tag:blogger.com,1999:blog-141838592008-07-16T14:54:06.513+01:00Floppy na cidadeFloppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comBlogger722125tag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-71670619018977613682008-02-19T11:06:00.004Z2008-02-19T11:30:04.864ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... mais duas receitas...</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#3333ff;"><strong>Massa com pesto de ervilhas<br /></strong>(4 pessoas)<br /></div></span><blockquote></blockquote><div align="justify">“300g de ervilhas, 1 frasco de pesto, pimenta, 400g de massa, 50g de queijo parmesão, folhas de alfavaca, sal<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Cozer as ervilhas em água com sal e colocá-las debaixo de um jacto de água fria para as manter verdes. Triturá-las com a batedora, misturá-las com o pesto e temperá-las com a pimenta. Cozer a massa em água com sal. Aquecer com cuidado o pesto de ervilhas e deitá-lo cobre a massa quente. Polvilhar com queijo parmesão e decorar com alfavaca”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Livro “Comer bem por pouco dinheiro”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> esta receita é mto parecida com uma de uma <a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2008/02/uma-nota-gastronmica.html"><span style="color:#3333ff;">sopa</span></a>, é mto simples e mto rápida e não falha!</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#33ccff;"><strong>Pizza de camembert e azeitonas<br /></strong>(4 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“1 massa de pizza pronta, 1 queijo camembert, 1 ½ colher de sopa de mostarda Dijon, 2 tomates, 10 azeitonas pretas sem caroço, 2 colheres de sopa de cebola vermelha picada, 1 colher de sopa de orégãos frescos picados, 2 colheres de sopa de parmesão ralado grosso<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Aqueça o forno a 200ºC. Desenrole a massa da pizza e coloque-a numa assadeira polvilhada com farinha. Dobre para dentro a borda da massa, cerca de 5cm e barre a base com mostrada. Retire toda a casca do queijo e corte aos bocados. Lave os tomates, retire as sementes e corte em fatias finas, coloque metade do camembert, cubra com as fatias de tomate, seguido das azeitonas cortadas ao meio. Polvilhe com a cebola, o restante camembert, os orégãos e finalize com o queijo parmesão. Coloque a pizza no forno por 20min ou até ficar estaladiça e o queijo tiver derretido.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Revista Blue Cooking, nº24 – Fevereiro de 2008</div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> tinha uma massa folhada mesmo a acabar o prazo e digo-vos que fica mto bom como tarte em vez de pizza!</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-52115973832765529872008-02-15T20:23:00.004Z2008-02-15T20:30:26.972ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... para um dia e uma pessoa especial, uma ementa especial...</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#009900;"><strong>Papaia gratinada com pesto</strong><br />(4 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“1 papaia não muito madura, sumo de limão, 1 dente de alho, 1 ramo de manjericão, 30g de pinhões, 0,5dl de azeite, sal, 40g de queijp parmesão ralado, pimenta de moinho<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Ligue o grelhador do forno. Corte a papaia ao meio, limpe-a de sementes, tire-lhe a casca e corte-a às fatias. Disponha as fatias num tabuleiro de louça e regue-as com o sumo de limão. Esborrache o dente de alho, tire-lhe a pele e deite-o no copo da varinha mágica ou numa picadora. Junte-lhe um punhado de folhas de manjericão e os pinhões e triture um pouco. Vá adicionando o azeite e continue a triturar até obter uma pasta mole. Junte o queijo e misture bem. Coloque o pesto em colheradas sobre as fatias de papaia e leve ao grelhador durante 2-3min. Sirva como entrada.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Revista Saberes e sabores, nº161 de Julho de 2007<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> Para simplificar e porque já me doem as pernas para estar mto tempo de pé parada, usei pesto já feito… não é bem a mesma coisa mas aqui na vizinhança nãos e arranja manjericão fresco e o do quintal nunca chegou a ressuscitar…<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#ff6600;"><strong>Bolonhesa de cogumelos</strong><br />(4 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“250g de cebolas, 50g de amêndoas, 3 dentes de alho, sal, 500g de cogumelos, pimenta, 1 molho de salsa, 4 colheres de chá de azeite, 2 colheres de chá de sal de ervas, 100g de natas, 2 colheres de sopa de sumo de limão, 1 colher de chá de raspa de limão<br /><blockquote></blockquote>Descascar as cebolas e cortá-las em cubos. Escaldar as amêndoas, descascá-las e picá-las. Descascar o alho e picá-lo. Limpar os cogumelos e cortá-los em cubinhos. Lavar e picar a salsa. Aquecer o azeite, refogar as cebolas, o alho e as amêndoas durante 10min. Deslocar a cebola e a amêndoa para a borda da sertã. Aquecer mais azeite e fritar nele os cogumelos em lume forte sem deixar de mexer, durante 3-4min. Misturar tudo e temperar com sal de ervas. Juntar à bolonhesa, as natas. Condimentar o molho com o sumo de limão e a casca de limão, o sal e a pimenta. Acrescentar a salsa e servir com esparguete ou com outro tipo de massa.”<br /><blockquote></blockquote>Fonte: Livro “Comer bem por pouco dinheiro” <blockquote></blockquote><strong>Nota Floppyana:</strong> eu sei, o livro tem um nome bem hilário :) mas digo-vos que tem umas receitas bem interessantes! Esta fiz com uns cogumelos biológicos e deliciosos que compramos na <a href="http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=636"><span style="color:#ff6600;">Miósitis</span></a> mas como só eram 200g, fiz metade da receita. Aconselho, é suave e mto boa!</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-67649972191779116762008-02-14T19:26:00.003Z2008-02-15T20:23:07.889ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... o meu fascinio por chocolate aumenta com o aumento da barriga... esperemos que isto acabe com o bebé eheheheh e agora, ando abusar do picante, canela, gengibre, que ainda por cima ADORO!</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#ffcc33;"><strong>Caril de grão-de-bico</strong><br />(4 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“1 cebola grande, 4 cenouras, 2 colheres de sopa de azeite, sal, 500g de grão-de-bico cozido, 2 colheres de sopa de coco ralado, 1 colher de sopa de caril em pó, 4dl de leite, 1 colher de sopa de gengibre ralado, 1 colher de sopa de molho de soja, 1 colher de sopa de salsa picada<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Descasque e corte a cebola aos cubos e a cenoura às rodelas finas. Estufe-as no azeite e tempere com sal. Junte o grão-de-bico e deixe estufar por alguns minutos. Acrescente o coco ralado, o caril e o leite e deixe ferver por mais alguns minutos. Rectifique os temperos e finalize com o gengibre e o molho de soja. Retire do lume e sirva de seguida, polvilhado com salsa picada.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Tempo de preparação: 30min”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Revista Cozinha Saudável e vegetariana, nº43 de Outubro de 2007<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> é um bocado pesado para jantar mas se estiver bem picante e com um arroz basmati, sabe sempre bem!<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#cc0000;"><strong>Bolo de chocolate sem farinha</strong><br />(10 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“340g de chocolate, 225g de manteiga sem sal, 5 ovos, 210g de açúcar fino<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Aqueça o forno a 120ºC. unte e forre com papel vegetal uma forma redonda. Derreta o chocolate e a manteiga numa tigela em banho-maria. Com uma batedeira eléctrica bata os ovos juntamente com 70g do açúcar até triplicar de volume, cerca de 8 min. Numa panela pequena, misture o restante açúcar (140g) com 100ml de água. Aqueça em lume médio até o açúcar se dissolver. Junte o chocolate derretido e deixe arrefecer ligeiramente. Adicione a mistira de chocolate aos ovos e bata lentamente até ficar misturado. Deite o preparado na forma. Coloque uma toalha de cozinha num tabuleiro de ir ao forno. Ponha o bolo em cima e encha o tabuleiro com água quente até ficar um pouco mais do meio da forma. Leve ao forno por 50min ou até ficar firme. Deixe arrefecer completamente a água antes de servir.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Tempo de preparação: 1h30”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Revista Blue Cooking, nº20 de Outubro de 2007 <blockquote></blockquote><strong>Nota Floppyana:</strong> Com gelado de baunilha ou morangos ou com o molho que o Ri fez de morangos e framboesas…. Hummm, delicioso!!!