<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334</id><updated>2009-11-16T19:27:17.303-02:00</updated><title type='text'>Fio de Ariadne</title><subtitle type='html'>Aqui alguém escreve o que vem à cabeça</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>458</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-1060514944399460690</id><published>2009-11-16T12:31:00.000-02:00</published><updated>2009-11-16T12:31:01.354-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação - conto'/><title type='text'>Dr . Filho</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.abcgallery.com/G/gauguin/gauguin.html" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270696597527607234" src="http://3.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SSVGoU5-N8I/AAAAAAAAARs/xXVNmweVzsQ/s400/Paul_Gauguin_072.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 316px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Algumas coisas o sujeito nasce sabendo. Osmar sempre soube que seria médico. Desde sempre, quando ouvia a perguntinha clássica : " O que você vai ser quando crescer?", Osmar respondia: "Médico." É preciso dizer que estudou muito, também,&amp;nbsp; desde sempre. Aos 10 anos matava aula de desenho para ir ao consultório&amp;nbsp; do Dr. Nepomuceno decorar os fármacos. Aos 12 já havia lido mais livros&amp;nbsp; sobre primeiros socorros do que seus amigos de escola haviam lido gibis. Seria médico, não havia dúvida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Estudou com afinco até os dezessete anos, quando passou no vestibular. E&amp;nbsp; de primeira. Queria tanto aquilo que nada poderia evitar o que era absolutamente inevitável, pensava. Ouquase. Mas o certo é que nem mesmo seu genitor, Dr. Osmar Pai, foi capaz de dissuadí-lo. Dr. Pai era advogado , banca vastíssima, bem conceituada. Imaginou, ao ver o filho pela primeira vez no berçário, deixar como herança ofício&amp;nbsp; e nome bem construídos. Mas o infeliz quis ser médico, e a mãe queria o infeliz feliz. Não houve conversa. Entrou para cursar medicina. E o Dr. Pai do&amp;nbsp; Dr. Filho único calou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Osmar , o filho, venceu as primeiras semanas de trotes na faculdade emdisciplinado silêncio.&amp;nbsp; As humilhações passadas na mão dos colegas não abalaram sua força interior. A certeza o compelia a esperar pelo melhor : as aulas e um sonho a realizar: o diploma. O diploma e um sonho maior : a cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Numa manhã quente de fevereiro, porém, alguma coisa aconteceu que obscureceu dezessete anos de certeza absoluta. Ou quase. Osmar Filho descobriu, depois de alimentado o sonho de uma vida inteira, que não suportava as aulas do laboratório de anatomia. Os cadáveres a serem dissecados, o formol, os crânios, os órgãos internos cuidadosamente guardados em potes que lembravam os de geléia... Tudo aquilo lhe causava um mal estar insuportável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;A primeira aula só foi assistida depois de fixar um ponto na parede e não tirar os olhos de lá. O professor não notou por causa dos óculos e suas lentes grossas, mas Osmar verteu um pranto invisível enquanto convencia-se de que apesar da dificuldade, seria médico, não havia a menor dúvida. Ou havia?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Daquele dia em diante a certeza de antes deu lugar a uma tristeza , uma profunda decepção. Osmar, o filho, sentia-se massacrado pelo peso do que entendia como sua própria incompetência. As aulas tão idealizadas transformaram-se em pesadelos dos quais não era possível acordar. Era preciso muita concentração e óculos escuros para participar dos debates. Desde então, nem mesmo ao açougue Osmar podia ir sossegado. Ao olhar as carnes penduradas saía correndo aos engulhos dizendo que tinha esquecido de dar um telefonema. Virou vegetariano, passando a estudar com mais afinco do que antes. Invejava os outros alunos, tão á vontade com o sangue, as vísceras, a pele fria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Foi torturante mas Osmar, o filho , prosseguiu em seus estudos desenvolverndotécnicas de autocontrole que&amp;nbsp; fariam inveja a psiquiatrias experimentados. Ao final do segundo ano, transitava, já sem suores, pelos laboratórios e aprendeu a suturar. Emagreceu por nada parar mais no seu estômago, nem mesmo a clorofila. Osmar, o filho era teimoso e encontrava consolo no fato de que haviam disciplinas que dominava sem enjoar. Psicologia médica&amp;nbsp; e farmacologia passaram a ser a razão de seu viver juntamente com a obsessão em tornar-se cirurgião.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Aconteceram tropeços. Passou mal enquanto estudava um fígado. Pediu desculpas e saiu cambaleando com a face esverdeada. Se alguém notou, não comentou. Osmar, o filho, andava sempre esverdeado. O susto maior, contudo, foi a brincadeira feita por um colega de da Anatomia, o Adamastor. O futuro doutor colocou um braço na mochila de Osmar que desmaiou quando encontrou o membro gelado junto do seu notebook. Nunca mais foi levando a sério e o apelido Donzela o seguiu até o fim do curso. Mas fim é algo que sempre chega. E na formatura a mãe orgulhosa chorou copiosamente enquanto Dr. Osmar, o pai, assistia ao fim do seu sonho. Dr. Osmar, o filho, conseguira o canudo e uma vaga na residência de cirurgia em um grande hospital .&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;O novo curso transcorreu sem&amp;nbsp; grandes sobressaltos e o vegetariano Dr. Osmar Filho conseguiu , aos 26 anos tornar-se cirurgião geral. Realizou, durante um ano, cirurgias de emergência e salvou algumas vidas. Ao fim do ciclo solar de 365 dias, Dr. Osmar, o filho, matriculou-se em outro curso de especialização por mais dois anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, até mesmo Dr. pai precisa admitir que o infeliz é feliz. Pendurados na sala de espera de seu consultório, estão algumas gravuras de&amp;nbsp; Gauguin e o diploma de médico. A placa na porta diz: Dr. Osmar Filho - homeopata.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* imagem da tela&amp;nbsp; Café em Artes de Paul Gaugin ( 1876- 1903) tirada do &lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6b/Paul_Gauguin_072.jpg"&gt;Wikipedia &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.fio-de-ariadne.blogspot.com"&gt;Fio de Ariadne&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-1060514944399460690?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/1060514944399460690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/dr-filho.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/1060514944399460690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/1060514944399460690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/dr-filho.html' title='Dr . Filho'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SSVGoU5-N8I/AAAAAAAAARs/xXVNmweVzsQ/s72-c/Paul_Gauguin_072.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-2431930434992385411</id><published>2009-11-14T23:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-14T23:00:14.650-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sustentabilidade'/><title type='text'>Era uma vez a brincadeira</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Sv9PYnGJyyI/AAAAAAAABz0/HAkgY0wgYAs/s1600-h/japoninhosb.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404125362098129698" src="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Sv9PYnGJyyI/AAAAAAAABz0/HAkgY0wgYAs/s320/japoninhosb.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 274px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Estou engatinhando neste negócio de maternidade. Tá, tudo bem. Já passei da fase do engatinhar, estou andando meio trôpega, e falando enrolado. Afinal, meu filho já está com dois anos. A novidade agora são os convites para as primeiras festinhas infantis em décadas e minha perplexidade diante deste novo mundo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Eu não sabia como funcionava a dinâmica de uma festa infantil. Fizemos as duas festinhas do Ernesto somente para a família; coisa pequena para o pequeno. Então, na primeira comemoração como mãe de convidado, procurei uma lembrança que fugisse ao&amp;nbsp; industrializado.  Achei uma linda bonequinha de pano embalada para presente num saquinho de juta e fui descobrir a vida como ela é.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;E a vida mudou. Não existem mais muitas festinhas como as que eu costumava frequentar. na infância.&amp;nbsp; Está certo que hoje também não existe mais&amp;nbsp; o Playmobil da Trol e o gosto da bala tofee mudou . Tudo muda com o tempo.&amp;nbsp; Mas desta vez fiquei assustada. A festa parecia um parque de diversões miniatura com pais atarantados correndo atrás dos bebês cheios de energia. Em uma caixa num canto do salão uma quantidade de brinquedos capaz de alegrar um orfanato inteiro, por meia dúzia de natais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Será que aquele lindo bebê aniversariante precisa mesmo de tantas coisas assim para desenvolver-se pleno e feliz? Caberão todas aquelas coisas no seu armário? Haverá alguma estante onde possa repousar a nova bonequinha de pano? Criança ainda brinca com bonequinha de pano? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Acredito que brinque, que deva brincar.  