tag:blogger.com,1999:blog-125037412009-06-25T14:48:20.536+01:00Café OceanoUma onda de curiosidadeABhttp://www.blogger.com/profile/09603857220304261986noreply@blogger.comBlogger56125tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-13795602838670069932009-06-25T14:35:00.003+01:002009-06-25T14:48:20.545+01:00Organismos do litoral rochoso: Protectores ou Destruidores?<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SkN9j0BbMrI/AAAAAAAAAD0/Y8LFy8beRws/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 222px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SkN9j0BbMrI/AAAAAAAAAD0/Y8LFy8beRws/s320/Slide1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351258836459795122" border="0" /></a>Delminda Moura, investigadora no Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) e docente da Universidade do Algarve, nomeadamente nos cursos de Ciências do Mar e Oceanografia, é a convidada da edição de Junho do Café Oceano, que terá lugar hoje, 5.ª Feira dia 25 de Junho a partir das 18h30, no Pátio B@r em Faro, Rua Dr. Cândido Guerreiro, 26-30.<br /><br />Bioerosão ou bioprotecção dos nossos litorais rochosos? É este o tema que Delminda Moura, a oradora convidada para a edição de Junho do Café Oceano, vai apresentar hoje ao fim da tarde, durante duas horas de conversa informal no Pátio das Letras, em Faro.<br />O tema trata de biomorfologia que é um termo que traduz as relações mútuas entre o substrato físico e os organismos. A referida interacção, tem como consequência a maioria das paisagens naturais que observamos actualmente e é particularmente importante nos litorais rochosos carbonatados, como é o da Galé. Um litoral rochoso é um litoral de erosão, por oposição aos litorais de construção (p.ex. um sistema de ilhas-barreira ou um estuário) e a perda de massas rochosas por recuo das arribas não é jamais recuperável. Os organismos (animais e plantas) podem potenciar a erosão dos litorais - bioerosão, ou, pelo contrário, conferir-lhe protecção- bioprotecção. As plataformas de abrasão são um dos aspectos mais conspícuos da morfologia dos litorais rochosos e oferecem óptimas condições para uma espantosa diversidade biológica. Nelas, numerosos seres endolíticos escavam buracos para habitarem e outros raspam a rocha na procura de alimento, contribuindo para a diminuição da resistência mecânica da rocha- bioerosão. Porém, outros organismos, como por exemplo as algas fixas na superfície da rocha, constituem uma cobertura protectora contra o impacto directo das ondas e minimizam o efeito das amplitudes térmicas-bioprotecção.<br /><br /><br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-1379560283867006993?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-34402813326662944482009-05-20T11:35:00.005+01:002009-05-20T11:49:45.632+01:00O Algarve e o Atum: Esclarecimento Pela Companhia de Pescarias do Algarve<!--StartFragment--> <p class="MsoNormal"><span class="Apple-style-span" style="font-size:48px;"> <!--StartFragment--> </span></p><p class="MsoNormal"><span lang="PT" style="mso-ansi-language:PT;font-family:Georgia;font-size:10.0pt;">No seguimento do artigo publicado neste blog a 17 de Abril, recebi um correio electrónico a solicitar que sejam rectificados alguns pontos desse mesmo artigo. Agradeço esse contacto e, para não alterar o conteúdo da mensagem, passo a citar:<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span lang="PT" style="mso-ansi-language:PT;font-family:Georgia;font-size:10.0pt;"> <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span lang="PT" style="mso-ansi-language:PT;font-family:Georgia;font-size:10.0pt;">“</span><span style="font-family:Verdana;font-size:10.0pt;">Lemos com muita atenção o post “O Algarve e o atum”, colocado no blog “Café Oceano”, o qual, ao que parece, faz parte das actividades desse Núcleo, e não podemos deixar passar em claro a inexactidão constante dos dois últimos parágrafos do texto porque não correspondem à verdade. É certo que o post, à parte esses dois parágrafos e retirando pequenas incorrecções sem importância, narra com exactidão o que se passou no Encontro sobre a Pesca do Atum que a Companhia de Pescarias do Algarve levou a efeito em 17 e 18 de Abril em Tavira.<br /><br />No entanto, no tocante àqueles dois parágrafos cabe dizer que não corresponde minimamente à verdade que na nossa Companhia não haja a intenção de “<i>intercâmbio de experiências e de investigação com o mundo universitário</i></span><span style="font-family:Verdana;font-size:10.0pt;">”. Para além de Acordos de Princípio, protocolos já celebrados com a Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa relativos à actividade da pesca e da aquacultura e com o Instituto de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa nos domínios técnico e científicos relacionados com a produção de bivalves em offshore e pesca da Corvina e tunídeos; somos promotores conjuntamente com a Faculdade de Ciências de Lisboa do Projecto: Aplicação de Métodos Bioquímicos no Estudo da Conectividade de Cefalópodes entregue em 2009-02-27 e desenvolvemos com o IPIMAR trabalho conjunto em domínios da Investigação pesqueira para além de que constam expressamente nos projectos da empresa já apresentados a colaboração com as universidades nomeadamente a do Algarve.<br /><br />Nem outra coisa seria de esperar de uma Empresa com uma larga tradição no sector (estamos trabalhando ininterruptamente desde 1835) que sempre esteve de mão dada com o saber universitário e que tem como Presidente do Conselho de Administração um Professor Universitário com uma vasta experiência no sector das pescas e, entre outras razões, ser conhecido pelo incentivo que costuma dar ao intercâmbio empresa-universidade.<br /><br />De mencionar, por último, que tão pouco sabemos as razões que assistiram à Universidade do Algarve para não estar presente no Encontro uma vez que sua Excelência o Senhor Reitor bem como, pelo menos uma professora, que não vem ao caso referir-lhe o nome, foram convidados.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;font-size:10.0pt;"> <o:p></o:p></span></p> <span style="mso-ansi-language:EN-US;mso-fareast-language:EN-USfont-family:Verdana;font-size:10.0pt;">Companhia de Pescarias do Algarve</span><span style="Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:EN-US;mso-fareast-language:EN-USfont-family:&quot;;font-size:10.0pt;"> “</span><!