</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-81794092616503768472008-02-06T20:05:00.000Z2008-02-06T20:10:35.985ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... mais duas receitas bem deliciosas...</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#999999;"><strong>Spaghetti picante de atum<br /></strong>(6 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“800g de spaghetti Nero di Sépia, 800g de filetes de atum em azeite, 200g de azeitonas verdes recheadas com pimentos, azeite q.b., sal q.b., raspa de 1 limão, pimenta preta q.b., piripiri com whisky q.b., salsa q.b.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Leva a massa a cozer conforme as instruções da embalagem. Enquanto isso, misture numa tigela o atum, as azeitonas e tempere com raspa de limão, piripiri, azeite, sal e pimenta. Quando a massa estiver cozida, leva-a a saltear numa frigideira grande juntamente com amistura de atum. Polvilhe com a salsa e sirva de imediato.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br />Revista Blue Cooking, nº22 de Dezembro de 2007<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> pus azeitonas pretas e alcaparras e usei massa integral normal, ficou óptimo, bem picante….<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#cc33cc;"><strong>Fondants de chocolate<br /></strong>(10 a 14 pessoas)</span><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“4 ovos, 4 gemas, 130 g de açúcar, 80 g de farinha com fermento, 200 g de chocolate em barra (com pelo menos 50% de cacau), 200 g de manteiga<br /><blockquote></blockquote>Ligue o forno e regule-o para os 180 °C. Bata os ovos e as gemas com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado. Junte a farinha, de preferência peneirada, e misture com uma colher de pau. Unte as formas de queques ou de muffins, polvilhe com farinha e coloque-as sobre o tabuleiro do forno. Em alternativa use formas de papel de alumínio descartáveis. Parta o chocolate e a manteiga em pedaços para um taça e derreta no microondas durante 50 segundos na potência máxima. Mexa com uma vara de arames até derreter completamente o chocolate e misture na massa, aos poucos mas mexendo sempre. Distribua a massa pelas formas e leve ao forno entre 7 a 10 minutos. Desenforme e sirva enquanto quentes.<br /><blockquote></blockquote>Sugestão: Acompanhe com uma bola de gelado de nata ou de baunilha.”<br /><blockquote></blockquote>Fonte:<br /><a href="http://www.vaqueiro.pt/receitas/receita_detail.aspx?id=2509"><span style="color:#cc33cc;">http://www.vaqueiro.pt/receitas/receita_detail.aspx?id=2509</span></a><span style="color:#cc33cc;"> </span><blockquote></blockquote><strong>Nota Floppyana:</strong> … ups… esqueci-me da manteiga e ficou tão bom na mesma eehehehhe</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-11289048202858385162008-02-01T10:30:00.000Z2008-02-01T10:53:22.071ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... receitas do jantar da passada 4ª feira e da primeira sobremesa que aprendi a fazer!</div><blockquote><p align="center"><span style="color:#3333ff;"><strong>Sopa de ervilha com pesto</strong></span><span style="color:#3333ff;"> </p></blockquote></span><blockquote></blockquote><div align="justify">“350g de ervilhas congeladas, 4 colheres de sopa de pesto, 500ml água, sal e 2 cebolas.</div><blockquote></blockquote><div align="justify">Ferva a água. Quando a água ferver junte as ervilhas congeladas juntamente com as cebolas inteiras e o sal. Cozinhe por 7-8 minutos, o tempo suficiente de cozinhar levemente as ervilhas. Quando estiver pronto retire as cebolas da mistura e passe o resto com a varinha mágica. Acrescente o pesto e bata tudo. Ajuste o tempero se achar necessário e sirva com uma fatia de pão bem saboroso.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://trembom.blogspot.com/"><span style="color:#3333ff;">http://trembom.blogspot.com/</span></a><br /></div><blockquote><span style="color:#3333ff;"></span></blockquote><div align="center"><a name="_Toc171409841"><strong><span style="color:#33ccff;">Courgettes recheadas com mozzarella</span></strong></a><br /></div><blockquote><span style="color:#33ccff;"></span></blockquote><div align="justify">“2 courgettes, 1 cebola, 1 dente de alho, mozzarella q.b., sal, piripiri em pó e cominhos (ou sementes de erva doce)<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Corte as courgettes ao meio, retire um pouco do miolo com a ajuda de uma colher, salpique as metades com um pouco de sal e leve ao microondas por cerca de 1-2 min em potência alta. Refogue a cebola e o alho picados, adicione o "miolo" retirado das courgettes bem picado. Tempere com piripiri, sal e cominhos a gosto. Recheie as metades com essa mistura e cubra com o queijo, leve ao forno para gratinar e sirva.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://kafkanapraia.blogspot.com/"><span style="color:#00cccc;">http://kafkanapraia.blogspot.com/</span></a><br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#009900;"><strong>Batatas de lima e coentros</strong><br />(4 pessoas)</span><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“4 batatas de assar descascadas, 2 colheres de sopa de azeite, 1 colher de chá de coentros em pó, 2 colheres de chá de raspa de lima, flor de sal q.b., pimenta q.b., coentros frescos q.b.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Aqueça o forno a 190ºC. Corte as batatas em rodelas muito finas e misture com o azeite. Coloque num tabuleiro de ir ao forno numa só camada. Polvilhe com os coentros em pó, a raspa e a flor de sal. Asse por 20min ou até estarem douradas e estaladiças. Retire do forno, rectifique os temperos com o sal e a pimenta e polvilhe com coentros a gosto.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Tempo de preparação: 30min<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Nota: pode optar por fazer a receita com batata doce e polvilhar com muita pimenta.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Revista Blue Cooking, nº 23, Janeiro de 2008<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#ff6600;"><strong>Gelado de Joaninhas</strong><br /></span></div><blockquote><span style="color:#ff6600;"></span></blockquote><div align="justify">“400 ml de natas, 1 lata de leite condensado, 2 pacotes de bolachas Joaninhas<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Batem-se as natas e junta-se o leite condensado. Picam-se as Joaninhas em pedacinhos pequenos e adiciona-se ao preparado anterior. Dispõe-se em taças individuais ou numa taça grande. Leva-se ao congelador até ficar gelado.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:</div><div align="justify"><a href="http://www.gastronomias.com/doces/doce0523.htm"><span style="color:#ff6600;">http://www.gastronomias.com/doces/doce0523.htm</span></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-30080215593516860212008-01-29T11:06:00.000Z2008-01-29T11:10:55.044ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... duas receitas que não segui, apenas serviram para me inspirar!</div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#ff9900;">Massa com salmão fumado e espargos</span><br /></div></strong><blockquote></blockquote><div align="justify">“400g de esparguete, 2 colheres de sopa de azeite, 2 dentes de alho cortados bem fininhos, 1 cebola roxa pequena cortada em rodelas, 1 maço de espargos cortados na metade, ¼ chávena de sumo de limão, 1 colher de sopa de raspa de limão, 1 colher de sopa de endro (dill) picados, 200g de salmão fumado em tiras, sal e pimenta-do-reino moída na hora<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Cozinhe a massa de acordo com as instruções quanto a tempo de cozimento para que fique al dent. Escorra e reserve. Aqueça a mesma panela e junte o azeite em lume baixo. Ponha o alho e deixe cozinhar sem queimar. Acrescente a cebola, os espargos e cozinhe por aproximadamente 2-3 minutos. Acrescente a massa, o sumo de limão, as raspas de limão, o endro, o salmão e tempere a gosto. Mexa para que tudo fique bem misturado.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://trembom.blogspot.com/2005/10/macarro-com-salmo-defumado-e-aspargos.html"><span style="color:#ff9900;">http://trembom.blogspot.com/2005/10/macarro-com-salmo-defumado-e-aspargos.html</span></a><br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#cc0000;">Tarte de atum especial</span><br /></div></strong><blockquote></blockquote><div align="justify">“1 embalagem de massa de tarte. Para o recheio: ½ chávena de azeitonas pretas sem caroço, cortadas em rodelinhas, ½ chávena de milho, 2 colheres de sopa de salsa picada, sal e pimenta do reino-a-gosto, 1 lata de atum<br /></div><blockquote></blockquote><blockquote></blockquote><div align="justify">Misturar todos ingredientes e reservar. Levar ao forno cerca de 30min.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: </div><div align="justify"><a href="http://www.livrodereceitas.com/tortassalgadas/tort1084.htm"><span style="color:#cc0000;">http://www.livrodereceitas.com/tortassalgadas/tort1084.htm</span></a> </div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-14823495010613151742008-01-10T00:06:00.000Z2008-01-10T00:09:07.488ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... do jantar de ontem!