&gt; Mauro José Ribas&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja a lista dos presidentes eleitos até sexta-feira (27/11):   &lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;AC&lt;/strong&gt; - Florindo Silvestre Poersh&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;AL &lt;/strong&gt;- Coêlho de Mello&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;AM&lt;/strong&gt; - Fabio Mendonça&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;AP&lt;/strong&gt; - Ulisses Träsel&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;BA -&lt;/strong&gt; Saul Quadros&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;CE&lt;/strong&gt; - Valdetário Andrade Monteiro&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;DF&lt;/strong&gt; - Francisco Queiroz Caputo Neto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;ES &lt;/strong&gt;- Homero Junger Mafra&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;GO&lt;/strong&gt; - Henrique Tibúrcio Peña&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;MA &lt;/strong&gt;- Mário Macieira&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;MG&lt;/strong&gt; - Luis Cláudio Silva Chaves&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;MS&lt;/strong&gt; - Leonardo Avelino Duarte&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;MT&lt;/strong&gt; - Claudio Stabile Ribeiro&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PA&lt;/strong&gt; - Jarbas Vasconcelos&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;PE&lt;/strong&gt; - Henrique Neves Mariano&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PI &lt;/strong&gt;- Sigifroi Moreno Filho&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PR&lt;/strong&gt; - José Lucio Glomb&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;RJ&lt;/strong&gt; - Wadih Damous&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;RN&lt;/strong&gt; - Paulo Eduardo Teixeira&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;RO&lt;/strong&gt; - Hélio Vieira&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;RS &lt;/strong&gt;- Cláudio Lamachia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;SC&lt;/strong&gt; - Paulo Roberto de Borba&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;SE &lt;/strong&gt;- Carlos Augusto Monteiro Nascimento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;SP&lt;/strong&gt; - Luiz Flavio Borges D´Urso&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;TO&lt;/strong&gt; - Ercílio Bezerra&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;SE&lt;/strong&gt; - Carlos Augusto Monteiro Nascimento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;AL&lt;/strong&gt; - Coêlho de Mello&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;AM&lt;/strong&gt; - Fabio Mendonça&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt; &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/eleicoes-oab-definiram-25-presidentes-66-conselheiros-federais"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, 28 de novembro de 2009&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-5611549051130103659?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/5611549051130103659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/reta-final.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/5611549051130103659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/5611549051130103659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/reta-final.html' title='Reta final'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-1340582802177579109</id><published>2009-11-28T08:10:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T08:17:52.783-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ONU'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Processo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundamentais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direitos'/><title type='text'>O Processo e os Direitos Fundamentais</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(43, 54, 77); line-height: 25px; font-size:15px;"&gt;&lt;div id="div_editorial_destaque_titulo" style="background-repeat: no-repeat; text-align: left; margin-top: 10px; margin-left: -10px; width: 578px; height: auto; min-height: 75px; "&gt; &lt;table class="dsR104 dsR107" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" style="width: auto; height: auto; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="dsR96 dsR106"&gt;&lt;img id="editorial_destaque_imagem2" src="http://www.direitoemacao.com.br/img_noticias/e04cb9a02237b93dd0fb185ab2f03e60.jpg" alt="" name="editorial_destaque_imagem2" align="middle" style="display: block; width: 70px; height: auto; " /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="dsR101 dsR104 dsR167" style="width: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="dsR95 dsR108 dsR168" style="vertical-align: bottom; "&gt;&lt;div id="div_editorial1_autor2"   style="color: rgb(166, 33, 45);   font-weight: bold; text-align: left; top: 0px; left: 90px; width: 475px; height: auto; min-height: 10px; cursor: pointer; font-family:arial;font-size:16px;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;Luís Cláudio da Silva Chaves *&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="div_editorial_profissao" style="color: rgb(53, 61, 66); font-size: 12px; font-family: 'trebuchet MS'; text-align: left; margin-top: -3px; margin-bottom: 3px; top: 0px; left: 90px; width: 475px; height: auto; min-height: 10px; cursor: pointer; "&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet MS';color:#6F6F6F;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;"Toda pessoa tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei." (Declaração Universal dos Direitos Humanos – ONU)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;A dignidade do homem exige a existência do Direito. O Processo Constitucional, como instrumento de proteção do Direito, consubstanciado pela supremacia da Constituição sobre as normas processuais, pressupõe a existência de um processo, como garantia da pessoa humana. Garantia essa que almeja a pacificação social, garantindo aos indivíduos o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As disposições constitucionais relativas ao processo se tornam pilares da estrutura judiciária, vinculando as leis aos direitos e garantias fundamentais previstos na Carta Magna. Na Constituição da República Federativa do Brasil, os direitos e garantias fundamentais encontram-se previstos no Título II, subdivididos em direitos e deveres individuais e coletivos (capítulo I), direitos sociais (capítulo II), direitos atinentes à nacionalidade (capítulo III), direitos políticos e dos partidos políticos (capítulo IV e V).&lt;br /&gt;Considerado o entendimento de que os princípios constitucionais processuais são garantidores dos direitos fundamentais entendemos que o magistrado deve dar-lhes máxima eficácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os princípios constitucionais do processo, previstos no artigo 5º da Carta Magna, asseguram, aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inafastabilidade do Poder Judiciário, a reserva legal, o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa, a produção de provas, a igualdade entre as partes, a legitimidade para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, bem como, a assistência jurídica integral e gratuita aos carentes de recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos afirmar que a Constituição Federal brasileira reservou condições para a garantia do acesso à justiça, bem como para a consolidação de princípios fundamentais para o exercício pleno da cidadania e para a efetivação da tutela jurisdicional. Ademais, assegurou os princípios da independência do magistrado, da imparcialidade do juiz e da motivação da sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destacamos, entretanto, aquele que se apresenta como instrumento básico de efetivação dos direitos fundamentais e processuais: o devido processo legal.&lt;br /&gt;O princípio do devido processo legal ou due process of law se configura por uma série de normas constitucionais, dentre elas, o direito de ação e o direito de defesa. O devido processo legal consiste na garantia de um processo regular para que haja um julgamento justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil adotou em seu ordenamento constitucional o preceito de que ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. Com isso foram incorporadas à Constituição uma série de garantias específicas, dentre as quais se destacam o princípio do contraditório, da ampla defesa, da igualdade entre as partes, da publicidade, do dever de motivação das decisões judiciárias, do duplo grau de jurisdição, da inadmissibilidade das provas ilícitas, que resultam do direito do indivíduo ao processo justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A convenção Americana sobre Direitos Humanos, ratificada pelo Brasil, foi integrada ao nosso ordenamento jurídico. Com o permissivo legal do § 2º, do art. 5º da Constituição Federal, os direitos e garantias expressos na Carta Magna não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. Assim, os direitos e garantias processuais previstos no art. 8º da referida Convenção passaram a integrar a nossa Constituição, complementando-a e especificando, ainda mais, o princípio do due process of law. &lt;/span&gt;     &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, nosso País deve-se preocupar, ainda, com a efetivação dos direitos constitucionais, eis que a morosidade da justiça colide, frontalmente, com o desejável, eis que a justiça que tarda não pode ser considerada justa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;*Presidente eleito da OAB/MG - Gestão 2010/2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.direitoemacao.com.br/?h_caderno=Artigos&amp;amp;h_registro=110361"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;Direito em Ação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-1340582802177579109?