--EndFragment-->  <br /><p></p><div><!--StartFragment--> <p class="MsoNormal"><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">Em relação à Universidade do Algarve, e aos investigadores que nessa área trabalham, não me posso pronunciar em nome deles mas é efectivemente uma pena não haver maior ligação, pelo menos neste caso específico. <o:p></o:p></span></p> <!--EndFragment--> </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-3440281332666294448?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-87904531335455024552009-05-20T11:29:00.004+01:002009-05-20T11:35:02.835+01:00Pescar.. para vender ou rejeitar?<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/ShPb1kOMfMI/AAAAAAAAADs/cQka13_2uxk/s1600-h/CafeOceano090514.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/ShPb1kOMfMI/AAAAAAAAADs/cQka13_2uxk/s320/CafeOceano090514.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337851696666934466" /></a><span class="Apple-style-span" style=" font-style: italic; font-family:'Trebuchet MS';font-size:13px;"><p style="text-align: justify; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-bottom: 15px; font-size:0.95em;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);">O Pátio das Letras, café/bar de Faro, recebeu mais uma edição do Café Oceano subordinado ao tema “Pescar…para vender ou rejeitar?”, no dia 15 de Maio 2009. A convidada da sessão  Sónia Olim, investigadora do grupo Biopescas, tem desenvolvido estudos sobre a problemática das rejeições nas artes de pesca na costa do Algarve.</span></span></p><p style="text-align: justify; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); padding-bottom: 15px; font-family:'Trebuchet MS', Verdana, Arial, sans-serif;font-size:0.95em;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);">Sónia Olim, que iniciou em 2007 o seu estudo de doutoramento sobre o tema: “Estudo bio-socio-economico das capturas acessórias e rejeições nos arrastos de crustáceos na costa do Algarve” explica que</span></span><strong><span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"> “a percentagem de espécies capturadas que são deitadas de novo ao mar, sem serem aproveitadas ou comercializáveis”</span></span></strong><span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"> motiva e justifica a discussão desta edição do Café Oceano. </span></span><br /></p></span><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-8790453133545502455?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-51472625853488470472009-04-19T16:54:00.002+01:002009-04-19T17:45:55.675+01:00O Algarve e o Atum<em>Realizou-se na tarde de sexta feira, 17 de Abril e na manhã de sábado o Encontro sobre o Atum no Algarve, promovido pela Companhia de Pescarias do Algarve, no hotel Vila Galé Albacora que ocupa o espaço do antigo Arraial Ferreira Neto, o qual foi conservado e integrado nesta unidade hoteleira.</em><br /><em></em><br /><em>A Companhia de Pescarias do Algarve foi fundada em 1835 dedicando-se especialmente à captura de tunídeos até ao último ano em que se armou uma armação na costa do Algarve. Tem continuado a desenvolver a sua actividade na fileira das pescas e pretende agora reactivar a actividade da captura dos tunídeos através de armações fixas, duas a implantar uma junto ao Cabo de Santa Maria e outra a leste de Tavira (Medo das Cascas), armações que terão as últimas inovações que a tecnologia foi adquirindo tornando-as mais actuais e aptas para a situação actual.</em><br /><em></em><br /><em>Para esta intenção muito contaram os resultados das experiências no campo das armações que nos últimos anos a empresa luso-japonesa Tunipex tem desenvolvido na área costeira do Algarve, junto a Fuzeta.</em><br /><em></em><br /><em>Os encontros tiveram a sua sessão de sexta-feira moderados pelo professor Carlos Reis, tendo sido apresentadas comunicações da Tunipex (A Armação de Atum), da DGP (Valor nutritivo do Atum), de um gestor espanhol ligado às Almadravas (Almadravas em Andalucia e em Marrocos) e do IPIMAR (Acompanhamento da experiência da Tunipex).</em><br /><em></em><br /><em>Na sessão de sábado de manhã intervieram pela Universidade dos Açores e do organismo Internacional ligado ao Tunídeos, João Gil Pereira, com uma resenha histórica do valor económico do atum na região do Algarve, Comandante Castro Centeno, e relacionado com a história da empresa patrocinadora, o eng. Fausto Costa.</em><br /><em></em><br /><em>Após o almoço de encerramento e com a colaboração da Confraria do Atum procedeu-se ao "Ronqueamento de um tunídeo" permitindo a todos os presentes verificar o aproveitamento quase total do espécime para fins alimentares, com a extracção das diversas partes e constituintes os quais iriam ser degustados no jantar sob as diversas formas gastronómicas.</em><br /><em></em><br /><em>Das afirmações dos responsáveis da Companhia de Pescarias do Algarve verifica-se uma intenção deliberada de continuar a actuar na fileira das pescas, quer através das novas armações, quer de estruturas no porto de Olhão, quer na exploração de duas áreas em offshore recentemente atribuídas no concurso público governamental, estas basicamente destinadas à criação de ostras.</em><br /><em></em><br /><em>A única nota negativa a salientar foi a ausência de manifestação de intenções de investigação e de desenvolvimento em colaboração com a Universidade do Algarve que, por motivos que ignoramos também não esteve directamente presente.</em><br /><em></em><br /><em>Continua de facto a ser difícil mostrar aos empresários de toda a conveniência de intercâmbio de experiências e de investigação com o mundo universitário, participando ambos para modernização e adaptabilidade de novos desenvolvimentos e tecnologias ao campo da actividade.</em><br /><em></em><br /><em></em><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-5147262585348847047?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>Paisanohttp://www.blogger.com/profile/17898519820604466564noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-52845453143691277282009-04-15T10:24:00.002+01:002009-04-15T10:34:27.560+01:00Água quente ou água fria na costa algarvia?<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SeWoBOXef0I/AAAAAAAAADk/VziUMb0OhAo/s1600-h/CafeOceano090416.