E minha crença vai além. Acredito em brinquedos feitos de sucata e artesanato. Brinquedos sem industrialização. E, sim, eu sei que existem inúmeros produtos educativos especificados por idade daquela marca famosa. Eles são interessantes. Mas prefiro imaginar - palavrinha boa esta -&amp;nbsp; que aprendizagem maior virá do toque em materiais simples, formas criadas do nada, ou de pouco. Quem nunca fez um robô de rolos de papel higiênico, um bonequinho de potinhos de iogurte ou carrinhos com caixa de fósforo embalados em papel brilhante corre o risco de ter perdido alguma coisa da infância. Alguma coisa boa e colorida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Toda criança gosta de ganhar presente. Até aquele bebê, dono da caixa de brinquedos lotada no canto do salão de festas, que nem sabe ainda para que serve aquilo tudo, gosta de brincar. Mas, será que não caberia uma reflexão acerca da complexidade da vida dos nossos filhos a esta altura do campeonato? Será que um bolo gostoso e brincadeiras, um passeio entre amigos, uma tarde no cinema não seria mais proveitoso ? Perdoem o desabafo, comecei a escrever e acabei sonhando um mundo mais simples.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;* &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Leia outros textos sobre vida sustentável e crianças em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ecoblogs.com.br/tag/criancas/" style="color: black; font-family: arial;"&gt;Ecoblogs&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style="font-family: arial;"&gt;imagem do blog da ilustradora &lt;a href="http://andreiailustradora.blogspot.com/2008/03/japoninhos-brinquedo-feito-com-material.html"&gt;Andréia Vieira&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-2431930434992385411?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/2431930434992385411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/era-uma-vez-brincadeira.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/2431930434992385411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/2431930434992385411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/era-uma-vez-brincadeira.html' title='Era uma vez a brincadeira'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Sv9PYnGJyyI/AAAAAAAABz0/HAkgY0wgYAs/s72-c/japoninhosb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-7757519167231587403</id><published>2009-11-13T21:03:00.000-02:00</published><updated>2009-11-13T21:03:44.488-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#LuluzinhaCampRJ'/><title type='text'>#LuluzinhaCampRJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Sv3lgwbD9gI/AAAAAAAABzs/ICj43WNFY5c/s1600-h/100_1155.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Sv3lgwbD9gI/AAAAAAAABzs/ICj43WNFY5c/s320/100_1155.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não se espantem. Preparei um post para hoje mas a sexta-feira 13 foi puxada aqui. Nada grave, mas a data não passou em branco e quase tudo o que eu havia planejado simplesmente não aconteceu. Resta-me o sábado 14 e o domingo 15. Nada como o dia de amanhã e o depois de amanhã para esquecer o de hoje ... &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E por falar em amanhã, neste sábado participarei do&lt;a href="http://www.luluzinhacamp.com/2009/10/15/luluzinha-camp-rj-3/"&gt; Luluzinha Camp RJ 3&lt;/a&gt;, um evento que reúne mulheres blogueiras com muitas coisas que interessam às meninas. É uma excelente oportunidade de conhecer as editoras de páginas lidas diariamente, algumas conhecidas da net e também pessoas novas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estou envolvida com um projeto junto com minha mãe que é artesã. A ideia original era lançar um blog de artesanato antes do Luluzinha Camp mas, não conseguimos. O post previsto para hoje apresentaria o novo blog. De todo modo amanhã, o Fio de Ariadne participará com um lindo presente ( foto acima) a ser sorteado no fim do encontro entre as Luluzinhas e em breve apresentaremos o novo espaço virtual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Na próxima semana eu conto os detalhes do encontro com as Luluzinhas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-7757519167231587403?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/7757519167231587403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/luluzinhacamprj.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/7757519167231587403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/7757519167231587403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/luluzinhacamprj.html' title='#LuluzinhaCampRJ'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Sv3lgwbD9gI/AAAAAAAABzs/ICj43WNFY5c/s72-c/100_1155.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-4252345251771861070</id><published>2009-11-12T15:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-12T15:00:01.574-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crônicas dos outros'/><title type='text'>Rato de Biblioteca no Crônicas dos outros</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvwHCSz6H5I/AAAAAAAAByc/YgXoKl656ME/s1600-h/148.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 222px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvwHCSz6H5I/AAAAAAAAByc/YgXoKl656ME/s320/148.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403201388928442258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;OS “PSEUDO-TÍMIDOS”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Outro dia li uma crônica de Clarice Lispector sobre os tímidos, que têm vergonha de viver. Ela se classifica entre os tímidos ousados, que apesar de sua incrível timidez são capazes de gestos audaciosos, atiram-se ao desconhecido, voluntariam-se para situações inusitadas e inesperadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Não sou tímida. Não sou ousada. E detesto classificações, apesar de adorar a análise e observação dos seres humanos, seu comportamento, suas causas e consequências, a importância do contexto, do ambiente, das pessoas que os cercam e como tudo isso junto explode em uma salada maravilhosa que é um ser humano único e imprevisível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Há pessoas que são realmente tímidas. Outras, apesar de não o serem, aparentam timidez. Por quê? Arrisco alguns palpites: Por exemplo, é mais fácil “ser tímido”; isso me poupa de muita situação embaraçosa (escrevo na primeira pessoa para facilitar os exemplos, não me classifiquem, por favor). Se sou “oficialmente” tímida, ninguém espera que eu cante na apresentação do colégio, nem que eu me candidate a presidente de qualquer clube, grêmio, associação ou seja lá o que for. Não esperam que eu me destaque em nada, e essa expectativa diminuída a meu respeito me livra de muita ansiedade inútil. Isso não impede que eu me arrisque; se eu tiver sucesso, será uma surpresa para todos, pois ninguém o espera. Portanto, ninguém cobra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Outra vantagem: dos ousados espera-se grandes atitudes, grandes e fortes opiniões, enquanto que aos tímidos nem se pergunta a opinião, oh, ela vai ficar encabulada, além do que, será que ela tem alguma opinião?  Isso me dá a oportunidade de manter minhas opiniões (sim, os pseudo-tímidos têm opinião!) para mim mesma; isso é muito  conveniente, especialmente em assuntos espinhosos, lugares de convívio público como o ambiente de trabalho, ou as duas coisas juntas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Quando uma pessoa “atirada” toma uma atitude de vanguarda, as pessoas pensam: “Lá vai ele de novo!” e observam, esperando o sucesso (Ele teve coragem e se deu bem) ou o fracasso (Quem mandou se meter nisso, eu sabia, não podia mesmo dar certo). Nas primeiras vezes isso choca, mas com o tempo esse tipo de atitude é esperada dessas pessoas. Lembram-se das feministas dos anos 60 e 70? Das primeiras pessoas que resolveram viver de modo diferente? Daqueles que largaram “tudo” e foram trabalhar em outra coisa, ou fazer o que queriam?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Se um pseudo-tímido tomar uma atitude de vanguarda, não se assustem: ele sabe o que está fazendo. Pensou bastante, e decidiu que é exatamente isso o que quer. Diferentemente dos tímidos, que geralmente estão agindo por impulso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Mas uma coisa é certa: tímidos, ousados, pseudo-tímidos, de qualquer modo que sejamos, na hora de enfrentar o desconhecido é normal sentir aquele friozinho na barriga, afinal, somos humanos; no fim da estrada pode estar o sucesso ou o fracasso, mas com certeza aprenderemos com  a experiência. Teremos feito nossas escolhas. E teremos vivido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Pois duro mesmo é se arrepender de não ter escolhido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-3.png" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A Crônica desta semana é de Cristine Martin ( &lt;a href="http://twitter.com/ratobiblioteca"&gt;@ratodebiblioteca&lt;/a&gt; no twitter), tradutora , escritora e editora do blog&lt;a href="http://www.terracotabolsas.com/rato"&gt; Rato de Biblioteca&lt;/a&gt; . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-4252345251771861070?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/4252345251771861070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/rato-de-biblioteca-no-cronicas-dos.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/4252345251771861070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/4252345251771861070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/rato-de-biblioteca-no-cronicas-dos.html' title='Rato de Biblioteca no Crônicas dos outros'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvwHCSz6H5I/AAAAAAAAByc/YgXoKl656ME/s72-c/148.