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/1340582802177579109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/o-processo-e-os-direitos-fundamentais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/1340582802177579109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/1340582802177579109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/o-processo-e-os-direitos-fundamentais.html' title='O Processo e os Direitos Fundamentais'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-8829225123641901589</id><published>2009-11-28T05:10:00.001-08:00</published><updated>2009-11-28T05:10:05.092-08:00</updated><title type='text'>Editorial: Mais perto do calote</title><content type='html'>&lt;span class="tituloNot"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;                 &lt;span class="subtituloNotPrincipal"&gt;                                  &lt;/span&gt;                 &lt;br&gt;                                             &lt;div id="notT" style="font-size: 10pt; font-family: arial; text-align: justify;"&gt;  				&lt;div style="font-size: 10pt; font-family: arial; text-align: justify;"&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Curitiba, 28/11/2009 - O editorial &amp;quot;Mais perto do calote&amp;quot; foi publicado na edição de hoje (28) do jornal Gazeta do Povo, do Paraná:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 351/09 pelo plenário da Câmara dos Deputados em segundo turno, na última quarta-feira, é mais um passo para uma descabida mudança nas regras para o pagamento das dívidas dos governos com a sociedade os chamados precatórios. O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Brito, resumiu de maneira marcante, em duas frases, o grau de perplexidade da sociedade com este fato: a chamada PEC do calote deixa de luto o estado democrático de direito no país, e representa o maior atentado já perpetrado à democracia desde a ditadura militar .&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A PEC, que ainda será votada em dois turnos pelo Senado, institui o leilão com enorme deságio para o pagamento das dívidas governamentais, não deixando alternativa para quem tem créditos a receber. Em resumo, este mecanismo abre brecha para que não sejam mais pagos os débitos públicos em seus valores reais ou em patamares aceitáveis, conforme sentenciado pela Justiça.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas palavras do presidente da OAB, a aprovação da matéria dá carta branca aos governantes, tornando os devedores imunes às sentenças transitadas em julgado, o que apequena o Judiciário . De fato, o que deveria ser o título mais seguro do país, pelo seu amparado na coisa julgada, transforma-se em moeda podre. Além disso, cria-se ainda um insano leilão de sentenças, em que o comprador é exatamente o infrator .&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o texto aprovado, a PEC tira praticamente quase todas as possibilidades legais dos legítimos credores a cobrarem suas dívidas. Permite a estados e municípios, por exemplo, limitar o pagamento mensal de precatórios a porcentuais de sua receita corrente líquida. Mais: enquanto os estados e municípios fizerem pagamentos de precatórios por meio desse regime especial não poderão sofrer sequestro de seus recursos, a não ser em circunstâncias muito específicas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cálculos do Supremo Tribunal Federal (STF) indicavam, um tempo atrás, que o passivo de precatórios a pagar era de mais de R$ 60 bilhões no país. Já a OAB calculou o montante, mais recentemente, em R$ 120 bilhões. Independentemente das cifras, é possível observar que a dívida dos poderes executivos com a sociedade é imensa. E que os prejuízos serão enormes para quem tem algo a receber. O novo regime de pagamento de dívidas colocará muitas empresas em risco de quebra e fará muita injustiça a milhares de pessoas físicas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É bastante provável que o Senado siga a votação da Câmara, porque esta votação foi muito bem articulada entre os líderes partidários e governantes de todas as instâncias. Afinal, todos os que estão no poder são os grandes interessados, especialmente os que agora são parlamentares, mas que pretendem conquistar cargos no Executivo nas eleições de 2010.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se a absurda proposta tiver também o aval do Senado, teremos mais uma prova do espírito de corpo que rege as decisões tomadas em Brasília. Um espírito que não cede espaço para o interesse da sociedade nem se envergonha de praticar a injustiça&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;                               &lt;/div&gt;                 &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=18585"&gt;&lt;b&gt;OAB/Federal&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;blockquote style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex; font-family: courier new,monospace;" class="gmail_quote"&gt; &lt;b&gt;-- &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Julio Cesar Duarte&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Advogado - OAB/MG 41.347&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:juliocesarduarte@adv.oabmg.org.br"&gt;juliocesarduarte@adv.oabmg.org.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Blog: &lt;a href="http://juliocesarduarte.blogspot.com/"&gt;http://juliocesarduarte.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Twitter: &lt;a href="http://twitter.com/AdvJulioCesar"&gt;http://twitter.com/AdvJulioCesar&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;MSN: &lt;a href="mailto:advjuliocduarte@hotmail.com"&gt;advjuliocduarte@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Skype: lawyer46&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Cels.: (31) 9996-3842 - (31) 8798-7136&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Sent from Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-8829225123641901589?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/8829225123641901589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/editorial-mais-perto-do-calote.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/8829225123641901589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/8829225123641901589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/editorial-mais-perto-do-calote.html' title='Editorial: Mais perto do calote'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-9105589718237022470</id><published>2009-11-28T00:28:00.001-08:00</published><updated>2009-11-28T00:28:45.567-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PF'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Delegados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='polícia'/><title type='text'>Papel da polícia</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso"&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;Delegados apóiam proposta de Lei Orgânica da PF&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso#autores"&gt;&lt;img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" width="11" height="8" /&gt;Por Lilian Matsuura&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="font-style: italic;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;O projeto de Lei Orgânica da Polícia Federal enviado ao Congresso Nacional pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem o apoio dos delegados da PF. Apesar de críticas em relação ao poder requisitório de dados cadastrais concedido à classe (o presidente da ADPF, &lt;b&gt;Sandro Avelar&lt;/b&gt;, entende que a proposta foi tímida nesse quesito), no geral, os delegados aprovaram o projeto e pretendem empenhar esforços para que rapidamente seja votado e entre em vigor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“O projeto é importante porque define as atribuições da Polícia Federal e também porque diz que a direção do órgão deve ficar nas mãos de um delegado de carreira, o que nos dá mais segurança. Sempre tivemos receio que pessoas de fora da corporação viessem a chefiá-la, como já aconteceu”, afirmou o delegado Sandro Avelar, que representa a classe através da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O artigo 5º do &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/PL/2009/msg958-091123.htm"&gt;Projeto de Lei 6.493/2009&lt;/a&gt; diz que a direção da PF é exercida por diretor-geral nomeado pelo presidente da República entre os ocupantes do cargo de delegado da Polícia Federal na última categoria de promoção funcional. Um dos destaques do projeto o dispositivo em que diz que o ingresso no cargo de delegado requer diploma de bacharel em Direito e possuir, no mínimo, dois anos de atividade jurídica ou de polícia judiciária. “A proposta merece o nosso apoio”, disse o delegado. O atual titular da corporação, Luiz Fernando Corrêa, bem como seu antecessor Paulo Lacerda, são policiais federais de carreira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Avelar afirma, entretanto, que o dispositivo que trata do poder de requisitar dados para as investigações, na proposta original, era mais amplo e deixava claro o que poderia e o que não poderia ser feito. O que consta no projeto, diz, é genérico e por isso defende alterações antes da votação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A proposta prevê a requisição com definição de prazo de documentos e informações a entes públicos ou particulares e a coleta, busca e análise de dados para o planejamento e execução de suas funções.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar disso, a autonomia na investigação policial, se aprovado o projeto, está garantida. De acordo o ministro da Justiça, Tarso Genro, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo Silva, que assinam a proposta, a autonomia “implica a um só tempo maior isenção na condução das investigações e maior rapidez na condução dos inquéritos, sem qualquer prejuízo ao Estado Democrático de Direito, à proteção aos direitos do cidadão e à dignidade da pessoa humana”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As prerrogativas profissionais previstas também vão contribuir para que a investigação seja feita sem nenhum tipo de influência, na opinião de Sandro Avelar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As funções possíveis aos policiais federais são: delegado, perito criminal federal, agente da polícia federal, escrivão e papiloscopista.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na exposição de motivos, Tarso Genro e Paulo Bernardo destacam ainda a presença do Conselho Superior de Polícia, do Conselho de Ética e Disciplina e do Conselho Consultivo. Este último terá em sua composição, além de integrantes da carreira da PF, “cidadãos brasileiros de reputação ilibada e idoneidade moral inatacável”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Os conselhos desempenham papel fundamental no aprimoramento e uniformização dos procedimentos policiais, ressaltando-se a atenção dispensada para a conduta ético-disciplinar do policial federal, que deve se pautar pelos os princípios constitucionais”, escreveram os ministros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A representação policial no exterior, através das adidâncias policiais, foi outro ponto destacado pelos ministros. A principal função é promover o intercâmbio de informações, conhecimentos e tecnologia na área de segurança pública.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Leia o projeto de lei e a exposição de motivos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PROJETO DE LEI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dispõe sobre a organização e o funcionamento da Polícia Federal.&lt;/p&gt;&lt;div class="continua"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso?pagina=2"&gt;(continua...)