</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#cc33cc;"><strong>Hambúrgueres de soja e mozzarella</strong><br />(4 pessoas)<br /></span></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“Para os hambúrgueres: 100 g de soja granulada fina, 1 ovo grande, 100 g de queijo mozzarella ralado, 1 cebola picada finamente, 2 dentes de alho espremidos, sal e pimenta, 1 pitada de noz-moscada, 1 colher de chá de caril em pó, 1 colher de sopa de margarina vegetal, azeite para untar, 4 pãezinhos para hambúrgueres com sésamo, 4 folhas grandes e crocantes de alface. Para o molho: 1 colher de café de mostarda em pó, 1 colher de sopa de azeite, 1 iogurte, sal e pimenta, salsa picada q.b.<br /><blockquote></blockquote>Pré-aquecer o forno a 180ºC. Untar um pirex com azeite e reservar. Demolhar a soja em água fria por 20 minutos. Escorrer, espremendo muito bem com as mãos para eliminar o líquido. Colocar numa tigela. Juntar o ovo e o queijo mozzarella ralado. Adicionar a cebola picada e os alhos espremidos. Temperar com a noz-moscada, o caril, sal e pimenta. Misturar muito bem até o preparado ficar pastoso e homogéneo. Moldar quatro hambúrgueres com o preparado, formando bolas e achatando-as. Colocar os hambúrgueres na assadeira, espalhar pedacinhos de margarina por cima e levar ao forno por 35 minutos, a 180ºC. Preparar o molho, batendo muito bem a mostarda em pó com o iogurte, o azeite, sal, pimenta e um pouquinho de salsa picada. Abrir os pãezinhos em metades e torrá-los ligeiramente. Colocar as folhas de alface na parte inferior dos pãezinhos e juntar os hambúrgueres. Adicionar molho à gosto e fechar com as metades de pãezinhos restantes. Servir de seguida, acompanhando com tomates cereja e chips de batata light.”<br /><blockquote></blockquote>Fonte:<br /><a href="http://elvirabistrot.blogspot.com/2007_10_01_archive.html"><span style="color:#cc33cc;">http://elvirabistrot.blogspot.com/2007_10_01_archive.html</span></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-89169302848138328752008-01-08T17:20:00.000Z2008-01-08T17:29:58.890ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... foi o jantar de ontem e ficou mto bom! Para aproveitar coisas que já tínhamos e para ser algo diferente :)</div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#3333ff;">Arroz com pistácios e limão</span></strong><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“4 chávenas de arroz quente, cozido em água e sal, 2 colheres de sopa de passas brancas, 1 colher de sopa de passas pretas, 2 colheres de sopa de pistácios picados, 2 colheres de sopa de óleo de pistácio, 1/4 colher de chá de pimenta-do-reino, salsa picada, endro fresco picado, 1 cebola média em fatias bem finas, sumo de 1/2 limão, sal a gosto<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Cozinhe o arroz e assim que ficar pronto, adicione os outros ingredientes. Misture com cuidado e tampe. Deixe abafado por 10 min e sirva.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://agdah.blogspot.com/2007/07/arroz-com-pistaches-e-limo.html"><span style="color:#3333ff;">http://agdah.blogspot.com/2007/07/arroz-com-pistácios-e-limo.html</span></a><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> Esta receita só serviu de inspiração, mudei mtas coisas… cozi arroz basmati (2 copos) e depois misturei-o numa tigela grande com tampa, com 3 colheres de sopa de azeite, o sumo de 1 limão, 1 chávena com pistácios e cajus picados, cebolinho e manjericão picados. Tapei e deixei na mesa enquanto acabava o resto do jantar.</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#00cccc;"><strong>Gratinado de gambas e pêra-abacate</strong><br />(2 pessoas)</span><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“350g gambas, 1 pêra-abacate, 2 colheres de sopa sumo de limão, sal q.b., pimenta branca moída q.b., pimenta-de-caiena q.b., 50 g queijo-roquefort cremoso, 1 c. chá manteiga amolecida, folhas de salsa q.b.<br /><blockquote></blockquote>Coza o marisco em água salgada durante 1 minuto. Escorra-o, deixe arrefecer e descasque-o. Borrife o marisco com sumo de limão, tempere com sal e ambas as pimentas. Descasque e corte a pêra-abacate ao meio pelo comprimento. Retire-lhe o caroço e com um garfo, esmague a polpa e misture-a com o queijo. Tempere com um pouco de sal e pimenta. Aqueça o forno a 250ºC. Num prato de forno untado ligeiramente com manteiga, coloque o marisco no fundo e cubra-os com creme de abacate. Se gratinar este prato no grelhador, ele terá adquirido uma cor dourada em cerca de 4 minutos. Se não possuir grelhador, meta-o no forno durante cerca de 8 minutos em lume médio.<br /><blockquote></blockquote>Sugestão: Sirva o prato acompanhado de pão branco (que poderá aquecer no forno para que fique mais estaladiço) e de uma salada de tomate e pepino.”<br /><blockquote></blockquote>Fonte:<br /><a href="http://www.petiscos.iol.pt/receita.php?recid=89&catid=15"><span style="color:#00cccc;">http://www.petiscos.iol.pt/receita.php?recid=89&catid=15</span></a> <blockquote></blockquote><strong>Nota Floppyana:</strong> Como tinha dois abacates que tinham sobrado do fim-do-ano e que precisavam de ser usados, fiz este prato com o dobro das quantidades e servi como prato principal, apesar de me parecer que é uma espécie de pasta… antes de levar ao forno, polvilhei com queijo ralado para ficar mais sabor ao abacate. Ah, e como não encontrei queijo roquefort cremoso aqui perto, usei Philadelphia com queijo azul. Acho que teria ficado melhor com um queijo mais forte.</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-79240974887061474002008-01-07T13:00:00.000Z2008-01-07T13:09:31.716ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... receitas doces e uma salgada que foram feitas num fim-de-semana de meninas, na passagem de ano e num almoço de domingo caseiro, todas boas!!!</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#009900;"><strong>Parfait com dois chocolates</strong><br />(9 pessoas)</span><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“75g de chocolate branco, 300g de chocolate meio amargo, 3 claras, 3 chávenas de natas frescas, 3/4 chávena de açúcar em pó, óleo<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Corte os chocolates em pedaços e derreta-os no microondas ou numa panela em banho-maria. Bata as claras em castelo com metade do açúcar em pó e separadamente, as natas com o restante açúcar, para fazer chantilly. Junte as claras batidas às natas, mexendo devagar com uma espátula. Acrescente aos poucos o chocolate morno. Unte ligeiramente uma forma de bolo inglês com óleo e coloque a massa. Leve ao frigorifico até que adquira consistência. Sirva cortado em fatias, decorado com lascas de chocolate branco. Para acompanhar esta sobremesa, bolas de sorvete de menta e creme inglês aromatizado com laranja.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://www.saborosas.com/frontoffice/recipe.php?id=1508"><span style="color:#009900;">http://www.saborosas.com/frontoffice/recipe.php?id=1508</span></a><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> para não ficar com restos de chocolate, pus 100g de chocolate branco, 200g de chocolate preto e 100g de chocolate de leite… não dava para cortar às fatias mas ficou mto cremoso e agradável.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#ff6600;"><strong>Tarte dourada de kiwi</strong><br />(6 pessoas)</span><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“200g de massa quebrada, 5 kiwis, 3 colheres de sopa de manteiga derretida, 3 colheres de sopa cheias de açúcar de cana<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Pre-aquecer o forno a 200ºC. Esticar a massa quebrada até obter uma espessura de 6 mm. Forrar uma forma de tartes de 20 cm de diâmetro, barrada com manteiga e enfarinhada, com a massa. Descascar os kiwis e corta-los em rodelas. Colocar uma fatia de kiwi no centro da forma. Colocar as restantes fatias à volta da primeira, formando círculos. Espalhar a manteiga derretida por cima do kiwi e, de seguida o açúcar. Levar ao forno durante 25/30 minutos. Desenformar e servir quente.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://www.petiscos.com/smf/index.php?topic=11464.0"><span style="color:#ff6600;">http://www.petiscos.com/smf/index.php?topic=11464.0</span></a><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> Temos imensos kiwis caseiros de Baltar mto saborosos que ficaram óptimos nesta tarte!<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#ffcc33;">Massa folhada com compota e fruta</span></strong><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“1 embalagem de massa folhada congelada, compota a gosto q.b., fruta a gosto, açúcar e canela<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Descongelar a massa folhada. Partir ao meio e pincelar com a compota. Unir as duas metades. Cobrir com fatias finas de fruta e polvilhar com açúcar e canela. Levar ao forno até ficar dourada.