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-5603612661502441522</id><published>2009-11-12T10:32:00.000-02:00</published><updated>2009-11-12T10:32:27.216-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação'/><title type='text'>Drops</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvwAAqPNDpI/AAAAAAAAByU/kJXcTslgDP0/s1600-h/o_amor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvwAAqPNDpI/AAAAAAAAByU/kJXcTslgDP0/s320/o_amor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Apenas três palavras .&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; Separadas não fazem grande coisa.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; Juntas quebram monopólios, constróem impérios, movem montanhas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; Dizer "eu te amo", para alguns é tão fácil quanto tomar um táxi.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; Para outros,&amp;nbsp; um bloqueio que impede&amp;nbsp; fazer feliz a quem amam.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;E enquanto há quem superfature três palavrinhas há quem siga sonegando.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Talvez fosse melhor não falar,&amp;nbsp; não esperar ouvir o dizer.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; Talvez fosse melhor simplesmente viver.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;*imagem site &lt;a href="http://www.mondovr.com/fotos2/o_amor.jpg"&gt;MondoVR&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-5603612661502441522?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/5603612661502441522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/drops.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/5603612661502441522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/5603612661502441522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/drops.html' title='Drops'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvwAAqPNDpI/AAAAAAAAByU/kJXcTslgDP0/s72-c/o_amor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-9025322481155355688</id><published>2009-11-10T09:25:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T09:27:02.545-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação - conto'/><title type='text'>Florinda</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvlN_oJMpnI/AAAAAAAAByM/SFqTKBZUUDo/s1600-h/mestico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 252px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvlN_oJMpnI/AAAAAAAAByM/SFqTKBZUUDo/s320/mestico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402434983510713970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Florinda era caprichosa. Era esta a opinião geral e ela parece ter sido convencida pelo que todo mundo dizia. Essas coisas acontecem. O sujeito não sabe o que fazer da própria vida, um dia um desavisado acha que percebeu alguma coisa oculta atrás daquele eu. Publica sua opinião a ouvidos atentos . Está feito um engano que irá mundo afora como penas na ventania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao assunto, Florinda era caprichosa. Desde que o tal desavisado resolveu isto para ela, todos os seus desejos passaram a ser cumpridos à risca sob pena de serem impostos graves flagelos aos desobedientes. Além da opinião alheia, alimentava seus caprichos o fato de ser filha de abastado fazendeiro, o maior da região. Colheita de café carregada por empregados robustos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Acostumada a ver  quadros de Portinari através de sua janela, Florinda aos 19 anos resolveu - depois de embolar suas saias com o capataz da fazenda, o filho da cozinheira, um amigo do pai e três ou quatro secadores de semente - conquistar o único homem que não a olhava de baixo pra cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O vigário, não usasse batina, chamaria a atenção das beatas mais severas. A verdade é que apesar da batina sua missa lotava menos pelo sermão progressista que pelos olhos azuis brilhando por trás da pele morena. Padre por feliz imposição da família, o vigário descobriu sua vocação quando entrou a contragosto no seminário. Deixando a mãe chorosa e o pai feliz atrás da porta de carvalho firme fechada pelo capelão. Apresentado à filosofia, vislumbrou um mundo novo, o das idéias. Convenceu-se que a fé do povo poderia ser a mola mestra para a revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O povo gostava do palavrado do padre. A maioria, contudo, acreditava que aquele discurso todo não mudariam as coisas. Patrão continuaria a ser patrão até o fim dos tempos . E empregado, continuaria a ser empregado. Mas, a missa era boa. E o modo de incutir sentimento politico no povaréu, por curioso que seja, era manso e não despertava atenção de quem mandava por ali. A vida do vigário seguia bem, até Florinda resolver fazê-lo de brinquedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Além dos domingos pela manhã, Florinda passou a sair para confessar todos os dias alegando estar passando por um período de meditação. Em casa ninguém estranhou. O que Florinda dizia era nada menos do que a verdade. No confessionário, contou todos os pecados cometidos atrás do celeiro da fazenda, na cocheira, no cafezal. Ao mesmo tempo passou a contribuir com sua mesada para as obras assistenciais. Sempre ao final da missa era a primeira a cumprimentar o padre por suas palavras. O detalhe é que, se fosse perguntada, não poderia repetir sequer uma delas. Limitava-se a levantar, ajoelhar e procurar os cânticos no livro toda vez que o povo fazia o mesmo enquanto maquinava atimanhas de sedução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O assédio velado durou três meses sem que recebesse sinal do padre de que houvesse o mínimo interesse. Como noventa dias era muito mais tempo do que poderia dignar-se a investir num alvo, Florzinha, como era chamada pela mãe, resolveu atacar de frente. Um belo dia, ou melhor, uma bela noite apareceu na casa paroquial armada até os dentes para a guerra, batendo na porta avidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O vigário, que já havia tomado sua sopa rala, feito as orações e preparava-se para dormir o sono dos justos, abriu a porta com uma vela na mão. Procurando refazer-se do espanto de encontrar a moça tão tarde da noite parada a sua porta, perguntou mansamente o que poderia fazer para ajudar. Florinda disse em apenas três palavras o que desejava. Como esperasse resistência, já possuia todos os argumentos e artimanhas cuidadosamente ensaiados para contra atacar. Acrescentou que não tolerava ver seus caprichos recusados, que todos sabiam que era assim que resolvia o que desejava. O padre calmamente sentou-se. Fez toda a argumentação dialética aprendida nos anos de seminário. Questionou as motivações e verdadeiros sentimentos e após três quartos de hora viu que não dissuadiria Florinda. Então, perguntou se ela assumiria as consequências do ato e, diante da cega afirmativa, levou-a para o quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Antes do galo cantar, Florinda voltou para a fazenda triunfante. Passou a semana cantarolando canções inventadas, rindo de si e de todos. Os pais vendo-a feliz não fizeram perguntas. A ordem era satisfazer Florinda e, com toda certeza ela parecia satisfeita. No sétimo dia, pela manhã, anunciou seu noivado. Quiseram saber quem era o noivo, a que família pertencia, o volume do patrimônio, se possuia educação elevada. Ao invés de fornecer informações, a Florzinha limitou-se a dizer que logo  traria o felizardo para, aos costumes, fazer o pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Naquela tarde saiu impecavelmente vestida para notificar o vigário de que, para o futuro, vigário não mais seria. A noite do pecado revelara, por certo, a ambos o verdadeiro sentido do amor. Quase certo. A porta da sacristia foi aberta por um velhinho. Usava batina e  comunicou à Florinda que o antigo vigário obteve permissão para ir à Roma  para aprofundar os estudos em filosofia canônica. Passara a incumbência de pastorear a cidadezinha ao velho padre que ali estava. Perguntou então à mocinha se gostaria de ser ouvida em confissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Florinda voltou para casa em silêncio. Assim permaneceu. Não falou sequer uma palavra sobre o ocorrido ou qualquer outra coisa. Logo parou de abrir a boca até mesmo para comer. Comenta-se que enlouqueceu de tanto capricho. "Florinda era caprichosa." É o que diz sua lápide.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:xx-small;"  &gt;Imagem - Goolge images - Cândido Portinari -  Mestiço (óleo sobre tela - 1934)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Quem consegue perceber issobem são aqueles que faturaram uma grana preta vendendo seus terrenos,ou moram ao lado de construções –que é meu caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra vocês teremideia, na minha rua foram e estão sendo construídos cerca de 7 novosedifícios. A tendência é esse número aumentar. E muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antesdesses edifícios, todo dia eu via a morena dos olhos verdes e mechasdouradas passar na minha rua. Ela nunca sorriu pra mim, porém eu metransformava num enorme sorriso toda vez que a via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morena dosolhos verdes e mechas douradas, na verdade, planava pela calçadadesnivelada e esburacada. Não havia um carro que não prestasse atençãoem seus cabelos aos ventos, suas mãos tão pequeninas, suas curvas tãobelas, suas covinhas tão vermelhas e sua estatura de mocinha; tudo issoao sabor da contemplação e inveja alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meninos da minha rua suplicavam e choravam por seu amor, e ela sempre dizia a mesma coisa, Não! Nenhum homem merece meu amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achoque ela era especial por isso, pois ninguém conseguia faze-la de“peguete”. Ela era demais. Um anjo que veio me dar uma razão pra viver.