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;a name="paginas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;ul class="pageNav"&gt;&lt;li&gt;1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso?pagina=2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="last"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso?pagina=3"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%6c%69%6c%69%61%6e%40%63%6f%6e%73%75%6c%74%6f%72%6a%75%72%69%64%69%63%6f%2e%63%6f%6d%2e%62%72"&gt;Lilian Matsuura&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é repórter da revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 28 de novembro de 2009&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/delegados-apoiam-lei-organica-pf-encaminhada-congresso"&gt;Conjur &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-9105589718237022470?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/9105589718237022470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/papel-da-policia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/9105589718237022470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/9105589718237022470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/papel-da-policia.html' title='Papel da polícia'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-2846430272753751480</id><published>2009-11-27T15:11:00.001-08:00</published><updated>2009-11-27T15:11:36.981-08:00</updated><title type='text'>Crimes sexuais</title><content type='html'>&lt;div style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;" class="text gmail_quote"&gt;&lt;div class="textWrapper"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;França estuda castração química para agressores&lt;/h1&gt; &lt;br&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;A Assembleia Nacional da França está discutindo uma nova lei para o tratamento de agressores sexuais reincidentes: a castração química. O método consiste na aplicação de medicamentos hormonais, como o acetato de ciproterona, e a substância anticoncepcional Depo-Provera, que reduz a libido e a atividade sexual, prevenindo outros ataques do agressor.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O debate sobre a aprovação da nova lei veio à tona depois de uma série de crimes sexuais violentos que chocaram a opinião pública francesa. Um deles foi o estupro e assassinato de uma mulher de 42 anos por um estuprador previamente condenado e, outro, o rapto e estupro de um menino de cinco anos por um pedófilo de 63 anos que também já havia sido condenado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Iniciativa semelhante teve o governador da província de Mendoza, na Argentina, Celso Jaque. Em outubro deste ano, quando o ele anunciou a iniciativa, havia especulação sobre a necessidade de se reformar o Código Processual. Para o governo da província, apenas se pretendesse tornar a prática obrigatória é que seria necessário modificar não apenas o Código Penal, como também a Constituição do país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O governador explicou que o tratamento médico não vai refletir na pena dos condenados, já que não haverá progressão de regime nem se aplicará penas menos rigorosas. Os detentos, que aceitassem se submeter ao tratamento, poderiam obter o benefício, já que, lá, a última palavra sobre o assunto é do governador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A comissão, criada pelo governador de Mendoza e que formulou as propostas sobre o tema, também sugeriu que se desse mais proteção à vítima ou testemunha de crime sexual. O ministro do governo, Mario Adaro, disse que os condenados que já possam sair temporariamente da prisão usarão pulseiras magnéticas para que o Judiciário tenha mais controle sobre eles.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O governador recebeu as propostas de um conselho formado por psiquiatras, psicólogos, endocrinologistas, entre outros. O conselho foi convocado em outubro para estabelecer um tratamento médico para reincidentes em crimes de abuso sexual. O governador estima que o programa começará a ser aplicado no meio de 2010.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 27 de novembro de 2009&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;blockquote&gt;-- &lt;br&gt;Julio Cesar Duarte&lt;br&gt;Advogado - OAB/MG 41.347&lt;br&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:juliocesarduarte@adv.oabmg.org.br"&gt;juliocesarduarte@adv.oabmg.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Blog: &lt;a href="http://juliocesarduarte.blogspot.com/"&gt;http://juliocesarduarte.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br&gt; Twitter: &lt;a href="http://twitter.com/AdvJulioCesar"&gt;http://twitter.com/AdvJulioCesar&lt;/a&gt;&lt;br&gt;MSN: &lt;a href="mailto:advjuliocduarte@hotmail.com"&gt;advjuliocduarte@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Skype: lawyer46&lt;br&gt;Cels.: (31) 9996-3842 - (31) 8798-7136&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sent from Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil &lt;br&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-2846430272753751480?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/2846430272753751480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/crimes-sexuais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2846430272753751480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/2846430272753751480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/crimes-sexuais.html' title='Crimes sexuais'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-4030747395067923469</id><published>2009-11-27T09:24:00.001-08:00</published><updated>2009-11-27T09:24:55.334-08:00</updated><title type='text'>Latin America sets course for the centre</title><content type='html'>&lt;br&gt; 	 	 		&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;As Latin America gears up for a spate of elections over the next few weeks, voters in Uruguay will be watched closely this weekend for confirmation that the region&amp;#39;s leftward drift of recent years is on the wane.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;My model is Lula – not Chávez,&amp;quot; José Mujica, Uruguay&amp;#39;s ruling leftwing party candidate, has said often during his campaign.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Placing himself in the mould of Luiz Inácio Lula da Silva, Brazil&amp;#39;s moderate leftist president, rather than of Hugo Chávez, Venezuela&amp;#39;s fiery, radical anti-US leader, should help him to win Sunday&amp;#39;s presidential run-off, polls suggest.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Such a move towards the political centre in countries such as Chile, Uruguay, Colombia and Brazil has led some analysts to rethink traditional party divisions.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;The big debate going on in Latin America is not so much between right and left, but between institutions and populism,&amp;quot; said Felipe Noguera, a Buenos Aires-based political analyst.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;Institutions will win in the long run. But how long that will take and how the battle is going, we don&amp;#39;t know.&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mr Mujica, a former guerrilla during the 1960s, has sought to rebut opposition claims that his government would see a shift towards the radical socialism of President Chávez&amp;#39;s so-called Bolivarian revolution in Venezuela.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Such an electoral ploy makes sense. Association with Mr Chávez has increasingly become a liability for Latin America&amp;#39;s presidential candidates.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;The economies of Brazil and Venezuela provide starkly contrasting examples to the rest of the region. Brazil has raced out of recession and is expected to grow 3.5 per cent next year, according to the International Monetary Fund, while Venezuela&amp;#39;s economy has just slipped into recession and is plagued by power and water shortages.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Leading leftwing candidates in the last presidential elections in Peru and Mexico both saw popular support ebb away after allegations of overt Venezuelan support, notes Peter Hakim, president of the Washington-based Inter-American Dialogue think-tank.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;It&amp;#39;s very rare that a candidate associates himself with Chávez. Even Rafael Correa [president of Ecuador] did not associate himself explicitly,&amp;quot; he said.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;In Chile, the campaign leading to the December 13 election is largely free of ideological politics.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;There seems to be an agreement that some things should be off the table when it comes to discussing policy issues,&amp;quot; said Patricio Novia, a Latin American specialist at New York University.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;The list of sacrosanct subjects includes a range of orthodox economic and social policies, such as the need for a strong central bank, counter-cyclical fiscal policies and increased investment in education.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;As such, a victory for the rightwing National Renewal party – as the majority of polls predict – would not usher in a marked change in policy direction.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;Chileans seem to be saying they want to keep the same policies, but have new people lead those policies,&amp;quot; said Mr Novia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Just as the political left in Chile has favoured a move towards the centre since coming to power almost two decades ago, so the revitalised right is adopting a moderate course.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;Our objective is to maintain the network of social protection that has been constructed by the last governments, especially during the government of Michelle Bachelet,&amp;quot; Sebastián Piñera, the presidential frontrunner, told the Financial Times.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Chile&amp;#39;s political convergence is resulting in a blurring of lines between traditional right and leftwing issues. Mr Piñera&amp;#39;s campaign, for example, has surprised voters by featuring a television advertisement openly endorsing homosexual couples.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;quot;This shows a level of tolerance that was unthinkable for the right a few years ago, but now it seems to be a non-issue for the right,&amp;quot; said Mr Novia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;One exception in the region is Bolivia. Evo Morales, the leftwing president, looks likely to secure another term in presidential elections on December 6.