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SeWoBOXef0I/AAAAAAAAADk/VziUMb0OhAo/s320/CafeOceano090416.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324846873425379138" /></a>No Café Oceano do mês de Abril, Paulo Relvas, investigador no Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve, e docente em Oceanografia, irá explicar porque é que  as águas litorais algarvias durante o verão podem por vezes atingir temperaturas muito quentes e  outros anos temperaturas muito frias. Qual destas situações é mais comum e porquê? Será que se notam mudanças ao longo dos anos? Estas são algumas das perguntas às quais o convidado deste Café Oceano irá responder.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-5284545314369127728?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-16544823805988657732009-03-12T01:07:00.001Z2009-03-12T01:10:06.351ZComo considerar o Oceano na cultura Algarvia?<div align="justify"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SbhglyOdioI/AAAAAAAAADc/v3D0GgBrWyo/s1600-h/CafeOceano09.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312101962737355394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SbhglyOdioI/AAAAAAAAADc/v3D0GgBrWyo/s320/CafeOceano09.JPG" border="0" /></a> José Carlos Gonçalves Viana, actual director da Sociedade de Geografia de Lisboa, ex-Secretário de Estado da Marinha Mercante, na década de 70, e ex-Secretário de Estado das Pescas, na década seguinte, é o convidado da próxima edição do Café Oceano, que terá lugar na próxima semana, 5.ª Feira dia 19 de Março a partir das 18h30, no Pátio B@r em Faro, Rua Dr. Cândido Guerreiro, 26-30.</div><div align="justify"><br /> Qual o papel que o Oceano tem na cultura algarvia? É a esta pergunta que José Carlos Gonçalves Viana, o orador convidado para a edição de Março do Café Oceano, vai tentar responder já na próxima semana, durante duas horas de conversa informal no Pátio das Letras, em Faro.Nascido em Lisboa em 1932, José Carlos Gonçalves Viana é dono de um percurso profissional intimamente ligado às questões do Mar. Actualmente é director da Sociedade de Geografia de Lisboa e também, desde Março de 2005, director da Associação do Sotavento Algarvio (ASA), sedeada em Tavira.Em 1958 José Carlos Gonçalves Viana obteve o grau de licenciado como Engenheiro Mecânico Aeronáutico, pelo Instituto Superior Técnico. Em 1970 aceitou o cargo de administrador da Empresa Insulana de Navegação e, mais tarde, já depois de Abril de 1974, assegurou funções semelhantes na Companhia Portuguesa de Transportes Marítimos, ou CTM, resultante da fusão daquela empresa com a Colonial de Navegação.Em Julho de 1974 foi requisitado para Secretário de Estado da Marinha Mercante, onde permaneceu até Março de 1975. Daí até 1978 trabalhou em Angola, como presidente da Sociedade de Armadores de Pesca de Angola (ARAN), e no Brasil, enquanto director de uma agência de navegação.Entre 1981 e 1982 foi Secretário de Estado das Pescas e nos últimos anos desta década foi presidente da Soponata, até 1991, altura em que também já desempenhava as funções de vice-presidente da International Shipping Federation. Ao longo do seu percurso profissional José Carlos Gonçalves Viana realizou inúmeras conferências e publicou artigos sobre temas de gestão, transportes, pescas, turismo, história marítima e política de desenvolvimento. É, desde 1985, membro da Academia de Marinha, onde foi durante alguns anos secretário-geral e vice-presidente, com o pelouro da classe de Artes, Letras e Ciências (actualmente é Membro Emérito).<br /><br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-1654482380598865773?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-49243651222680766542009-03-10T15:35:00.003Z2009-03-10T15:51:43.428ZAquacultura substituirá a falta de capturas ?Continuam as questões acerca das reservas marinhas no que toca às possibilidades face às capturas.<br /><br />Da mesma forma as dúvidas acerca das possibilidades de a aquacultura conseguir ter uma produção capaz de obviar o esgotamento das reservas na natureza.<br /><br />Mais em:<br /><br /><a href="http://www.sciam.com/article.cfm?id=aquaculture-replace-fish-stocks">Aquaculture May Replace Wild Fish Stocks: Scientific American</a><br /><br />Posted using <a href="http://sharethis.com/">ShareThis</a><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-4924365122268076654?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>Paisanohttp://www.blogger.com/profile/17898519820604466564noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-33532453764261402052009-02-18T14:05:00.003Z2009-02-18T14:10:36.665ZReservas marinhas.. Um novo paradigma!<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SZwWBU_JX4I/AAAAAAAAADU/Y5ETkEm8R2s/s1600-h/CafeOceano090219.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SZwWBU_JX4I/AAAAAAAAADU/Y5ETkEm8R2s/s320/CafeOceano090219.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304138673204846466" border="0" /></a><span style="font-weight: bold;">Novo paradigma para as reservas marinhas </span><br /><span style="font-weight: bold;">em debate no Café Oceano de Fevereiro</span><br /></div><br /><div style="text-align: justify;">Muitos países já têm áreas marinhas protegidas. Contudo, no seu conjunto, cobrem apenas 1% da superfície dos oceanos. Muitos cientistas defendem que esta percentagem deve crescer até aos 30%, através da criação de uma rede de áreas marinhas protegidas a nível mundial. Mas será esta uma medida capaz de travar a degradação ecológica dos oceanos? Este será o tema em debate na próxima edição do Café Oceano, sendo a investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da UAlg, Alexandra Cunha, a convidada para falar sobre “Reservas marinhas… Um novo paradigma”.<br /><br />Muitos cientistas e organizações de conservação da natureza acreditam que será necessário ir mais além na protecção doa oceanos, defendendo um novo paradigma de protecção dos oceanos e de gestão das pescas.<br />Segundo a convidada da próxima edição do Café Oceano, já na próxima quinta-feira, no Pátio das Letras, em Faro, a partir das 18h30, “este novo paradigma defende que a protecção marinha não deverá ser apanágio de algumas zonas seleccionadas e especiais, situadas junto da costa: as reservas devem ser a base e o sustentáculo de toda a gestão do mar”.