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Livro “Frescos Sabores”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> Eu usei doce de abóbora e pus maçã na parte de cima da massa mas na receita original sugeriam doce de damasco com pêra por cima.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#cc0000;"><strong>Tarte fria de chocolate</strong><br /></span></div><blockquote><span style="color:#cc0000;"></span></blockquote><div align="justify">“1 massa folhada fresca, 250ml de leite, 400g de chocolate amargo, 100g de manteiga, canela q.b.<br /></div><blockquote></blockquote><p align="justify">Cozer a massa folhada no forno. Aquecer o leite em banho maria com o chocolate, a manteiga e a canela. Deitar esta mistura na massa já fria. Levar ao frigorifico.”</p><blockquote></blockquote><p align="justify">Fonte: Livro “As minhas receitas”</p><blockquote></blockquote><p align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> Como adoro canela, abusei e deu-lhe um toque mto bom! Como é uma tarte mto doce, sugiro que seja comida com gela de baunilha/natas ou outra coisa que corte, como fruta.</p><blockquote></blockquote><p align="center"><strong><span style="color:#999999;">Bolo de chocolate</span></strong></p><blockquote></blockquote><p align="justify">“200g de chocolate, 200g de manteiga, 200g de açúcar, 4 ovos, 2 colheres de sopa de farinha</p><blockquote></blockquote><p align="justify">Pré-aquece-se o forno a 180ºC. Derrete-se o chocolate. Bate-se o açúcar com os ovos inteiros. Junta-se o chocolate derretido com a manteiga e por fim, a farinha. Leva-se ao forno cerca de 15-20min.”</p><blockquote></blockquote><p align="justify">Fonte: Catarina Peneda</p><blockquote></blockquote><p align="justify"><strong>Nota Floppyana:</strong> A ideia é que o bolo fique em mousse no meio, por isso, o ideal até é comer no dia seguinte depois de arrefecido e levado ao frigorifico…</p><blockquote></blockquote><p align="center"><strong><span style="color:#cc33cc;">Bifinhos de seitan com cogumelos</span></strong></p><blockquote></blockquote><p align="justify">“6 bifes de seitan, 1 chávena de cogumelos em fatias, 2 colheres de sopa de azeite, 4 cebolas picadas, 1 pacote de creme de cozinha de aveia, sal q.b., molho de soja q.b.</p><blockquote></blockquote><p align="justify">Numa frigideira, aquece-se o azeite e salteia-se as cebolas até estarem translúcidas. Junta-se os cogumelos até largarem a água. Adiciona-se o creme de cozinha. Cozinham-se os bifinhos de ambos os lados, deixando apurar. Servir com arroz ou massa.”</p><blockquote></blockquote><p align="justify">Fonte: Receitas Seara</p>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-21655217930415577112007-12-18T16:17:00.000Z2007-12-18T16:22:02.346ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... mais umas receitas boas para partilhar :)</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#3333ff;"><strong>Bolo salgado de courgete, queijo de cabra e ervas</strong><br /></span>(6 pessoas)<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">"200 g de farinha para bolos com fermento (ou 200 g de farinha de trigo + 1 saqueta de fermento em pó ), 3 ovos, 50 g de queijo emmental ralado (ou gruyère, queijo da Ilha...), 1 dl de azeite, 1,5 dl de leite, 150 g de queijo de cabra fresco cortado em cubinhos (tipo Palhais. Ou queijo feta.), 3 colheres de sopa de ervas frescas picadas (salsa, cebolinho, hortelã), 1 courgete pequena ralada, sal & pimenta, azeite e farinha para a forma<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Pré-aquecer o forno a 180ºC. Untar uma forma rectangular (tipo bolo inglês) com azeite e polvilhar com farinha. Reservar. Misturar a farinha com um pouco de sal e pimenta. Juntar os ovos e envolver. Adicionar o azeite e o leite. Bater muito bem até a massa se apresentar lisa e homogénea. Acrescentar os cubinhos de queijo de cabra, o queijo ralado, a courgete ralada e as ervas picadas. Misturar delicadamente com o auxílio de uma colher de pau. Transferir o preparado para a forma. Levar ao forno por 45 minutos, a 180ºC. Verificar a cozedura do bolo com um palito ou uma lâmina fina. Deixar amornar um pouco e desenformar sobre uma grelha. Deixar arrefecer por completo antes de fatiar."<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Elvira bistrot<br /><a href="http://elvirabistrot.blogspot.com/2007/08/cake-de-curgete-queijo-de-cabra-e-ervas.html">http://elvirabistrot.blogspot.com/2007/08/cake-de-curgete-queijo-de-cabra-e-ervas.html</a><br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#33ccff;">Risoto de espargos com manteiga de laranja e queijo da ilha<br /></span></div></strong><blockquote></blockquote><div align="justify">"Para o caldo de legumes: 1 talo de aipo, 1 cenoura às rodelas, 1 alho françês em rodelas, 10 cl de azeite, 1,5 lt de água, sal e pimenta. Para o risoto: 400g de risoto, 15 cl de sumo de laranja, 50 gr de manteiga sem sal, 1 lt de caldo de legumes, 1 cebola picada, 1 copo de vinho branco, 12 espargos, queijo da ilha, azeite<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Para o caldo de legumes: leve todos os ingredientes a cozer durante 30 min. Passe pelo passador e reserve. Para o risoto: Retire a manteiga e deixe à temperatura ambiente até que esta fique mole. Envolva o sumo de laranja na manteiga e leve ao frigorífico. Coza os espargos em água com sal, durante 3 min. e arrefeça em água com cubos de gelo. Corte os espargos e reserve. Leve um tacho ao lume com a cebola e o azeite. Quando a cebola ficar translúcida, junte o arroz e envolva tudo muito bem. Adicione o vinho branco e deixe evaporar. Junte o caldo de legumes até que o arroz fique coberto. Vá juntando mais caldo á medida que este vai sendo absorvido pelo o arroz. Repita a operação até que o arroz fique cozido (+/- 20 min.). Quando o arroz estiver quase cozido, adicione os espargos. Assim que o arroz acabe de cozer, envolva a manteiga e finalize com o queijo da ilha ralado."<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Nouvelle cuisine</div><div align="justify"><a href="http://nouvelle-cuisine.blogspot.com/"><span style="color:#33ccff;">http://nouvelle-cuisine.blogspot.com/</span></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-57037246187666526372007-12-11T11:00:00.000Z2007-12-11T11:07:15.497ZUma nota gastronómica...<div align="justify">... bem, não venho aqui há uma data de tempo... o novo trabalho, as novas rotinas, a nova barriga, as obras (que acabaram mas que insistem em continuar, agora, na nossa cabeça), as novas decisões e toda uma nova vida que se avizinha não me têm deixado muito tempo para sequer andar a espreitar blogs, quanto mais escrever... mas como ontem fiz uma receita nova e já que não cozinhava há quase 1 mês, resolvi vir pô-la online...</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#009900;"><strong>Esparguete com cogumelos e caril</strong><br /></span></div><blockquote><span style="color:#009900;"></span></blockquote><div align="justify">"1 pacote de esparguete, cogumelos frescos ou congelados q.b., caril q.b., 2/3 dentes de alho, 2 pacotes de natas, azeite q.b.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Coza o esparguete em água fervente e sal. Numa outra panela, deite o azeite com o alho cortado e junte os cogumelos. Deixe amolecer e, de seguida, junte um pouco de caril. Misture o esparguete neste refogado e cubra-o com as natas. Rectifique o sal."<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://culinaria.weblog.com.pt/arquivo/2005_07.html"><span style="color:#009900;">http://culinaria.weblog.com.pt/arquivo/2005_07.html</span></a></div><div align="justify"><blockquote></blockquote><strong>Nota Floppyana:</strong> bem, fiz uma série de modificações… ao caril, juntei picante e gengibre moído, cozinhei os cogumelos com uma cabeça de alho, apenas juntei um pacote de natas (e de soja), no fim, polvilhei com queijo ralado e sementes de linhaça torradas (que têm muito ómega 3 e são boas para prevenir as hemorróidas e a prisão de ventre eheheheh as coisas que me preocupam hoje em dia eheheheh).</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-77392915817819593232007-10-29T10:05:00.000Z2007-10-29T10:10:47.557ZOntem...<a href="http://bp0.blogger.com/_G7rOf2TeG9E/RyWw-XsMBXI/AAAAAAAAAHs/UVeazhc-gF8/s1600-h/pattismith.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126698336388908402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_G7rOf2TeG9E/RyWw-XsMBXI/AAAAAAAAAHs/UVeazhc-gF8/s320/pattismith.jpg" border="0" /></a><br /><div align="center">E diva (re)escreve-se: <strong>Patti Smith</strong>.</div><blockquote><p align="center">Obrigada, Gonçalo :)</p><p align="justify">Fonte da imagem: <a href="http://lonestar.typepad.com/photos/uncategorized/2007/04/20/pattismith.jpg"><span style="color:#ff6600;">aqui</span></a></p></blockquote>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-48182661353858637742007-10-16T16:50:00.001+01:002007-10-16T18:41:04.088+01:00Uma nota gastronómica...