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mr Morales has nationalised the country&amp;#39;s gas fields, rewritten the constitution and is a strong critic of the US. Opposition figures claim that his campaign has been part-funded by Mr Chávez, his close ally.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;His vocal support for Mr Chávez&amp;#39;s policies has not dented his approval ratings, however. This stands at 52 per cent – well ahead of his nearest opponent, Manfred Reyes Villa, with 21 per cent.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;The Bolivian president – a polarising figure domestically who is accused by the opposition of authoritarianism – has been aided by a resilient economy, which has drawn praise for his administration from the IMF.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Financial Times / Oliver Balch&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.edisonsiqueira.com.br/site/noticias-detalhes.php?id=5649"&gt;&lt;b&gt;EFS Advogados Associados&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br clear="all"&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-4030747395067923469?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/4030747395067923469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/latin-america-sets-course-for-centre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/4030747395067923469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/4030747395067923469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/latin-america-sets-course-for-centre.html' title='Latin America sets course for the centre'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-7081295523191970944</id><published>2009-11-27T04:36:00.001-08:00</published><updated>2009-11-27T04:36:11.367-08:00</updated><title type='text'>Informativo do Consumidor</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt; &lt;div&gt; &lt;table width="648" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td width="52%" rowspan="2"&gt;&lt;img src="http://www.endividado.com.br/imagens/newsletter/news1.gif" width="337" height="67"&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="48%"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td colspan="2"&gt;&lt;img src="http://www.endividado.com.br/imagens/newsletter/news6.gif"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24523" target="_blank"&gt; Caixa lança linha de crédito para financiamento de motos nesta sexta &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24523" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24522" target="_blank"&gt; Febraban contesta estudo sobre perdas econômicas na remuneração da poupança &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24522" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24521" target="_blank"&gt; Previdência paga R$ 2 bi para beneficiários mortos, aponta TCU &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24521" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24520" target="_blank"&gt; Segunda Seção do STJ dá nova redação à Súmula 323 &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24520" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24519" target="_blank"&gt; Ponto Frio é condenado por constranger cliente dentro da loja &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24519" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24518" target="_blank"&gt; Ampla é condenada a pagar indenização de R$ 930 mil a pai que perdeu filho carbonizado &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24518" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;img height="7" src="http://www.endividado.com.br/imagens/seta_vermelha.gif" width="6"&gt; &lt;font size="+0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="1"&gt;27/11/2009 &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;/font&gt;-&lt;font size="+0"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/materias_det.php?id=24517" target="_blank"&gt; Defeito em DVD gera indenização &lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table width="85%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.endividado.com.br/imagens/newsletter/news12.gif" width="648" height="24" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-7081295523191970944?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/7081295523191970944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/informativo-do-consumidor_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/7081295523191970944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/7081295523191970944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/informativo-do-consumidor_27.html' title='Informativo do Consumidor'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-3330368729144443999</id><published>2009-11-27T02:32:00.001-08:00</published><updated>2009-11-27T02:32:53.585-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Analytics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='News'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='privacidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Google'/><title type='text'>Análise de dados</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-27/alemanha-discute-google-analytics-invade-privacidade-internauta"&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;Alemanha discute se Google invade privacidade&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="font-style: italic;" /&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;A ferramenta do Google que fornece estatísticas detalhadas aos proprietários de sites sobre o número de visitantes, páginas mais acessadas, o comportamento dos visitantes, entre outras informações, entrou na mira do governo alemão. O uso do &lt;em&gt;Google Analytics&lt;/em&gt;, como é chamado o serviço, tem sido apontado como um instrumento que invade a privacidade dos usuários de internet. As informações são do site &lt;em&gt;TechCrunch&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Texto publicado no portal &lt;em&gt;Zeit Online&lt;/em&gt; revela que funcionários do governo alemão, responsáveis pela área de proteção de dados, entendem que a ferramenta é contra a lei do país e estudam aplicação de multas às empresas que utilizam o serviço sem o consentimento explícito do visitante. Um advogado alemão disse que as sanções poderiam atingir o valor de 75 mil dólares por site que utiliza o &lt;em&gt;Google Analytics&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O texto informa, ainda, que 13% de sites na Alemanha, incluindo os principais portais de mídia, partidos políticos e empresas, utilizam o serviço do Google.&amp;nbsp;Autoridades de proteção à privacidade na Alemanha já haviam criticado o Google sobre quais informações exatamente estão sendo coletadas e em relação aos dados de identificação enviados e armazenados em servidores localizados nos Estados Unidos. Segundo as autoridades, as leis alemãs proíbem que os dados saiam do país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já o representante do Google na Alemanha diz que a empresa está dentro dos seus direitos de processar os dados do usuário nos Estados Unidos e que respeita tratado firmado entre o país e a União Europeia.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 27 de novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://www.conjur.com.br/2009-nov-27/alemanha-discute-google-analytics-invade-privacidade-internauta"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-27/alemanha-discute-google-analytics-invade-privacidade-internauta"&gt;Conjur &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-3330368729144443999?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/3330368729144443999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/analise-de-dados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/3330368729144443999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/3330368729144443999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/analise-de-dados.html' title='Análise de dados'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-6037709284292178637</id><published>2009-11-27T01:43:00.001-08:00</published><updated>2009-11-27T01:43:45.813-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doutrina»direitoconstitucional»poderlegislativo'/><title type='text'>Breves notas sobre decoro parlamentar</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://jus2.uol.com.br/doutrina/imprimir.asp?id=13910"&gt;	&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="206"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;b&gt;&lt;big&gt;&lt;/big&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;hr&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;table border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%"&gt;        &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;          &lt;td width="1%"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;          &lt;td valign="bottom" width="99%"&gt;&lt;font face="Tahoma"&gt;&lt;b&gt;Taísa Maria Viana Anchieta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;            &lt;small&gt;Mestranda em "Constituição e Sociedade", pelo Instituto Brasiliense de Direito Público - IDP. Professora do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados, onde trabalha há mais de 15 anos e hoje ocupa o cargo de Analista Legislativa e a função de Assessora Técnico-Jurídica (há 7 anos). Especialista em Gestão Legislativa pela Universidade de Brasília - UnB. Membro do International Association of Legislation - IAL. OAB/DF&lt;/small&gt;&lt;/font&gt; 		  &lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;      &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;Uma Definição Aberta&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O termo "decoro" descende do latim &lt;i&gt;decorum&lt;/i&gt;, que significa "decência", "honra", "aquilo que convém".&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Entretanto, o vocábulo, tal qual usado na atualidade, carece de contornos definidos, pois a subjetividade e a abstração norteiam cada caso. São várias as conotações, desde as vinculadas à legalidade de atos no exercício da vida pública, quanto as referentes à vida privada. Aragão afirma que "entre as diversas acepções, sobressai a unanimidade acerca da frequência da ideia de conduta aceitável, decência, comportamento honesto e condizente com a função legislativa exercida"&lt;sup&gt; [01]&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;No Brasil, o decoro parlamentar é instituto insculpido na Constituição Federal de 1988 (CF), na forma do § 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; do art. 55. O texto constitucional refere-se ao abuso das prerrogativas asseguradas a parlamentares e à percepção de vantagens indevidas como incompatíveis com o decoro parlamentar. A Carta remete ao Regimento Interno a tarefa de elencar outros casos de quebra de decoro.