<br />De acordo com esta visão, continua a investigadora do CCMAR da UAlg, “as áreas marinhas protegidas devem cobrir mais de 30 % dos oceanos e deveriam ser complementadas por outro tipo de áreas marinhas protegidas, nas quais seriam autorizadas actividades de pesca com menor impacto ou, por exemplo, os arrastos”.<br />O objectivo seria controlar as actividades mais destrutivas e mantê-las longe das zonas mais sensíveis, passando os locais sem qualquer tipo de protecção a ser apenas uma pequena parte dos oceanos e não a maior parte, como acontece actualmente (apenas 1% dos oceanos está protegido).<br />Será que estamos preparados para dar este passo de gigante? Quais seriam as consequências económicas e sociais da implementação de áreas marinhas protegidas em 30% dos oceanos?<br />Alexandra Cunha lembra que “a constatação sobre a rápida recuperação dos ecossistemas de muitas reservas marinhas, já implementadas em várias partes do mundo, mostra que o mar ainda tem capacidade para se regenerar em muitos pontos e que, portanto, a implementação deste novo paradigma traria inúmeros benefícios em termos de recuperação das funções dos ecossistemas marinhos e da optimização do esforço de pesca”.<br /></div><br /><br />19 de Fevereiro, 5.ª feira, às 18h30, no Pátio B@r, em Faro<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-3353245376426140205?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-32229066726700478722008-12-05T14:19:00.003Z2008-12-05T14:27:40.483ZRepovoar o mar.. para pescar?<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/STk4ghmrJSI/AAAAAAAAACo/3_YCDf6NNcE/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/STk4ghmrJSI/AAAAAAAAACo/3_YCDf6NNcE/s320/Slide1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276310569868797218" border="0" /></a>Neste último Café Oceano do ano 2008, o investigador Pedro Lino, do IPIMAR, irá apresentar o tema muito em voga da "repovoação do mar". Porque é que se está a tentar repovoar o mar ? Como se faz? Quais os custos e os benefícios? São algumas das questões que serão abordadas.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-3222906672670047872?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-80833170166686715912008-12-05T14:11:00.006Z2008-12-05T14:18:36.901ZNo passado “Mar” era pescar…Agora "Mar" é criar<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/STk268NyahI/AAAAAAAAACg/0TlIxEfJeco/s1600-h/CAf%C3%A9Oceano081119.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 222px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/STk268NyahI/AAAAAAAAACg/0TlIxEfJeco/s320/CAf%C3%A9Oceano081119.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276308824665516562" border="0" /></a><br /><br />O Prof. Rui Cabral e Silva, da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente (FCMA) da UAlg, foi o orador convidado para a edição de Novembro do Café Oceano. O tema do mês de Novembro, «No passado “Mar” era pescar… Agora “Mar” é criar», surge na sequência do assunto em foco na edição de Outubro do Café Oceano – “Quanto vale a Ria Formosa?” –, e pretendeu dar a conhecer uma das várias funções económicas do mar em transformação. O debate teve lugar no Pátio de Letras, na Rua Dr. Cândido Guerreiro, n.º 26-30.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-8083317016668671591?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-46220765840221243572008-10-21T15:40:00.001+01:002008-10-21T15:42:24.265+01:00Quanto vale a Ria Formosa?<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SP3qGYVr5iI/AAAAAAAAACQ/C90coNQZrdE/s1600-h/Cartaz081023.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SP3qGYVr5iI/AAAAAAAAACQ/C90coNQZrdE/s320/Cartaz081023.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259617335172130338" border="0" /></a>O Prof. António Matias, da Faculdade de Economia (FE) da UAlg, é o orador convidado para a edição de Outubro do Café Oceano, cujo tema central será a forma como se avalia o valor económico de um sistema ambiental/natural como a Ria Formosa, considerando-o como um activo ambiental. O debate terá lugar no Pátio de Letras, na Rua Dr. Cândido Guerreiro, n.º 26-30, entre as 18h30 e as 20h30.<br /><br />O ecossistema Ria Formosa é um activo ambiental que fornece determinados bens e serviços à comunidade, bens e serviços esses que podem ser valorizados do ponto de vista económico, ou seja, “é possível atribuir um determinado valor económico a este activo, no seu todo”, explica António Matias, docente da FE que lecciona na área da valorização dos recursos ambientais.<br />Mas, se alguns bens e serviços são transaccionados no mercado (como o peixe ou os moluscos, por exemplo), outros há que não são, que não têm preço, mas aos quais é possível atribuir um valor. “O que os economistas fazem é, justamente, obter por outras vias esses preços, para saber que valor global tem este activo ambiental que é a Ria Formosa”, sublinha o especialista.<br />No fundo, a Ria Formosa enquanto activo ambiental tem três vertentes principais: fornece recursos às pessoas, é um receptor de resíduos (assimila e trata) e é uma fonte de prazer (o que se chama em economia uma utilidade directa, como, por exemplo, um bonito pôr-do-sol).<br />“O que tentamos perceber é quanto é que as pessoas estão dispostas a pagar para ter todos estes benefícios, desde aqueles aos quais é possível atribuir um preço directo, mas também aos que têm um valor mais difícil de medir em termos económicos”, conclui António Matias.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-4622076584022124357?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-71886848386559617872008-10-17T12:29:00.002+01:002008-10-17T12:45:23.893+01:00Café Oceano na Semana pelo Mar 2008<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SPh3W-DbdCI/AAAAAAAAACI/HTXelGzRk3E/s1600-h/CafeOceanoPub080925.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hYoB7KN0Gos/SPh3W-DbdCI/AAAAAAAAACI/HTXelGzRk3E/s320/CafeOceanoPub080925.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258083801453261858" border="0" /></a><br />No mês de Setembro de 2008, decorreu o Café Oceano "Transportes marítimos e sistema portuário na Era das descobertas" inserido na II Semana pelo Mar. Esta edição, que teve lugar em Olhão, foi apresentada pelo Dr. Amândio Barros de uma forma muito dinâmica e participada.