<div align="justify">... há exactamente 2 semanas que não cozinhava. Entre viagens (espero pôr em breve umas fotos de um saltinho a Budapeste, Bratislava, Viena e Ljubiliana) e obras, só ontem é que tive coragem para voltar ao fogão. Nada de complicado e que implicasse muitas compras ou apetrechos, afinal ainda tenho a cozinha toda empacotada... mas aqui fica:</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#ffcc33;"><strong>Canelones recheados com atum e agrião</strong><br /></span></div><blockquote><span style="color:#ffcc33;"></span></blockquote><div align="justify">"8 canelones, 200g atum escorrido, 125g queijo fresco, 1 molho de agriões, 2 ovos, pimenta q. b., sal q. b. Para o molho: 20g manteiga, 20g farinha, 300ml leite, queijo ralado q. b.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Mistura-se o atum com o queijo, as folhas de agrião lavadas e picadas, os ovos batidos, pimenta, sal e esmaga-se tudo com um grafo. Recheia-se os canelones e dispõem-se numa só camada num tabuleiro que possa ir à mesa e ao forno. Reserva-se. Entretanto prepara-se o molho derretendo a manteiga num tacho à qual se junta a farinha, mexendo sempre; junta-se lentamente o leite mexendo o creme até este engrossar. Acrescenta-se o queijo mexendo até este derreter. Tempera-se com sal e pimenta a gosto, verte-se sobre os canelones e leva-se ao forno previamente aquecido durante 45 minutos."<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte:<br /><a href="http://www.fontedeluz.com/gastronomia/include/receita.php?id=180"><span style="color:#ffcc33;">http://www.fontedeluz.com/gastronomia/include/receita.php?id=180</span></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-85604519905650417072007-10-15T11:33:00.000+01:002007-10-15T14:56:04.752+01:00<div align="center">"(...) Não sei para onde vou, mas vou já a caminho." <blockquote></blockquote>Errata: quer dizer, já não sei mas sim, vou a caminho...</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-58764695143511582282007-09-27T16:59:00.000+01:002007-09-27T17:12:47.237+01:00Pulcherius faz das suas em Budapeste...<a href="http://bp0.blogger.com/_G7rOf2TeG9E/RvvUAar6UtI/AAAAAAAAAHc/7j0qTL0P0Us/s1600-h/pulcherius_Hungria2.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114914905437917906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_G7rOf2TeG9E/RvvUAar6UtI/AAAAAAAAAHc/7j0qTL0P0Us/s320/pulcherius_Hungria2.jpg" border="0" /></a><br /><br /><div align="justify">... uma acção da Greenpeace à porta do ministério da economia húngaro para chamarem a atenção para as janelas ecológicas e ele lá está :)</div><div align="justify"><blockquote></blockquote>Que orgulho! Sábado, vou lá ter eheheheh <blockquote></blockquote><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114915038581904098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_G7rOf2TeG9E/RvvUIKr6UuI/AAAAAAAAAHk/6HimTmHePyE/s320/Pulcherius_Hungria.jpg" border="0" />Para saberem mais, espreitem <a href="http://www.greenpeace.hu/index.php?m=galeria&galeria=25&sor=2&PHPSESSID=30a129ac09b17e6951e751a6c92f4337"><span style="color:#cc0000;">aqui</span></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-26158858895323223332007-09-21T11:48:00.000+01:002007-09-21T11:54:45.383+01:00Mais um...<div align="center"><span style="color:#cc33cc;"><strong>Uma nova bússola na noite de Lisboa</strong><br /></span></div><blockquote><span style="color:#cc33cc;"></span></blockquote><div align="justify">Não sabe o que fazer hoje à noite? E no próximo fim-de-semana também não? Então dê uma vista de olhos ao novo Guia da Noite LX Magazine!<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Bares, discotecas ou clubes. Restaurantes, cafés ou esplanadas. Se ficam em Lisboa e estão abertos para além do pôr-do-sol, é quase certo que fazem parte da extensa lista de moradas apresentada pelo Guia da Noite LX Magazine, revista que, a partir de dia 28, terá 25 mil exemplares distribuídos gratuitamente nos principais poisos nocturnos da capital.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Para além de uma extensa base de dados, a publicação inclui diversos artigos de interesse, como entrevistas, contos ou artigos de opinião. Jorge Palma confessa pecados que nunca tinha contado, JP Simões disseca uma recente digressão ao Brasil, a cantora Myléne Pires e o actor Nuno Lopes são também entrevistados.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Ficamos ainda a conhecer as paragens obrigatórias de algumas figuras públicas como Zé Pedro, Margarida Vila-Nova, Tó Trips ou Rute Marques e, por exemplo, os sites preferidos de Fernando Alvim. E há ainda artigos sobre tendências urbanas ou reuniões de… Tuppersex. Vale a pena ler. E guardar. Até porque o pequeno formato se adequa na perfeição ao bolso de trás das calças ou à pequena divisória da mala de mão. Quanto mais não seja, serve para isso mesmo, para ter sempre à mão caso surja uma emergência.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">O guia é da responsabilidade da editora 101 Noites, que por estes dias lança também o respectivo site www.guiadanoite.net [com as melhores moradas da noite portuguesa, as festas mais concorridas, os concertos imperdíveis, informações sobre Dj´s, Vj´s, músicos, entrevistas, cultura urbana] e um magazine digital, o Noitezine, de periodicidade quinzenal, enviado para as caixas de e-mail de todos os que o desejem.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Este trio de novidades tem, aliás, uma festa de lançamento agendada para o mesmo dia 28, sexta-feira, pelas 23h, no MusicBox, ao Cais do Sodré. Convidada de honra é a dupla londrina, J-Star e MC Honey Brown [que já tocaram com Moby ou De La Soul], mas os Dj’s Kamala e Lady G. Brown e o Vj Zén estão também de serviço. Nuno Franco realizou um vídeo de propósito para esta noite, mas há ainda outras surpresas à espera.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">28 de Setembro, 23h @ MusicBox – Festa de lançamento<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Revista: Guia da Noite LX Magazine<br />Site: <a href="http://www.guiadanoite.net/"><span style="color:#cc33cc;">www.guiadanoite.net</span></a><br />Magazine digital: Noitezine</div><blockquote></blockquote><div align="justify">Contacta-nos:</div><div align="justify"><a href="mailto:guiadanoite@guiadanoite.net"><span style="color:#cc33cc;">guiadanoite@guiadanoite.net</span></a> , <a href="mailto:redaccao@guiadanoite.net"><span style="color:#cc33cc;">redaccao@guiadanoite.net</span></a> , <a href="mailto:publicidade@guiadanoite.net"><span style="color:#cc33cc;">publicidade@guiadanoite.net</span></a> </div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-34381996490783929402007-09-20T10:24:00.000+01:002007-09-20T15:05:31.357+01:00Sugestão para matar o desejo...<div align="justify">... desde de Agosto que ouvia falar deste "novo" restaurante vegetariano lisboeta e ontem fui experimentar. Não é bem novo porque repete a fórmula do <a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2006/07/sugesto-para-matar-o-desejo_14.html"><span style="color:#3333ff;">Oriente-Chiado</span></a>: buffet com influências orientais. No entanto, o espaço é muito melhor e até dá para jantar no pátio à luz de velas. Apesar de não ser mau, e até ser melhor que o <a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2007/01/sugesto-para-matar-o-desejo.html"><span style="color:#3333ff;">Green Pepper</span></a> que também experimentei outro dia, os meus vegetarianos preferidos da cidade, continuam a ser os mesmos: o <a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2005/10/um-cantinho-de-lisboa-bem-escondinho.html"><span style="color:#3333ff;">Psi</span></a> (e o irmão mais urbano e menos ajardinado <a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2007/05/sugesto-para-matar-o-desejo.html"><span style="color:#3333ff;">Espaço da Rosa</span></a>) e o <a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2006/03/sugesto-para-matar-o-desejo_22.html"><span style="color:#3333ff;">Bem-me-quer</span></a>!</div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#3333ff;">Restaurante Lótus by Oriente</span></strong><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“Mais um espaço vegetariano no centro de Lisboa. Inaugurado em Julho de 2007 por Emmanuel François, chefe e gerente do restaurante Oriente na Baixa lisboeta, este restaurante funciona em sistema de buffet. O espaço está inclusive pensado para este tipo de consumo. Mesas corridas, paralelas ao balcão. Predominam as cores neutras, o preto em contraste com o branco e mesmo o chão segue o padrão de um tabuleiro de xadrez. Do tecto, pendem lustres de tecido vermelhos que colorem o espaço de uma forma original. Nas tardes quentes de Verão, é possível experimentar os pratos vegeterianos e os pratos vegan na esplanada. Mesas e cadeiras de madeira, com um aspecto simples mas sóbrio, voltadas para as árvores que povoam este espaço. De tarde, quando é hora de lanchar, este restaurante transforma-se num salão de chá, onde desfilam cerca de 20 variedades desta bebida.