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O termo aparece pela primeira vez na Constituição de 1946&lt;sup&gt; [02]&lt;/sup&gt;, sob a influência dos Estados Unidos da América, que traz o conceito no parágrafo 2&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; da Seção Quinta do art. 1&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;, sob a denominação "disordely behaviour"&lt;sup&gt; [03]&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A instituição da observância ao decoro parlamentar como mandamento constitucional tem como pressuposto a democracia representativa. No dizer do Presidente da Câmara dos Deputados&lt;sup&gt; [04]&lt;/sup&gt;, quando da edição do Código de Ética e Decoro Parlamentar,&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O próprio conceito de democracia representativa encerra uma forte conotação ética. Na medida em que cidadãos comuns elegem representantes e lhes concedem poderes amplos para deliberar sobre assuntos que afetam o bem-estar de todos, tal representação enseja uma responsabilidade singular. O representante deve, para tornar efetivo seu mandato, privilegiar, em suas decisões e ações, a busca do bem comum, evitando o interesse privado e a exploração do cargo para usufruir de privilégios&lt;sup&gt; [05]&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;Regras Pátrias&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em atendimento ao § 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; do art. 55 da CF, ambas as Casas do Congresso Nacional editaram normas específicas, de modo a definir: o decoro parlamentar, as respectivas condutas puníveis e as penalidades cabíveis.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na Câmara dos Deputados (CD), a Resolução n. 17/1989, que aprova o Regimento Interno da Câmara dos Deputados (RICD), prescreve, em seu art. 3&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;, que à Mesa compete a elaboração de projeto sobre o Código de Ética e Decoro Parlamentar. Assim, em complemento ao Regimento, a Mesa aprova o Código de Ética e Decoro Parlamentar da CD, por meio da Resolução n. 25/2001.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O Senado Federal (SF) dispõe também de disposições pertinentes à matéria (arts. 19; 25; e 32 – que se refere à perda de mandato, em complementação ao § 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; do art. 55 da CF) em seu Regimento Interno (RISF) e na Resolução de n. 17/1993, que "dispõe sobre a Corregedoria Parlamentar", e na de n. 20/1993, que "institui o Código de Ética e Decoro Parlamentar".&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ressalte-se que mesmo com a delimitação dada pela CD e pelo SF, a expressão tem uma textura aberta, sujeita a variações de alcance e sentido.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;Deputados Federais e o Decoro Parlamentar&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O presente estudo enfoca as regras aplicáveis aos Deputados Federais, notadamente por meio do RICD e do Código de Ética.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O Regimento da Câmara repete as regras constitucionais em seu art. 244, onde reporta-se a "dignidade" (CONTINUAR – VERIFICAR)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Importa mencionar, em primeiro lugar, os "atos incompatíveis com o decoro parlamentar". Tais são as condutas puníveis com a perda do mandato: o abuso das prerrogativas asseguradas pelo § 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; do art. 55 da CF; a percepção, no exercício da atividade parlamentar, de vantagens indevidas; o ajuste financeiro cujo objeto seja a posse de suplente; a fraude no andamento dos trabalhos legislativos com vistas a alterar-se a deliberação; e a omissão intencional de informações relevantes (relativas à declaração de bens e rendas, ao imposto de renda, além da declaração de impedimento para votar quando a matéria discutida envolver seus interesses patrimoniais).&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Outras condutas, consideradas "atos atentatórios ao decoro parlamentar" são: a perturbação da ordem das sessões ou das reuniões; a infração a regras de boa conduta; a prática de ofensas físicas ou morais a outros parlamentares; o constrangimento e o aliciamento de servidores; a divulgação de informações secretas ou reservadas que assim o sejam na forma do Regimento; o uso de verbas de gabinete que violem o disposto no art. 37 da CF; a relatoria de matéria de interesse de financiador de sua campanha eleitoral; e a fraude do registro de presença a sessões ou reuniões.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As punições, prescritas no art. 10 do Código de Ética abrangem: censura (que pode ser oral ou escrita); suspensão de prerrogativas regimentais; suspensão temporária do exercício do mandato; e perda do mandato.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O Conselho de Ética, órgão responsável pelo procedimento disciplinar, é composto por quinze membros titulares (e quinze suplentes), que não podem ser substituídos como nas Comissões (arts. 6&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; e 7&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; do Código). O Corregedor da CD, ocupante do cargo de Segundo Vice-Presidente da Casa, participa das reuniões do Conselho, na forma do art. 9&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; da Código.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;Questões Relevantes&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Delineado o quadro institucional em que é aferida a falta de decoro parlamentar, algumas perguntas se impõem: a partir de que momento o Deputado deve obediência a tais regras; e licenciado o Deputado para investir-se em cargo de Ministro ou outros previstos no art. 56 da Constituição, deve ele ainda prestar observância ao Código de ética e Decoro Parlamentar?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A resposta à primeira pergunta é difícil. A resposta mais incontroversa é que somente a posse vincula o Deputado às regras de decoro. No entanto, há quem defenda que seja desde a diplomação, ou, ainda, desde o registro da candidatura, ou, mais, o parlamentar, uma vez eleito, deve ter toda uma vida de honradez&lt;sup&gt; [06]&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;É nesse sentido o intento do projeto de apoio popular&lt;sup&gt; [07]&lt;/sup&gt; recentemente apresentado à CD, que visa a impedir a candidatura de pessoa com processo judicial em curso. Entretanto, a principal crítica é a de que a perseguição política inviabilizaria a aferição de acusações verdadeiras, além do fato de que tal aferição somente poderia ser feita após o trânsito em julgado de sentença condenatória&lt;sup&gt; [08]&lt;/sup&gt; .&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Quanto à segunda pergunta, o Supremo Tribunal Federal (STF), não considerando a matéria de &lt;i&gt;interna corporis&lt;sup&gt; [09]&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;, manifestou-se no &lt;a href="http://www.stf.jus.br/jurisprudencia/IT/frame.asp?SEQ=480550&amp;amp;PROCESSO=25579&amp;amp;CLASSE=MS%2DMC&amp;amp;cod_classe=382&amp;amp;ORIGEM=IT&amp;amp;RECURSO=0&amp;amp;TIP_JULGAMENTO=&amp;amp;EMENTA=2286"&gt;MS 25.579-MC&lt;/a&gt; (Rel. p/ o ac. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 19/10/05, DJ de 24/8/2007), por meio do qual definiu que sim. Além disso, o Deputado licenciado pode inclusive optar pela remuneração, e ainda tem prerrogativa de foro em matéria penal (INQ-QO 777-3/TO, Rel. Min. Moreira Alves, DJ 1/10/1993), mas, em contrapartida, deve também portar-se com decoro parlamentar: "O membro do Congresso Nacional que se licencia do mandato para investir-se no cargo de Ministro de Estado não perde os laços que o unem, organicamente, ao Parlamento (CF, art. 56, I)".&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A perda do mandato é a punição para casos graves de falta de decoro. É a punição, também, para os casos previstos no art. 55 da CF. No dizer de Paulo Gustavo Gonet Branco, a perda do mandato "enseja grande discricionarismo político à Casa Legislativa a que pertence o parlamentar"&lt;sup&gt; [10]&lt;/sup&gt;. É nesse sentido que o STF vem deixando de analisar a questão no mérito, restringindo-se à verificação dos requisitos formais, notadamente a ampla defesa.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Importa registrar que é também possível ao cidadão representar contra Deputado, conforme preconiza o inciso I do art. 13 do referido Código. O Brasil tem investido na transparência e na participação popular. O Congresso veicula sessões e reuniões relevantes pela televisão. Assim, o povo pode acompanhar a atividade legiferante e também controlar seus representantes eleitos.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="center"&gt;Conclusão&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A observância ao decoro parlamentar está prevista na Constituição e nos Regimentos Internos das Casas do Congresso Nacional. Entretanto, tendo em vista sua textura aberta, somente a análise do caso concreto irá ser conclusiva quanto à violação, ou não, do instituto.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Trata-se, em último caso, de trato de cunho político e é considerado pelo STF como de &lt;i&gt;interna corporis&lt;/i&gt;, motivo pelo qual a atuação da Suprema Corte se limita à verificação dos requisitos formais e da efetiva ampla defesa do acusado.&lt;/p&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Notas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;ARAGÃO, João Carlos Medeiros de. &lt;b&gt;Ética e Decoro Parlamentar no Brasil e nos EUA&lt;/b&gt;: Integração dos Instrumentos de controle para Mudança Social. Brasília: Entrelivros, 2. ed., 2007, pp. 61-65.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Vide § 2&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; do art. 48 da Constituição de 1946: "&lt;i&gt;Perderá, igualmente, o mandato o deputado ou senador cujo procedimento seja reputado, pelo voto de dois terços dos membros de sua câmara, incompatível com o decôro parlamentar&lt;/i&gt;"&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;TEIXEIRA, Carla Costa. &lt;b&gt;A honra da política&lt;/b&gt;: decoro parlamentar e cassação de mandato no Congresso Nacional (1949-1994). Rio de Janeiro: Relume Dumará: Núcleo de Antropologia da política, 1998, pp. 41-42.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Dep. Aécio Neves.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;BRASIL, Congresso. Câmara dos Deputados. Apresentação - Transparência e Ética no Parlamento &lt;i&gt;In&lt;/i&gt; &lt;b&gt;Código de Ética e Decoro Parlamentar&lt;/b&gt;: aprovado pela Resolução n. 25, de 2001. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2001, p. 6.