Única. Eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, o primeiro edifício ficou pronto e amenina dos olhos verdes arranjou um namorado. Era forte, ia praacademia todo dia, se gabava pelo que tinha, roupas de marca, a motoKawasaki Ninja, a cobertura; saía sempre com os amigos pras raves ebaladas, não ligava pra estudo, pois bastava ser como o pai: político.Era o par perfeito pra ela; afinal, os opostos se atraem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Maistarde, outro edifício ficou completo. Ela descobriu que o namorado atinha traído com “uma outra vagabunda aí qualquer”. Pensou em terminarcom ele. Se interessara por um carinha da Tijuca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com oterceiro, descobriu que estava grávida. Três meses. Deve ter sido numabalada aí da vida. Ela não tinha certeza de quem poderia ser o pai. Onamorado não quis saber dela e do feto, terminou o namoro alegando quenão ia dar uma de corno assumido. Ele podia ser burro, mas era esperto.Sua mãe defendeu que ela devia continuar com o bebê. O pai éinterrompido durante o trabalho pela mãe e dá a sua opinião: “hmmm,faça isso, querida”. Está ocupado demais com os relatórios da empresa.Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo edifício surgiu no horizonte, tampando opor-do-sol. A morena perdeu a mãe num assalto. E o pai, que viviatraindo a esposa nas viagens empresariais, entrou em depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de completar o quinto edifício, a menina olha pro horizonte pelavaranda do apartamento. As estrelas, que antes coloriam o céu, passarama dividir o lugar com as centenas de luzes dos outros apartamentos.Decepcionada com a vida, ela resolve bater as asas e fugir pra bemlonge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dessa maneira, com o prédios, os carros, ônibus, motos,o sol, necessário para sarar as feridas, tanto da carne quanto da alma,foi tampado de vez. A minha rua passou a parecer um filme em preto ebranco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E a morena era o meu sol. Era a fuga das minhasfrustrações. Apesar dos engarrafamentos, da poeira, da fumaça, dasbuzinas e das obras, tudo ficaria bucólico se ela estivesse aqui. Elame deixou com uma ferida enorme no coração. Só ela poderiacicatriza-la...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Apesar disso, o show tem que continuar. Todasas noites, mesmo com vários prédios, eu ainda consigo ver um pedaço docéu. E lá eu fico até o sono me chamar, numa árdua, porém digna,missão: achar a minha morena dos olhos verdes e mechas douradas. Nãoposso vacilar a nenhum instante, pois, num pisque, ela pode passar e euperdê-la de novo. Um dia eu a acho, tenho certeza. E ela irá sorrir pramim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Isto é absolutamente irrelevante; já ouvi gente dizendo todo tipo de coisa. Jane Austen deixou textos realmente incríveis. Especialista na construção de personagens e na sua retratação, impossível ler suas histórias sem ter uma perfeita imagen mental de tudo. A melhor parte é que o texto não se prende a detalhes estéticos mas aos detalhes humanos. A partir daí constrói-se toda a narrativa, brilhantemente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em Orgulho e Preconceito, que acabo de reler, Austen conta a história de um amor improvável. Um esnobe rapaz da corte londrina cai de amores por uma moça provinciana com nobres valores. Falando assim parece mesmo difícil de imaginar. Mas a autora nos conduz através do sentimento humano, aquele caminho que os defeitos do Sr. Darcy não são capazes de cruzar ilesos. Para nos convencer definitivamente que um homem muito rico e besta ( não consigo encontrar palavra melhor para definir Darcy) pode mesmo se apaixonar por uma moça simples, &lt;i&gt;without conections, &lt;/i&gt;Jane resolveu criar uma das mais maravilhoras heroínas da literatura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Elizabeth Bennet,Lizzy,  a moça por quem Darcy se apaixona, é tudo o que todo mundo sonha para irmã, filha, namorada, nora, vizinha... Dotada de um bom senso incomum dentre os demais personagens do romance, Srta Bennet é realmente apaixonante , para Darcy , por ser tudo o que ele não é , e para nós, por proporcionar uma leitura maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Dentre os personagens deliciosos da trama, minha preferida é a mãe de Elizabeth. Sra Bennet, tão absorta em seu papel de mãe de filhas sem dote apropriado. Tudo o que a Sra Bennet quer é casar as filhas. Mas isso não pode ser visto como futilidade. É questão de sobrevivência. A obra de Jane Austen , além do valor literário, tem função histórica por mostrar ao leitor atual como funcionava a sucessão das famílias na Inglaterra do século 19. Não era fácil ser mulher sem fortuna ou um bom casamento. Se o pai de uma mulher nestas condições morresse, os bens iriam para o parente mais próximo do sexo masculino. Salvo melhor juízo, a obra que melhor reflete esta afimação é Razão e Sensibilidade, em seus primeiros capítulos , mas a preocupação quase irritante da Sra. Bennet dá bem o tom da tragédia da mulher inglesa da época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Muito já se escreveu e ainda será escrito sobre a obra de Auten. Esta modesta quase-resenha, publicada em razão da II Leitura Coletiva é apenas uma singela homenagem à grande escritora inglesa. A Leitura Coletiva acontece até dia 07 de novembro . Nos próximos dias publico links com as resenhas dos demais participantes do grupo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Na imagem - Foto do google images Laurence Olivier e Greer Garson, meus Darcy e Lizzy preferidos do cinema.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-6357304313961314559?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/6357304313961314559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/orgulho-e-preconceito.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/6357304313961314559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/6357304313961314559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/orgulho-e-preconceito.html' title='Orgulho e Preconceito'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SvBusOVUQAI/AAAAAAAABxI/vaqtDqblXlg/s72-c/pride-prejudice-1940-darcy-lizzy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-533319712207707211</id><published>2009-11-02T09:20:00.003-02:00</published><updated>2009-11-02T10:17:03.916-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>[Grande] Filme - Entre os muros da escola</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kzlKQOToAK4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kzlKQOToAK4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os muros da escola ( Entre les murs- 2008-FRA) - fiquei me perguntando o motivo de se acrescentar o vocábulo escola na versão brasileira e não consegui resposta- é um filme que merece ser assistido. Vencedor da palma de ouro do Festival de Cannes de 2008, o filme de Laurent Cantet é ao mesmo tempo consolador e deprimente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em clima de documentário, o filme baseado no &lt;a href="http://www.martinseditora.com.br/detalhes.asp?ID=330006"&gt;livro de François Bégaudeau&lt;/a&gt; ( que interpreta a si próprio na filmagem )&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;mostra a relação professor x aluno em uma escola pública do subúrbio de Paris que atende a classe operária e filhos de imigrantes de Mali, Antilhas, Argélia, China e outros países. O estabelecimento é bem aparelhado, afinal, a película se passa na França. O abismo entre professores e alunos, contudo, é imenso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;A falha na comunicação dentro de sala de aula deixa o expectador com experiência em educação ( e possívelmente até o que atue em área diversa) perplexo. como é possível, afinal, em um país invejado por seu avanço político e cultural, acontecer cenas como as retratadas em Entre os muros?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;A resposta talvez seja : Essas coisas acontecem porque estamos tratando de um dilema universal. Motivar e conquistar os alunos. Trazê-los para sua causa é um desafio de qualquer professor. Lutar por aparelhamento do estabelecimento de ensino e melhor condições de trabalho para o educador ajuda, mas não define a questão. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Acostumada a filmes com temática de sala de aula, assisti ao filme incrédula e esperando, a todo tempo , a música aparecer - não há trilha sonora- e o professor salvar algum aluno com problemas. Talvez alguém morresse no grupo e o incidente contribuísse para unir a turma decidida e educar-se a todo custo e promover uma mudança social. Mas nada disso acontece. Entre os muros merece a Palma de Ouro , nosso aplauso e muita atenção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:8pt;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-533319712207707211?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/533319712207707211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/grande-filme-entre-os-muros-da-escola.