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Endereço: Avenida Duque de Ávila 42 B – Lisboa. 1000-138 Lisboa<br />Distrito: Lisboa<br />Concelho: Lisboa<br />Freguesia: São Jorge de Arroios<br />Telefone: 966970421<br />URL: <a href="http://www.lotusbyoriente.com/"><span style="color:#3333ff;">www.lotusbyoriente.com</span></a><br />Dia(s) de Encerramento: Domingos<br />Necessidade de reserva: Não é necessário<br />Preço Médio: 10€<br />Horário de Encerramento: 22h<br />Horário de Funcionamento: Das 12:00 às 14:30 e das 19:30 às 22:00”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Observações<br />O restaurante funciona em regime de buffet.<br />O piso inferior do restaurante está reservado para aulas de ioga, feng shui, cursos de culinária e massagens.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: <a href="http://www.lifecooler.com/"><span style="color:#3333ff;">www.lifecooler.com</span></a> </div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-65874114029224598632007-09-17T16:42:00.001+01:002007-09-17T17:01:01.377+01:00Está-me a custar voltar...... ao blog diariamente... sinto-me com pouco para contar ou partilhar a este nível. Tenho feito um esforço mas abro esta caixa para escrever e torno a fechar, nada me parece pertinente o suficiente. Deve ser uma fase...<br /><br /><div align="justify"><blockquote></blockquote>Por isso, deixo aqui duas coisas que estão ligadas :)<br /></div><div align="center"><strong><blockquote><strong></strong></blockquote>1ª - Uma receita <blockquote></blockquote></strong></div><div>Na passada 6ª feira, houve mais um jantar-BMPano cá em casa. O motivo: um degrau. Mais um degrau da Miss Lolita no seu caminho... suspiro egoísta...</div><div align="center"><br /><a name="_Toc171828996"><strong><span style="color:#33ccff;">Strogonoff de seitan</span></strong></a> </div><br /><blockquote></blockquote><div align="justify">“2 cebolas, 2 dentes de alho, ¼ chávena de azeite, 2 chávenas de seitan cortado aos cubos pequenos, 2 chávenas de cogumelos frescos e laminados, 1 chávena de água, 2 cubos vegetais, 2 colheres de sopa de farinha integral, 200 ml de natas vegetais<br /></div><div align="justify"><blockquote></blockquote>Numa panela saltear a cebola e alho no azeite. Juntar o seitan e os cogumelos e deixar apurar. Juntar água e os cubos e mexer bem. Adicionar a farinha e mexer novamente. Deixe a farinha cozer. Envolva as natas vegetais. Pode ser servido com puré ou arroz.”<br /></div><br /><div align="justify">Fonte: </div><div align="justify"><a href="http://gastronomia.madinfo.pt/?page=ler_receita&id=180"><span style="color:#33ccff;">http://gastronomia.madinfo.pt/?page=ler_receita&id=180</span></a><br /></div><div align="center"><strong><blockquote><strong></strong></blockquote>2ª - Uma foto</strong></div><br /><div align="justify">Apesar de não gostar desta exposição, acho que tenho de partilhar esta barriga com o mundo :) que amanhã faz 18 semanas!!! <blockquote></blockquote>Foi tirada também neste jantar e é dedicada a todos os tios e tias que estão longe ou menos perto... <blockquote></blockquote><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5111202380842120114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_G7rOf2TeG9E/Ru6jfC05s7I/AAAAAAAAAHU/hxb8owmoThk/s320/posing2.JPG" border="0" /><br /></div><blockquote></blockquote>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-80327703851642544942007-09-11T10:56:00.000+01:002007-09-11T11:09:21.247+01:00Está quase! Está quase! E fica a curiosidade para folhear....<div align="center"><strong><span style="color:#009900;">Revista Time Out Lisboa nas bancas a 26 de Setembro</span></strong></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“Com uma tiragem média de 15 mil exemplares, a revista Time Out Lisboa sai pela primeira vez para as bancas no próximo dia 26, quarta-feira. A revista de lazer e cultura, centrada nas iniciativas que têm lugar na Grande Lisboa, será semanal e vai custar 2 euros.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">A cerca de duas semanas da saída do número 1, o director da publicação, João Cepeda, reforça a ideia de que a Time Out Lisboa, a versão lisboeta do título nascido em Londres e que tem como alvo o "consumidor urbano", "é um produto que não existe em Portugal". Ou seja, "um guia completo de cultura e lazer" semanal para a região de Lisboa e arredores, área em que a revista vai ser distribuída. A revista não sairá integrada em qualquer outra publicação. "Orgulhosamente sós", vinca João Cepeda.<br /><blockquote></blockquote>A tiragem inicial é cautelosa, admite o responsável da Time Out Lisboa, e arranca com "números modestos para que não haja risco de inviabilização do projecto". Por um lado, João Cepeda considera "evidente que os primeiros números" possam ter "resultados mais inflacionados", pela curiosidade suscitada por uma nova publicação no mercado, mas por outro acredita que é preciso "ter a humildade de escutar o mercado".<br /><blockquote></blockquote>Dia 19 começa a campanha de marketing de lançamento da revista, cujo objectivo é a diferenciação em relação a "todos os outros projectos cinzentos de média que estão a sair para a rua".<br /><blockquote></blockquote>A discoteca Lux vai receber, já esta quinta-feira, a festa da saída da Time Out Lisboa, aberta a convidados e ao público em geral, na qual será distribuído o número zero da publicação.<br /><blockquote></blockquote>A Time Out Lisboa, que conta com uma redacção de oito jornalistas e vários colaboradores, é a primeira edição portuguesa da marca britânica e está em Portugal sob licenciamento. É propriedade da empresa Capital de Escrita, cujo accionista principal e investidor é Luís Delgado, proprietário da Caneta Electrónica, que detém o jornal on-line Diário Digital.<br /><blockquote></blockquote>O grupo Time Out tem mais de uma dezena de revistas-roteiro, 66 guias turísticos, guias de cinema e várias edições especiais anuais. As revistas mais conhecidas são a Time Out de Londres, Nova Iorque e Chicago e o título continua em expansão, estando prevista a edição de estreia da Time Out Barcelona para Outubro.” <blockquote></blockquote>Fonte: <a href="http://jornal.publico.clix.pt/"><span style="color:#009900;">http://jornal.publico.clix.pt/</span></a> </div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-12173820221196252462007-09-06T10:49:00.000+01:002007-09-06T11:41:18.754+01:00Uma nota gastronómica...<div align="justify">... não me tem apetecido escrever aqui no blog... ainda me sinto de férias dele... por isso, aqui fica mais uma receita:</div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#ff6600;">Sopa de alface<br /></span></strong></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“1 alface, 1 batata grande, ½ colher de sopa de manteiga, 1 chávena de chá de caldo de legumes caseiro aquecido (O industrial não serve, porque mata todos os outros sabores. Se não tiver, pode-se usar água), ½ chávena de chá de água, sal.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Lave bem a alface e retire todas as folhas que estiverem estragadas ou feias. Retire o talo das folhas, como se estivesse a preparar couves. Corte as folhas em tiras e reserve. Descasque e corte a batata em cubos bem pequenos (para que cozinhem mais rápido). Leve a manteiga a lume baixo numa panela e, quando derreter, junte as batatas. Coloque uma pitada de sal e assim as batatas começarão a soltar um pouco de água e não vão fritar. Quando o refogado estiver bem aquecido, junte o caldo. Se usar caldo de caixinha ou tablete, a receita vai ficar com gosto de sopa pronta e vai perder a delicadeza. Caso não tenha caldo de legumes ou frango caseiro, pode usar água mesmo. Deixe a batata em lume baixo, até amaciar um pouco e engrossar o caldo. Junte as folhas de alface e mexa delicadamente até elas murcharem. Tenha cuidado para não deixar a alface queimar ao entrar em contacto com os lados da panela. Quando a as folhas estiverem bem murchas e incorporadas no caldo, tampe a panela e deixe ferver em lume baixo por uns 10 minutos. Passe o caldo até ficar em creme. Deve levar uns dois minutos para que todos os pedacinhos de alface desapareçam. Experimente e acerte o sal. Resista à tentação de usar pimenta nessa receita porque dá para sentir melhor os sabores da manteiga, da batata e da alface.” <blockquote></blockquote>Fonte: <a href="http://www.dadivosa.org/?p=87"><span style="color:#ff6600;">http://www.dadivosa.org/?p=87</span></a> </div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-81930145583335779862007-09-05T09:42:00.000+01:002007-09-05T09:45:36.060+01:00Uma nota gastronómica...