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;RIBEIRO, Renato Ventura. &lt;b&gt;Considerações sobre o Decoro Parlamentar e os Limites Legais&lt;/b&gt; &lt;i&gt;In &lt;/i&gt;http://www.conjur.com.br/2007-ago-31/decoro_parlamentar_quais_limites_legais.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;As leis que ganharam repercussão na mídia como de "iniciativa popular", tiveram, em verdade, "apoio popular", pois receberam a subscrição de grande eleitorado, mas, a apresentação, na Câmara, foi formalizada por um parlamentar, que "adotou a causa". Confira SANTOS, Luiz Claudio Alves dos. &lt;b&gt;A participação popular na iniciativa das leis no contexto da democracia representativa e da participação política no Brasil&lt;/b&gt; [manuscrito]. Brasília: 2009. Defesa em 29/9/2009.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Vide ADPF 144/DF, Rel. Min. Celso de Mello, 6/8/2008.&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;Vide MS 23.529/DF, Rel. Min. Octavio Gallotti, 27/9/2000.(MS-23529).&lt;/li&gt;&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;&lt;li&gt;MENDES, Gilmar Ferreira. &lt;b&gt;Curso de Direito Constitucional &lt;/b&gt;/ Gilmar Ferreira Mendes, Inocêncio Mártires Coelho, Paulo Gustavo Gonet Branco. – 4. ed. rev. e atual. – São Paulo: Saraiva, 2009, p. 945.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;     &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="3" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;                          &lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;b&gt;Sobre a autora&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;      &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;        &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;          &lt;td colspan="2" background="http://jus.uol.com.br/images/pontobranco.gif"&gt;&lt;img src="http://jus.uol.com.br/images/2X2.gif" width="2" height="2" /&gt;&lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;          &lt;td valign="top" width="12"&gt;&lt;img src="http://jus.uol.com.br/images/bulet.gif" width="12" height="12" /&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;&lt;font size="2" face="Verdana, Arial"&gt;Taísa Maria Viana Anchieta&lt;/font&gt;          &lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;          &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;            &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                &lt;td colspan="2"&gt;&lt;span class="fontemedia"&gt;&lt;b&gt;E-mail:&amp;nbsp;&lt;a href="javascript:contactar('iSrB',%2013910)"&gt;Entre em contato&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;              &lt;/tr&gt;              &lt;tr&gt;                &lt;td colspan="2"&gt;&lt;img src="http://jus.uol.com.br/images/2X2.gif" width="4" height="4" /&gt;&lt;/td&gt;              &lt;/tr&gt;            &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;          &lt;/td&gt;        &lt;/tr&gt;      &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;b&gt;Sobre o texto:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;      &lt;font size="2" face="Verdana, Arial"&gt;Texto inserido no Jus Navigandi nº2339 (26.11.2009)&lt;br /&gt;Elaborado em 11.2009. &lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;    &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;                    &lt;tr&gt;                      &lt;td&gt;&lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;b&gt;Informações                        bibliográficas:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;			&lt;font face="Verdana, Arial"&gt;&lt;small&gt;&lt;small&gt;Conforme a NBR 6023:2000 da Associação Brasileira de Normas  Técnicas (ABNT), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;font size="2" face="Verdana, Arial"&gt;ANCHIETA, Taísa Maria Viana. Breves notas sobre decoro parlamentar . &lt;b&gt;Jus Navigandi&lt;/b&gt;, Teresina, ano 14, n. 2339, 26 nov. 2009. Disponível em: &amp;lt;http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=13910&amp;gt;. Acesso em: &lt;script language="JavaScript"&gt;document.write(capturado());&lt;/script&gt;27 nov. 2009.&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                    &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;font size="1"&gt;&amp;nbsp; &lt;/font&gt;      &lt;hr size="1" width="100%" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://jus2.uol.com.br/doutrina/imprimir.asp?id=13910"&gt;&lt;a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/imprimir.asp?id=13910"&gt;Jus Navigandi &lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-6037709284292178637?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/6037709284292178637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/breves-notas-sobre-decoro-parlamentar_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/6037709284292178637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/6037709284292178637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/breves-notas-sobre-decoro-parlamentar_27.html' title='Breves notas sobre decoro parlamentar'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-540366409764352139</id><published>2009-11-26T12:03:00.001-08:00</published><updated>2009-11-26T12:03:43.393-08:00</updated><title type='text'>Leilão beneficente</title><content type='html'>&lt;div class="text"&gt; &lt;div class="textWrapper"&gt; &lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;h1 id="textTitle"&gt;Pelo direito de defesa, advogados gastam R$ 30 mil&lt;/h1&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;Cerca de 200 advogados participaram do Jantar Comemorativo e Beneficente do IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), nesta quarta-feira (25/11), em S&amp;atilde;o Paulo. Pelo terceiro ano consecutivo, o instituto promove o evento no final do ano, para ganhar f&amp;ocirc;lego e prosseguir com o projeto de oferecer defesa para quem n&amp;atilde;o pode pagar advogado.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ilustres criminalistas, como Jos&amp;eacute; Carlos Dias, M&amp;aacute;rcio Thomaz Bastos, Roberto Podval, T&amp;eacute;cio Lins e Silva, Pierpaolo Bottini e Celso Vilardi estiveram por l&amp;aacute;. Durante o jantar, um leil&amp;atilde;o de obras de arte arrecadou mais de R$ 30 mil para as atividades de 2010 do IDDD, instituto presidido pela advogada Fl&amp;aacute;via Rahal. Cada convidado pagou R$ 200 pelo jantar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O advogado com base em Bras&amp;iacute;lia, Ant&amp;ocirc;nio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, pagou R$ 13 mil para levar para casa um quadro de Tomie Othake. O jovem e descolado advogado Augusto Arruda Botelho, do Cavalcanti &amp;amp; Arruda Botelho Advogados, ficou com um &amp;aacute;lbum com oito gravuras originais do artista S&amp;eacute;rgio Fingermann, por R$ 7,6 mil. Dora Cavalcanti, tamb&amp;eacute;m s&amp;oacute;cia de Augusto Arruda Botelho, ficou com uma tela de Cl&amp;aacute;udio Tozzi, por R$ 8 mil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Duas fotografias de nu art&amp;iacute;stico bem trabalhadas pelo criminalista e fot&amp;oacute;grafo Eduardo Muylaert foram oferecidas no leil&amp;atilde;o. Uma delas foi comprada por R$ 2 mil pelo advogado Luiz Fernando Pacheco, s&amp;oacute;cio do escrit&amp;oacute;rio R&amp;aacute;o, Pacheco, Pires &amp;amp; Pen&amp;oacute;n Advogados. A outra ficou com S&amp;eacute;rgio Pitombo, do Moraes Pitombo Advogados, por R$ 3 mil.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="publishDate"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jur&amp;iacute;dico&lt;/b&gt;, 26 de novembro de 2009&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-540366409764352139?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/540366409764352139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/leilao-beneficente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/540366409764352139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/540366409764352139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/leilao-beneficente.html' title='Leilão beneficente'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-5888162405422407496</id><published>2009-11-26T11:15:00.001-08:00</published><updated>2009-11-26T11:15:05.961-08:00</updated><title type='text'>Responsabilidade civil</title><content type='html'>&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper article"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;O exercício do direito por si só, não autoriza abuso&lt;/h1&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#autores"&gt;&lt;img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" height="8px" width="11px"&gt;Por Walker Sales Silva Jacinto&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Para coibir atos maliciosos que em nome do "exercício de um direito" encontrava guarida numa omissão legislativa, foi positivada a Teoria do Abuso de Direito. Conhecido na jurisprudência estrangeira, desde 1855, verifica-se expressamente no Brasil, no Código de Defesa do Consumidor (art. 28), no Código Civil de 2002 (arts. 187 c/c 927), na Constituição Federal de 1988 (arts. 3º, I), e implicitamente nos artigos 110, 112, 129, 138, 145, 147, 148 do nosso Código Civil.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em suma, trata-se de atos realizados sob a máscara de uma aparente licitude que ocultam uma intenção ilícita por contrariar a boa-fé, bons costumes, fins econômicos e social do ato, ou nas palavras de Eduardo Jordão: "o abuso de direito é um ato ilícito porque contraria o dever de boa-fé imposto por uma norma do sistema jurídico, o princípio da boa-fé"&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftn1_6260" name="_ftnref1_6260"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O primeiro caso de abuso de direito é considerado por muitos como o famoso &lt;em&gt;affaire de la fausse cheminée&lt;/em&gt; apreciado na França de 1855, pelo qual um cidadão, nos limites de sua propriedade, alegando exercício de um direito, ergue uma chaminé enorme e falsa. Ou seja, não havia liberação de fumaça, nem benefício sequer, visava apenas tapar a janela principal do vizinho, para lhe cercear o acesso à luz e ao vento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Surgi assim a famosa teoria do "abuso de direito" na França, para reprimir essas condutas maliciosas, que muitas vezes eram injustamente cometidos sob a guarda e permissão jurídica feitas "no exercício de direito".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Abuso de direito e sua ilicitude&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Conforme ensina Eduardo Ferreira Jordão: "o abuso de direito é um ato ilícito porque contraria o dever de boa-fé imposto por uma norma do sistema jurídico, o princípio da boa-fé"&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftn2_6260" name="_ftnref2_6260"&gt;[2]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O exercício de um direito por si só, não autoriza a exercê-lo com abuso (princípio da boa-fé objetiva).