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-7188684838655961787?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-15218332022578815532008-07-10T14:59:00.001+01:002008-07-10T15:00:32.264+01:00Última edição do Café Oceano antes das férias de Verão<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/SHYV8_571eI/AAAAAAAAACA/K_z7q4ORZ30/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/SHYV8_571eI/AAAAAAAAACA/K_z7q4ORZ30/s320/Slide1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221384955673433570" border="0" /></a><br /><div style="text-align: justify;">Hoje, dia 10 de Julho, às 18h30, o Café Aliança, na Baixa de Faro, vai receber mais uma edição Café Oceano, iniciativa que entretanto vai de férias para voltar a acontecer em Setembro. Esta edição do Café Oceano, dedicada ao tema “Alterações climáticas… O que se sabe?”, vai acontecer em moldes ligeiramente diferentes do habitual. Dada a vastidão do tema proposto, a comissão organizadora resolveu colocar-se, em bloco, à disposição da assistência para dar resposta às mais diversas dúvidas sobre as alterações climáticas, em vez de se convidar apenas um orador para abordar o assunto em debate. O tema “Alterações climáticas” pretende elucidar o público sobre a definição ou caracterização das alterações climáticas mas também as suas causas conhecidas ou possíveis, a sua influência sobre a Saúde, o ambiente ou sobre os oceanos. Também se pode abordar as alterações climáticas do ponto vista da nossa adaptação ou da nossa mitigação no dia à dia, como cidadão ou como comunidade... Em resumo, tentar-se-á responder ou debater todas as ideias que de uma maneira ou de outra tem origem ou efeito nas Alterações climáticas.<br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-1521833202257881553?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-64550763043488412562008-05-08T18:05:00.006+01:002008-05-08T18:23:53.676+01:00Café Oceano do mês de Maio 2008<img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/SCMzFtPiV0I/AAAAAAAAABw/Y6NOIWQB3q0/s320/Slide1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198054568052807490" /><br /><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"><span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"></span></span><div><div style="text-align: center;"><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);">"Litoral e temporal... Evolução e Destrução"</span></span></span></div><div style="text-align: center;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);">A edição do 3º aniversário do Café Oceano que decorrerá no dia 14 de Maio, a partir das 18h30, tem como orador convidado o Prof. Óscar Ferreira, docente e investigador da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente que vai falar sobre o litoral e a pressão, natural e antrópica, existente na região do Algarve.</span></span></span><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"><br /></span></div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);">Esta edição que conta com a participação da Tertúlia Farense, propõe um olhar sobre questões actuais e que motivam muitas evzes acesas discussões orientadas sobre o ambiente, a socio-economia ou sobre simples crenças e opinões.</span></span></span></div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"><br /></span></span></span></div><div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);">Venham numerosos tirar dúvidas e tentar perrceber o que o nosso litoral está a enfrentar.<br /></span></div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=""><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"><br /></span></span><br /></div></div></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-6455076304348841256?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-58761706918099517792008-04-01T10:43:00.002+01:002008-04-01T10:46:47.910+01:00Café Oceano do mês de Abril de 2008<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R_IECIMG4dI/AAAAAAAAABo/jt34rs80In8/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R_IECIMG4dI/AAAAAAAAABo/jt34rs80In8/s320/Slide1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5184210555661378002" border="0" /></a>O próximo Café Oceano realizar-se-á no quadro da Semana Aberta da Universidade do Algarve, na próxima 2ª feira dia 7 de Abril a partir das 18h00 no BA Caffé (Rua do Prior nº 6) com o seguinte tema: "<span style="font-style: italic;">Mar e saúde.. Uma visão Global</span>" sendo a Profª Maria João Bebianno a<br />oradora convidada.<br /><br />Mais informo que o Café Oceano previsto sobre a erosão do litoral não está esquecido e irá decorrer no mês de Maio.<br /><br />Venham numerosos !!!<br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-5876170691809951779?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-32659683812547297882008-02-18T23:52:00.003Z2008-02-18T23:57:03.286ZCafé Oceano do mês de Fevereiro 2008<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R7oaXEC89lI/AAAAAAAAABg/tCVObdlOX3Q/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R7oaXEC89lI/AAAAAAAAABg/tCVObdlOX3Q/s320/Slide1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168472505886504530" border="0" /></a><br />O próximo Café Oceano terá lugar na próxima 5ª feira, dia 21 de Fevereiro, a partir das 18h30 no Café Aliança em Faro. O tema proposto <span style="font-style: italic;">"Intersexualidade na águas costeiras.. feminização ou masculinização" </span>será apresentado por duas jovens investigadores da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente.<br /><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size:100%;"></span></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-3265968381254729788?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-3751647956288012442008-02-18T23:31:00.004Z2008-02-18T23:51:45.136Z"Mexilhões artificiais... para o bem ou para o mal?"<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size:100%;">O <span class="apple-style-span"><b>Café Oceano</b></span> é um espaço para conviver, relaxar e falar de um tema que nos interessa. No mês de Janeiro, a oradora convidada foi a investigadora da Universidade do Algarve, Maria Gonzalez-Rey. Esta investigadora, encontra-se envolvida num projecto de investgação experimental desenvolvido pela City University de Hong-Kong, que tem por base o desenvolvimento de “mexilhões artificiais” como método de controlo de poluição.