<div align="center"><strong><span style="color:#ffcc00;">Tagliatelle com molho de tomate-cereja</span></strong></div><div align="center">(4 pessoas)</div><blockquote></blockquote><div align="justify">“400g de tagliatelle verde, 3 colheres de azeite, 2 dentes de alho bem picados, 500g de metades de tomates-cereja, 1 colher de sopa de vinagre balsâmico, 175g de rúcula, sal e pimenta, raspas de queijo parmesão para acompanhar.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Coza a massa em água a ferver ligeiramente salgada durante 8-12min, até estar al dente. Entretanto, aqueça o azeite numa frigideira e frite os alhos durante 1min, até ficaram dourados. Adicione os tomates, mal os deixando cozinhar, durante 1min. Eles deverão ficar apenas homogeneamente aquecidos e a começarem a desintegrar-se. Regue os tomates com o vinagre, deixe-o evaporar e depois junte a rúcula. Retire do lume antes da rúcula ter cozido demais. Tempere. Sirva de imediato, juntamente com a massa quente e muito parmesão.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Tempo de preparação: 10min”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: Amo-te vegetariano<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyanna:</strong> Em vez da rúcula, que não tinha, usei agrião.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><strong><span style="color:#cc0000;">Tagliatelle com molho de manga</span></strong><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">“400g de tagliatelle, 2 mangas maduras, 500g de tomate maduros, 1 cebola grande, 4 dentes de alho, 10 folhas de manjericão, 200ml de natas de soja, 30g de amêndoa pelada, sal e pimenta, azeite.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Coza a massa e reserve. Pele os tomates e retire as sementes. Leve um tacho ao lume com a cebola e o alho picados. Introduza a manga previamente laminada e deixe cozinhar lentamente durante 5 min. Adicione o tomate e deixe cozinhar até o liquido evaporar. Entretanto salteie a amêndoa numa frigideira com um pouco de azeite. Misture as natas ao molho e envolva muito bem. Acompanhe a massa com o molho e polvilhe com as amêndoas e o manjericão picado.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: <a href="http://nouvelle-cuisine.blogspot.com/"><span style="color:#cc0000;">http://nouvelle-cuisine.blogspot.com/</span></a></div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyanna:</strong> é uma mistura um pouco estranha e exótica mas eu gostei bastante! Como não tinha manjericão, não o usei.</div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-72024785942869100652007-08-31T10:23:00.000+01:002007-08-31T10:34:48.361+01:00Uma nota gastronómica...<div align="justify">... para um jantar de BMP´s que se transformou, também, num jantar de comemoração de alguns benfiquistas... e assim, passamos de uns 8 para quase 20 pessoas!</div><blockquote></blockquote><div align="justify">Foi bom! Para comemorar a visita da nossa Denise a terras lusas, o aniversario da Miss Lolita e... e... outras coisas boas eheheheh</div><blockquote></blockquote><div align="justify">Pediram-me as receitas do jantar, por isso, aqui ficam. Esperamos pelo próximo meeting de recepção da açoreana Miss Pranchita :)</div><blockquote></blockquote><div align="center"><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="color:#cc33cc;">Bolo salgado de salmão fumado</span></strong><br /></span></div><blockquote><span style="color:#ff6600;"></span></blockquote><div align="justify">“2 ovos, 1 chávena de chá de salmão fumado, 1/3 chávena de azeite, 2 colheres de sopa de açúcar, 1 ¼ chávena de farinha, ½ colher de sopa de fermento, ¼ colher de chá de bicarbonato de sódio, 1/3 chávena de farinha de milho, 1 chávena de queijo parmesão ralado, ¾ chávena de leite, ¼ colher de chá de endro, 3 colheres de sopa de cebolinho fresco e picado, ¼ colher de chá de pimenta.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma, ponha um disco de papel manteiga no fundo e torne a untá-lo. Junte a farinha, o fermento, o bicarbonato e reserve. Bata os ovos com o azeite e o açúcar por 1 min. Misture aos poucos a farinha reservada, alternando com a farinha de milho e o leite. Adicione o cebolinho picado, o queijo ralado, o endro, o salmão picado e a pimenta. Mexa lentamente com uma espátula. Ponha na forma e finalize com pedaços de salmão e cebolinho por cima. Leve ao forno cerca de 40min ou até que o palito saia limpo. Deixe descansar 10min antes de desenformar. Sirva com queijo creme.”<br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">Fonte: <a href="http://agdah.blogspot.com/"><span style="color:#cc33cc;">http://agdah.blogspot.com/</span></a> </div><blockquote></blockquote><div align="justify"><strong>Nota Floppyanna:</strong> Usei 2 pacotes de salmão fumado, reduzi no açúcar, não usei o endro nem o cebolinho mas usei cebola bem picada.<br /></div><blockquote></blockquote><div align="center"><a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2006/08/nota-gastronmica.html"><strong><span style="color:#3333ff;">Caril de atum </span></strong></a><br /><blockquote><span style="color:#3333ff;"></span></blockquote><a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2006/10/uma-nota-gastronmica_30.html"><strong><span style="color:#33ccff;">Pulau de ervilhas</span></strong></a> <blockquote></blockquote><a href="http://floppy-na-cidade.blogspot.com/2006/08/uma-nota-gastronmica.html"><strong><span style="color:#009900;">Tarte de meloa</span></strong></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-48966887445436384172007-07-25T08:19:00.000+01:002007-07-25T08:25:54.859+01:00Para lembrar a Lisboa dos anos 60...<div align="center"><strong><span style="color:#ff6600;">Vá-vá: O que torna este café tão especial?</span></strong><br /></div><blockquote></blockquote><div align="justify">"<em>De símbolo de uma certa inteligência urbana e anti-fascista nos anos de 1960 a ponto de encontro de nomes fundamentais do rock português, duas décadas depois, o mito do café Vá-Vá resistiu ao passar dos tempos. Em plena era da Internet, serve agora de palco a novas tertúlias. Não é como antigamente mas hoje, com o convidado Paulo Portas, promete ter casa cheia <span style="color:#ff6600;">(???)</span>.<br /></em><br />No início da década de 60 do século passado, havia Salazar, censura e repressão política, um país atrasado e silencioso. Havia estudantes a sonhar com a mudança, artistas ansiando por liberdade, activistas em modo clandestino, cabeças que queriam pensar e bocas que queriam falar. Vinte anos depois, já com o país em liberdade, a todos estes juntava-se uma nova geração de músicos que queriam cantar rock em português. Chega o século XXI. Impõe-se a Internet, generalizam-se os blogs. As pessoas não se encontravam, havia que reavivar as tertúlias de café. Onde? No lugar de sempre, claro. É que, durante todo este tempo, houve sempre o Vá-Vá.<br /><br />O que torna especial este café com nome de futebolista brasileiro? A comida? A localização? A clientela? Talvez a resposta definitiva seja um somatório de todas as hipóteses, mas a terceira ganha primazia. Inaugurado em 1958, o estabelecimento com assinatura do arquitecto e designer Eduardo Anahory, que impôs uma esplanada com vista para as novas avenidas de Lisboa (fica no cruzamento entre as avenidas de Roma e dos EUA), fez a sua fama da presença de gente conhecida e com capacidade de intervenção pública.<br /><br />O Vá-Vá era o ponto de encontro de intelectuais que simbolizavam uma nova geração urbana e cosmopolita, que se dava mal com o bafio salazarista. Discutia-se política e arte, aos activistas e artistas juntavam-se estudantes universitários em busca de diálogos abertos e ideias novas. Muitas relações amorosas terão começado naquelas mesas, já agora, que a malta era nova e as moças que frequentavam o Vá-Vá ostentavam padrões de comportamento bem mais liberais do que os então vigentes. O realizador João César Monteiro chamou-lhes "Valquírias".<br /><br /><strong>Espaço de liberdade</strong><br /><br />Rapidamente, o café transformou-se em referência, um símbolo geracional de abertura e modernidade num país amordaçado pelo regime fascista. Corria a década de 60 do século passado.<br /><br />"Até ao 25 de Abril, o Vá-Vá tinha outra configuração, havia bancos corridos de cabedal, era menos iluminado, mais discreto", recorda Lauro António, realizador de cinema e dinamizador da recente onda de tertúlias onde se reúnem muitos dos que ainda se lembram das jornadas do passado e gente à procura do contacto pessoal que os debates na Internet não proporcionam. Nos anos 60 e 70, a vivência do local foi cativando gente de diversas áreas, criando uma alquimia muito própria.<br /><br />Lauro António: "Havia o grupo do cinema, do chamado cinema novo, o António Pedro Vasconcelos, o Fernando Lopes, o Paulo Rocha, que morava no prédio do Vá-Vá [e que fez do café cenário para um dos filmes emblemáticos da história do cinema português, Verdes Anos] e vários outros. Tínhamos o grupo dos músicos, o Fernando Tordo, o Paulo de Carvalho, o Carlos Mendes, penso que também o Herman José ia aparecendo, outros de mais idade, muitos jornalistas, o Luís Villas-Boas (do jazz), pintores..."