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sobre a identificação de um ato em abuso preleciona Eduardo Jordão:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"O ato abusivo é, assim, o ato ilícito perpetrado sob aparente titularidade de direito, ou, destrinchando este conceito, é o ilícito que, embora aparentemente tenha sido perpetrado no exercício de um direito, viola princípios gerais limitadores dos direitos subjetivos."&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftn3_6260" name="_ftnref3_6260"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Aparente conflito entre os artigos 178 e 927 com o artigo 188, todos do Código Civil de 2002&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Citados dispositivos legais se harmonizam conforme observa-se na seguinte interpretação sistemática:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;a) Aquele que por ação ou omissão voluntário, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito (art.186 CC/02) e por conseqüência deve repará-lo (art. 927 CC/02);&lt;/p&gt; &lt;p&gt;b) Entretanto, se tal ato foi praticado no exercício regular de direito ou em legítima defesa, nesse caso não será considerado ilícito, não se falando em indenização. (art.188 CC/02);&lt;/p&gt; &lt;p&gt;c) Porém se esse exercício regular de direito excedeu manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes deve ser considerado ilícito e ser indenizado (art. 187 CC/02).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pode-se identificar a boa-fé em diversos dispositivos constitucionais dentre os quais o artigo1º, III, artigo 3º, I, artigo 4º, VI e VII, todos da CF de 1988. Na esfera infraconstitucional denota-se a boa-fé implicitamente nos artigos 110, 112, 129, 138, 145, 147, 148, todos do CC/02.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Matéria de ordem pública&lt;/b&gt;&lt;br&gt; É importante observar que o abuso de direito, previsto no artigo 187 c/c 927 ambos do Código Civil de 2002, sendo, portanto, matéria de ordem pública, visto que previsto em lei, tendo caráter cogente e consequentemente deve ser conhecido de ofício pelo juiz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;"Art. 187. Também comete ato ilícito o &lt;u&gt;titular de um direito&lt;/u&gt; &lt;u&gt;que, ao exercê-lo&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;excede manifestamente os limites&lt;/u&gt; impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Art. 927. Aquele que, por ato ilícito &lt;u&gt;(arts. 186 e 187&lt;/u&gt;), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Caso o magistrado, em um caso concreto, não se manifeste a respeito do mesmo em sua sentença, pode-se inquiri-lo a fazê-lo através de Embargos de Declaração ou para evitar maiores delongas remeter à análise diretamente ao tribunal, conforme dispõe o Código de Processo Civil em seu artigo 515.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nesse sentido, preleciona Fredie Didier Jr:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"A devolução permitida pelo parágrafo 1º do artigo 515 do CPC refere-se a questões suscitadas e discutidas no processo, mas que não foram abordadas na sentença, total ou parcialmente. Nesse caso, caberia ao interessado a interposição de embargos de declaração, ao fito de suprimir a omissão incorrida pelo julgador, ou, para evitar maiores delongas, já intentar seu recurso de apelação, incluindo a matéria, cuja apreciação pode e deve ser feita pelo tribunal"&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftn4_6260" name="_ftnref4_6260"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim, caso as partes não suscitem a apreciação do abuso do direito, nos termos do artigo 515, parágrafo 1º, CPC, pode o magistrado conhecê-lo de ofício por tratar-se de matéria de ordem pública.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O abuso de direito, expressamente no artigo 187 c/c 927, ambos do Código Civil de 2002, e no artigo 28 do Código de Defesa do Consumidor deve ser analisada e tutelada pelo Poder Judiciário para cumprir o preceito constitucional entabulado no artigo 5º CF/88, &lt;em&gt;in verbo:&lt;/em&gt; (...) "XXXV — a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;O exercício regular do direito e sua relatividade&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Vale mencionar que já decidiu o STF, que mesmo os princípios e garantias fundamentais não são absolutos, ao analisar caso de violação de correspondência (art. 5º, XII, CF/88) pelos diretores de presídios, assim se manifestando: "Os direitos e garantias fundamentais não podem ser usados como salvaguardas de atividades ilícitas":&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Nesse sentido, decidiu o Supremo Tribunal Federal pela possibilidade excepcional de interceptação de carta de presidiário pela administração penitenciária, entendendo que a 'inviolabilidade do sigilo epistolar não pode constituir instrumento de salvaguarda de práticas ilícitas"&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftn5_6260" name="_ftnref5_6260"&gt;[5]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftn6_6260" name="_ftnref6_6260"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, fica evidente que o exercício regular de direito não é absoluto, visto que nem mesmo as liberdades individuais o são.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br&gt; O sistema normativo deve ser visto como um todo, assim como os direitos subjetivos devem ser analisados e contrastados com seus limites.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os direitos subjetivos têm as limitações que lhe impõe o sistema jurídico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim, surge no direito estrangeiro e posteriormente na justiça pátria o "abuso do direito", que na verdade seria um uso irregular de um suposto direito que por ser praticado com ofensa a boa-fé perde seu caráter de direito e torna-se ilícito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto à extensão e aplicação convêm mencionar que a citada teoria é aplicável em vários campos do direito, pois é exigível o bom comportamento, boa-fé, lealdade no convívio e mesmo nos litígios (vide art. 17, 18 CPC – litigância de má-fé) no direito civil, bem como nas relações de direito administrativo (nos tratos da administração pública com seus administrados ou servidores e vice-versa), direito penal, direito previdenciário, eleitoral, consumerista, enfim todos os ramos do direito incluindo-se o direito constitucional. &lt;/p&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftnref1_6260" name="_ftn1_6260"&gt;[1]&lt;/a&gt; Jordão, Eduardo&lt;em&gt;. Repensando a Teoria do&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Abuso de Direito&lt;/em&gt;. Coleção Temas de Direito Civil em homenagem ao Teixeira de Freitas Coordenada por Rodrigo Mazzei. Vol. I, Salvador, Editora JusPODIVM, 2006, pg.102.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftnref2_6260" name="_ftn2_6260"&gt;[2]&lt;/a&gt; Jordão, Eduardo&lt;em&gt;. Opus citus, pág. 102.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftnref3_6260" name="_ftn3_6260"&gt;[3]&lt;/a&gt; Jordão, Eduardo&lt;em&gt;, op. Cit.&lt;/em&gt;, pg.138.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftnref4_6260" name="_ftn4_6260"&gt;[4]&lt;/a&gt; DIDIER JR., Fredie; DA CUNHA, Leonardo José Carneiro. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 3, meios de impugnação às decisões judiciais e processo nos tribunais. Salvador, 2007, 4ª edição, editora JusPODIVM, pág. 100.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftnref5_6260" name="_ftn5_6260"&gt;[5]&lt;/a&gt; MORAES, Alexandre. Op. Cit. pág. 84.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso#_ftnref6_6260" name="_ftn6_6260"&gt;[6]&lt;/a&gt; STF – 1ª T. HC nº 70.814-5/SP, Rela. Min. Celso de Mello, Diário da Justiça, Seção I, 24 jun. 1994, p. 16.650 – RT 709/418.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%77%61%6c%6b%65%72%40%6d%70%2e%72%72%2e%67%6f%76%2e%62%72"&gt;Walker Sales Silva Jacinto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é assessor jurídico do Ministério Público de Roraima&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="goog_1259262775388"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/exercicio-direito-si-nao-autoriza-exerce-lo-abuso"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, 26 de novembro de 2009&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-5888162405422407496?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/5888162405422407496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/responsabilidade-civil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/5888162405422407496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/5888162405422407496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/responsabilidade-civil.html' title='Responsabilidade civil'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-8369329411789928211</id><published>2009-11-26T10:29:00.001-08:00</published><updated>2009-11-26T10:29:57.954-08:00</updated><title type='text'>Prisões italianas</title><content type='html'>&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="textWrapper"&gt;&lt;div class="textTitle"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="textTitle"&gt;ONG diz a Lula para não extraditar Cesare Battisti&lt;/h1&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/ong-lula-nao-extraditar-battisti-porque-prisoes-sao-ruins#autores"&gt;&lt;img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" height="8px" width="11px"&gt;Por Claudio Julio Tognolli&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="body"&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"As condições de vida nas prisões italianas nunca foram tão ruins como são agora. A superlotação priva os prisioneiros de toda dignidade e coloca suas vidas no limite". Esse é um dos argumentos usados em e-mail, enviado no dia 23 de novembro, por Patrizio Gonnella, presidente da ONG Antígone desde 2005, ao presidente Lula para defender a permanência do italiano Cesare Battisti no Brasil.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Carlos Alberto Lungarzo, um dos responsáveis da Anistia Internacional dos Estados Unidos, foi quem divulgou nesta quinta-feira (26/11) o comunicado em que revela o teor do e-mail do presidente da maior ONG de Direitos Humanos da Itália.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que só anunciará sua decisão sobre a extradição do italiano depois que receber formalmente o acórdão do Supremo Tribunal Federal e se reunir com a sua assessoria jurídica para discutir o assunto. Por 5 votos a 4, o STF autorizou a extradição de Battisti, na semana passada. E, pelo mesmo placar, entendeu que cabe ao presidente dar a palavra final sobre a extradição.