<o:p><br /></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size:100%;">Varias espécies de bivalves, nomeadamente de mexilhões, têm vindo a ser utilizados para monitorizar a poluição aquática, (níveis de contaminação metálica, poluentes orgânicos, e fitofarmacêuticos). Os mexilhões apresentam largas vantagens neste tipo de controlo, já que são organismos filtradores cesseis que acumulam poluentes nos seus tecidos, com uma vasta distribuição geográfica, e muito resistentes a grandes variações do meio ambiente.<o:p><br /></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size:100%;">O uso destes organismos marinhos apresenta no entanto desvantagens que podem ser contrariadas pela utilização de “espécies artificiais”. De facto, as concentrações de poluentes nos tecidos dos mexilhões são afectadas por variações físicas e químicas do indivíduo ou alterações dentro da espécie. A utilização de “mexilhões artificiais”, permite contrariar todos os pontos negativos e garantir as mesmas características relativamente ao uso de espécies naturais.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size:100%;">O “mexilhão artificial” consiste num pequeno tubo de P.V.C cujas duas aberturas são fechadas com um gel poroso. No seu interior possui um bloco de resina gelatinosa absorvente. A resina em questão permite concentrar os metais presentes na água monitorizando os níveis de contaminação com cádmio, zinco, cobre e chumbo.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size:100%;">Estes instrumentos para monitorização de contaminantes estão a ser testados actualmente em Portugal em Aveiro, Portimão, Olhão e no Estuário do Tejo, sendo aplicados cerca de 30 “indivíduos” em armadilhas colocadas no fundo, permanecendo submersos durante cerca de 4 meses. Brevemente, os resultados obtidos com os “mexilhões artificiais” serão comparados, nesta primeira fase, com os resultados obtidos nas espécies naturais autóctones.</span> <o:p></o:p></span></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-375164795628801244?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-16452013458899312982008-01-31T11:23:00.002Z2008-01-31T11:38:33.278ZCafé Oceano de Janeiro 2008<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R6GxpIWbgjI/AAAAAAAAABU/Jo5w1TmYthU/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R6GxpIWbgjI/AAAAAAAAABU/Jo5w1TmYthU/s320/Slide1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161601968117613106" /></a><br /><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); text-decoration: none;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 153, 153);"><span class="Apple-style-span" style="font-family:verdana;">A primeira edição do Café Oceano em 2008 teve lugar ontém, 4ª feira, dia 30 de Janiero no Café Aliança, em Faro. A investigadora Maria Gonzalez-Rey, da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente (FCMA) apresentou o tema desta edição "Mexilhão artificial.. para o bem ou para o mal?".</span></span><br /></span><br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-1645201345889931298?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-39481629369821921742007-12-18T14:19:00.000Z2007-12-18T14:30:30.009ZCafé Oceano: “Os “nossos” tubarões... Queridos ou temidos?”O <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">Café Oceano</span> é um espaço para conviver, relaxar e falar de um tema que nos interessa. No mês de Dezembro, foi o Investigador e Doutor <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">Rui Coelho</span> que ficou responsável por introduzir o tema do Café Oceano que desde há muito tempo se esperava: <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">os Tubarões</span>. Para tentar mudar a percepção errónea que a população em geral tem destes animais, como sendo animais muito perigosos para os Homens, o nosso convidado falou-nos com muita paixão destes seres que ocupam quase todos os habitats marinhos e mesmo alguns de água doce, desde grandes profundidades a zonas costeiras. Ficámos a saber que os tubarões são <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">peixes cartilagíneos</span> (possuem esqueleto cartilaginoso) pertencentes a um grupo de peixes (Chondrichthyes), nos quais se incluem também as <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">raias</span> e as <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">quimeras</span>. Os tubarões, predadores de topo, crescem muito lentamente, só adquirem a maturidade sexual muito tarde e têm uma fecundação interna (oviparidade e viviparidade placentária ou não), ao contrário dos peixes ósseos (Osteichthyes). Mesmo se os tubarões representam um dos grupos animais mais antigos do Planeta (surgiram há cerca de 400 milhões de anos), estas características fazem destes animais seres vulneráveis à actividade humana, desde do desaparecimento de habitats e de ecossistemas, à sobrepesca. Rui Coelho explicou que em 2006, estavam registadas mundialmente 1180 espécies de peixes cartilagíneos, das quais 480 são tubarões. No entanto, estes números estão em constante evolução à medida que novas espécies são descobertas e que, num futuro próximo, algumas irão desaparecendo, visto que, em 2006, já estavam listadas no<span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"> livro vermelho da União Internacional para a Conservação da Natureza</span> (IUCN) cerca de <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">110 espécies ameaçadas</span>. Ao largo de Portugal, o convidado referiu que em 2006 estavam registadas 108 espécies de peixes cartilagíneos, dos quais 74 correspondiam a tubarões. No entanto, acrescentou que mesmo existindo dentre de estas algumas espécies <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">potencialmente </span>perigosas, como o famoso <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">tubarão branco</span> (<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Carcharodon carcharias</span>), o <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">tubarão anequim</span> (<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Isurus