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/533319712207707211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/533319712207707211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/11/grande-filme-entre-os-muros-da-escola.html' title='[Grande] Filme - Entre os muros da escola'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-6861333225119781448</id><published>2009-10-31T20:06:00.008-02:00</published><updated>2009-11-03T09:09:57.771-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blogagem coletiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filhos'/><title type='text'>Educação financeira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.guiainfantil.com/images/blog/200/292/001_small.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 297px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Suy6swjaWYI/AAAAAAAABxA/k6FQjcJTSbI/s320/001_small.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398895331420821890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Educação financeira? Alguns blogueiros aceitaram o debate proposto por &lt;a href="http://cybelemeyer.com.br/falandosobre/?p=985"&gt;Cybele Meyer&lt;/a&gt;. E aí vai minha modesta opinião. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há quem pense que educar financeiramente é ensinar aos filhos que não se deve gastar mais do que se ganha. Errado. Esta é somente a primeira lição. A básica. Nível 1. Maternalzinho. A questão é bem mais ampla. Infelizmente. &lt;/span&gt; &lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Uma verdade a ser levada em conta é : somos humanos. Outra verdade: vivemos num mundo capitalista. Concluir que a mente humana pode ser facilmente encaganada por mecanismos do Capital é natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos movidos por hormônios. E humores. Vivemos em constante competição por absoluta necessidade. Precisamos sobreviver e neste mundo do Capital já não basta sair da caverna e abater um javali. Precisamos de coisas. Mais coisas do que podemos carregar. Tornamos nossas vidas absurdamente complexas. Muito mais que a vida dos homens que caçavam javalis e muito mais do que a vida dos nossos avós, que nunca viram um javali cara a cara e mesmo assim eram de manutenção bem mais simplificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois imagine só, depois de inventarmos tanto o que consumir, manter, vivenciar, inventamos de ter filhos e precisamos criá-los garantindo-lhes uma mente sadia. É preciso explicar-lhes que todas as coisas que alegadamente necessitamos possuem um preço não exclusivamente monetário.   O custo de todas as coisas tão imprescidíveis pode ser traduzido em saúde, liberdade, felicidade, paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como fugir do caminho para o qual este debate aponta. Precisamos criar consumidores conscientes e equilibrados e educação financeira é consumir com a maior independência possível. Como alcançar isto? Evitando compensações materiais para faltas imateriais. Assim, se você um dia concluir que pode estar trabalhando muito e vendo seu filho menos do que deveria, tente imaginar que isto é provisório, que há um bom motivo para tanto trabalho - possivelmente seu filho - e compensar com qualidade do tempo que resta. Nada de presente pra dizer que ama, estar presente é dizer que ama. E quando a vida nos impede de estar presente todo o tempo, estar totalmente presente o tempo que se dispõe faz toda a diferença. É o que importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando seu pequeno estiver triste - e tristezas acontecem a todos - procure alegrá-lo com sua essência ao invés de um embrulho bonito. Fortalecer o eu do seu filho de modo que ele obtenha certeza absoluta de que é um ser humano completo sem bens materiais é primordial. Trabalhando conceitos como estes e lembrando, é claro, que não se deve gastar mais do que se ganha e que poupança é importante para um futuro que só a Deus pertence educação financeira será naturalmente parte da formação deste ser tão especial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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A grávida é dois, dois em um. E vale por dois, por dois come. Quando anda na rua, o dois some. O que importa é o barrigão. Todo mundo olha e sorri. Uma vez , no auge da minha barriga, um dia pela manhã, uma senhora disse que ver uma grávida logo assim que se sai de casa é sinal de boa sorte. Sorte pra quem, pra ela ou pra grávida? Não importa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A grávida escuta de tudo, que a barriga está grande, que está pequena. Que não engordou, que está imensa. Que é menino, que é menina. Deseja-se sorte e boa hora. A grávida não é mais si e de si perde-se temporariamente. A grávida é o arauto do alguém que vai chegar e, quem sabe, mudar o mundo. O pequeno que virá sem saber que o buraco é fundo, que a dor é imensa que a batalha é inglória.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;No ônibus todo mundo levanta. Quer dizer quase todo mundo. Os velhos, levantam sempre, mesmo que a grávida jure que está muito bem. Velho sabe o que é ser grávida, seja porque já foi uma , seja porque já foi pai. Parece que a barriga imensa traz boas recordações, pois na hora em que a grávida aceita o lugar recebe uma piscadela do gentil ancião.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não fosse o peso que carrega, poderíamos dizer que a grávida se diverte ao mesmo tempo em que oferece diversão. Mas o que a grávida não sabe, ao menos aquela que carrega o primeiro barrigão, é que quando a barriga migrar, for embora, murchar, tudo o que ouviu sozinha com o filho nos braços ouvirá. Que ele é pequeno, que é grande demais, que é esperto, sorridente, sério, feliz, bravo, bonito, travesso, educado, chorão. Não, eles nunca concordarão. É que o povo que passa fala de si, vê-se no outro e repete o que o tem no espelho em visão.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;" /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;* A imagem é do National Geographic&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Fico imaginando a confusão que se criou na cabeça das mulheres da geração da minha mãe, mas isso dá um outro post. A questão é que hoje em dia, apesar de ainda existir muita propaganda voltada para a dona de casa, agora uma mulher bem diferente, o foco passou a ser : você é cheia de problemas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SubV5ojbIhI/AAAAAAAABvQ/sWh7z-fDY-I/s1600-h/a_cooks.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SubV5ojbIhI/AAAAAAAABvQ/sWh7z-fDY-I/s320/a_cooks.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O leitor já  reparou na propaganda do horário nobre da tevê aberta? Esperamos a novela começar assitindo  propaganda de cerveja para os homens, de lindos carros  para os homens, de barbeadores para os homens e produtos de higiene íntima e iogurtes com efeito laxante para as mulheres. Estes últimos são bem pensados, foram chamadas belas atrizes e e famosas escritoras para recomendarem os produtos. Com riqueza de detalhes as mulheres explicam como os intestinos funcionam mal . Será que a mulher é mesmo só isso? Um intestino que funciona mal. Alguém com prisão de ventre assistindo novela com um cara que gosta de cerveja e está de olho num carro novo. Entre um iogurte e outro ela usa um mata mosquitos para garantir uma noite tranquila para sua família. No dia seguinte, dá-lhe iogurte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;Já escrevi sobre o assunto mulher e propaganda em &lt;a href="http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/05/ate-que-ponto-o-mercado-sugestiona-voce.html"&gt;Até que ponto o mercado sugestiona você? &lt;/a&gt;e  &lt;a href="http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/06/para-propaganda-mulher-so-quer-casar.html"&gt;Para a propaganda mulher só quer casar &lt;/a&gt;. E se as estatísticas que venho lendo ultimamente, que dão conta de que as mulheres não só consomem bastante como são as responsáveis pela decisão de consumo em casa, estão certas, estamos  merecendo uma atenção melhor. Isso e uma dieta rica em fibras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;*imagens google images&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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mulher'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SubWBC4pXJI/AAAAAAAABvg/dtW1sHpOGKQ/s72-c/cozinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-6132682200356886820</id><published>2009-10-26T10:42:00.001-02:00</published><updated>2009-10-26T10:58:08.212-02:00</updated><title type='text'>Ela queria casar - conto - Republicação</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;color:black;"   &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SJcfCkXJ1-I/AAAAAAAAAJc/XYVN0i0lpK8/s1600-h/buque-de-flores-noiva.jpg"&gt;&lt;img alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230683621195110370" src="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SJcfCkXJ1-I/AAAAAAAAAJc/XYVN0i0lpK8/s320/buque-de-flores-noiva.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;b&gt;Ela queria casar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Ainda que estranhassem todos os que a conheciam.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Pelo carro do ano , o apartamento arrumado, a janela do quarto de frente pro mar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O trabalho invejado, a roupa perfeita, o olhar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Ela queria casar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Ainda que falassem todos os que a queriam.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Que isso não é mais assim. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Que mulher hoje não precisa de ninguém. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Ela queria casar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Casar e casar somente&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Nem mesmo o MBA , a dúzia de livros na cabeceira, os discos de jazz,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nem mesmo os projetos a faziam esquecer que só queria uma coisa : casar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Nem sabia com quem. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não encontrou? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Achará. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Já sabe o nome do feitor do vestido, a música que tocará,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quantos doces e cores a mesa terá.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ela queria casar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;E querendo casar, casou.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Achou o coadjuvante, que aceitou em cima do bolo ficar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;O casar porque este é meu sonho. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;E de sonho a festa vou ter.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ela queria casar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E casou.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na lua-de-mel viajou&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um álbum de fotos tem pra mostrar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ela queria casar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E voltou para o apartamento com quarto de frente pro mar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ela queria casar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Acontece que no fim esqueceu que é preciso levar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A vida até o sonho acabar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;E acabou tão logo que não encontrou lágrima que pudesse chorar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Ficou com o apartamento, a janela, o mar.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;O divórcio saiu num instante. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Ela só queria casar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style="font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;*A imagem eu achei no &lt;a href="http://www.blogcronicas.com/"&gt;Blog Crônicas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div   style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-6132682200356886820?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/6132682200356886820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/ela-queria-casar-conto-republicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/6132682200356886820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/6132682200356886820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/ela-queria-casar-conto-republicacao.html' title='Ela queria casar - conto - Republicação'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SJcfCkXJ1-I/AAAAAAAAAJc/XYVN0i0lpK8/s72-c/buque-de-flores-noiva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-167410627405402162</id><published>2009-10-23T13:43:00.000-02:00</published><updated>2009-10-23T13:43:52.430-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ecobag'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Susan Boyle'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crônica'/><title type='text'>Sacola plástica, não! -  Republicação - Crônica</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SIpRHB8ojQI/AAAAAAAAAI0/2ij5Bz6Rgvk/s1600-h/sacola.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227079498740567298" src="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SIpRHB8ojQI/AAAAAAAAAI0/2ij5Bz6Rgvk/s320/sacola.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SIpErWB7UbI/AAAAAAAAAIs/bOEwYBci100/s1600-h/bolsa_feira.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A maioria agora chama 'ecobag' e para mim é sacola de feira. Não importa. Se o leitor quiser usar o nome estrangeiro, não torcerei meu 'nose', digo, meu nariz. Torcerei apenas para que use a sacola, seja ela feita de pano, nylon ou palha. O importante é reduzir tanto quanto possível o uso das famigeradas bolsas descartáveis fornecidas pelo comércio na hora das compras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Imaginar que a sacola que eu trago da farmácia permanecerá sobre a face da Terra durante séculos após o fim do meu resfriado e de meus bisnetos causa arrepios. Eu sei, é inegável o fato de que vivemos em uma sociedade que consome e é consumida. Impossível fugir a esta verdade. Mas por que consumir tanto ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O motivo deste post é chamar a sua atenção a um problema de todos: a quantidade absurda de lixo que produzimos. Se é possível sair de casa para ir ao mercado carregando uma sacola para trazer aquilo que necessitamos sem poluir o meio ambiente por que não fazê-lo? Para quem gosta de andar na moda existem modelos lindos, para quem gosta de saber que está fazendo a sua parte existem modelos simples, como a vida. E cá entre nós, essas sacolas de mercado não duram dois metros de caminhada sem estourar se não estiverem duplamente reforçadas. Se o uso da sacola permanente não for pelo ambiente, caro leitor, sugiro que seja para salvar suas compras de se espalharem na rua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas eu sei que não é assim tão fácil aderir e posso informar que muita gente olha torto quando eu chego com a minha sacolinha e aviso que não quero que empacote as compras com sacola plástica. Mas se tudo se limitasse ao olho torto, muito que bem. O problema é que alguns passam a ignorar minha humilde pessoa tão logo eu profiro a frase" Não precisa colocar no saco plástico , eu trouxe a minha sacola". A partir deste ponto eu não existo mais e ninguém me ajuda a arrumar as compras. É estranho porque é novo. Sou da época das sacolas fortes de papel que eram usadas por poucos. Lembro que minha avó tinha uma de couro a prova de peso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assim como aderimos ao polipropileno , provavelmente por ser mais barato que o papel, tenho fé que conseguiremos abandoná-lo e ir ás compras em paz e diminuir a herança de entulho que nossos filhos receberão. O planeta agradece. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* Imagem retirada do blog &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://hrcastro.wordpress.com/"&gt;Política &amp;amp; Sustentabilidade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-167410627405402162?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/167410627405402162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/sacola-plastica-nao-republicacao.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/167410627405402162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/167410627405402162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/sacola-plastica-nao-republicacao.html' title='Sacola plástica, não! -  Republicação - Crônica'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/SIpRHB8ojQI/AAAAAAAAAI0/2ij5Bz6Rgvk/s72-c/sacola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-4933652635084756851</id><published>2009-10-22T13:27:00.001-02:00</published><updated>2009-10-22T13:28:24.970-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação - conto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lupcínio Rodrigues'/><title type='text'>O Remorso - Republicação - Conto</title><content type='html'>&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WJ5COocbmoY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WJ5COocbmoY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Rio , 1939&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Apressado, Nestor tropeça na caixa deixada na calçada e olha mecanicamente para o interior do boteco. Espantado, vê Rodrigues, figura das mais reservadas, bebendo sozinho no balcão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca soube que Rodrigues bebesse e, se o fazia, deveria ser por algum motivo sério. Conferiu o relógio; tinha ainda dez minutos. Rodrigues sempre lhe fora um amigo das horas mais difíceis, isto sem contar os tostões que lhe devia e não sabia ainda como iria pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constatou, chegando perto, que só reconhecia Rodrigues por conta do tique de bater nervosamente com a mão esquerda na perna quando estava contrariado. Do amigo, encontrou só um trapo; chorava e bebia, em silêncio, com o olhar perdido. Decidido a socorrer o infeliz, indagou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___ Criatura, que aconteceu com você? Parece que te passou um bonde por cima. Rodrigues, responda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro replicou, em silêncio, com mais uma lágrima rolando pela fronte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___ Que aconteceu, tua mãe está bem? – insistiu Nestor já aflito.&amp;nbsp; Como não conseguiu nada melhor do que: “A mãe? Está...está bem.” , achou melhor falar com o dono do bar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___ Faz três dias que o pobre chega aqui por volta do meio-dia e bebe até o estabelecimento fechar. Ontem, quando eu disse que precisava alimentar-se, comeu três azeitonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Então faça um café bem forte, parece que já lucraste bastante com a tristeza do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___ Pois não, mas vê, ele está bem. Chega e sai sozinho todos os dias; vergonha não faz. Além disto, paga a despesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___ O café?