<br /><br />Uma clientela de luxo. Que, por si só, atraía quem gostava de conversar ou de ouvir conversas interessantes. Livres. Um adjectivo que hoje pode parecer banal, mas que ganhava uma aura preciosa nos tempos em que Portugal vivia na sombra de um regime fechado e totalitário. A fama do Vá-Vá vem daí. Ir ao Vá-Vá era muito mais do que sair, à tarde ou à noite, para beber um café e encontrar os amigos, debater o último filme ou pôr a conversa em dia. Era um roteiro cultural e, tantas vezes, político. Ir ao Vá-Vá era fazer oposição ao regime, quanto mais não fosse pelo simples facto de lá se falar mais ou menos abertamente de coisas que não se podiam murmurar sequer noutros locais.<br /><blockquote></blockquote>Porquê ali e não noutro sítio? Vá lá saber-se, mas há pistas. Aquela zona da cidade, correspondente naquele tempo ao que seriam hoje o Lumiar, os Olivais ou Telheiras, áreas menos centrais da capital, albergava muita gente nova, com algum poder de compra e horizontes mais vastos. Gente com ideias novas e hábitos de convívio, que apreciava uma boa tertúlia.<br /><br /><strong>Ao ritmo do rock</strong><br /><br />Chegou uma nova geração e, com ela, a liberdade adquirida após o 25 de Abril de 1974, outras realidades e novos desafios. A pouco e pouco, estabelecia-se ali uma base do fervilhante movimento que deu origem ao boom do rock português. Entravam os anos 80, o Vá-Vá congregava jovens que viriam a tornar-se famosos.<br /><br />Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés, assume que a sua "fase de arrastar a vida nas esplanadas" foi passada no café do cruzamento da avenida de Roma com a avenida dos EUA. "Os pais do João Cabeleira [também guitarrista dos Xutos] é que moravam na zona. Eu ia lá ter com ele e "caíamos" no Vá-Vá. Não foi ali que a banda nasceu (os outros elementos eram de sítios diferentes...), mas na altura passava por lá muita malta da música."<br /><br />Zé Pedro lembra-se que os Sétima Legião ensaiavam ali perto ("até chegávamos a ouvir os ensaios da esplanada"), os elementos dos Heróis do Mar também marcavam presença. E outros, muitos outros, mais do que a memória do músico consegue reproduzir assim de repente e ainda mais do que o jornalista consegue tomar nota durante o contacto telefónico. Mas eram muitos.<br /><br />Mais: o Vá-Vá fazia parte do que Zé Pedro classifica como "a rota punk": era ali que a malta se juntava para depois ir aos bares, "as grandes noites loucas passavam sempre por lá". De dia, era ponto garantido de encontro com malta da música. "Pessoal das bandas da zona de Alvalade, ficávamos por ali a ver as miúdas passar, em conversas parvas..." Analisando o que dali resultou, talvez muitas das conversas tivessem, afinal, o seu valor.<br />E, para o guitarrista dos Xutos, ficou ainda o hábito de se chegar ao balcão e pedir um "excelente" prego do lombo sempre que passa por aqueles lados.<br /><br /><strong>As novas tertúlias</strong><br /><br />Hoje, estas avenidas estão envelhecidas, as novas gerações acabaram empurradas para fora de Lisboa, multidões suburbanas em redor de um vazio. O Vá-Vá estava entorpecido, os tradicionais clientes suspiravam de saudades, muitos confessavam na blogosfera a sua nostalgia, a saudade dos tempos em que bastava descer à esplanada do Vá-Vá para não se estar sozinho. E então Lauro António, também ele um blogger assumido, teve uma ideia: por que não reavivar as tertúlias do Vá-Vá?<br /><br />Para ele, era confortável, digamos assim. Morador no prédio onde está instalado o café, este é, na prática, a sua "sala de almoço". "Durante anos, o Vá-Vá funcionou como um mito, as gerações seguintes eram atraídas para lá como que atrás de uma mística", explica o realizador. O magnetismo foi-se perdendo, com o passar dos tempos. Ficava a saudade. Partindo desse sentimento, restava olhar para a frente. "Os tempos são outros, é preciso vivê-los. Curioso como a Internet acaba por potenciar tudo isso. Foi pelos contactos na blogosfera que acabámos por lançar as novas tertúlias."<br /><br />Se os blogs são a versão moderna das tertúlias, o mercado por excelência da troca livre de ideias, eles são também terrivelmente limitados na promoção do contacto pessoal. Podemos falar com dezenas de pessoas, mas não as vemos, não as olhamos nos olhos. Talvez um dia estes sejam considerados pormenores de saudosista ou o progresso tecnológico arrase também mais essa barreira da distância, mas, por enquanto, ainda há muito quem suspire por conhecer pessoalmente as pessoas com quem se relaciona na Internet.<br /><br />"Aqui o principal não é o engate, embora também possa acontecer (até é agradável...), o essencial é a actividade cultural", assume Lauro António. Ao longo de vários meses de novas tertúlias, sob o mote "Vá-Vádiando", sucederam-se os convidados ligados ao mundo das artes e da comunicação, os fiéis de sempre foram aparecendo, os curiosos tornaram-se habitués. Não são muitos, são os que cabem.<br /><br /><strong>Sempre a crescer</strong><br /><br />Na primeira noite, a 22 de Fevereiro, Raul Solnado falou para umas três dezenas de pessoas abrigadas da chuva e (muitas delas) atrasadas porque o Benfica jogava para a Taça UEFA. O ritual manteve-se nos meses seguintes: jantar e conversa. Já em Junho, com Lídia Jorge, houve overbooking e alguns dos mais de 50 tertulianos tiveram mesmo de jantar fora da sala antes de se juntarem à conversa pós-refeição. Seguiu-se Maria do Céu Guerra, a 27 de Junho. O próximo convidado será Paulo Portas, já hoje, dia 25 de Agosto.<br /><br />As tertúlias não se organizam, acontecem. É uma regra básica. Uma tertúlia é, por definição, o espaço democrático de debate e troca de ideias onde entra quem quer. "No passado, a tertúlia do Vá-Vá era coisa diária. Quando lá ia, sabia quem ia encontrar. Mesmo que falhasse um ou outro, havia sempre o grupo. Não havia agenda, o Vá-Vá era a agenda", assume Lauro António.<br /><br />Hoje, num espaço reservado a refeições, a participação de espontâneos é fortemente dissuadida pela própria configuração do café/restaurante. Ninguém é afastado da sala, só que a tertúlia faz-se mediante inscrição (e pagamento do jantar no fim). Não foi só o Vá-Vá que mudou...<br /><br />Mas do Lauro António frequentador nos anos 60 para o Lauro António dinamizador dos anos 2000 a distância não é assim tão grande. Pelo menos é o que nos diz o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa: "Tertúlia - Reunião de familiares e amigos. Agrupamento de amigos ou de pessoas com interesses comuns. Reunião habitual de intelectuais, artistas..." Nem mais.<br /><br />"As pessoas mudaram os hábitos. Já ninguém vai "para" o café, as pessoas agora vão "ao" café." Entram e saem, não ficam por lá. Fernando Eusébio sabe do que fala. Dos quase 50 anos de história do Vá-Vá (cumprem-se em 2008) ele leva já 22. É um dos sócios-gerentes da casa e não hesita quando se procura uma explicação para a redução de clientela e a mudança de hábitos das pessoas. "As casas aqui são caras, os jovens não lhes chegam. Têm de ir viver para os subúrbios, a cidade vai ficando velha. E os que por aqui vivem já não vêm tanto ao café. Ficam em casa, será a televisão (não querendo dizer mal da televisão), mas muitos nem saem de todo: até encomendam jantar para levar a casa..." O que é, então, feito do mítico Vá-Vá, do ponto de encontro incontornável de cabeças pensantes e espíritos livres? "Muitos ainda cá vêm, a tradição mantém-se. Aparece muita gente conhecida, nós chamamos-lhes "a velha guarda", os que moram por aqui fazem cá refeições, outros entram só para um café." E que argumentos têm para se manterem no roteiro de Lisboa? "Tentamos manter os pratos tradicionais da casa, incluindo o célebre bacalhau à Vavá, inventado pelo futebolista brasileiro que deu nome ao café. É assim uma espécie de bacalhau à minhota", explica Fernando Eusébio, enquanto oferece um biscoito a uma criança que passa ao colo do pai. Sorri: "Temos de investir no futuro!""<br /><blockquote></blockquote>Fonte: <a href="http://jornal.publico.clix.pt/"><span style="color:#ff6600;">Público de 25 de Julho</span></a></div>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-41404401811500341232007-07-24T10:12:00.000+01:002007-07-24T10:13:53.011+01:00Hoje...- faz <strong><span style="color:#ffcc33;">10</span></strong> semanas<br />- e faltam <strong><span style="color:#cc0000;">4</span></strong> dias :)Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-14183859.post-52861128167483029542007-07-16T10:10:00.000+01:002007-07-16T10:31:01.682+01:00Desenhos que povoam o meu imaginário...... de uma ilustradora que adoro. <blockquote></blockquote>Espreitem esta pequena homenagem: <a href="http://www.publico.clix.pt/docs/imagens/mariakeil/index.html"><strong><span style="color:#cc33cc;">aqui</span></strong></a>Floppyhttp://www.blogger.com/profile/03038202648380373459noreply@blogger.com