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antígone é uma organização de Direitos Humanos que opera apenas no território italiano. A ONG se auto-apresenta dizendo que seu objetivo "não são os Direitos Humanos em geral, para cuja tarefa não teria suficiente infra-estrutura, mas a investigação, denúncia e proteção de quaisquer ameaças aos Direitos Humanos das pessoas detidas sob a custódia do Estado".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Carlos Alberto Lungarzo, o presidente da ONG enviou uma cópia do e-mail para ele sem nenhum pedido de confidencialidade. "Portanto, tomo a liberdade de publicar a mensagem original, traduzida literalmente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Veja o e-mail enviado a Lula:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Exmo. Sr. Presidente do Brasil&lt;br&gt; Luiz Ignácio Lula da Silva&lt;br&gt; Secretaria de Direitos Humanos&lt;br&gt; &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/ong-lula-nao-extraditar-battisti-porque-prisoes-sao-ruins"&gt;direitoshumanos@sedh.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Presidente Lula,&lt;br&gt; Antigone é uma ONG italiana que trabalha desde há 30 anos pelos direitos humanos das pessoas prisioneiras. Gostaríamos dar nossa contribuição para tornar VE consciente dos riscos que Cesare Battisti correrá, se ele for extraditado a Itália. As condições de vida nas prisões italianas nunca foram tão ruins como são agora. A superlotação priva os prisioneiros de toda dignidade e coloca suas vidas no limite.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais de 60 detentos tem cometido suicídio durante 2009, um número nunca visto antes. Muitas pessoas têm morrido em circunstâncias que ainda não foram investigadas, entre as quais está a violência e a falta de cuidado médico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O regime prisional regido pelo artigo 41 bis da Lei Penitenciária Italiana é tristemente conhecido por ter sido várias vezes criticado pela Corte Européia dos Direitos Humanos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As sentenças de prisão perpétua são quase sempre cumpridas integralmente, apesar de que a Constituição Italiana diz que as sentenças devem servir para a reintegração social. Brasil, com um profundo sentido de alta justiça, tem abandonado a prisão perpétua.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nós considerados realmente, que a vida de Battisti – quem, atualmente, é uma pessoa perfeitamente integrada na sociedade, e já passou várias décadas desde a época em lhe foram imputados aqueles crimes- seria colocado em risco se fosse extraditado ao nosso país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esperando que VE continue considerando as circunstâncias as quais fazemos referência aqui, me despeço.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atenciosamente&lt;br&gt; Patrizio Gonnella&lt;br&gt; (Presidente de Antigone)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bottomMenu"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:%74%6f%67%6e%6f%6c%6c%69%40%75%6f%6c%2e%63%6f%6d%2e%62%72"&gt;Claudio Julio Tognolli&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é repórter especial da revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="navMenu"&gt;&lt;div class="wrapper"&gt;&lt;div class="publishDate"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-26/ong-lula-nao-extraditar-battisti-porque-prisoes-sao-ruins"&gt;Revista &lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, 26 de novembro de 2009&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-8369329411789928211?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/8369329411789928211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/prisoes-italianas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/8369329411789928211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/8369329411789928211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/prisoes-italianas.html' title='Prisões italianas'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-7997639760125158545</id><published>2009-11-26T09:11:00.001-08:00</published><updated>2009-11-26T09:11:26.274-08:00</updated><title type='text'>Brazil increases pledge of resources to IMF</title><content type='html'>&lt;br&gt; 	 	 		&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Brazil has committed 14 billion U.S. dollars to the International Monetary Fund (IMF), up from the 10 billion dollars originally planned, for the fund&amp;#39;s new credit arrangement, Brazilian Finance Minister Guido Mantega said Wednesday.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;The money is intended for the IMF&amp;#39;s New Arrangements to Borrow (NAB), Mantega said, adding that the share of the BRIC countries (Brazil, Russia, India and China) in the new credit line has now risen to 15 percent.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;The bloc would be granted veto power on decisions, which requires the approval of at least 85 percent of the members. Only the BRIC, the European Union, Japan and the United States had veto power in the NAB, the finance minister said.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mantega stressed that the investment would not affect Brazil&amp;#39;s foreign exchange reserves, which has surpassed 235 billion dollars.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;The NAB was established to provide aid to poor countries which suffered severe economic setbacks due to the current global financial crisis. Comprising funds from 28 countries, the IMF&amp;#39;s new credit line will total 600 billion dollars.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;People&amp;#39;s Daily Online&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.edisonsiqueira.com.br/site/noticias-detalhes.php?id=5618"&gt; EFS Advogados Associados&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-7997639760125158545?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/7997639760125158545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/brazil-increases-pledge-of-resources-to.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/7997639760125158545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/7997639760125158545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/brazil-increases-pledge-of-resources-to.html' title='Brazil increases pledge of resources to IMF'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1629694666695425500.post-4967400908221466903</id><published>2009-11-26T04:41:00.001-08:00</published><updated>2009-11-26T04:41:18.161-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Advocacia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>A importância da Gestão na advocacia</title><content type='html'>&lt;blockquote cite="http://gestaoadvbr.wordpress.com/2009/11/26/a-importancia-da-gestao-na-advocacia/"&gt;&lt;h2 id="post-1149"&gt;&lt;a href="http://gestaoadvbr.wordpress.com/2009/11/26/a-importancia-da-gestao-na-advocacia/" rel="bookmark" title="Permanent Link: A importância da Gestão na&amp;nbsp;advocacia"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;  		&lt;!-- IF YOU'RE GOING TO USE GOOGLE ADS, THIS IS A GOOD PLACE TO PUT THEM --&gt;	  			 				&lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p&gt;Quando pensamos em gestão, pensamos em organização. Quando pensamos em organização pensamos algo positivo, que funciona.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando vemos um escritório de advocacia, logo lembramos de papel. São processos, papéis para todo lado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A gestão está intimamente ligada a organização, contudo é muito mais do que apenas isto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A gestão está intimamente ligada a tecnologia, ligada as pessoas, ligada a maneira em que sócio vê o seu negócio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enquanto aos sócios vislumbrarem a advocacia como antigamente, ou seja, algo artesanal, feito processo a processo, onde o advogado dispunha de muito tempo para cada processo, as chances de crescimento, organização e futuro são mínimas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A gestão demonstra que devemos nos preocupar com processos, pessoas, tecnologia, organização. Isto quer dizer em bom português: A gestão demonstra que a visão deve ser holística e não restrita.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Devemos ver mais do que processos. Devemos canalizar soluções.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando você conversa com o cliente discorre acerca de possíveis ações ou acerca de soluções?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pense bem: Quem procura um advogado quer uma solução e não uma ação judicial para ficar 10 anos esperando uma sentença que pode ser inexequível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Faça pelo menos esta reflexão: No que o meu escritório pode melhorar hoje?&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em produtos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em novos mercados?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em apenas ofertar uma bala aos meus clientes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Não importa o tamanho do seu escritório. Importa realmente como você o gerencia. Isto sim faz a diferença.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Busque soluções em ações. Não apenas planeje.&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faça!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Execute!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mude!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seja, enfim, o verbo da ação do seu negócio!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;cite cite="http://gestaoadvbr.wordpress.com/2009/11/26/a-importancia-da-gestao-na-advocacia/"&gt;&lt;a href="http://gestaoadvbr.wordpress.com/2009/11/26/a-importancia-da-gestao-na-advocacia/"&gt;Blog Gestão.Adv.Br&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1629694666695425500-4967400908221466903?l=juliocesarduarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/feeds/4967400908221466903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/importancia-da-gestao-na-advocacia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/4967400908221466903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1629694666695425500/posts/default/4967400908221466903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://juliocesarduarte.blogspot.com/2009/11/importancia-da-gestao-na-advocacia.html' title='A importância da Gestão na advocacia'/><author><name>Julio Cesar Duarte</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08144522996675396268</uri><email>advjuliocduarte@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03722599808262086649'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>