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___ Pois não, pois não. – diz o dono do boteco arrastando os tamancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Café forte, amargo e quente em punho. Nestor senta em frente ao bêbado, que não esboça qualquer reação. “Beba isto, Rodrigues. E desembucha; que raios houve?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ &lt;span style="color: #333399;"&gt;&lt;b&gt;Ela disse-me assim, tenha pena de mim, vá embora&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Ela, quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ A Isaura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__&amp;nbsp; Não sei. A única que conheço é a telefonista que mora na Rua de Trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__&amp;nbsp; É ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Mas ela é amasiada com o Pedro, almoxarife. Vive esperando que lhe peça a mão. Vocês dois...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Ela insistiu, disse-me: &lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;vais me prejudicar, ele pode chegar, vá embora&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Mas, ninguém nunca comentou nada. Desde quando isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Não havia nada para comentar. &lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;E eu não tinha motivo nenhum para me recusar&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Quando foi isso? Estou admirado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Poderia ter ido, voltado outro dia, outra hora. Ela é tão meiga, gentil. Sempre atende aos meus pedidos. &lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;Mas, aos beijos caí em seus braços e pedi pra ficar. Sabe o que se passou&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Rodrigues, eu estou aqui sentado com você há quase meia hora, estou perdendo um compromisso importante, tudo para saber o que se passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ &lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;Ele nos encontrou e agora ela sofre somente por que foi fazer o que eu quis&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Calma. Você não podia imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Ela avisou, pediu, implorou. &lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;E o remorso está me torturando por ter feito a loucura que fiz.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Mas, qual foi a reação do Pedro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Calmamente juntou suas coisas e saiu, deixando a Isaura aos prantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Mas, pense bem, foi melhor assim. Pra que viver enganando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Ela quer casar, isso eu não posso fazer. Estraguei tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Mas não é melhor achar alguém livre? Só podia acabar em confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Eu não me perdôo, &lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;por um simples prazer fui fazer meu amor infeliz&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__ Termine esse café que já deve estar frio e vamos pra casa tomar um banho e fazer esta barba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Mas, e o seu compromisso, Nestor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__Deixa pra lá. Mulher só dá mesmo problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style="color: #993399;"&gt;conto &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #993399;"&gt; inspirado humildemente na letra de Ela disse-me assim, de Lupicínio&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000099;"&gt; &lt;span style="color: #993399;"&gt;Rodrigues, que , segundo dizem, escrevia fatos da vida real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-4933652635084756851?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/4933652635084756851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/o-remorso.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/4933652635084756851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/4933652635084756851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/o-remorso.html' title='O Remorso - Republicação - Conto'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-782565254343078598</id><published>2009-10-21T09:57:00.004-02:00</published><updated>2009-10-21T10:10:44.129-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto'/><title type='text'>Conto de minuto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/St76O63qbzI/AAAAAAAABuM/NFzStqLHAkU/s1600-h/img.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 280px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/St76O63qbzI/AAAAAAAABuM/NFzStqLHAkU/s320/img.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395024537864269618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atravessou a rua olhando para trás. O medo era tanto que não viu a bicicleta do entregador da farmácia da esquina. Sorte que o ciclista havia regulado a máquina no dia anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não houve tempo para boas maneiras. Levantou da calçada com a mão no joelho ralado. Subiu os degraus de dois em dois e escorregou quando chegou no topo. Sorte que o faxineiro segurou com o esfregão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Opa' saiu como pedido de desculpas. Adiantou pouco já que deixou marcas de lama no chão. 'Talvez' pensou o rapaz da faxina 'devesse ter deixado o infeliz rolar a escadaria.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriu a porta forçando entrada.  O arroz já havia queimado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-782565254343078598?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/782565254343078598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/conto-de-minuto.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/782565254343078598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/782565254343078598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/conto-de-minuto.html' title='Conto de minuto'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/St76O63qbzI/AAAAAAAABuM/NFzStqLHAkU/s72-c/img.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-7469127334389023897</id><published>2009-10-20T13:44:00.000-02:00</published><updated>2009-10-20T13:44:17.565-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação - conto'/><title type='text'>Republicação - conto - As mágoas</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/St3aswAijtI/AAAAAAAABt4/63V3UyXFTnc/s1600-h/ref_0961.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/St3aswAijtI/AAAAAAAABt4/63V3UyXFTnc/s320/ref_0961.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Adelina magoava fácil. Qualquer palavraatravessada feria gravemente seu coração. Cada ferimento doía fundo ecicatrizava devagar fazendo-a entristecer a cada golpe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt; Mas,nem só de mágoas vivia Adelina. Quando não era assaltada pela oitiva depalavras ferinas, a mulher mantinha a paisagem florida, o ambienteperfumado e esforçava-se para manter tudo muito bem, como deve ser.Sofrer todo mundo sofre. E Adelina não tinha vocação pra sofredora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Como a mágoa de cada dor sofrida custasse a passar, certo dia Adelinaresolveu colocar uma parte menos frágil para funcionar. Pensou, pensounuma fórmula de receber o que lhe doía sem deixar o sofrimento curtirfundo. Concluiu que a dor era mesmo inevitável. Só pararia se elamudasse seu jeito de ser e, para tanto, já era tarde de mais. Diante doinevitável, ao invés de relaxar e aproveitar, vez que de masoquistaAdelina não tinha nada, resolveu ceder.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt; Sim, resolveu ceder toda vez querecebia dos outros aquelas palavras que machucam. Sentia as primeirasdores, recolhia cada uma delas e guardava numa caixa nem grande nempequena. Fosse pequena demais, as dores não caberiam. Fosse demasiadogrande, dançariam frouxas ali dentro quando a idéia era que ficassemrecolhidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt; Por muito tempo Adelina recolheu suas dores e asguardou na caixa nem grande nem pequena, forrada com papel de sedaverde desbotado com flores miúdas, escondida no fundo do armário de louças da sala. Pormuito tempo acumulou dores imaginando ser isto melhor que acumularmágoas. Um dia a caixa estourou mas, esta é outra história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-7469127334389023897?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/7469127334389023897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/republicacao-conto-as-magoas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/7469127334389023897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/7469127334389023897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/republicacao-conto-as-magoas.html' title='Republicação - conto - As mágoas'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/St3aswAijtI/AAAAAAAABt4/63V3UyXFTnc/s72-c/ref_0961.