oxyrinchus</span>) e o <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">tubarão martelo</span> (<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Sphirna spp</span>.), não existem até hoje relatos de ataques nem fatalidades nas nossas águas. Rui Coelho explicou que quase todos os tubarões com mais de 2 metros de comprimento podem ser potencialmente perigosos para os humanos. No entanto, são 3 as espécies que têm tido maior responsabilidade nos ataques em humanos, nomeadamente o<span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"> tubarão branco</span> (<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Carcharodon carcharias</span>), o <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">tubarão tigre</span> (<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Galeocerdo cuvier</span>) e <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">tubarão buldogue</span> (<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Carcharhinus leucas</span>). <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">Destas, apenas o tubarão branco existe em Portugal</span>. Ainda foi referido que, apesar dos tubarões serem considerados animais extremamente perigosos e responsáveis por inúmeras fatalidades humanas todos os anos, <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">a realidade não é essa</span>. Desde 1990, foram contabilizados em média anual e a nível mundial, <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">56 ataques não provocados e 6 fatalidades</span>, enquanto que desde 2000 e só nos EUA <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">morrem em média cerca de 20 pessoas por ataques de cães</span>! Assim, apesar da “<span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">fama</span>” dos ataques de tubarão, a probabilidade de uma pessoa ser atacada e morta por um tubarão é realmente baixa, isto é <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;">quando estes não são provocados</span>.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-3948162936982192174?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-85536819565603174482007-12-11T11:06:00.000Z2007-12-11T11:10:52.180ZCafé Oceano do mês de Dezembro de 2008<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R15vfgc4EYI/AAAAAAAAAAw/ANkkNgI45GE/s1600-h/Slide1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R15vfgc4EYI/AAAAAAAAAAw/ANkkNgI45GE/s320/Slide1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142670411581362562" border="0" /></a>O próximo café oceano, e último do ano 2007, terá lugar na próxima 5ª feira<br />dia 13 de Dezembro no Café Aliança a partir das 18h30.<br />Nesse Café Oceano, o Investigador Rui Coelho irá apresentar o Tema "Os<br />"nossos" tubarões.. Queridos ou temidos?"<br /><br />O que é um tubarão?<br />Quantas espécies de tubarões existem no mundo e em Portugal?<br />As espécies que existem em Portugal são perigosas?<br />Quais as espécies mais perigosas a nível mundial?<br />Quantos ataques de tubarão ocorrem por ano?<br />Onde é que os ataques de tubarão ocorrem?<br />Porque é que os tubarões são animais vulneráveis?<br />Quais as ameaças que os tubarões enfrentam actualmente a nível mundial?<br />Quantos tubarões são pescados por ano?<br />O que se está a fazer para proteger e conservar estes animais?<br /><br />Se quiser conhecer as respostas a estas perguntas, e muitas outras, é só aparecer!<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-8553681956560317448?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-71760888187034634602007-12-06T20:51:00.000Z2007-12-06T21:10:27.384ZPróximo Café Oceano<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nx-OSQzahZw/R1hk3-5OkTI/AAAAAAAAAds/cXYKWj3vpiU/s1600-h/cafeocn.bmp"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 473px; height: 355px;" src="http://bp3.blogger.com/_nx-OSQzahZw/R1hk3-5OkTI/AAAAAAAAAds/cXYKWj3vpiU/s320/cafeocn.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140969887582032178" border="0" /></a><br /><br /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/User/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /><br /><br /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/User/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/User/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg" alt="" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-7176088818703463460?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>ABhttp://www.blogger.com/profile/09603857220304261986noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-80955298345499341132007-11-30T16:19:00.000Z2007-11-30T16:21:02.197ZCafé Oceano: “Alterações climáticas... O papel do plâncton”O Café Oceano é um espaço para conviver, relaxar e falar de um tema que nos interessa. Desta vez, foi o Investigador e Doutorando Carlos Norton que ficou responsável por introduzir o tema do Café Oceano que decorreu no mês de Novembro. <br />O Plâncton é a base da cadeia alimentar no meio aquático e marinho, sendo constituído por uma fracção vegetal, o fitoplâncton, e uma fracção animal, o zooplâncton. Qualquer alteração causada nestes organismos terá impactos ainda mais elevados nos níveis tróficos superiores. O estudo do plâncton é complicado porque implica uma recolha de amostras regular ao longo do tempo e no espaço oceânico, que são muito esporádicas se feitas somente durante missões científicas no mar. No entanto, existem bons registos obtido através de CPR (Continuous Plankton Recorder) para o Atlântico Norte e isto, desde dos anos 1958. Este equipamento é atracado a navios comerciais com rotas transatlânticas regulares permitindo uma recolha de plâncton de forma contínua, aproximadamente à profundidade de 7 m, durante todo o percurso do navio. Os estudos efectuados desta forma demonstram que está a ocorrer, no Atlântico do Nordeste, uma migração das espécies planctónicas para zonas mais a Norte. Com o aquecimento das águas, as espécies adaptadas a temperaturas mais altas estão a conseguir deslocar-se até zonas médias do Atlântico Norte, enquanto que as espécies que anteriormente ocupavam estas zonas estão a ser deslocadas para zonas sub-polares a polares. Um exemplo do impacto destas migrações pode ser observado no bacalhau. No Mar do Norte existe