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-7505730751752915517</id><published>2009-10-18T21:22:00.002-02:00</published><updated>2009-10-19T09:42:54.475-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blogagem coletiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gincana virtual'/><title type='text'>Blog 100 Cabeças</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Stui5D8IbrI/AAAAAAAABtw/PgoRo0T8-es/s1600-h/maite-proenca-160309-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Stui5D8IbrI/AAAAAAAABtw/PgoRo0T8-es/s320/maite-proenca-160309-2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Perdi a inscrição da gincana de setembro mas este mês eu consegui.Para quem não sabe a &lt;a href="http://bloggincana.blogspot.com/"&gt;Gincana Virtual &lt;/a&gt;é um evento dos mesmos criadores da extinta Tertúlia Virtual. ( falar "dos mesmos criadores de" não tem preço). Para visitar o site, copiar o selo e participar da próxima edição , clique &lt;a href="http://bloggincana.blogspot.com/"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E eis  minha tarefa cumprida:&lt;a href="http://www100cabecas.blogspot.com/%20"&gt;blog 100 Cabeças&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1ª TAREFA - Vá até o blog "inscrito", imediatamente, antes do seu e:Bem, o blog em questão é o 100 Cabeças de Silvares, em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a) Leia as três últimas postagens. Ok.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;b) Escolha uma delas para responder às perguntas:Escolhi a postagem &lt;a href="http://www100cabecas.blogspot.com/2009/10/o-estranho-caso-maite.html"&gt;O estranho caso Maitê &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1) Por que escolheu essa?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Porque ouvi falar alguma coisa sobre o caso mas não tinha assistido aos videos ainda . Estava curiosa para saber o que havia acontecido e sem tempo para procurar na net. Foi muito bom porque o post está excelente e conta tim tim por tim tim a confusão causada pela grosseria que Maitê Proença fez num programa Saia Justa gravado em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2) O tema é de seu agrado. Por que?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabe como é, a curiosidade matou o gato e eu nutro uma antipatia pela Maitê apesar de achá-la linda e ótima atriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;   3) Já frequentava esse blog? Caso negativo, qual foi sua impressão?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nunca havia visitado o blog. Achei muito bom. O editor escreve sobre assuntos variados e interessantes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4) Escolha uma imagem, destas postagens, para ilustrar sua resposta/tarefa. Ok&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;   5) Faça uma descrição do blog visitado. Comente todos os aspectos que te chamaram ( negativa ou positivamente) a atenção.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; O blog é muito variado , com inúmaras postagens sobre arte , política internacional , literatura entre outros. A variedade de temas foi o que me chamou mais a atenção. Riqueza é uma expressão que define bem o 100 cabeças. Não vejo pontos negativos mas reparei que o layout poderia ser melhor trabalhado, apesar de achar que um bom blog ainda assim vive muito bem, obrigado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6) Coloque como título, de sua postagem/tarefa, o nome do blog visitado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem, tarefa cumprida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, quem falou do Fio de Ariadne foi o Blog Asas Róseas num post muito carinhoso, confira&lt;a href="http://rosasasclaras.blogspot.com/2009/10/tarefa-da-blog-gincana-de-outubro.html"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15865334-7505730751752915517?l=fio-de-ariadne.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/feeds/7505730751752915517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/blog-100-cabecas.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/7505730751752915517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15865334/posts/default/7505730751752915517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fio-de-ariadne.blogspot.com/2009/10/blog-100-cabecas.html' title='Blog 100 Cabeças'/><author><name>Vanessa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03793215093527052114</uri><email>fiodeariadne.blog@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06915303102999667282'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DNJx_ZaOONE/Stui5D8IbrI/AAAAAAAABtw/PgoRo0T8-es/s72-c/maite-proenca-160309-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15865334.post-4066129081095925119</id><published>2009-10-16T10:41:00.000-03:00</published><updated>2009-10-16T10:41:11.544-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='republicação - conto'/><title type='text'>O grito - Conto - Republicação</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;4:25h&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Abre os olhos; acorda confuso. A única certeza é a de ter ouvido um grito.&lt;br /&gt;__ Você ouviu?&lt;br /&gt;__ O quê? – diz a mulher sonolenta.&lt;br /&gt;__ Um grito.&lt;br /&gt;__ São cinco horas ainda, me deixa dormir. Deve ter sido sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ter sido sonho. E as pálpebras não custam a fechar e esconder os olhos pregados no teto. Está quase voltando ao sono bom quando escuta novamente. Pula na cama.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;4.56h&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;__ E agora, você ouviu?&lt;br /&gt;__ Aimeudeus...o quê, um grito?&lt;br /&gt;__ É, agora ouviu, não foi ?&lt;br /&gt;__ Ouvi. Você deu um pulo e gritou no meu ouvido : “E agora, você ouviu?” Pára de pensar nisso e vê se dorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vê se dorme. Não dá p’ra dormir. Senta na cama acende um cigarro e espera. Se houve dois gritos, haverá um terceiro; é quase uma conclusão lógica, não fosse a ausência de qualquer vestígio de racionalidade. Espera. Seis e trinta da manhã e um grito. Desta vez conseguiu ouvir muito bem. Um grito que parece ser algo entre a voz feminina grave e a masculina aguda. Balança a cabeça confuso. Tudo o que sabe é que ouviu um grito e a voz parecia próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O porteiro não sabia de nenhum problema no prédio, ninguém ligou avisando que ouvia gritos.&lt;br /&gt;__ Deve ser no prédio vizinho, seu Carlos.&lt;br /&gt;__ Deve ser.&lt;br /&gt;Mas está próximo demais para ser no prédio vizinho, a sensação é a de que o grito vem do quarto ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto ao lado. Decide sentar e esperar mais um pouco. A convicção de que ouvirá o terceiro grito é tão forte quanto a de que está acordado. Trinta minutos passam até que escuta. Definitivamente não vem do prédio vizinho. O grito é dentro do quarto ao lado, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher continua dormindo a sono solto, como se fosse surda. E talvez seja, dado que jamais escuta uma palavra do que ele diz. O grito é no quarto, não restam mais dúvidas. Resolve sentar-se à beira da cama cuidadosamente para não acordá-la. Risível circunstância; não escuta o grito, mas pode despertar com um estalo. Esperar. Agora só resta esperar. O grito virá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7:45h. Espera profícua: o grito. Nítido, límpido, preciso. Não vem do prédio ao lado, nem do apartamento vizinho. A voz que parece pedir socorro está mesmo dentro do quarto. E não é só. De tão clara pode perceber somente então de onde vem, afinal. O grito vem de dentro de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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A cabeça já dolorida não parava demaquinar. Afinal de contas, por que motivo as pessoas insistem em olharpara os outros esperando atitudes preconcebidas? A resposta de que apsicologia explica isso como sendo normal, não serve. Dizersimplesmente que os seres humanos constróem padrões de comportamentoestanques, vivem tentando encaixar aqueles com quem se relacionam nostais padrões e , como as pessoas são sempre diferentes umas das outras,o caos está formado, não adianta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Nãoadianta porque Viriato imaginou que Ana Lúcia já tivesse entendido otipo de pessoa que ele é, com seus defeitos e qualidades como todos osoutros mas, sem a deficiência tão temida da dissimulação, damanipulação e do caráter dúbio. Estava sempre sendo acusado desse tipode coisa pelo simples motivo de que de fato existem pessoas assim nomundo e, uma vez sedimentada esta premissa , ele haveria de se encaixarno perfil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Combase nisso bastava abrir a boca e contrariar sentimentos e opiniõespara ser acusado dos crimes citados. Acusado , julgado, condenado. Tudopor hipótese. Só a pena era concreta: maus tratos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Porque as pessoas agem assim? Por que desconfiam tanto do que dá certo?Será culpa cristã? Será culpa ou medo de ser feliz? Ao diabo com ospsicologos. Ana Lucia não é neurótica e , ainda que seja, não é a únicaneurótica no mundo de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Porque as pessoas agem assim e magoam uns aos outros depois de acordaremde mal com a vida Viriato não vai entender tão cedo. Resolve entãotomar uma aspirina. Ajustar-se ao molde de gesso de Ana Lúcia é atarefa a seguir. E sente que a escultura sairá capenga. *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* &lt;span style="color: #6600cc;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;Meras conjecturas baseadas em observações cotidianas&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6600cc;"&gt;** Imagem&amp;nbsp; tela Os Amantes de René Magrite, 1928 &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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