uma época do ano, de Março a Agosto, em que o bacalhau se alimenta de uma espécie de copépode calanóide (zooplâncton). Esta espécie abundava nestas zonas, mas com o aquecimento das águas foi empurrada para zonas mais a norte, surgindo em substituição uma outra espécie de copépode adaptada a águas de temperaturas mais elevadas. No entanto, esta nova espécie apresenta-se em período diferente da espécie anterior, de Agosto a Dezembro, não permitindo a engorda do bacalhau. Assim, para além de outros impactos sobre o bacalhau, nomeadamente a sobre – exploração, a migração do zooplâncton fez com que o bacalhau ficasse com menos alimento disponível, uma vez que também o biovolume desta nova espécie é inferior, fazendo diminuir a biomassa disponível para o bacalhau. Seja a nível trófico, ou mesmo na biomassa, o aquecimento das águas, mecanismo provocador destas migrações, apresenta grandes impactos espécies de consumidores superiores da cadeia trófica.<br />Alem disto, é importante salientar aqui que o plâncton também influencia o clima. A nível global, é efectivamente o plâncton que é responsável pela remoção de uma grande parte do CO2 da atmosfera para dentro dos oceanos e consequentemente para os sedimentos marinhos, moderando assim o aumento da temperatura média mundial. A nível local, também existem espécies de fitoplâncton que são capazes de emitir para a atmosfera moléculas que permitem a formação de nuvens que funcionam como um escudo face À insolação e fazem com que a temperatura da superfície da água diminui.<br />É então importante relembrara que, apesar das alterações climáticas causarem um grande impacto no meio ambiente, a Natureza é como que uma máquina renovadora, e que o maior impacto cairá sobre nós.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-8095529834549934113?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-34973489404391135662007-11-20T22:48:00.000Z2007-11-20T22:49:46.357ZCafé Oceano dia 21 de Novembro 2007<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R0NkYXGPrEI/AAAAAAAAAAo/-gAOmp9BUMw/s1600-h/CafeoceanoPub211107.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_hYoB7KN0Gos/R0NkYXGPrEI/AAAAAAAAAAo/-gAOmp9BUMw/s320/CafeoceanoPub211107.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135058369812343874" /></a><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-3497348940439113566?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-22162971392153030582007-11-15T21:16:00.000Z2007-11-15T21:21:22.315ZCafe oceano : Alterações climaticas - o papel do plânctonNa 4ª feira dia 21 de Novembro vai realizar-se no Atrium Faro ás 18.30 o próximo Café Oceano cujo tema é Alterações Climáticas - o papel do plâncton. Estão todos convidados a aparecer e debater um tema tão na moda e tão preocupante como este.<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-2216297139215303058?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>ABhttp://www.blogger.com/profile/09603857220304261986noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-12503741.post-7056641520478324492007-10-16T12:42:00.000+01:002007-10-16T12:44:08.354+01:00Desafiar ou respeitar o mar... O Salvamento aquaticoO Café Oceano é um espaço para conviver, relaxar e falar de um tema que nos interessa. Para o Café Oceano que decorreu ao inicio do mês de Outubro, convidei o Professor Jorge Rosa, responsável pelo curso profissional Técnico de Segurança e Salvamento em meio aquático (TSSMA) da Escola Secundária Pinheiro e Rosa (Faro). Aprendi muito durante a apresentação feita por Jorge Rosa. Assim, existem actualmente dois cursos destes no Algarve, um em Faro e outro em Quarteira. Estes cursos só foram reconhecidos pelo Ministério português da Educação em 1999 e reestruturados em 2006 no âmbito da revisão curricular do ensino profissional e da racionalização da oferta formativa pela Portaria n.º 1311/2006, D.R. n.º 226, Série I de 2006-11-23 . Este tipo de curso do ensino normal enquadra-se na família profissional de serviços de protecção e segurança e integra-se na área de educação e formação de protecção de pessoas e bens dando equivalência ao 12º ano. O curso tem quatro componentes de formação: a componente sócio-cultural, a científica, a técnica e por fim a formação em contexto de trabalho, para um total de 3100 horas de formação. Na descrição do curso pode-se ler que: “Os jovens habilitados com este curso têm a possibilidade de desempenhar funções como técnicos de segurança e salvamento em meio aquático em municípios (praias e piscinas), hotéis, parques aquáticos e empresas concessionárias em praias”. <br /> No entanto, fiquei muito estupefacta ao saber que o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), organismo da Direcção-Geral de Autoridade Marítima, dotado de autonomia administrativa e com atribuições de promover a direcção técnica no que respeita à prestação de serviços com vista ao salvamento de vidas humanas na área da jurisdição marítima, não considera os alunos destes cursos profissionais como nadadores-salvadores. Assim, depois de uma formação profissional de 3 anos no ensino público (3100 h), os técnicos de Segurança e Salvamento em meio aquático não podem ser nadadores-salvadores; tal como eu, terão que concorrer ao curso de nadador salvador do ISN, que dura 93 horas e custa 75 euros. <br />È muito provável que os alunos que saiam dos cursos profissionais de TSSMA tenham mais facilidades do que eu para obter o título de nadador salvador. No entanto, ao meu ver isto é absurdo. Este é mais um exemplo dos problemas ligados ao mar: as instituições públicas do ensino, da administração ou da marinha não colaboram, não falam, não partilham os seus saberes. Qual teria sido o problema em incluir nos cursos profissionais de TSSMA uma componente obrigatória dada pelos formadores do ISN? Não teria mais lógica um técnico de Segurança e Salvamento em meio aquático ser igualmente habilitado a nadador salvador? <br />Quer-se racionalizar os meios mas sem fazer pontes de ligação entre instituições que trabalham na mesma área dificilmente conseguiremos ser competitivos e eficientes !<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12503741-705664152047832449?l=cafeoceano.blogspot.com'/></div>CVPhttp://www.blogger.com/profile/08153539372573899924noreply@blogger.com2